Estas personagens não me pertencem (que ódio), nem a belíssima história HP,
que foi criada pela J.K.Rowling. Só escrevo esta fic para me divertir, e
entreter quem as lê. POR FAVOR NÃO ME PROCESSEM. ;)
Fic: "Amor versus Ódio"
Capítulo dedicado à Marcella, que escreveu a minha 50º review.
Capitulo 12
Formulação de Planos
Gina sem conseguir resistir e mesmo querendo apoiar Draco naquele momento tão difícil, deixou escorrer as lágrimas que insistam em querer brotar dos seus olhos, mas que com teimosia as forçava a voltarem para dentro. Com o olhar embaçado, demonstrando o quão triste e angustiada estava, deixou-se cair no chão, sem se importar com a lama que naquele momento adentrava na sua roupa, e colocou-se lado a lado de Draco, passando os seus braços em volta dele e forçando-o a posar a sua cabeça nos seus ombros. Com carinho passou as suas mãos nos cabelos deste, tentando encontrar as palavras que lhe faltavam, para lhe dar algum conforto. Mas o quê? O que dizer? O que se deve dizer quando o pai de alguém morre na nossa frente sem que nada se possa fazer? Respirou fundo, obrigando os seus pulmões a receber algum oxigênio, mas isso só a deixou mais agoniada.
Draco... – começou Gina, percebendo então como a sua garganta estava seca e como era difícil dizer-lhe algo naquele momento. – Eu sinto muito. Eu sei que você está muito triste, mas não havia nada que pudéssemos ter feito. Não havia nada que VOCÊ pudesse ter feito.
Draco olhou para ela, com os olhos incrivelmente vermelhos e demonstrando uma fúria nunca antes vista nele, nem mesmo quando falava de Harry. Ele sentia-se revoltado consigo mesmo por não ter impedido aquele desastre e principalmente com raiva de Voldemort. Ele é que tinha organizado aquele esquema desprezível. Ele é quem tinha sido o culpado. Havia destruído a sua vida, e por isso merecia morrer. Ele iria morrer, nem que fosse a última coisa que fizesse na sua vida. Poderia morrer ao tentar, mas iria ter o sangue daquele homem nas suas mãos. Ele próprio o queria ver morrer. Iria observar cada segundo da sua destruição.
E foi com essa determinação, própria de um verdadeiro Malfoy, que se levantou com algum esforço e pegou na sua varinha, enquanto olhou uma última vez para o corpo jazido do seu pai, a sua frente. Uma última lágrima, uma lágrima solitária, escorreu do seu rosto e caiu no centro da testa do seu pai, como sinal da sua promessa. Fechou os olhos com força, e forçou-se a si mesmo a pegar na sua varinha, e em um passe de magia enviou o corpo do seu pai para uma sala da sua mansão, aonde provavelmente iria em breve para revelar o que havia acabado de acontecer à sua mãe. A sua mãe! Deus... Ele ainda não tinha pensado que teria de ser ele a dar a notícia a sua mãe. A sua maravilhosa mãe. Como iria ela resistir a essa notícia? Os seus pais podiam ser diferentes de quaisquer outros que ele conhecesse, mas eles se amavam. Amavam-se de uma maneira obscura, mas muito típica da sua família. E agora por causa de um homem maldito, tudo isso havia terminado. O seu desejo de vingança aumentava cada vez mais.
Depois de se despedir silenciosamente do seu pai, virou-se para Gina, que tinha acabado de assistir á cena impávida e serena.
Gina, vamos – disse num tom de voz rouca, nada parecida com a sua, como se tivesse crescido mais dez anos naquela última hora.
Gina não o queria atormentar mais, mas não estava a perceber nada do que se tinha passado e precisava entender. Precisava compreender Draco para poder ajuda-lo.
Vamos? Vamos onde? Draco, você tem que desabafar. Por favor, me conte tudo o que está sentindo. Só assim você irá se sentir melhor.
Draco não queria falar coisa nenhuma. Ele não queria falar com ninguém. Não queria ver ninguém. Apenas queria desaparecer dali, sem ouvir mais perguntas e sem ter de responder a mais nada. Por que Gina tinha de tornar tudo tão difícil? Ela não podia agir como uma Malfoy? Não podia simplesmente se calar e não comentar nada? Assim tudo seria mais simples.
Eu não quero falar. Será assim tão difícil perceber isso? Por favor, vamos embora – disse Draco num tom de voz cansado. – Vamos para o hotel.
Gina assentiu com a cabeça, sem fazer mais nenhuma pergunta. Ela percebia o quão perturbado Draco estava e achou melhor não fazer nenhum comentário. Naqueles últimos dias em que esteve com ele, aprendeu que Draco gostava de estar muitas vezes sozinho, para meditar sobre várias coisas. E ela imaginou que seria aquilo que ele queria fazer naquele momento.
Vagarosamente, pós a sua mão a disposição de Draco, que ficou a olha-la, de uma maneira intrigante. Em menos de um segundo, este envolveu a sua mão na de Gina, que pode perceber como ele estava gelado. Assustou-se de início com o contato, mas rapidamente agradeceu por ter tomado essa iniciativa.
