Notas da História:

Obs. Os personagens pertencentes a Steph, mas se foram meus, há as possibilidades ...

Obs. 100% Beward

Obs. Pov. Edward

Obs. História para maiores de 18 anos


capitulo 2

- Você estava transando com aquele cara? – a minha voz parecia um guincho e pigarreei.

- Shiii, alguém pode te ouvir.

Irritado, fui até ela, peguei o seu braço a puxando para perto de mim.

- Estava?

- Talvez... - resmungou me olhando irritada e por algum motivo queria bater nela.

- Por quê?

- O que quer dizer com por quê?

- Porque estava com aquele cara? Ele é seu marido, namorado?

- Não, ele não é nada meu.

- Então por quê? - suas bochechas coraram um pouco.

- Não é da sua conta, eu fodo quem eu quiser.

Rosnando, eu a soltei.

- Meu pai sabe que você é uma vadia chorona? - assim que as palavras saíram da minha boca, eu me arrependi. Ela pareceu tão chocada que se afastou como se eu tivesse lhe dado um tapa.

- Eu... Hmmm preciso ir.

Ela se desvencilhou de mim e corri atrás dela, não querendo que ela ficasse chateada comigo.

Alcancei-a antes que chegasse a porta.

- Espere Bella, me desculpa, eu... Merda... não sei o que me deu.

Quando a virei para mim, havia lágrimas em seus olhos e a puxei para os meus braços, beijando o seu cabelo.

Ela ficou tensa por um momento, mas em seguida relaxou me abraçando de volta.

- Eu não sou uma vadia. - sussurrou com o rosto enterrado em meu peito.

- Claro que não. Eu sinto muito. Desculpe-me. - a apertei mais em meus braços e a ouvi fungar baixinho.

O tempo se passou lentamente enquanto ela chorava baixinho, meu coração se apertou dolorosamente, sabendo que era culpa minha.

- Por favor, me perdoe... - pedi várias e várias vezes sem deixar de abraçá-la, quando ela finalmente se acalmou, ela me olhou com um olhar meio perdido.

- Me desculpe... Não sei o que me deu. - passei os polegares por suas bochechas, secando as lágrimas.

- Shiii está tudo bem, sinto muito pelo que eu disse, só... Não gostei de vê-la com aquele cara. - ela franziu as sobrancelhas.

- Por quê? - dei de ombros, sem saber o que me incomodava tanto.

Mas me incomodava e muito.

- Só não gostei.

Ela começou a se afastar de mim, embora não a quisesse soltar a deixei ir relutantemente. Achei que ela entraria, mas ela se recostou na parede e estendeu a mão para mim.

- Me dá um cigarro.

Um pouco surpreso, lhe entreguei o cigarro, em seguida acendi o isqueiro aproximando da sua boca, ela sorriu e deu uma longa tragada.

Fiquei meio abobalhado olhando a sua boca e lábios carnudos soprando a fumaça lentamente.

Ela soprou, sorriu e quando parei de babar na sua boca, vi que ela me olhava com uma sobrancelha arqueada.

Minhas orelhas ficaram quentes e pigarreei enfiando as mãos nos bolsos e evitando olhá-la, encostei-me à parede ao seu lado.

- Então você faz muito isso?

- Isso? - grunhindo fiz um gesto para a direção que ela veio com o cara.

- Isso.

- Ah, isso. - murmurou dando mais uma tragada e deu de ombros.

- Então? - resmunguei e ela sorriu.

- Por que tão curioso jovem Edward?

Foi a minha vez de dar de ombros, como se não fosse nada demais. Embora fosse muita coisa, eu só não sabia o porquê.

Ouvi-a suspirar e quando a olhei, ela estava jogando o resto do cigarro no chão e pisando em cima.

- Eu tenho que voltar.

- Para aquele cara? - ela riu.

- Não jovem Edward, aquele era só um cara.

- Por que fica me chamando de jovem Edward?

