Capítulo 1: Um lugar misterioso chamado Yunzabit! Vamos procurar a nave espacial de Kami-Sama!

"Por favor, espera! Deixe ele ir, Krillin! Me dê outra chance de lutar com ele! Eu imploro!"

Depois de uma luta muito difícil, Goku e seus amigos salvaram a Terra! Mas não sabemos se Vegeta vai voltar a atacar!

"Eu não acredito que ele me deixou aqui!" - "Estou presa nesse planeta, pra sempre!"

Enquanto isso, Bulma e os outros se encontravam!

"Se existe a possibilidade de ir a Namekusei, com certeza, encontraremos as Esferas do Dragão, e vamos poder reviver todos os nossos amigos!"

"Por isso, disse que vocês não sabem de nada! Eu já calculei quanto tempo levaríamos pra chegar nesse planeta! Seriam só 4339 anos e três meses! Precisamos de uma vida longa!"

"Não se preocupe com isso, Bulma! Se usarmos a nave daquele extraterrestre, com certeza, chegaremos antes!"

"Ai, que bom! Agora, tenho esperanças!"

Será que vão conseguir alcançar o seu objetivo?

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À noite, na cidade devastada no ataque, uns veículos e algumas pessoas se encontravam em frente a cratera, com algumas luzes iluminadas para ela. Eles estavam removendo uma das três naves, com um guindaste. Assim como as outras duas, ela estava sendo colocada em um grande avião a jato.

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No dia seguinte, na cidade que não fora devastada no ataque, tudo continuava na mesma. No hospital de lá, uns berros irritantes e escandalosos eram ouvidos de lá. - "Tá doendo! Ai! Não, por favor? Ai! Tá doendo!"

Na sala de espera, mestre Kami, Chi Chi, Krillin e Gohan estavam sentados em uma fileira de cadeiras, enquanto Ametista e Peridot estavam sob o chão, ao lado da porta. Goku estava sendo atendido, nesse exato momento.

Os gritos dele assustava Krillin e Gohan, que tremulavam de pavor. A Gem verde gemia e tremulava, acreditando que ele estava sendo torturado. - "Ai, pára! Pára! Pára! Ah!" - acreditando que tinha parado, o garoto voltou a se encolher, ao ouvir novamente os berros de seu pai.

Pérola, que já havia se regenerado, estava sentada ao lado de Kami, com a cabeça apoiada nos joelhos. Ela agora usava uma roupa azul marinho, com uma renda transparente que se estendia até a cintura, com um bordado amarelo. Assim como o detalhe acima de seu peito, suas botas eram azul-claro. Era quase similar ao da rebelião na Terra, só que com cores diferentes.

Enquanto seu filho tremulava de medo, Chi Chi começou a se dirigir a ele, num tom frio e rígido. - "Escuta, Gohan! Você tem que recuperar o tempo perdido!" - com isso, ele voltou a ler o livro de aritmética, que estava segurando. Do nada, Peridot pôs uma das mãos sob as páginas, impedindo-o de lê.

Do nada, outro berro doloroso de Goku veio, fazendo-os se encolherem de tanto medo. Krillin berrava de pavor, imaginando a dor que seu melhor amigo estava passando. - "Ai, eu não aguento isso! Eu vou entrar!" - declarou Ametista, antes de ser parada por Kami.

"Aonde você pensa que vai, Ametista?" - perguntou ele, enquanto segurava o braço dela. - "Aonde mais, hein? Eu vou fazer eles pararem, né? Eu não aguento ver o meu irmãozinho sofrendo! Goku não merece sofrer mais do que já sofreu! E eu vou parar isso de uma vez!"

"Nem pense nisso! Não se lembra que aquela enfermeira te apartou? Se entrar lá de novo, ela disse que te chutaria daqui, até a lua! Se é que ela ainda existe!" - com essa declaração, a pequena Gem puxou seu braço do aperto, e se sentou no chão e cruzou os braços, fazendo um beicinho.

Mestre Kami a observava, com um sorriso, até olhar para o lado, e ver o outro menor tremulando e gemendo. - "O que há com você, Krillin? Por que está tremendo?" - ao ouvir aquilo, a expressão assustada de Krillin mudou para um sorriso. - "Não, não é nada!"

No entanto, ele voltou a se encolher e a tremular de medo, quando outro berro foi ouvido da sala. Ametista rosnou para aquilo, e começou a saltar em direção da porta, até Kami saltar em cima dela, e a agarrar em volta do seu pequeno corpo. Ela se contorcia e berrava para ele soltá-la, sem sucesso.

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Dentro da sala, Goku estava sendo enfaixado por muitas enfermeiras, já que ele tentou fugir da última vez. Perto dele, um médico estava em frente a eles, observando-os.

"Ai, ai! Tá doendo! Ah!" - berrou ele, se debatendo e gemendo de dor. - "Só estamos trocando os curativos! Que paciente mais escandaloso!" - explicou e comentou uma das enfermeiras, enquanto continuava o enfaixando.

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Não aguentando mais aquilo, Krillin se acovardou, e se levantou da cadeira de espera. - "Eh, pensando bem, eu acho que é melhor procurar a nave daquele Saiyajin e das duas Gems, o quanto antes! Não podemos esperar ficar aqui, parados!" - declarou ele, com determinação.

