Capítulo 11 – Un compte de fées
- Potter, pegou a capa e luvas como te disse na última vez? – inquiriu uma cabeça loira na hora em que Harry entreabriu a porta de sua sala na Torre – Porque mesmo que sei que seu sonho oculto é levar MINHA capa com as Cores da Sonserina, não permitirei que me a robe como na primeira vez – era uma brincadeira sem malicia, pois ambos sabiam que a Draco não se importava nada com uma capa a mais ou a menos, é mais, se havia negado a que Harry devolvera, argumentando que "é uma obra de caridade estética, Potter".- Sim, mas ainda não sei para o que as quer, Malfoy. Tremo só de pensar no que pode ser o que seu retorcido sentido da diversão pode no proporcionar esta noite... não prefere uma partida de Snap? Prometo que até te deixo ganhar e tudo – um sorriso malicioso, quase Malfoyesca, apareceu nos lábios do Grifinório. Foi uma grande surpresa descobrir que Malfoy quase sempre perdia de forma humilhante esse jogo, e já levavam quatro baralhos incendiados por "estar trucadas", segundo este – Ai! – Se encolheu sobre o leve croqui que lhe deu o loiro, notando o tato dos dedos do outro marcado como fogo líquido em sua pele. Maldição, Draco sabia como bater.
- Tá, tá, deixando de lado o tema de baralhos manipulados ou não... sabe que uma aposta é uma aposta, Potter. Eu ganhei, assim que faremos o que eu quiser. O que é lógico e natural, claro – sorriu com um rastro da arrogância que antes tanto detestava em Malfoy, mas que agora entendia que tinha mais de um matiz – On y va!
Haviam sido umas semanas difíceis para Draco Malfoy, batalhando com a auto- aceitação e a renuncia à suas mudanças, mas também haviam trazido surpresas para Harry Potter.
Primeiro, que o loiro se havia convertido numa parte muito importante de sua vida, ocupando o lugar deixado por seus dois amigos da Grifinória, que também estavam liberando suas próprias batalhas sentimentais. Como podia ter chegado a esse grau de confiança e respeito com um Malfoy? Não sabia, mas estava grato por isso. Talvez tenha sido isso o que havia entrevisto aquela noite, tempos atrás, o que lhe impulsava a perseguir a conhecer o outro.
Ás vezes, quando não podia dormir, pensava naquele dia no trem, e no que poderia passado se não tivesse rejeitado Draco Malfoy. Seguramente se tivesse afogado muitos desgostos e detenções, já que os Malfoy eram certamente perseguidores com aqueles que lhes feriam de alguma forma, como havia podido comprovar. E a rejeição pontuava muito alto em sua lista.
E pode ser que um amigo fora da Grifinória pudesse lhe ter dado mais amplitude de visão sobre os acontecimentos. Certo, a lógica do Sonserino era levemente retorcida, e ácida como o demônio, mas refrescante. Harry podia falar de uma maneira com Draco como não poderia com seus mais diretos amigos, deixando ver seu lado de Sonserino, o que era um alivio depois de tanto tempo sendo o perfeito Grifinório.
Finalmente, havia descoberto que seus sentimentos pelo loiro não eram exclusivamente de amizade. Provavelmente nunca o tinham sido. Havia sido de todo um choque reconhecer que sentia certa atração por Draco, a) um garoto e b) seu pior inimigo até esse ano. Achava que isso tinha algo que a ver com a aura de Malfoy, mas em noites insones pensava em como sempre Malfoy havia sido capaz de despertar fortes reações nele, e isso lhe deixava ainda mais confuso. Tinha dedicado muito tempo a discernir o que era exatamente o que sentia, mas era uma resposta que faltava pelo momento.
E em que lugar lhe deixava isso? Harry Potter, o Garoto-Que-Sobreviveu, era gay? Bissexual? Vítima de seus hormônios? Tampouco conhecia a resposta. E talvez de momento tampouco queria conhecê-la, concentrando-se em desfrutar de sua amizade com Draco. Fosse o que fosse, teria que ficar platônico por enquanto.
