Havia marcado de sair com Zoro e uns garotos para comemorar o início de namoro de um de um de seus amigos, como os bons pirralhos imbecis que eram. Sanji preferia estar indo comemorar o início de seu namoro com Zoro, mas infelizmente isso não parecia muito próximo de acontecer. Depois de perder e vencer a competição, havia dormido na mesma cama que ele, mais especificamente em cima dele, o abraçando. Quando acordou, viu que Zoro ainda estava dormindo então se aproveitou e continuou a fingir estar dormindo para poder ficar mais tempo agarrado nele sem ter que dar satisfações. Óbvio que agarrá-lo e levá-lo para cama não fora um plano maligno de sua mente para se aproveitar do moreno, apenas aconteceu por estar muito cansado e não poder raciocinar melhor sobre a situação.
As vezes que se seguiram e Sanji ia ficar na casa do moreno, eles acabaram dormindo na mesma cama, abraçados, como se aquilo fosse algo normal. E não era culpa de a cama ser pequena ou da falta de lugar, o quarto de Zoro era até bem grande e tinha uma cama de casal, dava muito bem para dormirem na mesma cama sem nenhum contato físico, mas a situação se tornara tão comum que não fazia tanta diferença. Era bom sentir o cheiro do moreno quando acordava.
Ficar tão perto de Zoro era difícil, muitas vezes queria pular em cima dele e beijá-lo, dizer que o amava e fazer amor até não aguentarem mais. Quantas vezes já não se tocara pensando no quão gostoso seria o outro o penetrando? A ideia de ficar por baixo daquele corpo grande era tão deliciosa que já tivera muitas ereções imaginando-se assim. Zoro era constantemente constrangido pelo loiro, Sanji lembrava-se muito bem, mas e se ele virasse um predador na cama? E se toda aquela vergonha fosse embora assim que tirassem as roupas? Não que também não imaginasse o moreno todo envergonhado e virgem também, Sanji pensava nele de todas as formas possíveis. Lembrava-se do tamanho dele, imaginava-se lambendo todo aquele pênis moreno e gostoso, tocava-se por trás pensando no quão bom seria se Zoro metesse ali. Sanji era louco por aquele garoto e diariamente se tocava lembrando da expressão que ele havia mostrado no banheiro da escola.
Uma pena que agiram de forma tão normal após aquilo, se tivesse algum constrangimento poderiam tentar outras vezes até o constrangimento se tornar rotina e consequentemente elevariam aquela masturbação para penetração. Como que o loiro podia sentir tanta vontade de dar para alguém? Em todas as vezes que se deitara com mulheres ele só queria ficar por cima, atacá-las e amá-las da forma que mereciam e estar dentro delas era maravilhoso. A temperatura elevada de suas bucetinhas o enlouquecia, os seios macios balançando enquanto ele investia contra elas era de outro mundo. Sempre gozava muito rápido quando estava na cama com uma mulher.
Pensar no quanto amava aquelas sensações o fazia se sentir estranho. Há quanto tempo que não transava com uma garota? Pior, há quanto tempo que sequer não beijava uma garota? Sanji sabia bem quanto tempo fazia e como ele perdera a razão para ir atrás de qualquer uma. Depois de Zoro o dar aquela abertura no dia em que se tocaram juntos, não parecia mais fazer sentido estar com mulheres.
Sabendo que o moreno iria se perder caso tentasse chegar no lugar sozinho, ou que ele simplesmente não iria por não se importar com o relacionamento alheio, Sanji resolveu buscá-lo. Koshiro não estava em casa, mas ele era tão gentil que havia dado uma cópia da chave para caso Sanji precisasse algum dia entrar, como uma emergência ou algo do tipo. Claramente o loiro não estava usando para uma emergência e sim para provavelmente acordar Zoro e arrastá-lo para fora da toca, mas era irrelevante, o que importava era acordar o marimo chutando a bela bunda musculosa dele.
Sinceramente, Zoro realmente não dava a mínima para festas, comemorações e coisas do gênero, mesmo que ele gostasse muito beber. Acordou em cima da hora, então se conformou que não iria conseguir chegar a tempo mesmo, e não era como se fosse a primeira nem a última vez que faltaria a uma dessas reuniões dos amigos. Só iria mandar uma mensagem para Luffy mais tarde e tudo bem.