Caminharam a um passo acelerado, pelo bosque, sempre em silêncio. Por vezes, Gina olhava para Draco, tentada a dizer algo que o pudesse acalmar, mas a sua expressão determinada e enfurecida rapidamente a fazia mudar de idéia. Definitivamente, ele não queria mesmo falar com ninguém.
Em menos de dez minutos chegaram ao hotel, e quando Gina se preparava para ir buscar a chave do quarto de ambos, ao recepcionista, Draco segurou-a com mais força pelo braço, forçando-a a olhar para trás.
O que foi Draco? – perguntou, impressionada pelo ódio estampado nos olhos dele e começando a ficar amedrontada.
Draco sentiu-se a ser observado, mas não se deu ao trabalho de desviar o olhar. Ele gostava de ficar assim, parado horas e horas a olhar profundamente para aqueles amendoados olhos castanhos, que o deixavam impressionado pela sua extrema beleza e perfeição. Se nada tivesse passado apenas há algumas horas atrás, ele não se incomodaria de ficar ali para sempre simplesmente a olhando. Mas ele estava demasiado cansado. Precisava ficar isolado de tudo e de todos, para pensar. Pensar e repensar em algum plano que desse cabo daquele maldito homem, de que tantos tinham medo de dizer o nome. Como se um nome pudesse ferir alguém.
Gina, vá para o quarto, eu já volto. Preciso pensar um pouco. Apanhar um pouco de ar fresco.
Mas, Draco, você não quer que eu vá com você? Vai andar por aí sozinho? Eu vou com você! – Gina tinha medo. Medo que algum comensal ou mesmo o Quem- Nós-Sabemos estivesse por ali, e atacasse Draco como tinha acabado de atacar o pai dele.
Draco percebeu o receio de Gina. Aliás, era fácil compreender tudo o que Gina pensava ou sentia. Ela era como um livro aberto. As suas feições, o seu rosto, tudo demonstrava quase que imediatamente o que ela sentia.
Não te preocupes. Eu PRECISO ficar sozinho por uns momentos. Daqui a pouco eu vou ter com você – dizendo isto a beijou carinhosamente nos lábios, com doçura. Foi um beijo rápido. Somente um beijo para a sossegar.
Quando ela abriu os olhos, para lhe dizer algo, Draco já tinha desaparecido. Gina suspirou resignada. Só esperava que nada de mal acontecesse. Ela gostava tanto dele, e não o queria perde-lo por nada desse mundo.
Percebendo os olhares curiosos que recebia dos residentes que se encontravam naquele salão, deslocou-se até a recepção, pediu a chave do seu quarto, e foi de seguida para lá. Ela também precisava descansar. Só esperava que Draco não demorasse muito. Precisava vê-lo novamente e lhe confessar o quanto o amava. Por que será que só se descobrem esses sentimentos quando acontecesse algo tão terrível, como o que acabará de acontecer?
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Draco caminhou durante longos minutos, esperando se acalmar, mas a fúria não cessava. Ele estava destruído por dentro, como nunca antes estivera. O seu pilar acabará de ser abatido. Tudo o que ele tinha ambicionado estava agora acabado. Desde que ele nascera, que tinha a sua vida planejada. Ninguém ponha objeções ou imaginava que ele fosse seguir outra carreira, que não fosse ser Comensal. Talvez arranjasse algum emprego, tal como o seu pai, para ser visto pelo governo como alguém que apenas fazia o bem à sociedade. Mas e agora? Com certeza, ele já não iria seguir os passos do seu pai. Não queria terminar morto como ele. A sua vida estava agora virada do avesso, tudo por causa de um miserável homem, que se autodenominou de Voldemort.
Com fúria bateu num pedregulho que estava a sua frente, mas com a força exercida apenas machucou a ele próprio, ficando o pedregulho no mesmo lugar. Praguejando, apanhou-o e projetou todo a sua força naquele objeto, mandado-o para um rio que se encontrava a alguns metros de si. Ficou um pouco mais contente, ao visualizar o objeto passar pelo rio e ir parar na outra margem deste. Pelo menos a sua força permanecia com ele, e esse seria um ponto positivo para ele, na altura de assassinar Voldemort.
Sentindo a sua cabeça explodir de dor, que estava a sentir latejar desde manhã, sentou-se num banco mais à frente. Ele tinha de arranjar um plano para acabar com aquele monstro. A sua primeira idéia tinha sido aparatar daquele mesmo lugar, ir ter com Voldemort e acabar com ele naquele mesmo instante, mas mesmo ele sabia que isso ainda era praticamente impossível para ele. Por mais magia negra que já tivesse aprendido ainda tinha muito que percorrer para conseguir fazer tudo o que imaginava. Como bom Sonserino que ele era, tinha de pensar num bom plano. Um plano minucioso, onde até os mais pequenos detalhes tinham de ser revistos inúmeras vezes. Tudo tinha de sair perfeito.
