Título: Presente de grego
Autora: Bélier
E-mail: belier.aries@bol.com.br
Categoria: Romance Yaoi
Retratação: Eu não possuo Saint Seiya/Cavaleiros do Zodíaco. Infelizmente (ou felizmente) eu não os possuo, pois do contrário eles teriam namorado mais do que lutado... De qualquer forma, eles são propriedade de Kurumada, Toei e Bandai.
Resumo: Máscara da Morte faz aniversário, e um presente de gosto duvidoso pode mudar sua vida...
Capítulo 3
- Sabe? Eu gostei de você... mesmo. - Afrodite descuidou e Máscara ergueu- se na cama, alcançando sua boca e beijando-o.
Afrodite bem que pensou em se afastar, mas aquilo era um presente muito bom para ser recusado. Pensou em fazer de tudo com o amigo, menos beijá-lo! Correspondeu ao beijo, deixando o outro explorar sua boca com a língua.
Se a garota era boa fazendo sexo oral, imagine se ela não beijava bem... Máscara da Morte provou seu próprio gosto na boca da estranha - coisa que nunca admitira com outras mulheres - deixando-se levar mais e mais por ela. Seus lábios eram macios, assim como toda ela, ele podia sentir. A atração que ele estava sentindo por aquela garota de programa era inexplicável... Nunca se sentira daquela forma!
Afrodite desistiu da idéia de soltá-lo, e trouxe suas mãos até tocar os cabelos azuis revoltos, acariciando-os. Prolongou o beijo o máximo possível, mas o remorso começou a atormentá-lo novamente. Afastou-se com pesar do amigo, que não pode fazer nada, devido ao fato de ainda estar preso.
- Por favor, me solte... - Máscara pediu.
Afrodite se surpreendeu ao ouvir o amigo implorar daquela forma. Notou que o cavaleiro de Câncer estava novamente excitado. Mais uma vez, lágrimas brotaram em seus olhos. Quando o amigo descobrisse, sua morte ia ser pouco para compensar aquilo que tinha feito...
- Eu vou te soltar, mas... por favor, aconteça o que acontecer, não se esqueça do que você falou agora a pouco.
- Acontecer o quê? - Máscara perguntou, intrigado. - Eu disse que gostei de você, que mal há nisso?
- E se eu... E se eu não for exatamente o que você imagina? - Afrodite perguntou, receoso, já soltando os pulsos do amigo.
Máscara sentou-se na cama, desamarrando a venda. - Por que, você é tão feia assim? - O riso do cavaleiro de Câncer morreu em sua garganta ao ver os olhos azuis piscina marejados de lágrimas. - Você?!
- Feio eu não sou... - Afrodite baixou os olhos, envergonhado. - Infelizmente, só não sou mulher...
- Ora, seu... seu trapaceiro!
Afrodite apertou os olhos, se encolhendo, preparando-se para o tapa que certamente viria. Como nada aconteceu, abriu os olhos, encarando novamente o amigo.
Máscara encarava a parede, agarrando firmemente a cruz que ele havia lhe dado, seus dentes rangendo de raiva. Fechando os olhos, apenas perguntou: - Como você pode fazer isso comigo? Eu sempre te considerei um amigo! - sua voz era baixa, mas Afrodite podia sentir a raiva contida nela.
- Sei que não tem desculpas, mas eu... tive ciúmes de você. Não quis que você fizesse sexo com uma qualquer que aqueles dois te mandaram...
- E por isso você resolveu vir no lugar dela?! - Máscara não estava se conformando com a resposta do amigo. - Ela era uma qualquer, você não é! Era meu amigo, droga! Eu te respeitava!
- Não precisa ficar nervoso, não aconteceu nada demais...
- Como não aconteceu nada demais?! Eu fiquei excitado... Eu te beijei... E o pior de tudo, eu... eu gostei!
Afrodite viu um fio de esperança para seu problema - E você vai negar que gostou, só porque eu não sou uma mulher? Você mesmo disse que estava sendo a sua melhor transa...
