Gente, mil perdões por demorar tanto a postar! Tive um pequeno recesso em Julho, acabei viajando para ver minha família e desde que voltei não consegui sentar de frente para o notebook e me concentrar para escrever. Na verdade, esse capítulo estava pronto, mas desembestei a achar que estava ruim e o reescrevi quase por inteiro... Sim, pois é.
Mas, bem, agora estou aqui, porque era minha obrigação dar o ar das graças, afinal, é feriado, e eu estou muito grata com a recepção que essa história teve, não poderia deixar os leitores na mão!
Agradeço muito a todos que estão acompanhando, e desde já deixo um agradecimento em especial à Arurun que, mesmo adoentada, veio aqui, leu todos os capítulos postados e deixou comentários que me incentivaram muito! Obrigada, de coração, Arurun, você é uma ficwriter muito admirada e querida por mim (recomendo que deem uma olhada na página dela, também tem fanfic linda com o nosso Naraku lindo!), não imagina o quanto fiquei feliz! Assim que puder, respondo com todo o carinho e cuidado seus comentários no PV!
Sem mais delongas, vamos ao capítulo.
Ah sim! ATENÇÃO! Esse aqui é 18+ (não custa nada avisar).
Boa leitura!


Capítulo 8 – Doce entrega

Annabelle arfou, o corpo de Hitomi prensava o seu e surrupiava-lhe o ar. Quis expandir os lábios, e a língua ardil dele insistiu em capturar a sua. Enrolaram-se, apertaram-se e deslizaram uma pela outra, provando texturas, temperaturas e o sabor do desejo.

E então, num repente como tudo começara, o jovem mestre desgrudou as bocas e, ofegante como ela, a encarou em silêncio.

Olharam-se intensos, ambos em ares de estranhamento. A ocidental, depois de engolir boa dose de saliva e molhar a garganta, pegou a mão do amado e a pousou no seio palpitante. Hitomi quase podia sentir a maciez da pele rosada por baixo do fino tecido branco, faltava-lhe apenas desamarrar a túnica para desvendar de uma vez os montes. Ele já podia ver o início das curvas e o colo perfeitamente talhado.

Os cabelos negros e pesados escorriam pelos ombros e peito, derramavam-se em cortina ao redor do casal e faziam o quimono nobre parecer ainda mais claro. Àquela altura, depois do roçar dos corpos sobre o humilde futon, a fenda do traje tinha abertura suficiente para exibir os perfeitos traços do jovem. Era mais forte e rijo do que parecia, Annabelle pensou ao passar os dedos ansiosos pela pele pálida de Hitomi e abrir mais ainda a gola. Ele, em resposta, puxou o fio e desfez o laço da túnica, depois, com a mesma firmeza, passou a mão pela coxa roliça da querida estrangeira e com o movimento de subi-la ergueu a saia junto até a barriga. Ainda havia uma peça para atrapalhá-lo, a cobrir o sexo molhado de Annabelle. Puxou-a para baixo enquanto experimentava o pescoço quente e eriçado afagando-o com a língua.

Ah! — ela gemeu em resposta a uma mordida mais forte do que deveria, ali, onde a língua dele passeava e encharcava.

Contrastando com a rudeza, Hitomi depositou um beijo singelo no trecho marcado por seus dentes. Enfim, sem que sua rosa branca percebesse, a brecha rosada já estava desnuda e pronta para ser tocada. Depois de afastar as pernas dela e vislumbrar-lhe a intimidade sem um piscar de olhos, mirou-a com um sorriso incontido e roçou um dedo no botão molhado. Annabelle revirou os olhos e suas costas desencostaram-se do leito, o corpo arqueou-se em resposta imediata. Céus, como ele saberia exatamente onde e como tocá-la?!

