Os dias foram passando, logo o dia das bruxas chegou, nesse tempo,
nada foi descoberto a respeito da morte de Filch, madame Norra ficava
sozinha parada nos corredores, pelo jeito não gostou do novo zelador, que
por sinal, pelo menos na opinião de Harry, era bem melhor que Filch, não
olhava de cara feia para ninguém, e fazia muito bem o serviço e não ficava
reclamando e nem espionando os alunos como Filch fazia, até Hagrid achou
muito melhor o novo zelador.
-Agora ninguém mais fica me seguindo nos corredores quando vou à escola. -Disse Hagrid outro dia quando Harry, Rony e Hermione foram visitá- lo. -Não que eu esteja contente com a morte de Filch, mas acho esse zelador muito melhor que ele.
Aliás, quem realmente ficaram satisfeitas com o novo zelador eram as meninas, não deixavam de lançar sorrisinhos quando passavam por ele, e andavam no corredor só para vê-lo.
-Essas meninas são todas umas bobas. -Disse Rony uma vez.
Na noite dos dias das bruxas, o Salão Principal estava enfeitado com abóboras gigantes de Hagrid, vassouras penduradas no alto e muitos enfeites, Harry estava relembrando os momentos que passara até ali, e se surpreendeu que não tivera nenhum sonho com Voldemort ou visões, será que ele tinha aprendido Oclumência? Mas achou a idéia impossível, pois não praticou durante o verão inteiro. Rony e Hermione se juntaram a ele e começaram a comer, Snape passou por perto com uma cara de quem ia estrangular o primeiro que aparecesse, Hermione notou isso e perguntou:
-Por que será que Snape parece tão aborrecido?
-Vai ver é porque ele se borrou nas calças. -Disse Rony, de boca cheia.
-Eu estou falando sério, o que será que houve, nunca mais soubemos de nada sobre a Ordem.
-Acho que ele está assim porque não conseguiuo cargo de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. -Arriscou Harry.
-Acho que não. -Disse Hermione. -Isso já faz tempo, acho que é outra coisa.
Harry não queria discutir o assunto no momento, conversar sobre Snape era uma das coisas que Harry menos gostava, pois desde que Harry pusera os pés em Hogwarts, o profº Snape sempre implicara com ele, e adorava tirar pontos da Grifinória, e não gostava de nenhum aluno, exceto os da Sonserina, pois ele era diretor desta casa.
Quando todo mundo terminou de comer, Harry ia se retirar junto com seus amigos, quando a profª McGonagall apareceu e chamou Harry, ele foi até ela, a professora disse para ele ir com ela até sua sala, Harry estranhou, mas foi, mas não chegaram até a sala da professora, no meio do corredor, a professora parou, olhou para Harry com aqueles olhos observadores, e disse:
-O profº Dumbledore quer falar com você Harry.
Harry ficou um pouco surpreso, mas concordou, eles chegaram até a gárgula que levava até a sala de Dumbledore, a professora disse a senha ("Sangue de Dragão"), a gárgula girou e eles entraram. O profº Dumbledore estava sentado em sua mesa, com Fawkes, a Fênix por perto, ele olhou para Harry durante alguns momentos, e disse para ele se sentar, a profª McGonagall se retirou.
-Harry, gostaria de lhe fazer uma pergunta. -Disse Dumbledore.
-Sim, senhor. -Disse Harry.
-Como está se sentindo?
-Bom, não muito bem, pois ainda sinto a falta de Sirius.
-Entendo, mas continua tendo aqueles sonhos?
-Não, nunca mais os tive.
-Isso é bom, talvez Voldemort esteja parado, ou pensando em algo, não sei, mas se você não está sonhando com ele, talvez ele esteja... por aí.
-Também pensei nisso.
-Muito bom, Harry, muito bom.
-Senhor, alguma coisa sobre a Ordem, nunca mais fiquei sabendo dela.