Antes de levantar da cama, percebeu que estava com uma incômoda ereção matinal, bom, não tão matinal assim já que já era quase noite. Era irritante, isso parecia estar acontecendo com cada vez mais frequência desde o dia no banheiro com Sanji. E o fato de ultimamente estar passando várias noites coladas no loiro aparentemente não estavam ajudando em nada. Andava sonhando muito e eram todos sonhos eróticos, até mesmo quando cochilava na escola acabava tendo esses sonhos indesejados e acordando de pau duro. Chegava até a ser ridículo quando chamava o amigo de pervertido e se lembrava que ele próprio não estava com muita moral para falar isso nos últimos tempos.
Cedendo ao seu desejo ele retirou a bermuda com a qual dormia e começou a se tocar sem pudor. Só queria terminar o mais rápido com isso logo para poder fazer algo mais produtivo, como treinar. Esse tipo de coisa atrapalhava o foco que deveria estar tendo em seu objetivo. Desejo apenas servia para distração, Kuina mesmo sempre acabara perdendo vários treinos por causa de rabos de saias, ainda era assim que pensava, desde que adquiriu esse hábito, embora não negasse o quanto era bom e continuasse a fazer mesmo assim.
Mas a forma como se tocava não parecia em nada com a primeira vez que fez aquilo. Naquela época, apesar de inexperiente, ele foi até gentil consigo, se movia lentamente, hoje os dedos calejados seguravam seu membro rudemente e os movimentos eram mais violentos que precisos.
Uma coisa, porém, não havia mudado. Ele ainda pensava em Sanji toda vez que se tocava. Geralmente focava em algo em sua memória enquanto mantinha os olhos fechados. Lembrava do corpo de Sanji pressionando o seu à noite, do seu cheiro, das partes de seu corpo que conseguia ver enquanto o loiro trocava de roupa. Mas, principalmente, sempre pensava no rosto de Sanji, especificamente depois que teve oportunidade de vê-lo se contorcer de prazer e sorrir tão injustamente safado.
Depois daquele dia também começou a imaginar coisas diferentes. Geralmente o hábito oral do outro, fosse com seus cigarros ou seus pirulitos, o levavam a imaginar aquela boquinha ao redor de si, chupando seu membro como se fosse uma das coisas que ele gostava de pôr na boca. Mas, depois que teve um vislumbre do pênis de Sanji, sempre pensava no contrário, em provar aquela parte deliciosa do corpo do outro. Pensar nisso fazia seu membro pulsar mais ainda em sua mão e seus olhos se fechavam com mais força enquanto sentia que estava cada vez mais próximo de gozar.
Para a surpresa de Sanji, quando invadiu o quarto do moreno, o que encontrou não fora uma planta dormindo e sim se tocando e era lindo. O corpo moreno estava suado e brilhando, a respiração ofegante, a glande com pré-gozo brilhante fazendo o loiro salivar e lamber os lábios. Aquela era a visão mais sexy de todo o universo. O loiro estava morrendo de vergonha por ver seu amigo em tal situação constrangedora, porém, seu membro tentando escapar da calça apertada o fez perder a noção da realidade e se aproximar de Zoro sem nenhum pudor.
Ver seu objeto de desejo se masturbando, apertando o membro grosso com a mão grande, com nenhuma aparente delicadeza, e aquele pênis gostoso pulsando em sua mão, fez Sanji entrar em outra galáxia de perversão. Sem falar nada, o loiro já estava ao lado da cama e retirando a própria calça apertada, mostrando a ereção contida em sua cueca azul.
O pensamento de Zoro no loiro foi interrompido quando ouviu alguém entrar no quarto e, ao abrir os olhos, viu o mesmo homem com quem estava sonhando avançar em si com o olhar predatório. Sanji havia tirado as calças em um milésimo de segundo e ostentava uma ereção bastante visível através da cueca. Zoro nem teve tempo de processar o que estava acontecendo quando o loiro foi até a cama e sentou em seu colo, subitamente encostando seu volume coberto no pênis melado de Zoro e o fazendo soltar a respiração com a sensação de estar friccionando no outro. Assim como daquela vez, Sanji abaixou minimamente a cueca deixando sua glande rosada livre, imediatamente a esfregando na de Zoro, que nem havia encostado no loiro ainda e só se focava em não gemer pateticamente enquanto o amigo fazia tais coisas consigo.