Máscara da Morte afundou a cabeça entre suas mãos, tentando desesperadamente apagar tudo aquilo da sua cabeça. Ele estava tão confuso, que nem conseguira reagir como de costume, quebrando tudo. Aquele era um problema muito delicado pra resolver daquela forma. Aceitou amargamente que o motivo de estar gostando tanto daquilo era porque, inconscientemente, notara que a pessoa tinha alguma coisa diferente. Seu corpo o traíra, aceitando as carícias de outro homem. Olhou novamente para Afrodite, agora sentado de perfil para ele, também perdido em pensamentos. Se bem que Afrodite não podia ser chamado tecnicamente de homem... Observou o conjunto de couro que o amigo usava, que marcava sua cintura fina e suas coxas bem torneadas. Notou o cabelo sedoso caindo sobre seus ombros, e a pintinha charmosa em sua face. Droga, como ele não percebera que aquele perfume era dele? Afrodite se preocupara em enganá-lo nos mínimos detalhes, mas não conseguiu esconder seu cheiro característico de rosas.
Afrodite, por sua vez, estava feliz em ainda estar vivo. Sentiu que o amigo resolvia dentro de si um dilema muito grande, e ele sabia qual seria o resultado: ele nunca mais voltaria a falar com ele, ignorando totalmente o que tinha acontecido, e se envergonharia pelo resto da vida pelo fato de quase ter feito sexo com outro homem... Notando que seu castigo não vinha, Peixes levantou-se juntando suas coisas. - Vou para o meu templo. Se você resolver me matar ou coisa parecida, estarei lá. Agora, se quiser tirar o gosto da minha boca da sua, lá fora está a vadia que os rapazes te mandaram... - Afrodite fungou. - Nem bonita ela é... Aquele cabelo não deve ver um creme a um bom tempo...
Máscara da Morte viu Afrodite saindo, e as palavras de Mu de repente lhe voltaram a cabeça. "Um dia, meu amigo, você vai entender que o que realmente conta é o sentimento que se tem pela pessoa, não o sexo dela..." Máscara apertou os olhos, numa vã tentativa de não se deixar levar. "Se eu posso ter do meu lado uma pessoa que me entenda e que me faça feliz, não vou desperdiçar meu tempo correndo atrás de mulheres só pra fazer parte dos padrões normais da sociedade..."
- Afrodite! Espera...
O rapaz de cabelos verdes virou-se para fitar o homem sentado na cama. A camisa drapejada sobre seu corpo, displicentemente, escondendo pouco, deixando suas coxas musculosas a mostra. Afrodite suspirou. "Se pelo menos ele me aceitasse."
- Vem aqui. - Máscara ordenou. - Tira logo essa roupa!
Afrodite esbugalhou os olhos, sem entender nada. Máscara apressou-o. - Você não está aqui, mesmo? Já não chegamos tão longe? Se não der certo, ninguém precisa ficar sabendo... - O homem moreno ficou sem graça - Não custa nada tentar...
Peixes achou que era algum truque, e que o outro ia fazê-lo de bobo, como jogá-lo pelado pelo Santuário afora.
- Além do mais, ainda estou excitado. - Máscara acabou confessando.
Afrodite notou que o outro falava a verdade, e tratou de tirar a roupa. Começou pelas botas, depois tirou o top, habilmente, mesmo o zíper sendo nas costas. Tirou a saia rapidamente, antes que o outro mudasse de idéia, e sentou-se na cama ao lado de seu amor. Aproveitou para tirar sua camisa, deixando-o também totalmente nu.
Câncer beijou-o novamente, para ter certeza que aquele sentimento bom não havia ido embora com a descoberta. Realmente, sentia bem, muito bem. Acariciou os cabelos verdes macios, trazendo Peixes para mais perto de si, segurando-o pela nuca.
Beijaram-se durante um bom tempo, até que Máscara da Morte decidiu que era tudo ou nada. Ergueu o outro cavaleiro, sentando-o em seu colo, de forma que as costas de Afrodite repousassem em seu peito. Peixes gemeu em antecipação, sentindo a ereção do amigo roçar-lhe as nádegas. Ergueu-se um pouco, para que o outro pudesse encaixar-se melhor entre elas, e deixou-se ser penetrado, sua cabeça tombando sobre o ombro de Máscara da Morte.