Em menos de uma hora ele já tinha imaginado os mais diversos planos, que se podiam sequer pensar. Mas em todos eles havia algo errado, ou algum pormenor que o deixava preocupado, pois, tinha hipóteses de dar errado ou de ele ser descoberto.
Quase desistindo e preparando-se para ir mesmo a pé ter com Voldemort e o destruir com as suas próprias mãos, baixou a cabeça até às suas pernas, até que se lembrou de algo que tinha ouvido o seu pai dizer a poucos meses a um comensal amigo da sua família. Ele tinha dito que... Forçou-se para se lembrar do que tinha sido, mas não conseguia. Ele sabia que era algo muito importante e que o podia ajudar no seu plano.
Ai, que droga! – disse Draco gritando consigo mesmo, enquanto esmagava uma pedra com as suas mãos, mas no mesmo instante fez-se luz. Ele lembrou-se.
O seu pai tinha dito algo relacionado com uma profecia. Uma profecia entre Voldemort e Harry. Pelo que Draco tinha escutado, Voldemort só podia ser assassinado por Harry, e vice-versa. Os dois estavam interligados por alguma coisa, mas isso já não interessava. O que lhe interessava era aquele pormenor de só Harry poder matar o homem que ele queria ver destruído.
Mas que droga. Eu queria poder mata-lo, com as minhas próprias mãos e de ter essa satisfação. Até isso o perfeito do Potter tinha de me roubar – gritou, dando novamente um pontapé em uma pedra, e sentindo-se imediatamente idiota por ter se machucado novamente e ter feito a mesma burrice duas vezes seguidas.
Draco ficou por alguns segundos a admirar o rio, enquanto meditava no que iria fazer. Se somente Potter podia matar Voldemort, ele tinha de se unir a ele. Não que a idéia lhe agradasse, mas era a única solução que ele achava para vingar o nome do seu pai, naquela altura. Ele sabia que o nome de sua família Malfoy iria ficar manchado pela sua traição, diante de todos os comensais, mas preferia ser considerado um traidor a ficar de braços fechados, sem fazer nada. Iria ter com Dumbledore, e contar-lhe-ia todos os planos que conhecia do lado negro contra este.
Este plano não lhe agradava. Aliar-se a Dumbledore e a Potter era algo deveras repugnante, mas depois do que tinha acabado de presenciar, nunca mais iria se juntar ao lado dos comensais, portanto aquela era a sua única alternativa. Se não iria se juntar ao lago negro, tinha de ser juntar ao batalhão de Dumbledore. Mas ele tinha uma condição. Só iria contar tudo o que sabia se pudesse combater junto com eles, na batalha da destruição de Voldemort. Ele queria ver de bem perto a morte deste. Queria vê-lo sofrer.
Olhou durante mais alguns minutos, para o rio e quando ficou um pouco mais tranqüilo por já ter um plano e algo a que se segurar, resolveu ir para o hotel ter com Gina.
Já era de noite, alias, já tinha anoitecido há algumas horas, mas ele havia precisado daquele tempo todo para por as suas idéias em ordem. Agora já podia ir ter com a sua adorável Gina. Ele queria beijá-la novamente, senti- la ao seu lado, porque mesmo não querendo admitir, ele sentia-se perdido, abandonado e precisava de alguém, que o acariciasse e naquele momento, a única pessoa de que ele se lembrava e que gostava dele era a sua Gina.
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Gina ouviu baterem três vezes na porta do seu quarto. Mais uma batida, desta vez com mais força. Praguejou, furiosa por quem quer que tenha batido naquele momento à porta. Saiu da banheira rapidamente e vestiu com pressa o roupão branco e de aspecto aconchegante que se encontrava á sua direita, dobrado em cima do móvel branco.
Com os pés descalços e o cabelo ruivo a pingar, estando mais comprido por estar molhado, dirigiu-se até a porta e abriu sem mesmo perguntar quem era.
Sabia, que é perigoso moças inocentes como você abrirem as portas sem perguntar ou ver antes, quem é? – perguntou Draco, arqueando as sobrancelhas maliciosamente ao ver que a sua adorável Gina estava naquele momento enrolada em um roupão a tremer de frio.
Gina assustou-se por momentos, mas tão depressa como tinha ido, o seu sorriso regressou, alargando-se por breves instantes ao ver a expressão maliciosa de Draco, novamente no seu rosto. "Ele já se deve estar a se sentir melhor", pensou ela.
Preparando-se para dizer algo, parou fazendo um jeito esquisito com a cara. Espirrou duas vezes de seguida, aconchegando-se com mais força ao roupão.
Draco fez uma cara preocupada e fechou a porta atrás de si com força.
Gina, é melhor você se ir vestir. Ainda podes apanhar um resfriado vestida dessa maneira. Embora eu tenha de admitir que estou adorando ver-te vestida assim – acrescentou Draco, sem resistir a comentar a vestimenta atual desta.
Oh, Draco cala a boca – disse Gina sorrindo mais abertamente e atirando-lhe uma almofada na cara.
