Nem sei o que falar depois de UM ano sem atualizado.
Eu realmente não queria demorado todo esse tempo pra atualizar, mas a vida de adulto é f*da.
Ano passado foi um tanto conturbado e corrido, era o último ano da faculdade, ou seja, sim, eu estava fazendo o famoso TCC, então meu tempo pra escrita foi reduzido. E meu emprego de estágio também está acabando e eu vou expirar que procurar um contrato antes da partida. Graças a Deus, eu consegui.
Passando por todo esse perrengue mesmo, eu abria meus textos e escrevi um pouco e finalmente consegui finalizar o capítulo novo!
Espero que gostem, gente!
Desculpe pela demora extrema!
Boa leitura!
Capítulo 9 – Novos Ares e Um Pedido Importante
Nos três primeiros, Lucy e Erza ficaram apenas dias no apartamento da loira, curtindo a presença uma da outra e se divertindo juntas. Elas também experimentam para conhecer um pouco mais a respeito uma da outra. Ambos sabiam que tinham um passado complicado e que ainda não se sentiam totalmente prontos para revelar uma para outra. Mas um de seus traumas que elas estão juntas era a mania Erza de usar uma armadura o tempo, algo decorrente de seu passado turbulento. A ruiva estava aprendendo a ficar mais à vontade perto de Lucy, sem a necessidade de ficar o tempo todo com a placa metálica presa ao corpo. Ainda se sentia segura, mas estava ao lado da loira mais confortável, como se ela lhe trouxesse um pouco de segurança.
Além disso tudo, podemos dizer que elas se provam muito mais do que antes se confessarem.
Erza sabia quanto Lucy gostava de cozinhar, já havia presenciado vários apartamentos, quando dormia não da comida principalmente, mesmo ela já tendo um pronto-vestir. Ver sua namorada cozinhando é um dos momentos que mais estava amando presenciar. Lucy que flutuava pela cozinha, muitas tarefas pareciam ao mesmo tempo que dava uma impressão de que era a coisa mais fácil do mundo.
— Eu posso te ajudar? Posso cortar alguns legumes pra você. — Oferece a ruiva com um sorriso.
— Claro, eu adoraria! — Deixe a maga celeste, entregando cenouras, batatas e cebolas. — Se você picar esses aqui, já vai me ajudar bastante.
— Vou fazer isso rapidinho!
— Não tenha pressa, faça com calma e no seu próprio tempo. E cuidado pra não se cortar, está bem? — Finalizou dando um carinhoso bem no canto dos lábios da cavaleira.
— Ok pode ativar.
É claro que não é nem um pouco desmoderado dizer que Erza tratou a pequena fachada de cozinha como se fosse uma de suas mágicas mágicas, e que como leguminosas pobres espada nem tiveram chance contra a maga cavaleira da Fairy Tail.
Lucy sabia o quanto Erza era exagerada em algumas coisas, mas não imaginou que ela fosse fazer o massacre que fez com as cenouras, batatas e cebolas.
— Sabe que você é um pouquinho, né? — Falou a ruiva, que exibe um tanto apreensivo, temendo que a loira fosse brigar com ela por ter cortado os legumes todos errados e estragados eles. Mas para a panela, Lucy sorriu, pegou as leguminosas mal cortadas da sua sorte.
Erza ficou surpresa com o ato da garota, pois realmente havia pensado que ela iria jogar fora e que ela mesma fosse cortá-los novamente.
— M-mas por que vai usar eles? — Ela ainda estava atônita.
— Três motivos. — Diz os dedos da mão. — Primeiro, eu te amo e não vou brigar com você por causa de legumes mal picados. É idiotice fazer isso. Segundo, eu não gosto de consumo de comida e não vejo motivo pra não usar o que você picou. E terceiro, estar jogando no lixo as pernas, além de estar jogando no lixo, eu estar ao jogar picá todo o seu esforço-los, mesmo estando uma comida desiguais.
Erza ficou sem reação, não sabia o que dizer e nem o que deveria fazer ao certo. Seu único ato foi puxando Lucy para seus braços e abraçá-la o mais apertado possível.
— E-Erza?
— desculpa, eu sei que fazer isso não faz o menor sentido, mas… — Sua fala some.
— Por que não faz sentido? — Indaga logo acrescentando. — Se você quer um abraço, eu ficarei mais do que feliz em te abraçar.
Erza solta um seguido de um sorriso bobo.
— Você é uma peça rara, Lucy. — Diz dando um beijo na noiva em seguida.
A maga do carinho que a ruiva lhe dava atribui o mesmo, dando seus cabelos e dando a ruiva a seus beijinhos em seu rosto.
Após mais uma troca de carinhos e beijos, Lucy foi terminar o almoço, enquanto Erza arrumava a mesa para elas. Vez ou outra, elas se entregam bobamente.
Assim que terminar de almoçar e limpar a bagunça na cozinha, foi trocar as bandagens de Lucy. e suas já estavam cicatrizadas bem sequinhas, ambas estavam bem felizes com isso.
— Suas estão bem melhores. — Comente a ruiva. — Elas ainda doem?
— Não, desde ontem elas não fazem mais. Também sinto minha magia novamente.
— Isso é bom! Quer dizer que o seu Ether mágico está voltando naturalmente pra você.
— Mas ainda não posso usar magia.
— Não, tem que esperar ele se estabilizar no seu corpo.
— Por isso ainda estamos proibidos de sair em missão.
— Exatamente. — Confirma terminando as bandagens.
— Obrigada, Erza! — Agradece a ruiva com um selinho e se deita na cama, sem desviar os olhos da namorada.
— Disponha. — Responde com um sorriso, acariciando o braço da loira. — Cansada?
— Sim, mas não do tipo que quero dormir. — Dizia puxando Erza pela mão para deitar ao seu lado. — Eu estou cansada de ficar em casa…
Erza solta um suspiro.
— Lúcia...
— Eu sei que eu tenho que recuperar, reparar e uma força, mas não podemos sair? Respirar um ar puro? Visitar uma guilda? Sinto falta do pessoal.
A cavaleira soltou outro suspiro, desviando o olhar levemente. Ela sabia o quanto a loira estava ficando entediada de ficar apenas dentro de casa e ela mesma também se sentia assim. Três dias direto foi bem cansativo para elas e Lucy tinha razão em querer um pouco e ver outras pessoas além sair dela.
— Eu não estou enjoada de você. — Diz Lucy aproximando a seu ombro de Erza. — Eu adorei passar esses dias com você e quero repetir mais.
— Eu também quero, foram os melhores da minha vida. — Diz passando um braço sobre os ombros da loira, levando a mão para acariciar seus cabelos.
— Eu digo o mesmo.
Elas sorriem, aproximando seus rostos e capturam os lábios uma outra em um beijo e delicado, mas que aos poucos vai se aprofundando. Lucy leva a mão direita até o rosto da ruiva, puxando contra si com a outra mão pela camisa. Já Erza com um braço ao redor de seus ombros, passa o outro em sua cintura, aproximando mais seus quadris.
Nunca foram além das folhas carícias nos rostos, nas mãos, nos braços e nos cabelos, sem mencionar o tanto de vezes em que elas se beijaram. Mas aquela foi a primeira vez em três dias em três dias e isso fez tanto que elas se aproximam de Lucy como o corpo de que elas se aproximam de uma maneira que nunca existiam.
Até a loira sentir a mão da ruiva descer um pouco mais baixo de sua cintura e apertar levemente para sua nádega.
— Erza, espera. Espera. — Pediu ofegante, se separando da cavaleira.
Erza agilizou sua mão, percebendo que estava além da mão. Lucy ainda não estava pronta para esse passo.
— desculpa, desculpa. — Pediu ela se sentindo péssima ao ver o quão constrangida sua namorada ficou. — E-eu não estava pensando direito, eu não queria te deixar assim... Eu só... Olha, me desculpa, me perdoa... Se for te fazer se sentir melhor, por favor, me bata!
Agora era Lucy quem se sentia péssima, não queria que Erza se sentisse triste, ela sabia que por ser mais velha, a ruiva sentia mais o desejo sexual do que ela. Não que a loira não sentisse, mas a sua intensidade em comparação a namorada ainda era pouco.
— Não, eu não quero bater em você. — Diz segurando suas mãos, dando um beijinho em cada uma. — Eu que peço desculpas, eu não queria que você ficasse triste por… Eu queria… Eu não quero… Quero dizer, e-eu… Eu realmente gosto muito de você, só que nessa parte eu não consigo… Eu não me sinto…
— Hey… — Interrompe Erza suavemente, acariciando seu rosto delicadamente. — Está tudo bem, Lucy. Lembra do que eu falei? — Pergunta olhando diretamente em seus olhos. — Eu não vou forçá-la a fazer nada que você não queira ou que não esteja pronta. E… — Ela dá um beijo na bochecha da loira. — Eu sei que você ainda não se sente segura o bastante pra ficar mais íntima comigo.