E se às vezes ficava olhando seu perfil clássico mas delicado, ou como seus olhos refletiam faíscas douradas baixo a luz das chamas, ou como umedecia os lábios quando estava indeciso sobre o que dizer... bom, tratava de que o outro não o surpreendera, ao menos.
E se também às vezes despertava no meio da noite, suado, com a lembrança de uns olhos cinzas atrás de suas pálpebras... bom, tampouco o irritava.
Ainda não tinha dito nada disto a ninguém. Nem a Ron e nem a Hermione, nada acerca de suas duvidas sobre sua orientação nem, logicamente, nada sobre o Sonserino. A reação do ruivo o preocupava bastante, sendo temperamental como era. Não queria uma briga como a de seu quarto ano, e todos seus instintos diziam que era um fato comprovado: uma vez que se interasse, seus gritos iam chegar em Hogsmeade.
E fora isso, todo o mundo seguia considerando que o Grifinório era exclusivamente heterossexual, depois da forte atração por Cho Chang no quarto e quinto ano, e depois de ter saído em um monte de encontros com Gina, empurrado por seu irmão mais velho. Mas isto era completamente diferente, outro nível de atração, tanto física como mentalmente, que nunca tinha sentido antes.
E que não tinha direito de sentir, achava. Draco nunca seria mais que seu amigo. A opção lógica teria sido afastar-se de Draco, que era o objeto impossível de seus sonhos, o Conquistador de Hogwarts com sua conhecida má fama, mas não tinha conseguido. Não tinha nenhuma chance, e se isso podia acabar com sua amizade, preferia manter a fachada de amigo levantada.
Se justificava com a desculpa de que Draco, que havia chegado a abrir-se como nunca antes a ninguém, se veria abandonado si o fazia, ferido de novo. Mas a verdade era que Harry não queria afastar-se dele. Apesar de que seu coração teria encontrado com o notório broche de prata no cesto de algodões no que havia vivido, não podia, nem queria, cessar sua amizade com o loiro.
Assim que calava e dissimulava, fechando essas novas duvidas com sete chaves, porque sabia que Draco agora necessitava de alguém com quem falar, com quem rir... e ele também. Se não mais, pelo menos isso.
Desceram as escadas, cobertos por sua Capa, Draco afogando risinhos e alfinetando-o sem piedade no costado, onde sabia que tinha cosquinhas, e o outro protestando entre risos, capturando suas mãos e apartando-as. Isso de estar magicamente mudado, e por tanto, morto, era uma desvantagem na hora de devolver as cosquinhas. De repente, se deu conta de que estavam na Entrada Principal, e parou em seco.
- Malfoy... a onde vamos? Está nevando e faz um frio dos infernos! – tiritou só de pensar em por seus pés no meio de tanta neve – É este seu grande plano noturno? Que Potter pegue uma pneumonia? Orra, Draco, juro que é cruel...
O loiro piscou um olho, e pôs a expressão maligna mais ridícula que conseguiu, e que, casualmente, era idêntica à de um famoso vilão de televisão, o que arrancou uma gargalhada do único dos dois que sabia o que era um aparelho de televisão.
- Okay, vendo que descobriu e humilhou a meu malvado plano, suponho que terei que abandoná-lo e usar o plano B – com uma careta brincalhona, fez um rápido gesto com a mão até as roupas de Harry – Isolate caldarium – imediatamente, o vento deixou de colar-se à sua volta e foi substituído por um leve calor – Pronto, dever durar algumas horas, se notar que se acaba antes o repetiremos. Agora, podemos seguir com o plano?
- Mas nem sei qual é o plano!
- Muito mal, mas isso, desorientado Grifinório, não te desculpa de sua obrigação, como as leis. Além do mais, um pequeno passeio não te caíra nada mal, ou quer ficar gordinho por não fazer exercício? Tiraria a emoção do próximo partido de Quadribol, né? – bateu suavemente no seu estômago, eriçando todos os pelos de Harry apesar de que debaixo de tanta roupa, a pressão foi quase imperceptível – Bem, continuons!
- Mas...mas... – Draco o arrastou, agarrado à uma de suas mangas, através do gelado campo de Quadribol, até o limite da Floresta Proibida – Não penso em entrar aí e... e... e não estou gordo! – conseguiu articular finalmente, uma vez que pararam – Você tá louco? É a Floresta Proibida! Lembra do primeiro ano?