- Para me lembrar que você é só um menino.

- Eu não sou um menino, sou um homem.

- É claro que é, querido.

Ela se aproximou de mim e beijou a minha bochecha acariciando o lugar em seguida.

E embora eu apreciasse muito o beijo, ainda me incomodou ela me chamar de menino.

Sem pensar, eu a agarrei a prensando contra a parede e colei o meu corpo ao dela. Ela me olhou com os olhos arregalados e a boca aberta, sorri me encostando mais em seu corpo até que ela sentisse o meu pau bem entre as suas pernas.

Se possível, os seus olhos ficaram ainda maiores, sorrindo, desci as mãos pelas laterais do seu corpo seguindo para os seus quadris até chegar a sua bunda, onde dei um bom apertão e a puxei mais ainda para mim, podia sentir o calor da sua entrada em meu pau, mesmo através das roupas, ela suspirou e inclinei a minha cabeça deixando os meus lábios bem próximos aos dela.

- Eu não sou um menino, Bella e aposto que sou melhor que qualquer cara que você catar por aí. - ela arfou e senti as suas mãos em meus ombros apertando forte.

Queria muito beijá-la, mas me contive, ao invés, levei a boca a sua garganta e lambi a sua pele antes de chupar o local.

Quando me afastei ela me olhava ofegante.

Comecei a me afastar, mas foi ela que me puxou de volta, me abraçando pelos ombros e enganchando sua perna em meus quadris.

- Quantos anos tem, jovem Edward? - dei um pequeno sorriso.

- O suficiente para saber fazer uma mulher se sentir bem.

- Hmmm presunçoso, mas não foi o que perguntei. Se quer me fuder, vai ser pelas minhas regras, então de novo, quantos anos tem?

- 18. - resmunguei e ela arqueou uma sobrancelha.

- E ainda não está na Faculdade por quê?

Rolei os olhos.

- Eu fiquei doente quando criança e perdi um ano, então comecei depois do resto das crianças, estou no último ano.

- Hmmm, pelo menos não é de menor.

- Isso quer dizer que posso te fuder? - sorri e ela riu.

- Talvez, vai depender de você.

- Como assim?

- Eu não sei se gosto das suas atitudes.

- Hein?

- Seu pai é bem claro quando se trata das suas indiscrições.

Afastei-me dela bruscamente quase a derrubando.

- Que porra é essa? Meu pai te mandou? - ela riu e ajeitou seu vestido.

- Claro Edward, o seu pai o Advogado conservador me pediu para fuder seu filho adolescente e rebelde.

Bufando enfiei as mãos nos bolsos.

- Então o que importa o que eu faço?

- Importa pra mim.

- Você me deixa confuso. - ela sorriu levemente e se aproximou passando os braços em volta do meu pescoço.

- Todas as mulheres são confusas, jovem Edward.

Tentei me afastar dela, já cansado dessa porra de jovem Edward, mas a sua mão em meu rosto me parou.

- Você é um homem muito bonito sabia.

- Você também é bonita. Uh pra sua idade.

Ela riu e quis me chutar por dizer isso.

- Quantos anos você acha que eu tenho?

- Sei lá. Uns 30?

- Tenho 33.

- Cacete.

Ela arqueou uma sobrancelha e senti o meu rosto corar.

- Desculpe, eu...

- Sou velha Edward. Poderia ser sua mãe.

- Eu vejo mais como uma tia gostosa. - ela sorriu e se inclinou na minha direção.

Fechei os olhos esperando finalmente um beijo, mas só ganhei um na bochecha.

- Obrigada pelo cigarro.

Sussurrou contra a minha pele e se foi.

Fiquei ainda parado um pouco chocado com ela, a situação e mais ainda chocado com os meus sentimentos por ela.

Eu a queria.

E tinha certeza que não seria tão fácil tê-la.