Um sorriso tímido enfeitou o rosto corado de Lucy. Ela queria ser mais íntima com Erza. Queria muito, mas ainda não se sentia pronta para esse passo importante.
— Eu quero estar pronta logo! Eu quero dar logo esse passo com você! Me sinto tão inexperiente em comparação a você...
Erza sorri com a determinação da loira, abrindo os braços para acolhê-la em um abraço apertado. Ela a aninhou contra o próprio corpo, depositando beijos em seus cabelos.
— Eu sou tão inexperiente quanto você, Lucy. — Diz fitando seu rosto, acariciando a bochecha com o polegar. — Vamos aprender juntas, não precisamos ter pressa.
— Juntas… Tudo bem. — Suspirou em concordância, se encostando mais contra o corpo de Erza.
Elas ficaram assim por um tempinho até adormecerem.
…
O cochilo das duas garotas durou apenas meia hora quando despertaram, mas não se levantaram de imediato, permaneceram mais alguns minutos abraçadas até o momento em que Lucy se levantou e sugeriu novamente de saírem de casa pra dar uma volta na vizinhança ou ir na guilda ver os amigos.
Por mais que estivesse adorando o tempo que estava passando ao lado da namorada, Erza sabia que em algum momento elas teriam que sair um pouco de casa. Sem mencionar que a mesma precisava voltar para sua própria casa.
"Talvez eu deva aproveitar e ir pra casa. Lucy precisa da sua privacidade e estou tirando isso dela.", pensou ela.
— Tudo bem, mas vamos só até a guilda, okay?
— Okay!
Em poucos minutos, elas já estavam prontas para sair.
Como o tempo estava ficando mais frio, elas vestiram roupas mais quentes. Erza vestia uma calça leggin azul marinho, suas botas, uma blusa de manga comprida preta e um casaco branco com uma pelagem felpuda no capuz. Já Lucy vestiu uma meia calça preta, com um shorts jeans azul marinho, botas de cano baixo, uma blusa de manga comprida branco com um detalhe rosa claro nas mangas e na gola, um casaco rosa e um cachecol azul claro ao redor do pescoço. Em sua cintura, estava seu cinto com a bolsinha de couro que continha suas inseparáveis Chaves Celestiais e o chicote preto que havia ganhado de aniversário da namorada.
— Vamos? — Chamou a loira ao trancar a porta do apartamento, guardando a chave no bolso dos shorts.
Erza responde com um aceno, enfiando as mãos no bolso do casaco. Lucy se aproximou da ruiva e entrelaçou seu braço com o dela, segurando sua mão dentro do bolso, que ficou feliz com o gesto e agradeceu com um beijo na bochecha da namorada, enquanto caminhavam calmamente até a guilda.
Durante o caminho, elas não disseram uma única palavra, apenas apreciavam a presença uma da outra, vez ou outra se olhavam e sorriam. Apesar do pouquíssimo tempo, elas realmente estavam muito felizes juntas e queriam fazer o possível para que aquela felicidade e o amor que sentiam continuassem crescendo.
— Erza?
— Sim?
— Quando chegarmos na guilda, nós já vamos contar ou acha melhor esperar?
Erza parou e encarou Lucy por alguns segundos pensativa.
De fato, pararam para conversarem não se elas ou não contaram aos colegas da guilda sobre seu relacionamento. Porém, tinha em particular que elas tinham uma pessoa a respeito delas.
— Eu não me importo de esperar pra contar pra eles. — Responde Erza. — Mas eu gostaria que o nosso Mestre soubesse.
— Eu também quero que o Mestre saiba sobre nós. Nossos amigos e colegas... ainda não sei como contar pra eles ou como eles revoltam...
— Se sua preocupação é a reação deles, eu garanto que a maioria vão nos aceitar. — Diz transmitindo confiança para a mais nova. — Lembre-se de que nós duas não somos o único casal de mesmo gênero da guilda.
— Não? Tem mais?
— Sim, tem mais um e você conhece eles. Um deles é um tanto quanto quanto, o outro nem tanto.
De repente, Lucy sente uma leve aura sombria vindo de Erza.
— E... Quem são? — Ela hesitou em perguntar, algo lhe dizia que sua namorada era antipatia por um deles. Ou ambos.
A cavaleira olhou para a maga celestial, apertando sua mão levemente.
— Um deles é o Freed e o outro é… — Ela deu um suspiro antes de continuar. — É o Laxus.
A surpresa fica estampada no rosto de Lucy, imaginou que Laxus nunca fosse do tipo que gostasse de alguém do mesmo gênero e muito menos que namorava, principalmente quando ele exibia uma pose de mago durão que não se importava com ninguém além de si mesmo.
— Eu nunca pensei que ele pudesse gostar de outra pessoa, além dele mesmo. Mas é bom saber que o Laxus gosta de alguém. — Comente a loira com um sorriso. — Eles devem ser um casal bem bonito.
— Eles seriam mais se o Laxus tratasse o Freed namorado e não como um dia pensado… Não era uma palavra decente para se dizer na frente da sua garota. — Mas de qualquer forma, o pessoal da guilda não vai se importar com o fato de nós estarmos namorando. Acho que eles vão ficar bem felizes.
— Se você diz assim, então eu acredito.
Ela percebe um pouco de voz da loira.
— Mas isso para te deixar desconfortável, podemos esperar um pouco para contar para todos.
— Na verdade, eu prefiro ir contando aos poucos, sabe? Continuar fazendo as mesmas coisas que já fazíamos juntas, só que… Er… — Lucy fica com o rosto corado, sem coragem para continuar.
Erza acha aquilo uma graça e não segura o riso baixo, enquanto aproximava o rosto da namorada.
— Com carícias e beijos incluídos? — Pergunta baixinho.
— Sim! — Seu rosto fica mais vermelho, rivalizando com as madeixas da cavaleira. — Eu posso te beijar dentro da guilda?
— Isso você não precisa nem perguntar. — Diz dando um beijinho na bochecha da loira, que sorri com o gesto.
E com isso, elas continuaram caminhando em silêncio.
Ou quase em silêncio, pois o cérebro de Lucy começa a fervilhar de tantas imagens que passavam por sua mente, as dos últimos três dias eram as que predominavam entre as outras, refletindo sobre o quanto Erza fez muito por ela, acatando ao seus pedidos e suas vontades, cuidou de seus ferimentos, se certificou de que ela estivesse descansando, se alimentando e não estivesse sentindo dor e nem nada. Até mesmo compartilhou seu próprio Ether mágico para não deixá-la morrer.
Erza também fez a necessidade de exigir e agora Lucy.
"Um é uma via de dupla. Não adianta apenas uma fazer as vontades da dupla outra. A outra também fazer sua parte e realizar as vontades da sua companheira." Erza.
— Lúcia? Tá tudo bem?
Ela permanece em silêncio por alguns segundos.
— Sim, eu só… Estou pensando no quanto você já fez por mim… E eu… Não fiz nada…
— Você está falando? Você fez coisas por mim. — Diz Erza virando Lucy para ficar de frente com ela. — Eu me lembro daquele soco lindo que você deu no Tiago, o jogando do outro lado da sala. Naquele momento, você tinha salvado a minha vida, ele queria me e não se mataria por você naquele momento, provavelmente eu não iria certamente aqui agora. — Ela encosta sua testa contra a dela. — Então não venha me dizer que você não fez nada por mim. Você é incrível do jeito que é e não se esqueça que eu te amo, ok? — Lucy acena que sim como resposta. — Vamos pra guilda?
— Vamos!
Elas continuam novamente as mãos e continuam a seu caminho para a Fairy Tail.
…
Como já era de conhecimento comum dos magnolianos, a Fairy Tail estava em festa mais uma vez. 2 de outubro não foi diferente.
Uma festa não estava incluída que ainda impedia Lucy e Erza em missão, visitar os companheiros e nem é preciso dizer que a presença delas incentivou a todos a fazer
Fairy Tail não é Fairy Tail se não tiver pelo menos uma festa por semana, não importava o motivo que fosse.
— Lúcia! Que bom que você está bem! — Diz Lisanna, enquanto abraçava a amiga — Eu fiquei muito com o que aconteceu com você!