"Deixa isso com a Bulma! Você deve se preocupar com sua recuperação!" - respondeu mestre Kami, sem rodeios. - " ... mas ... mas, eh... " - o menor gaguejou, enquanto continuava o ouvindo. - "Não devemos esquecer que o Saiyajin vai atacar de novo! Por isso, precisamos que vocês se recuperem!"

Ao ouvir isso, Chi Chi agarrou Gohan e o puxou para si. - "O Gohan não vai mais se envolver nesses problemas! Eu não vou permitir que tratem ele, desse jeito!" - "Ninguém aqui disse que ele iria lutar de novo, Chi Chi! Deixe de frescura!" - Ametista respondeu, com os braços cruzados. Do nada, a jovem recebeu uma bola de papel sob seu rosto. - "Poupe de suas palavras, sua humana tonta e traidora!"

Ao virar, a moça viu que fora Peridot, que apontava para ela. - "E antes de mais nada, seu filho teve tudo a ver com isso! Por causa dele, meu colega, Raditz, que por acaso era seu cunhado e tio dele, foi morto! E por ele ser meio Saiyajin, ele deveria estar treinando para lutar e conquistar planetas! E não perder tempo com livros bobocas, que não servem pra nada!"

"Como você disse?! Tonta e traidora?! Eu não tenho nada a ver com a raça do meu marido e do irmão dele! Gohan também é um humano! Ele tem que estudar, para ser um grande investigador, e não um assassino impiedoso! Além do mais, você está na nossa área, agora!"

"E daí?! Só porque eu estou com vocês, não significa que eu esteja do seu lado, terráquea idiota! Sabe o que eu vou fazer?! Eu vou recolher esses livros e rasgá-los por pedaços, e depois, vou jogar todos ele na sua cara!" - "Atreva-se a fazer isso!" - "Claro que eu me atrevo! E vou te mostrar!"

Com isso dito, a Gem verde recolheu os outros livros que estavam no colo de Chi Chi, de uma vez. Mas devido ao peso dos quatro em geral, ela se desequilibrou e caiu no chão, com os livros em cima de seu pequeno corpo. - "Hunf, bem feito para você, Peridotítica! Seja lá qual for seu nome!" - bufou ela, sorrindo.

Nesse momento, a porta da sala se abriu, e uma enfermeira apareceu. - "O próximo, por favor?" - ao ouvirem aquilo, Krillin e Gohan ficaram tensos de medo. - "Não, eu não tenho feridas tão feias quanto as deles! Com licença!" - "Eu também, não!" - com isso, dois se retiraram dali, com medo.

Mestre Kami e Chi Chi olharam para eles, indignados, enquanto Ametista gargalhava para aquilo. - "Mas que covardes! Tenho sorte de não estar desse jeito!" - do nada, Peridot começou a murmurar sob os livros, como se tentasse se libertar.

Enquanto os dois corriam pelo corredor, os dois adultos começaram a correr atrás deles, com os braços pro alto. - "Voltem aqui!" - berraram, ao mesmo tempo. Nesse momento, a Dra. Priyamka Maheswara jovem andava pelo corredor, com uma prancheta e com uma pilha de papel em branco.

Ela foi empurrada pro chão por Chi Chi e mestre Kami, que carregavam Gohan e Krillin nos braços. Devido a queda, um monte de papéis saíram voando por todo o corredor. - "Desculpe, doutora!" - berrou Kami, sem olhar para trás.

Apesar dos protestos, berros e debatidas dos dois menores, os dois adultos conseguiram levá-los para dentro da sala, com sucesso.

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Depois de alguns minutos, os dois menores se encontravam rindo e aliviados, junto de mestre Kami. - "Que sorte! Eu e Gohan vamos poder sair do hospital, daqui a três dias! O que você acha, hein, Goku?" - declarou Krillin, se dirigindo a Goku, que sorria para eles.

"Puxa, é muita sorte! Mas, eu vou ter que ficar no hospital, por quatro longos meses!" - declarou ele, num tom satisfeito, por seu filho e seu amigo estarem bem. Na sala, se encontravam também Yarijobe, Ametista, mestre Korin, Pérola, rei Ox, Peridot, Chi Chi e Garnet.

"E o pior de tudo, é que eles não tem certeza se eu vou ficar recuperado!" - concluiu ele, ainda sorrindo. - "Vamos, não tem com o que se preocupar, Goku! Você sabe que dentro de um mês, vamos ter novas sementes Senzu!" - declarou mestre Korin, o animando um pouco.

Com isso, Krillin começou a se dirigir a ele, e brincou. - "Sabe, Goku? Com todos esses curativos, você tá parecendo uma múmia!" - com isso, Ametista riu, antes de também comentar. - "É, só que uma múmia bem mais fofinha e simpática! Espero que você melhore logo, irmãozinho!"

"Grr, apesar de eu ter lutado com ele, não precisei ser hospitalizado!" - rosnou Yarijobe, indignado. - "Você só está pensando na comida que ia receber do hospital!" - comentou Korin, num tom irônico e cético.

Com isso, Krillin também riu, e comentou. - "Na hora que o Saiyajin ia atacar o Yarijobe, ele ficou dizendo 'Me desculpa, eu respeito muito! Me dá a chance de ser o seu amigo', não é verdade?" - com isso, o rapaz teve uma reação imediata e chocante, e começou a se defender.

