Título: Presente de grego
Autora: Bélier
E-mail: belier.aries@bol.com.br
Categoria: Romance Yaoi
Retratação: Eu não possuo Saint Seiya/Cavaleiros do Zodíaco. Infelizmente (ou felizmente) eu não os possuo, pois do contrário eles teriam namorado mais do que lutado... De qualquer forma, eles são propriedade de Kurumada, Toei e Bandai.
Resumo: Máscara da Morte faz aniversário, e um presente de gosto duvidoso pode mudar sua vida...
Capítulo 2
- E aí, docinho, foi o Aioria que te mandou, é?
"Preciso me lembrar de desamarrar aquela vadia, quando isso terminar!" - Foi, sim. - Disfarçando a voz, Afrodite observou o cavaleiro de Câncer esparramado na cama, sem saber o que o aguardava.
Afrodite terminou de mastigar a rosa especial que havia cultivado cuidadosamente para aquele dia. O gosto era extremamente amargo, mas o efeito deveria durar até o fim da noite: sua voz já havia afinado bastante, tornando-se irreconhecível. "Só espero que o veneno não me mate, antes disso terminar..." Pensou, apreensivo.
Afrodite ajeitou melhor sua roupa apertada, um top e uma saia de couro preto, que até que haviam ficado bem no seu corpo quase feminino. As botas longas completavam o visual. É claro que ele não havia pego "emprestada" da moça que havia sido contratada por Aioria e Miro, isso nem pensar! Ele havia comprado a roupa em uma loja há algum tempo atrás, na última viagem que fizera ao exterior, achando que um dia serviria para uma grande noite. Só não havia colocado as luvas, pois confiava demais no seu toque.
Ao sair da festa, Afrodite havia vacilado, pensando se levaria seu plano adiante ou não. Mas ao imaginar o seu amor secreto junto com uma garota daquele tipo, o ciúme falou mais alto, e decidiu continuar. Sorte sua ter ficado sabendo dos planos de Leão e Escorpião antecipadamente, caso contrário não teria tipo tempo de, pelo menos, cultivar aquela rosa.
Sendo assim, deu um jeito de descer até a quarta casa, e, quando a distinta moça chegou, atacou-a com uma rosa, fazendo com que dormisse. Amarrou-a e deixou-a descansando próximo da entrada do templo, sem remorso. Só precisava lembrar de desamarrá-la, caso contrário, ia ser um desastre!
"Só não posso deixar ele me tocar..." Afrodite pensou, sem saber se conseguiria fazer com que Máscara ficasse muito tempo preso e de olhos vendados. "Hoje vou ter certeza se sou mesmo bom nisso!".
Sentou-se na cama, e debruçou-se sobre o cavaleiro de Câncer, seus cabelos perfumados tocando o rosto áspero. - E então, gostosão, hoje é seu aniversário, é?
- É sim... - Máscara tentou alcançar Afrodite, erguendo-se na cama, mas sendo puxado novamente pelas algemas.
- E é suposto que eu seja o seu presente, não é mesmo? - Afrodite começou a abrir os botões da camisa de Câncer, deixando seu peito descoberto.
- É isso mesmo... - Máscara estava achando uma delícia, as unhas longas tocavam provocantes sua pele, a cada botão que era aberto, até que as mãos delicadas alcançaram o cós da calça, puxando a camisa para fora e abrindo-a completamente.
Afrodite aproximou os lábios do pescoço do outro, deixando o hálito quente esquentar sua pele. Sentiu que ele se contorceu levemente. Continuando, mordeu o pescoço de leve, para depois lambê-lo. Desceu sua carícia até alcançar o peito másculo do cavaleiro de Câncer, notando que sua respiração já começava a se alterar.
O fato de não poder ver a pessoa era extremamente desagradável para Máscara, pois ele nunca havia sido dominado, mas ao mesmo tempo estava aguçando seus outros sentidos, principalmente seu tato e seu olfato. O perfume da garota era delicioso, e suas mãos e boca sentiam muito bem sobre sua pele curtida pelo sol.
