Olá amores! Estou um pouco doente então o próximo capítulo pode demorar um pouco!

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Bem, espero que tenha alguém acompanhando!

Então vamos lá, boa leitura, ja ne!

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3° Capítulo. Esperança

"Sejam quais forem as suas circunstâncias, nunca permita que levem de você a esperança" (Autor Desconhecido)

Um novo dia se iniciou, estava com Sango colhendo ervas e lhe ensinando tudo que havia aprendido com Kaede. A tarefa de curandeira havia passado para ela, como havia previsto, por sorte aparentemente as pessoas não ficavam enfermas com a mesma frequência de quando a avó tinha o papel. A dor que sentia pela perda da avó ainda lhe fazia chorar todas as noites de saudade, mas a esperança de que seus pais pudessem estar vivos era enorme.

Sango, Miroku e a pequena Kirara, passavam manhãs e tardes ao seu lado, faziam de tudo para que se sentisse bem, mas se sentia um incômodo, afinal, já tinham sua filha e sua família já estava completa, era apenas uma intrusa no meio deles.

Estava decidido, ia encontrar seus pais, independentemente de qualquer circunstância!

Após alguns dias, Sango já sabia ao menos o básico sobre as ervas, agora tinha de por em prática. Por muitas vezes tentou fazer com que Rin desistisse daquela ideia louca, mas nada desanimava a menina.

- Eles nunca mais enviaram outra carta ou bilhete, tem certeza de que quer procurá-los?

- Tenho Sango, pode ter acontecido algo para não enviarem, preciso encontra-los!

- Esta ciente de que corre perigo? Principalmente saindo sozinha!

- Sim Miroku, sei disso, mas não tenho outra alternativa! – Rin estava com o cavalo do vilarejo, ao qual todos partilhavam, aquele era o mais veloz e mais forte. – Me desejem sorte! – Despediu-se de todos, montou o cavalo e foi em busca dos pais, independente do perigo que corria se sentia confiante.

Ficaram olhando Rin até que ela desaparecesse de vista, lhe desejaram sorte, sabiam da necessidade que ela sentia de encontrar seus pais, e não lhe tiravam a razão, fariam o mesmo.

Passou horas montada, saiu do vilarejo durante a manhã e já estava ficando tarde, não viu a hora passar. Precisava encontrar um lugar seguro para passar a noite. Após mais um tempo razoável de caminhada encontrou um cantinho em que podia ficar. Se estivesse correta sobre a localização as terras do Oeste não estavam muito longe, evidente que também não estava tão próxima, havia ao menos mais dois dias de caminhada.

Montou seu próprio acampamento, fez uma fogueira para manter os animais longe, levou consigo comida suficiente para alguns dias. A noite a amedrontava, mas jamais voltaria, encontraria seus pais primeiro. Ela e o cavalo, se alimentaram, fazia frio mas se esquentavam com a ajuda da fogueira e cobertores que havia levado. Com a ajuda das chamas, que pouco iluminavam, reiniciou a leitura de seu livro favorito, que levou para se distrair do cansaço da viagem.

Após ler um pouco, resolveu ir se deitar, precisava encontrar seus pais, não só por ela, mas pela avó também. Ah, a avó, quanta saudade sentia, nem notou quando uma lágrima rolou de seus olhos, estava tão exausta que acabou dormindo.

Acordou com o sol em seus olhos, precisava seguir viagem, tomou seu café, alimentou o cavalo, logo em seguida puseram-se a caminhar, resolveu olhar suas anotações para ver se ia pelo caminho carreto, segundo as dicas de Miroku, aquela montanha era a última das terras do Norte, o que significava estar próxima as terras do Oeste.

Continuou a viagem, a barriga protestou, fez uma pausa, se alimentaram...

- Será que falta muito amigão? – O cavalo relinchou – Também estou cansada! Vamos ficar por um tempo aqui, e depois continuamos.

Os dias seguiram-se dessa forma, acordavam, se alimentavam, caminhavam, paravam, se alimentavam, descansavam, caminhavam, se alimentavam e dormiam... Para que no próximo dia pudessem continuar com a rotina.

Segundo suas anotações, já haviam entrado nas terras do Oeste a algum tempo. Precisavam apenas encontrar o castelo. Seu coração se agitava a cada passo que davam, estava perto de seus pais... Mesmo com o cansaço não queria parar durante a noite, estava tão próxima!

Conforme andava sentia o frio aumentar, já haviam lhe dito que as terras do Oeste eram frias, mas não imaginava que fosse dessa forma. Decidiu parar e fazer uma fogueira, precisavam se esquentar para não adoecerem.

Após pegar lenha para a fogueira sentiu que seu companheiro de viagem estava bastante inquieto. Por um momento pensou que o motivo era o frio, mas notou que algo estava errado, ele não parava de se mexer e puxar a corda, parecia que queria sair dali. Ouviu um barulho vindo do meio das árvores. Sentiu medo, resolveu pegar suas coisas e sair dali, mas o cavalo mostrava seu desespero a cada segundo parados.

De repente apareceram, lobos, mas esses lobos eram diferentes, mas não sabia identificar. Um homem apareceu por entre as árvores, vestia uma roupa estranha, como se fosse de alguma tribo.

- O que essa princesinha faz aqui, sozinha? – Soltou uma risada que Fez Rin tremer. Viu suas orelhas pontudas, e notou o quanto estava em perigo, aquele era um youkai, e segundo Miroku, aqueles com forma humana são os piores, mais fortes e ... – Do que tem tanto medo? – Interrompeu os pensamentos da jovem humana. Deu outra gargalhada.

Sem que ele notasse foi desamarrado a corda do cavalo.

- Q-quem é você? – Tentou mostrar segurança, mas sua voz falhou. Sentia muito medo, e seu cavalo se machucava com o desespero em fugir.

- Isso não lhe interessa, já que será meu jantar! – Seus lobos uivaram, numa questão de segundos Rin estava montada em seu cavalo tentando fugir dos lobos que corriam numa velocidade incrível. Corria o mais rápido que podia, não viu quando nem onde começou a nevar, mas definitivamente atrapalhava sua fuga. O cavalo tropeçou em algo, e caíram. Sua cabeça doía, havia batido em uma pedra.

Não adiantava mais. Estava encurralada. Os lobos foram se aproximando, pareciam rir de seu desespero, a cada passo que davam seu coração se acelerava mais, seu cavalo atrás de si, se debatia, sua corda estava presa em algo...

O youkai se aproximou, não estava cansado, parecia ter andado até ali calmamente.

- Não adianta fugir de mim! - Sua gargalhada fez Rin tremer. – Peguem-na! Ordenou aos seus lobos. – Mas eles nada fizeram. – O que está acontecendo seus inúteis?

- Creio que sabem que não podem estar aqui!

Quando o youkai olhou na direção do ser que se pronunciou, sabia que estava em apuros, e correu sem nem mesmo dizer alguma palavra.

Rin queria agradecer ao seu salvador, mas desmaiou...

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