MoonWiccan: Fico louca de alegria por seu amor pela fic, trouxe novamente Itachi carinhoso e possessivo, seu desejo foi anotado trarei capítulos maiores. E a reação de Sasuke ficará para o próximo, mas a de Naruto você descobrirá agora mesmo! Haha mil beijos
sakurastan: Sou imensamente grata por amar e acompanhar a história com tanto apego! É isso que pretendo em minha escrita, fazer vocês sentirem um pouco de toda aquela paixão, obsessão e desejo que sentem um pelo o outro e o quão são atraídos, fico feliz e com sentimento de dever cumprido haha, amei o carinho em dizer "autora-chan" muito obrigado.
Capítulo 37: Relato
A luz do sol acordou Sakura na manhã seguinte, mantendo os olhos fechados por causa da claridade, a rosada se espreguiçou, sentindo-se bem descansada e extremamente confortável.
Ao perceber subidamente o vazio ao seu lado, ela se sentou depressa e olhou em volta com desespero, o coração disparou agitado. Mil possibilidades balançando sua mente, como se um alerta soasse em seu interior.
Um gosto amargo preencheu a boca quando o medo a atingiu, lento e voraz. Ele teria a deixado? Só o pensamento trouxe lágrimas aos olhos, e ela lutou contra elas.
Foi quando o cheiro inconfundível de ovos encheu suas narinas que Sakura voltou a respirar, ela piscou, sacudindo os pensamentos sombrios e correu até a cozinha, se deparando com Itachi organizando a mesa de café.
Seus olhos se iluminaram e ela o abraçou por trás, inalando seu cheiro, sentindo o calor de seu corpo.. seu coração se acalmando aos poucos.
Itachi levantou a sobrancelha com curiosidade, sorrindo de canto. Ele a virou de frente para si, colocando uma mecha rosa atrás da orelha delicadamente.
— Com fome? Ele indagou.
— Muita! Sakura confessou sorrindo.
Sentindo-se faminta, a rosada atacou os alimentos com prazer, tudo estava impecável e saboroso. Itachi terminara, e a observava com um meio sorriso.
— O que foi? Sakura perguntou curiosa.
— Nada, você come com tanto entusiasmo que é agradável de assistir. O sorriso dele aumentou.
A rosada corou ligeiramente, até que algo a ocorreu e borbulhou em seu ventre quando veio a tona.
— Bom, o que posso dizer? Você devia ver sua cara ao comer dango. Sakura sorriu de volta e levantou-se da cadeira.
O sorriso deixou o rosto dele, suas sobrancelhas escuras franziram dando um ar de mau em sua feição. Ela se apressou em fugir dali, quando em um movimento brusco ele estava a sua frente, olhos semicerrados.
Sakura segurou o riso o quanto pôde, mas não aguentou e deixou escapar, ganhando um olhar zangado em resposta. Era um momento tão bom quanto qualquer outro.
Itachi a pegou e jogou por cima do ombro, apertando fortemente a carne em sua coxa. Sakura se mexia dando risadinhas, tentando se soltar, até que uma dor crepitante queimou a curva do bumbum e um som seco e oco estalou no ar.
— Quieta. Itachi exigiu bruto.
Sakura parou, com a respiração acelerada, sentindo a bunda queimar e o rosto esquentar.
Antes que tivesse a chance de se preparar, veio outro tapa igualmente intenso, fazendo a carne pinicar. Ela gritou de susto, automaticamente tentando escapar, mas mãos fortes a imobilizaram.
— Retiro o que disse! Sakura suplicou.
— Hn. Ele a desceu suavemente, percorrendo a mão por toda ela.
Naquela posição, Sakura estava quase no nível dos olhos dele. Inclinando-se para frente, ele pressionou os dentes de leve onde havia a minúscula cicatriz que fizera no pescoço. A rosada estremeceu com a sensação, sentindo arrepios surgindo no corpo inteiro.
Satisfeito com a reação, Itachi recuou, ganhando um olhar de descrença.