E... por que parou do nada?! Os orbes azuis, tontos, reabriram-se e focaram o sujeito a livrar-se das pesadas mangas das roupas que vestia. Admiraram-lhe o peito, bem como a barriga e os braços firmes. Annabelle tentou sentar para ajudá-lo a desatar a faixa, mas Hitomi a impediu. Prensou-a contra o pequeno espaço que dividiam e a manteve ali apenas com a força de uma mão agarrada aos pulsos unidos ao topo da cabeça laranja.

Enfim, o rapaz se desfez da fita e viu-se livre pela metade, somente com amarras de roupa da cintura para baixo.

Ele estava tão diferente e irresistível – reparou a mordiscar os lábios e escancarar mais ainda as pernas. Havia fogo naqueles olhos castanhos, e ela queimava. Hitomi abriu os grandes lábios deslizantes de tão molhados, e explorou o clitóris exposto e intumescido com o dedo médio. A princípio, circulou-o e o apalpou devagar, para aos poucos aumentar a velocidade e a intensidade dos afagos. Sentiu-a quente e estremecida, ainda não era o suficiente. Hitomi, com a mão até então presa aos pulsos da jovem ruiva, usou-a para levantar a fina túnica dela até o pescoço. No embalo, inclinou-se sobre Annabelle, de modo que sua boca alcançasse um dos mamilos róseos e o tomasse de súbito. A mão dela cravou-se em sua nuca e puxou alguns fios de cabelo. Em resposta, seu noivo segurou-lhe firme o farto seio enquanto a língua brincava com o bico rijo, e a outra mão, ativa, persistia a tomar a feminilidade de Annabelle para si, e aproveitava-se do quão escorregadia ela estava para invadi-la singelamente com um dedo, enquanto o outro mantinha a posição, preservando o ápice do prazer da mulher.

Ela tremeu dos pés à cabeça, não conseguiu controlar os sons a escaparem da garganta. Por entre as pernas, o líquido translúcido escorreu e cobriu os dedos ainda a manipularem-na.

— Hitomi... — sussurrou a fitá-lo enquanto o jovem mestre levava os dedos à boca e, luxurioso, os lambia com gosto.

— Você é doce. — disse após lamber os lábios, como se experimentara uma iguaria deliciosa — Eu quero mais.

— Então venha e tome para si, tudo aqui é seu. — trouxe as mãos dele de volta ao próprio corpo, subiu-as da cintura aos seios e o induziu a massageá-los com delicadeza — a qual ele não manteve, prensou-os entre os dedos famintos na primeira chance.

Beijaram-se outra vez, sedentos, vorazes. Annabelle sentiu certo volume esfregar-se à sua brecha com destreza e força. Ela própria inclinou os quadris para frente, intensificando o encontro. Quase o sentia pulsar, ainda que as calças o contivessem. Sem pensar meia vez, a estrangeira baixou aquela peça de roupa do jovem mestre até o meio das coxas e cativou o membro palpitante na mão. Dessa vez, foi o corpo dele a ter um movimento involuntário e estremecer. Os dedos afagaram-lhe a glande inflada e desceram por seu comprimento, firmes, para subir e repetir o movimento algumas vezes. Hitomi pousou a mão sobre a dela e a fez mover-se mais rápido, com mais força. O sucesso dela o fez grunhir, rouco, enquanto os olhos escuros cerravam-se e ele teve de parar de beijá-la para morder o lábio inferior.

Annabelle observou-o respirar fundo e abrir os orbes devagar, esforçado. Enquanto isso, a glande inchada cutucava-lhe a entrada, procurava espaço ao se espremer e roçar as extremidades. Os olhos celestes cerraram-se e ela prendeu a respiração, arqueando-se para frente, os músculos interiores à brecha moviam-se como o interior de uma cobra, no intuito de engolir o alvo na medida em que este se empurrava para dentro por livre e espontânea vontade.

