OIEEEEEEEE, sentiram saudades? Bem, devo dizer que estou morrendo de vergonha por meu atraso,

mas repito, eu não abandono fics, ainda mais porque sei que é triste quando uma autora que faz isso...

por isso, me desculpem pelo atraso! Eu não sabia como continuar, bem, o prox cap já está bem encaminhado,

se não houver imprevistos... daqui a 2semanas

Bem, para aqueles que ainda estão por aqui, me desculpem mais uma vez e boa fic

e por favor, não deixe de comentar

0o0o0o00o0o

Kagome estava distraída, desde que teve a conversa com o pai de Shippou ela não tirava o pequeno da cabeça; estava sentada na sala dos professores quando Kouga entrou

– Oh, desculpe... eu volto uma outra hora...

– Oh, sr. Wolf, isso não é necessário, afinal é como se a escola fosse sua de qualquer forma – ela disse ajeitando umas folhas, que mal conseguiu entender

– Oh, não isso…

– Por favor, sente-se. Quer um café? – Kagome disse se levantando e indo em direção a mesinha pegar um copo descartável para o recém-chegado

– Adoraria – ela lhe entregou o copo, mas ele notou que a professora estava distraída e distante – algum problema Srta Higurashi?

Ele disse tocando nos dedos de Kagome, o que a assustou a principio, então logo se afastou do toque dele

– oh, não, não é nada – disse singela tentando mudar de assunto

– Bem, esse "não é nada" a está preocupando, não gostaria de falar comigo, quem sabe eu ajudo em algo... – vendo a indecisão dela ele prosseguiu – vamos lá, não é a primeira vez, afinal nos conhecemos num momento não muito bom...

Ela lembrou-se do momento que conheceu Kouga e como ele a ajudou indo com Sango ao hospital.

– Eu tive uma conversa com o pai de um aluno e... e até posso entender o comportamento do aluno, o pai dele simplesmente é um preconceituoso e o pior de tudo é que quer transmitir os mesmo sentimentos ao filho, que acredito que seja um bom menino, ele põem seu ódio aos humanos no filho e isso não é certo

– Sei que se preocupa com os seus alunos, mas... talvez não deva se envolver nisso

– Como pode dizer isso? Eu não...

– Kagome, você como miko sabe que os tempos mudaram, a época das guerras entre humanos e youkais acabou, mas as cicatrizes ficaram de ambos os lados e sabe... youkais não esquecem e nem morrem tão fácil. É um tratamento horrível o desse pai, mas não sabemos o que leva esse ódio, quem sabe...?

– Eu não consigo simplesmente agir assim, eu quero ajudar esse menino e sei que ele precisa de ajuda – disse determinada – tentei falar com a mãe dele, mas ninguém atende e quando atende é o pai

– Se vai tentar, então desejo sorte neste projeto e se precisar de ajuda... pode contar comigo

Kouga havia saído deixando a só com seus pensamentos. Ela foi então até o bebedouro encheu um copo com água, ela sabia que aquilo lhe faria mal, mas não arriscaria a vida de seu filho. Ela tirou da bolsa um pequeno frasco azul despejando 3 gostas escuras que logo se tornaram homogêneas tornando o liquido transparente de novo. Bebendo logo em seguida, um mal estar logo a atingiu, depois de respirar profundamente ela logo melhorou, deixando a sala

Shippou estava com alguns alunos rindo, o que aparentemente deixava uma certa menina ao longe mais triste, pelos dedos apontados e apelidos notava-se quem era o alvo da brincadeira dos meninos

– Shippou!

Os outros garotos se assustaram e correram dali

– Ola, tia – Kagome percebeu a provocação então decidiu ignorar

– Por que você e seus amigos vivem provocando a Shiori?

– E por que não? Ela não passa de uma menininha chata, é divertido! – ele disse olhando para a menina, o que a fez sair dali

– Me fale sobre o seu pai, ele fala muito com você?

O garoto abriu um sorriso

– Meu pai me entende, ele sabe o que é certo para mim – disse confiante com um sorriso presunçoso, mas forçado na opinião de Kagome

– E sua mãe? – isso o fez perder o sorriso e tomar uma postura séria

– Não entendo, o que você tem a ver com isso? Pare de fazer perguntas tolas, não tem sentido

– Shippou, eu falo porque me preocupo com você, sei que é... – nesse momento Kagome parou abruptamente, de repente sua visão ficou turva e uma forte dor de cabeça a atingiu, fazendo ter que se segurar num poste próximo

– O que você tem? – Shippou disse com tom preocupado

– Eu... estou... – ela não conseguiu terminar, a forte tontura a fez ficar zonza – peça ajuda, por favor

Ela disse antes de desmaiar.