•••

Ao voltar para a festa, procurei-a por toda parte, mas imagino que ela já tinha ido. Eu acabei vendo o cara com quem ela estava. Ele era bartender e estava flertando com as senhoras, como se não tivesse acabado de transar com a mulher mais bonita do lugar.

Babaca.

- Ah aí está você. - minha mãe se aproximou de mim passando o braço pelo meu.

- O que foi?

- Nada, só queria passar um tempo com meu menino. - grunhi.

- Não sou menino. Sou homem mãe. - ela riu e me deu aquele olhar condescendente.

- É claro que é, amor.

AFF.

Rolei os olhos, mas deixei ela me exibir por aí, me apresentando as suas amigas e colegas do meu pai.

E claro, a algumas das filhas chatas e mimadas com quem ela esperava que eu me cassasse um dia.

Mas enquanto eu sorria e era educado, claro, mostrava o piercing para assustar algumas das velhas chatas, minha mente estava o tempo todo em Bella.

E eu não conseguia decidir o que fazer sobre aquilo.

•••

Ri enquanto Jasper contava sobre a sua nova ficante, uma baixinha bem brava, que deu um pau em Jéssica quando ela tentou se esfregar nele.

- Por isso que ela faltou?

Eu não via a menina há quase uma semana e honestamente, nem senti falta.

O que não posso dizer o mesmo de Lauren, que me seguia como um cão por toda parte. Eu gostava de fuder com ela, claro, mas se ela viesse com papo de namorados de novo, eu ia ter que arrumar outro pedaço de rabo pra fuder.

Ofensivo?

Um pouco.

Mas quem quer uma namorada que já deu pra metade da Escola?

Joguei o skate no chão, pronto para ir nele, quando vi um carro no estacionamento que me chamou a atenção.

Jasper ainda tagarelava sobre a sua nova menina, mas eu estava muito mais curioso sobre o carro.

Pulei um pouco quando o carro buzinou e vi uma mão através do vidro meio aberto me chamando.

Olhei em volta, só havia eu e Jasper no estacionamento, tínhamos ficado depois da hora por causa da detenção.

- Quem é? - Jasper me cutucou e vi que ele tinha reparado no carro também.

- Não sei...

Deixei Jasper sozinho e fui até o carro, olhei pelo espaço aberto do vidro e ofeguei.

- Bella? - ela abriu mais o vidro é sorriu

- Quer uma carona?

- Claro.

Dei a volta no carro e já ia entrar quando Jasper gritou o meu nome.

- Hey não íamos pro parque de skate?

Olhei para Bella e para o meu amigo e sorri.

- Outra hora.

O ouvi xingar, mas nem liguei, estava já dentro do carro dela.

- Se quiser ir com seu amigo, tudo bem.

- Não, quero ir com você.

- Bom. - ela se inclinou em minha direção e mordiscou meu queixo, me deixando excitado na hora.

Quando voltou ao seu lugar piscou pra mim e começou a dirigir.

- Coloque o cinto. - ordenou e rolando os olhos obedeci.

- Aonde vamos?

- Minha casa.

- UH, tudo bem. - minha voz saiu meio esganiçada e a vi sorrir.

Ficamos em silêncio a maior parte do tempo, eu não conseguia tirar os meus olhos dela.

Ela estava bonita como sempre, seus longos cabelos soltos. Usava uma camisa branca apertada e uma saia meio rodada que batia em seus joelhos, além de saltos pretos que a faziam mais sexy ainda.

Ela ao contrário de mim, não tirava os olhos da estrada, sério, olhava quase obsessivamente para frente.

Então fiquei quietinho enquanto ela dirigia.

Depois de algum tempo, ela entrou em um bairro no estilo do meu. Mais com casas mais modestas. Tipo, não simplesinhas, mas nada exagerado como as do meu bairro.

Ela parou em frente a uma bonita casa de dois andares, embora fosse bonito, o gramado da frente estava bem acabado. Cheio de mato, folhas e algum lixo.