— Isso é golpe baixo. Sakura disse entre dentes.
— O que? Ele se fez de desentendido, ajustando sua longa capa.
— Ok, obrigada pela comida. Vou trocar de roupa e ver se precisam de minha ajuda, tudo está se reconstruindo tão rápido. Ela disse com ânimo.
— Vou me encontrar com Kisame, tenho assuntos pendentes a resolver. Itachi declarou sério.
— Tudo bem, mande oi por mim. Sakura disse antes de vê-lo sumir de vista.
Vestindo a roupa padrão de Konoha, Sakura saiu, caminhando pela aldeia se sentindo revigorada. O progresso de reconstrução estava a todo vapor, continuou em frente até surgir em sua linha de visão um grande centro de socorro, com tendas grandes e leitos não muito ocupados.
Shizune a avistou depressa, vindo ofegante em sua direção.
— Sakura, que bom veio, preciso que deixe tudo em ordem por aqui. A morena disse entregando um prontuário.
— Certo. Sakura a avaliou, pela forma natural que a tratava certamente ainda não conhecia a verdade, a rosada indagou quando a Godaime anunciaria..
Observando Shizune se afastar a rosada se recompôs, dando ordens as duas enfermeiras presentes a irem em busca de ervas medicinais, assim como organizou uma fila dupla para atendimento. Ela foi ágil com suas mãos "milagrosas" como fora chamado por uma criança que deixou de sentir dor.
Os tecidos da tenda fora puxados com agitação enquanto Ino adentrava com euforia.
— Testa, hoje foi marcado a noite de encontro de times, como naquela época, você vem não é? Ela se aproximou sorrindo, o longo rabo de cavalo descendo graciosamente pelas costas.
Sakura levou o dedo a boca um tanto pensativa, na verdade ela precisava de um pouco de distração.
— Conte com isso. Ela respondeu sincera.
— Ótimo, você precisa de um vestido e já sei qual cabe perfeitamente. Ino deu um sorriso malicioso.
— Nada disso, seus vestidos são um pouco... A rosada fez uma pausa procurando a palavra certa. — Amostra.
— Deixe disso, não quero vê-la com sua roupa shinobi padrão entendeu? Vamos Sakura, é uma pequena festa. Ino soou tentando convencê-la.
— Tudo bem, mas sem decotes. Sakura se deu por vencida.
Ino deu um grito agudo abraçando-a em comemoração, elas acertaram o horário e conversaram banalidades. A loira se despediu com a garantia de um vestido novo.
Passando os olhos pelo prontuário a rosada topou com um nome familiar.. Kasemaru. Onde ela ouviu esse nome? Apertando as sobrancelhas ela se forçou a lembrar, quando uma pequena sombra se fez presente acima dela e seus olhos dispararam no intruso.
A sua frente, a própria, com um olhar selvagem, cabelos roxos compridos um tanto rebeldes, os braços cruzados e cara de poucos amigos. Sakura a analisou devagar, tomando cuidado para não demonstrar emoção pelo que leu em relação a garota a sua frente.
— Possa ajudar? Sua voz soou calma.
— Consulta de rotina. Kasemaru a sondava atenta, retraída, sentia-se tensa.
— Certo. Sakura se aproximou, tocando-a suavemente com o brilho em mãos.
Ela permaneceu rígida, com um olhar estranho, como se algo a incomodasse, foi quando perguntou baixo o suficiente para que apenas Sakura pudesse ouvir.
— Você não tem medo? Seus olhos roxos muito escuros a examinavam.
— Porque teria? Sakura devolveu a pergunta.
Vendo que sua tentativa de intimidação falhou, ela bufou em desagrado.
— Os outros tinham, eu poderia sentir o cheiro. Ela disse, não ganhando nenhuma reação da rosada.
— As pessoas têm medo do que não conhecem. Sakura disse no momento em que tocou o ponto em seu ombro, não era visível, mas estava lá. A marca da maldição.
Kasemaru recuou ao toque em um arranque, seus olhos soltavam faíscas.
