Tirem as crianças da sala porque hoje o capítulo é pros adultos, rsrsrsrs. Espero que gostem.
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Ardendo no fogo (mas não) do inferno
▬ Bella ▬
Eu estava completamente inebriada pelo desejo, prazer e excitação. Estávamos com roupa demais e eu as queria de menos. Só tinha uma conclusão em minha mente: Tenho que me livrar dessas malditas roupas em meu caminho.
Edward parecia ter os pensamentos em sintonia com os meus pois levou as mãos para minha costa em busca do fecho do sutiã.
— Mas que merda – ele esbravejou irritado – Como tira essa porcaria?
— O fecho é na frente – falei quando eu mesma abri meu sutiã.
O empurrei para longe e me livrei do restante das minhas roupas, eram incômodas e eu não precisaria delas. Edward fez o mesmo se livrando as suas peças ficando apenas com sua cueca.
Meus olhos captaram algo que eu ainda não havia percebido da primeira vez: o caminho de pelos que começava em seu umbigo e desaparecia por dentro de sua cueca. É oficial, eu estou ainda mais excitada. Edward se ajoelhou a minha frente e sem avisos pegou uma de minhas pernas a apoiando em seu ombro.
Ele lambeu os lábios e em seguida distribuiu beijos na parte interior da minha coxa, ele não tinha pressa em seus movimentos, beijou meu sexo passando apenas a ponta da língua no local. Gemi em expectativa e frustração.
— Vai ficar me torturando? – praticamente rosnei.
— Você merece – falou pacientemente – Não tem sido uma boa garota.
FODA-SE.
— Você não é palhaço. Para de graça Edward – pedi impaciente – Me chupa antes que eu te chute.
— Vai continuar sendo uma menina má? Assim vou ter que te punir mais um pouco – provocou.
Mordi a língua pra não dar uma resposta bem mal educada e não piorar ainda mais minha situação.
— Boa garota – falou com um sorriso convencido.
Eu só não dou na cara dele porque preciso que ele abuse do meu corpo.
Como que para me provocar, ele passou a língua devagar por toda extensão do meu sexo, o contato da sua língua quente me fez abafar um grito e mexer meu quadril com a sensação. Edward afundou a língua em meu sexo me fazendo suspirar alto e agarrar seu cabelo com força, sua língua circulava meu clitóris provocando meu nervo inchado, ele queria me levar a borda e estava conseguindo, com pouquíssimos toques ele estava conseguindo.
Ele usou os dedos para separar os grandes lábios e logo senti minha entrada ser invadida pela sua língua experiente, rebolei em sua boca como uma louca ensandecida, se eu gritava ou se gemia não sei, não quero saber e não me importava. Ele me penetrou com dois dedos enquanto sua boca provocava meu clitóris, chupando e mordiscando. Empurrava seus dedos em mim forte e rápido, não demorou até eu sentir a conhecida sensação de formigamento e pressão no ventre tomarem conta do meu corpo.
Rebolei ainda mais apertando seu rosto contra meu sexo, ele sabia que eu não duraria muito e intensificou os movimentos com os dedos e com a língua em mim. Foi tudo muito intenso, meu corpo foi tomado pela sensação do violento orgasmo que eu acabei de ter e ele não desperdiçou uma gota se quer do meu prazer.
Pernas pra que te quero. Se Edward não estivesse me segurando pela cintura com força, agora eu com certeza estaria estirada no chão agora.
— Você não sabe o quanto é deliciosa.
— Então vamos descobrir – respondi o agarrando pelo cabelo fazendo com que ele se colocasse de pé.
Edward colou seu corpo no meu tomando meus lábios em um beijo voraz, meu gosto em seus lábios estranhamente me fez sentir mais sedenta por ele. Enrosquei meus braços ao redor do seu pescoço. Suas mãos apertaram meus seios com força me fazendo gemer de dor e prazer.
Meu gemido foi sufocado por sua boca em um beijo violento. Um emaranhado de mãos em nossos corpos passeando, explorando e agarrando, deixando marcas para como se estivéssemos em uma competição, não sei se estávamos brigando ou se pegando, acho que era um pouco dos dois. Eu era puro desejo em estado bruto. Arranhei suas costas, queria que ardesse e deixasse marca, queria que doesse, mas isso serviu de estímulo para ele que levou as mãos a minha bunda apertando minha carne com força e trazendo meu corpo para mais perto do seu, gemi alto, dor e prazer andando lado a lado. Pelo visto eu também ficaria marcada, mas não reclamaria, já que estava no inferno, abraçaria o capeta... literalmente.
Passei a mão em seu peito, senti seus músculos sob meus dedos. Não resisti e repeti seus movimentos deslizando minhas mãos até sua bunda durinha a apertando com força. Hmm... gostei da sensação, depois de hoje vai ser difícil não querer apertar essa bunda dele.