Câncer, por sua vez, estava louco de desejo, sentindo sua ereção entrar totalmente no corpo apertado de Afrodite. Fez uma coisa que nunca imaginou que faria: afagou com uma das mãos o sexo do companheiro, sentindo este estremecer de prazer, apertando-o mais ainda. Continuou manipulando-o, aumentando o ritmo das estocadas, ouvindo Afrodite gemer e pedir mais. Máscara agarrou com a mão livre a cintura do cavaleiro de Peixes, ajudando- o a se mover sobre ele. Depois de algum tempo naquele ritmo, os dois já estavam suados, e Máscara da Morte sentiu Afrodite estremecer, gozando em sua mão. Antes que ele pudesse se sentir desconfortável com a situação, Peixes agarrou sua mão, lambendo fora o sêmen de seus dedos, chupando-os maliciosamente. Sem conseguir se conter, acabou gozando dentro de Afrodite, deixando escapar um rugido animal.
Esgotado, Máscara da Morte deitou-se na cama, trazendo Afrodite consigo, acomodando-o ao seu lado. Fitou o teto do quarto, enquanto o outro passava as unhas preguiçosamente por seu peito.
- E então, o que achou da experiência? - Peixes perguntou, tentando sondar se haveria uma próxima vez.
- Eu acho que você já está abusando, seu curioso! - Máscara não ia admitir que tinha gostado tão fácil assim. - Veja se dorme, que eu não vou deixar você sair do meu templo a essa hora da noite, pra todos verem!
- Hum... - Afrodite concordou. Pela resposta que ele lhe dera, teve certeza de que haveria uma segunda vez, e quem sabe outras... Nunca imaginou que sua travessura fosse dar tão certo.
Os dois se ajeitaram para dormir. Máscara da Morte, antes de adormecer, ainda teve tempo de pensar que nunca tinha feito um sexo tão bom, tinha que dar o braço a torcer.
Já Afrodite, quase adormecendo, teve a incomoda sensação de que estava esquecendo alguma coisa importante...
"Minha Deusa! A vadia!!!"
Fim
Nota da autora:
Quero dedicar essa fic para a Pipe, que adora esse casal, e a todos que acompanharam e deixaram seus comentários ou enviaram e-mails. Espero que tenham gostado!
Um abraço!
Bélier
Autora: Bélier
E-mail: belier.aries@bol.com.br
Categoria: Romance Yaoi
Retratação: Eu não possuo Saint Seiya/Cavaleiros do Zodíaco. Infelizmente (ou felizmente) eu não os possuo, pois do contrário eles teriam namorado mais do que lutado... De qualquer forma, eles são propriedade de Kurumada, Toei e Bandai.
Resumo: Máscara da Morte faz aniversário, e um presente de gosto duvidoso pode mudar sua vida...
Capítulo 3
- Sabe? Eu gostei de você... mesmo. - Afrodite descuidou e Máscara ergueu- se na cama, alcançando sua boca e beijando-o.
Afrodite bem que pensou em se afastar, mas aquilo era um presente muito bom para ser recusado. Pensou em fazer de tudo com o amigo, menos beijá-lo! Correspondeu ao beijo, deixando o outro explorar sua boca com a língua.
Se a garota era boa fazendo sexo oral, imagine se ela não beijava bem... Máscara da Morte provou seu próprio gosto na boca da estranha - coisa que nunca admitira com outras mulheres - deixando-se levar mais e mais por ela. Seus lábios eram macios, assim como toda ela, ele podia sentir. A atração que ele estava sentindo por aquela garota de programa era inexplicável... Nunca se sentira daquela forma!
Afrodite desistiu da idéia de soltá-lo, e trouxe suas mãos até tocar os cabelos azuis revoltos, acariciando-os. Prolongou o beijo o máximo possível, mas o remorso começou a atormentá-lo novamente. Afastou-se com pesar do amigo, que não pode fazer nada, devido ao fato de ainda estar preso.
- Por favor, me solte... - Máscara pediu.
Afrodite se surpreendeu ao ouvir o amigo implorar daquela forma. Notou que o cavaleiro de Câncer estava novamente excitado. Mais uma vez, lágrimas brotaram em seus olhos. Quando o amigo descobrisse, sua morte ia ser pouco para compensar aquilo que tinha feito...
- Eu vou te soltar, mas... por favor, aconteça o que acontecer, não se esqueça do que você falou agora a pouco.