-A Ordem continua em pé, as reuniões continuam sendo feitas no Largo Grimmauld, Lupin pergunta muito de você.
Harry não pode deixar de ficar um pouco contente com esta informação.
-Não só o Lupin, é claro. -Continuou Dumbledore. -Mas a família Weasley também.
-E o ministro? Ele já sabe sobre a Ordem.
-Sim, contei a ele, e fiquei surpreso de que ele concordou com ela, mas o fiz prometer a não contar a ninguém, nem mesmo para Percy, pois não são todos que aceitaram o que o ministro disse.
-Mas, quem seriam essas pessoas?
-Bom, Umbridge por exemplo, ficou furiosa com a atitude de Fudge, e disse que não iria apoiá-lo.
-Isso não é novidade.
-Bom Harry. -Disse Dumbledore se levantando. -Fico feliz que não tenha mais daqueles sonhos, acho bom você ir dormir.
-Sim senhor.
Harry se levantou e saiu, quando chegou ao Salão Comunal da Grifinória, Rony e Hermione o estavam esperando, Harry contou tudo o que houve na sala de Dumbledore, ambos ficaram pensativos com a atitude de Umbridge, mas não ficaram surpresos sobre as reuniões da Ordem.
-Bom. -Disse Rony se levantando e se dirigindo para o quarto dos meninos. -Vamos ver no que vai dar, mas Umbridge não tem mais aquela autoridade que tinha antes, ela não vai conseguir o que quer.
-É, mas não se esqueça de que não são todos que apóiam Fudge, e se ela fazer uma organização para afastá-lo? -Perguntou Hermione.
-Acho que Dumbledore vai fazer o possível para que isto não aconteça. -Disse Harry.
-Bom, eu não sei quanto a vocês, mas eu vou pra cama, boa noite. -Disse Rony.
-Boa noite. -Responderam Harry e Hermione juntos, e Rony foi para o dormitório.
Harry e Hermione ficaram ali, Harry estava sentado na poltrona, parecendo pensativo, não demorou para Hermione perceber e se aproximou dele:
-Sobre o que está pensando Harry?
-Ainda sinto a falta dele.
-Eu sei, também sinto, ele era legal.
-Ele não precisava ter morrido. -Disse Harry alterando um pouco a voz.
-Eu sei Harry. -Hermione se aproximou mais ainda, e começou a acariciar os cabelos de Harry. -Mas isso vai acabar, todos os comensais vão pagar por isso, eles já estão em Azkaban.
-E você acha que eles vão ficar lá por muito tempo? Logo, logo irão escapar.
-Eu espero que não.
-Bom, eu vou dormir. -Harry se levantou, Hermione também, olhava para Harry de um modo muito diferente, então ela disse:
-Boa noite Harry. -Ela se aproximou e deu um beijo na bochecha de Harry.
-Boa noite. -Disse Harry, meio sem jeito.
Hermione subiu para o dormitório das meninas, e ele subiu para o dormitório dos meninos, Rony já estava roncando quando ele chegou lá, trocou de roupa, deitou-se e logo adormeceu.
Ele estava parado no meio de um cemitério à noite, estava frio e ele não sabia o que estava fazendo ali, então, para seu horror, ele viu os corpos de seus pais deitados no chão na frente dele, Harry correu até eles, mas seus corpos sumiram, ele continuou andando mais para a frente, e viu o corpo de Sirius, ele correu até ele, e também desapareceu, Harry não estava entendendo nada, continuou a andar novamente, e desta vez ele viu mais corpos, Justino, Cho, Luna, Neville, Simas, todos mortos, Harry corria até eles e os corpos desapareciam, ele continou a andar, meio desesperado, sem saber para onde, e então ele viu o corpo de Rony jazendo no chão, Harry correu até ele e o corpo sumiu, depois de andar mais im pouco, ele viu o corpo de Hermione caído no chão, Harry foi até ela, e novamente seu corpo sumiu, então ele viu um homem em pé na usa frente, não podia ver seu rosto, mas esse homem disse que todos iriam morrer, e lançou um feitiço nele.
