Notas da História:

Obs. Os personagens pertencentes a Steph, mas se foram meus, há as possibilidades ...

Obs. 100% Beward

Obs. Pov. Edward

Obs. História para maiores de 18 anos


Capítulo 3

- Eu te chateei? – ela arqueou uma sobrancelha.

- Claro que... – começou, mas nem a deixei falar já começando a me explicar.

- É porque eu dormi e não fiquei te abraçando, porque se foi isso, a culpa é sua que me esgotou.

Ela acabou por rir e se inclinou em minha direção, escovou os seus lábios contra os meus delicadamente.

Só um leve roçar, mas foi o suficiente para eu ficar querendo muito mais, infelizmente ela se afastou e se recostou no sofá, dando mais uma tragada no cigarro.

Achei que ela não iria mais falar nada e já ia subir quando ela esticou o cigarro para mim, o peguei ansiosamente dando uma tragada e devolvi para ela.

Ficamos assim por alguns minutos até o cigarro acabar. Vi ao lado dela uma pequena mesinha com um cinzeiro em cima, onde ela descartou o cigarro.

Sem que eu esperasse, ela veio para cima de mim montando em meu colo, arregalei os olhos um pouco surpreso. Mas não durou muito tempo, pois ela começou a abrir a camisa que usava e a visão dos seus peitos nus me excitou rapidamente.

Ela rebolou em cima do meu pau semi-duro e gemi jogando a cabeça para trás. Imediatamente os seus lábios estavam na minha garganta, chupando e lambendo a minha pele.

- Tem algo de baixo desse lençol? - ela falou dando uma mordidinha em minha garganta, em seguida e gemi.

- Não.

- Bom... - sussurrou e rapidamente desfez o no que tinha feito, me deixando completamente nu no seu quintal dos fundos.

Mas pouco me importei, pois em seguida ela estava esfregando o meu pau em sua buceta muito molhada.

Desci as minhas mãos até a sua bunda onde dei um bom apertão, ato que a fez gemer baixinho e com facilidade, ela me levou para dentro dela, ambos suspiramos com o ato.

Imediatamente a sua boca colou na minha enquanto ela se movia em cima de mim, primeiro lentamente, subindo e descendo, deixando meu pau sair quase totalmente da sua buceta, só para se sentar nele com força, o levando profundamente.

Era uma tortura.

Uma muito boa.

Mas sabendo que eu não agüentaria muito tempo, agarrei os seus quadris e passei a controlar a foda.

Ela afastou a boca da minha, jogando a cabeça para trás, gemi com a visão dos seus peitos pulando enquanto eu a fudia.

- Mais forte... – ela gemeu agarrando os meus ombros. Sem me conter, me inclinei colocando a boca no seu peito e puxando o mamilo com os dentes.

- Porra...

Sorri e passei para o outro seio mordicando o mamilo e o chupando em seguida.

- Deus... – suas unhas cravaram em meus ombros e apertei a sua bunda com força enquanto ia mais rápido, mais fundo, mais forte.

- Você é tão gostosa. – gemi metendo mais rápido, sua buceta já estava se contraindo em volta do meu pau.

Cada vez mais próxima do orgasmo, ela se agarrava a mim como se sua vida dependesse disso.

A minha também parecia depender, pois a cada investida parecia que eu precisava de mais, de me enterrar tão profundamente dentro dela, que ela nunca mais se esqueceria de mim.

Dessa vez não demorou muito para virmos, entre beijos, gritos e toques, gozamos juntos.

Seu corpo caiu contra o meu, sua cabeça enterrada em minha garganta enquanto ambos respirávamos com dificuldade.

Sorrindo, comecei a abraçá-la, mas ela se afastou antes que eu tivesse a chance.

Ficando de pé, ela passou a abotoar a camisa que vestia antes, me ignorando completamente.

Assim que ela estava descente, bem, tão decente quanto se pode estar, só usando uma camisa masculina, ela acendeu outro cigarro e ficou de costas pra mim enquanto fumava.

Sem saber muito bem o que fazer, me levantei amarrando o lençol de volta, precisava de um banho.

