Avoada, na verdade a minha veia cômica sempre surge nessas cenas interessantes, espero que tenhas gostado! Tenho uma visão bem particular de como é Severo Snape, não que o meu amado ator favorito( eu amo ele desde 94 quando ele fez razão e sensibilidade) Alan Rickman não seja perfeito e lindo como Snape, mas o meu Snape, tipo quando eu li o livro um eu fiz um Snape como o Antônio Bandeiras em entrevista com o vampiro, só que com o cabelo mais curto. Então nada de anormal essa figura altamente apaixonante encantar a pobre Dona Carlota. Hihihihihi!

Vou ao que realmente interessa para ti e para todos os que lêem.

Parte VI

Não era possível que todos aqueles absurdos fossem verdade, Severo ria descontroladamente, não sabia porque mas não acreditava nessa história de bruxos e de ser um especialista em poções e agora o que faltava, a pedra filosofal, ou ainda um lobisomem tentar morde-lo. Ou faltava aquilo, uma coruja entrar e largar uma carta em cima e sua cabeça e sair voando satisfeita como se fosse um habito fazer isso.

- De quem é esse bicho?

- Seu.

- E por que eu ainda não o eduquei a não jogar as cartas na minha cabeça?

- Na verdade você já fez isso mais de uma vez, mas ela só faz isso quando fica brava com você, sabe com o seu desaparecimento ela voava perdida tentando encontra-lo, mas parecia que tinha algo impedindo-a de encontra-lo.

- Olha, eu não acredito em nada do que você está me dizendo. Está querendo que eu acredite que existe uma realidade fantástica e bruxos das trevas agora vai dizer que nós podemos montar em vassouras e sair voando pela noite?

- Poderíamos sim, meu bem, só tem dois problemas, um eu não trouxe nenhum vassoura e dois nós somos os piores pilotos de vassoura do mundo.

- A que legal, agora vai dizer que a gente presta um exame para ver se é bom e ganha uma licença para pilota-las? Conta outra!

- Não exatamente uma licença, mas todas as vassouras são registradas, com nome do dono, modelo e ano de aquisição.

Era melhor ficar quieto, sentia-se pateta tentando argumentar com uma louca.

Mas qual não foi o seu susto quando ela levantou uma varinha como a que ele tinha apontou para ele e disse.

- Finite incantaten- parecia que uma chuva de lembranças estavam entrando em sua mente de novo, viu-se espectador de brigas entre os pais, sendo espancado pelos pais. sendo azarado por Thiago Potter, viu também o mesmo Potter o salvar de um Lobisomem enfurecido tentando morde-lo, viu ainda a si mesmo compactuando com Voldemort, traindo-o, conhecendo Hermione como aluna, apaixonando-se por ela, o viu quebrando tudo o que ele conhecia como regras básicas para ficar com a amada, Hermione e ele na noite de núpcias, o primeiro aniversário do casal, o segundo, ele saindo feito um louco de Hogwarts só para ver sua amada logo e finalmente ele recebendo uma carta indo para Hogsmeade sendo emboscado e a tentativa de assassinato, viu o verdadeiro Dumbledore se aproximando e anulando os feitiços do ex companheiros e Lucio desaparatando com ele e bem, a varinha apontada novamente para si e ele no hospital trouxa.

Tomou consciência de onde estava de com quem e o que fizera até então, Severo Snape novamente mandava no homem desmemoriado, terminando a época de auto conhecimento, época muito importante pois descobrira coisas muito importantes dele que ainda eram desconhecidas.

A esposa o observava muito aflita sabendo da grande confusão que criara na cabeça do marido pensou ser melhor deixa-lo só, mas quando passava por ele em direção a porta sentiu dedos muito firmes se fecharem ao redor de seu braço e sentiu que esses a puxavam de volta a frente do marido.

- Você criou uma confusão no meu cérebro e quer me largar sozinho?

- Você pediu isso duvidando até que eu era eu.

- Me de uma chance vai, até parece que você não sabe que eu sou desconfiado?

- Desconfiado demais para paciência.- ela cruzou os braços e olhou para o chão fazendo uma cara de brava.

- Ah é, então por que você não escolheu casar com um homem menos desconfiado?- ele perguntava baixinho no ouvido dela- não precisa dizer nada, eu sei porque, porque você ama esse homem desconfiado.- ela sorriu ficando muito vermelha e confessou no ouvido dele.

- Amo até demais o meu gosto.

Os dois riram e trocaram um beijo apaixonado para matar a saudade.

- Desculpe meu amor, eu sei que devia prepara-lo para a verdade antes de desfazer o feitiço, mas você não queria acreditar em mim.

- Mas agora Mione, por que não podemos voltar para casa, eu sei que querem a minha cabeça, mas sempre quiseram e mesmo assim eu sempre estive lá. Dumbledore precisa de mim e eu preciso ensinar uma coisinha para Lucio. Está na hora daquele presunçoso saber que com Severo Snape não se brinca.

- Severo, sem lições por hora. É tempo de ficarmos escondidos e esperar que esqueçam de nós, eu também fugi, ah! Tem uma coisa que quero saber, por que você me chamou de mãe quando você apareceu na nossa casa.

- Eu estava sonhando Mione, eu vi a minha mãe, além de que ela lembra você levemente, com a única diferença que você é 1000 vezes mais bela.

Ela sorri ao galanteio, é incrível como ele não perdia o habito de elogia-la nem depois de dias sem lembrar de nada.

Enquanto ela ria, Severo retirava a varinha das mãos da mulher e trancava a porta do quarto, a mulher não notou quando deixou de segurar a varinha, só voltou a si quando foi erguida no ar, estava nos braços dele e finalmente poderia matar a saudade direito.

Ai gente, mais um capitulo curtinho, mas eu espero que tenham gostado dele.

Bem eu vou atualizar a fic dia 8 de Junho de novo!

Até lá, comentários por favor.

Beijinhos,

Susana Snape!