- Claro que lembro, Potter, mas ultimamente fixou-se de que me dei conta de que não é tão assustador como recordava...ou que eu sou mais do que pensava – piscou com malicia, o que o desarmou – De qualquer forma, estive passeando pela últimas noites, e descobri algo que quero te mostrar. Não se preocupe, comigo estará seguro, – essa frase ressonou em seu interior, pouco em sua vida era seguro, e é verdade que sentia que essa era uma das coisas. Ao mesmo tempo, também acendeu um pequeno fogo em seu peito, de orgulho e de algo mais, mesmo que a frase não tenha sido dita no sentido que desejava – não há nada, ou quase nada, que vá se atrever a atacar-nos, e nesse caso, sou perito na arte de fugir sem perigo... no final das contas sou um Sonserino, não? Venha, confia em mim?
O tempo pareceu parar ao ouvir essa frase. Tinha sido pronunciada em tom leve, mas as implicações eram mais sérias para ambos. Até sua amizade havia se baseado em passar tempo juntos, brincar, confiar lembranças ou opiniões... em fim, ir se conhecendo, mas sem necessidade de assumir nenhum risco fora o do estado de Draco. Mas agora o que o loiro lhe pedia era dar um passo mais, que pusesse sua segurança pessoal em suas mãos, entrando numa zona onde Deus sabia o que se podia encontrar, confiando no que o tiraria dali são e salvo. E enquanto o coração respondia "Sim" com calma, imperturbável, não podia evitar ouvir uma voz conhecida na cabeça, de sua parte mais racional, que tinha muito presente o ódio de uns meses atrás, sussurrando "Está certo disso?"
Mas não por nada era um Grifinório, que atuam sempre antes com o coração que com a cabeça. Engoliu saliva e enfrentou os olhos de Draco, sempre cheios de emoções ardendo em uma fogueira no fundo das íris, correntes profundas num falso mar de calmaria. O outro o olhou a sua vez, sorridente ainda mas esquadrinhando-o com um reflexo de insegurança, o medo à rejeição claramente presente. Se perguntou vagamente a quantas pessoas lhes deixaria ver esse lado mais vulnerável, em vez da fachada Malfoy.
- Mas é claro, Draco – disse em um tom baixo e suave, não característico nele, que arrancou um olhar surpreendido dos olhos prateados - Claro que confio em você. Se não, o que diabos faço em meio da neve a... – olhou seu relógio – às 11 da noite?
Malfoy sorriu de forma cálida, completa, iluminando suas feições de forma especial, como poucas vezes havia podido ver. Harry reprimiu as ânsias de banhar-se naquele sorriso, possuir essa intimidade entre seus lábios, para que aquela luz iluminasse o vazio que sentia em seu peito... e não disse nada, somente esboçou outra a sua vez e se dispôs a seguir ao outro até as mesmas portas do inferno se era preciso.
- De acordo – o tom de Draco era sério, sem rastro de leveza, mesmo que rápido mudou ao tom despreocupado mais comum nele – Escuta, terei que diminuir um pouco do glamour para que as coisas saibam ao que enfrentam, espero que não te importe. Et maintenant...allons!
O agarrou pelo braço com suavidade, e se adentraram na Floresta. Exteriormente, Draco não parecia nem um pouco preocupado pelo o que os rodeava, mas o mero fato de que se mantivesse em silêncio e não com seu falatório habitual mostrava bastante. Caminharam durante um tempo, o suficiente para que já não soubesse nem por onde iam nem como regressar, mesmo que também tinha que contribuir o fato de que estava perdido na contemplação do outro. Não tinha volto a vê-lo assim desde o incidente da árvore. Resplandecia estranhamente entre a brancura do solo nevado, governando entre o frio branco e as sombras do bosque, que pareciam diminuir ao passo de seus olhos cheios de luz da lua. Não era estranho que nenhum animal se atrevera a atacá-lo, inclusive sem revelar seu verdadeiro aspecto, já que era uma mistura de beleza e selvagerismo. Contudo, para ele, predominava a beleza, estivesse no estado que estivesse, porque era seu Draco. Se sentia atraído por seu fogo interior como uma traça a chama, procurando esquentar o espaço vazio que pesava no coração.