Espirrou mais uma vez, enquanto caminhava para o banheiro deixando Draco sozinho no quarto enquanto ia se vestir.
Este atirou-se para cima da cama, enquanto meditava mais um pouco sobre as suas últimas idéias e decisões. Realmente não ia ser nada fácil convencer o perfeito do Potter e Dumbledore que subitamente virará bonzinho e que pretendia lutar juntamente com eles, na luta à destruição de Voldemort. Mas talvez Dumbledore não tivesse apenas a fama de protetor dos bonzinhos, e fosse mesmo como era caracterizado pelos comensais. Talvez, se ele se mostrasse desolado com a morte do seu pai, ele o deixasse embarcar no grupo de batalha dos cretinos. Só assim, ele abandonaria toda a fúria que se encontrava dentro dele, desde essa manhã.
Parou com esses pensamentos, no preciso momento em que Gina entrou novamente no quarto. O cheiro inconfundível que ela emanava trouxeram-no de volta à realidade, e rapidamente ele pode levar os seus pensamentos para outro ambiente muito mais agradável.
Gina vestia somente uma camisola de noite preta e de renda, que lhe ficava a meio das suas coxas. Esta não reparou que estava a ser observada, pois naquele momento encontrava-se ocupada a arrumar as suas roupas. Numa voz despreocupada perguntou:
Quando é que você pretende voltar a Hogwarts? Com estes últimos acontecimentos, presumo que você deve querer voltar brevemente, não é?
Esperou alguns minutos, mas ao reparar que ele não respondia, voltou-se para trás e teve o segundo susto daquela noite. Ao se virar, reparou que Draco se encontrava apenas a um passo de distância de si. Desequilibrou-se, e quase caiu para trás, quando Draco antevendo os seus passos a segurou firme pela cintura acabando com o espaço existente entre ambos há poucos segundos atrás.
Amanhã voltamos para Hogwarts, mas, por favor, não vamos mais falar disso. Não agora. Há coisas mais interessantes que nos podemos fazer neste momento.
Sem esperar por uma reação de Gina, ele desviou o cabelo desta, começando por dar pequenos beijos no seu pescoço, provocando arrepios em Gina, que imediatamente se recriminou por estar a reagir daquela forma. Devia tê-lo afastado logo que se tinha aproximado dela.
Enquanto Draco começou a dar pequenos beijos na boca de Gina, foi abaixando vagarosamente as suas mãos pelo corpo desta. O beijo começou a tornar-se cada vez mais excitante e selvagem, ao mesmo tempo em que os movimentos de ambos tornavam-se cada vez mais endiabrados. As mãos de Draco percorriam todos os pormenores do corpo desta, enquanto Gina percorria com as suas mãos, as costas de Draco, explorando com uma maior curiosidade e entusiasmo os abdominais dele.
Draco abocanhava a boca de Gina cada vez com mais voracidade, sendo avidamente correspondido, mas esta, ao sentir as mãos dele ficarem fixas no seu peito, afastou-se bruscamente dele, cortando a corrente de excitação entre ambos.
Draco, não. Vamos com calma. Você já sabe... – disse Gina com a cabeça baixa, observando com uma súbita curiosidade as unhas dos seus pés.
Draco interrompeu-a, pondo um dedo nos seus lábios e beijando-a carinhosamente de seguida.
Eu sei. Me desculpe. Acho que após tudo o que aconteceu hoje, exaltei-me um pouco demais. Vamos dormir – disse num sussurro enquanto caminhava abraçado a ela.
Os dois abriram a cama, cada um do seu lado, e ao se deitarem finalmente após aquele dia exaustivo, sorriram para ao teto, ao mesmo tempo tristes pelo que tinham visto suceder, mas também felizes por sentirem que ambos sentiam o mesmo, um pelo outro.
Draco antes de adormecer, virou-se para o lado e deu um beijo longo e carinhoso em Gina, sentindo-se mais feliz por um breve momento, mas logo de seguida se sentiu ficar petrificado pelas palavras que a sua Gina, acabará de lhe dizer:
Meu amor, eu te amo – disse adormecendo em seguida.
Draco ficou mais uns instantes acordado, ainda atordoado por aquelas breves e sinceras palavras, mas cansado por tudo o que tinha acontecido no decorrer daquele dia, não conseguiu pensar em mais nada e adormeceu no minuto seguinte, ainda com o sabor doce dos lábios da sua adorável Gina.
(Continua...)
Nota da Autora – Olá a todos! Peço desculpa pela demora da actualização da fic, mas entretanto a minha beta, esteve um pouco ocupada e tive de mudar de beta. Agradeço por tudo à Sothis e dou as boas-vindas à Patrícia Malfoy.
Espero que tenham gostado deste capítulo, e por favor deixem um review, que são de extrema importância para mim. POR FAVOR mandem MAIS reviews, porque realmente eu estou um pouco desolada. ;((
Beijinhos, Carpe Diem
OBRIGADA: Carol Malfoy Potter, Marcella, Nostalgi Camp, Carolina, Michelle Souza Walter e a todo o pessoas que vieram falar comigo pelo messenger ou que eu esqueci de referir.