— Esse seu cheiro me enlouquece – falou deslizando o nariz pela minha mandíbula até meu pescoço – O gosto da sua pele é muito viciante e convidativo.
Sua boca desceu para meu pescoço trilhando um caminho de beijos molhados em minha pele inflamada, joguei a cabeça para trás não me importando quando ela bateu na parede, estava excitada demais para sentir dor.
Agarrei seu ombro com força quando ele mordiscou meu mamilo me deixando mais molhada do que eu já estava, nem parece que eu acabei de gozar já que meu corpo pedia desesperadamente por ele. Sua mão grande e máscula deslizou pela parte interna da minha coxa percorrendo o caminho até meu sexo onde sua mão brincava me provocando, ele colocou um dedo em minha entrada e em seguida o segundo.
— Molhada e quente como o inferno – falou com a voz rouca – Pronta pra eu me enterrar em você.
Eu estava em chamas e seu corpo no meu eram como gasolina me incendiando por onde sua pele encostava em mim. Sua ereção pressionando meu baixo ventre me fazia desejar por ele. Gemi frustrada quando ele se afastou tirando sua última peça de roupa e indo até sua calça pegando sua carteira e tirando um preservativo de lá. Ele rasgou rapidamente a embalagem que a revestia a colocando em seu membro e se aproximando novamente.
Fiquei observando seus movimentos até meu olhar recair em seu pau, ele com certeza não vai caber em mim e vai fazer estrago. Isso é tudo o que eu quero pra hoje.
— Eu quero te foder – sussurrou em meu ouvido. Gemi um pouco mais ao ouvir sua voz tão próxima de mim e fazendo todos os pelos do meu corpo se eriçarem – Você quer que eu te foda, Isabella? – assenti concordando – O que você quer? – aproximou o ouvido da minha boca – Me fala o que você quer, estou te ouvindo.
— Sim, senhor Cullen— respondi arfante – Quero que você me foda, a noite toda de preferência, até eu não ter mais forças em meu corpo – provoquei.
Eu estava provocando, mas era a mais pura verdade. Ai dele se ousar se cansar depois da primeira rodada. Com certeza vai ter porrada aqui.
— Então eu vou te foder em cada canto desse quarto – sorri maliciosa.
É tudo que eu te peço, meu querido.
Edward suspendeu uma de minhas pernas a colocando ao redor do seu quadril, com uma mão ele me segurava com firmeza pela cintura, alinhou o corpo ao meu e direcionou seu membro a minha entrada impulsionando os quadris para frente e empurrando forte dentro de mim.
Eu podia ouvir o coro de aleluia cantando quando fui preenchida por ele.
Um grito atravessou minha garganta. Dor e puro desejo, é tudo que eu sentia. Fechei os olhos e mordi os lábios para aproveitar melhor a sensação, Edward levou uma mão até minha nuca onde esta se fechou ao redor do meu cabelo o agarrando com força.
— Olha pra mim Isabella – sua voz soou imponente – Quero ver a expressão no seu rosto quando gozar pra mim, entendeu? – assenti concordando.
Abri os olhos devagar vendo um sorriso sacana moldar seu rosto e o verde de seus olhos mais escuros que o habitual. Seus olhos transbordavam luxúria. Tínhamos muitas desavenças e eu sabia que pela manhã tudo voltaria ao normal, mas nesse momento eu mandei todos esses pensamentos pra puta que pariu. Lidaria com isso depois e apenas se eu me desse ao trabalho de pensar nisso.
Edward começou a se mexer dentro de mim em movimentos lentos, calmos e torturantes como o inferno. Em seu rosto eu via a dificuldade que ele tinha pra manter o ritmo lento, meu interior formigava e abraçava seu pau com força. Ambos gememos com a sensação do atrito dos nossos corpos, ninguém nunca me fez sentir tão preenchida e excitada como eu estava me sentindo agora. Ele murmurou algumas palavras ininteligíveis, talvez eu tenho ouvido algum "puta que pariu" ou "caralho", mas não prestei atenção. Mexi meus quadris rebolando em seu pau o incentivando a vir mais forte, ele entendeu bem o que eu queria pois saiu quase completamente de mim empurrando tudo de volta com força fazendo meu corpo saltar com o impacto.
— Porra – gemi sem ar – Isso, assim – joguei minha cabeça pra trás.
Aproveitei que ele me segurava pela coxa e enlacei minha outra perna em seu quadril o trazendo para mais perto, sentindo nossos corpos tremer com o encaixe. Edward me segurou pelas coxas pressionando minhas costas na parede para me dar mais apoio, sem deixar de me foder, ele enfiava lento e profundo, como quem queria me provocar, mantive meu olhar preso ao seu, mordi meu lábio tão forte que quase pude sentir o gosto de sangue em minha boca.
— Você faz uma cara de safada que me dá um puta tesão do caralho – Deus, como eu amo uma boca suja na hora do sexo.
