Aqui se inicia minha primeira adaptação, que terá base nessa linda história a qual me apaixonei ainda mais após assistir o novo filme. E esse foi o maior incentivo para minha volta às fics, pois estou cheia de ideias que espero fazer com que toda a história fique perfeita, assim como a versão original. Espero que gostem, e que leiam e comentem para que eu possa aprimorar sempre minha escrita, e não deixar passar detalhes.

Tenho a intenção de fazer adaptações com outros contos, de acordo com o feedback que receber dessa. Vamos lá! Hora da leitura kkkk bjoss

1 Capítulo. Rotina.

"E que essa rotina saia do eixos e encontre dia após dia algo extravagante, diferente e recompensador" (Autor desconhecido)

Rin, uma linda jovem de pele clara, longos cabelos castanhos na mesma tonalidade de seus olhos, dona de uma beleza, simpatia e humildade sem tamanho. Desde muito pequena mora com sua avó Kaede em um vilarejo simples nas terras do norte. Não sabia por qual motivo passou a viver com a avó, e nem mesmo para onde foram seus pais, já que o assunto sempre foi evitado tendo respostas curtas e em algumas vezes sem sentido, por parte da avó.

O amor por sua avó, era incondicional, mas se sentia fora de casa, sabia que não era ali o seu lugar. Tentava ao máximo se encaixar naquele pequeno vilarejo, mas seu coração lhe pedia algo mais.

Kaede, sua avó, era a única curandeira do lugar, e sentia que todos a viam como herdeira de tal tarefa, incluindo Kaede, que tentava ao máximo ensinar a ela tudo que devia saber para a tarefa.

Já Rin, queria algo mais! Seu instinto viajante era mais forte, não menosprezava o lugar em que vivia, mas sentia que era pouco para seu coração e alma. Queria aprender tudo, saber tudo! E o que via todos os dias, eram pessoas as quais já haviam se acostumado com a simples rotina do dia a dia. Pessoas que trabalhavam para pagar seus impostos e para se alimentar.

Neste dia, como todos os outros, acordou no mesmo horário e se levantou, tinha de ir a pequena livraria trocar o livro que acabara de ler, por outro que já havia lido, já que a quantidade de livros era bem pequena.

Durante o comum caminho, ao qual seus pés já haviam decorado o percurso, ouvia -se comentários sobre a jovem. Burburinhos sobre sua mania de leitura, a diferença entre ela e as moças do vilarejo, e principalmente a beleza da jovem. Ao chegar à livraria Rin foi logo na direção de seu livro favorito, falava sobre lutas de espadas, magia e romance.

- Rin, outra vez esse livro?

- Bem, é o meu favorito, e creio não ter nenhum livro novo Souta!

- Tem razão! Já leu tudo que temos aqui, alguns como esse, mais de uma vez. Pegue, esse é seu!

- Muito Obrigada Souta! Mas não posso aceitar, outras pessoas devem ter o direito de lê-lo também!

- É a única jovem daqui que frequenta a livraria! E acredite, os homens não costumam procurar por romances! Aceite, é um presente!

- Não tenho palavras para agradecer! – Estava realmente agradecida pelo presente.

- Apenas não deixe de me visitar, e serei tremendamente grato!

Era mais que óbvio o interesse de Rin pela leitura, e todos sabiam que esse era o único lugar que lhe interessava no pequeno vilarejo. Souta, um grande admirador de Rin, fazia de tudo para agradá-la, jamais deixava de ser simpático e mesmo sabendo que seu interesse era apenas os livros, sempre esperava pela visita diária de Rin em sua livraria.

Seguindo a rotina de seu dia, voltou para casa, sua avó lhe aguardava para colher mais plantas medicinais, logo apareceria alguém enfermo para que sua avó...

Ouviu-se uma batida na porta. Logo, com o som abafado da porta fechada, a pessoa que lá estava gritou por Kaede desesperado.