Fic: "Amor versus Ódio"
Capítulo dedicado à Marcella, que escreveu a minha 50º review.
Capitulo 12
Formulação de Planos
Gina sem conseguir resistir e mesmo querendo apoiar Draco naquele momento tão difícil, deixou escorrer as lágrimas que insistam em querer brotar dos seus olhos, mas que com teimosia as forçava a voltarem para dentro. Com o olhar embaçado, demonstrando o quão triste e angustiada estava, deixou-se cair no chão, sem se importar com a lama que naquele momento adentrava na sua roupa, e colocou-se lado a lado de Draco, passando os seus braços em volta dele e forçando-o a posar a sua cabeça nos seus ombros. Com carinho passou as suas mãos nos cabelos deste, tentando encontrar as palavras que lhe faltavam, para lhe dar algum conforto. Mas o quê? O que dizer? O que se deve dizer quando o pai de alguém morre na nossa frente sem que nada se possa fazer? Respirou fundo, obrigando os seus pulmões a receber algum oxigênio, mas isso só a deixou mais agoniada.
Draco... – começou Gina, percebendo então como a sua garganta estava seca e como era difícil dizer-lhe algo naquele momento. – Eu sinto muito. Eu sei que você está muito triste, mas não havia nada que pudéssemos ter feito. Não havia nada que VOCÊ pudesse ter feito.
Draco olhou para ela, com os olhos incrivelmente vermelhos e demonstrando uma fúria nunca antes vista nele, nem mesmo quando falava de Harry. Ele sentia-se revoltado consigo mesmo por não ter impedido aquele desastre e principalmente com raiva de Voldemort. Ele é que tinha organizado aquele esquema desprezível. Ele é quem tinha sido o culpado. Havia destruído a sua vida, e por isso merecia morrer. Ele iria morrer, nem que fosse a última coisa que fizesse na sua vida. Poderia morrer ao tentar, mas iria ter o sangue daquele homem nas suas mãos. Ele próprio o queria ver morrer. Iria observar cada segundo da sua destruição.
E foi com essa determinação, própria de um verdadeiro Malfoy, que se levantou com algum esforço e pegou na sua varinha, enquanto olhou uma última vez para o corpo jazido do seu pai, a sua frente. Uma última lágrima, uma lágrima solitária, escorreu do seu rosto e caiu no centro da testa do seu pai, como sinal da sua promessa. Fechou os olhos com força, e forçou-se a si mesmo a pegar na sua varinha, e em um passe de magia enviou o corpo do seu pai para uma sala da sua mansão, aonde provavelmente iria em breve para revelar o que havia acabado de acontecer à sua mãe. A sua mãe! Deus... Ele ainda não tinha pensado que teria de ser ele a dar a notícia a sua mãe. A sua maravilhosa mãe. Como iria ela resistir a essa notícia? Os seus pais podiam ser diferentes de quaisquer outros que ele conhecesse, mas eles se amavam. Amavam-se de uma maneira obscura, mas muito típica da sua família. E agora por causa de um homem maldito, tudo isso havia terminado. O seu desejo de vingança aumentava cada vez mais.
Depois de se despedir silenciosamente do seu pai, virou-se para Gina, que tinha acabado de assistir á cena impávida e serena.
Gina, vamos – disse num tom de voz rouca, nada parecida com a sua, como se tivesse crescido mais dez anos naquela última hora.
Gina não o queria atormentar mais, mas não estava a perceber nada do que se tinha passado e precisava entender. Precisava compreender Draco para poder ajuda-lo.
Vamos? Vamos onde? Draco, você tem que desabafar. Por favor, me conte tudo o que está sentindo. Só assim você irá se sentir melhor.
Draco não queria falar coisa nenhuma. Ele não queria falar com ninguém. Não queria ver ninguém. Apenas queria desaparecer dali, sem ouvir mais perguntas e sem ter de responder a mais nada. Por que Gina tinha de tornar tudo tão difícil? Ela não podia agir como uma Malfoy? Não podia simplesmente se calar e não comentar nada? Assim tudo seria mais simples.
Eu não quero falar. Será assim tão difícil perceber isso? Por favor, vamos embora – disse Draco num tom de voz cansado. – Vamos para o hotel.
Gina assentiu com a cabeça, sem fazer mais nenhuma pergunta. Ela percebia o quão perturbado Draco estava e achou melhor não fazer nenhum comentário. Naqueles últimos dias em que esteve com ele, aprendeu que Draco gostava de estar muitas vezes sozinho, para meditar sobre várias coisas. E ela imaginou que seria aquilo que ele queria fazer naquele momento.
Vagarosamente, pós a sua mão a disposição de Draco, que ficou a olha-la, de uma maneira intrigante. Em menos de um segundo, este envolveu a sua mão na de Gina, que pode perceber como ele estava gelado. Assustou-se de início com o contato, mas rapidamente agradeceu por ter tomado essa iniciativa.
