Eu nunca consegui compreender algumas pessoas.
OMG!
Essas três letrinhas sempre me pareceram muito estranhas. O que de tão incrível tinha acontecido afinal?
Alice começou a entrar nessa moda também e passou me mandar mensagens assim.
OMG Bella! Você não vai acreditar!
OMG! Preciso de tequila!
OMG! Bella! Jasper me fez chama-lo de papai enquan...
Bom isso não é algo que quero lembrar (Ew... Jasper tem fantasias muito estranhas).
O fato é que nunca consegui compreender o uso exagerado e entoado dessas três letras.
Porém hoje é um dia completamente diferente.
Hoje não sou a mesma Isabella que era ontem. Ontem eu não havia acordado com uma mensagem do próprio Edward Cullen me fazendo promessas.
Então, nesse momento, eu só podia pensar em uma coisa.
OMG!
Eu não sei o que fiz na minha vida passada, mas acreditem que nesse momento eu sou a mulher mais sortuda desse mundo.
Algumas mulheres podem ser ricas, amadas, lindas e terem qualquer homem aos seus pés, mas eu tinha Edward Cullen. O que mais uma pessoa pode querer?
– Tudo bem – saio dos meus pensamentos felizes pela voz de Rose, mas nem isso foi o suficiente para me chatear. – Você está começando a me assustar. Quer tirar esse sorriso idiota do rosto?
Balanço a cabeça ainda sorrindo.
– Hahaha Rose, você é muito engraçada. Por que eu iria parar de sorrir em um dia tão lindo e maravilhoso como esse? Vamos... Hoje é segunda – o que me resta mais quatro dias na presença do senhor Delicia.
– Hum certo... – ela franziu o cenho e me olhou estranha. – E você ama as segundas.
– Claro que sim. O que tem de errado nesse dia perfeito criado por Deus?
Rose está me olhando com a boca aberta e os olhos arregalados.
Tudo bem, posso estar exagerando um pouquinho. Mas isso está engraçado demais para eu parar.
– Eu... – ela abre a boca para falar, mas para franzindo o cenho e balançou a cabeça como se mudasse de ideia. – Eu vou voltar ao meu trabalho.
Assim que ela entra na sua sala eu me curvo e começo a rir.
Acho que nunca vou me cansar disso.
– Vejo que alguém está muito feliz hoje.
Imediatamente eu paro de rir. Meu coração para uma batida e eu esqueço como respirar.
Ahh essa voz...
Eu me viro e lá está ele com o mesmo sorriso sedutor do outro dia e o mesmo olhar quente que me faz querer arrastá-lo para a sala mais próxima.
– Sr. Cullen – mordo o lábio tentando conter meu sorriso e lhe ofereço um olhar inocente. – Bom dia!
Ele abre um sorriso e com alguns passos está parado em frente a minha mesa colocando ambas as mãos em cima da mesma e se curvando para ficar a minha altura. E tudo que eu posso fazer é agradecer por Jessica ter saído para revolver alguma porcaria.
– Sr. Cullen? – pergunta com a voz baixa. – Achei que tínhamos um acordo Bella.
Eu realmente queria devolver uma resposta à altura, mas estava particularmente difícil me concentrar com seus lábios tão próximos de mim.
Controle-se Bella!
– Nós temos um acordo. Apenas achei que gostaria de ser chamado de Sr. Cullen no trabalho – disse me inclinando para frente. – Meu chefe é muito exigente e eu não sei se você sabe, mas eu não quero ser castigada por ele.
Eu quase quis rir quando ele fechou os olhos respirando fundo e acho que praticamente vinte fantasias acabaram de passar por sua cabeça.
– Você não pode fazer isso comigo gatinha – murmurou abrindo os olhos e se afastando. – Vai me fazer esquecer o que tinha planejado.
– O que tinha planejado? – perguntei curiosa e ele pisca um olho.
– Tenho muitos planos para nós, mas por enquanto...