- Acontecer o quê? - Máscara perguntou, intrigado. - Eu disse que gostei de você, que mal há nisso?
- E se eu... E se eu não for exatamente o que você imagina? - Afrodite perguntou, receoso, já soltando os pulsos do amigo.
Máscara sentou-se na cama, desamarrando a venda. - Por que, você é tão feia assim? - O riso do cavaleiro de Câncer morreu em sua garganta ao ver os olhos azuis piscina marejados de lágrimas. - Você?!
- Feio eu não sou... - Afrodite baixou os olhos, envergonhado. - Infelizmente, só não sou mulher...
- Ora, seu... seu trapaceiro!
Afrodite apertou os olhos, se encolhendo, preparando-se para o tapa que certamente viria. Como nada aconteceu, abriu os olhos, encarando novamente o amigo.
Máscara encarava a parede, agarrando firmemente a cruz que ele havia lhe dado, seus dentes rangendo de raiva. Fechando os olhos, apenas perguntou: - Como você pode fazer isso comigo? Eu sempre te considerei um amigo! - sua voz era baixa, mas Afrodite podia sentir a raiva contida nela.
- Sei que não tem desculpas, mas eu... tive ciúmes de você. Não quis que você fizesse sexo com uma qualquer que aqueles dois te mandaram...
- E por isso você resolveu vir no lugar dela?! - Máscara não estava se conformando com a resposta do amigo. - Ela era uma qualquer, você não é! Era meu amigo, droga! Eu te respeitava!
- Não precisa ficar nervoso, não aconteceu nada demais...
- Como não aconteceu nada demais?! Eu fiquei excitado... Eu te beijei... E o pior de tudo, eu... eu gostei!
Afrodite viu um fio de esperança para seu problema - E você vai negar que gostou, só porque eu não sou uma mulher? Você mesmo disse que estava sendo a sua melhor transa...
Máscara da Morte afundou a cabeça entre suas mãos, tentando desesperadamente apagar tudo aquilo da sua cabeça. Ele estava tão confuso, que nem conseguira reagir como de costume, quebrando tudo. Aquele era um problema muito delicado pra resolver daquela forma. Aceitou amargamente que o motivo de estar gostando tanto daquilo era porque, inconscientemente, notara que a pessoa tinha alguma coisa diferente. Seu corpo o traíra, aceitando as carícias de outro homem. Olhou novamente para Afrodite, agora sentado de perfil para ele, também perdido em pensamentos. Se bem que Afrodite não podia ser chamado tecnicamente de homem... Observou o conjunto de couro que o amigo usava, que marcava sua cintura fina e suas coxas bem torneadas. Notou o cabelo sedoso caindo sobre seus ombros, e a pintinha charmosa em sua face. Droga, como ele não percebera que aquele perfume era dele? Afrodite se preocupara em enganá-lo nos mínimos detalhes, mas não conseguiu esconder seu cheiro característico de rosas.
Afrodite, por sua vez, estava feliz em ainda estar vivo. Sentiu que o amigo resolvia dentro de si um dilema muito grande, e ele sabia qual seria o resultado: ele nunca mais voltaria a falar com ele, ignorando totalmente o que tinha acontecido, e se envergonharia pelo resto da vida pelo fato de quase ter feito sexo com outro homem... Notando que seu castigo não vinha, Peixes levantou-se juntando suas coisas. - Vou para o meu templo. Se você resolver me matar ou coisa parecida, estarei lá. Agora, se quiser tirar o gosto da minha boca da sua, lá fora está a vadia que os rapazes te mandaram... - Afrodite fungou. - Nem bonita ela é... Aquele cabelo não deve ver um creme a um bom tempo...
Máscara da Morte viu Afrodite saindo, e as palavras de Mu de repente lhe voltaram a cabeça. "Um dia, meu amigo, você vai entender que o que realmente conta é o sentimento que se tem pela pessoa, não o sexo dela..." Máscara apertou os olhos, numa vã tentativa de não se deixar levar. "Se eu posso ter do meu lado uma pessoa que me entenda e que me faça feliz, não vou desperdiçar meu tempo correndo atrás de mulheres só pra fazer parte dos padrões normais da sociedade..."
- Afrodite! Espera...