Caminharam a um passo acelerado, pelo bosque, sempre em silêncio. Por vezes, Gina olhava para Draco, tentada a dizer algo que o pudesse acalmar, mas a sua expressão determinada e enfurecida rapidamente a fazia mudar de idéia. Definitivamente, ele não queria mesmo falar com ninguém.
Em menos de dez minutos chegaram ao hotel, e quando Gina se preparava para ir buscar a chave do quarto de ambos, ao recepcionista, Draco segurou-a com mais força pelo braço, forçando-a a olhar para trás.
O que foi Draco? – perguntou, impressionada pelo ódio estampado nos olhos dele e começando a ficar amedrontada.
Draco sentiu-se a ser observado, mas não se deu ao trabalho de desviar o olhar. Ele gostava de ficar assim, parado horas e horas a olhar profundamente para aqueles amendoados olhos castanhos, que o deixavam impressionado pela sua extrema beleza e perfeição. Se nada tivesse passado apenas há algumas horas atrás, ele não se incomodaria de ficar ali para sempre simplesmente a olhando. Mas ele estava demasiado cansado. Precisava ficar isolado de tudo e de todos, para pensar. Pensar e repensar em algum plano que desse cabo daquele maldito homem, de que tantos tinham medo de dizer o nome. Como se um nome pudesse ferir alguém.
Gina, vá para o quarto, eu já volto. Preciso pensar um pouco. Apanhar um pouco de ar fresco.
Mas, Draco, você não quer que eu vá com você? Vai andar por aí sozinho? Eu vou com você! – Gina tinha medo. Medo que algum comensal ou mesmo o Quem- Nós-Sabemos estivesse por ali, e atacasse Draco como tinha acabado de atacar o pai dele.
Draco percebeu o receio de Gina. Aliás, era fácil compreender tudo o que Gina pensava ou sentia. Ela era como um livro aberto. As suas feições, o seu rosto, tudo demonstrava quase que imediatamente o que ela sentia.
Não te preocupes. Eu PRECISO ficar sozinho por uns momentos. Daqui a pouco eu vou ter com você – dizendo isto a beijou carinhosamente nos lábios, com doçura. Foi um beijo rápido. Somente um beijo para a sossegar.
Quando ela abriu os olhos, para lhe dizer algo, Draco já tinha desaparecido. Gina suspirou resignada. Só esperava que nada de mal acontecesse. Ela gostava tanto dele, e não o queria perde-lo por nada desse mundo.
Percebendo os olhares curiosos que recebia dos residentes que se encontravam naquele salão, deslocou-se até a recepção, pediu a chave do seu quarto, e foi de seguida para lá. Ela também precisava descansar. Só esperava que Draco não demorasse muito. Precisava vê-lo novamente e lhe confessar o quanto o amava. Por que será que só se descobrem esses sentimentos quando acontecesse algo tão terrível, como o que acabará de acontecer?
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Draco caminhou durante longos minutos, esperando se acalmar, mas a fúria não cessava. Ele estava destruído por dentro, como nunca antes estivera. O seu pilar acabará de ser abatido. Tudo o que ele tinha ambicionado estava agora acabado. Desde que ele nascera, que tinha a sua vida planejada. Ninguém ponha objeções ou imaginava que ele fosse seguir outra carreira, que não fosse ser Comensal. Talvez arranjasse algum emprego, tal como o seu pai, para ser visto pelo governo como alguém que apenas fazia o bem à sociedade. Mas e agora? Com certeza, ele já não iria seguir os passos do seu pai. Não queria terminar morto como ele. A sua vida estava agora virada do avesso, tudo por causa de um miserável homem, que se autodenominou de Voldemort.
Com fúria bateu num pedregulho que estava a sua frente, mas com a força exercida apenas machucou a ele próprio, ficando o pedregulho no mesmo lugar. Praguejando, apanhou-o e projetou todo a sua força naquele objeto, mandado-o para um rio que se encontrava a alguns metros de si. Ficou um pouco mais contente, ao visualizar o objeto passar pelo rio e ir parar na outra margem deste. Pelo menos a sua força permanecia com ele, e esse seria um ponto positivo para ele, na altura de assassinar Voldemort.
Sentindo a sua cabeça explodir de dor, que estava a sentir latejar desde manhã, sentou-se num banco mais à frente. Ele tinha de arranjar um plano para acabar com aquele monstro. A sua primeira idéia tinha sido aparatar daquele mesmo lugar, ir ter com Voldemort e acabar com ele naquele mesmo instante, mas mesmo ele sabia que isso ainda era praticamente impossível para ele. Por mais magia negra que já tivesse aprendido ainda tinha muito que percorrer para conseguir fazer tudo o que imaginava. Como bom Sonserino que ele era, tinha de pensar num bom plano. Um plano minucioso, onde até os mais pequenos detalhes tinham de ser revistos inúmeras vezes. Tudo tinha de sair perfeito.