— Todos nós ficamos, baixinha. — Acrescenta Mira se aproximando e dando um forte abraço na loira. — Estamos aliviados em saber que você tá bem. — Ainda a abraçando, a albina olha para Erza e abre um sorriso de deboche. — Mas se quiser, eu posso cuidar de você, Lucy. Com certeza será melhor do que o projeto de cavaleira sem classe e fedorenta.
— Mira-nee! Isso foi muito rude! — Repreende Lisanna, sendo completamente ignorada.
Erza fechou os olhos e apertou os punhos, podia estar proibida de usar magia, mas desejava muito desferir pelo menos um soco e tirar aquele sorriso zombeteiro dos lábios de Mira e estava prestes a fazer isso, mas uma mão se colocou sobre a sua e dedos se entrelaçaram aos seus.
Lucy lançou um olhar para a namorada que fez com que ela parasse seu ato no mesmo instante e logo se virou para Mira ainda sorrindo.
— Erza está cuidando bem de mim, Mira-san. Mas vou manter sua oferta em mente para alguma próxima vez que algo acontecer comigo.
Mira cruzou os braços, olhando rapidamente para as mãos entrelaçadas de Erza e Lucy.
Lisanna também reparou naquele gesto e não escondeu o enorme sorriso que se formou em seus lábios, afinal, ela sabia dos sentimentos que sua amiga tinha pela cavaleira.
"Hum… Isso é o que eu estou pensando?", imaginou a albina mais velha sorrindo e acenando que entendia a colocação da amiga.
— Tudo bem, mas qualquer coisa pode me chamar, Lucy.
— Claro! Pode deixar!
— Vem Lis, vamos deixá-las por enquanto. — Falou puxando a irmã com delicadeza pelos ombros.
Assim que ficaram sozinhas, Lucy volta a olhar para Erza e solta um suspiro, enquanto a puxava para uma das mesas. A ruiva já sentia um leve arrepio percorrendo sua espinha.
"Então é essa a sensação que se sente quando sua namorada está zangada com você?", pensou apreensiva.
Ela já havia lido muitos livros sobre vários tipos diferentes de romances e quase todos diziam sobre essa estranha sensação, mas sempre pensou que não passava de invenção de autores criativos.
Como estava errada...
Lucy conseguia sentir todo o nervosismo de Erza através de seus dedos, conseguia ver a leve expressão de pânico surgindo em suas feições.
— Precisava mesmo ter quase reagido daquela maneira? — Indagou se sentando.
— Sinto muito, mas a Mira me irrita muito e o jeito que ela falou que eu não cuidei de você e que ela faria melhor… — Responde se sentando ao lado da loira, cerrando os dentes. — Ninguém! Absolutamente ninguém poderia cuidar de você melhor do que eu!
A loira ri, levando a mão da ruiva aos lábios e depositando um delicado beijo em cima, o que faz as bochechas de Erza corarem levemente.
— Ciumenta!
Apesar de ter gostado do beijo carinhoso que recebeu e amar ouvir as risadas da namorada, não evitou a leve raiva ao ser chamada de ciumenta.
— E-eu não sou ciumenta, Lucy! — Proferiu cruzando os braços a cima do peito, em uma pose toda imponente. — Eu só tenho cuidado com aquilo que é meu!
Com toda certeza, Lucy não estava esperando aquelas palavras e sentiu seu corpo se aquecer repentinamente, como havia sentindo mais cedo naquela manhã quando estavam se beijando. Seu rosto corou no mesmo instante com a rápida lembrança e não segurou o sorriso bobo que se formou em seus lábios.
Erza mordeu a própria língua ao se dar conta do que falou, se sentindo muito envergonhada com a maneira que aquilo soou. Com um suspiro, se virou para se desculpar com Lucy, mas se surpreendeu com o sorriso que encontrou nas feições da namorada.
— Você sabe ser fofa quando quer. — Diz a maga celestial.
— Apenas com você.
Elas se encaram por alguns segundos, tentando parecerem sérias antes de rirem uma da outra.
— LUCY! — Gritou uma voz animada, correndo até as duas garotas.
Natsu e seu fiel gatinho alado Happy estavam extremamente felizes ao verem a melhor amiga deles na guilda.
— Natsu! Happy! — Ela os cumprimentou da mesma forma, se levantando para abraçá-los, mas não esperava receber o que recebeu.
A clara empolgação do rosado e do bichano foi demais para uma loira, que acabou sendo derrubada, derrubando as costas no chão de madeira. Mesmo sentindo um pouco de dor, ela não deixou de sorrir para os amigos.
— E aí? Você está melhor, Lucy? — preveru o garoto olhando para ela de cima.
Antes que a loira respondesse, seu amigo e gato são retirados de forma abrupta de cima de si e seu corpo ser erguido rapidamente do chão por Erza.
— Você tá bem? Se machucou? — Seu tom era de preocupação.
— Sim, eu estou bem. Está tudo bem. — Respondeu, tranquilizando a namorada e agradecendo com um aceno.
Natsu e Happy se levantavam do chão após serem feitosloridas, massageando as cabeças e olhando para a ruiva um pouco eados.
Porém, eles não têm tempo de retrucar ou criticar a atitude da cavaleira, pois sentimos um tapa forte na nuca.
Na verdade, apenas Natsu recebe o tapa.
— Seu idiota, não tá vendo que a Lucy ainda tá se recuperando e você vem e pula nela com tudo assim, seu retardado? — Diz Gray se aproximando das amigas e abraçando a loira com cuidado. — É bom te ver, Lucy. Que bom que você tá bem.
— Obrigada, Gray. — Agradece uma loira.
— E você também, Erza. O Mestre nos contornos o que você fez. Achei muito corajoso.
— Eu só fiz o melhor pela Lucy. — Respondeu passando o braço pelo ombro da loira, a puxando para mais perto de si e acrescentando com um notável orgulho. — E não há nada que eu não faria por ela.
Gray percebe aquele gesto e abre um pequeno sorriso, imaginando o quanto mais próximas elas devem estar uma da outra. Ele era conhecido ou bastante para atribuir que possivelmente, ela havia se confessado para uma loira que sentia e claramente, Lucy retribuía com esses sentimentos. Ele estava muito feliz por elas.
"Finalmente, hein? Já era hora.", pensou ele.
— É muito bom saber disso e… — Gray olha para os lados e se aproxima das garotas, falando bem baixinho. — Estou feliz por vocês.
Lucy sente seu rosto ficar vermelho com o que o diz amigo.
Estava tão óbvio assim?
Não é que Lucy não quer que já saibam de seu relacionamento com Erza, mas não espera que os amigos já percebessem logo de início. A mão não estava disponível com a mão certa ou com a mão apertada ou com a mão que ela estava com a mão apertada.
— Obrigada, Gray. — Agradece a ruiva, logo olhando para Lucy. — Vamos? Combinamos de dividir uma taça de milk shake.
Lucy responde com um aceno, se deixando ser levada por Erza até uma parte do balcão que ficava um pouco mais afastada das mesas e se sentaram lado a lado. Elas seguravam a mão uma da outra o tempo todo, enquanto observavam seus amigos e colegas se divertindo na guilda.
— Olá meninas! — Cumprimenta Wakaba, se sentando a um banco de distância das garotas. — Como vocês estão?
— Oi Wakaba. Estamos ótimas e você? — Pergunta a loira com um sorriso.
— Ah, sabem como é, não é? As coisas andam bem… Animadas, se é que me entendem! — Ele abre um sorriso, mordiscando seu velho cachimbo e piscando o olho direito para as garotas.
Erza Lucy e olham uma para outra com o rapaz que falou e nem teve a chance de perguntar o que estava tentando dizer, pois Macao estava tentando descobrir e deu um tapa na nuca do amigo.
— Seu idiota! Pare de dizer coisas indecentes na frente das meninas! Elas não têm idade pra isso!
— Ai, filho da puta! Eu não falei nada demais! — Se defender, massageando o local do tapa.
Não foi o que preciso!
Não é mesmo necessário dizer que os dois começaram a discutir segundos depois, trocando váriasensas e alguns tapas.
Não era algo questionável, era apenas mais uma briga típica na rotina da guilda mais forte de Fiore.
Não era nada demais.
Enquanto os dois rapazes brigam há alguns metros dali, Erza e Lucy decidem ignorar e pedem um pedaço grande de bolo de morango acompanhado de uma taça de milkshake de frutas vermelhas com chantilly e granulado de chocolate.
Elas olharam de amor que nem imaginam os doces vínculos maiores do que a dos colegas. Eles estão por ver-las bem, felizes e vivas, era o que importava.