Kagome foi levada a enfermaria e ainda dormia profundamente quando alguém apareceu

– Oh Kagome, que perigo! E pensar que falei com você momentos antes disso acontecer, mas você parecia tão bem... – Kouga tinha um olhar preocupado, por algum motivo ele sentia que deveria protegê-la, ele acaricio o rosto quando ouviu passos e se afastou

– Sr Wolf?! – falou o pequeno surpreso por ver o "diretor" ali

– Oh, olá... Shippou, não é?

– Isso, passei aqui para ver como a professora estava...

– Ela está bem, não precisa se preocupar

O garoto não disse mais nada e se retirou, Kouga foi logo atrás. Ele não sabia explicar, ele nunca foi fã dos humanos, mas aquela mulher, mexia com ele.

Sango insistiu em levar Kagome para casa, apesar da amiga não concordar muito...

– Você ainda está tomando o yiaku, não é?

– Sango, não vamos falar sobre isso, agradeço a carona, mas...

– Kagome, isso está te fazendo mal, se você continuar assim...

– Eu estou reagindo muito melhor que no começo da poção, vou ficar bem, falo todos os dias com Naraku, ele faz os exames de sangue, está avaliando meu quadro, não vai ter problema

– Naraku não é médico! Ele não passa de um cientista que quer te usar como cobaia!

– Ainda sim é minha melhor opção...

Nada do que Sango falasse parecia mudar o pensamento de Kagome, ela já estava com quase 3 meses e o ventre já podia ser percebido, as roupas largas logo não serviriam mais para esconder, ela só se perguntava da reação de Sesshoumaru

– Você vai na festa hoje?

– Sesshoumaru deve ir, mas ele não precisa de mim para isso, vejo você amanhã

– Não quer descansar, tirar uma folga da escola?

– Tudo bem, amanhã estarei melhor – ela disse saindo do carro

Sesshoumaru estava no escritório, ele via alguns papéis tentando se distrair, tinha uma sensação ruim a tarde toda, sua fera interior estava fora de controle e Jaken não atendia suas chamadas. Até que seus pensamentos são interrompidos por batidas em sua porta

– Entre – disse no tom gélido de sempre

– Ainda está aqui, achei que já tivesse ido para casa, vai a festa beneficente?

– Evidente – Sesshoumaru disse sem desviar os olhos dos papéis

– E Kagome também irá? – aquilo estava estranho para Sesshoumaru, a presença de Miroku não indicava boa coisa

– Por que a mulher deste Sesshoumaru não o acompanharia, Houshi?

– Bem... ela passou mal esta tarde... Sango me ligou dizendo

– Este Sesshoumaru tem muito trabalho, retire-se – e voltou a digitar na tela do computador quando Miroku deixou mais papéis em cima da mesa de Sesshoumaru

Por uma ultima tentativa Sesshoumaru ligou para Jaken, novamente o celular caiu na caixa postal

Escute, verme inútil, entreguei uma simples tarefa e nem isso pode cumprir, entre em contato assim que receber esta mensagem e antes que minha paciência se esgote e o elimine com minhas próprias mãos!

Sesshoumaru logo em seguida foi para casa, seu instinto o incitava a procurar por Kagome, ele precisava saber dela e como Jaken havia se tornado totalmente inútil, deveria averiguar por si só.

Sesshoumaru invadiu o quarto de Kagome, ela estava digitando no notebook quando foi interrompida, o rosto do youkai parecia impassivo, ele estava preocupado com ela, seu celular estava desligado e ao chegar em casa, lá estava ela tranqüila em seu quarto, com roupas confortáveis e os cachos soltos, mas não foi isso que o incomodou, foi um outro cheiro, um cheiro forte e que vinha dela. Isso avivou mais do que qualquer coisa seus instintos, suas ordens estavam sendo ignoradas, ela fazia o que queria e agora o cheiro do lobo estava nela! Aquilo não ficaria assim, era hora dela aprender que com Sesshoumaru Taisho não se brinca!

