Bem aqui estou eu de novo, dessa vez nem demorei muito...

Por problemas técnicos, meu note decidiu se desfazer do meu officer e lá se foi word e tantos outros programas... eu usei o para terminar esse cap, mas só consegui por que o cap já estava bem adiantado e detesto fazer as coisas pela net, então peço desculpas adiantadas pelo atraso que sei que vou ter no prox cap (já que não gostei de usar o site para digitar) e pelos erros de português...

Sem mais delongas espero que gostem do cap e até... bem nos vemos por aí

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O salão era deslumbrante, garçons desfilavam com taças de champagne e canapés, os músicos tocavam suavemente, alguns casais dançavam alegremente, outros se separavam em grupos, homens de negócios discutiam sobre empresas, lucros e prejuízos, enquanto as mulheres falavam de assuntos triviais e corriqueiros, como aquilo tudo a cansava.

O fato de seu acompanhante estar imerso na própria frieza só a deixava ainda mais apreensiva, nada daquilo estava caminhando bem, algo estava errado e por mais que Sesshoumaru tentasse esconder a raiva que sentia, as ondas de energia não podiam ser disfarçadas

Logo avistou Sango num vestido verde com uma fenda na coxa, deixando a uma verdadeira "mulher fatal", ao primeiro passo que deu em direção a amiga, foi impedida por Sesshoumaru que segura seu braço

– Vou falar com Sango, ou você quer discutir aqui?

Ele então a deixou livre, no mesmo momento sócios se aproximaram para cumprimentá-lo e parabenizá-lo pela beleza da esposa, mas ele os ignorava, mantendo a visão na miko.

Kagome se aproximou de Sango, esta surpresa por ver a amiga ali

– Achei que tivesse dito que não vinha

– E era a minha intenção, mas Sesshoumaru estava muito estranho e não quis discutir, estou evitando estresses - disse rolando de olhos

– Então vamos nos sentar, não é bom para você ficar aqui

Quando elas estavam indo se sentar foram paradas por uma mulher com um vestido lilás tomara que caia com rendas ao redor do decote surgiu na frente dela com Inuyasha ao seu lado. Ela tinha um olhar vazio, o coque estava impecável com uma franja partida dando charme ao visual.

– Então nos encontramos de novo – disse a recém chegada com frieza na voz

– Nunca pensei que viveria para vê-la novamente, está tão magra que pode até sair voando – respondeu Kagome

– E você, está tão gorda que não preciso nem me preocupar com a sobremesa, pois tenho certeza que você já acabou com ela. – a mulher respondeu no mesmo tom altivo

Mas logo ambas caíram na risada

– É bom revê-la Kikyou, as ainda estou zangada por ter viajado e não ter nos comunicado – disse Kagome séria

– Ah, você sabe como é vida de modelo querida Kagome, um dia você acorda em Paris, outros dia em Milão... oh esqueci, você não sabe – a outra deu uma risada

– É tem toda razão, prefiro ficar num lugar só e aproveitar os prazeres da gula, sabe como é, chocolate, morangos, pavê... sabe, esses para comer, enquanto para você são só para ver mesmo – dessa vez Kagome que caiu da gargalhada

– Eu nunca entendo quando essas duas estão brigando ou conversando... – disse Inuyasha com desdém

– Bem vindo ao meu mundo – respondeu Sango – mas no fundo essas duas se amam

– E Miroku, onde está?

– Foi pegar uma bebida... e até agora não voltou – ela disse olhando em busca do marido

– Relaxa Sango, ele só tem olhos para você

– Sei que sim, até por que ele sabe o que aconteceria se olhasse para outra – a mulher disse com um olhar assassino

– Essa daí não muda – disse Kikyou

– Realmente não – concordou Kagome

– Como é? – Sango se voltou para as amigas

Elas se calaram como cúmplices. O grupo estava bem distraído até a chegada de um outro ser.