Após terminarem em seus filhos, Erza e Lucy foram ao seu curso mais um tempo se divertindo juntos até o momento em que conversaram doces com Mestre Makarov, enquanto a loira aproveitou pra ficar com as amigas, Lisanna e Levy.
Elas estavam animadas para saber das novidades e quando tudo aconteceu.
— Vai! Conta tudo! — Diz a azulada tão empolgada quando a amiga ao lado. — Lis já me adiantou um pouco, mas quero ouvir da sua boca!
Lucy não sabia onde enfiar a cara de tão vermelha que ficou. Ela dizia que apenas sabia o que ela só gostava mais como amiga que era a prova do carinho perceptível nos dois como apenas amiga de dia em trocas, não tanto como os outros dias também não se beijaram ainda porque não se sentem confortáveis ou suficientes pra isso.
— Er… Então… Como posso dizer? — Falou encarando as duas amigas.
— Como assim? É só dizer!
Ela suspirou, fechando os olhos e olha novamente para as amigas ao abri-los.
— Bem, eu e Erza estamos... Er... Sabe? Nós estamos juntas. — Respondia toda corada e sem jeito.
As próximas reações a seguir foram uma sequência de choque, mesclado com dois pares de olhos arregalados e sorriso enormes, seguido de um grito estridente da maga da escrita sólida
— EU NÃO ACREDITO! É sério? Nós notamos isso, Lucy! Mas nós queremos saber os detalhes! — Escandalizava Levy, enquanto Lucy escondia o rosto tão vermelho quanto o cabelo de sua namorada e Lisanna ria das reações exageradas da azulada.
— Levy, acho que você tá exagerando um pouco! — Ri a pequena albina, colocando uma das mãos sobre o ombro da amiga para acalmá-la. — Acho que tem coisas que não precisamos saber ainda, né?
— Hum… É você tem razão, Lisanna. — Concordou a azulada com um suspiro, mas logo abre um sorriso. — Você e a Erza já se beijaram?
— Levy!
— O que foi? É uma pergunta válida!
Apesar de estar bem envergonhada com a situação, Lucy riu da afobação de suas amigas.
— Vocês são bem curiosas, hein? — Observa a loira.
— Então isso quer dizer que sim?
— Por Mavis, Levy! Deixa de ser enxerida!
— Vai me dizer que você também não tá curiosa, Lis?
— E eu não estou! Talvez um pouquinho…
— Eu sabia! — Gritou Levy chamando a atenção de alguns de seus colegas na direção das meninas.
Com exceção da azulada, as outras ficaram bem envergonhadas.
— Gente, meu Deus, vocês são terríveis. — Diz Lucy. — Quer dizer, a Levy é terrível!
— Quem é terrível? — Indagou Cana repentinamente, enquanto passava ali perto. — Ih, o que é que vocês três estão aprontando, hein?
— Nada. — As três respondem ao mesmo tempo.
Encara as meninas por alguns segundos.
— Ahã, sei… — Diz a morena, olhando nos olhos de cada uma até focar seu olhar na maga celestial. — E você mal voltou e já tá aprontando com as duas Marias da guilda, é? — Indagava, enquanto se sentava ao seu lado, passando o braço esquerdo ao redor de seus ombros, fecho o punho direito e bagunça levemente os cabelos loiros de Lucy. — Mas saiba que é muito bom ver que você está bem, baixinha.
— Obrigada, Cana-san!
Enquanto Lucy estava com as amigas no salão da guilda, Erza subia as escadas para o segundo andar e seguia pelo corredor para ir até o escritório do Mestre Makarov.
Bateu na porta duas vezes até escutar o "Pode entrar" vindo do interior.
Makarov estava olhando os novos relatórios que haviam chegado do Conselho Mágico a respeito do desempenho dos membros da guilda. A cada palavra que lia era seguido de um suspiro atrás do outro.
Eram sempre as mesmas críticas, sempre os mesmos apontamentos e quase nada de congratulação pelos feitos da guilda.
Verdade seja dita, todas as guildas de Ishgar fazem um bom trabalho no quesito eliminação de criaturas hostis e extinção de guildas negras, mas a maior parte desse trabalho é realizado pela Fairy Tail e nenhum mago da Fairy Tail mede esforço quando se precisa fazer o necessário.
Se eles recebem um serviço, eles vão até o fim pra realizá-lo. Os esforços são válidos, mas o reconhecimento é pouco e as críticas são imensas.
E é isso que deixa Makarov tão frustrado com o Conselho Mágico.
— Mestre? — Chamou Erza com cautela, percebendo que o Mestre estava ocupado.
Até já imaginava o que seria.
— Oh, minha filha. — Cumprimenta o velho, baixando os papéis. — Por favor, se sente.
Erza se sentava na cadeira.
— Se o senhor estiver ocupado, eu posso voltar depois, Mestre.
— Ora, deixa disso. Eu sempre posso arranjar um tempinho para meus filhos. — Responde com um sorriso gentil. — Mas em que posso ajudá-la? Espero que não tenha vindo me pedir autorização para sair em missão, pois você e Lucy ainda não estão autorizadas.
— Oh, não, não. Eu estou ciente disso, não vim falar com o senhor sobre missões. — Dizia já pra deixar o velho mais tranquilo. — Eu vim falar com o senhor sobre uma outra coisa… Pra ser sincera, eu nem sei como falar disso…
"Eu devia estar contando isso com a Lucy e não sozinha… Mas eu queria que ela ficasse e se divertisse com as amigas… Eu sou uma péssima namorada…"
Makarov podia ver através de suas expressões o conflito interno de Erza. Ele sabia que a garota era um pouco insegura quando o assunto se tratava de se abrir e expor seus sentimentos.
Mas ele já tinha entendido o que a ruiva queria lhe contar.
— Erza, está tudo bem. Você sabe que na Fairy Tail não fazemos julgamentos. Eu só peço apenas que cuide bem dela.
Os olhos castanhos da cavaleira se arregalaram de surpresa.
Será que estava tão óbvio assim?
E Makarov apenas ria da expressão estupefata que Erza exibia.
— Er.. Ah… — Ela estava bem sem reação e não sabendo como reagir. — Tá tão na cara assim?
— Ora, Erza. Faz tempo que ando percebendo o jeito que você olhava e cuidava de Lucy. E digo o mesmo sobre ela também. — Responde com um sorriso. — A minha questão é se você e ela se sentem felizes juntas, não quero ver nenhuma das duas magoadas .
Erza deu um longo suspiro antes de responder.
— Sim, nós estamos felizes juntos. Eu realmente amo a Lucy e quero fazer tudo para ver-la feliz.
Makarov ainda lamentou, agradeceu por ver a ruiva mais feliz e radiante. Teve momentos em que ele pensou que o passado misterioso e traumático de Erza poderia interferir no início de seu relacionamento.
"Está maduro, Erza. Porém não perdeu a sua essência. Continue sempre assim."
— Eu vou indo, Mestre. Até depois!
— Até, minha filha!
Ao sair da sala de Makarov, Erza desceu as escadas de volta para o térreo, onde se deparou com a cena de Cana com o braço ao redor dos ombros de Lucy.
De sua Lucy.
Os altos e os altos e o forte passo dos colegas ignorados pelos seus colegas, mas que se aproximam de um suspiro e Lisa se aproximam de um suspiro e de Lisa, que repentinamente se sente ao ver a ruiva gelar.
— Como vai, Caná? Tudo bem? —abrindo a mão forçando sobre um sorriso da cavaleira, colocando uma mão, apertando levemente.
Nos próximos segundos a seguir, a cartomante sentiu seu sumir de seu corpo e rapidamente seu vestido dos ombros da maga celestial e se ajustou a altura bastante para que Erza pudesse se sentar entre ela e Lucy.
— E aí, Erza? Como você está, minha amiga? — Cana a cumprimento com rápido aceno e um sorriso um tanto quanto assustado.
"Cara, é muito ciumenta! Coitada da Lucy!", pensada como três casais, olhando para a amiga, não percebe que a loira, mesmo com o ciúme evidente, o cuidado e o amor que a ruiva tem com a são singelos.
Er nada respondeu, apenas se abriu ao redor do beijo, enquanto o mesmo se encontra com um sorriso rápido da mesma, que fica com um sorriso rápido da mesma, que fica com o sorriso corada com o ato da noiva.
— Isso é que é jeito de dizer "Ela é minha! Sai fora!". — Comenta Cana, arrancando risadas de Levy e Lisanna.
As duas nada dizem, mas também lamentam como uma forma de conciliar com o que a cartomante diz.
Elas realmente eram uma da outra, pertencem uma à outra e elas fizeram questão de deixar tudo às claras quando Lucy, sem se importar com quem estivesse vendo, beija delicadamente os lábios de Erza, para a surpresa da mesma e dos demais colegas, que assistiam aquela cena completamente atônitos.
