Uma semana se passou, a família Weasley fora visitar Hermione e Rony que não se ausentava, não saia de perto da esposa e por consequente não trabalhava todos os dias, ainda que tivesse enfrentado discussão com ela que tentava expulsa-lo dizendo que poderia ficar horas sem supervisão e ainda assim estaria viva, mas Rony não a deixava.

_ Já falei para Rony que não vou morrer se ele for trabalhar ainda estarei aqui quando voltar!- disse irritada pela atenção exagerada, fazia com que se sentisse incapaz e sentia que o prejudicava.

_ Ele apenas preocupa-se com voce Hermione e alem disso precisa de alguém a seu lado para ajuda-la a lembrar-se- Gina disse calmamente- _ Ele ele só quer ...

_ Eu sei eu sei..ele quer ajudar, quer que me lembre, estou me esforçando mas não sei porque eu... é como se houvesse um espaço vazio na minha cabeça.- disse nervosa

_ Fique calma minha querida, logo se lembrara- Molly entrou na cozinha onde estavam e abraçou Hermione, que ainda não a via como sogra mas sempre tratou-a como filha.- _ Fique calma não adianta apavorar-se, logo tudo vai se resolver voce vera, e se não se lembrasse duvido que abandonaria meu Roniquinho não é mesmo! E afinal, como estão as coisas entre vocês?

Molly perguntou o que fez Hermione atingir o tom de vermelho que se nome agregava, Gina sorriu ao vê-la constrangida.

Rony dormia no quarto de hospedes toda a semana. Fora iniciativa dele e ela não quis dizer nada a respeito, não saberia o que dizer afinal.

_ Bem.. esta bem ele... tenta ajudar ma lembrar- sorriu a pensar nos jogos que ele inventava para testar sua memória continua- _ E .. fomos a Sta Mungus mas ainda não têm antiduto contra a poção que ingeri mas continuam a procurar.

_ Humm.. logo se lembrara!- Molly disse em apoio e encorajou-as a voltarem para sala onde todos os Weasley e os pais dela estavam

...

Rony buscava informações sobre todos seus contatos e investigava, quem estava na cafeteria onde Hermione foi encontrada aquele dia, investigou o dono do estabelecimento, tudo o que poderia rastrear sobre aquele dia.

Caminhavam entre as ruas Hogsmeade de mãos dadas, Rony achou melhor tomarem um ar e sair um pouco a ajudaria, rever lugares também a ajudaria. Gemialidades e Borrões e Floreiros eram seus favoritos. Hermione vasculhava livros tentando lembrar-se de cada um que lera e nesse quisto sua memória era persistente.

Rony a encontraria ali, fora buscar uma encomenda na, Artigos para quadribol, mas ela iria até La, já vira tudo e comprara um livro que queria, sabia com caminho, disso lembrava-se de tudo.

O dia estava frio e a tarde caia, Hermione estava satisfeita ainda que não se lembrasse de sua vida ela era tudo o que sonhou o que planejou e ainda tinha coisas que sequer ousara sonhar e eram reais. Feliz saíra distraída que sequer percebeu-se quem a abordava , quando um vulto negro a cercou,puxaram-lhe o braço

_ Hermione..

_ Malfoy ?- disse distanciando-se ma ele a cercou onde a havia arrastado, uma rua no beco ao lado da loja

_ Eu sinto muito...

_ Voce nunca sentiu nada na sua vida, agora me deixe ir- disse quando tentou passar por ele e fora impedida, ele se pois a sua frente

_ Ou o que Granger!?- disse aproximando-se, aquilo a espantou, todos a chamavam de Weasley naquela realidade

_ Sai da minha frente!- disse com a mão em sua varinha

_ Vejo que se lembra como usa-la! – disse e Hermione não soube dizer como ele sabia, ninguém havia tornado a publico sua falta de memória

_ O que...

_ Preciso te dizer agora, sinto muito Hermione-

_ Não seria sangue ruim?- sua mente apenas lembrara coisas do tempo em que Malfoy era um adolescente asqueroso e ele sorriu

_ Cale a boca e me ouça sabe tudo, me deixe falar e não me interrompa!-

_ Seu desgraçado, não quero te ouvir agora me deixe passar ou..

