Parte II

Tenho que sair daqui, tenho que ir a Inglaterra, encontrar essa moça, Hermione é minha prioridade agora! E como sair daqui?

Perdido em pensamentos ele foi surpreendido pela enfermeira que trazia uma caixa.

- Olhe sr, aqui estão as suas coisas, talvez vendo o que era seu lembre-se de algo além da moça. O seu nome já ajuda muito, pois é muito ruim vir aqui e dizer para as outras to indo ver o desconhecido.

- Entendo srta, agora me de essa caixa, quero ver o que tem.

- Você é bem excêntrico para se vestir ao que me parece.- falou olhando para a as roupas que Severo tinha em mãos.

- Mas não pode negar que sei me vestir, agora me deixe sozinho com minhas coisas.

- Sim. "por que ele não pode dizer por favor srta, mal educado."- ela saia e batia a porta de modo levemente indignado.

- Vamos ver, tem que estar aqui, tem que estar por aqui. Achei, agora por que eu me sentia tão mal sem esse pedaço de madeira, deve valer bastante ou deve Ter algo a mais nisso tudo.

Alguém entrava, a enfermeira novamente lhe trazendo a comida e falando sem parar, quando conseguiu despacha-la teve um impulso, pegou a varinha e apontando para a porta ele disse.

- Por que essa porta não tranca para essa maldita mulher.

Algo muito estranho aconteceu depois disso um raio escapou da varinha de Severo o assustando muito em um ato reflexo ele soltou longe a varinha e deu um grito, alguém forçou a porta mas não conseguiu abri-la.

- Sr abra a porta, está tudo bem ai, sr?- a enfermeira estava muito preocupada e não conseguia abrir a porta.

"essa é boa, agora eles me trancaram." Severo deu os 4 passos que separavam sua cama da porta e com um leve puxão abriu- a, não estava trancada.

- Por que trancou a porta sr? E por que Gritou?

- Tranquei a porta por que estava tentando me trocar e gritei por que tinha algo pontiagudo em minha roupa e me espetei.

- Homens vocês gritam por qualquer besteira, queria ver se parissem.

- Se paríssemos não seriamos homens minha cara.- estava sendo normal para si, agora sabia que estava bem, não sabia por que mas seu cérebro formulava resposta nesse nível muito rapidamente chegando assusta-lo.

- Engraçadinho.

- Engraçadinho não, realista ou algo que o valha mas engraçadinho nunca.

- Vou deixa-lo, se picar algo pontiagudo em você de novo, não grite aperte a campainha.

- Claro srta, pode Ter certeza que eu apertarei!

Quando a porta bateu o cérebro de Severo estava funcionando a mil por hora iria sair daquele lugar naquela mesma noite isso todos podiam escrever.

Estava vestido com suas negras e simples roupas de bruxo, tudo no lugar, viu que carregava inúmeros frasquinhos em seu bolso mas como não sabia para que serviam achava muito mais prudente não mexer em nada.

Abriu lentamente a porta e olhando para fora viu a sua "algoz" conversando com um homem que certamente era o médico os seguranças estavam de costas para ele pegando algo que pelo cheiro era café.

"perfeito, é agora que eu recebo minha alta." Ele foi lentamente até a porta da escada de incêndio e conseguiu estava descendo para a liberdade, mas algum cuidado e estaria na rua finalmente.

Estava vendo a porta es estava perto, muito perto...

- ei você, não te vi entrar aqui?

- Como sr?

- Eu disse que não te vi entrar aqui como visitante hoje identifique-se por favor.

- Desculpe eu não trouxe meus documentos, estava pernoitando com minha mulher mas hoje decidi voltar para casa e pegar algumas coisas.

- Ela está aonde sr?

- Na ala da maternidade.

- Então por que está saindo por aqui?

- Porque é mais perto da minha casa, agora será que um cidadão não tem o direito de sair buscar algumas coisas para a própria esposa em paz?

- Certamente sr, mas como se chama a sua sra.

Severo pensou e algo saiu por um instindo e lapso de memória ao mesmo tempo.

- Hermione Snape.

- Espero que ela esteja bem do parto.

- Como?

- Se a sua sra está na maternidade deve Ter dado a luz certo?

- É amanhã.

- Ah! Pai de primeira viajem?

- Sim "tenho que despacha-lo ou vão sentir a minha falta" bem, eu vou agora ou terei que ouvir minha mulher me perguntar onde eu estive.

- Ah! Essas mulheres se elas soubessem que quando nós amaram não tem quem nós solta.

- É se soubessem.- desse saindo, estava fora, por um milagre estava fora.

"Agora preciso ver como ir para a Inglaterra." Mexeu os bolsos e percebendo que não tinha uma moeda sequer deu um tapa na própria perna.

"ah esperto e agora como pegar o trem?"

Não muito longe uma enfermeira ia buscar o prato de seu desconhecido paciente quando viu que a porta estava novamente trancada, bateu e nada, chamou um enfermeiro para arromba-la já que não conseguia nem com a chave transpo-la. Ele apenas empurou a porta que se abriu facilmente. E disse:

- Milena, não tem ninguém aqui.

- Como assim?- ela olhou o quarto todo foi ao banheiro e nada olhou o corredor, nada, foi até a entrada e pegou o segurança.- ei, passou por aqui um homem um pouco mais alto qeu você de cabelos negros até os ombros, muito branco, olhos negros vestido todo de preto com roupas estranhas.