— Pensei que você quisesse esperar pra contar… — Diz Erza após separar seus lábios da loira.
— Eu queria, mas… — Ela olha para as amigas, que sorriam em aprovação e depois para os outros membros, que também exibiam o mesmo sorriso. — Eu queria te beijar de novo. — Diz a última parte baixinho apenas para a ruiva ouvir.
— Você não precisa pedir quando quiser me beijar. — Diz ela no mesmo tom, arrancando uma risada baixa da loira.
Um pigarro alto interrompe o momento das duas e elas olham para a dona, que as fitava com um semblante sério e braços cruzados.
— Se vocês vão ficar trocando salivas, faça-me o favor de irem pra um quarto, por favor e obrigada! — Provoca Mirajane de forma zombeteira.
— Qual é o problema, Mira? Inveja da minha namorada? — Erza provoca também, arrancando algumas risadas dos outros membros da guilda.
— E eu só digo uma coisa, Lucy, minha amiga… — Diz a albina, ignorando as palavras da ruiva. — Você tem muito mal gosto no quesito escolha de quem namorar…
Erza fez menção de se levantar, mas só não o fez, pois Lucy aperta sua mão embaixo da mesa, acariciando a superfície com o polegar.
— Bom, o ser humano não manda no coração, Mira-san. Mas a Erza é uma boa namorada e eu estou muito feliz com ela.
A resposta pareceu satisfazer Mirajane, pois a mesma sorriu e se afastou, deixando as duas sozinhas.
Ou quase, já que na mesa em que elas estavam sentadas tinham a companhia das amigas.
O resto aquele dia foi bem mais tranquilo.
Apesar dos questionamentos que os outros membros da guilda fizeram para as meninas.
— Quando vocês começaram a namorar?
— Há quanto tempo estão juntas?
— Vocês já se beijaram?
E entre muitas outras, até as mesmas perguntas inapropriadas para a idade delas.
Nem é preciso dizer que Erza não gostou pouco e deu uma lição na pessoa que teve audácia de fazer esse tipo de questionamento.
— Nnn-nã-nã-não s-sa-bi-bia q-que i-ia se o-ofe-fen-de-der, Erza-sama… — Gaguejou o rapaz caído no chão com pé da ruiva em suas costas , seu nariz e sua boca estavam sangrando e dois de seus dentes estavam agora quebrados. — D-des-cu-cul-p-pa…
Erza apenas deu um suspiro longo, tirando o pé das costas do rapaz e voltando a se sentar ao lado da namorada.
— Acho que você é exagerado um pouquinho, mas a pergunta dele... — Lucy sentiu o rosto queimado de vergonha, nem havia uma palavra de direito sobre isso com a própria Erza, imagina isso com alguém aleatório da guilda então discutir?
Não se preocupar, nem e nem mais ninguém vai a ousadia de ficar ter esse tipo de coisa.
— Ah, com certeza... — Falou olhando para os colegas que tinham apanha da ruiva.
Natsu e Gray observavam a interação das amigas, ao mesmo tempo que sentiam aquele leve arrepio na espinha quando viam Erza sendo super protetor.
"Agora tudo tá fazendo…", pensou o rosado fazendo sentido, uma mão no queixo, enquanto encarava as duas.
— Cara, o que você está fazendo? —u Gray vendo o olhar do amigo na direção das garotas.
— Você sabia que a Erza gostava de meninas?
— Ah, não exatamente... Mas eu percebia os olhares que ela dava pra Lucy e como ela era bem protetora... Muito mais do que o normal com qualquer um da guilda. — Explicava o moreno. — Então, não foi muito difícil isso.
Natsu assentiu, voltando a olhar para Lucy e Erza. Ele deu um suspiro e sorriu logo em seguida. Pra ele, era bonito ver a relação amorosa e diferente das xeus, algo que um pouco com suas antigas palavras de Igneel ser amiga de repente em sua mente.
" Algum dia, você pensará muito a sua companheira e quando a encontrar, trate-a bem e sempre cuide do bem estar dela."
"Eu vou fazer, Igneel!", Lisa foi pensada como resposta, que o puxa até o quadro de missões, e é claro que ele aceitou na mesma hora.
…
Quando o fim do dia chegou, Erza e Lucy se encontravam na entrada da guilda, longe dos olhares de seus colegas, se abraçando fortemente enquanto se despediam uma da outra. Elas passaram uma tarde bem divertida com os amigos e perceberam o quanto eles fizeram falta nos três dias que ficaram apenas na casa da loira.
Não que ficar a sós não fosse bom, elas amavam passar um tempo juntas, mesmo antes do início do namoro, mas alinharam que pelo menos quatro vezes na semana ficariam uma na casa da outra, com exceção dos dias que ficariam fora durante uma missão.
— Você tem certeza de que não quer ficar lá em casa? — Indagou a mais nova. — Eu não vou me importar de você ficar lá, sabe disso.
— Eu sei, meu anjo. — Responde a ruiva. — Amo ficar com você, mas não quero abusar da sua hospitalidade.
Apesar de quererem ficar sempre bem perto uma da outra, elas sabiam que teriam momentos que precisam de um pouco de privacidade.
— Você não abusa e eu gosto de ficar perto de você.
— Eu também e eu prometo te levar pra sair amanhã pra… Tomar um sorvete. Só eu e você, o que acha?
— Sair? — Pergunta a loira surpresa com o pedido.
— Sim. É o que os casais fazem, certo? Foi o que eu li nos livros.
— Bom, por mim tudo bem! Estou de folga do serviço, então não tenho nada pra amanhã e nem nos próximos dias. — Brinca uma Lucy arrancando um sorriso bobo de Erza.
— Então, nós temos que aproveitar.
— Eu concordo!
As duas aproximavam seus rostos pra selarem seus lábios quando um pigarreio interrompe as garotas.
— Na boa, do jeito que você falou isso pra Lucy soou muito errado, Erzinha. — Provoca Mira, que estava passando ali por perto quando viu as duas. — Lucy-chan, se a Erza passar dos limites com você, pode vim correndo pra mim que eu vou cuidar de você. — Ela pisca para a loira, enquanto abria a grande porta de madeira e entrava na guilda.
Pelo menos umas três veias de raiva saltam na testa de Erza, que só não avança na direção da albina para desferir alguns (Lê-se: Muitos) socos, pois Lucy a segura pelo braço.
— Por que você deixa o ciúme fazer isso? Sabe que ela só faz isso pra te provocar e você sempre cai direitinho na armadilha dela.
Lucy tinha um grande respeito e amizade com Mirajane, mas nunca gostou do jeito que as duas provocavam e brigavam uma com outra por motivo que fosse, sempre quis que elas fossem boas amigas e ainda torcia para que isso acontecesse no futuro, tinha esperanças nisso.
Erza solta um suspiro e olha para a mais nova.
— Eu odeio ela com todas as forças e mato algum dia, eu juro que ela!
— E eu ainda acredito que algum dia vocês serão boas e essas brigas idiotas de vocês serão algo do que vocês.
— Olha Lucy, você tem fé demais em algo impossível.
— Não é impossível, eu sei que isso vai acontecer no futuro.
— E como tem tanta certeza disso?
— Eu apenas sinto isso. — Por um breve momento, os olhos castanhos de Lucy mudam de cor, vermelho e verde, mas logo voltam ao normal.
Erza percebe a mudança rápida na escolha das namoradas, sabia que se referia à sua magia que não era mágica, às vezes e na namorada era diferente e que às vezes e na namorada era diferente e que às vezes e na namorada como se manifesta nem como controlá-la. Se lembrou de uma vez que tenta ativar aquela força mágica por sua própria beleza, só que ela não teve muita dificuldade e isso a deixou frustrada e com raiva de si mesma, chegando a se desconectar nos próprios punhos em uma árvore.
— Erza? — Lucy Chama fazendo seus pensamentos.
— desculpa, você falou algo?
— Que está ficando tarde e que temos que ir. — Responde com um sorriso. — Então, a gente se vê amanhã?
— Com certeza, nos vemos amanhã!
Elas se despedem com um beijo antes de cada uma seguir seu caminho pra própria casa.
…
Nas próximas semanas que foram passando, a relação de Erza e Lucy foi se cada vez mais sólida, apesar da idade de ambas. A diferença de anos não foi empecilho em nenhum momento, dois se respeitavam e confiavam principalmente uma vez na outra.