Mesmo encharcada e lúbrica, ao ser lentamente desbravada uma forte pressão lhe causava estranha ardência. Nada insuportável, mas certamente incômodo. Ela abafou um grunhido no ombro teso de seu amante e suas unhas procuraram pelas costas dele, cobertas pelos fios negros. Os dedos de Hitomi contiveram os dela, violentos, prenderam suas mãos no futon, próximas ao rosto. Os corpos selaram-se, o dela suado e o dele, frio e macio. Narizes se encontraram no instante em que ele se empurrou impetuoso ao interior, sem sequer pestanejar.

Incontida, Annabelle iniciou um grito que foi silenciado pela boca voraz do herdeiro do grande castelo. Ao abraçá-lo entre as pernas, sentiu-o tremer e não sabia dizer que misteriosa mistura de fúria e luxúria seria aquela estampada nos rosnados de seu amado, no cenho franzido e nos dentes rangentes, e ele se remexia devagar dentro da cavidade quente e apertada, expandindo-a para os lados.

— Annabelle... — sussurrou tortuoso, os lábios colados à orelha dela. Soou grave e intenso. Seria por ela torná-lo um homem no fim das contas?

My lord... — respondeu, meiga e entregue, roçando a bochecha à dele, massageando-o dentro de si com as cálidas paredes ainda um tanto ardidas. — Ah! — mordeu-lhe o pescoço quando a glande, rude, empurrou-se até o fundo.

— Quer que eu pare? — e a gentileza de sempre deu às caras, naquele redemoinho de novidades inusitadas, ela reconheceu seu Hitomi com o rosto ligeiramente erguido, mirando-a em ares de preocupação e cuidado.

Respondeu com um sorriso e um menear de cabeça a negar o que lhe fora questionado. Afagou o rosto dele e afastou alguns fios rebeldes insistentes em cobrir as preciosidades castanhas. Premeu-o com força entre as pernas, confinando-o dentro de si, a explorar sua profundidade. A boca do homem manteve-se reta, porém os olhos pareceram sorrir estreitos, e ele deixou qualquer cerimônia de lado para fazer o que bem entendesse.

Hitomi empurrou-se descomedido ainda que lento, e se retirou, do mesmo modo. Annabelle latejou-se toda, virou o rosto para o lado e ameaçou fechar os olhos, a mão firme do jovem mestre segurou-lhe o queixo e a induziu a permanecer fitando-o com as turquesas arregaladas.

— Olhe para mim. — não pareceu um pedido, de primeira — Eu quero... que olhe para mim. — e ele se corrigiu, aparentemente tímido, como se fora indelicado sem a intenção. No entanto, se no tom Hitomi se censurava, nas ávidas estocadas ele se mantinha dominador e voluptuoso.

Doía, sim, mas a um certo ponto a dor misturava-se com o prazer e a estrangeira já não sabia discernir se queria que aquele ato se findasse de uma vez ou permanecesse para sempre. Não conseguia selar as pálbebras, não conseguia olhar para qualquer outra coisa que não fossem aqueles olhos passionais, incendiados e suplicantes. Nunca o vira tão ansioso e imerso como naquele ato desenfreado, na dança que começara com movimentos vagarosos e agora se assumia veloz, forte, como um tornado. O futon arrastava-se pelo chão conforme a movimentação de Hitomi, quase dobrava-se abaixo da lombar da dona dos cabelos de fogo. Uma mão dele espalmou uma nádega dela, desencostada há tempos do leito, e agarrou-a, induzindo Annabelle a requebrar os quadris para frente enquanto o recém shogun movia-se de encontro. Ele pulsava dentro dela, chiados escapavam por entre os lábios tensos dele. Agora, os olhos de Kagewaki fechavam-se com brutalidade, a respiração cortava na tentativa de ser contida. O momento dele chegaria, estava fadado...