Ele voltou a chupar meus seios, ora um, ora outro, sua língua brincava com meu mamilo rijo e o ar entrava com dificuldade em meus pulmões, respirar era quase uma missão impossível. Eu estava no inferno e o inferno nunca foi tão prazeroso.
Nossos corpos estavam suados e o único barulho que se escutava era dos nossos gemidos que se misturavam no ambiente. O agarrei com mais força pressionando minhas pernas ao seu redor o trazendo para mais para mim e rebolando ainda mais em seu pau. Isso pareceu mexer com seu controle pois ele passou a entrar e sair de mim mais rapidamente, aumentando o ritmo das estocadas.
O som dos seus grunhidos misturado com as sensações da sua boca em meus seios e seu pau socando com força em mim me deixavam cada vez mais excitada. Não demorou muito até que eu me sentisse no ápice do prazer sendo invadida por um orgasmo violento, deixei o desejo fluir por meu corpo tomando conta de cada terminação nervosa em mim.
— Porra – grunhiu entre dentes – Sua boceta apertando meu pau assim... caralho Isabella – ele deu mais duas fortes investidas até o sentir chegar ao orgasmo, derramando seu prazer dentro de mim.
Estávamos ambos suados e ofegantes. Por sorte Edward me segurava, pois eu não teria força nenhuma em minhas pernas. Ele encostou a testa em meu ombro, esperávamos nossas respirações voltarem a normal, eu pelo menos estava a um passo de ter uma crise de asma aqui e é assim que eu soube que o sexo foi espetacular. Eu estava quase literalmente morrendo sem ar.
Nunca tive um orgasmo tão intenso como esse, nunca um sexo foi tão bom como esse. Minto, 'bom' é até uma ofensa, bom era transar com o Jacob ou os caras da faculdade, isso aqui foi uma daquelas fodas em que você fica sem ar, sem chão e sem forças e isso era exatamente o que eu estava precisando. O quarto cheirava a sexo, mas eu não me importava, até gostava. Queria mais é que o cheiro ficasse impregnado no ar.
Edward caminhou comigo em seu colo até a cama, ele me sentou nela e foi até o banheiro do quarto descartando por lá a camisinha. Me joguei de costas na cama, talvez quem se cansasse primeiro fosse eu, Edward fez todo o trabalho e quem estava com as pernas exaustas era eu. Por mais fodas assim, por favor.
— Você acha que já está pronta para a próxima? – assustei-me ao ouvir sua voz.
Ele já estava de volta, completamente nu, sem pudor algum e convenhamos, com o corpo e o pau que esse homem tem, vergonha é tudo que ele realmente não deve sentir.
— Mas já a próxima? – questionei em tom desafiador.
— Se bem me lembro, as exatas palavras que saíram da sua boca foram 'Quero que você me foda, a noite toda de preferência, até eu não ter mais forças em meu corpo' – respondeu no mesmo tom – Estou enganado em alguma palavra, Isabella?
Porra, eu nem gosto quando me chamam de Isabella, mas ouvir meu nome sendo falado de uma forma tão sexy pela sua voz rouca e com ele sem roupa alguma na minha frente realmente me faz repensar eu não gostar de ouvir meu nome.
— Claro – me acomodei melhor na cama apoiando as costas na cabeceira – Você é o chefe aqui. O que faremos?
— Se toque – ordenou com a voz firme e autoritária ao me lançar um olhar desafiador.
Opa, talvez eu tenha sim algum pudor. Me tocar? Ele queria mesmo que eu me masturbasse enquanto ele ficava me olhando? Isso é moralmente permitido? Sempre achei que masturbação fosse algo tão... íntimo. Sabe, é sexo com você mesmo. A parte do 'com você mesmo' acho que já deixa isso bem claro.
— Algum problema com isso? É algum limite que você não cruza? – perguntou.
Ponderei melhor. Se é um limite eu não sei, se tenho algum limite... também não sei. Por que não? Já estou aqui, eu sou super a favor da ideia do 'se vai ficar estranho depois, que jogue tudo pro ar e tenha motivo pra isso'. Vou testar, se eu não gostar eu paro e pronto. Mordi o lábio inferior e balancei a cabeça sinalizando um 'não'.
Abri as pernas lhe dando uma melhor visão, ele pendeu a cabeça pro lado e estreitou os olhos, suas pupilas estavam dilatadas tornando seus olhos mais escuros, ele tinha a boca entreaberta e ao mesmo tempo um sorriso sacana no rosto. Se eu tinha algum pudor, ele simplesmente evaporou sem deixar endereço.
Levei dois dedos a boca os chupando devagar para o provocar, Edward gemeu baixinho, mas audível o suficiente, não sei se por instinto, mas sua mão foi para seu membro o acariciando. Isso me serviu de incentivo.