Afrodite sabia que provavelmente nenhuma garota tivera chance de fazer aquilo, então se preparou para algum sobressalto por parte do homem sob ele. Sempre tomando cuidado para que seu corpo não tocasse o dele, para que não percebesse nada estranho, Peixes circulou com a língua um dos mamilos de Máscara, que, como ele imaginava, arqueou as costas, gemendo alto.
- Você gosta disso? - Afrodite perguntou, maliciosamente.
- Não muito... - Máscara gemeu novamente, quando Afrodite mordeu o mamilo com delicadeza, enquanto apertava o outro com a mão.
"Sempre machão... Ele não vai admitir que gosta..."
"Essa garota é boa..." Câncer pensou, suas idéias já começando a ficar nubladas pelo desejo. Rendeu-se ao carinho inesperado. Afinal, ele não poderia fugir, mesmo que quisesse.
Afrodite desceu mais, sua boca tocando o abdômen trabalhado de Máscara. Suas mãos acariciaram os gomos, definidos com muito treino e exercício. Deliciou-se, beijando-o próximo ao cós da calça, enquanto desafivelava o cinto. Ele nunca imaginou que chegaria tão longe no seu plano sem que o outro percebesse.
Um tremor passou por seu corpo. Ele não podia deixar Máscara nem sonhar que fora ele que estivera ali, acariciando-o. Seria morte certa! Também não ia ser louco de chegar até o fim com ele, pois não teria como esconder. Queria apenas aproveitar um pouco, até onde sua sorte o ajudasse.
Peixes abriu o botão da calça, e depois o zíper, baixando o jeans até retirá-lo do corpo do outro, parando antes para tirar seus sapatos e meias. Nessa altura da diversão, Máscara já estava bem excitado, e ele suspirou aliviado quando sua ereção ficou livre do aperto que o tecido grosso lhe impunha.
Afrodite olhou estupefato para o volume entre as pernas do cavaleiro de Câncer. "Minha Deusa, ele é enorme!" Sem se conter mais, tirou a roupa íntima do amigo, para confirmar suas expectativas.
- Que foi, gatinha, é muito pra você? - Máscara perguntou sarcasticamente, notando que ela havia parado.
- De forma alguma! - Afrodite segurou-o com uma das mãos, acariciando-o com movimentos decididos. Abaixou a cabeça, seus cabelos se espalhando pelo baixo ventre do cavaleiro de Câncer, e provocou-o com experiência, sua língua apenas tocando a ponta do seu membro. Máscara empurrava seus quadris, tentando fazer com que a tortura acabasse, mas Afrodite brincou com ele até que julgou ser suficiente. Levou então toda a ereção do outro em sua boca, ouvindo seu gemido rouco.
O cavaleiro de Câncer empurrou os quadris instintivamente dentro da boca quente, que o acomodou com perícia. Ele sentia que se continuasse assim, não ia agüentar por muito tempo.
Afrodite continuou com sua doce tarefa, e sem conseguir se conter, tocou-se com sua mão livre, uma vez que também já estava excitado.
- Hum, que delícia... - Máscara falava ofegante. - Você é muito boa... Nunca me fizeram isso tão bem...
Peixes olhou para o rosto de Câncer, sabendo que ele não mentiria numa hora dessas. Se ele soubesse... Aumentou o ritmo, sugando-o com vontade, sentindo que não ia demorar muito.
Com um grito rouco, Máscara da Morte gozou dentro de sua boca. Afrodite esforçou-se para engolir todo o sêmen, mas um pouco ainda acabou escapando- lhe pelos cantos da boca. Limpou-se com as costas da mão, lambendo os lábios. Olhou para o homem ofegante na cama, vendado e algemado, vestindo apenas uma camisa totalmente aberta. Era uma visão e tanto.
Foi quando notou a cruz que havia dado mais cedo para o amigo. Hipnotizado, foi para tocá-la com os dedos, mas Máscara da Morte, pressentindo o seu movimento, tentou se afastar, mesmo preso.
- Não! Não se atreva a tocar nela! - Gritou, sua respiração ainda entrecortada.