"Ah, se por um acaso não sabia, aquilo era um truque pro inimigo confiar em mim!" - com isso, todos começaram a rir. Indignado, ele resolveu mudar de assunto, apontando para outra pessoa. - "E quanto a Pérola?! Ela ficou defendendo o inimigo, ao invés de acabar com ele!"

Com isso, as risadas foram substituídas por olhares frios, direcionados para a Gem pálida, que se encolheu. - "É verdade, ela ficou do lado dele o tempo todo, não deixando nenhum de nós o machucar, nem nada!" - apontou Ametista, num tom grosseiro.

"Tem razão, Ametista! E isso me faz lembrar de algo importante que eu queria muito falar pra ela!" - com isso, o menor começou a andar, até ficar de frente a ela. - "Pérola, o que sabe sobre o espaço, tanto sobre os Saiyajins, quanto dos Namekians? Pelo que sabemos, você deve saber disso, certo?"

Enquanto ouvia aquelas palavras, a expressão de Pérola ficava mais tensa e dura, de nervosismo. - "Pelo menos, me diga! O que você sabe sob eles, Pérola? Nos diga, por favor? Precisamos saber um pouco mais, então, nos diga!" - implorou Krillin, com olhar frustrado.

A Gem pálida estava prestes a falar algo, quando do nada, suas mãos assumiram controle próprio e a calaram. - "Qual é, Pérola? Você é melhor do que isso! Por favor, me conte! Estou te implorando! Vamos!" - ele começou a seguir mais a frente dela, fazendo-a recuar até a parede.

"Vai, Pérola! Me diga! O que você sabe sobre os Saiyajins e os Namekians?! Me diga, por favor? Vamos! Diga alguma coisa, diga!" - quanto mais o menor a pressionava, mais ela se fixava, e se encolhia, lutando para soltar suas mãos de sua boca. Mas por alguma razão, ela não conseguia ou não podia.

Antes que Krillin pudesse fazer mais uma pergunta a ela, a porta da sala se abriu, e uma pessoa familiar apareceu. - "Oi, gente! Desculpem-me pelo meu atraso!" - ao olharem, todos tomaram conhecimento de quem era, e exclamaram ao mesmo tempo. - "Rose Quartz!"

"Por que demorou tanto?" - perguntou mestre Kami, feliz em vê-la. Assim como Goku fazia, a Gem pôs o braço por trás do cabelo, e deu uma risada desajeitada, enquanto explicava. - "Desculpem! É que eu tive problemas com o Leão, no hospital, mas já está tudo resolvido!"

"Mas de qualquer jeito, vocês lutaram muito bem! E eu fiquei muito contente! Além disso, há possibilidade de revivermos os outros rapazes! Não é incrível?" - declarou Rei Ox, com um sorriso satisfeito, atraindo os olhares de todos.

"É, mas agora, temos que arranjar um modo de ir até Namekusei!" - respondeu mestre Kami, sem rodeios. - "Vamos conseguir! Eu tenho certeza!" - declarou Krillin, com espírito incentivado. Sua voz atraiu o olhar da Quartzo rosada, que imediatamente, tomou um olhar surpreso ao ver a Pérola.

"Nossa, Pérola! Eu nem sabia que você já tinha se regenerado! O que está havendo?" - perguntou ela. Ao ver que Krillin não estava mais fazendo-lhe aquelas perguntas torturantes, ela hesitadamente removeu suas mãos de sua boca, e falou de um jeito inocentemente.

"Ah, Rose! Eu nem tinha te visto, aí! Tudo bom com você?! Comigo, tá tudo bem!" - a Quartzo rosada estranhou aquela fala de sua colega Gem, mas sorriu como resposta, e se dirigiu a Goku. - "Então, está tudo bem? Se quiser, eu posso usar a água da fonte de cura, que eu trouxe!"

"Obrigada, Rose! Mas não precisa! De qualquer forma, estou mais acostumado com os feijões Senzu! Mas eu agradeço o seu gesto!" - respondeu o Saiyajin, num tom calmo. - "Certo, então! Espero que você melhore logo! Não aguento te ver desse jeito! Me doí muito, sabia?"

Do nada, a porta da sala se abriu, e uma garota apareceu, cumprimentando a todos. - "Oi! Pessoal, vamos! Liguem a televisão, rápido!" - mestre Kami se aproximou dela, não a reconhecendo. Depois de um breve momento, ele tomou imagem dela com a anterior, e soube quem era ela.

"Ah, é você! Achei que era aquela enfermeira estranha, de novo!" - com isso, Bulma fechou a cara, e entrou na sala. - "Ah, fica quieto! Presta atenção na televisão!" - e ligou a TV da sala, e se apoiou um pouco, enquanto ela e os demais viam a reportagem.

"De acordo com as informações da nossa agência de notícias, os objetos foram encontrados nas ruínas da famosa cidade do leste! Ainda não há provas, mas por causa de suas estranhas formas, parecem ser umas naves do espaço!" - declarou o repórter, em frente a sala de uma das três naves.

Ao ver aquilo, Krillin ficou pasmo, e exclamou. - "Ah, é a nave do Saiyajin e das duas Gems!" - "É mesmo?" - perguntou Bulma, surpresa. - "Ah, eu não estou vendo!" - Goku exaltou, tentando ver a televisão, mas como estava deitado sob uma espécie de cama avançada, não conseguia.