Caminhava com um passo líquido, gracioso, e Harry atrás se sentia como um menino de três anos aprendendo a caminhar, tropeçando com raízes que pareciam apartar-se sob os pés de Draco, estalando a neve sob seus passos, como queixando-se da intrusão àquelas horas, e tratando de seguir a marcha do outro, obviamente não afetado pelo cansaço.
Finalmente, se deteram quando viram a luz filtrando-se entre uns troncos próximos, indicando a presencia de um clareira. Draco retomou o glamour, não que isso tirasse ao Grifinório de seu feitiço, e pondo um dedo sobre os lábios, indicou por sinais que se aproximasse com cuidado.
Ao principio, nada era fora do comum. Uma clareira pequena, coberto de neve não pisada, banhado na luz da lua. Se virou com expressão em duvida, mas o outro lhe respondeu com uma sobrancelha levantada e um sorriso que indicava que sabia mais do que dava a entender. Voltou a olhar com atenção.
De repente, o viu. Uma faísca branca-azulada, e um pequeno redemoinho de neve que se elevava por um instante, com um tilintar quase inaudível. Pouco depois, outro, e outro, e outro, até que a clareira estava cheio de pequenos redemoinhos dançantes, faíscas e uns tilintares caóticos mas musicais. O observou fascinado, não atrevendo-se quase nem a respirar, assustado ante a idéia de espantar ao que quer que fosse que o provocara, quando ouviu um suave sussurro ao seu lado.
Draco estava ajoelhado na neve, a poucos centímetros, e sobre sua mão sustentava um daqueles pequenos redemonhios, a neve refletindo-se em seus olhos de um cinza tempestade. Lhe falava com suavidade, em sussurros musicais que reconheceu como a outra língua materna de seu amigo: francês.
- Ma petite fée, t'es belle pour moi en dansant comme ça, belle parmi toute cette beauté... – levantou os olhos que refletiam a luz azulada, e viu como o Grifinório estava ali, observando-o, e com um sorriso se dirigiu de novo até o redemonhio – Ma belle, danseras-toi pour lui? Je t'en prie, ma p'tite fée, ma belle d'hiver, danse pour lui...
Gesticulando suavemente com a outra mão, indicou que se ajoelhasse, estendendo sua mão, e tirou uma de suas luvas. Segurou o fôlego ao notar o frio da noite, mas a manteve estendida, não sabendo o que esperar. Sua surpresa foi enorme quando o redemonhio se elevou da mão de Draco e suavemente, timidamente, posou na sua, enquanto que a mão do outro posava em seu ombro, dando confiança.
Olhou absorto ao pequeno redemonhio, e foi então quando a viu. No meio da neve dançante, uma pequena criatura, similar a uma mariposa azulada, ainda que com uns bonitos rasgos, girava delicadamente, olhando-o com uns olhos tímidos mas decididamente inteligentes. Sorriu, emocionado, e ela devolveu o sorriso, inclinando-se em um pequeno passo de dança. A observou dança, imóvel para não espantá-la, enquanto ao seu lado, ouvia Draco sussurrar de novo em francês, sem duvida algo bajulador, posto que ela sorria a ambos e se enrubescia levemente, dedicando a eles estranhos passos de dança.
E então ocorreu. Notava a respiração do outro passar junto a sua orelha, o tato de seus dedos marcando a fogo a pele de seu ombro, o leve peso da criatura em sua mão, os sussurros tão sensuais... Se sentiu leve, fora de si mesmo de certa forma, seu coração acelerando-se ao ritmo das voltas do redemonhio, liberado de todo pensamento supérfluo e concentrado somente nas sensações, na interminável especulação sobre o tato dos lábios de Draco, em sua textura...
Se virou suavemente, enfrentando o rosto de Draco, antes de posar, com suavidade, com delicadeza infinita, seus lábios nos outros. Foi um beijo gentil, quase sutil, onde seus pés apenas se roçavam, e a respiração de ambos se mesclava num redemonhio privado, um quente e o outro frio, deixando uma sensação indescritível.