Levei meus dois dedos ao meu sexo tocando meu clitóris, abafei um gemido ao morder o lábio, mantive o olhar preso ao de Edward. Esfreguei meu nervo inchado, para cima e para baixo, minha mão livre foi para meus seios, os tocando e apertando, eu até conseguia gemer baixo, mas escolhi não me conter. Ouvi um rosnado vindo de Edward, seu olhar era de pura malícia e boy, oh boy, como eu estava adorando cada mísero segundo disso.
Deslizei meus dedos até minha entrada que por estar extremamente molhada, foi ridiculamente fácil entrar, fechei os olhos gemendo mais alto enquanto esfregava meu clitóris com o polegar. Movimentei meus dedos com mais urgência, imitando os movimentos que Edward fizera mais cedo quando tive seu pau dentro de mim, minhas costas se arquearam na cama minha mão livre apertava meu seio com força dando atenção ao meu mamilo intumescido, exatamente como ele fizera mais cedo, eu estava perto e podia sentir.
Edward se aproximou ficando de joelhos na minha frente, segurou minha mão me impedindo de continuar o que fazia, gemi de frustração. Levou meus dedos até sua boca os puxando com vontade, mordi meu lábio tão forte que o gosto de sangue se misturava com o sabor da minha saliva e do meu desejo.
— Não na sua mão, querida, no meu pau – em um movimento rápido, ele nos girou na cama me fazendo ficar por cima – Agora você vem por cima, quero ver seus peitos balançando bem na minha cara.
Ele nem precisou me tocar e eu acho que gozei só de ouvir sua voz rouca e autoritária, Edward realmente é a porra de um chefe. Fiquei tão focada em me dar prazer que não vi quando ele colocou outro preservativo, mas já que ele já estava pronto, então eu também estava.
Edward se sentou na cama e me auxiliou a sentar em seu colo me segurando pelos quadris e me guiando pelo caminho, em seguida, apoiou suas mãos por trás do corpo na cama de modo que ficasse meio sentado.
— Agora é com você, sou todo seu.
— Espero que seja, pois vou sentar em cada centímetro seu, querido.
Segurei seu membro pela base o guiando até minha entrada, em seguida, me apoiei em seu ombro ao deslizar sobre ele, até estar totalmente sentada em seu pau o fazendo rugir alto como um animal ensandecido. Confesso que doeu um pouco, nessa posição parece que ele fica ainda maior, para minha felicidade e desespero. Fiquei um tempo sem me mexer, apenas esperando meu corpo me acostumar com seu tamanho.
Edward percebeu meu leve desconforto e acariciou minha cintura, honestamente, não esperava que ele sorrisse para mim, mas ele sorriu de forma tranquila e isso me passou confiança, uma estranha confiança nele.
— Está te machucando? – mais uma vez me surpreendi, não esperava que ele fosse atencioso.
— Não, só estou esperando meu corpo me acostumar com o tamanho – respondi respirando fundo.
Ele assentiu concordando e continuou a carícia em minha cintura e confesso que isso me ajudou a relaxar. Mexi meus quadris sobre ele, mesmo com o incômodo, continuei forçando, me mexendo até que o desconforto fosse totalmente substituído pelo prazer. Era engraçado como dor e prazer formavam uma linha tênue.
— Isso, mexe assim mesmo – incentivou.
— Oh – um grito escapou pela minha garganta quando senti um tapa em minha bunda – Faz de novo, só que mais forte – pedi.
Ele fez como eu pedi, mais forte, mas não o suficiente para me machucar, apenas para me excitar. E porra, era excitante como o inferno.
Agora seria uma ótima hora do doutor estranho me prender naquele loop temporal que o momento se repetia até a puta que pariu.
Ele apoiou as costas na cabeceira da cama e me ajudou a aumentar o ritmo me segurando pela cintura e impulsionando seus quadris sobre mim enquanto eu cavalgava nele. Nossos gemidos e o barulho do atrito dos nossos corpos eram as únicas coisas audíveis no quarto. Joguei a cabeça para trás fechando os olhos com força quando seus lábios rodearam meu mamilo chupando e prendendo entre seus dentes.
Santo Thor que abençoe a boca e o pau desse homem, mas se ele for usar com outra, pode amaldiçoar e fazer broxar.
— Puta que pariu – gemi agarrando seus cabelos com força e pressionando mais seu rosto com meu seio.
— Você gosta quando eu chupo seu seio – não era uma pergunta, mas eu tinha que responder do mesmo jeito.
— Eu gosto quando me chupa inteira— agarrei seu cabelo puxando pra cima até nossas bocas se encontrarem novamente.
Invadi sua boca com minha língua, explorando cada canto da sua boca, seu hálito era mistura de menta com o meu gosto, era excitante. Suas mãos pressionaram minha cintura com força quando nossas línguas se enroscaram em uma dança sensual, suguei sua língua com afinco, queria sentir mais do seu gosto, não me importei quando meu pulmão começou a queimar eu queria continuar o beijando e o mundo que se explodisse.