Abri a boca para perguntar se eu podia usar o seu chuveiro, mas ela me cortou, se virando de repente.

- Você precisa de carona pra casa?

Encolhi-me um pouco com o seu tom.

Imagino que aquilo fosse um não para o chuveiro, ou para qualquer coisa que envolvesse passar um tempo a mais na sua casa.

- Ok, vou uh... me vestir. – murmurei ainda um pouco chocado com a sua mudança brusca.

Ela assentiu ficando de costas de novo, então era isso.

Fui usado para sexo.

Interessante.

Muito legal também.

Contudo mais interessante, como era irônico.

Todavia pensaria naquilo mais tarde, era melhor eu dar o fora dali o quanto antes.

[•••]

Assim que cheguei ao meu quarto, me joguei na cama. Estava exausto, a mulher havia me esgotado.

Eu já havia deixado garotas naquele estado, mas nenhuma, nunca me deixou assim.

Sorri amplamente colocando as mãos atrás da cabeça, foi à melhor. Não! A melhor das melhores fodas da minha vida.

Queria vê-la de novo, mas duvidava muito que acontecesse... ainda mais depois de ela ter praticamente me expulsado da casa dela.

Usou o meu pau e me chutou, sim, eu podia ver a ironia ali, afinal era exatamente o que eu fazia. E mesmo assim, eu não me importei nem um pouco, só queria mais uma vez.

Nunca havia me sentindo assim. Estar com ela era… porra, era bom. Era incrível.

Embora Bella fosse meio misteriosa, pois dava pra ver que ela tinha muitos segredos. E infelizmente ela não estava a fim de me contar nenhum, mas eu tava de boa. Enquanto ela continuasse me usando pra fuder, por mim ia estar bom.

Sim, porque eu já havia percebido, ela só estava me usando, assim como ela usou o cara na outra noite.

Ela estava usando sexo pra poder se esquecer, talvez até como forma de escape.

Bem, quem era eu para julgar quando eu fazia o mesmo, claro que os meus motivos para irritar meu pai não eram diferentes. Com certeza, menos dramáticos do que os dela.

O velho me irritava, mas não me fazia chorar como ela naquela vez.

Na verdade, fosse o que fosse que a incomodava, parecia ser foda, pois nunca vi ninguém chorar daquele jeito.

Ah, que seja.

Como ela havia deixado bem claro, não era da minha conta.

Bella não era da minha conta.

Era até melhor eu tentar esquecê-la, pois era óbvio que não iria rolar de novo.

Meu celular tocou e me sentei, ficando satisfeito com a distração.

Abri o Whats, e sorri, mensagem de Emmett.

Emmett: Vem até o parque de Skate, James conseguiu umas coisas boas.

Edward: Ok.

Sorrindo, vesti um casaco e pulei a janela.

Mãe me viu entrando e se eu saísse pela porta àquela hora, ela iria com certeza me barrar, daí chamaria o pai e ouviria um sermão a noite toda.

As coisas que James traziam realmente sempre eram boas, se bem que não era como se eu as usasse. Uma vez foi o suficiente.

De qualquer forma, eu preferia buceta à maconha. Aquela merda nunca era legal.

Embora os caras gostassem, era sempre divertido assisti-los perdendo a mente, enquanto eu brincava com algumas das meninas.

Assim que estava na rua, acendi um cigarro, colocando uma das mãos no bolso passei a caminhar, infelizmente me esqueci do meu skate, então chegar até lá demorou um pouco mais do que o normal.

Quando alcancei ao parque, vi os caras reunidos, eles já estavam bem doidões assim como as meninas. Rindo, me recostei na grade, enquanto terminava o meu cigarro.

Pelas risadas eles já estavam bem altos, ainda os ignorando, peguei o meu celular, em seguida gemi.

Eu nem tinha o número dela.

Com certeza eu nunca mais a veria.

Bom, claro que eu a veria, ela era a secretaria do pai, em algum momento na vida eu iria esbarrar com ela novamente, mas seria sempre com meu pai ou outra pessoa por perto, com certeza nunca mais estaríamos como hoje.