— Está sob controle, você não tem com o que se preocupar. Sakura a olhou séria.
Vendo a maneira que aquela kunoichi a olhava e lembrar do que viu no campo de batalha, a maneira que tirou a vida de dezenas de shinobis e levou uma montanha abaixo.. um sorriso curvou seus lábios, ela a lembrava a líder de Konoha.
Kasemaru grunhiu em concordância, virando as costas para se retirar, tendo em mente quão curiosa era a mulher de cabelos rosas.
— Arigatou... por ter me encontrado naquela noite. Sakura disse firme.
Ela parou em seus pés, dando um olhar por cima do ombro.
— Kiba te encontrou. Kasemaru mentiu.
— Ele não, eu diria que foi Akamaru. Sakura gargalhou, vibrando internamente ao ver o rosto da garota se iluminar.
— Bom, ele também. Ela disse com um sorriso.
— Não tivemos a chance de nos conhecer decentemente, hoje vai ter uma reunião, eu gostaria que estivesse presente. Sakura convidou com esperança.
— Não sei, preciso ir. Ela se afastou com um olhar distante, desaparecendo no horizonte.
A rosada respirou fundo, sentindo tristeza por tudo que Kasemaru viveu.
A tarde caía depressa, a rosada se via ansiosa e com um bolo na garganta, e sabia exatamente porque. Seria a oportunidade perfeita de contar tudo à Naruto, só de imaginar seu coração batia descompassado, as mãos suavam, e ela fechou os olhos tentando se conter. Vai dar tudo certo Sakura. Era seu mantra.
Em frente ao espelho ela se olhou com admiração, a pele estava radiante e os olhos incomumente brilhantes, o vestido verde claro caiu perfeitamente, era semelhante a um vestido de kunoichi que caberia discretamente equipamentos ninjas. As costas ficavam pouco a mostra, com um ar elegante.
Dando um último olhar na hora, Sakura prendeu a respiração e mordeu o lábio, indo em direção ao único bar que ficou parcialmente de pé após o ataque.
Por sorte a rosada chegara ao mesmo tempo que o trio Ino-Shika-Cho.
A loira em um belíssimo vestido azul, acompanhada pelos rapazes, logo abriu um sorriso radiante ao ver Sakura. A rosada foi recebida por um pequeno olhar acusador de Shikamaru, como se ainda tivessem uma conversa pendente.
"Quem ele pensa que é, Shannaro. Quando se está apaixonado pela princesa da areia com quem tivemos desavenças no passado." Sakura devolveu o olhar um tanto irritada, por sua vez, o herdeiro Nara enfiou as mãos no bolso e murmurou para si mesmo.
Tão logo foram adentrando e ocupando o pequeno espaço do estabelecimento. Ino havia pedido uma rodada de Saquê, e Chouji se apressou em pedir petiscos. Sakura podia sentir o nervosismo penetrar em seu interior toda vez que a porta era aberta, fazendo os pequenos sinos soarem.
Dessa vez era Kiba caminhando até eles com Kasemaru ao seu lado. Sakura sorriu e acenou, vendo-a corar levemente envergonhada. Aos poucos todos estavam lá, Hinata, Neji e Tenten, Lee, Shino, Sai. Menos Naruto.
Como se o atraísse com a força do pensamento, ele apareceu, com aquela onda de energia que espalhava onde quer que fosse. Sakura virou toda garrafa de uma só vez, sentindo o coração bater na garganta.
Naruto tinha um sorriso largo, gritando um alto "Ei pessoal", quando se aproximava. Ele deu um suave toque nos lábios de Hinata, ganhando um arranhar de garganta raivoso de Neji, o que fez todos sorrirem.
Quando seus olhos se encontraram, Sakura engoliu em seco.
— Sakura, você está incrível! Ele se sentou de frente a ela.
A rosada sorriu, um tanto nervosa, principalmente por sentir o olhar insistente de Shikamaru.