Peridot saltou sob a cama do Saiyajin enfermo, e apontou para o aparelho estranho. - "Ah, é mesmo! Uma delas, é a minha nave! As outras duas devem ser a do Nappa e da Jasper!" - com isso, todos voltaram a olhar para a reportagem, querendo saber de mais detalhes.

"Um dos informes disse que a princípio, haviam quatro desses objetos, mas quando estavam sendo examinados, um deles voou, repentinamente!"

"Isso não vai nos ajudar! Os cientistas estão examinando as naves em seus laboratórios!" - declarou mestre Kami, desapontado. - "O que vamos fazer, agora?" - "Vamos invadir esses lugares, e roubar as naves?" - Krillin e Ametista perguntaram, exaltados.

"Muito melhor que isso, Ametista! Vai ser interessante! Que tal, se chamarmos uma das naves, com controle remoto, que o Krillin encontrou? Ficaram surpresos!" - declarou Bulma, enquanto balançava o controle em suas mãos. Preocupados, os dois menores começaram a se dirigir a ela.

"Acha que não vai haver nenhum problema?" - "É, e se a nave explodir, ou alguma coisa?" - "Mas o que estão dizendo? Eu sou inteligente! Passei a noite, estudando o mecanismo dele!" - Bulma garantiu, enquanto começava a se preparar. - "Vejam isto!"

Todos começaram a olhar, curiosos para o que podia acontecer (com exceção de Garnet), enquanto o silêncio predominava a sala. - "O melhor momento, é quando estamos vendo pela televisão!" - com isso dito, ela começou a mexer em alguns botões do controle.

"Vamos ver! Este e este! Olhem! Vai se mover!" - o controle começou a piscar, enquanto aguardavam o sinal. - "Oh, pessoal! Ei, eu também quero ver!" - Goku exaltou, movendo desesperadamente a cabeça pra frente e pra trás, tentando ver a cena.

Pérola, que estava encostada na parede, escrevia algo numa folha de papel em suas mãos. Do nada, ao ouvir aquele som familiar, ela se virou, e começou a gritar. - "Espere, Bulma! Esse é o ... " - antes que ela pudesse falar, já era tarde demais.

A nave na TV começou a piscar, e do nada, explodiu. Assim como o repórter, os demais estavam chocados com o que acontecera (menos Peridot, que segurava um sorriso bobo). Depois da explosão, o repórter tentou continuar com a programação, em pleno choque.

"O que terá acontecido?! Nenhum de nós sabe! O objeto explodiu, de uma hora pra outra! O que que terá indicado esse tipo de reação? Só sobrou essas outras duas naves! É difícil!"

Com exceção de Garnet e Peridot, todos se encontravam em plena decepção de colapso, ao verem o que acontecera. Já, Ametista, gargalhava para o estado que o repórter ficou, com a explosão da nave.

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No corredor, ao lado da sala, a jovem Dra. Priyamka Maheswara estava andando pelo corredor, enquanto cumprimentava uma enfermeira com um paciente. Do nada, os três ouviram um grito de dentro da sala. - "O quê?! Não pode ser!"

Completamente distraídos, a enfermeira e o paciente se desequilibraram e caíram no chão, enquanto Dra. Priyamka Maheswara corria até eles, e os ajudava a se levantarem.

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Bulma segurava firmemente o controle, enquanto se encontrava em pleno choque. - "Mas ... por quê?! Será que apertei o botão de auto destruição?!" - "Era o que eu estava tentado te avisar, Bulma!" - murmurou a Gem pálida, olhando pra baixo. Enquanto todos se encontravam parados, Krillin estava caído no chão.

"E agora?! Sem essa nave espacial, nós nunca chegaremos a Namekusei!" - enquanto a garota exaltava, mestre Kami tentou uma última tentativa. - "Por que não tentamos usar a nave das duas Gems? Quem sabe, essa bonitinha aqui, saiba como chamá-las, não?"

Com isso, ele começou a se dirigir a Gem verde, que se encolheu um pouco. - "Me diga, você poderia chamar essas naves para a gente?" - depois de um breve momento, ela parecia concordar com ele. - "Claro, com muito prazer! É só eu usar os meus Realçadores de Membros, e digitar o código de comunicação com as duas naves!"

Porém, ela logo deu um alto escândalo. - "Oh, espere! NÃO DÁ! EU PERDI ELES! SUAS COLEGAS CRYSTAL GEMS, OS JOGARAM FORA! ENTÃO, NÃO! NÃO PODEREI CHAMÁ-LAS!"

Ametista ficou cabisbaixa, se arrependendo de ter jogado aqueles Realçadores de Membros no oceano. - "A última esperança ...!" - murmurou mestre Korin, desapontado. - "... foi totalmente, perdida!" - concluiu Yarijobe. No chão, Krillin tremulava e gemia, não acreditando no que aconteceu.

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Durante meia hora, Bulma andava de um lado para o outro, enquanto pensava em uma outra solução. - "Que droga! Não acha que dá pra chegar lá, com minha Nuvem Voadora?" - sugeriu Goku, tentando animá-la um pouco.

O silêncio rodeava toda a sala, enquanto todos viam a garota de cabelos azuis andar de um lado para o outro, bufando e pensando. Depois de um breve momento, ela se virou e indagou, com raiva. - "É o que merecemos, por ficar recolhendo objetos estranhos!"