E hoje havia sido tão bom.

Fudidamente bom.

Ri me lembrando, eu estava tão perdido nas memórias que nem percebi o som da sirene, em seguida a Polícia invadindo o parque de skate.

Merda, uma batida.

O caos se instalou rapidamente, quando todos começaram a correr e antes que eu tivesse tempo para reagir, fui agarrado e arrastado para uma viatura sendo debruçado sobre o capô enquanto era revistado.

- Hey calma aí, cara.

- Quieto delinqüente, você tem o direito de permanecer calado e tudo o que disser pode e será usado contra você no tribunal. – ele começou a declarar e grunhi enquanto era algemado e empurrado para dentro da viatura.

Filho da puta, eu nem estava usando aquela merda e acabou assim.

[...]

Abri os olhos na manhã seguinte com um grunhido, o barulho de metal me acordando assim como aos meus outros colegas de cela, me encolhi todo, sentindo dor em todas as partes, dormir sentado era uma merda.

- Cullen, pode sair. – olhei para o Policial e assenti enquanto me levantava.

Meu pai, ele ia ouvir poucas e boas, como ele pode me deixar passar a noite ali. Às vezes ele era um filho da puta.

Todos os pais dos meus amigos vieram na noite passada, mas o meu, pior um advogado, me mandou passar a noite e não incomodá-lo até a manhã seguinte.

Às vezes eu realmente odiava o meu pai.

Saí da cela seguindo o oficial, assim que fui para fora parei abruptadamente ao ver o meu pai e atrás dele ela.

Por que ele a trouxe?

Movi-me desconfortável sem saber para onde olhar, ela estava linda como sempre, séria e parecendo... merda, decepcionada.

Comigo, porra.

-Podemos ir oficial?

- Sim, o rapaz já está liberado.

- Ótimo, vamos. – pai saiu sem me dirigir à palavra, como se eu ligasse.

Eu só me importava com a mulher que me encarava como se eu fosse a pior escoria da terra.

Merda, merda, merda!

- Uh, eu...

- Não precisa explicar, vamos. – ela murmurou já saindo e gemi correndo atrás dela.

Quando chegamos à rua, pai não estava à vista e Bella ainda andava.

- Meu pai...

- Ele foi embora, tinha uma reunião.

- Então...

- Ele me incumbiu de levá-lo para casa. – ela fazia sinal para um táxi, mas sem muito sucesso.

- Por quê? Eu não sou criança. – ela bufou, enquanto ainda tentava chamar um táxi. – O que significa isso? – grunhi e ela finalmente se virou para mim parecendo mais chateada que antes.

- Você pode não ser criança, mas age como uma.

- O quê? Eu não... – me calei quando ela arqueou uma sobrancelha.

- Olha Edward, eu não me importo em como vive sua vida, ela é sua, mas você quer mesmo ser esse tipo de pessoa?

- Que tipo de pessoa?

- Um drogado, porra. – pisquei um pouco surpreso com sua boca suja.

Tipo, eu sabia que ela tinha uma boca suja, mas achava que era mais pro quarto, na verdade, nunca a vi tão irritada.

- Eu não sou um drogado, caramba. Eu nem estava usando.

- Grande coisa, você ainda estava com eles.

- E isso me faz culpado?

Ela respirou fundo.

- Quer saber? Vá pra casa sozinho. Você não é criança, afinal. – grunhiu enquanto se afastava.

Gemendo puxei o meu cabelo em frustração e corri atrás dela, alcancei-a antes que ela chegasse ao metrô e agarrei o seu braço.

- Espera.

- O quê?

- Por que está tão brava? Eu que passei a noite na cadeia, eu devia estar bravo. Meu pai nem ligou por eu estar preso, caramba.

- E por que ele ligaria? Você só causa problema.

- Você tá do lado dele?

- E eu devia estar do seu? Ainda mais depois de você fazer isso.

- Eu já disse que não fiz nada.