Harry acordou gritando e muito suado.
-Agora ninguém mais fica me seguindo nos corredores quando vou à escola. -Disse Hagrid outro dia quando Harry, Rony e Hermione foram visitá- lo. -Não que eu esteja contente com a morte de Filch, mas acho esse zelador muito melhor que ele.
Aliás, quem realmente ficaram satisfeitas com o novo zelador eram as meninas, não deixavam de lançar sorrisinhos quando passavam por ele, e andavam no corredor só para vê-lo.
-Essas meninas são todas umas bobas. -Disse Rony uma vez.
Na noite dos dias das bruxas, o Salão Principal estava enfeitado com abóboras gigantes de Hagrid, vassouras penduradas no alto e muitos enfeites, Harry estava relembrando os momentos que passara até ali, e se surpreendeu que não tivera nenhum sonho com Voldemort ou visões, será que ele tinha aprendido Oclumência? Mas achou a idéia impossível, pois não praticou durante o verão inteiro. Rony e Hermione se juntaram a ele e começaram a comer, Snape passou por perto com uma cara de quem ia estrangular o primeiro que aparecesse, Hermione notou isso e perguntou:
-Por que será que Snape parece tão aborrecido?
-Vai ver é porque ele se borrou nas calças. -Disse Rony, de boca cheia.
-Eu estou falando sério, o que será que houve, nunca mais soubemos de nada sobre a Ordem.
-Acho que ele está assim porque não conseguiuo cargo de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. -Arriscou Harry.
-Acho que não. -Disse Hermione. -Isso já faz tempo, acho que é outra coisa.
Harry não queria discutir o assunto no momento, conversar sobre Snape era uma das coisas que Harry menos gostava, pois desde que Harry pusera os pés em Hogwarts, o profº Snape sempre implicara com ele, e adorava tirar pontos da Grifinória, e não gostava de nenhum aluno, exceto os da Sonserina, pois ele era diretor desta casa.
Quando todo mundo terminou de comer, Harry ia se retirar junto com seus amigos, quando a profª McGonagall apareceu e chamou Harry, ele foi até ela, a professora disse para ele ir com ela até sua sala, Harry estranhou, mas foi, mas não chegaram até a sala da professora, no meio do corredor, a professora parou, olhou para Harry com aqueles olhos observadores, e disse:
-O profº Dumbledore quer falar com você Harry.
Harry ficou um pouco surpreso, mas concordou, eles chegaram até a gárgula que levava até a sala de Dumbledore, a professora disse a senha ("Sangue de Dragão"), a gárgula girou e eles entraram. O profº Dumbledore estava sentado em sua mesa, com Fawkes, a Fênix por perto, ele olhou para Harry durante alguns momentos, e disse para ele se sentar, a profª McGonagall se retirou.
-Harry, gostaria de lhe fazer uma pergunta. -Disse Dumbledore.
-Sim, senhor. -Disse Harry.
-Como está se sentindo?
-Bom, não muito bem, pois ainda sinto a falta de Sirius.
-Entendo, mas continua tendo aqueles sonhos?
-Não, nunca mais os tive.
-Isso é bom, talvez Voldemort esteja parado, ou pensando em algo, não sei, mas se você não está sonhando com ele, talvez ele esteja... por aí.
-Também pensei nisso.
-Muito bom, Harry, muito bom.
-Senhor, alguma coisa sobre a Ordem, nunca mais fiquei sabendo dela.
-A Ordem continua em pé, as reuniões continuam sendo feitas no Largo Grimmauld, Lupin pergunta muito de você.
Harry não pode deixar de ficar um pouco contente com esta informação.