Edward desgrudou sua boca da minha distribuindo beijos pela minha bochecha, maxilar, descendo pela minha garganta até chegar em meu colo. Ele investiu em mim com mais força me agarrando pelo quadril, então ele socou forte uma vez dentro de mim e outra e mais outra aumentando o ritmo, ele estava me levando a borda e eu estava no meu limite.
— Edward... – não consegui continuar falando.
Ele que adivinhasse o que eu queria dizer.
— Goza pra mim Isabella – falou em meu ouvido – Quero te ouvir gemer meu nome enquanto goza.
— Hum... Edward – minha voz saiu arrastada por conta do orgasmo que tomava conta do meu corpo enquanto eu arranhava seu peito.
Edward veio em seguida após investir mais algumas vezes em mim.
Deixei meu corpo cair sobre o seu. Eu sei que eu queria continuar com isso a noite toda, mas eu estou destruída e acho que meu parquinho de diversões está quase quebrado. Deus, Edward quebrou meu parquinho de diversões. Mas tá bom, eu aguento fazer isso mais algumas vezes.
Levantei a contragosto e me joguei na cama ao lado de Edward que logo levantou e foi ao banheiro, creio eu que para se limpar e descartar a camisinha usada. Fiquei esperando minha respiração voltar ao normal, aproveitei para pensar em como eram minhas noites de sábado com Jacob, três vezes era o nosso recorde da noite e isso ocorreu apenas duas vezes, sempre parávamos na segunda, será que Edward e eu faríamos mais vezes ou ele já estava cansado? Eu mesma estou destruída.
Isso chega até a ser irônico pois eu sempre reclamava que Jacob logo se cansava e não aguentava muito, agora quem depois da segunda está destruída sou eu e eu nem tô fazendo a maior parte do serviço.
— Bebe um pouco, você está suada e sem ar – Edward me estendia uma garrafa de água mineral que ele pegou do frigobar do quarto.
— Obrigada – agradeci tomando tudo em um gole, só agora percebi que estava com sede – Respira um pouco, vamos já continuar.
O olhei assustada. Meu Deus, esse homem não cansa não? Eu preciso saber qual academia ele frequenta, estou precisando. Estou aqui morrendo sem ar e ele está aí pleno respirando como se o oxigênio não estivesse escasso. Vou por a culpa na asma, é tudo minha asma querendo voltar, tenho certeza.
— Você levou mesmo a sério o que eu falei.
Ele gargalhou deitando ao meu lado.
— Eu nunca brinco quando o assunto é sexo – afirmou.
Desci o olhar para seu membro. Por Deus, já está duro e apontando para mim novamente e nós literalmente acabamos de transar.
— Me diz que isso é puro efeito de viagra – apontei para sua ereção.
Seu olhar acompanhou a direção da minha mão e em seguida voltou para meu rosto, ele tinha uma sobrancelha arqueada e um sorrisinho convencido no rosto.
— Não querida, é tudo eu – piscou sugestivo para mim.
Não é possível.
— Duvida? – perguntou se erguendo na cama e cobrindo meu corpo com o seu ficando por cima de mim sem apoiar o peso do seu corpo no meu.
— Acho que preciso que me mostre – provoquei.
— Temos a noite toda pra isso, mas podemos fazer isso agora também – dito isso tomou meus lábios nos seus novamente.
Tenho certeza que pela manhã eu estarei completamente destruída, andando torto e com a boa inchada, mas eu com certeza não me preocuparia com isso agora. É preocupação para outro momento.
Devorei sua boca com a mesma voracidade que ele, era um beijo feroz, recheado de provocação e excitação. Beijar Edward era completamente diferente de qualquer outra pessoa que eu já tenha beijado, não lembro um beijo de ter tantas emoções conflitantes assim e essas emoções se misturavam com as minhas. Uma hora eu queria socar a cara dele e na outra queria me jogar nele e o agarrar nem que fosse a força.
Já me sentia ficando molhada novamente, mas voltando a mim, agora era minha vez de provocar. Arranjei forças aparentemente do cu para nos girar na cama me fazendo ficar por cima, passei meus lábios por toda extensão do seu pescoço, sentindo sua pele quente inflamada pelo desejo. Adorava os gemidos que escapavam por sua garganta e quando algum ficava preso, lambia sua pele até ele gemer.
Desci os beijos e lambidas por seu peito, passando por seu estômago me demorando um pouco mais na lateral da sua cintura crispando meus dentes na pele do local. Edward suspirava forte, sabia que eu também provocava reações em seu corpo, caso contrário, ele não estaria aqui duro esperando por mim. Continuei descendo a boca por seu corpo até chegar em seu pau que parecia implorar pra ter minha boca nele.