– Não tem modos, não sabe bater antes? – ela disse furiosa, mas ele não respondeu, apenas deu meia volta e saiu, aquela reação foi estranha para Kagome

Sesshoumaru voltou para o próprio quarto, ao se ver no espelho ele via os olhos vermelhos, a fúria o consumia, Kouga tocou em sua mulher e ele pagaria caro por isso, o maldito... Sesshoumaru levou alguns momentos para acalmar sua fera interior, mas ele sabia bem o que faria. O celular tocou fazendo despertar de seus devaneios e planos malignos

Sssssssssssssenho Seeee...

– Cale-se verme, quero o relatório do que descobriu sobre a minha mulher, leve na festa de hoje

– Masssss sssenhor Seeeeeee...

– Não questione! – disse sentindo sua fera vir a superfície, mas logo ser controlada

Sesshoumaru retirou uma caixa azul de dentro do closet, ele a abriu e admirou o que via, deslizando os dedos em toda a extensão da seda. Ela deu um deslize ao deixar o cheiro do infeliz, mas ele veria de camarote o desfecho da cena.

– Vista-se, sairemos dentro de 40min para a festa beneficente – ele disse atirando um vestido turquesa perolado no colo dela

Kagome foi pega de surpresa pela invasão seguinte, o que ele estava querendo? Ela se levantou para confrontá-lo

– Está louco? O que deu em você hoje? Não pretendo ir a lugar algum!

Ele a puxou pelo braço fazendo seus corpos ficarem colados

– Você irá aonde eu disser. Não pense que pode me enganar – ele falava olhando fixamente para ela

Ele sabia a verdade?

Foi então que colou seus lábios ao dela com violência, acariciando suas costas, sentindo o cheiro dela e como o cheiro dele ficava impregnado nela, era assim que deveria ser, pois ela pertencia a ele e NADA mudaria isso. Foi quando ele a afastou fazendo a sentar bruscamente na cama com o tecido ainda em mãos

Toda a coragem lhe abandonara, nunca o vira daquele jeito, ele sabia que ela estava grávida? Ele deve ter descoberto seu plano! Ela não queria confrontá-lo, não neste momento, mas não estaria só adiando o inevitável? Bem, não poderia enfrentar uma discussão com ele nesse estado, não com todos os sintomas que sentia.

Ela foi ao banheiro tomar um banho com sais relaxantes, aquele estava sendo um dia muito exaustivo, ao se despir ela percebeu uma estranha mancha arroxeada crescendo do seu ventre e se espalhando pelo corpo, parecia uma teia de aranha com tantas inervações, ela sabia o que significava, aquilo era veneno e logo a consumiria por completo

– Só mais alguns meses... a gravidez de um youkai ou hanyou não dura mais que 5 meses, por favor Kami, faça-me suportar

Ela fez uma pequena prece, pois ela sentia o mal rondando-a, ela sabia que algo de muito ruim estava prestes a acontecer, cada fibra do seu ser dizia para fugir

Em poucos minutos ela havia tomado banho e se maquiado, o vestido era deslumbrante e era das medidas dela, infelizmente, eram as medidas antes da gravidez!

O tecido ficou tão justo que sua barriga ficava completamente a mostra e o zíper não fechava, fora seu busto que estava ainda maior, oh céus, aquele dia estava ficando cada vez pior!

Ela recorreu a uma cinta modeladora, o que dificultava e muito sua respiração, a cinta distribuiu o busto, elevando-os, havia um decote em V no vestido, haviam pregas soltas nas costas então disfarçava a gordura que já se armazenava no estado da gravidez. Ela deixou os cabelos meio soltos, prendendo uma pequena parte deles e deixando o resto solto com cachos para completar o visual, ela se sentia inchada, frágil, como se fosse desabar.

Ela descia as escadas tranquilamente, mas por dentro estava em pânico, o elegante cavalheiro que a aguardava no smoking preto tornava tudo ainda pior, o yiaku deixou seus poderes de miko mais fracos, mas ela sentia que algo terrível a aguardava nessa festa, ela se sentia como um animal ndefeso indo ao abate e seria ele seu algoz, aquele que um dia ela amava...

– Vamos... minha querida

o00o0o00o0o0o0

Natypaz, chastryane . barros, Holy Sakura, Zanelato e Faena,

me desculpem e obrigada pelas reviews

Continua...