Logo a conversa fluiu animosamente e Sakura relaxou, Naruto estava concentrado em brigar com Chouji pela escolha da comida, e todos pareciam distraídos. Sakura voltou sua atenção a Kasemaru e iniciou uma conversa, sentindo simpatia imediata com a garota, que frequentemente trocava palavras de atrito com Kiba.
Um sentimento de nostalgia a atacou e a rosada sorriu, todos levantando o copo para mais uma rodada de saquê. Menos Hinata, Tenten e Lee que preferiram algo sem licor.
A conversa rolou solta, assim como a bagunça e implicância dos meninos, com Lee a todo tempo propondo uma disputa. Em determinado momento todos pareciam se esparramar, sobrando apenas Naruto e ela a sós na mesa.
"Vamos Sakura, tem de ser agora." Ela se encorajou, mordendo a língua.
— Naruto... Itachi e eu. Ela sussurrou baixinho.
Ele não parecia prestar atenção, levando a garrafa de saquê preguiçosamente a boca.
Irritada, Sakura franziu o cenho e apertou os punhos com força.
— Itachi e eu estamos juntos! Ela despejou de uma só vez.
Naruto fez a única coisa que poderia dada as circunstâncias. Ele cuspiu todo saquê de volta ao chão.
— NANI? O grito dele ressoou pelo bar, ganhando a atenção de todos.
Naruto se levantou em um salto, olhos fulminantes fixos na rosada. A senhora de meia idade os encarou feio, vendo a bagunça causada.
— Gomen. Sakura se desculpou rapidamente, sentindo o rosto esquentar. — Fale baixo. Ela o pegou pelo colarinho e o forçou a se sentar.
— Como assim Itachi? Eu não consigo entender, e Sasuke... Oh não, Sasuke, ele sabe disso? Naruto estava agitado, inquieto.
— Não, ninguém sabe exceto a Godaime. Sakura falou baixo, olhando ao redor.
— E ela não fez nada? Naruto se alterou.
— Não há o que fazer! Sakura o repreendeu.
Ino escolheu aquele momento para retornar com uma garrafa de saquê diferenciada, com essência de mel.
— O que foi? Ino indagou vendo o olhar furioso de Naruto, enquanto colocava duas garrafas na mesa.
— Você acredit... Ele foi interrompido por um garrafa sendo empurrada em sua boca, obrigando-o a beber o forte licor de mel.
— Nada, você sabe, é só Naruto e nossas brigas bobas. Sakura falou rapidamente torcendo para soar convincente.
Ino semicerrou os olhos desconfiada, até que soltou uma risada e se moveu até seu time.
— Você enlouqueceu? Naruto disse raivoso, sentindo o calor subir ao rosto.
— É a minha escolha. Havia fogo em seus olhos.
Naruto estava a ponto de explodir, ela viu em seus olhos.
— Onde ele está? Sua voz grossa e raivosa a atingiu.
Sakura desviou o olhar em silêncio.
Algo como brasa brilhou em seus olhos azuis quando a realização o atingiu.
— Está em sua casa, não é? Foi uma acusação clara.
— Naruto... Sakura sentiu o coração acelerar.
Ele se levantou de imediato, sendo barrado por Sakura que se lançou a sua frente.
— Pare com isso. Ela exigiu colocando as mãos no peito dele como uma barreira.
A expressão no olhar dele não deixava dúvidas do que pretendia. Em questão de segundos ele a moveu para o lado, mas Sakura continuou firme em seu caminho, e ao virar-se e pega-lo pelo braço, um familiar puf foi ouvido, diante de seus olhos Naruto desapareceu em uma nuvem de fumaça, e a última coisa que ela viu foi o verdadeiro atravessar a porta como um furacão.
— Naruto! Espera! Baka. Sakura gritou no fundo.
Mas já era tarde, foi tudo muito rápido, e em um borrão ele partiu.
Naruto não viu nada pela frente, ele sequer se deu conta do quão rápido chegou a pequena casa de madeira, suas batidas foram agressivas e os pêlos de seu corpo arrepiaram em antecedência.