Em menos de uma hora ele já tinha imaginado os mais diversos planos, que se podiam sequer pensar. Mas em todos eles havia algo errado, ou algum pormenor que o deixava preocupado, pois, tinha hipóteses de dar errado ou de ele ser descoberto.
Quase desistindo e preparando-se para ir mesmo a pé ter com Voldemort e o destruir com as suas próprias mãos, baixou a cabeça até às suas pernas, até que se lembrou de algo que tinha ouvido o seu pai dizer a poucos meses a um comensal amigo da sua família. Ele tinha dito que... Forçou-se para se lembrar do que tinha sido, mas não conseguia. Ele sabia que era algo muito importante e que o podia ajudar no seu plano.
Ai, que droga! – disse Draco gritando consigo mesmo, enquanto esmagava uma pedra com as suas mãos, mas no mesmo instante fez-se luz. Ele lembrou-se.
O seu pai tinha dito algo relacionado com uma profecia. Uma profecia entre Voldemort e Harry. Pelo que Draco tinha escutado, Voldemort só podia ser assassinado por Harry, e vice-versa. Os dois estavam interligados por alguma coisa, mas isso já não interessava. O que lhe interessava era aquele pormenor de só Harry poder matar o homem que ele queria ver destruído.
Mas que droga. Eu queria poder mata-lo, com as minhas próprias mãos e de ter essa satisfação. Até isso o perfeito do Potter tinha de me roubar – gritou, dando novamente um pontapé em uma pedra, e sentindo-se imediatamente idiota por ter se machucado novamente e ter feito a mesma burrice duas vezes seguidas.
Draco ficou por alguns segundos a admirar o rio, enquanto meditava no que iria fazer. Se somente Potter podia matar Voldemort, ele tinha de se unir a ele. Não que a idéia lhe agradasse, mas era a única solução que ele achava para vingar o nome do seu pai, naquela altura. Ele sabia que o nome de sua família Malfoy iria ficar manchado pela sua traição, diante de todos os comensais, mas preferia ser considerado um traidor a ficar de braços fechados, sem fazer nada. Iria ter com Dumbledore, e contar-lhe-ia todos os planos que conhecia do lado negro contra este.
Este plano não lhe agradava. Aliar-se a Dumbledore e a Potter era algo deveras repugnante, mas depois do que tinha acabado de presenciar, nunca mais iria se juntar ao lado dos comensais, portanto aquela era a sua única alternativa. Se não iria se juntar ao lago negro, tinha de ser juntar ao batalhão de Dumbledore. Mas ele tinha uma condição. Só iria contar tudo o que sabia se pudesse combater junto com eles, na batalha da destruição de Voldemort. Ele queria ver de bem perto a morte deste. Queria vê-lo sofrer.
Olhou durante mais alguns minutos, para o rio e quando ficou um pouco mais tranqüilo por já ter um plano e algo a que se segurar, resolveu ir para o hotel ter com Gina.
Já era de noite, alias, já tinha anoitecido há algumas horas, mas ele havia precisado daquele tempo todo para por as suas idéias em ordem. Agora já podia ir ter com a sua adorável Gina. Ele queria beijá-la novamente, senti- la ao seu lado, porque mesmo não querendo admitir, ele sentia-se perdido, abandonado e precisava de alguém, que o acariciasse e naquele momento, a única pessoa de que ele se lembrava e que gostava dele era a sua Gina.
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Gina ouviu baterem três vezes na porta do seu quarto. Mais uma batida, desta vez com mais força. Praguejou, furiosa por quem quer que tenha batido naquele momento à porta. Saiu da banheira rapidamente e vestiu com pressa o roupão branco e de aspecto aconchegante que se encontrava á sua direita, dobrado em cima do móvel branco.
Com os pés descalços e o cabelo ruivo a pingar, estando mais comprido por estar molhado, dirigiu-se até a porta e abriu sem mesmo perguntar quem era.
Sabia, que é perigoso moças inocentes como você abrirem as portas sem perguntar ou ver antes, quem é? – perguntou Draco, arqueando as sobrancelhas maliciosamente ao ver que a sua adorável Gina estava naquele momento enrolada em um roupão a tremer de frio.
Gina assustou-se por momentos, mas tão depressa como tinha ido, o seu sorriso regressou, alargando-se por breves instantes ao ver a expressão maliciosa de Draco, novamente no seu rosto. "Ele já se deve estar a se sentir melhor", pensou ela.
Preparando-se para dizer algo, parou fazendo um jeito esquisito com a cara. Espirrou duas vezes de seguida, aconchegando-se com mais força ao roupão.
Draco fez uma cara preocupada e fechou a porta atrás de si com força.
Gina, é melhor você se ir vestir. Ainda podes apanhar um resfriado vestida dessa maneira. Embora eu tenha de admitir que estou adorando ver-te vestida assim – acrescentou Draco, sem resistir a comentar a vestimenta atual desta.
Oh, Draco cala a boca – disse Gina sorrindo mais abertamente e atirando-lhe uma almofada na cara.
Espirrou mais uma vez, enquanto caminhava para o banheiro deixando Draco sozinho no quarto enquanto ia se vestir.