Dei meu melhor sorriso safado para ele segurando seu membro pelo comprimento e massageando devagar. Seu pau estava inchado, pulsando de desejo em minha mão, estava louca para senti-lo em minha boca e provar novamente seu gosto. Suas mãos foram para meu cabelo dando a volta nele e os segurando em um rabo de cavalo. A pressão no aperto em meu cabelo aumentou quando o lambi desde a base até sua extensão chupando a glande e a rodeando com a língua, usei minha mão até suas bolas acariciando no mesmo ritmo que chupava seu pau, fazendo movimentos sincronizados entre minha mão e minha boca. Ele rosnou alto jogando a cabeça para trás e seus olhos fechados com força.
— Que boca gostosa como o inferno – rosnou entre dentes.
Dei um sorriso convencido com seu pau ainda em minha boca.
'Eu sei meu querido, eu sei', pensei.
— Não pare... continue – sua voz não passava de um rosnado esganiçado e eu me sentia vitoriosa por conseguir provocar esse tipo de reação nele.
Intensifiquei a velocidade das carícias que fazia com a mão enquanto o colocava tanto quanto possível em minha boca e tirando em seguida, seu corpo arqueava empurrando seu membro contra meus lábios. Podia o sentir latejando em minha boca, quase chegando ao ápice do prazer, mas era minha vez de me vingar.
— Não na minha boca querido— imitei sua fala de mais cedo quando ele me impediu de continuar dando prazer a mim mesma, levantei aproximando meu rosto dele – Na minha boceta – sussurrei em seu ouvido.
Senti quando sua pele se arrepiou. Nada me fazia sentir mais poderosa do que saber que eu também causava esse tipo de reação nele.
Edward se esticou na cama até alcançar o preservativo na cômoda ao lado da cama, rasgando a embalagem com ferocidade e a deslizando por seu membro com pressa.
— Fica de quatro aqui na cama – se ele pediu ou ordenou eu não prestei atenção, me foquei em imediatamente obedecer.
Me posicionei na cama ficando de quatro e empinei minha bunda para ele. Sua mão quente e grande acariciou minha carne para logo em seguida a espalmar em um tapa me fazendo gemer alto. Não me assustei pois internamente torcia para que isso acontecesse. Isso me dá prazer, o mundo que me julgue depois e foda-se.
Edward alinhou seu corpo em minha entrada impulsionando o quadril até estar totalmente dentro de mim, agarrei o lençol com força em minhas mãos, se o coitado do lençol tivesse voz, neste momento ele decerto estaria gritando de dor.
— Desce mais essa parte – tocou em minha costa pressionando de leve até que eu grudasse meu peito na cama – Agora empina mais a bunda – fiz como falou.
— Vem com força – praticamente implorei.
Edward tirou seu membro quase que completamente e em seguida com força e velocidade colocou tudo de novo, fazendo meu corpo quicar na cama e um grito de prazer escapar por meus lábios. Oh porra, assim mesmo. Ele continuou repetindo ele mesmo movimento e eu tinha certeza que estava à beira da insanidade pois ele estava me enlouquecendo.
Eu com certeza não subi ao céu, foi o céu quem desceu e me alcançou porque puta que pariu, não é possível que eu ainda sentisse tanto prazer assim. Eu não conseguia dizer se eu gemia baixo ou gritava, estava completamente imersa no meu próprio prazer, minha mente estava fora de órbita presa em um abismo de sensações deliciosas e excitantes. Eu não estava vendo estrelas, estava vendo a porra de uma galáxia inteira, com direito a estrelas e planetas, estava vendo a própria Via Láctea e um pouco mais.
Edward passou a estocar em mim comais força e velocidade, sem mais provocações, estava excitada demais e precisando de alívio, levei minha mão até meu clitóris o esfregando e dando atenção ao meu nervo inchado. Meus gemidos se tornaram mais constantes e mais audíveis. Já tinha tocado o foda-se a muito tempo, se iria chamar atenção dos outros hóspedes ou não, não me importava. Que a merda desse país inteiro escutasse que Edward e eu estávamos fodendo igual dois coelhos, eu não ligo.
Suas mãos deslizaram por minha costa, incendiando minha pele onde ele tocava, se arrepiando e reagindo ao seu toque. Eu sabia que eu chegaria ao orgasmo em questão de segundos, não duraria mais nada e sentia que Edward estava na mesma situação que eu.
— Edward – falei arfante – Vem rápido, eu vou gozar – pedi em um fio de voz.
Ele fez como pedi, aumentando a velocidade das estocadas, impulsionando seu quadril no meu com força fazendo nossos corpos barulharem alto com o atrito.
Meu corpo foi invadido pela sensação da chegada do ápice do prazer, meu sexo pulsava pressionando o pau de Edward como se quisesse o prender ali, isso fez com que ele viesse em seguida. Seu corpo desabou sobre o meu saindo de dentro de mim em seguida e se jogando ao meu lado na cama.
