Susana Snape!

Oi gente, to aqui de novo

Avoada: amei o teu comentário, tentarei ser o mais rápida conseguir, é que eu tenho uma fadinha que senta no meu ombro junto com suas ninfas e daí pintam as idéias e eu as escrevo, mas com Por que é tudo tão difícil, lua cheia, o começo de tudo para publicar eu realmente estou perto da loucura, mas tentarei ser bem rápida, esse capitulo é em sua homenagem!

Sobre Card captor Sakura eu conheço, tenho o mangá inteiro e todos os capítulos da série junto com os filmes, é bem fofinho.

Espero que continue gostando da fic. Que era para ser loucura de autora sem nada para fazer e virou fic mesmo. Tentei sinceramente fazer capítulos mais longos, mas não sei se consegui!

Mas eu não me dei conta que o capitulo tinha ficado tão curto nossa nem parece minha essa fic.

A todos, boa leitura e deixem comentários.

Beijinhos,

Susana Snape.

Parte IV

Hermione não sabia nem o que fazer e muito menos por onde começar afinal nunca havia estado em Bruxelas por isso o medo de se perder fez com que ficasse em círculos por um bom tempo até Ter a genial idéia de comprar um mapa. Encontrar um local para dormir era muito importante mas não poderia ser nem em um hotel bruxo muito menos em um grande hotel afinal entre os bruxos Dumbledore era muito influente e poderia facilmente no outro segundo em que ela entrasse no quarto bater a porta e leva-la de volta e em um grande hotel trouxa ela não poderia ficar por que não trazia tanto dinheiro mas pelo menos tiquetes para o trem de volta ela tinha para si e para Severo. Depois de pedir uma informação ali e uma aqui encontrou uma pousada em um gueto de Bruxelas, era simples e pobre porém muito limpa e aconchegante.

Largou suas coisas no pequeno quarto que conseguiu alugar foi para a recepção e começou a questionar todos os trouxas sobre o paradeiro de Severo, até que...

- Ei moça, eu vi um homem com essa descrição lá no outro lado da cidade escrevendo cartas para um bando de gente.

- Você tem certeza sr- falava olhando para ele desesperada pela noticia e esperando por uma resposta rápida

- Sim sra, eu tenho certeza e pelas suas roupas o cara deve Ter grana então deve ser bem vestido e esse cara além de bater com a tua descrição ainda estava vestindo umas roupas pretas estranhas, porém caras.

- " se ele disse estranhas, deve ser Severo afinal todos sabemos que o vestuário bruxo é bastante singular"- obrigada sr, não sei como retribuir isso.

Ela saiu da pousada marcando no mapa onde ficava e dirigiu-se o mais rápido que pode para o outro lado da cidade iria entrar em cada beco em cada ruela em cada canto. O dia já estava escurecendo mas ela não tinha medo do que poderia acontecer só lhe importava encontrar seu marido e voltar com ele para Londres.

O dia estava acabando e a paciência de Severo também a cada minuto ia se conhecendo mais e já tinha certeza de duas máximas, "não tinha paciência", "não gostava de gente ignorante". Mas como esse gente ignorante estava pagando para ele fazer atividades simples como escrever e ler não reclamava e não mostrava que queria matar cada um que estava em sua frente.

Ele contou e escreveu mais de 30 cartas e leu o jornal pelo menos umas 10 vezes o que lhe rendeu um bom dinheiro, poderia ir a estação comprar sua passagem e ir de encontro a Hermione, mas descobriu mais duas informações sobre si, "nunca dou atras com minha palavra" tinha dito ao velho que compraria algo para colocar naquela sopa aguada, "era prudente" sabia que só com o dinheiro da passagem nunca conseguiria o seu objetivo pois não lembrava nem do próprio nome muito menos de um endereço como o da própria casa.

Estava muito cansado e decidiu que era hora de ir embora despediu-se de todos que estavam ao seu redor prometendo que retornaria no dia seguinte. Foi andando por aquelas ruas de volta para o ponto de partida.

Hermione corria e agora tinha uma escolha pegar a rua com iluminação ou a escura, qualquer mulher em sã consciência pegaria a iluminada mas como ela sabia que o marido fugira do hospital achou que ele poderia se esconder na rua escura caminhando por essa e teria acertado porém:

Severo não estava se escondendo.

Vendo um mercado aberto em uma bem iluminada rua da periferia ele seguiu-a sem se preocupar com o fato de estar fugido ou de sua amada Hermione estar na rua escura. Em direção oposta nesse exato instante entrou no mercado e comprou mais um pouco de papel e envelopes, um pequeno pedaço de frango( não sabia por que mas gostava de frango) e voltou para o local que tão providentemente o acolheu entregando ao cozinheiro do grupo a carne que foi vista como um tesouro e vendo o sr foi conversar.