Durou só um instante, antes de que Malfoy, paralisado pela surpresa, reagisse e se afastasse em um movimento que cortou o ar, sobressaltado. Isso tirou Harry de sua ilusão, e provocou a fuga da pequena bailarina.
A realidade regressou em plena forma depois da breve férias que tinha tomado, impactando em seu cérebro com um reajuste doloroso. Acabava de beijar a Draco. Beijar. Ele. Assim, do nada. E tinha sido melhor do que havia imaginado. E Draco havia se afastado. O olhou, confuso e levemente arrependido por atuar assim, e viu que o outro portava uma expressão similar de confusão. Inclusive de arrependimento, mesmo que tinha sido totalmente unilateral. As palavras se enrolaram na sua língua, negando-se a abandoná-la, desconhecedoras de que seu cérebro ainda estava em choque.
- Olha, Draco, eu... Sinto muito, não s – começou a dizer, envergonhando-se furiosamente, mas foi interrompido pelo outro, cujas feições refletiam um semi-alivio, a confusão de alguns segundos atrás dissolvendo-se em seu olhar como raios numa tempestade de verão.
- Não passa nada, Harry, eu sim que o sinto. Não lembrava o efeito das Fadas de Inverno nos humanos, não devia expô-lo a seu Encanto de Amor... Está melhor agora? – o olhou com preocupação, procurando resíduos do encantamento – Sei que não era sua intenção, não precisa que se desculpe, a desculpa tem que ser minha, em todo caso. Sinto que tenha acontecido esta situação incômoda, de verdade.
Se calou, deixando que Draco acreditasse no que quisesse. Já tinha visto a nula reação que havia despertado seu beijo no loiro, nada mais que algo embaraçoso, enquanto que para ele tinha sido algo tremendamente íntimo e especial. Seu coração gritava que, fadas ou não, o desmentira, o agarrasse pela túnica e o voltasse a beijar, vampiro ou não; mas por uma vez escutou a sua mente e fez caso omisso da dor que se fincava em todos seus nervos como delicadas agulhas de prata. Manteve a cabeça baixa, ruborizado, e seguiu ao outro para fora da clareira.
Fizeram o caminho de volta sem falar, perdidos em seus pensamentos, envergonhados cada um por motivos diferentes. Harry saboreava em sua memória os lábios de Draco, o odor a baunilha de seu rosto, sentindo o hálito frio refrescar o calor que inflamava suas veias, recordando a seda de sua pele... Draco...quem sabe o que pensava Draco. Por isso, talvez nenhum reparou no tronco semi-enterrado na neve, sobressaindo negro contra o branco deslumbrante do limite da floresta. Como se fosse o último obstáculo que a floresta, frustrado, colocava antes de que saíssem de seu seio sãos e intactos.
Tropeçou estupidamente nele, balançando brevemente antes de cair de bruços na neve. Ouviu o inicio da gargalhada do outro, mas se cortou para ser substituído por um gemido de surpresa. Levantou os olhos, com olhar ansioso, e se tropeçaram com a borda de uma túnica negra como a noite. Um rápido trajeto até em cima, e preto carvão substituiu ao negro, no olhar furioso do Professor Snape.
Tradução das Frases em Francês:
On y va! = vamos!Et maintenant...¡allons! = e agora, vamos!
Ma petite fée, t'es belle pour moi en dansant comme ça, belle parmi toute cette beauté...Ma belle, danseras-toi pour lui? Je t'en prie, ma p'tite fée, ma belle d'hiver, danse pour lui... = Minha pequena fada, é linda dançando para mim dessa maneira, bela entre toda essa beleza. Minha bela, dançara para ele? Te rogo, minha pequena fada, minha bela do inverno, dance para ele...
Desculpa pela demora mas eu tive as duas ultimas semanas muito ocupada e só pude traduzir isso de madrugada e sópostar agora, desculpem os vários erros, mas.....ohh....tiveuma preguiça enorme de enviar pra betear, e além do mais isso só ia fazer a espera maior.....well, espero q tenham gostado...Thanks so much pelos comentários...
So long