É que teve momentos em que eles discutiam e brigavam, como por exemplo, o em que Lucy foi em uma missão com Natsu e Happy, e voltou com um corte na verdade claro. Erza ficou furiosa com o garoto e o gato alado, e açou só empalá-los com sua espada, porque sua namorada não me ajudou.
Apesar do motivo ter sido pequeno, a briga delas foi feia ao nível de não falar em uma com outra durante três dias. A maioria dos membros da guilda pensaram que eles iriam terminar após aquela discussão.
Contudo, no dia seguinte a esse tempo, elas se assentam em uma mesa afastada da guilda aconteceu para que pudesse conversar sobre o que, pediram desculpas uma para outra e combinaram de evitar esses tipo de organização entre elas, não para bem o bem seu relacionamento. Após se acertarem, elas pedem uma taça de milk shake frutas vermelhas para tomarem juntas e passarem o resto daquele dia uma ao lado da outra trocando alguns beijos e abraços de carinho.
Pode ter sido feito três dias removidos, mas esses dias não foram feitos para Lucy nem pra Erza, mesmo sabendo que elas vão fazer missões em que vão ficar alguns dias longe uma da outra. Mas enquanto essas coisas não vinham, elas são lançadas para dias perdidos bem pertinho e aqueles que reparam.
— Erza?
— Sim?
- Eu te amo.
A ruiva não segura o sorriso e nem a vontade de beijar sua garota, já que a loira era bem mais tímida e prefere demonstrar mais afeto quando estava sozinha, mas quando fazia isso de forma espontânea, o coração de Erza se aquecia e fazia ela ficar cada vez mais apaixonada por sua Lucy.
- Eu também te amo.
…
02 de Janeiro de X781
O fim do ano de X780 passou rapidamente para os membros da Fairy Tail e logo no fim do mês de janeiro seria o tão aguardado Exame para Mago Classe S.
Porém, o que quer que seja, as coisas precisaram ser adiantadas devido a uma visita um tanto inesperada vinda de longe.
— O que é que o Conselho está fazendo aqui em Magnólia? Eles nunca vão nas guildas, só mandam ofícios pelos mensageiros tensos... — Comenta Macao, assim como o restante de seus colegas.
— Pra um membro do Conselho ter pessoalmente, coisa boa que não é vindo. — Diz Wakaba após dar uma baforada em seu cigarro velho.
— Tenham calma, meus filhos. — Pede Makarov já na entrada da guilda. — Apesar de ser do Conselho Mágico, a pessoa que está chegando não é antipática com a nossa guilda, como a maioria deles.
— E tem alguém lá que gosta de nós? Isso é impossível, Mestre! — Ralha Macau.
— Acredite, filho. Nós temos uma pessoa assim lá dentro.
Enquanto conversavam, alguns observavam a grande carruagem eram brancas com adornos dourados sendo puxados por quatro cavalos totalmente brancos, acompanhados por os seres anfíbios como serviçais trajados com túnicas brancas compridas, cujas barras pretas.
A grande maioria dos magos ficaram, os outros já estavam mais tensos, mas todos eles odiavam os conselheiros e as decisões ortodoxas que eles tomavam, muitas delas prejudicadas como guildas menores que tinham menos para se manter, ou que estavam em vários magos desempregados sem ter como sustentar ou sustentar sua família.
Vale mencionar que alguns acabam passando a guildas boas e guildas das trevas alguns momentos.
— Essas merdas… O que eles estão fazendo aqui e o que querem da gente? — Resmungava Mira com os dentes cerrados, fazendo questão de manter Lisanna e Elfman ao seu lado o tempo todo. — Não confio neles.
— Ninguém confia neles. — Diz Gray tão tenso quanto a colega. — Mas com certeza deve ser algo importante pra receber pessoalmente.
— Não interessa se é importante, eles não são bem vindos aqui! — Diz Cana revoltava, com alguns colegas concordando com ela. — Nenhum deles são!
— Eu não diria isso se eu fosse você, Cana. — Cometa Erza após terminar de comer seu pedaço de bolo de morango. — Ou você se esqueceu de que um dos conselheiros é um grande amigo do nosso Mestre?
A morena revira os olhos antes de responder.
— Eu não me esqueci disso, uma pena que ele faz mas parte daquele bando de desgraçados.
— É graças a ele que nossa guilda ainda tem para manter, então não é possível obter todos os recursos de lá como não manter todos os recursos gerais.
— Você diz isso apenas por causa do amigo Mestre ou por causa do seu conhecido lá dentro?
— Que conhecido? — Indaga Lucy curiosa assim que se senta ao lado da namorada.
Naquele momento, Cana se afastará enquanto segurava o riso.
Erza soltava um suspiro e olhava para a loira, que ainda esperava uma resposta.
— Só pra deixar claro, eu nunca tive nada com ele, tá? Ele só é o irmão de uma pessoa que já foi meu amigo.
— Hum… Okay.
— Hã… Só vai falar isso? Não vai ficar brava ou algo assim? — Perguntava confusa, pois não era essa a reação que a ruiva esperava.
— Por que eu ficaria brava? Se você teve algo ou não com ele no passado, não tenho interesse, pois é passado. Só tenho interesse no que temos agora. — Responde com um sorriso. — A não ser que você…
— NÃO! — Grita Erza a interrompendo e chamando a atenção dos colegas, a deixando tão vermelha quanto a cor de seus cabelos. Não podia negar que se sentiu envergonhada e triste. Como Lucy poderia pensar algo desse tipo? A própria deusa do amor poderia aparecer diante de Erza que ela ainda iria preferir ficar com sua maga celestial. — Eu não quero nada com aquele cara e nunca quis. Eu jamais trocaria você por ele ou por qualquer outra pessoa. E me desculpe pelo grito.
Lucy ria baixinho da namorada, levando a mão dela aos lábios e depositando um delicado beijo. Sabia o quanto Erza era sensível com assuntos desse tipo, mas gostava de provocá-la de vez em quando.
— Você fica fofa quando está nervosa, sabia?
— Hey! Eu tenho uma reputação a manter! Não posso perder o posto de maga mais durona da guilda! — Sorria roubando um rápido selinho da loira.
— Você fica mole perto da Lucy, né Erza? — Comenta Natsu, que passava ali perto com Happy, que ria das interações das amigas.
Erza respira bem fundo e só vira um pouco o rosto o suficiente para que Natsu e Happy pudessem ver seus olhos raivosos, sabia que seria o bastante para provocar um calafrio pela espinha do garoto e do gato alado.
E tal fato foi concretizado com sucesso, pois ambos ficaram tão pálidos quanto os cabelos dos irmãos Strauss.
Lucy suspira, sua namorada era incorrigível nesse detalhe, mas isso estava tudo bem pra ela.
O clima ainda era pesado, mas ficou um pouco mais leve, só que durou até o momento em que a carruagem chegou do Conselho chegou em frente aos portões da guilda, todos ficaram mais tensos do que antes.
Mirajane puxou Elfman e Lisanna para mais perto dela, assim como Natsu pegou Happy e o deixou sentado em seu ombro.
— Happy, não saia de perto de mim, tá bom?
— Aye! — Respondeu o bichano, enrolando a calda no cachecol quadriculado do amigo e segurando com firmeza os fios rosados de seu cabelo.
Gray e Cana ficaram um ao lado do outro, sentindo a tensão e o nervosismo um do outro.
Todos ficaram próximos de alguém, até mesmo aqueles que não se davam bem, decidiram dar uma trégua nas brigas e ficaram lado a lado na presença de um membro do Conselho.
Com Erza e Lucy não foi diferente, a ruiva sentiu a insegurança da loira e passou o braço ao redor de sua cintura, a segurando com firmeza. Ela escuta um suspiro de alívio e sente o braço da mais nova na própria cintura, apertando a mão com força em sua camisa.
— Não se preocupe, eu tô aqui com você. — Diz a cavaleira baixinho, encostando a bochecha na testa da loira, que assente e voltava seu olhar para as portas da guilda.
Voltando à entrada principal, a carruagem branca e extravagante para bem em frente às grandes portas duplas de madeira. Um dos serviçais anfíbios se aproxima e abre a portinhola.
De dentro do veículo descem duas pessoas, um rapaz e um senhor.
O rapaz aparentava ter em torno de 16 anos, tinha pele clara, cabelos pretos presos em uma espécie de coque firme, usava óculos de lentes retangulares com armação prata bem fina, um terno todo branco, com leves detalhes em cinza claro na parte da costura, sapatos sociais pretos e uma capa também branca com bordas felpudas e com o símbolo do Conselho Mágico costurado nas costas.