- Como foi o seu dia meu jovem, vejo que trouxe carne, deve Ter rendido muito.

- É rendeu, até pude guardar um pouco de dinheiro para voltar.

- Por que não voltou hoje, pelo que você comprou teria como pegar o trem.

- Sorte a gente só tem uma vez na vida e eu sinto que devo ficar sabe sr, hoje eu tive uma sensação muito estranha vindo para cá, na rua do mercado eu senti um cheiro e a impressão de Te-la perto então eu olhei para a saída do mercado que dá para a rua de trás..

- Sim, eu conheço esse mercado.

- Pois é e vi uma mulher linda caminhando a passos largos meio nervosa olhando para todos os lados, me deu uma vontade de abraça-la de beija-la, bem o sr sabe como é?

- Sei eu sou homem e também fui jovem, mas te digo não te mete com essas mulheres do gueto, deve ser alguma prostituta que roubou o cafetão e tava fugindo.

- O sr acha?

- Com certeza, já vi muita miss cair nessa vida.

Os dois receberam seus "pratos" e Severo viu que o pedaço de frango todo para ele, sem pensar muito pegou-o e dividiu com o sr que a princípio não quis aceitar mas depois se viu obrigado devido a insistência do outro. Acabara de descobrir algo mais sobre si mesmo "quando colocava algo na cabeça ninguém o convencia do contra" e aquela moça não só não era prostituta como também mexeu com cada milímetro de seu corpo, tinha que vê-la de novo por tudo que fosse mais sagrado.

'Hermione que me perdoe, mas eu preciso da linda moça da rua escura para viver como preciso do ar que respiro.'

Hermione caminhava pelas ruas escuras de Bruxelas usando um feitiço para não ser notada parou algumas pessoas e perguntou sobre Severo mas ninguém parecia saber, andou mais alguns minutos perguntou mais algumas pessoas mas nada parecia que Severo tinha sido tragado pela terra até que esbarrou em uma mulher que carregava um envelope, ela acabou deixando o envelope cair, a bruxa foi ser educada e juntou o envelope lendo o que estava escrito na frente do mesmo, reconheceu a letra, era de Severo ninguém mais tinha aquela letra bonita e feia ao mesmo tempo, ninguém forçava a caneta sempre no mesmo lugar e nem desenhava o S com tanta maestria como seu amado Severo, também tendo como rubrica dois eses não era de se admirar, olhou mais uma vez só para confirmar.

- Sra, foi a sra quem escreveu isso?

- Não, tem um novo escritor de cartas na região, apareceu hoje, mas escreve muito bem.

- Por acaso ele tem mais ou menos um metro e oitenta- indicando mais ou menos o quanto ele era mais alto que ela- cabelos até os ombros, negros e olhos negros?

- Sim, assim mesmo.

- Sabe onde ele está?

- Não, ele mais ou menos a uma hora saiu daqui e seguiu aquela rua disse apontando ao longe a única rua do gueto que possuía iluminação. Por que? Ele á algum procurado da justiça?- perguntou a mulher preocupada

- Não, eu vim de Londres para encontra-lo mas não sei onde encontra-lo.

- Ele disse que amanhã estaria de novo a três quadras daqui para continuar a escrever cartas e ler o jornal para nós.

- A que horas ele vem?

- Não sei, hoje ele chegou eram quase 6 horas.

- Obrigada sra- disse abraçando a mulher e a beijando sem se preocupar com o fato d'ela estar suada e suja de um dia de trabalho duro.

A jovem bruxa retornou feliz para a pensão onde estava afinal no outro dia de manhã encontraria Severo e acabaria com todo esse pesadelo, mal sabia ela que ele dormia calmamente em um prédio abandonado a menos de 3 quarteirões de sua pousada.

Mal via hora de ir para aquele lugar tão pobre mas que lhe daria toda a felicidade do mundo. Dormir, quem precisa dormir quando em menos de 6 horas se encontrará o amor da vida passando fome quem sabe, certamente muito mal humorado pois ela sabia mais que ninguém de um fato: Severo não tinha o mínimo de paciência, nem com seus alunos mais brilhantes imagine com gente analfabeta e ignorante, devia estar tendo ataques ou coisa pior.

Levantou da ama 10 para às 5 vestiu um vestido que havia ganho dele quando fizeram um ano de casados sabia que ele adorava quando ela usava aquele vestido e esperava que quem sabe ao vê-la com aquela roupa pudesse lembrar de algo.