Sanji estava no colo do Zoro e não fazia ideia de como fora parar ali. Sua mente havia apagado qualquer informação irrelevante que não fosse ele e o marimo nus naquela cama com os membros se roçando. A glande rosada se esfregava na bem mais escura do outro, que estava bem mais escorregadia. Era um pervertido, mas ver o moreno se tocando daquela forma desesperada e safada o deixava em outro nível de perversão. Seu amigo estava longe de ser inocente, ele se tocava também como qualquer outro garoto. Se Zoro se tocava, era porque sentia tesão em alguma coisa e Sanji queria descobrir o que era.
Ainda com a mente vazia, ele se agarrou no outro passando uma das mãos por seus ombros e a outra atrevidamente fora até a ereção melada do maior. Finalmente estava sentindo aquele pau em sua mão e ainda mais atrevido começou a tocar o amigo por poucos segundos antes de juntar sua própria ereção e começar a movimentar as duas juntas, friccionando-as com vontade, tentando imitar os movimentos que tivera o prazer de presenciar o outro fazendo em si próprio.
Sanji engoliu a seco, desesperado por aquilo, era um milhão de vezes mais excitante do que o ocorrido no banheiro do colégio, ali Zoro parecia bem mais entregue à situação e bem mais experiente. Achava que o moreno era um completo virgem inocente, mas começava a ter suas dúvidas. O loiro sentiu o próprio pré-gozo começando a melar sua mão, ajudando nos movimentos, deixando-os mais molhados e escorregadios, extremamente excitantes, tanto que teve que enfiar a boca no pescoço alheio para conter o gemido abusado que tentou escapar de seus lábios, gemido indecente que chamaria pelo nome do outro, vergonhosamente.
Parecia que o coração de Sanji ia explodir de tanto tesão, ou talvez aquilo fosse apenas seu corpo desesperado sem saber como reagir aos toques do cara com quem tanto desejou aquilo. Sua mente não entendia o motivo do outro não o parar ou afastá-lo, porém estava muito focado em outras coisas para dar ouvidos à sua mente idiota.
Zoro só conseguia pensar que estava totalmente enganado sobre querer se livrar de sua ereção rápido. Ele queria que aquele momento durasse para sempre, que o prazer que sentia enquanto o loiro se movimentava junto a seu pau nunca acabasse.
Não estava esperando por nada daquilo, era literalmente como se uma de suas fantasias tivesse se tornado real bem na frente de seus olhos. Era tudo tão rápido e ele apenas deixava o amigo fazer o que bem entendesse, ainda estupefato pela progressão das coisas e sem entender direito o que porra Sanji estava fazendo. Porque a reação normal de alguém ao ver um amigo se masturbando seria fingir que não viu nada ou rir de seu constrangimento. Talvez não houvesse muito o que entender, Sanji era um pervertido e gostava de sexo, então provavelmente não perdia nenhuma oportunidade. Não que Zoro estivesse reclamando.
A mão de Sanji era extremamente hábil para tudo, cozinhar por exemplo como Zoro já sabia, mas nunca havia imaginado o quão bom seria ter outra mão realizando os movimentos que ele próprio costumava fazer. Sanji o apertava com a pressão certa, na velocidade perfeita para deixá-lo ofegante, e a ereção igualmente dura e escorrendo se movia contra a sua freneticamente, fazendo Zoro achar que não duraria muito tempo se continuassem assim.
Pela forma como o loiro se movia talvez estivessem na mesma situação, e o beijo súbito em seu pescoço confirmava isso. Zoro não conseguiu evitar o gemido baixo que escapou de sua garganta ao sentir a boca do loiro em si, não sabia que era sensível no pescoço simplesmente porque obviamente ninguém nunca havia testado antes. Depois de tanto tempo sendo abusado passivamente, ele finalmente encostou em Sanji, levando suas mãos à sua cintura, desesperado por ter onde se apoiar e não se contendo com as sensações que sentia. As mãos grandes apertavam o corpo menor do outro como se fosse quebrá-lo.
Toda aquela situação era insana. Os movimentos que Sanji fazia com o quadril, os dois paus se esfregando daquela forma tão intensa, o toque de Zoro em seu corpo, tudo parecia perfeito. Sentir as mãos do outro em sua cintura o deixava mais seguro de que aquela era a coisa certa a ser feita, estavam em uma situação muito constrangedora para dois amigos, e tudo se tornou pior quando Zoro gemeu.