"Mas foi você que apertou o botão, sem cuidado!" - apontou Krillin, sem rodeios. - "Pois, é! Se você tivesse me avisado que tinha esse controle remoto, o tempo todo, eu poderia ter te ajudado, Bulma!" - explicou Pérola, com um sorriso nervoso e olhar tenso.

Vendo que era culpada daquilo, ela começou a se defender. - "Isso foi, porque ... " - do nada, uma voz foi ouvida por trás. - "Oi?" - ao se virar, Bulma deu um berro escandaloso, e caiu sentada no chão, enquanto o encarava. Krillin e as Crystal Gems sorriram, ao reconhecê-lo.

"Senhor Popo!" - exclamou o menor, após correr e ficar em frente a janela. - "Como vai?" - cumprimento ele, novamente, enquanto colocava sua mão sob o vidro. No andar abaixo, um paciente olhava acima da janela, e se ajustou ao ver um tapete voando no outro andar.

"Tem uma nave espacial! Quero que alguém me acompanhe!" - revelou Popo, para a surpresa de todos. - "O quê?!" - já o Krillin, ficou completamente animado. - "Senhor Popo, é sério? Tem uma nave espacial?" - depois de um breve momento de silêncio, o sorriso dele caiu, e respondeu.

"Talvez!" - enquanto o menor se encontrava em choque, mestre Kami começou a interrogar. - "Ah, quem é ele?" - "É o Senhor Popo!" - respondeu Korin, para a surpresa dele. - "Senhor Popo?!"

"É, o Senhor Popo vive com Kami-Sama! Pode-se dizer, que é um ajudante! Mas a verdade, é que ele sempre viveu no Templo! Muito antes de Kami-Sama!" - explicou Goku, deixando Kami surpreso. - "Dessa, eu não sabia!" - Pérola alegou, também surpresa.

"Senhor Popo, o que quis dizer com 'talvez'?" - Krillin perguntou novamente, animado. - "Que talvez, isso ... seja uma ... nave espacial!" - respondeu ele, enquanto se lembrava de uma possível nave, em algum lugar da Terra. Em seguida, Popo começou a falar na terceira pessoa.

"Mas Senhor Popo não pode comprovar se é uma nave! Por isso, quero alguém vá investigar! Senhor Popo vai levar ele!" - com isso, um sorriso se expandiu no rosto de Krillin, antes dele se dirigir a alguém. - "Vai você, Bulma!" - a garota se encontrava em choque, até exaltar.

"Quer que eu vá?!" - "Você é a única, que entende de naves espaciais! Se for outra pessoa, não vai adiantar nada!" - explicou ele, enquanto lançava seu olhar frio para Pérola, que devolveu o olhar.

"Ei, e quanto a mim?! Eu entendo muito bem de naves espaciais!" - exclamou Peridot, indignada. - "Mas nós ainda não confiamos em você! Se bobearmos, você pode usar a nave para fugir, ou alguma coisa bem pior!" - respondeu Garnet, num tom frio.

Enquanto isso, Bulma continuava encarando Senhor Popo, em pleno medo e nervosismo. Com isso, ela se encolheu, com muito medo. - "Vai, Bulma!" - insistiu Krillin, enquanto os demais a observavam, esperando a sua decisão. No fim, ela se exaltou, e perguntou.

"Será que não vai ter nenhum problema? Você não achou meio estranho, o olhar dele, hein?" - confuso, o menor olhou para o Senhor Popo, e não viu nada demais. Logo abaixo, todos os pacientes e enfermeiras também observavam, em pleno choque com o que viam na janela.

Nas ruas, e em prédios vizinhos, todas as pessoas também observavam aquilo (entre eles, podemos ver novamente o jovem policial de segurança, Doug Maheswara, recuperado de seu trauma, também o observando).

Enquanto isso, Bulma hesitadamente, tentava entrar no tapete voador. - "Bulma, o que está esperando? Não temos tempo a perder! Suba logo!" - exclamou mestre Kami, impaciente. Ao ver a oportunidade, ele se preparou para empurrá-la, e tocá-la, ao mesmo tempo.

Pressentindo algo ruim, a garota olhou para ele, e ele rapidamente disfarçou. Depois de um breve momento, depois de testar a resistência, ela finalmente subiu no tapete voador. Do nada, o objeto começou a tremular, fazendo-a entrar em pânico.

"Não, não! Não, por favor, pare! Esse tapete é muito agitado! Eu não estou aguentando! Socorro! Eu vou cair! Pare, pare!" - mesmo depois do tapete ter parado, Bulma continuou fazendo escândalo, até perceber e olhar para o Senhor Popo, que a encarava em pleno silêncio.

Ao olhar para trás, ela olhou para os demais, que a encaravam, em pleno silêncio. Ametista gargalhava, enquanto apontava para ela. Envergonhada com o escândalo que dera, ela começou a se ajeitar, enquanto o tapete voador andava para trás, lentamente.

"Contamos com você, Bulma!" - declarou mestre Kami, a incentivando. - "Boa sorte, Bulma!" - a Fusão assentiu, num tom sério. - "Boa viagem!" - a pequena Gem acenou, entusiasmada. Em seguida, Bulma começou a se dirigir a Popo, com um olhar nervoso.