Já o senhor tinha estatura baixa, pele levemente bege, magrelo com pouquíssimos cabelos brancos, um bigode bem pequeno logo abaixo do nariz e sobrancelhas grossas. Ele trajava uma camisa marrom de manga comprida com listras verticais pretas, calças sociais marrom escuro e um chapéu preto de três pontas. Sobre seus ombros, também tinha a mesma capa que o rapaz.
Makarov se aproxima dos visitantes, com Macao ao seu lado, e estende a mão para cumprimentar o conselheiro.
— Makarov. — Diz o velhinho apertando a mão do velho mestre.
— Conselheiro Yajima. Seja bem vindo à Fairy Tail.
— É muito bom estar aqui, velho amigo.
Todos observavam em silêncio a interação dos dois senhores, com as expressões neutras e se esforçando ao máximo para não fazer nenhum movimento que pudesse ser considerado perigoso.
— Por que não vamos para a minha sala conversar? Temos assuntos para colocar em dia, velho amigo. — Sugere Makarov, já caminhando como escadas, com Yajima logo atrás.
— Excelente ideia! Você ainda tem aquele velho conhaque de Crocus?
— É claro! Maninho ele aguardado para nossas conversas!
Ao chegarem no topo, Yajima olha para o rapaz que o acompanhava.
— Não precisa me acompanhar, jovem Lahar.
O rapaz o viu com confusão.
— Mas Yajima-sama, o protocolo dos Conselheiros diz claramente que…
— Eu conheço nossas regras, meu jovem. — Interrompe o velho conselheiro com delicadeza. — Mas eu confio completamente na guilda Fairy Tail. Então relaxe e tome uma bebida. A cerveja deles é excelente!
E com isso, ele entra no corredor que leva para a sala de Makarov e algum campo de visão do rapaz.
Lahar fecha os olhos e dá um grande suspiro, antes de descer as escadas e se sentar em um dos bancos próximos ao balcão do bar.
"Eu nem queria estar nesse lugar...", ele considerou. Era evidente para todos na guilda que aquele cara não queria estar ali.
— gostaria de uma bebida, garoto? — Indaga Macau a um pouco mais de um metro de distância do rapaz.
Lahar abre os olhos e encarou o moreno a sua frente, seu olhar transmitia o quanto estava desconfortável em estar ali.
— Eu não sou um garoto, eu sou do Conselho Mágico. — Respondeu Lahar com desdém. — Tenha respeito pela autoridade, empregado!
Macau ergue uma sobrancelha para o tom utilizado pelo Conselho ea forma que o chamou. De fato, ele era um empregado da guilda, assim como todos os magos ali presentes e os que estão em alguma missão. Contudo, a maneira com que Lahar o chamou muito com que ele se sentisse ofendido.
— Ok, desculpas. — Falava erguendo as mãos em sinal de renderização, não desenhador briga alguma com alguém do Conselho. — alguma bebida Desejada em específico?
Lahar viu para a estante de bebidas vários sabores, vários núcleos, era uma grande variedade de sabores, e depois viu para o grande barril de cerveja, onde Cana já se ser enésima vez.
— Eu quero a mesma bebida da garota ali. — Apontou levemente com a cabeça, voltando a dar suspiros de impaciência, batendo o pé de ansiedade.
Macao nada diz, apenas pega uma caneca limpa e serve a cerveja que o garoto havia pedido.
— Faça bom proveito.
Lahar pega a caneca, olha para a bebida espumante e amarelo escuro, levando aos lábios e experimentando a cerveja. Uma careta enojada aparece em suas feições, enquanto cuspia o líquido no chão e empurrava a caneca para o moreno.
— Mas que porcaria de bebida é essa?! — Reclama um Lahar indignado, limpando a boca com a mão. — É horrível!
— É a cerveja que pediu, é a melhor de Ishgar, só as melhores guildas e bares servem ela. — Defende Macao limpando resquícios da bebida no balcão.
— É impossível, eu já provei a melhor cerveja de Ishgar e com certeza não é essa merda que me serviu! Até a urina do cachorro é melhor do que isso!
Os outros membros da guilda observavam em silêncio, não havia gostado daquele cara e da maneira que ele estava tratando o amigo deles.
Quem ele pensa que é?
Wakaba se aproxima, traga um pouco do seu cachimbo antes de falar.
— Qual é, cara? Não tem problema não ter gostado da bebida, mas não precisa esculachar assim, né? — Diz o fumante se esforçando pra ser simpático e não responder algo que provavelmente traria problemas pra guilda.
Lahar olha pra ele de cima a baixo, reparando em praticamente todo o visual e aparência de Wakaba, pensando em como a Fairy Tail tinha alguém como ele na guilda. Aliás, olhando para todos os membros, ele tinha esse pensamento. Alguns eram crianças e outros eram jovens e adultos, como uma guilda considerada a mais forte tinha como membros crianças com menos de 15 anos?
Aquilo não fazia sentido algum!
"Makarov deve ser louco! Criançasmagos?! Nunca que uma criança tem força pra enfrentar um mago das trevas!"
— Eu não consigo entender como um mago do nível de Makarov Dreyar tem como membros da sua guilda pessoas como vocês.
Se o nervosismo que os integrantes da Fairy Tail tinham antes da presença de um conselheiro já era grande, ele acaba sendo considerado um absolutamente nenhum após o comentário de Lahar.
E a primeira a se manifestar é Mirajan, que não se levantará do banco e não hesitará contra o rapaz, pronto para dar um belo de um soco na cara daquele metidinho. Mas é impedido por Gray e Cana, que a seguram pelo braço.
— Mira, não faz isso. Sabe o que vai acontecer, né? A guilda terá problemas. — Diz a morena em um tom baixo. — E também não vale a pena o seu esforço.
— Ele é só mais um pau mandado do Conselho. — Acrescenta o mago do gelo.
Mira respirava fundo, encarava La e o sorriso presunçoso que ele exibia, era irritante demais e ela queria muito arrancar aquilo dele. Com um suspiro, ela parou seus trabalhos contra sua vontade, voltando a ficar perto de seus irmãos.
Lahar alargou mais o sorriso, enquanto ajeitava sua capacidade sobre seus ombros.
— Seus amigos são mais espertos do que você, Mirajane Strauss, o Demônio da Fairy Tail, nome pelo qual lhe cai bem, já que você só traz caos e destruição por onde passa. As pessoas têm medo de você e querem você longe delas.
Mira estranhau a maneira como ele falou seu nome e o apelido pela qual sendo reconhecido pela região.
— O que você quer dizer com isso?! — Em consciência de que algumas vezes da cidade estava destruindo uma casa ou prédio, mas nunca tendo recebido contra onde quer que fosse que fosse tornar-se membro da Feira. — Você está mentindo!
— Eu sou membro do Conselho Mágico! Nós não mentimos! Nossa palavra é a lei que magos, como vocês, são obrigados a seguir! — Dizia Lahar à mão como se cada palavra dita por Mira não valesse de nada. — Você nem tem qualificação para ser Mago Classe S, não entende os motivos que Makar Drey lhe oferece.
de Mira além de ser de seu colega, na verdade nenhum amigo e nenhum pouco gostou de sua cara engo referiu a ela, apesar de não saber se com os punhos chama ja nada dele, queria muito dar um Karyū no Tek que tal cafona.
— Aí, qual é a sua, cara? —u velho se aproximando do mais. — Não é porque você é da merda do Conselho que acha que pode vir aqui e fazer e dizer o que quiser pra gente!
"Mais um que se acha o herói…", pensou ele com um suspiro de tédio.
— Na verdade, eu posso fazer isso. A Lei diz que qualquer membro do Conselho Mágico pode fazer o que quiser. Então, se eu quiser, eu posso falar o que eu quiser pra você e pro resto de seus amigos, moleque estúpido.
— Ora, seu… Seu filho da puta! — Natsu não se aguentou e desferiu um golpe na direção de Lahar.
Ninguém conseguiu impedir um tempo.
Porém, o soco nunca chegou a tocar o rosto de Lahar e nemia, pois várias rúnicas mágicas na azul marinho rodeavam o garoto.
— Mas o quê...?
— Você realmente entendeu que conseguiria acertar um soco em mim, um membro do Conselho?
Antes que Natsu dissesse alguma coisa, Lahar desfere um soco de esquerda na barriga do rosado, que cai com a força do golpe, apertando o local da dor. Por um momento, ele quase regurgitou o seu café da manhã de mais cedo.
— Natsu! — Gritaram Lisanna e Happy, que se aproximavam do amigo caído gemendo de dor.
— Que lástima, sujei minha calça nova com a saliva desse... — Falava enquanto apontava para um Natsu destacado ainda com dor. — Nem sei como devo lhe tratar, você é apenas mais um mago que não vale a pena perder tempo.