Este atirou-se para cima da cama, enquanto meditava mais um pouco sobre as suas últimas idéias e decisões. Realmente não ia ser nada fácil convencer o perfeito do Potter e Dumbledore que subitamente virará bonzinho e que pretendia lutar juntamente com eles, na luta à destruição de Voldemort. Mas talvez Dumbledore não tivesse apenas a fama de protetor dos bonzinhos, e fosse mesmo como era caracterizado pelos comensais. Talvez, se ele se mostrasse desolado com a morte do seu pai, ele o deixasse embarcar no grupo de batalha dos cretinos. Só assim, ele abandonaria toda a fúria que se encontrava dentro dele, desde essa manhã.
Parou com esses pensamentos, no preciso momento em que Gina entrou novamente no quarto. O cheiro inconfundível que ela emanava trouxeram-no de volta à realidade, e rapidamente ele pode levar os seus pensamentos para outro ambiente muito mais agradável.
Gina vestia somente uma camisola de noite preta e de renda, que lhe ficava a meio das suas coxas. Esta não reparou que estava a ser observada, pois naquele momento encontrava-se ocupada a arrumar as suas roupas. Numa voz despreocupada perguntou:
Quando é que você pretende voltar a Hogwarts? Com estes últimos acontecimentos, presumo que você deve querer voltar brevemente, não é?
Esperou alguns minutos, mas ao reparar que ele não respondia, voltou-se para trás e teve o segundo susto daquela noite. Ao se virar, reparou que Draco se encontrava apenas a um passo de distância de si. Desequilibrou-se, e quase caiu para trás, quando Draco antevendo os seus passos a segurou firme pela cintura acabando com o espaço existente entre ambos há poucos segundos atrás.
Amanhã voltamos para Hogwarts, mas, por favor, não vamos mais falar disso. Não agora. Há coisas mais interessantes que nos podemos fazer neste momento.
Sem esperar por uma reação de Gina, ele desviou o cabelo desta, começando por dar pequenos beijos no seu pescoço, provocando arrepios em Gina, que imediatamente se recriminou por estar a reagir daquela forma. Devia tê-lo afastado logo que se tinha aproximado dela.
Enquanto Draco começou a dar pequenos beijos na boca de Gina, foi abaixando vagarosamente as suas mãos pelo corpo desta. O beijo começou a tornar-se cada vez mais excitante e selvagem, ao mesmo tempo em que os movimentos de ambos tornavam-se cada vez mais endiabrados. As mãos de Draco percorriam todos os pormenores do corpo desta, enquanto Gina percorria com as suas mãos, as costas de Draco, explorando com uma maior curiosidade e entusiasmo os abdominais dele.
Draco abocanhava a boca de Gina cada vez com mais voracidade, sendo avidamente correspondido, mas esta, ao sentir as mãos dele ficarem fixas no seu peito, afastou-se bruscamente dele, cortando a corrente de excitação entre ambos.
Draco, não. Vamos com calma. Você já sabe... – disse Gina com a cabeça baixa, observando com uma súbita curiosidade as unhas dos seus pés.
Draco interrompeu-a, pondo um dedo nos seus lábios e beijando-a carinhosamente de seguida.
Eu sei. Me desculpe. Acho que após tudo o que aconteceu hoje, exaltei-me um pouco demais. Vamos dormir – disse num sussurro enquanto caminhava abraçado a ela.
Os dois abriram a cama, cada um do seu lado, e ao se deitarem finalmente após aquele dia exaustivo, sorriram para ao teto, ao mesmo tempo tristes pelo que tinham visto suceder, mas também felizes por sentirem que ambos sentiam o mesmo, um pelo outro.
Draco antes de adormecer, virou-se para o lado e deu um beijo longo e carinhoso em Gina, sentindo-se mais feliz por um breve momento, mas logo de seguida se sentiu ficar petrificado pelas palavras que a sua Gina, acabará de lhe dizer:
Meu amor, eu te amo – disse adormecendo em seguida.
Draco ficou mais uns instantes acordado, ainda atordoado por aquelas breves e sinceras palavras, mas cansado por tudo o que tinha acontecido no decorrer daquele dia, não conseguiu pensar em mais nada e adormeceu no minuto seguinte, ainda com o sabor doce dos lábios da sua adorável Gina.
(Continua...)
Nota da Autora – Olá a todos! Peço desculpa pela demora da actualização da fic, mas entretanto a minha beta, esteve um pouco ocupada e tive de mudar de beta. Agradeço por tudo à Sothis e dou as boas-vindas à Patrícia Malfoy.
Espero que tenham gostado deste capítulo, e por favor deixem um review, que são de extrema importância para mim. POR FAVOR mandem MAIS reviews, porque realmente eu estou um pouco desolada. ;((
Beijinhos, Carpe Diem
OBRIGADA: Carol Malfoy Potter, Marcella, Nostalgi Camp, Carolina, Michelle Souza Walter e a todo o pessoas que vieram falar comigo pelo messenger ou que eu esqueci de referir.