– Kagome... Sango – Kouga disse se aproximando do grupo

– Sr. Wolf, que surpresa, não sabia que conhecia sobre a festa beneficente

– Também sou membro da empresa Taisho – aquilo surpreendeu Kagome – Está uma noite agradável não? – Kouga disse com um de seus sorrisos galanteadores

– Eu diria que estava, agora tem um cheiro pesado no ar – Inuyasha falou

– Concordo, primeiro sinto o cheiro de flores e aí vem o seu de cachorro molhado... devia fazer um favor para as damas e ir se arejar um pouco, o ambiente agradece – Kouga disse agitando as mãos em frente ao nariz como se tentasse afastar o cheiro de perto dele

– Ora seu... – Inuyasha rosnou

– Eles são sempre assim? – Kagome perguntou em voz baixa para Sango

– Miroku disse que são piores, eles não se suportar acho que se encaixa melhor – respondeu pensativa

– Kagome, me concede essa dança? – disse galanteador pegando Kagome de surpresa

– Ah... eu, mas...

– Por favor, é só uma dança nada demais

Kagome recuou um pouco chamando a atenção do grupo

– Bem, Sr. Wolf, eu não acho

– Deixemos de formalidades, só Kouga – ele não esperou ela responder, puxando-a para a pista de dança – você está linda, fico feliz que esteja melhor

Kagome tentava se manter mais distante de Kouga, porém ele parecia querer encurtar a distancia, como se o aperto da cinto já não dificultasse

– Obrigada, mas não tem por que se preocupar, agora...

– Interrompo? – Sesshoumaru se fez presente atrás de Kagome, puxando com força afastando a de Kouga

– Olá Sesshoumaru, algum problema? – Kouga conhecia bem aquele youkai a ponto de dizer que sua vida podia estar perto do fim

– De forma alguma, só queria vir dançar com a minha mulher

De repente aquilo atingiu em cheio Kouga

– Sua... mulher?

Kagome se mostrava alheia aquilo tudo, por que Sesshoumaru de repente se importava? Ele a mantinha junto com ele e apesar da ameaça eminente que cercava os três, ela se sentia segura, a energia sinistra de Sesshoumaru fazia bem a ela

– Se nos der licença, quero dançar com a minha mulher, mais tarde quero falar com você, temos assuntos a resolver

– Sem problemas.. Kagome - ele fez um leve aceno para a mulher ao se distanciar do casal

– O que significa isso, para que essa cena? - ela falava enquanto ele guiava os passos da dança

– Para que aquele lobinho entenda a quem você pertence

– Entenda meu caro Sesshoumaru, eu não pertenço a ninguém - ela disse olhando friamente nos olhos gélidos do youkai

– Você que não entende, minha querida. No momento que disse sim a esse casamento - ele a afastou girando-a e a puxou de repente com força de volta para ele - você pertence a mim

A valsa então acabou, eles se afastaram as faíscas estavam apenas nos olhos de cada um

– Não se preocupe meu caro, logo isso será desfeito

Ela abriu um sorriso triunfante e saiu de perto do acompanhante, deixando o intrigado

Horas depois as doações aconteciam, Inuyasha dançava com Kikyou, assim como Sango e Miroku. Kagome foi deixada só na mesa com um prato de alguns petiscos e doces

Sesshoumaru viu se acompanhado por Kouga até um escritório

– E então Sesshoumaru, o que quer me dizer? - ele disse colocando as mãos nos bolsos da calça

– O que tem com a minha mulher, Wolf? - Sesshoumaru disse tentando controlar sua besta interior

– Como?

– Este Sesshoumaru não se repete, devia saber - ele disse

– Kagome é uma amiga, trabalha para mim e tenho um carinho por ela

– Devia medir melhor as palavras lobo, podem custar sua vida - Sesshoumaru tentava controlar a besta interior, ultimamente isso requeria cada vez mais esforço

– Por que se importa? Ela pode ser casada com você, mas ambos sabemos bem que isso não significa nada para você, ela sequer foi marcada...

– Isso não lhe diz respeito - Sesshoumaru disse batendo na mesa

Kouga estava brincando com fogo, ele sabia, mas não conseguia evitar, ele mesmo sentia a necessidade de proteger Kagome e como ela não pertencia a ninguém pelas leis youkais, Sesshoumaru não tinha direito sobre ela e esta seria a chance de Kouga.

– Me diz respeito pois me preocupo com Kagome, coisa que tenho certeza que você não faz!