Eu arfo quando sou pega de surpresa e ele me puxa para perto beijando rapidamente meus lábios, se afastando antes que eu possa reagir.
– Por enquanto isso vai bastar – termina sorrindo enquanto eu ainda estou parada no mesmo lugar com os olhos arregalados. – Guarde um lugar na sua mesa para mim.
Saio do meu estupor por essa ultima frase e o olho chocada.
– Espera... O que você disse?
Ele solta um riso e pisca o olho para mim. Normalmente eu acharia esse gesto muito ridículo, mas ele era Edward Cullen. Ridículo era a ultima coisa que eu acharia.
– Isso mesmo que você ouviu gatinha. Vamos almoçar juntos.
Eu amo minha vida.
...
– Eu não posso fazer isso – Rose falou pela milésima vez e eu revirei os olhos.
– Rose, ele não vai te morder – e eu ficaria muito ofendida se fosse o caso.
– Ele não vai morder a mim, mas eu não estaria certa sobre você – eu abro um sorriso malicioso e ela faz uma careta. – Eu só seguro vela quando estamos sem energia.
Ela estava particularmente relutante em se juntar a nós ao almoço. Eu havia mantido em segredo esse pequeno fato até estarmos sentadas na nossa mesa no restaurante da empresa, já prevendo esse seu pequeno ataque.
Certo, eu queria ficar a sós com ele, mas antes de qualquer coisa eu queria que ele conhecesse Rose. Não a Srta. Halle, sua secretaria competente, mas sim como Rose, minha amiga.
E sim, talvez eu esteja sendo um pouco apressada, mas eu sabia que isso não era apenas um caso. Era algo mais, algo muito maior.
– Ele está vindo! – Rose diz alarmada e tento conter o riso.
– Rose, apenas pense que ele é Edward. Não o nosso chefe, apenas... Edward – ela assente rigidamente e balanço a cabeça.
Acho que isso não foi uma boa ideia afinal.
– Posso me juntar às belas damas? – Edward pergunta com um sorriso e eu reviro os olhos.
– Como se você precisasse de um convite.
Ele solta um riso baixo e senta ao meu lado enquanto erámos alvos de vários olhares, na verdade acho que quase todo restaurante estava com a atenção voltada para nossa mesa.
Curiosos
– Sr. Cullen – lancei um olhar sujo para Rose que ainda estava sentada rigidamente.
– Oh não – disse antes que ele respondesse e cruzei os braços. – Nada de Sr. Cullen ou Srta. Halle. Aqui é apenas Edward e Rose.
Rose me olhou chocada enquanto Edward soltava um riso alto e isso só pareceu deixar nossos admiradores mais perplexos.
– Eu não fazia ideia desse seu lado dominante – ele disse e semicerrei os olhos fazendo seu sorriso aumentar. – Acho que gosto disso... Sou muito feliz em ser mandado gatinha– murmurou apenas para mim e tentei conter meu sorriso comedor de merda.
– Devo pegar minhas algemas senhor? – provoquei e ele mordeu o lábio colocando uma mão em cima da minha perna.
– Talvez nós... – ele para e olha para o lado como se lembrasse de algo e se afasta. Por um momento fico confusa, mas então olho para frente e percebo a presença de Rose que parecia nervosa e talvez um pouco pálida.
Oh merda... Esqueci completamente dela.
– Então... – Edward começou parecendo um pouco perdido. – Há quanto tempo vocês moram juntas?
Suspirei de alivio por ele mudar de assunto e não deixar Rose mais desconfortável do que já estava.
– Há mais ou menos quatro anos – ela murmura sem olhá-lo.
– Nós nos conhecemos na faculdade – continuo tentando deixá-la mais confortável. – Rose era uma veterana do meu curso. No inicio não nos demos muito bem... – Rose soltou um riso baixo e tentei conter o meu próprio riso. Eu não podia contar o porquê, mas foi totalmente por causa de um garoto e eu acho que não seria muito legal comentar isso. – Mas depois de nos conhecermos melhor viramos praticamente irmãs.