- Senhora! Senhora! Minha esposa, Sango, esta para trazer ao mundo meu filho!

- Espero que dessa vez não seja alarme falso! – Sussurrou a senhora enquanto abria a porta. Rindo do comentário da avó, viu Miroku entrar em pânico.

- Vamos com calma filho! Ela está em casa agora? – Perguntou tranquilamente.

- Sim está! E precisa de ajuda! – Seus olhos pediam por socorro, assim como todas as outras vezes.

- Pois bem. Vá na frente, esquente a água como lhe ensinei!

- Estou a caminho! – Disse Miroku já se retirando.

- Mas vovó? Para quê a água? Até que Sango dê a luz, a água se esfriará!

- Minha criança! Esse é o método mais simples de manter um homem em pânico distante do parto, acredite, eles não conseguem lidar com a situação! – Rin riu da explicação da avó. – Me acompanha?

- Sim vovó! – Não podia perder, era o primeiro parte em meses.

Após Sango dar a luz, a água realmente já estava fria. Pediram que Miroku novamente a aquecesse. E assim fez, o novo papai babão do vilarejo.

O primeiro banho do bebê foi dado, puseram-lhe o nome de Kirara.

- É uma linda menina Sango!

- É mesmo Rin! Muito obrigada!

- É a cara do pai! – Todas olharam para Miroku, e riram de seu comentário, era um moço bonito, de cabelos negros, assim como os olhos, sua pele clara dava-lhe um belo contraste. Mas era visível, que a criança tinha a aparência de Sango, com olhos e cabelos castanhos, uma moça encantadora.

- Sinto lhe dizer Miroku, quem sabe o próximo! – Todos riram das palavras de Rin.

- Vamos menina, pode aparecer mais alguém que necessite de ajuda!

Kaede e Rin se despediram e voltaram novamente para casa. A rotina do dia a dia no vilarejo, de certa forma já não havia sido seguida a risca. Mas, a hora de colher as plantas havia chego. Enquanto colhia, pensava em seus pais, o nascimento da filha de Sango a deixou de certa forma sensível. Queria saber o que aconteceu para que eles a deixassem. Após colher as ervas de que sua avó, Kaede, precisava, Rin subiu as escadas da simples casa de madeira, adentrou o local e viu a avó, ao fundo cozinhando.

Após separar as ervas, Rin sentou-se na pequena mesa para duas pessoas, e não se conteve em perguntar, mais uma vez, o que tanto a intrigava.

- Vovó, onde estão meus pais? – Sabia que a avó se esquivaria da pergunta, mas nada lhe custava tentar outra vez.

- Só espero que estejam bem minha criança!

- Porque nunca fala sobre eles? Gostaria de saber ao menos, como eram.

- Criança, olhe no espelho e saberá exatamente a aparência de sua mãe. Já seu pai, não sei lhe dizer. – Rin se surpreendeu. Finalmente sua avó lhe deu alguma resposta sobre seus pais. Mas precisava saber mais.

- Como não sabe! Não o conheceu? – Estava intrigada.

- Criança me ajude a por a mesa? – Lá estava ela novamente fugindo de respostas.

- É claro vovó! – O descontentamento era visível em sua voz, e apesar de seus 20 anos jamais soube de algo relacionado a seus pais.

Enquanto ajudava a avó, não a viu suspirar, enquanto se lembrava daquela noite chuvosa.

...

OLÁ meus amores! Depois de anos resolvi retornar! Sei que muito provavelmente as pessoas que (talvez kkk) lerão essa fic, não serão as mesmas de 4 anos atrás! Mas quero construir com vocês uma bela amizade assim como criei com várias meninas daqui!

Por favor, deixe seu comentário e me incentive a continuar! Preciso saber se gostam! Kkk

Enfim, qual será o motivo, pelo qual Rin mora com a avó? Quando vamos descobrir? Estou ansiosa! Kkkkkk já ne!

Beijos Kag Higurashi...