Notas da História:
Obs. Os personagens pertencentes a Steph, mas se foram meus, há as possibilidades ...
Obs. 100% Beward
Obs. Pov. Edward
Obs. História para maiores de 18 anos
Capítulo 4
Agarrei os seus quadris empurrando o meu pau profundamente dentro dela, ela gemeu rebolando a sua bunda perfeita e sem me conter dei um tapa, ela gemeu mais alto.
- Isso, mais forte.
- Caramba, que buceta apertada.
- Deus, sim... – ela gemeu enquanto eu empurrava mais forte, mais fundo.
Deslizei as minhas mãos por suas costas, indo até o seu peito, seu grito foi alto quando os agarrei beliscando os mamilos, em seguida os puxando.
- Oh sim, sim...
- Foda-se... – sua buceta pareceu mais apertada a cada beliscão em seus biquinhos.
Inclinei-me sobre ela, o meu peito pressionando contra as suas costas, parecia ir mais fundo, ambos gememos, encostei a boca em sua garganta chupando forte, ela gritou, o seu corpo estremecendo sobre o meu enquanto gozava, a sua buceta pulsando e ordenhando o meu pau.
Vim em seguida gozando forte dentro dela.
Caí para o lado ofegante e ela continuou debruçada na cama ofegando baixinho.
- Isso foi bom. – sussurrou e sorri.
- Muito bom.
Ela fechou os olhos por um momento e hesitei, será que devia ir embora como da outra vez?
Ou eu poderia ficar mais um pouco?
Podíamos repetir, se eu ficasse.
Podíamos...
- Me desculpe.
- Huh? – parei de viajar e a olhei. – Como?
- Sobre mais cedo, por ter surtado com você.
- Ah, isso. – ela cruzou os braços apoiando o queixo nele enquanto me olhava mais atentamente.
- Sim, isso. Eu não tinha, eu não tenho o direito de te julgar, as suas decisões, são suas, mesmo que eu não goste delas.
Suspirei.
Merda. Como eu poderia ficar bravo com ela quando ela dizia algo assim.
Quando eu sabia que ela estava certa e eu era um idiota o tempo todo.
- Eu não uso drogas. – falei baixinho e ela sorriu.
- Eu sei. Você é um bom rapaz, não tem os melhores amigos, mas sei que é um bom garoto. – suspirei.
- Às vezes eu só quero relaxar, meus amigos são meio idiotas, mas me ajudam a esquecer os problemas.
- Mas nenhum deles estava lá por você. – abri a boca, em seguida fechei.
Queria negar, brigar até, mas ela tinha razão.
Eles não estavam. E sei que se fosse ao contrário, eu não estaria lá pra eles também. Uh, acho que não éramos tão amigos assim, afinal.
- Sou um idiota, né?
- Um pouquinho. Mas sei que vai melhorar.
- Vou? – arqueei uma sobrancelha e ela riu.
- Sim. Pois eu vou te incutir juízo e te pôr na linha.
- Como? – ela se ergueu um pouco e levou a sua mão ao meu pau semi-duro.
- Primeiro com a minha mão e se você for um bom menino, com a minha boca.
Céus...
- Eu vou ser bom. - me apressei em dizer e ela riu enquanto se inclinava e beijava a ponta do meu pau.
- Bom garoto. - murmurou antes de me levar mais em sua boca e gemi vergonhosamente alto.
Sem tirar a mão, ela bombeou o meu pau lentamente dando alguns apertões ocasionais.
Sua boca quente e molhada continuava provocando a ponta com beijos e chupadas.
Grunhi agarrando os meus cabelos, eu estava perto.
A visão dela me chupando era muito sexy.
Bella olhou pra mim e me levou mais em sua boca, puta merda. Se antes eu estava próximo agora eu tava era perdido.
E quando o meu pau bateu no fundo da sua garganta, senti-a agarrando as minhas bolas, eu vim extremamente rápido em sua boca, nem eu e nem ela nos importamos.