"Tome muito cuidado, viu? Eu sou diferente deles! Eu sou uma garota muito delicada, entendeu?" - "Está na hora de ir!" - anunciou ele. - "Com cuidado, hein? Cuidado aí!" - murmurou ela, assegurando que estava pronta. Do nada, o tapete voador se teletransportou, com os dois juntos.

Com isso, todos ficaram surpresos, ao verem o tapete e as duas pessoas de lá, sumirem. - "Como fez isso?! Não vi nada!" - interrogou mestre Kami, chocado, enquanto Krillin sorria para aquilo. Em seguida, o sorriso do menor caiu, em questionamento.

"Mas,... existe mesmo uma ... nave espacial, mestre Kami?" - perguntou ele. Enquanto todos se encontravam em questionamento (menos Garnet), Krillin voltou a se dirigir a Pérola, que imediatamente, escondeu algo atrás de si. - "Pois bem, Pérola! Podemos voltar de onde começamos!"

"Opa, eu esqueci de fazer um check-up no atendimento! Eu já volto!" - exclamou ela, com um sorriso forçado, enquanto se retirava da sala. - "Mas ... " - ele ficou sem palavras, enquanto rosnava consigo mesmo.

Assim que se virou para poder se juntar aos outros, ele encontrou um bilhete estranho sob a cômoda, perto da televisão desligada. Ao recolhê-lo e lê-lo, ele ficou em choque ao ver a seguinte mensagem no bilhete, escrita em sua língua japonesa.

Eu quero contar a vocês, mas não posso!

Com isso, Krillin olhou de volta para a porta da sala, em que Pérola saíra, enquanto se perguntava, mentalmente. - "Como assim, Pérola? Sobre o que, você quer contar, mas não pode? Isso não está certo! Eu tenho que descobrir, de algum jeito! O que que você está nos escondendo, que é tão importante, afinal!"

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Numa planície escura, em algum lugar muito distante da cidade, Bulma e Senhor Popo chegaram ao lugar. - "Chegamos!" - "O que?! Mas já?!" - com isso, a garota olhou para os lados, encontrando uma paisagem fria, vazia e silenciosa. Todo lugar era extenso, escuro e silencioso.

Lentamente, o tapete voador aterrissou no chão. Bulma se abraçou, enquanto o vento fria passava pelo lugar. Em seguida, Senhor Popo começou a se dirigir a ela. - "Desce do tapete!" - pega de surpresa, ela olhou para ele. - "Escuta, onde estamos? Faz tanto frio, aqui!"

Antes de responder, Popo saltou do tapete voador, e respondeu. - "Estamos em Yunzabit!" - "Hã? Você disse Yunzabit?! Mas, se ele fica nos confins da Terra, e só levamos alguns segundos pra chegar? ..." - interrogou ela, após descer do tapete, também. Do nada, o mesmo vento veio, fazendo-a se encolher e tremer de frio.

Popo andou até a borda, e observou as outras montanhas. Ele começou a andar para os lados. - "Acho que era por aqui! Ou era por aqui?" - ao vê-lo se afastando, Bulma começou a correr na direção dele. - "Espera, não me deixe aqui!"

Ele andava em uma trilha, enquanto ela andava numa outra trilha acima. No fim, a garota saltou em direção da trilha abaixo, e andou para mais perto dele. - "Me escuta, é verdade que neste lugar, tem uma nave espacial?" - perguntou ela, tremulando de frio.

Senhor Popo, no entanto, não respondeu. Com isso, Bulma ficou impaciente. - "Espera, você tá me ouvindo, ou não?" - como não houve resposta, ela teve que ficar quieta, enquanto o continuava seguindo.

Enquanto caminhavam, em pleno silêncio, ela olhava ao redor das montanhas que estreitavam seu caminho. Ela voltou a encara-ló, em plena suspeita, até este parar, e se virar para ela. - "Ah, não vai me dizer que só me trouxe aqui, pra se aproveitar de mim, não é? Eu sabia! Por isso, eu disse a eles que não queria vir com você!"

No entanto, Popo não respondeu, e começou a saltar sob algumas rochas acima da montanha. - "Ah, espera! Aonde vai?!" - berrou ela, desesperada. Ao se virar, ele só lhe disse uma única palavra, sem rodeios. - "Sobe!" - "Tá brincando, é? Eu não posso fazer isso!"

Com isso, ele continuou saltando sob as pedras, deixando nervosa, sem saber o que fazer. No entanto, ela não teve muita escolha, e começou a subir numa ladeira. Depois de algum tempo, ela chegou ao topo, e seguiu em direção a ele, cobrindo os olhos do vento forte.

"Aí está!" - murmurou Senhor Popo, fazendo-a abrir os olhos. Para o espanto da garota, havia uma grande nave, coberta de musgos e outras vegetações, com espinhos grandes em cima, em baixo e na possível entrada. Ambos ficaram observando aquilo, em pleno silêncio, até o vento cessar.

"É uma nave espacial?" - "Eh, ... primeiro, tenho que examinar!" - respondeu ela, enquanto começava a se aproximar da nave. Ela tateou um dos espinho, e testou a textura dela, batendo-a e esfregando-a. - "Que material será? Não é nenhum tipo de metal!"