Silêncio. Aquilo o deixou mais furioso, testou a maçaneta e cedeu, empurrou-a e entrou, batendo à porta atrás de si.
Itachi estava sentado no sofá calmamente, seu olhar vazio de emoção o encarou como farpas.
— Itachi Uchiha. Naruto rosnou.
— Jinchuuriki. Itachi usou a palavra propositalmente, vendo o controle escapar do loiro aos poucos.
— O que você fez com a Sakura? Ele exigiu se aproximando, exalando o chakra obscuro da Kyuubi.
Itachi sorriu cínico, se erguendo devagar.
— A fiz minha mulher. Seus olhos se tornaram selvagens, possessivos.
Naruto estava surpreso, com a respiração agitada. Seu rosto ficou vermelho de raiva quando soltou uma série de maldições.
— Não me tente. Itachi disse com uma expressão de frieza que estava longe de sentir, seu chakra vazou de si e preencheu toda a sala, tão escuro e inumano que paralisava todos os sentidos.
E Naruto sentiu isso, infiltrando em seus poros com uma força de poder tremenda, mas ele não recuou, inclinando a cabeça em desafio.
— Naruto! Pare com isso. O grito de Sakura os envolveu, quando invadiu o local e o puxou para trás em um arranque. — O que deu em você? Ela o cutucou no peito com força.
O loiro bufou irritado, cruzando os braços em desagrado.
— Ele te colocou em um genjutsu? É isso? Ele se recusava acreditar.
— Não, Naruto... Sakura murmurou cansada. — Eu sei que é complicado mas você vai entender, Itachi não é o que você pensa que é.
A confusão era evidente em seu rosto, mas então seus traços tornaram-se duros e sua voz rouca ressoou entre eles.
— Eu não quero entender. Naruto deu um último olhar a Sakura, a mágoa evidente em seus olhos azuis cristalinos, apertando os dentes ele se foi, passando pela porta aberta.
— Kuso... A rosada suspirou em derrota.
O clima ao redor era pesado, os olhos profundos de Itachi fez com que seu coração martelasse no peito.
Ele sorriu pra ela. Aquele sorriso de anjo caído, sombrio e sedutor ao mesmo tempo.
Itachi parou a sua frente, sério e irado, sem disfarçar.
— Quer me provocar, Sakura? Perguntou sendo bem direto, a ira pulsando dentre dele junto a luxúria.
Seus olhos ônix vagaram pelo vestido e seu maxilar se apertou.
— Porquê? Eu consegui? Ela reagiu, atrevida.
Algo brilho nos olhos quando se aproximou dela e tirou-lhe o vestido, prendendo-a na parede possessivamente. Antes que pudesse se recuperar, ele começou a beija-la intensamente.
Começando com os lábios dela, a boca quente desceu pelo rosto e pelo pescoço, pairando ligeiramente sobre a junção sensível com o ombro e fazendo com que ela estremecesse.
Subitamente, ela sentiu uma dor aguda breve e Sakura percebeu que ele a mordera. Ela arquejou em choque, mas antes que conseguisse sentir a segunda onda de dor, ela sentiu algo dentro de si. A chama intensa, o desejo dele se misturando ao dela como uma essência única, um vínculo inquebrável.
Cada músculo do corpo dela se contraiu e imediatamente relaxou. A pele parecia ter sido incendiada por dentro. Não conseguiu pensar em mais nada, com o corpo inteiro concentrado apenas na sensação da boca de Itachi no pescoço e a sensação do corpo dele entrando no dela em uma investida poderosa.
O restante da noite se passou em um borrão de sentimentos e imagens. Ela estava vagamente consciente de que chegara ao clímax repetidamente, com os sentidos aguçados a um nível extraordinário. Ela se sentia como se estivesse flutuando em um oceano quente, com as águas acariciando-lhe a pele e banhando-lhe.
Talvez tivessem passados horas, a rosada não sabia e não se importava. Em algum momento, a voz desapareceu devido aos gritos constantes. A paixão dele era incansável, em um ritmo selvagem, até que ela não era nada além de pura sensação.