– Imagino – ele disse com um sorriso e eu suspirei.
Céus... Como eu queria morder aquela boca!
Balancei a cabeça me recriminando e tentei focar em outra coisa que não fosse seus lábios.
– Então... Como está sendo seu dia? – ótima maneira de mudar de assunto Bella. – Não... Quero dizer... O dia está ótimo hoje, não acha? – fechei os olhos com força ao perceber o que falei. Quando os abri percebi que ele sorria divertido. – Isso foi horrível, não foi?
Ele concordou ainda sorrindo e suspirei.
– Você fica fofa quando está nervosa – disse e fiz uma careta.
– Fofa? Céus Edward... Isso é algo que você diz para seu cachorro, não para sua... – mordi o lábio com força me impedindo de falar e seu sorriso aumentou.
– Minha? – provocou e cruzei os braços desviando o olhar.
– De qualquer forma, isso não é algo que se aplique a mim. Posso ser muitas coisas, mas fofa não é uma delas.
– Oh serio? – ele soltou um riso e arqueou uma sobrancelha. – Você parece fofa para mim, como uma... Gatinha.
Era por isso que ele me chamava assim?
– Gatinha? – o olhei cética e ele riu.
– Sim, você é pequena, parece indefesa a primeira vista, mas pode atacar se alguém a irritar. Também atrai os outros com esses olhos misteriosos e faz os outros a sua volta quererem protegê-la, apesar de saber se defender muito bem. – tento controlar meu sorriso, mas não consigo. Isso é simplesmente o que ele provoca em mim. – Além de tudo isso é sexy e linda como nenhuma mulher que eu já vi antes.
Ele tem aquele olhar hipnotizante que me atrai tanto e sei que foi honesto em tudo que falou.
Ele é o cara perfeito em todos os sentidos e isso é assustador.
Tudo em mim grita para me jogar de vez nesse lance louco que estamos vivendo. É assustadoramente intenso, mas é demais, demais ao ponto de me viciar.
E isso me preocupa.
– Há apenas um erro nessa sua definição Edward – falei e ele ergueu as sobrancelhas confuso. – Eu jamais serei pequena, apenas aprenda isso e vivera bastante.
Ele solta um riso alto e balança a cabeça. Seu riso me contagia e quando menos percebo estou sorrindo como uma boba, mas meu sorriso morre quando olho para frente e fecho os olhos com força me recriminando.
Estou ferrada.
Rose sustentava no rosto um verdadeiro tomate nas bochechas. Ela não olhava para nos e se inclinava para trás parecendo querer fugir.
Olhei para Edward apontando com o olhar para Rose e ele imediatamente parou de rir e pigarreou.
– Bem... Então... – começou sem saber o que falar e isso atraiu a atenção de Rose que suspirou ao ver nossa troca de olhares.
– Vocês não precisam fazer isso – ela diz de repente e olho-a confusa. – Qualquer um pode perceber que estão loucos para cair um no outro e eu não me importo, sério – meus olhos aumentam em surpresa e ela se levanta rigidamente. – Bella, Edward, fico muito feliz por vocês. Vocês têm a minha... Benção e espero que sejam muito... Hum felizes – minha boca cai e uma vontade louca e incontrolável de rir toma conta de mim.
Mas felizmente, antes que eu pudesse explodir em uma bagunça de risadas, Rose força um sorriso e pega sua comida, saindo a passos apresados para longe da nossa mesa.
– Sua amiga acabou de nos dar sua benção? – Edward pergunta parecendo tão chocado com eu e nos olhamos por um segundo antes de explodirmos em risadas.
– Isso... Não foi... Legal – disse tentando me controlar. – Ela só estava tentando ser legal.
Ele concorda e tenta permanecer sério.
– Tem razão, não deveríamos rir.
Entretanto, não demorou muito e novamente estávamos gargalhando.
Rose já havia saído há alguns minutos e finalmente havíamos conseguido nos controlar. Agora que ela não estava mais aqui, minha curiosidade floresceu sobre algo que estava me incomodando desde o dia que ele mencionou a "pessoa" que o fez lembrar meu acidente.