Só rimos, eu extremamente satisfeito, assim como ela, que parecia muito presunçosa.
Jesus...
Essa mulher…
Ainda sorrindo, ela se deitou na cama se espreguiçando, esticando todo o seu corpo como uma gata.
Muito sexy.
Desviei os olhos do seu corpo e olhei para a parede, acho que pela primeira vez olhei em volta.
Seu quarto era meio vazio.
Nada de fotos, ou enfeites. Minha mãe tinha tanta tralha no quarto dela, que era ridículo. Mas Bella era diferente.
Olhei mais uma vez pra ela e suspirei. Era agora que ela me mandaria embora. Mas eu não queria ir. Quero ficar. Ficar com ela.
Ela me olhou de repente, me pegando a encarando, algo em minha expressão a fez franzir o rosto. Ela não parecia feliz.
Mas assim que ela abriu a boca pra me mandar embora, eu fui mais rápido. Não ia deixar ela me afastar.
-Está com fome? - falei já me levantando.
- Fome?
Achei a minha cueca e a vesti já saindo do quarto enquanto murmurava.
-Estou faminto. O que acha de pedirmos algo?
Ouvi sua agitação logo atrás de mim e sorri.
Não me mande embora.
Murmurei para mim mesmo. "Deixe-me ficar... Ficar com você."
Quando ela me alcançou, eu tinha acabado de entrar na cozinha.
-Edward…
- Ou você pode cozinhar pra mim. - falei me virando pra ela.
Ela estava ofegante um pouco corada e usando a minha camisa, muito sexy.
-Você quer que eu cozinhe? - falou ansiosamente e a olhei mais uma vez.
Só que agora percebi que ela olhava pra cozinha como… como se visse algo lá.
Algo doloroso.
Corri até ela e peguei o seu rosto.
-Que tal uma pizza? - ela piscou me olhando e foi como se acordasse de um pesadelo.
- Pizza?
- Ou prefere comida chinesa? Qualquer uma serve pra mim.
Ela me olhou mais uma vez e uma lágrima escorreu por sua bochecha.
-Bella, qual o problema?
- Vo...você tem que ir embora. - ela fechou os olhos pra me olhar e grunhi me afastando dela.
- Por quê? Eu só quero comer com você.
- Não preciso comer com você. - ela resmungou evitando me olhar e explodi.
Não foi o meu melhor momento, mas ela me frustrava muito, às vezes.
-Não! Só precisa de mim pra fuder?
Isso a fez me olhar e não gostei do que vi. Ali estava aquela versão dela fria e indiferente. A Secretaria Swan que só me via como um garotinho.
O garotinho inconseqüente que gostava de irritar o pai.
Merda!
-Sim Edward. Eu não preciso de um amigo, muito menos de um namorado. Eu quero um pau.
- Isso é tudo o que eu sou?
- Sim. - ela nem hesitou.
E aquilo doeu.
Doeu pra porra.
Mais do que quando peguei o meu pai com a última secretária.
-Ok. O pau aqui vai embora e te deixar em paz. Mas não se preocupe se quer um pau pega o meu pai na próxima.
Resmunguei passando por ela.
Fui direto pro seu quarto.
Vesti as minhas roupas com brusquidão e saí.
Estava sem a minha camiseta, mas que se fudesse, eu não ia pedir a ela.
Fiquei só com o meu casaco mesmo. Já na rua, respirei o ar frio com força e raiva.
Eu queria berrar e quebrar algo. Sabia que era muito adolescente rebelde, mas estava me sentindo tão… rejeitado.
Dei uma última olhada pra sua casa e grunhi. Era melhor assim, parar por aqui.
Sabia que foram poucos encontros, mas eu já estava a caminho de me apaixonar por ela.
Rapidamente me afastei da casa só querendo o máximo de distância entre ela e eu...