Sesshoumaru não sabia se o lobo queria morrer ou apenas desafiá-lo, mas não importava, as duas coisas terminavam com a morte do lobo de qualquer jeito. Tanto ele quanto sua fera interior queria colorir aquela sala com sangue de lobo, primeiro pela ousadia do lobo de falar daquela maneira da sua mulher e segundo por desafiar o grande Sesshoumaru!

Sesshoumaru abriu uma gaveta e jogou uns papéis em cima do lado do lobo. O youkai então analisou o conteúdo das folhas e arregalou os olhos surpreso

– Mas o que...

– Bem meu caro lobo - Sesshoumaru o interrompeu - estes papéis refletem sua participação nas ações Taisho e como pode ver... se resume a 0,5%

– Co-como pode fazer isso?

– Algumas ligações e trinta minutos depois você troca uma quantidade de ações em patrimônio liquido, não se preocupe, você ainda faz parte do grupo, só com uma porcentagem menor, claro

– Como ousa? - Kouga estava enraivecido, havia sido posto para escanteio, claro, ele tinha outros empreendimentos como a participação na escola de Sango e em alguns bancos, mas perder 15% de ações por uma jogada desleal de Sesshoumaru?!

– Suas ações estão congelados como "financiamento", comporte-se, se afaste da minha mulher e talvez recupere sua participação

– Isso não ficará assim Sesshoumaru...

– Se eu sentir o seu cheiro asqueroso nela novamente... vai ficar pior, este Sesshoumaru pode garantir a você - ele disse perigosamente

Kouga saiu da sala transtornado, ele sabia ao que Sesshoumaru se referia, mas ele não tinha interesse na mulher, ele não gostava de humanos, não entendia por que Sesshoumaru se importava, mas agora ele tinha que pensar, Sesshoumaru iniciou uma guerra e aquele cachorro pagaria...

– E então Jaken, o que você descobriu?

– Bem meu senhor, a senhora deu algumas dificuldades por sentir a presença deste humilde servo, assim uma youkai ficou seguindo a senhora... Kanna, o senhor a...

– O que interessa é o que descobriu, verme inutil

– Estas fotos foram tiradas, a senhora tem se encontrado com frequência com um...

– "o lobo?" - Sesshoumaru pensou

– Um hanyou, meu senhor

– Como disse?

– Eu o investiguei, mas não achei muita coisa a seu respeito, ele é professor da sua esposa e apesar de ter aula apenas uma vez por semana ela sempre o vê - nesse momento Jaken mostra uma foto onde Naraku está com a mão acariciando a bochecha de Kagome, aquilo fez o sangue do youkai ferver, mas não demonstrou - ele tem uma clinica no centro, onde trata de diferentes especies, algo como inter-espécies ou misturas de youkais, sua esposa vai uma vez por semana, não encontrei mais informações a respeito dele

– "inter-espécies..."

– Na clinica não havia agendamentos da sua esposa

Ela o estava enganando com um maldito mestiço!

Sesshoumaru fincou as garras na madeira da mesa, fechando a mão e deixando as marcas de sua fúria

– Também a segui até uma loja estranha, especialista em venenos... venenos de miko, meu senhor

– Saia - Sesshoumaru disse frio, sem demonstrar nenhum sentimento de raiva ou frustração na voz

– Perdeu meu senhor...

Ele não precisou se repetir, bastou olhar para Jaken que o servo viu os olhos vermelhos do youkai, a besta interior tentado tomar o controle, os olhos tomando um tom de sangue e as estrias em seu rosto ficando mais profundas. Ele não gostava de ser feito de tola e a humana logo aprenderia isso...

Kagome estava se sentindo enjoada, ela sentia o veneno se espalhando cada vez mais, de seu ventre para todo o corpo e isso só piorava cada vez mais. Mais uma vez ela jogou um pouco da água da pia no rosto tentando aliviar o mal estar, naraku disse para aumentar a dosagem do veneno, mas 3 gotas quase a matavam, segundo ele os exames estavam normais, mas a sensação de estar servindo de cobaia para um experimento do "professor maluco" a deixava com os nervos a flor da pele e aquela sensação de perigo a rondava, será que seu filho não corria perigo?