O rapaz de cabelos verdes virou-se para fitar o homem sentado na cama. A camisa drapejada sobre seu corpo, displicentemente, escondendo pouco, deixando suas coxas musculosas a mostra. Afrodite suspirou. "Se pelo menos ele me aceitasse."
- Vem aqui. - Máscara ordenou. - Tira logo essa roupa!
Afrodite esbugalhou os olhos, sem entender nada. Máscara apressou-o. - Você não está aqui, mesmo? Já não chegamos tão longe? Se não der certo, ninguém precisa ficar sabendo... - O homem moreno ficou sem graça - Não custa nada tentar...
Peixes achou que era algum truque, e que o outro ia fazê-lo de bobo, como jogá-lo pelado pelo Santuário afora.
- Além do mais, ainda estou excitado. - Máscara acabou confessando.
Afrodite notou que o outro falava a verdade, e tratou de tirar a roupa. Começou pelas botas, depois tirou o top, habilmente, mesmo o zíper sendo nas costas. Tirou a saia rapidamente, antes que o outro mudasse de idéia, e sentou-se na cama ao lado de seu amor. Aproveitou para tirar sua camisa, deixando-o também totalmente nu.
Câncer beijou-o novamente, para ter certeza que aquele sentimento bom não havia ido embora com a descoberta. Realmente, sentia bem, muito bem. Acariciou os cabelos verdes macios, trazendo Peixes para mais perto de si, segurando-o pela nuca.
Beijaram-se durante um bom tempo, até que Máscara da Morte decidiu que era tudo ou nada. Ergueu o outro cavaleiro, sentando-o em seu colo, de forma que as costas de Afrodite repousassem em seu peito. Peixes gemeu em antecipação, sentindo a ereção do amigo roçar-lhe as nádegas. Ergueu-se um pouco, para que o outro pudesse encaixar-se melhor entre elas, e deixou-se ser penetrado, sua cabeça tombando sobre o ombro de Máscara da Morte.
Câncer, por sua vez, estava louco de desejo, sentindo sua ereção entrar totalmente no corpo apertado de Afrodite. Fez uma coisa que nunca imaginou que faria: afagou com uma das mãos o sexo do companheiro, sentindo este estremecer de prazer, apertando-o mais ainda. Continuou manipulando-o, aumentando o ritmo das estocadas, ouvindo Afrodite gemer e pedir mais. Máscara agarrou com a mão livre a cintura do cavaleiro de Peixes, ajudando- o a se mover sobre ele. Depois de algum tempo naquele ritmo, os dois já estavam suados, e Máscara da Morte sentiu Afrodite estremecer, gozando em sua mão. Antes que ele pudesse se sentir desconfortável com a situação, Peixes agarrou sua mão, lambendo fora o sêmen de seus dedos, chupando-os maliciosamente. Sem conseguir se conter, acabou gozando dentro de Afrodite, deixando escapar um rugido animal.
Esgotado, Máscara da Morte deitou-se na cama, trazendo Afrodite consigo, acomodando-o ao seu lado. Fitou o teto do quarto, enquanto o outro passava as unhas preguiçosamente por seu peito.
- E então, o que achou da experiência? - Peixes perguntou, tentando sondar se haveria uma próxima vez.
- Eu acho que você já está abusando, seu curioso! - Máscara não ia admitir que tinha gostado tão fácil assim. - Veja se dorme, que eu não vou deixar você sair do meu templo a essa hora da noite, pra todos verem!
- Hum... - Afrodite concordou. Pela resposta que ele lhe dera, teve certeza de que haveria uma segunda vez, e quem sabe outras... Nunca imaginou que sua travessura fosse dar tão certo.
Os dois se ajeitaram para dormir. Máscara da Morte, antes de adormecer, ainda teve tempo de pensar que nunca tinha feito um sexo tão bom, tinha que dar o braço a torcer.
Já Afrodite, quase adormecendo, teve a incomoda sensação de que estava esquecendo alguma coisa importante...
"Minha Deusa! A vadia!!!"
Fim
Nota da autora:
Quero dedicar essa fic para a Pipe, que adora esse casal, e a todos que acompanharam e deixaram seus comentários ou enviaram e-mails. Espero que tenham gostado!
Um abraço!
Bélier