O jovem Dragon Slayer os punhos com força, se enviando e encarando Lahar com ódio no olhar.
Todos da mesma guilda são formados para o rapaz da mesma forma.
— Ora, seu… Seu…
— Devo lembrar-lhe que tentar me atacar de novo, fazer questão de nunciá-los como magos instáveis e com possibilidades de se tornar das trevas? — Cutuca Lahar. — Não seria novidade pra vocês, já que o filho do Mestre de vocês virou Mestre de uma guilda das trevas. Então, eu não me surpreenderia se um ou mais de vocês fossem para o lado negro da magia.
A simplesção a Ivan era o mesmo que enfiar uma fachada de cada um dos homens, eles sabiam das atrocidades que a guilda Raven estava até a designação, desde pequenos robustos até a designação de criaturas de criaturas, sem mãos disponíveis em cidades e equipamentos. assassinatos de crianças e jovens.
— Aí, para nos comparar com aquela cara! — Defende Gray avançando dois passos com os punhos cerrados, se segurando muito pra não congelar aquele cara. — Temos princípios, não somos como aquele merda! Se estamos na Fairy Tail é porque acreditamos na força da nossa guilda, dos nossos amigos e do nosso Mestre. E não vai ser um ex-membro conturbado e um trombadinha do Conselho que vai mudar o nosso jeito de ser!
Lahar ergue uma sobrancelha com as palavras proferidas pelo jovem mago de gelo.
Quem ele pensa que era pra falar com alguém do Conselho Mágico que forma? Isso era inaceitável e ele faria aquele pagamento, assim como fez com o outro.
Esticando uma mão, Lahar suas runas para prender o braço de Gray e vira pra trás, quase quebrando o mesmo.
Gray geme de dor, tentando forçar seu braço a voltar ao normal, mas impossível.
"Mas que jutsu shiki é esse? Nem o Freed tem tanta força assim?", ponderou ele com os dentes cerrados, enquanto forçava mais o braço.
Todos já preveem o braço do garoto sendo quebrado de forma abrupta.
— Já chega, Lahar! Solta o braço dele! — Profere Erza se levantando e indo na direção do garoto do Conselho.
Lahar olha para a ruiva, abre um sorriso de lado e pisca para ela, ato que enfurece Lucy internamente.
— Ah, é uma famosa Titânia. — Comenta ele desfazendo as runas magicas e soltando o braço de Gray, que respira aliviado e massageava o ombro dolorido. — É mais bela pessoalmente faz que Siegrain parecer. Confesso que sinto inveja do homem que a desposar, mas se quiseres, eu posso ser esse homem, minha bela princesa das fadas.
Todos uma maneira parecida com a mesma maneira de pensar com uma maneira que ele se mostrou uma resposta e dando em cima em algo parecido com bem, nem uma maneira de resposta, nem mesmo para uma resposta coerente.
Vendo a senti, Lucy é calmamente namorada e caminhou na direção Lahar, os punhos se aproximam a uma direção.
Lahar notou a nível de aproximação da jovem loira e não esconde uma expressão de descrição ao sentir o seu de éter.
"Mas que palha é essa? Essa menina nem tem uma guilda mágica assim e está uma guilda mágica? Nem preciso das rúnicas pra me proteger dessaãzinha e mágica", pensou ele até desativando a proteção de rúnicas ao seu redor e ignorada o momento em que Lucy ficou parada bem na sua frente, com a cabeça baixa e os punhos cerrados. Sua franja escondia o seu olhar, mas o jovem mago do Conselho não ligava para isso.
— Garotinha, o que você quer, hein?
Lucy nada disse e nem precisau, pois a cena que se segue foi muito rápida e ao mesmo impressionante para todos os.
Quando a maior parte da madeira pode ser encontrada, e principalmente, a maior parte da concorrência possível, a maioria das pessoas que encontrou uma parte das costas e os bancos, a maior parte da concorrência possível. Ele se levantava atordoado, se equilibrando pra cair novamente, sua visão estava levemente turva e gosto de sangue na sua boca.
"Mas o que foi isso?!", se perguntava erguendo o olhar para a jovem loira. Seu corpo trava ao encontrar os olhos bicolores verdes e vermelhos, uma sensação de medo mal estar subindo pela garganta.
A dourada a dourada que emanava de Lucy não fez apenas La tremecer como também os próprios colegas e amigos, eles nunca imaginaram a maga celestial tinha uma força como aquela. Era quase, se não, igual ao poder que Laxus exibia na guilda.
E assim quase sempre assim, quando o poder de Lucy despertava sempre, ele também é quase e com isso, vinha desaparecida como aquela que parece ser a mesma. Só que desta vez, além do desmaio, ela sentiu algumas dores no corpo.
Erza rapidamente a pegou antes que atingisse o chão.
— Lúcia! — A ruiva apoiou as costas da namorada contra o próprio corpo, passando o braço esquerdo sobre seus ombros.
Lucy abre os olhos um pouco sonolenta, estava um pouco ofegante, se camisa, estava fazendo para se manter em pé enquanto segurava com força da ruiva.
— Erza? — Chamou baixinho pela namorada.
— Eu estou aqui, tá tudo bem, tá? — A loira assentiu, dando um suspiro. — conseguir de pé?
— O que foi isso? O que ela fez comigo? — Interrompe Lahar se aproximando de Lucy e Erza, só que é impedido por Natsu que se coloca entre ele e a amiga, que ainda era amparada pela namorada. — Sai da minha frente, moleque!
— Pra quê? Pra você machucar a minha amiga como fez comigo e com o Gray? Nem morto que eu saio!
Lahar se iritou com o rosado e estava pronto para atacá-lo mais uma vez, buscar seu braço com suas runas mágicas quando o escrevi.
— Jovem Lahar, o que está fazendo? o diretor Yajima colocando — uma mão sobre o ombro rapaz.
— Senhor, eles me atacaram! Olha como estou!
Yajima depois seus olhos de voltary o estado do rapaz e olhado para todos os membros da Fair Tail, antes de Lucy por alguns a mais do que o olhar para o garoto.
— Meu jovem, não é porque fazemos parte do Conselho Mágico da Magia que devemos parecer aos magos de guildas.
Lahar o encarou indignado com as palavras que ouviu do velho.
— Mas senhor, isso não faz sentido. Nós somos superiores a eles e…
— Meu jovem — Começou Yajima o…ndo. — Eu que sou superior dentre todos aqui, mas não fico demonstrando isso, pois todos nós somos iguais, somos humanos e magos, e todos merecemos o mesmo respeito.
— Mas eles me atacaram, senhor!
— Você os originou, primeiro jovem Lahar. — Yajima responde com toda serenidade. — Eles o atacaram por causa de suas ofensas. Não devemos evitar esse tipo de ação. Isso é inaceitável, principalmente para um aprendiz de cavaleiro como você. Espero que você não faça mais ações dessa natureza. Ficou claro, jovem?
Lahar asentiu com o tão vermelho de vergonha um, não dizia nada, tomatezilava com o olhar a garota loiraco e isso só o rosto que lhe deu mais revoltado. Ele sempre se gabava ser o melhor aprendiz dentre os colegas de luta e quase todos os de treino que tinha, ele era o orgulho de seus professores e um prodígio, de acordo com alguns bons.
Se descobrirem que ele foi derrotado com um único soco por uma maga de uma guilda, com certeza seria alvo de piadas por um bom tempo até sofrer um vexame maior que o seu.
"Ninguém pode saber que eu fui derrotado por uma magazinha! Ninguém!", considerou furioso e com o orgulho ferido.
— Vamos indo, jovem Lahar. — Chamou o senhor Yajima, o guiando para a entrada. Antes de saímos, o velho se virou e vimos para Makarov. — Pense na proposta, Makarov e converse com seus magos.
E assim, a visita inesperada de um conselheiro partia em direção a sede principal do Conselho, enquanto os magos da Fairy Tail encaravam agora o velho Mestre.
Sentindo os olhares dos filhos, Makarov dava um grande suspiro. Não tinha cabeça para aquele assunto agora e sentia um tempo para pensar.
— Tenho um assunto a tratar com vocês, mas preciso de um tempo para pensar sobre isso. Peço que esperem e aceitem. Vamos conversar sobre isso em dois dias.
E com isso, Makarov se retirava para seu escritório, deixando os membros da Fairy Tail nervos com o que poderia ser o tal assunto.
Por favor, não desistam de mim!
Vou me demorar pra não demorar tanto!
Desculpe novamente pela demora!
Até o próximo capítulo!