_ Ou o que Hermione? Me escuta queria falar com voce assim como esta só assim voce vai entender o que nunca pude dizer, eu ..eu sempre te amei, invejei voce, por sua coragem e não podia assimilar que sentir tanta atração por uma sangue ruim e por isso eu...

_ Me poupe de seus delírios ou ...

_ Fui eu, fui que... – Draco não pode continuar Rony puxou-o para traz e com um golpe o socou no rosto, mas não foi um único golpe, o loiro caiu o Rony continuou a soca-lo ate o sangue aparecer em seu nariz e Hermione gritar em protesto, civis pararam saindo das lojas devido o ocorrido até Jorge apareceu com o alvoroço deixou a loja. Rony parou quando Jorge o segurou, Draco cuspiu sangue levantando-se.

_ Responde seu miserável- Rony disse sendo segurado por Jorge e outros dois homens clientes de sua loja que tentavam ajudar. Rony falava enquanto batia mas o loiro nada pode reagir.

_ Fui eu, a poção era minha mas não foi minha intenção que Hermione bebesse quando vi já era tarde demais. – disse e limpou o vermelho escorrendo de sua boca. De fato, não tivera a intenção, carregava o liquido em material parecido ao que ela carregava (copo de café para viagem), á via visto aquele dia em que trocaram os copos na cafeteria.

_ Levem-no para prestar esclarecimentos!- Rony disse aos presentes como Auror podia, prende-lo e todos sabiam disso.

...

_ Voce não é trouxa mas sabe lutar como um trouxa- Jorge disse contando a todos os presentes, novamente os Wesley estavam na casa de Rony e Hermione, Harry e Gina preocupavam-se, as crianças logo voltariam para casa. Harry interrogou Draco e o deixou partir, ele não tinha um contrafeitiço a poção e fora indiciado pelo ministério por andar com descuido sobre experiências cautelosas.

_ Uma atitude bem bruta e primitiva – Hermione disse ainda desconfortável com a situação, sequer dera atenção ao que Draco dizia mas Rony entendeu e levou a serio o que ouviu.

_ Ele teve sorte de não te-lo usado magia ou estaria morto e se voce ousar defende-lo mais uma vez Hermione eu juro que...

_ Não! Não o estou defendendo Ron, por Merlin só... quero que se acalme e... não estou o encorajando a fazer novamente só isso, você já deu seu recado.

_ É seus punhos deram- Jorge disse sorrindo

_ Ron !- Hermione disse receosa a algum tempo ele estava calado, impassível, sentado no sofá da sala e estava só no ambiente, tocou seu ombro e sentou-se ao seu lado, observou sua expressão tocou em seu rosto com a barba ruiva por fazer sua feição máscula a encarando pesaroso , ela não poderia suportar vê-lo cabisbaixo ainda que tentasse esconder- Por favor, esqueça isso, não quero que fique mal, que se aborreça. –

_ Você não se lembra – ele disse por fim e o fato o matava, como poderia depois de viverem anos juntos e não ser capaz de faze-la se lembrar, Hermione sentia-se horrível não poderia mentir, queria lembrar-se mais do que tudo e a angustia a corroía.

_ Quero me lembrar, mas que tudo!- inclinou-se encarando seus olhos- _ Mas não importa Ron, não importa, o importante é que te amo, eu sempre te amei! Isso não faz alguma diferença para você? Disse apressadamente- _ Só... me sentiria mal de perder tanto tempo do passado se não me lembrar e... você teria que ..

_ Diga denovo, repete!- ordenou, Ronald ficara atônito ao vê-la preocupar-se com ele como a Hermione de sempre, como sua esposa.

_ O que?-

_ Diz que me ama!- disse em urgência precisava ouvir novamente, desde o ocorrido não a ouviu dizer, Hermione suspirou sobre o obvio

_ Eu te amo Ron, eu... – Rony a puxou de encontro a si beijando-a com intensidade como de imediato ele sentia o sabor de sua boca fazendo com que se sentasse em seu colo, Hermione ajeitou-se receptiva enquanto tornavam-se vorazes ao mesmo tempo em que se abraçavam, beijavam-se com entusiasmo, sequer lembraram-se de que a casa estava cheia de visitantes.