— Você é gostosa como o inferno – falou ofegante, mas com certeza não tanto quanto eu.
— Eu acho que eu vou morrer – foi a única coisa que consegui falar – Se eu morrer a culpa é sua, mas antes de ser preso, fala pros meus pais que eu os amo – Edward gargalhou alto.
Também queria rir, mas se eu fizesse isso, meu oxigênio iria embora de vez e no momento eu queria manter ele bem preso aos meus pulmões.
— Acho que você me quebrou inteira – deu um tapa com toda força que meu corpo tinha no momento em seu braço quando ele riu – Para de rir, eu tô falando sério. Eu acho que eu tô mesmo toda quebrada.
— Você quer um analgésico?
— Pra que?
— Não sei, se acordar com dor amanhã, se tomar antes de dormir pode ser que acorde melhor – sugeriu.
— Acho uma boa ideia, vou querer quando for dormir – concordei.
— Certo – ele se levantou se sentando na cama em seguida e dando um tapa em minha bunda, dessa vez me surpreendi – Vem, vamos tomar banho, vamos aproveitar que a banheira é grande o suficiente para dois.
Minha boca se abriu em surpresa. Meu Deus, saciar esse homem é tarefa pro Tom Cruise porque é uma verdadeira missão impossível. Parando para avaliar esse pensamento agora, acho melhor manter pra mim mesma, soou estranho, vai que quebra o clima.
Edward estendeu as mãos para mim me ajudando a levantar. Eu estava mesmo toda quebrada. Inferno.
Antes de entrarmos no banheiro, Edward pegou para gente nos armários roupões e toalhas. Ele encheu a banheira com água quente e eu achei uma excelente ideia, ajudaria a relaxar meus músculos e dormir melhor.
— Acho que eu tenho que chamar serviço de quarto pra tocar a roupa de cama – falei enquanto Edward salpicava uns sais de banho na banheira com água – Não quero dormir na cama toda gozada – fiz uma careta.
— Você pode dormir no meu quarto.
— Não, eu prefiro pedir pra virem trocar – me apressei em falar.
Isso já estava ficando íntimo demais, vamos manter intimidade só no sexo mesmo. Claro que isso foi o que eu pensei, achei mais prudente não externalizar.
— Certo, depois vemos isso, ainda não é tão tarde assim – ele entrou na banheira e estendeu a mão para mim – Vem.
Segurei em sua mão entrando na banheira e soltando um gemido de pura satisfação quando meus músculos sentiram o calor da água e o aroma do que quer que Edward tenha salpicado na água. Eu acho que vou é por na bolsa esse sal de banho e levar embora pra Seattle.
Sentei na banheira com as costas colada no peito de Edward, ele passava a esponja de banho por meus braços, meus seios, minha barriga e minhas pernas até onde ele alcançava, a sensação era relaxante demais e ficando relaxada demais, eu acabava ficando excitada demais, ainda mais com sua mão passeando por minha pele.
— Sabe que eu nunca fiz sexo numa banheira? – falei como quem não queria nada demais.
— Já ouviu falar que pra tudo se tem uma primeira vez?
Me vire pra ele grudando meus lábios nos seus. Agora o beijo era mais calmo que os de mais cedo, já não tinha mais tantas emoções conflitantes, mas ainda assim era excitante e acolhedor. Sua mão subiu para minha nuca acariciando o local, envolvi seu pescoço com meus braços me grudando ainda mais nele.
— Acho que agora alguém aprendeu a andar sempre com camisinha – brinquei quando o vi esticando o braço para pegar o preservativo que estava ali próximo.
— Esse é um erro que eu só cometo uma vez – piscou sugestivo para mim.
'Meu querido, esse é um erro que você não devia nem ter cometido', quis comentar, mas mais uma vez tive um surto de bom senso e decidi manter o pensamento apenas para mim. Assim que ele colocou o preservativo, me posicionei sentando em seu colo e enroscando as pernas em seu quadril.
Hotel de gente rica é outro mundo mesmo, a banheira é grande o suficiente para permitir isso. Se fosse a da minha casa, mal ia caber eu e ainda ia ficar apertado.
Edward se movia devagar em mim, não tinha pressa, não tinha provocação, estávamos apenas curtindo o momento e o calor do corpo um do outro.
— Péssima ideia – Edward fez uma careta após tentar chupar meu pescoço e o gosto do sal de banho estar impregnado em minha pele pois ainda não enxaguei.
Dei uma risada alta com sua careta, ele fez uma cara tão fofa que não resisti e beijei a ponta do seu nariz. Ele sorriu como resposta e circundou minha cintura com os braços continuando a se mexer dentro de mim, rebolei em seu membro querendo mais atrito. Edward massageava meus seios brincando com meus mamilos enquanto eu apertava seus ombros com força, não demorou muito para alcançarmos o prazer.