Ela ignorou tudo e levou o carro para a garagem, ao entrarmos enquanto o portão fechava atrás de nós, ouvi-a suspirar.

- Casa legal. - ela riu.

- O quintal é a melhor parte.

- Você UH... Quer que eu... - parei de falar quando ela me olhou.

- Não, eu só quero você todo sujo e suado na minha cama.

- OK. - guinchei como uma garotinha, mas a culpa era dela que me pegou de surpresa.

Ela saiu do carro e depois de respirar algumas vezes a segui.

Entramos na casa, mas antes que eu pudesse dar uma olhada em volta, estava contra a parede com ela colada em mim e os lábios esmagando os meus, levei um minuto para registrar o que estava acontecendo, mas quando finalmente a ficha caiu, eu a beijava com urgência.

Minhas mãos correndo por seu corpo, enquanto as dela me puxavam cada vez mais para ela, como se ela quisesse se fundir a mim.

Quando o ar se fez necessário, nos afastamos ofegantes.

Ela sorriu e se ajoelhou na minha frente, minha respiração engatou enquanto a via abrindo as minhas calças sem deixar de me olhar.

Ainda me olhando, ela empurrou as calças e cuecas para baixo, piscando, ela encarou meu pau com um pequeno sorriso.

- Ah com certeza você é um homem.

Engasguei com a risada, pois ela deu uma longa lambida em meu pau que me fez ver estrelas.

Joguei a cabeça para trás, batendo-a contra a parede, mas nem me importei com a dor, pois o que a boca dela fazia com meu pau, não era nada do que eu já senti.

E olha que eu já ganhei muitos boquetes.

Olhei para baixo respirando ofegante, enquanto ela me olhava com o meu pau inteiro na boca e acredite, eu não tinha um pau pequeno, quando ela se afastou eu quase vim, ela sorriu lambendo os lábios.

- Boa resistência.

- Foi por pouco. – ela riu e se levantou, terminei de tirar as calças e sapatos, Bella sorriu e agarrou o meu pau e começou a me puxar, gemi enquanto a seguia como um cachorrinho.

Mas quem poderia me culpar?

Chegamos ao seu quarto, eu imagino.

Ela me empurrou na cama e começou a abrir a sua blusa.

- Tira a roupa.

Engolindo em seco e sem tirar os olhos dela, passei a tirar a camisa, enquanto a observava tirar as suas roupas e a cada pedaço de pele revelado, eu ficava mais e mais excitado.

Ela era muito gostosa.

Ao terminar, ela subiu em cima de mim e sentou em meu estômago.

- Agora, me escute bem, eu quero que você me foda com força, selvagemmente, entendeu?

- Tem certeza?

- Sim, exatamente como você faz com as suas namoradinhas.

- Eu não namoro. – falei automaticamente e ela sorriu.

- Melhor ainda.

Olhei-a atentamente, querendo ter certeza de que era aquilo que ela queria, ao ver que ela me olhava ansiosamente, assenti.

Tudo bem, se ela queria era ser fudida, iria...

Virei-nos na cama a surpreendendo, ela ofegou quando a fiz ficar de joelhos agarrando sua bunda e esfregando o meu pau entre as suas coxas.

- Com ou sem caminha?

- Sem.

- Bom, assim posso sentir melhor a sua buceta. – ela suspirou e empinou a bunda em minha direção, grunhi abrindo mais suas pernas e empurrando um dedo dentro dela, ela já estava molhada.

- Rápido me foda!

- Hmmm, chupar o meu pau te deixou excitada?

- Muito.

- Sua safada, empina mais essa bundinha pra mim. – ela suspirou me obedecendo, mal podia acreditar que ela estava sendo tão safada e submissa.

Afastei meus dedos, dando lugar ao meu pau, ela suspirou, abrindo mais as pernas, eu pincelei o meu pau em sua entrada e ela gemeu.