- Ah sim, passou ele disse que estava indo para casa buscar coisas para a mulher que dará a luz amanhã.

- O que, ele era um paciente, o desmemoriado.

- Mas como, parecia Ter tanta certeza, fale com a mulher dele.

- Que mulher?

- Hermione Snape foi isso que el falou. Olhe no computador, tenho certeza que não temos nenhuma paciente com esse nome.

O segurança olhou o sistema e não encontrou nenhuma Hermione Snape. Caiu no chora, estava perdido.

- ai meu santo, o que foi homem?

- Moça eu deixei um paciente passar, eu não cumpri o meu trabalho como devia, vão me demitir, eu tenho mulher e 3 filhos, não posso me dar ao luxo de perder esse emprego. E que lugar vai me contratar com um histórico de demitido porque deixou um paciente fugir e se ele morrer que culpa eu não vou Ter nos ombros o resto da vida.

- Cala a boca, é capaz de você morrer antes dele e acredito que não vão te demitir por que esse paciente não tem registro. É como se nada tivesse acontecido.

Na Inglaterra

Hermione tentava dormir mas as palavras do médico não saiam de sua mente, seu marido que fora dado como morto, que até lapide tinha em Hogwarts estava vivo sem memória em Bruxelas, devia ficar quieta e calma, como ficar quieta e calma com a sua razão de vida em algum hospital abandonado. Ela ia atras de seu amor, nem que tivesse que fugir, só esperava uma chance e essa veio rápido uma mesa de jantar com uma rodinhas e uma toalha muito comprida.

- Sra, vou deixar a sua janta aqui, quando Terminar me avise.

- Tá bom, mas não repare que assim que eu acabar vou tomar um banho.

- Sem problema.

Devorou a comida ligou a água da banheira e chamou o empregado da clinica para leva-la para fora. Se escondeu embaixo da mesinha e foi arrastada para fora até um lugar que era certo a cozinha.

Saiu olhou para os lado, colocou uma roupa de camareira que viu em um canto jogada. Andava muito rápido com uma bandeja de pães com o pretexto de leva-la alguém, foi até a porta largou a bandeja em uma mesinha de canto e foi para a porta. Saindo do local.

Hora de ir a bruxelas ver seu amor, sorte que ela tinha dinheiro para o trem. Encontra-lo era questão de tempo.

Ps da altora!: Oi Nocti!

Como vai!? Eu to legal!

Ai Nocti, eu tirei esse lance em Por que ... mas parece que esse negocio de só postar quem se identifica voltou, eu vou ver e resolvo isso, eu espero. Você olha e me diz.

Prometo resolver esse pequeno problema.

Ah sim, essa fic é meio dramática, encontros e desencontros e coisas do estilo. Eu to achando tri escreve-la.

Bom, vou te contar essa fic inicia como o último capitulo de Por que é tudo tão difícil seria, na verdade a parte I é o último capitulo de PQ que eu escrevi a um tempo, eu ia matar o Severo e internar a Mione num hospício. Mas eu amei a idéia de outro modo e decidi escrever essa fic..

Respondendo os tópicos:

1) Ah sim, eu acho que para matar Severo só armando uma ou ele se jogando nos braços da morte, Severo é muito inteligente para cair em qualquer plano, só tem uma vulnerabilidade para mim, é muito fiel e acredita demais em Alvo.

2) Minha intenção com 21 comensais lançando Avanda em Severo, mata-lo ele definitivamente Morre ali na idéia original, mas eu me arrependi. "Progressão astral" é quando a alma sai do corpo e vai passear, a única forma de estarmos em dois lugares ao mesmo tempo mas só é progressão se tiver um propósito, no caso de Snape era leva-lo em sonhos a sua vida esquecida. Tem gente que diz que faz progressão tem quem disse que viu progressões de outros, uma vez um cara disse que viu a mãe em plasma na frente dele mandando ele não fazer uma viajem, ele não fez e o avião caiu, daí consultada a mãe ela afirma Ter sonha que o avião caia e ela dizia ao filho para não embarcar.

3)A música é do album origin do Evanescence e essa música dá nome a fic.

4)em qual fic você acusou a Mione de louca? Bem, a idéia era só para ela saber onde estava o Severo, não a de ela estar louca, a idéia de interna-la.

Não, ele realmente cofundiu Mione com a Mãe que ele gostaria de Ter, a mãe que ele tinha em sonhos infantis e que na verdade era a própria Mione.Mas isso é surpresa, como eu disse essa fic ficou uma continuação de Por que... e eu vou fazer umas coisinhas para deixar isso bem claro.

5)Valeu, eu acho que as enfermeiras tratam assim seus pacientes, na verdade eu vi uma enfermeira falando assim com um cara que tava com cancer na cabeça e perdeu a memória( o cara em estado terminal, marido de uma colega da minha mãe de trabalho).

Bá eu não tinha visto isso, vou abrir as minhas fic para vero que tá assim, Html deixa eu ver Bloco de notas. Legal! Vou arrumar isso.

Bem vou te responder como um e-mail por que eu to com vontade, mas vou postar junto com o capitulo da fic. Só pq eu sou doida.

Tipo se você não tivesse sumido dona moça eu tinha te mandado essa fic para você revisar!

Beijinhos,

Susana!