– Estou curiosa... – comento atraindo sua atenção e ele sorri.
– E eu ficarei muito feliz em satisfazer sua curiosidade.
– Qualquer coisa?
– Qualquer coisa – afirma e respiro fundo.
– O que aconteceu com aquela pessoa que sofreu o acidente? – pergunto de uma vez e seu sorriso morreu.
– Eu... – ele para e fecha os olhos por um segundo mordendo o lábio com força. – Eu não sei como te falar sobre isso... Eu cometi muitos erros, pensei por muito tempo que a culpa era toda dela, mas eu estava enganado.
– Por quê? – enrugo a testa e ele abre um sorriso fraco.
– Apenas aconteceram muitas merdas gatinha... Eu fui um babaca, eu era umtremendo idiota e não pude ver algo que estava na minha frente – ele me da um olhar intenso e profundo, como se apenas eu existisse no mundo. Como se eu fosse o seu mundo. – Algo tão óbvio...
– Mas essa pessoa... Ela hoje é feliz? – ele olha para baixo e pega uma das minhas mãos.
– Sim, ela é.
– Então você não deveria se preocupar com isso – aperto sua mão suavemente e ele me olha. – Seja o que for que tenha acontecido no passado... É passado, e isso é algo que não podemos deixar nos dominar.
– Existem coisas que não podemos simplesmente mudar.
– Sim, existem – concordei e lhe ofereci um sorriso. – Mas isso são apenas lembranças Edward, não importa que escolha fizemos lá atrás ou que escolhas iremos fazer, o que realmente importa é o agora, é o que fazemos com essas lembranças.
Ele me olha por um longo tempo antes de abrir um sorriso.
– Você é alguém surpreendentemente velha para sua idade.
– Você não conhece meu pai – fiz uma careta e ele soltou um riso. – Ele é apenas um filosofo por natureza. Toda vez que eu fazia algo errado tinha que escutar 2 horas de sermões. Uma vez ou outra aprendia algo.
Ele arqueia uma sobrancelha e abre um sorriso.
– Gatinha, você era uma menininha má?
Pisco um olho e sorrio.
– Você não faz ideia Cullen.
Eram quase 18:00 horas quando saímos do trabalho. Como Edward disse que iria me deixar em casa – e eu como uma pessoa perfeitamente sã, claro que não recusei – mandei Rose ir para casa sem mim depois de explicar o motivo e ela me desejou sorte.
Eu e Edward descemos pelo seu elevador particular e acredite quando eu digo que foi particularmente difícil me controlar quando ele colocou, casualmente, sua mão na base das minhas costas de uma forma muito inocente enquanto tudo que eu queria era que ele jogasse o cavalheirismo pelo ar e me pegasse de jeito no seu carro.
Infelizmente minhas esperanças foram por água a abaixo quando entramos no carro e ele deu a partida sem fazer absolutamente nada.
Mas eu ainda não iria me dar por vencida.
Então quando paramos no semáforo mais próximo deslizei casualmente no banco de modo que minha saia subisse alguns centímetros expondo um bocado de pele das minhas coxas.
Como uma verdadeira atriz olhei para a janela fingindo não ter percebido esse pequeno fato e tentei conter meu sorriso. Porém para minha frustação e desapontamento ele novamente não fez absolutamente nada.
Mas eu ainda não desisti e tentei de todas as formas atrair sua atenção, seja cruzando as pernas ou cantarolando ou tocando-o em alguma parte, mas novamente nada.
E eu já estava começando a ficar desesperada pelo silencio e pela carência de atenção, só não sentei em seu colo porque era fisicamente impossível no momento.
Então, quando o carro parou em frente ao meu prédio, me virei abruptamente na sua direção já preparada para começar uma longa discursão sobre seu cavalheirismo e pedir, não, exigir que ele brincasse comigo como se eu fosse seu novo brinquedinho.