"Ah, espera um pouco! O que significa tudo isso?! Antes de mais nada, eu quero uma explicação, certo?" - após essa exigência dela, Popo começou a ficar em silêncio, enquanto ambos se encaravam. Depois de um breve momento, ele começou a falar, na terceira pessoa, novamente.

"Kami-Sama contou a Senhor Popo, um relato realmente estranho de 100 anos atrás! É uma história inexplicável! Ele me disse que passou a maior parte da infância, neste lugar, longe da civilização! Depois, eu perguntei por que ficou morando num lugar tão deserto e frio! Finalmente, ele me respondeu!"

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"Não sei! Nunca soube porque estava neste lugar! Desde que recebi uma pancada na cabeça, não me lembro de nada do que aconteceu!" - "E Kami-Sama não tinha pais?" - "Não, Senhor Popo! Encontrei uma carta que dizia 'Espera, logo viremos buscar você!"

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"O que está dizendo? Ainda não entendi bem!" - declarou Bulma, após o fim do flashback. - "Ainda não acabou! Kami-Sama ficou esperando os pais, durante toda a infância! Nunca soube o que aconteceu! Ele só ficava esperando!"

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"Na região de Yunzabit, tinha uma casa pra me abrigar! Sempre tive a esperança que meus pais, algum dia, iriam voltar a este lugar! Mas ninguém veio me buscar! Eu estava sempre só! Claro, que passei por momentos difíceis, porque não havia alimentos suficientes!"

"Quanto tempo, estive esperando? Vinte anos! Não sei ao certo, acho que foram trinta anos! Finalmente, me cansei de esperar, e abandonei minha casa, na região de Yunzabit! Às vezes, voltava pra ver se acontecia alguma coisa nova, mas nada acontecia!"

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"Escuta ... qual é a relação entre Kami-Sama e esta máquina?" - a garota perguntou novamente, curiosa. - "Agora, vou lhe dizer qual é o ponto central da história!" - apontou Popo, continuando.

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"Ah, pensando bem, essa casa era realmente estranha! Depois de ver o mundo inteiro, percebi isso! Essa casa não era como as outras! Era redonda, tinha quatro patas, parecia um inseto gigantesco! A porta não tinha maçaneta, e nem chave! Para abri-la, precisava uma palavra!"

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"A palavra é 'Piccolo'!" - revelou Popo, para a surpresa chocante de Bulma. - "Quê?!" - nesse exato momento, a porta da nave se abriu, e deslizou para baixo. - "A porta se abriu!" - declarou ela, boquiaberta. Ao ver a plataforma em frente a eles, ambos se aproximaram dela.

"Suba na plataforma!" - apontou ele, deixando-a confusa. Para demonstrar como se fazia, Senhor Popo subiu na plataforma, e olhou para a garota. Em seguida, ela também subiu na plataforma. - "Esta é a casa de Kami-Sama?"

"Se eu repito a palavra, ela fecha!" - com isso, ele novamente repetiu o comando, e a plataforma subiu com eles dois em cima. O medo e a tensão se estendeu pelo rosto de Bulma, enquanto entravam na nave.

Assim que a porta se fechou, o interior automaticamente, se acendeu. Dentro dela, havia uma cadeira de piloto, com espinhos grandes em cima. A garota olhava ao redor da nave, enquanto Popo continuava falando. - "Observe bem, isso aqui não é uma casa, isso é uma nave espacial!"

Depois de um breve momento, a garota exaltou. - "Ah, já entendi! Kami-Sama é um Namekian! O Senhor Kaioh nos contou! À muito tempo, o planeta dele sofreu um terrível fenômeno atmosférico!" - "Senhor Popo também escutou a história do Senhor Kaioh, e foi por isso, que me lembrei dessa casa tão estranha!"

Enquanto isso, Bulma continuava inspecionando a nave, enquanto ele continuava falando. - "Decidi vir até aqui, para investigar! E foi isso que encontrei!" - "Bom, se isto aqui é mesmo uma nave espacial, a história que me contou, se encaixa perfeitamente!" - declarou ela, animada.

"Quando Namekusei estava para sofrer aquele terrível fenômeno, os pais dele devem tê-lo enviado a Terra, para que fosse salvo!" - deduziu Popo, sem rodeios. - "Ou mais certo, é que eles também planejavam fugir do planeta, mas ... houve algum acidente! Isso quer dizer, que os pais dele morreram!"

Após essa outra dedução, Bulma voltou a se dirigir a ele. - "É isso! Dá pra ver em todos os detalhes! Isso aqui não é uma casa! É mesmo uma nave!" - com essa conclusão, um olhar de esperança preencheu seu rosto, antes de seu sorriso cair. - "Mas não sei se podemos usá-la!"

Ela começou a se aproximar de uma espécie de controle de comando. - "Se a porta se abriu, significa que deve ter algum motor!" - ela se aproximou um pouco, dando uma boa olhada. - "Eh, será que este é o botão pra ligar? Não, acho que não! E este, pra que será?"

Dentre várias hesitações, a garota perdeu a paciência. - "Este também não é! Que estranho! Acho que deve ter algum ... algum código secreto! É, é mesmo! Deve ser bem difícil de pilotar! Com certeza, o Kami-Sama tentou de tudo pra movimentá-la, mas não conseguiu! Parece que não é acionada por botões!"