Afrodite olhou-o assustado. "Talvez ele tenha pensado que eu ia roubá-la!" Recuperando-se, comentou: - É muito bonita, foi presente da sua namorada, por acaso?
- E eu lá tenho namorada? - Máscara respondeu, sua respiração já restabelecida. - Foi presente de um amigo...
- Sei. E você se importa muito com esse amigo, pelo jeito... - Afrodite esperou ansioso pela resposta do outro.
Máscara riu, irônico - Talvez ele seja o único que se importe comigo, nessa droga de Santuário!
Afrodite não sabia se ficava feliz com a declaração do amigo, ou se sentia culpado pelo fato de estar enganando-o. Lágrimas vieram aos seus olhos, mas ele tratou de enxugá-las rapidamente. Ele tinha culpa se gostava do amigo de um jeito menos convencional? Sabia que nunca seria correspondido, então fizera aquilo... Mas nada desculpava sua maldade.
Levantou-se depressa da cama, sentindo uma necessidade terrível de ir embora, seu desejo se esvaindo rapidamente, sendo substituído pelo remorso.
- Ei, volte aqui! Aonde você pensa que vai?!
- Meus serviços acabaram! Só me pagaram pra isso!
Máscara ficou desapontado. - Você poderia pelo menos me soltar? Quem sabe eu faço você mudar de idéia?
E agora? Afrodite não tinha pensado naquilo! Não podia soltá-lo e fugir a tempo, antes que ele tirasse a venda! Talvez o melhor a fazer fosse se denunciar e aguardar o seu castigo por ter mentido ao seu melhor amigo.
Conformado, sentou-se na cama, procurando a chave da algema, que havia deixado no criado mudo.
Debruçou-se novamente sobre Máscara, alcançando suas mãos presas. Nesse momento, antes que ele pudesse abrir as algemas, o cavaleiro de Câncer manifestou-se novamente.
- Sabe? Eu gostei de você... mesmo. - Afrodite descuidou e Máscara ergueu- se na cama, alcançando sua boca e beijando-o.
Continua
Autora: Bélier
E-mail: belier.aries@bol.com.br
Categoria: Romance Yaoi
Retratação: Eu não possuo Saint Seiya/Cavaleiros do Zodíaco. Infelizmente (ou felizmente) eu não os possuo, pois do contrário eles teriam namorado mais do que lutado... De qualquer forma, eles são propriedade de Kurumada, Toei e Bandai.
Resumo: Máscara da Morte faz aniversário, e um presente de gosto duvidoso pode mudar sua vida...
Capítulo 2
- E aí, docinho, foi o Aioria que te mandou, é?
"Preciso me lembrar de desamarrar aquela vadia, quando isso terminar!" - Foi, sim. - Disfarçando a voz, Afrodite observou o cavaleiro de Câncer esparramado na cama, sem saber o que o aguardava.
Afrodite terminou de mastigar a rosa especial que havia cultivado cuidadosamente para aquele dia. O gosto era extremamente amargo, mas o efeito deveria durar até o fim da noite: sua voz já havia afinado bastante, tornando-se irreconhecível. "Só espero que o veneno não me mate, antes disso terminar..." Pensou, apreensivo.
Afrodite ajeitou melhor sua roupa apertada, um top e uma saia de couro preto, que até que haviam ficado bem no seu corpo quase feminino. As botas longas completavam o visual. É claro que ele não havia pego "emprestada" da moça que havia sido contratada por Aioria e Miro, isso nem pensar! Ele havia comprado a roupa em uma loja há algum tempo atrás, na última viagem que fizera ao exterior, achando que um dia serviria para uma grande noite. Só não havia colocado as luvas, pois confiava demais no seu toque.
Ao sair da festa, Afrodite havia vacilado, pensando se levaria seu plano adiante ou não. Mas ao imaginar o seu amor secreto junto com uma garota daquele tipo, o ciúme falou mais alto, e decidiu continuar. Sorte sua ter ficado sabendo dos planos de Leão e Escorpião antecipadamente, caso contrário não teria tipo tempo de, pelo menos, cultivar aquela rosa.