E ele foi empurrado para trás. Distraído, bateu as ancas e a lombar no chão de terra, caiu fora do futon. Arregalou os olhos, ultrajado e abriu a boca para ralhar:

— Mas que diabos... — a indignação deu espaço ao sorriso embasbacado. A mulher, ágil, pôs-se de cócoras sobre ele e tomou seu membro com a mão firme, apontou-o de volta à entrada e desceu os quadris até engoli-lo por inteiro, faminta. Absorto no corpo elegante da ocidental serpeteando sobre o seu, deixou escapar num sibilo: — Você é a criatura mais estonteante que já vi... — alçou os dedos pela barriga da estrangeira e cativou-lhe os seios.

Ela sorriu, lisonjeada e o puxou pela nuca para selarem um beijo enquanto a cópula permanecia pujante. Hitomi agarrou-lhe as coxas e a ajudou a se mover com ainda mais ardor. E, como se devorar somente a boca dela fosse pouco, a língua escapuliu pelo queixo, os dentes mordiscaram-no. Os dedos dele, uma vez mais esganados, enrolaram as madeixas acobreadas da nuca e fizeram Annabelle erguer a face para cima e encarar o telhado modesto. Então, a língua quente e afoita retomou o pescoço delicado da moça, desceu pelo ombro e escorregou entre os seios saltitantes, onde o rosto dele se afundou enquanto ela dançava sobre seu sexo quase incendiado.

Como se não quisesse sentir todo o prazer sozinho, resvalou o polegar ao botão rosado dela que roçava-se à sua pélvis e o massageou, sutil. O doce som da voz dela indicou o tamanho prazer que um simples gesto proporcionou e arrancou um singelo riso do sujeito que uma vez mais lhe experimentava o mamilo empinado.

As pernas dela não tardaram a tremelicar e quase perder as forças. Foi assim que Hitomi "vingou-se" do empurrão de minutos atrás e tornou-se, novamente, o soberano da situação. Encurralou-a sobre o tatame retorcido, tomou suas pernas e a fez dobrar os joelhos sobre os ombros dele, resistentes. Naquela posição, podia vislumbrar a brecha rosada e lubrificada arreganhada, de um jeito fácil para mergulhá-la. Dessa vez não houve desconforto algum para a jovenzinha, Hitomi escorregou como se aqueles corredores inflados fossem lapidados para recebê-lo. O dedo, desavergonhado, tornou a afagar o clitóris pulsante e ela cantou gemidos melodiosos com antes, sincronizados aos golpes frenéticos, para frente e para trás, e de novo, e de novo, incansáveis, do homem que tomava a sua inocência e a presenteava com um gozo inimaginável.

Num repente, Hitomi viu-se lambuzado até a virilha e admirou as articulações da futura esposa perderem completamente o controle em espasmos e tremores. Em seguida, como se ele conseguisse escolher o momento de libertar a sua semente, foi a vez do jovem mestre se desmanchar sobre ela e estremecer em conjunto.

Ofegaram juntos, riram juntos, impressionados um com o outro e, por fim, encararam-se em silêncio – ela terna, ele indecifrável.

Antes que as duas piscinas o desmontassem de vez, Kagewaki jogou-se para o lado e deitou-se, apertado, de lado, mirando-a. Annabelle virou-se de frente para ele e insistiu em fitá-lo sorridente. Os orbes castanhos desceram pelo corpo dela até prenderem-se a uma mancha no leito branco, entre eles: sangue.

— Você era virgem... — constatou incrédulo — Não acha um pouco imprudente se entregar assim?

— Não tenho medo de seguir meus instintos. — respondeu convicta, aninhando-se no peito do noivo que, depois de fazer a pergunta deitou-se de barriga para cima. Fitou-o meiga, ergueu-se um pouco para poder mirá-lo. Hitomi olhava para o teto, pensativo. — Está arrependido?

— Não. — abriu um pequeno sorriso. Parecia surpreso pela própria resposta — Mas você é uma mulher... quero dizer, alguém poderia entendê-la errado e tirar proveito de você.

— Eu sei que você não faria isso comigo... — afagou a maçã quente dele, depois os lábios.

— Como pode ter tanta certeza? — olhou-a curioso — E se estivesse enganada a meu respeito, o que faria?