- Edward…

Queria provocar mais, mas ela podia se irritar e me mandar embora, então realizei o seu desejo. Agarrando a sua bunda, abri-a bem e meti forte em sua buceta.

- Sim… - ela gritou e gemi alto ao senti-la pulsar em volta do meu pau.

Ela já estava gozando?

Eu quase vim com o aperto da sua buceta, mas me segurei pois queria mostrar a ela que eu sabia fuder.

Respirei fundo e tentando me concentrar, voltei a fudê-la, ela arfou. Com certeza a buceta dela estava sensível depois de gozar, mas ela estava incrível.

Macia, molhada, quente e pulsando em volta do meu pau.

- Deus… não pare…

Ela gemeu e sorri me inclinando sobre ela, meu pau indo mais fundo, fazendo ambos suspirarmos.

- Sua buceta está tão boa agora. - mordisquei a sua orelha e sua buceta pulsou em volta do meu pau.

- Edward... - ela grunhiu, ri me afastando e finalmente começando a fuder.

Eu estava muito excitado e sabia que não ia durar muito, então comecei a meter forte.

- Isso… forte… - ela gemia entre metidas e grunhi indo mais rápido.

Eu estava tão perto. Mas não queria gozar antes dela.

Encarei o meu pau todo melado entrando e saindo da sua buceta dela e gemi. Encarei a sua bunda balançando para tentar agüentar mais um pouco e comecei a encarar o seu cuzinho.

Cara, sempre quis comer um.

Engolindo em seco e sabendo que podia apanhar, mas muito excitado pra me importar, molhei o meu dedo e coloquei em seu buraquinho. Ela arfou e empinou mais a bunda. Gemendo empurrei um pouco mais, sem deixar de fudê-la e quando empurrei o meu pau bem fundo, ao mesmo tempo em que meu dedo deslizou mais dentro dela, ela gozou.

Gritei vindo imediatamente, seu forte orgasmo puxando o meu.

Caí sobre ela ofegante e podia ouvi-la respirando com força.

- Tô pesado… - comecei, mas ela negou.

- Não, fique bem aí onde está... - mandou e sorri a abraçando.

Em seguida sem tirar o meu pau de dentro dela, nos virei de ladinho, ela suspirou e ficou em silêncio.

Queria ver o seu rosto. Saber o que ela estava pensando e o que viria a seguir, foi com esses pensamentos que adormeci.

Abri os olhos de repente, olhei em volta um pouco confuso, dei mais uma olhada no quarto ainda confuso, até me lembrar que eu estava na casa de Bella.

Olhei para o lado e ela não estava. Franzindo as sobrancelhas, me levantei enrolando o lençol em volta dos meus quadris e fui à busca dela.

Caminhei pelo corredor finalmente dando uma boa olhada na casa, era realmente bonita. Com móveis escuros e confortáveis, quadros por toda a parte, era aconchegante.

Desci para a sala, mas também não havia nenhum sinal dela, dei uma rápida olhada em outros cômodos e nada. Já estava começando a pensar que imaginei tudo. Ou que ela me usou e me abandonou ali. Aquela casa poderia nem ser dela.

Já estava me preparando para voltar ao quarto, pegar as minhas roupas e cair fora, quando vi um movimento atrás da casa, através de uma janela.

Segui naquela direção e vi Bella sentada em um sofá velho na varanda atrás da casa, ela fumava um cigarro e usava uma camisa de homem.

Era grande e ia até assuas coxas, abri a porta de tela, e me aproximei dela, vi que ela olhava o quintal, que conseguia ser pior do que o da frente.

Tomei um lugar ao seu lado, mas ela não me olhou, observei-a mais de perto e vi seus olhos vermelhos e os rastros de lágrimas em suas bochechas.

- Bella? - ela finalmente me olhou e suspirei tocando o seu rosto e secando as lágrimas.

- Sim?

- Eu te chateei?