Sendo assim, deu um jeito de descer até a quarta casa, e, quando a distinta moça chegou, atacou-a com uma rosa, fazendo com que dormisse. Amarrou-a e deixou-a descansando próximo da entrada do templo, sem remorso. Só precisava lembrar de desamarrá-la, caso contrário, ia ser um desastre!
"Só não posso deixar ele me tocar..." Afrodite pensou, sem saber se conseguiria fazer com que Máscara ficasse muito tempo preso e de olhos vendados. "Hoje vou ter certeza se sou mesmo bom nisso!".
Sentou-se na cama, e debruçou-se sobre o cavaleiro de Câncer, seus cabelos perfumados tocando o rosto áspero. - E então, gostosão, hoje é seu aniversário, é?
- É sim... - Máscara tentou alcançar Afrodite, erguendo-se na cama, mas sendo puxado novamente pelas algemas.
- E é suposto que eu seja o seu presente, não é mesmo? - Afrodite começou a abrir os botões da camisa de Câncer, deixando seu peito descoberto.
- É isso mesmo... - Máscara estava achando uma delícia, as unhas longas tocavam provocantes sua pele, a cada botão que era aberto, até que as mãos delicadas alcançaram o cós da calça, puxando a camisa para fora e abrindo-a completamente.
Afrodite aproximou os lábios do pescoço do outro, deixando o hálito quente esquentar sua pele. Sentiu que ele se contorceu levemente. Continuando, mordeu o pescoço de leve, para depois lambê-lo. Desceu sua carícia até alcançar o peito másculo do cavaleiro de Câncer, notando que sua respiração já começava a se alterar.
O fato de não poder ver a pessoa era extremamente desagradável para Máscara, pois ele nunca havia sido dominado, mas ao mesmo tempo estava aguçando seus outros sentidos, principalmente seu tato e seu olfato. O perfume da garota era delicioso, e suas mãos e boca sentiam muito bem sobre sua pele curtida pelo sol.
Afrodite sabia que provavelmente nenhuma garota tivera chance de fazer aquilo, então se preparou para algum sobressalto por parte do homem sob ele. Sempre tomando cuidado para que seu corpo não tocasse o dele, para que não percebesse nada estranho, Peixes circulou com a língua um dos mamilos de Máscara, que, como ele imaginava, arqueou as costas, gemendo alto.
- Você gosta disso? - Afrodite perguntou, maliciosamente.
- Não muito... - Máscara gemeu novamente, quando Afrodite mordeu o mamilo com delicadeza, enquanto apertava o outro com a mão.
"Sempre machão... Ele não vai admitir que gosta..."
"Essa garota é boa..." Câncer pensou, suas idéias já começando a ficar nubladas pelo desejo. Rendeu-se ao carinho inesperado. Afinal, ele não poderia fugir, mesmo que quisesse.
Afrodite desceu mais, sua boca tocando o abdômen trabalhado de Máscara. Suas mãos acariciaram os gomos, definidos com muito treino e exercício. Deliciou-se, beijando-o próximo ao cós da calça, enquanto desafivelava o cinto. Ele nunca imaginou que chegaria tão longe no seu plano sem que o outro percebesse.
Um tremor passou por seu corpo. Ele não podia deixar Máscara nem sonhar que fora ele que estivera ali, acariciando-o. Seria morte certa! Também não ia ser louco de chegar até o fim com ele, pois não teria como esconder. Queria apenas aproveitar um pouco, até onde sua sorte o ajudasse.
Peixes abriu o botão da calça, e depois o zíper, baixando o jeans até retirá-lo do corpo do outro, parando antes para tirar seus sapatos e meias. Nessa altura da diversão, Máscara já estava bem excitado, e ele suspirou aliviado quando sua ereção ficou livre do aperto que o tecido grosso lhe impunha.
Afrodite olhou estupefato para o volume entre as pernas do cavaleiro de Câncer. "Minha Deusa, ele é enorme!" Sem se conter mais, tirou a roupa íntima do amigo, para confirmar suas expectativas.