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No hospital, Krillin e mestre Kami conversavam, enquanto este olhava para o céu. - "Tomara que Bulma encontre a nave espacial!" - "Agora, só nos resta rezar!" - logo atrás, Gohan, Ametista, Goku, Rose, Korin, Garnet e Yarijobe os observavam, em pleno silêncio.

"Encontre a nave, Bulma! Por todos nós!" - o Saiyajin pensou, com esperança em seu olhar. O garoto também os observava, em pleno nervosismo. A Fusão rebaixou sua cabeça, enquanto também pensava. - "Eles já encontraram a nave! Mas na hora de irmos, não vai ser nada fácil!"

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"Ah, eu não entendo nada! Será que tem algum tipo de sensor?" - Bulma se perguntou, enquanto continuava estudando os botões. Do nada, sua mente ficou em branco, até Popo quebrar o silêncio. - "Devo dar uma ordem?" - "Isso! Vai ver, tem o mesmo mecanismo da porta!"

Após a garota deduzir isso, ele voltou a falar. - "Tipo, a palavra, Piccolo?" - "Claro que não, Senhor Popo! Essa palavra serve pra abrir e fechar a porta!" - após essa explicação, ela voltou com seu olhar para os controles. - "Ah, funcione! Por favor? Você tem que voar! Mostra que você pode!"

Como não houve nada, além de silêncio, Bulma cedeu e se jogou na cadeira de piloto, frustrada. - "Ah, é impossível! Temos que falar a língua dela, que azar o nosso!" - após isso, o silêncio voltou a assolar o lugar, até ela voltar a falar.

"No torneio de artes marciais, Kami-Sama e Piccolo conversavam numa língua muito estranha! Eu não entendi nada!" - com isso, ela começou a se lembrar do encontro do Namekian com o Mercenário Tao, no passado. - "Aquela devia ser a língua de Namekusei!"

"Se for essa língua, Senhor Popo sabe como falar e entendê-la!" - revelou Senhor Popo, deixando a garota em choque. - "É verdade?!" - "Claro! A palavra 'Piccolo', na língua de Namekusei, significa 'Rei'! Por isso, é a palavra-chave da porta!" - com mais dessa revelação, Bulma ficou animada, e apoiou suas mãos nos ombros dele.

"Ah, e por que não me disse antes?" - e ambos ficaram de frente para a cabine de controles. - "Agora, entendo! O nome 'Piccolo Damaio', significa 'O rei do mal'! É isso! Por favor, tente falar nesse idioma, pra que ela comece a falar!" - "Pra onde você quer ir?"

"Pra onde o senhor quiser! Ah, diz pra ela ir pro planeta Júpiter!" - após essa sugestão, Senhor Popo começou a falar, na linguagem de Namekusei. Do nada, o controle da nave apitou, sendo ativado. - "Aí está! Ela entendeu!" - exclamou ele, esperando o resultado.

Do nada, a nave instantaneamente disparou do chão, alcançando uma velocidade incrível. Ela saiu da Terra, e começou a voar pelo espaço amplo e infinito. - "Ai, não acredito! Esta nave espacial tem cinto de segurança?!" - interrogou a garota, enquanto tentava se segurar na cadeira, com firmeza.

Do nada, um outro comando foi ativado pela tela, e uma outra cadeira, só que mais estranha, apareceu do chão. - "Ai, que coisa é essa?!" - "Você acaba de dizer na língua de Namekusei, que quer ir ao banheiro!" - explicou Popo, ainda preso no chão. Bulma ficou confusa com aquilo, até ele explicar.

"Você disse 'cinto de segurança', não foi?" - após um breve momento de silêncio, ela exaltou, aos berros. - "Ah, isso é muito complicado! Eu não vou dizer mais nada!" - do nada, um setor da nave acendeu uma luz acima dela, fazendo-a levitar do chão.

Em seguida, a cadeira estranha foi substituída por um tipo de cama, em que a garota foi colocada. Ela ficou tremulando de medo, tentando entender aquilo, até Senhor Popo explicar. - "A palavra 'complicado', significa dormir!" - no fim, depois de muita tensão, a nave parou.

Vendo tudo calmo e silencioso, ambos viram a nave pairar em um planeta vermelho, alaranjado e amarelado. Em seguida, eles começaram a se apoiar na janela, enquanto admiravam a imagem do planeta. - "Que incrível! É o planeta Júpiter! Esta nave é fenomenal!"

Após essa declaração, Bulma começou a comemorar, junto do Senhor Popo. - "Conseguimos! Conseguimos! Woohooow!" - depois disso, ela voltou a olhar para a janela, enquanto ele enxugava suas próprias lágrimas, emocionado. - "Que alegria! Agora, vamos poder reviver Kami-Sama!"

Eles, enfim, encontraram uma nave espacial! Agora, falta só se prepararem para ir, em direção a Namekusei! Que outros segredos, serão descobertos? Descubra, nos próximos capítulos!

Bom, as coisas não aconteceram, como planejado, mas ainda há esperança de melhorar. Estou separando surpresas e revelações obscuras e secretas para os próximos capítulos. Pudemos ver aqui, que a relação de Peridot e Chi Chi não fora nada boa, como eu esperava. Bom, espero que gostem do capítulo, e aguardem mais, os próximos.

E continuem tentando adivinhar a tal Gem misteriosa, que irá aparecer, assim que o primeiro grupo sair para Namekusei. Tentem descobrir até lá, e até breve;-))