— Eu seguiria com a minha vida, feliz por ter vivido tudo isso não porque me foi imposto, mas porque escolhi assim. Prefiro me arrepender do que fiz a viver uma vida de frustração por nunca ter feito aquilo o que eu queria. — suspirou serena e sorridente — Mas eu sei que você não é esse tipo de pessoa my lord, então não tenho porque me preocupar.

Ele arqueou uma sobrancelha, intrigado. Annabelle era uma mulher a frente de seu tempo, ou nas terras onde ela viveu a cultura era essa?

— Se as pessoas descobrissem que se deitou comigo, provavelmente iriam julgá-la. Você não tem medo? — afagou-lhe o rosto morno. Ela cativou sua mão e entrelaçou os dedos aos dele. No azul, Hitomi enxergou ternura e confiança quase ingênuas.

— Muita gente perde a oportunidade de ser feliz por medo do julgamento dos outros, por medo de ter a imagem manchada, por medo de desobedecer às regras de uma sociedade... Eu sei o que sou, você sabe o que sou e isso me basta. Se nosso sentimento é verdadeiro, se nossos instintos pedem pelo inevitável, por que negar? Porque é "pecado"? O ser humano inventou o pecado, my lord... No fim das contas, somos como os animais, livres do certo e do errado, desimpedidos de sentir e demonstrar o que sentimos, sem títulos ou terras. Quero que minha vida seja plena, não sei o que virá depois dela... e... — acomodou-se sobre ele, deitada, e penteou os fios escuros — quero dividir essa plenitude com você.

Os orbes castanhos estremeceram confusos e admirados. Ele ficou quieto, perdido em divagações. Tornou a olhar o teto enquanto afagava a cabeça flamejante devidamente aconchegada em seu peito até que sua protegida adormecesse.


A luz dourada da alvorada ardeu nos olhos de Annabelle e ela se sentiu compelida a despertar.

Tateou o tatame e se percebeu sozinha naquela pequena cama. Sentou-se a esfregar os olhos, depois massageou as bochechas, vestiu a túnica branca e foi lá fora. Não viu ninguém ao redor. Hitomi partira? – sentiu-se confusa.

De repente, uma sombra cobriu o céu escaldante, Annabelle ergueu o olhar para entender o fenômeno e tomou o maior susto da vida: monstros gigantes em formato de centopeias, cobras, alguns com traços ligeiramente humanoides, sobrevoavam rápidos e descontrolados, entrelaçados, confundindo as próprias cores.

Annabelle fez o que deveria ter feito na noite anterior: vestiu rapidamente o figurino separado e, a dividir o lombo do cavalo com suas outras peças de roupa, partiu em disparada na direção do castelo. Talvez conseguisse interceptar o jovem mestre no meio do caminho se tivesse sorte... mas quem deu o ar da graça no meio do bosque foi o tal do babuíno branco. A forasteira teve a macabra impressão de que ele sabia exatamente o que ela faria e a esperava.

— Onde pensa que vai, Annabelle Rose?

Continua...


Será que não vai ter um capítulo nessa fanfic em que o Naraku não vá estragar o clima?
Provavelmente não. Ou terá? Sinceramente não sei XD
Gente, me perdoem caso haja qualquer erro de edição, eu juro que sempre releio os capítulos antes de postar, mas sempre algo me passa despercebido, é impressionante.
Não sei se repararam, mas esse capítulo foi um pouco mais longo... Eu prometi que tentaria fazer a coisa sucinta, mas está difícil. Ainda assim, sei que vão gostar do próximo capítulo, principalmente porque aparecerão alguns personagens da série original, e acredito que assim como eu, vocês se sentirão bastante no universo do anime. YEY!
Ah, e se preparem, Naraku vai fazer muita gente passar raiva, como sempre!
Espero que o final desse capítulo já tenha situado vocês em que parte da história original estamos, ou dado qualquer dica...
É isso aí, galera! Bom feriado! Kissuuuus!