- Que foi, gatinha, é muito pra você? - Máscara perguntou sarcasticamente, notando que ela havia parado.
- De forma alguma! - Afrodite segurou-o com uma das mãos, acariciando-o com movimentos decididos. Abaixou a cabeça, seus cabelos se espalhando pelo baixo ventre do cavaleiro de Câncer, e provocou-o com experiência, sua língua apenas tocando a ponta do seu membro. Máscara empurrava seus quadris, tentando fazer com que a tortura acabasse, mas Afrodite brincou com ele até que julgou ser suficiente. Levou então toda a ereção do outro em sua boca, ouvindo seu gemido rouco.
O cavaleiro de Câncer empurrou os quadris instintivamente dentro da boca quente, que o acomodou com perícia. Ele sentia que se continuasse assim, não ia agüentar por muito tempo.
Afrodite continuou com sua doce tarefa, e sem conseguir se conter, tocou-se com sua mão livre, uma vez que também já estava excitado.
- Hum, que delícia... - Máscara falava ofegante. - Você é muito boa... Nunca me fizeram isso tão bem...
Peixes olhou para o rosto de Câncer, sabendo que ele não mentiria numa hora dessas. Se ele soubesse... Aumentou o ritmo, sugando-o com vontade, sentindo que não ia demorar muito.
Com um grito rouco, Máscara da Morte gozou dentro de sua boca. Afrodite esforçou-se para engolir todo o sêmen, mas um pouco ainda acabou escapando- lhe pelos cantos da boca. Limpou-se com as costas da mão, lambendo os lábios. Olhou para o homem ofegante na cama, vendado e algemado, vestindo apenas uma camisa totalmente aberta. Era uma visão e tanto.
Foi quando notou a cruz que havia dado mais cedo para o amigo. Hipnotizado, foi para tocá-la com os dedos, mas Máscara da Morte, pressentindo o seu movimento, tentou se afastar, mesmo preso.
- Não! Não se atreva a tocar nela! - Gritou, sua respiração ainda entrecortada.
Afrodite olhou-o assustado. "Talvez ele tenha pensado que eu ia roubá-la!" Recuperando-se, comentou: - É muito bonita, foi presente da sua namorada, por acaso?
- E eu lá tenho namorada? - Máscara respondeu, sua respiração já restabelecida. - Foi presente de um amigo...
- Sei. E você se importa muito com esse amigo, pelo jeito... - Afrodite esperou ansioso pela resposta do outro.
Máscara riu, irônico - Talvez ele seja o único que se importe comigo, nessa droga de Santuário!
Afrodite não sabia se ficava feliz com a declaração do amigo, ou se sentia culpado pelo fato de estar enganando-o. Lágrimas vieram aos seus olhos, mas ele tratou de enxugá-las rapidamente. Ele tinha culpa se gostava do amigo de um jeito menos convencional? Sabia que nunca seria correspondido, então fizera aquilo... Mas nada desculpava sua maldade.
Levantou-se depressa da cama, sentindo uma necessidade terrível de ir embora, seu desejo se esvaindo rapidamente, sendo substituído pelo remorso.
- Ei, volte aqui! Aonde você pensa que vai?!
- Meus serviços acabaram! Só me pagaram pra isso!
Máscara ficou desapontado. - Você poderia pelo menos me soltar? Quem sabe eu faço você mudar de idéia?
E agora? Afrodite não tinha pensado naquilo! Não podia soltá-lo e fugir a tempo, antes que ele tirasse a venda! Talvez o melhor a fazer fosse se denunciar e aguardar o seu castigo por ter mentido ao seu melhor amigo.
Conformado, sentou-se na cama, procurando a chave da algema, que havia deixado no criado mudo.
Debruçou-se novamente sobre Máscara, alcançando suas mãos presas. Nesse momento, antes que ele pudesse abrir as algemas, o cavaleiro de Câncer manifestou-se novamente.
- Sabe? Eu gostei de você... mesmo. - Afrodite descuidou e Máscara ergueu- se na cama, alcançando sua boca e beijando-o.
Continua