- Edward um crime é cometido e você estava na cena do crime, ninguém vai acreditar que você seja inocente ou culpado.

- Mesmo eu sendo inocente?

- Mesmo assim. Aos olhos do mundo você é o culpado.

-Isso não é justo.

- O mundo não é justo Edward, o mundo é uma merda e você fazendo as escolhas erradas não ajuda. – grunhiu e se afastou de mim indo para o metrô.

Pensei em segui-la, mas não estava no clima.

Eu estava cansado, irritado e porra, envergonhado.

Como ela podia dizer aquilo, caramba?

E como o meu pai podia me deixar assim, a noite toda?

Porra!

Estava tão... irritado com todo mundo.

Queria só... sumir.

Acenei para um táxi e diferente dela, consegui um logo, assim que entrei, ele perguntou pra onde ir, hesitei.

Devia ir pra qualquer lugar.

Ligar pra os caras e só ficar de bobeira, mas mais uma vez hesitei.

Ela ia se encrencar por minha causa.

- Casa. – resmunguei falando o endereço em seguida.

[...]

Ouvi a batida na porta e virei para o outro lado colocando o travesseiro na cabeça.

O suspiro dela só me fez mais irritado e me encolhi mais na cama para longe da porta, senti a cama afundar ao meu lado, mas ainda continuei em silêncio. Ela deu outro suspiro em seguida tocando o meu ombro, me encolhi para mais longe dela, quase caindo da cama.

- Edward, por favor, sabe que ele não fez por mal.

Por mal.

Ele me abandonou na cadeia, caramba.

E eu nem tinha feito nada.

- Ele só quer o seu bem. Seu pai te ama.

Claro, claro.

Ela soltou outro longo suspiro e ao ver que eu não estava reagindo se foi.

Assim que ouvi a porta se fechar, vir-me-ei tirando o travesseiro do rosto.

- Que merda!

Sei que vou soar muito adolescente rebelde aqui, mas sério, odeio todo mundo.

Meu pai, minha mãe, meus amigos idiotas e Bella..

Ok Bella não, só um pouquinho.

Argh, isso foi muito adolescente.

Levantei-me calçando os sapatos, havia ficado aqui a tarde toda, agora eu precisava sair daquele lugar.

Ficar longe de tudo.

Saí do quarto olhando para todos os lados em busca de alguém. Satisfeito passei a descer as escadas rapidamente, já estava quase na porta quando a mesma se abriu e gemi ao dar de cara com o pai.

- Ah, está em casa?

- Onde mais eu estaria? – resmunguei enfiando as mãos nos bolsos.

Ele suspirou e se afastou um pouco da porta, o meu coração quase parou ao ver que ele estava abrindo espaço para Bella entrar.

O que ela fazia ali?

- Ela veio pegar uns documentos Edward, não seja grosseiro.

Eu falei em voz alta?

Merda!

Bella me olhou com uma sobrancelha arqueada e olhei para o chão, pai suspirou me ignorando, como sempre, nem ligava mais.

- Venha Srta. Swan,

Os dois me ignoraram indo em direção ao escritório.

Grunhi chutando uma poltrona próxima e fui para fora.

Assim que saí, já queria voltar, mas não podia.

O que eu diria?

Ela me considerava um crianção.

Bella idiota, pai idiota, vida idiota.

Ok, muito adolescente rebelde agora.

Saí pra rua, mas parei ao lado do portão acendendo um cigarro.

Será que ela ficaria para o jantar?

Eu deveria voltar?

Antes que eu decidisse, a vi saindo da casa e ao me alcançar, ela olhou para o cigarro e lhe entreguei, ela suspirou e pegou dando uma longa tragada, em seguida jogou no chão pisando nele.

- Hey!

- Vamos, eu quero transar.

- O – o quê?

Aquilo era serio?

Ela já estava há alguns passos na frente, quando se virou e me viu parado no mesmo lugar, com certeza com a boca aberta.

- Você não vem?

- SIM! Vou sim. – saí correndo atrás dela.

Eu não sabia o que estava acontecendo ali, mas não iria perder aquela oportunidade.