Desceu as escada e ficou sentada na sala de visitas da pensão até a dona, uma mulher maquiada à la Sybila chamada Carlota aparecesse.

- A sra já está de pé?

- Na verdade dona Carlota eu nem sequer dormi.

- Mas por que isso, desse jeito vais acabar enrugada antes do tempo e és muito bela para esses marcas estragarem sua imagem.

- Obrigada, mas a sra lembra que eu lhe contei que vim atras de meu marido que está sofrendo de amnésia e fugiu do hospital.

- Claro que lembro, lembro da história de cada hospede daqui, muito melhor da que da minha própria.- ria e dizia- mas o que isso tem a ver com o fato de não dormires.

- Sei onde encontra-lo e farei isso hoje de manhã.

- Que bom, sei que assim vou perder uma hospede, mas realmente fico feliz por você, agora venha vou fazer uma café e alguma coisa para você comer ou vai passar mal e daí nada de ver seu amado hoje.

Hermione tomou café da manhã e saiu antes das seis da manhã, correu e viu duas figuras não muito longe caminhando e conversando, era ele, Severo conversava com um sr de cabelos branco. Ela correu e gritou.

- Severo, me espere.

Os dois seguiram e ela gritou de novo.

- Severo por favor pare.

Os dois iriam seguir mas Severo parou olhou para o velho e disse:

- Essa voz é familiar.

Ele virou e olhou para a moça, a mesma da noite anterior, agora parada do outro lado da movimentada avenida que cortava aquela lugar olhou para os lados e viu só podia ser com ele pois ele e o velho eram os únicos na rua além dela.

- Lembra da moça que eu te falei ontem.

- Claro.

- É ela.

- Deve ser a tua Hermione.

- Deve ser.

Ele voltou um pouco parando no outro lado da avenida enquanto ela tentava atravessar o velhinho decidiu ficar onde estava, essa moça era assunto de severo e na verdade não se sentia a vontade nem de estar vendo aqui.

Mione conseguiu atravessar e ao chegar para o outro lado sorriu para seu marido.

- Severo meu amor, você não sabe o quanto eu esperei, eu sabia que o veria de novo- falou abraçando-o e com lagrimas nos olhos.

- Vai ficar tudo bem, não chore, por favor, é linda demais para te lágrimas nos olhos.- ele secou as lágrimas dele e viu um lindo sorriso.- sabia que ontem eu a vi do mercado e quando eu te vi sabia que era você quem eu amava, a única pessoa cujo nome não saiu de minha mente, Hermione Snape, minha Hermione.

- Sempre sua, meu amor. Mas se me viu por que não me parou?

- Por que na verdade eu não me lembro nem do meu nome como ia chegar em um mulher tão bela, diria o que. 'Olha eu sei que amo uma moça chamada Hermione Snape mas você mexeu com cada centímetro do meu corpo então eu decidi que quero ficar contigo.' -falou olhando-a - pelo visto eu me apaixonei de novo por você. Mas afinal, quem eu sou, o que você é minha e por que eu sinto que devia estar em Londres e o que é isso?- falou mostrando a varinha para Hermione.

- Vamos do início, você é Severo Snape, somos casados a dois anos, está vendo esse vestido foi você me deu quando fizemos um ano de casados, nos moramos em Londres e isso, bem isso ai é uma longa história só por favor não aponte para ninguém, não vou te explicar isso na rua, apenas a guarde e saiba que você é muito importante na comunidade bruxa, mas os não bruxos não podem saber.

- Bruxo? Bem se você vai me explicar isso depois então tudo bem, venha- ele a puxou olhou para o sr falando- olhe que linda, ela é minha esposa, a mulher que vi ontem que estava me procurando, o nome dela é Hermione Snape e o meu é Severo Snape.

- E posso saber o que severo Snape faz da vida.

O bruxo olhou para a esposa que respondeu.

- É professor de uma famosa escola da Inglaterra.

- Eu sabia que você era cursado. Bem creio que aqui nós nos despedimos, segue o teu caminho e quando vieres para esses lado me dá um oi.

- Claro sr, darei um oi sim, agora fique com isso, acho que não mais precisarei e obrigado por confiar em mim, por não me entregar e por Ter sido um amigo nesse momento difícil.

- Severo se as pessoas fossem assim o mundo não tava nessa confusão.

- O sr é sábio - disse Moine- obrigada por cuidar dele para mim, adeus.

- Adeus.

- Até breve- disse Severo já com um pano na cabeça.

O velho caminhava em direção aos redutos mais pobres enquanto o feliz casal voltava para a pensão de Dona Carlota.