Zoro havia gemido e o loiro praticamente paralisara naquele instante. Zoro estava gemendo! Aquele som se repetia milhões de vezes em seus ouvidos, como em um looping sem fim. Zoro gemendo, ele definitivamente já podia morrer. O gemido dele era tão constrangedor e vergonhoso que Sanji desejou poder fazê-lo gemer mais, mais alto, mais vezes. De supetão, Sanji parou com os movimentos e Zoro tirou rapidamente suas mãos dele em resposta, achando que pudesse ter feito algo errado, ou que o outro não queria que tocasse em si. Sanji saiu lentamente de seu colo, deixando seu pau carente e solitário, e se posicionou de outra forma, encarando o rosto de Zoro. Entretanto, o loiro não olhava para si com repulsa, o que via no olho verde ainda era desejo, talvez maior do que antes.
Novamente, sem deixar sua mente raciocinar, o loiro se movera, parando no meio das pernas do outro. Olhou profundamente nos olhos azuis, vendo o mesmo desejo que havia nos seus verdes e com a certeza que aquilo era o que o outro queria, Sanji sorriu e beijou a glande do maior.
Desde o dia em que se conheceram ele imaginou esse momento, graças ao hábito obsceno do loiro, e isso foi o que despertou nele um desejo que nunca teve antes. Desse tempo pra cá era a coisa que ele mais desejava, pensava tanto nisso que era ridículo, e mais ridículo ainda era o quão fácil era gozar com isso em mente. Mesmo assim, nenhuma de suas imaginações jamais iria se comparar ao que o loiro estava fazendo consigo, seu cérebro não teria nunca a capacidade de criar algo que chegasse aos pés disso.
Quando o loiro deu o primeiro beijo em sua glande, parecia que ela iria derreter naquela boca tão quente. Os movimentos que ele fazia ao redor dela fizeram Zoro revirar os olhos sem querer e se conter para não gemer de novo, aquela língua era a melhor coisa do universo e acariciava sua glande com desenvoltura e precisão.
Após o beijo, o loiro começou a passar a língua em movimentos circulares, sempre voltando-a para a boca para sentir o gosto do moreno. Estava sentindo o gosto do cara que amava e era surpreendente melhor do que imaginava, um gosto totalmente diferente de todas as coisas que já colocara na boca. O pré-gozo do moreno era delicioso. Ele passou a língua outras vezes, e em uma única vez fechou os lábios na glande, sentindo o tamanho em sua boca. Sabia como fazer aquilo, tinha muita experiência visual devido aos filmes pornôs e até mesmo suas próprias experiências sexuais, o único problema era que nunca havia realmente colocado um pau na boca. Precisava relaxar ou não conseguiria continuar.
Sentiu seu próprio pau pulsando e pensou em tocá-lo, mas, no mesmo instante, lembrou-se de seus desejos mais pervertidos e que se continuassem teria que estar preparado. Então como se fosse algo normal, Sanji começou a lamber os próprios dedos, enchendo-os de saliva que nem mesmo ele sabia de onde saia.
Sanji interrompeu os movimentos com a boca para se tocar por trás, mas Zoro sequer notou o que ele estava fazendo, estava muito concentrado em seu rosto corado e seus lábios melados com seu próprio pré-gozo para olhar em outra direção. Seu pau pulsava sozinho, como se estivesse implorando por Sanji, e era ridículo. Parecia que Zoro não tinha controle nenhum sobre si, como se estivesse completamente à mercê do loiro. O maldito ainda sorria para ele, plenamente ciente do que estava causando em si, fazendo Zoro ficar mais envergonhado ainda de sua situação entregue.
Sanji então posicionou-se de forma que conseguiria tocar-se por trás e chupar Zoro ao mesmo tempo, e levou a mão até sua entrada, acariciando-a lentamente até perceber que estava molhado o suficiente por fora, para forçar um dedo em seu cuzinho virgem, sentindo-o entrar com mais facilidade do que imaginava. Brincar quase diariamente com aquela parte de seu corpo estava sendo bem útil.
Enquanto se tocava, alargando sua entrada com um e depois dois dedos, o pau de Zoro pulsava próximo de sua boca, movendo-se sozinho. Sanji sorria pervertido, era uma visão linda e queria guardar em sua mente para sempre. Sem hesitar, sentindo-se mais relaxado e confiante, voltou a lamber a glande do outro, dessa vez deslizando a língua para baixo, passando por toda a extensão do membro, chegando a lamber até mesmo seus testículos macios e se demorando alguns segundos a mais ali como se tivesse gostado muito daquela textura em sua língua, as bolas de Zoro eram deliciosas, assim como todo o resto.