-Não só o Lupin, é claro. -Continuou Dumbledore. -Mas a família Weasley também.
-E o ministro? Ele já sabe sobre a Ordem.
-Sim, contei a ele, e fiquei surpreso de que ele concordou com ela, mas o fiz prometer a não contar a ninguém, nem mesmo para Percy, pois não são todos que aceitaram o que o ministro disse.
-Mas, quem seriam essas pessoas?
-Bom, Umbridge por exemplo, ficou furiosa com a atitude de Fudge, e disse que não iria apoiá-lo.
-Isso não é novidade.
-Bom Harry. -Disse Dumbledore se levantando. -Fico feliz que não tenha mais daqueles sonhos, acho bom você ir dormir.
-Sim senhor.
Harry se levantou e saiu, quando chegou ao Salão Comunal da Grifinória, Rony e Hermione o estavam esperando, Harry contou tudo o que houve na sala de Dumbledore, ambos ficaram pensativos com a atitude de Umbridge, mas não ficaram surpresos sobre as reuniões da Ordem.
-Bom. -Disse Rony se levantando e se dirigindo para o quarto dos meninos. -Vamos ver no que vai dar, mas Umbridge não tem mais aquela autoridade que tinha antes, ela não vai conseguir o que quer.
-É, mas não se esqueça de que não são todos que apóiam Fudge, e se ela fazer uma organização para afastá-lo? -Perguntou Hermione.
-Acho que Dumbledore vai fazer o possível para que isto não aconteça. -Disse Harry.
-Bom, eu não sei quanto a vocês, mas eu vou pra cama, boa noite. -Disse Rony.
-Boa noite. -Responderam Harry e Hermione juntos, e Rony foi para o dormitório.
Harry e Hermione ficaram ali, Harry estava sentado na poltrona, parecendo pensativo, não demorou para Hermione perceber e se aproximou dele:
-Sobre o que está pensando Harry?
-Ainda sinto a falta dele.
-Eu sei, também sinto, ele era legal.
-Ele não precisava ter morrido. -Disse Harry alterando um pouco a voz.
-Eu sei Harry. -Hermione se aproximou mais ainda, e começou a acariciar os cabelos de Harry. -Mas isso vai acabar, todos os comensais vão pagar por isso, eles já estão em Azkaban.
-E você acha que eles vão ficar lá por muito tempo? Logo, logo irão escapar.
-Eu espero que não.
-Bom, eu vou dormir. -Harry se levantou, Hermione também, olhava para Harry de um modo muito diferente, então ela disse:
-Boa noite Harry. -Ela se aproximou e deu um beijo na bochecha de Harry.
-Boa noite. -Disse Harry, meio sem jeito.
Hermione subiu para o dormitório das meninas, e ele subiu para o dormitório dos meninos, Rony já estava roncando quando ele chegou lá, trocou de roupa, deitou-se e logo adormeceu.
Ele estava parado no meio de um cemitério à noite, estava frio e ele não sabia o que estava fazendo ali, então, para seu horror, ele viu os corpos de seus pais deitados no chão na frente dele, Harry correu até eles, mas seus corpos sumiram, ele continuou andando mais para a frente, e viu o corpo de Sirius, ele correu até ele, e também desapareceu, Harry não estava entendendo nada, continuou a andar novamente, e desta vez ele viu mais corpos, Justino, Cho, Luna, Neville, Simas, todos mortos, Harry corria até eles e os corpos desapareciam, ele continou a andar, meio desesperado, sem saber para onde, e então ele viu o corpo de Rony jazendo no chão, Harry correu até ele e o corpo sumiu, depois de andar mais im pouco, ele viu o corpo de Hermione caído no chão, Harry foi até ela, e novamente seu corpo sumiu, então ele viu um homem em pé na usa frente, não podia ver seu rosto, mas esse homem disse que todos iriam morrer, e lançou um feitiço nele.
Harry acordou gritando e muito suado.