Claro que eu amo sua gentileza e acho isso muito fofo da parte dele, mas no momento tudo que eu queria era que ele mandasse a merda qualquer cavalheirismo e pensasse em mim apenas como um objeto de prazer.
E não, eu não me envergonho disso.
Porém, antes mesmo que eu pudesse abrir a boca, ele tirou rapidamente seu cinto de segurança e colocou sua mão na minha nuca me empurrando para seus lábios de uma maneira nada gentil.
Nos cinco primeiros segundos eu fiquei paralisada, esses poucos segundos foram o bastante para ele enfiar sua língua na minha boca e me puxar para mais perto do seu corpo. Quando percebi o que ele fazia acordei do meu transe e correspondi ao beijo com igual intensidade, jogando meus braços ao redor do seu pescoço, puxando os cabelos da sua nuca, praticamente nos colando um na boca do outro.
Sua mão desceu para soltar o meu sinto e assim que estive livre, ele colocou seu braço em volta da minha cintura me puxando, agora realmente, para sentar no seu colo.
Nossas línguas praticamente duelavam uma na boca do outro e eu não queria sair dali nunca mais... Céus, eu nem podia imaginar o que ele poderia fazer em outros lugarescom essa coisa pecaminosa que ele tem na boca.
Suas mãos desceram pela minha cintura até acharem o fim da minha camisa e se infiltrarem por baixo do tecido, subindo tão lentamente que me fez soltar um gemido estrangulado e impaciente.
Eu amaldiçoei meus pulmões quando precisaram de ar e me afastei ofegante.
Eu queria continuar as coisas de onde haviam parado, mas ele apoiou sua testa na minha, respirando tão ofegante como eu, e eu soube que o momento havia acabado, para minha total decepção.
– Apenas ligue seu carro e vamos para sua casa que eu prometo te fazer esquecer seu nome – falei arfante ainda na mesma posição e ele soltou um riso baixo se afastando. – Quatro vezes.
Imediatamente seu sorriso morreu e seus olhos fecharam com força.
– Gatinha... Você não deveria dizer merdas assim – ele suspirou e abriu os olhos colocando uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha. – Eu posso acabar levando a sério suas promessas.
– Eu estou falando sério Edward – ergui uma sobrancelha soltando um riso ao ver seus olhos aumentarem.
– Quatro vezes?
– Quatro vezes – repeti sorrindo e ele mordeu o lábio com força, mas balançou a cabeça voltando a encostar sua testa na minha.
– Embora a ideia seja tentadora... – comentou passando a mão por meu braço fazendo os pelos arrepiarem. – Eu vou ter que recusar.
Acho que fiz um bico do tamanho do mundo, pois ele riu e beijou rapidamente meus lábios.
– Na próxima – prometeu e meus lábios se curvaram. Ele me beijou mais uma vez e se afastou. – Agora vá antes que eu mude de ideia.
– Eu não me incomodaria – provoquei e ele balançou a cabeça sorrindo.
Frustrada por não ter conseguido o que queria, mas feliz por finalmente termos tido algum avanço, abri a porta do carro e deslizei para fora.
Assim que o ar frio da noite me bateu tremi e me abracei.
Olhei para baixo para pegar minha bolsa e percebi uma saliência muito distinta sobre sua calça.
– Minha proposta ainda está de pé, você sabe – lhe lancei um sorriso atrevido e ele riu.
– Sabe Swan, estou começando a achar que você está mais interessado no meu corpo do que em mim.
Meu sorriso aumentou e me inclinei por cima do seu corpo para pegar a bolsa em cima do banco carona. Quando peguei-a parei a alguns centímetros do seu rosto para falar.
– Não me diga que nunca soube das minhas intenções Cullen – beije-o rapidamente e me afastei. – Eu nunca fui uma garota inocente.
Fechei a porta do carro na sua cara e me virei rindo em direção ao prédio, rebolando como uma verdadeira provocadora.
E então, alguns minutos depois, quando eu entrei em casa e me joguei no sofá só pude pensar em uma coisa.
OMG!