Finalizamos o banho em seguida, Edward me ajudou a secar meu cabelo e assim que eu me vesti, chamamos o serviço de quarto para trocar as roupas de cama.
— Ai meu Deus – escondi o rosto entre as mãos – Tem uma camisinha usada ali no pé da cama e acho que ela já viu, mas está ignorando – sussurrei para Edward que esticou o pescoço para ver do que eu falava.
Quando a camareira chegou, Edward ficou do lado de fora do quarto comigo e disse que iria esperar até que ela terminasse de limpar e eu fosse dormir, já que segundo ele eu o 'expulsei' do meu quarto. Não vou negar, expulsei mesmo e não me arrependo, eu gosto de ter a cama toda só pra mim e essa história de dormir de conchinha não é pra mim... a menos que seja o doutor Estranho, aí eu posso abrir uma exceção... tá bom, eu abriria exceção pro Thor e pro Homem Aranha também, mas não o novo não sou pedófila, o Homem Aranha do Tobey Maguire.
— Acho que ela acabou de achar – falou e arregalei os olhos olhando e vendo a pobre mulher com a maior cara de nojo pegar o objeto com o auxílio de um lápis e o jogar no lixo.
— Ai que vergonha – olhei ao redor em busca de uma janela para me jogar.
— Vem, enquanto ela limpa deixa eu te dar um analgésico – segurou minha mão me levando até seu quarto.
Fiquei olhando pra ele segurar minha mão com essa naturalidade, não vou negar que me incomodou, isso é pessoal demais, mas me convenci que ele apenas pegou em um lugar aleatório do meu corpo.
Ele me entregou um comprimido e uma garrafa de água em seguida, tomei o remédio e no momento só queria me jogar na cama, estava exausta, destruída e acabada, mas a camareira estava limpando devagar demais apenas para me castigar, tenho certeza.
— Ei Isabella – Edward chamou minha atenção – Está tudo bem entre nós? – perguntou preocupado.
— Como assim? – franzi o cenho confusa – Por que não estaria?
— Não sei, sabe, acabamos de transar e inclusive que fique claro, só paramos pois você está dolorida...
— Credo, você ainda aguentava mais? – perguntei assustada e ele assentiu concordando – Pelo amor de Odin, eu hein. Mas continua.
— Enfim, acabamos de transar e trabalhamos juntos, você sabe o quanto eu prezo pela nossa relação profissional, não quero que misturemos as coisas – revirei os olhos entediada.
— Mas de novo esse discurso? Troca a fita querida – bufei irritada – Eu já não falei que isso não vai afetar nossa relação no trabalho? Somos adultos, creio que ambos saibamos separar o profissional do pessoal, somos profissionais, não somos?
— Claro – concordou – Mas ainda vamos continuar transando? Porque eu realmente quero repetir isso – ele deu um sorriso safado e divertido ao mesmo tempo.
— Vamos ver Edward, vamos ver, tenho que parar pra refletir sobre sua performance de hoje – falei abrindo a porta do seu quarto e vendo que a camareira já terminara a limpeza em meu quarto e já estava se retirando.
— O que você ainda tem pra avaliar? – perguntou confuso e um pouco ofendido.
Não pude deixar de rir.
— Até mais Edward – saí de seu quarto quase correndo e fui pro meu.
Tranquei a porta, chutei meus sapatos longe e me joguei na cama aproveitando a cama quentinha, cheirosinha, com lençol recém trocado e porra, cama de hotel de gente rica é um nível a parte na escala da vida. Eu podia me casar com esse colchão e viveria feliz pra sempre com ele. Ah sim, eu com certeza viveria.
Me espreguicei na cama e me amaldiçoei por não ter pagado as luzes antes de deitar.
— Ódio – esbravejei irritada me levantando da cama.
Apaguei as luzes, peguei um edredom bem grossinho e macio e me joguei novamente na cama abraçada com o lençol. Eu estou destruída, vou é dormir que ganho mais, concluí isso ao olhar para o relógio e ver que já eram quase uma da manhã.
Fechei os olhos e deixei com que a incônscia tomasse conta de mim, tive uma noite tranquila e sem sonhos. Fui brutalmente acordada com o despertador do serviço de quarto tocando as seis da manhã novamente e hoje eu estava em estado pior que no dia anterior. Meu olho esquerdo tremeu de raiva por mais uma vez Edward solicitar a porcaria do serviço de despertador na porcaria do meu quarto.
— É, acho que eu não sou tão profissional assim – falei entre dentes levantando irritada da cama.
Espero que você seja a prova de escadas Cullen, pois na primeira que eu ver, te empurro dela. Inferno de convenção que começa palestra cedo.
O universo não me dá um segundo de sossego, mas que inferno.
-x-
Hmmm... parece que alguém teve uma noite quente, srrsrssrs. Como eles não vão ficar agora hein?
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