– Ora ora, quem temos aqui?

A porta de um dos banheiros se abriu mostrando, quem Kagome reconheceu como a secretária de Sesshoumaru. Ela usava um vestido vermelho com umdecote avantajado indo até pouco acima do umbigo, os seios quase saltavam. Kagome se perguntava que imagem aquela mulher queria passar

– Senhora Taisho, como tem passado?

– Por sinal, muito bem, Kagura e quanto a você? - Kagome disse olhando ainda para o próprio reflexo

– Não tão bem, as noites são tão longas, há tanto a se fazer no escritório, papéis que não acabam mais. Eu e o senhor Sesshoumaru ficamos até tarde resolvendo questões burocráticas

O sangue de Kagome ferveu, em algum momento ela podia jurar ter visto a cor de seu olho mudar, mas não importava, a raiva que sentia deixava qualquer detalhe desapercebido. Era o cheiro dela que sentia nela em algumas noites, isso ela desconfiava, mas a ousadia desta mulher era revoltante, dizer isso na cara dela, ela não tinha limites? Já não bastava o que eles faziam com ela, agora teria que ouvir as gracinhas desta... desta... vadia?!

Mas ela não iria se rebaixar, Sesshoumaru não importava, ela tinha seu filho para se preocupar, não iria arriscar perder o controle e purificar a mulher, mas isso lhe daria extremo prazer, tinha que admitir

– Isso não é problema, meu Sesshoumaru sabe resolver as coisas, o que o perturba, ele descarta - disse olhando friamente para a youkai

– Algumas coisas não podem ser descartadas, são boas demais - a youkai disse com um sorriso vitorioso

– Oh não, nenhuma questão burocrática é melhor que a esposa dele, afinal, você acha que ele trocaria uma mera - olhou para Kagura com desdem - coisinhas vai ser melhor que a esposa refinada, educada e de classe que ele tem? Sesshoumaru é um homem... ou melhor youkai, que sabe o que quer, se algo é realmente importante para ele... ele mantém! Não o vi manter coisinhas

Com o olhar de desdém ela deixou outra se afastando em direção a saída, sentia seu corpo queimar de puro ódio e já não sabia quanto tempo mais aguentaria e não prejudicaria seu filho pela "coisinha" . Porém quando estava se afastando foi puxada pela outra com raiva

– Pois ele vai manter, sabe por que? Porque darei o filho que ele quer e meu filho vai ser herdeiro de tudo e você vai ser descartada como o lixo que você é, sua vagabunda!

Kagura ergueu a mão para atacar Kagome, mas a paciência desta já havia se esgotado. Antes que a youkai atingisse seu objetivo, algo rápido passou por seu rosto, ela não entendeu, até que a ardência se fez presente. A mão da mulher a sua frente tinha... GARRAS! E pior, sangue estava nelas, ao tocar em seu rosto ela sentiu o sangue que escorria por 4 fileiras. Antes que a mulher emitisse qualquer som, Kagome saiu do banheiro assustada, havia garras no lugar de suas unhas, ela respirou com dificuldade, por sorte não havia ninguém naquele corredor, aos poucos o choque daquela mudança foi enfraquecendo, mas não tinha tempo de ficar pensando a respeito, Sesshoumaru... oh ela estava TÃO furiosa!

Ela seguiu o cheiro dele para encontrá-lo no final do corredor, ela estava enraivecida, a recente transformação em suas mãos não havia desaparecido, ela sentia falta de ar e isso tornava tudo ainda pior

– Era para isso que me queria aqui? Para jogar na minha cara a sua amante? Como se eu precisa vir até aqui conhecê-la para saber que ela existe! - ela esbravejou, por sorte só havia eles no local, mas mesmo que houvesse mais alguém ela não ligaria... não mais

– Não me venha com acusações e nem com esse moralismo! – ele jogou as fotos que Jaken havia o entregado – Kagome viu as fotos o levou alguns segundos para entender do que se tratava – É isso mesmo que pretendia, era isso que escondia, um romance com um mestiço? Qual era o próximo passo, conseguir um veneno para se tornar viúva? Teria que procurar bastante, minha querida

Aquilo era ultraje, o cafajeste a traia e agora a acusava de ser A traidora da relação! Mas para ele ter aquelas fotos...