Prontamente, o loiro voltou a abusar do seu pau, dessa vez descendo pelo resto do comprimento e pausando para lamber suas bolas, já bastante sensíveis pela vontade de gozar. Aquela era outra parte praticamente intocada do corpo de Zoro e ele mordeu a língua para evitar soltar algum xingamento em forma de gemido. Não esperava por isso e na verdade nunca tinha pensado nessa possibilidade em sua mente pouco fértil e inocente, mas era tão bom que queria que tivesse durado mais que alguns segundos.
Logo Sanji voltou a focar em seu pau, entretanto, aparentemente cansou de torturá-lo com pequenas lambidas e beijos e ao invés de apenas lamber colocou a extensão dentro de sua boca. Sanji acabava de descobrir o quanto amava aquele pau. Chupar Zoro, vê-lo desesperado pelo prazer e tão entregue, era a melhor visão que existia. O pau grosso pulsava com força em sua boquinha e ele delirava, como um simples boquete podia ser tão delicioso? Poderia ficar ali se esbaldando com aquele pau grande o resto de sua vida.
Quando ele abocanhou por completo o membro molhado, sentiu o gosto mais forte em sua boca e era o melhor gosto, realmente. Começou a imitar movimentos que amava que fizessem nele, que amava assistir em pornôs, tudo para enlouquecer seu amante por completo.
Os dedos em seu cu eram forçados com vontade, conseguindo meter dois dedos longos por completo em si. Era delicioso. Seu pau escorria pré-gozo, sujando o lençol da cama, mas não era em tanta abundância quanto escorria saliva da sua boca conforme fazia os movimentos rápidos e molhados. Ele gemia em meio ao boquete e quando o pau escapava de sua boca, desesperadamente, já voltava a meter o mais fundo que conseguia, fazendo aquela rola deliciosa sentir o calor exagerado de sua boca, sentir sua fome. A língua brincava com toda extensão, sentindo as veias pulsarem em sua boca e caralho como aquela sensação era boa. Quantas vezes não pensou em mamar aquele pau daquela forma? Quantas vezes não pensou em sentir o pau pulsando em seu cuzinho apertado enquanto era fodido? Sanji nunca achou que gostaria de homens e muito menos que chuparia um pau ou desejaria ser fodido com tanta vontade, mas aparentemente aquele desejo fora muito bem despertado ao conhecer Zoro.
Pelo menos no início o cozinheiro estava fazendo tudo muito lentamente, Zoro não sabia ao certo se era porque Sanji estava se acostumando com aquela ação ou porque estava apenas o provocando. De qualquer maneira, era bom porque ele sabia que por mais que aquela visão fosse fantástica e os movimentos lentos e melados fossem deliciosos, ele conseguiria aguentar naquele ritmo sem gozar nos primeiros segundos, igual um virgem patético. Bom, ele era virgem, mas isso não vinha ao caso.
Porém, quando o loiro começou a aumentar um pouco a velocidade e manter um ritmo constante, Zoro sabia que já era. Já havia sido interrompido quando estava prestes a gozar duas vezes e a rapidez com que Sanji se movimentava ao redor de si era demais. Ver seu pau escapando daqueles lábios e entrando novamente dentro da boca safada do outro fazia o cérebro de Zoro entrar em curto circuito. Ele sentiu seu orgasmo muito próximo e, sem tempo de avisar, tirou rapidamente seu pau da boca do outro em pânico, não sabendo se o outro apreciaria receber seu gozo direto em sua boca. Entretanto, assim que se retirou de dentro da boca de Sanji, acabou gozando quase imediatamente, os xingamentos escapando entre suspiros enquanto gozava no rosto do amigo.
Porra, não sabia decifrar a reação do outro, mas com certeza levaria um chute nas bolas por isso. A sobrancelha dele estava levantada, seu olho surpreso e a boca ainda aberta. O resultado do seu orgasmo sujava todo o rosto de Sanji, inclusive sua boca e Zoro começou a não se sentir mais tão culpado assim. Não se considerava pervertido, mas com essa visão absurdamente linda ele poderia ter outra ereção fácil.