– Você me espionou! Então aquela sensação que eu tinha de estar sendo seguida era isso... Você mandou alguém atrás de mim! – ela o socou com violência e apesar da energia sinistra estar fluindo sob suas veias, seus socos não afetavam Sesshoumaru. Mas ele cansou daquele pequeno show da mulher histérica a sua frente segurando fortemente seus pulsos

– Pare com este maldito espetáculo. O que você esperava, que este Sesshoumaru permitiria que fizesse tudo como bem entendesse, de repente você não fica mais em casa, seu cheiro muda, começa a esconder segredos... acha mesmo que deixaria por menos? É uma tola se acha que pode fazer o que bem entender e passar por mim

Ele disse com seu tom ameaçador costumeiro, mas Kagome já estava muito fora de si para dar importância a qualquer aviso, outro em seu lugar teria abaixado a cabeça, ninguém brincava com Sesshoumaru Taisho

Mas aquilo era surreal, tão surreal que Kagome deixou um riso irônico

– Isso é alguma piada por acaso? Desde que nos casamos você me ignora, você tem um caso com sua secretária, não sei a quanto tempo, ela alega estar grávida e você vem ME cobrar alguma coisa, apenas porque não estou "dançando conforme a música"? Isso nunca foi um casamento e eu cansei de brincar de casal feliz – ela disse decidida

A mulher devia estar delirando, Kagura grávida? Aquilo não importava, não tinha interesse naquela insanidade

– Mas aceitou! Meu pai me obrigou a entrar nesse jogo, mas você... você minha querida quis isso, você poderia ter dito 'não', mas isso não a interessava naquela época...

Ele disse frio e sem emoção chocando a mulher, pois ele tinha razão! Ela queria aquilo, mas tudo se tornou um desastre e ela não iria incluir seu filho naquele circo

– Pois bem... como você disse, eu aceitei entrar e agora estou saindo, queria a fusão das empresas? Ótimo, você a tem, fique com ela, cansei dessa brincadeira, eu nunca mais quero te ver! Divirta-se com Kagura e seu "perfeito herdeiro"

E disse se distanciando dele em direção as escadas, Sesshoumaru estava furioso, sua besta interior urrava internamente, mas ele ainda tinha assuntos a tratar com Kouga. Ele depositou as mãos nos bolsos e caminhava de volta para a festa tranquilamente.

Kagome descia furiosa, lágrimas de ódio escorriam por sua face. Como ele ousava, como aquele infeliz foi capaz de fazer tudo aquilo contra ela e ainda agir como ser superior!

Na rapidez que ela descia o salto da sandália escorregou na ponta do degrau fazendo-a torcer o pé no processo, no instante seguinte ela se viu perder o controle do percurso e rolar escada a baixo.

Um grito soou atraindo a atenção do youkai que usou toda sua velocidade para encontrar Kagome, ele foi ampará-la quase ao fim da escada.

– Você está bem?

A preocupação era evidente, mas ao perceber que a mulher não havia perdido a consciência algo se acalmou dentro dele, porém o olhar da mulher emitia pânico e ele não entendia porque, ela se apoio nele, mas logo seu rosto foi transformado num misto de horror e dor. Um gemido agoniado escapou de sua garganta e sua voz refletia seu desespero

– Meu... bebê... – a mulher abraçou o ventre como se tentasse proteger algo

Foi como um relampejo e Sesshoumaru entendeu tudo, agora tudo fazia sentido, se sentiu um tolo por não ter percebido antes e logo a compreensão do desespero da mulher o assolou com um cheiro forte e metálico que invadiu o ambiente, a visão escarlate do liquido que manchava parte do vestido tomou seus sentidos. Ela se agarrou aos braços do ser com olhos suplicantes, mas aos poucos sua visão foi ficando embaçada e aqueles olhos âmbares preocupados e desfocados foram a ultima coisa que ela viu antes de ser abraçada pelas sombras.

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Eu não vou falar nada sobre esse cap, tirem suas próprias conclusões e...

s/ ameaças por favor

Ah, n esqueçam de deixar sua review ;)