pDisclamer: não tenho posse sobre nada disso. Tinha, agora não tenho, porque acabei abrindo o bico demais e aquela Rowling Assassina roubou as minhas idéias. Só me restou escrever fanfics. Brincadeirinha, só faço isso por diversão, sem fins lucrativos. Somente a Idéia é minha.
pN/A: Aqui estou eu, enchendo o saco de vocês de novo. Pra quem pediu, essa é a continuação de O Mundo Anda Tão Complicado. Eu acabei fazendo uma short fic, ao invés de uma song. Essa vai ser curtinha também, acho que só dois capítulos. Bem, acho que é só. Aproveitem!!!!
p- Alô, senhor executivo, você poderia me ajudar aqui? - Draco ouviu alguém gritando da sala e levantou-se a contra gosto da poltrona do escritório. Se ganhasse uma libra a cada vez que Gina o chamava ultimamente, já estariam ricos!
p- Vamos lá, Draco, os relatórios podem esperar - ela gritou depois de ouvi-lo dar um muxoxo alto no corredor.
p- Não podem se eu tenho que entregá-los amanhã e... sua Weasley maluca!! - ele parou no fim do corredor, ao ver Gina arrastando uma caixa quase do seu tamanho pela sala - O que você pensar que está fazendo, Virgína Malfoy? - ele correu para ajudá-la.
p- Draco, eu não estou inválida! - ela colocou as mãos na cintura, que já estava bem mais redonda.
p- Mas está com o meu filho aí dentro, esqueceu? - ele tirou a caixa do chão e levou-a com dificuldade até a cozinha.
p- Isso não quer dizer que eu tenho que ficar sentada no sofá tricotando sapatinhos! - Gina fez cara feia quando Draco a forçou a sentar-se no sofá, colocando uma almofada nas suas costas - Draco, você quer parar?!
p- Eu preferiria que você ficasse mesmo quieta e tricotando sapatos, que eu particularmente acho que seriam horríveis, ao invés de ficar andando de um lado pro outro como barata tonta.
p- Humpf!
p- É isso mesmo, senhorita. Pode parar de dar chilique, porque você já não é mais criança - ele disse com tom autoritário - Agora, posso voltar ao meu trabalho sem precisar te amarrar antes?
p- Pode - ela riu da cara brava dele - Mas você não quer adivinhar o que é o pacote?
p- Ah, Gina, poupe-me! Eu estou velho demais pra adivinhações - ele cruzou os braços, esperando pela resposta dela.
p- Você vai ter que adivinhar.
p- Ah, tá bom! Deixe-me ver... um computador novo pra mim?
p- Você realmente acha que o mundo gira em torno do seu umbigo?
p- Qual é, Gina, seria bem mais fácil ir até a cozinha e abrir logo a porcaria da caixa! - ele fez menção de se levantar.
p- Se você sair daqui, Draco Malfoy, eu juro que vai dormir por uma semana no sofá.
pEle girou os olhos nas órbitas e voltou ao sofá, sentando de qualquer jeito e despejando todo o seu peso sobre o pobre móvel, que estufou do lado em que Gina estava sentada.
p- Vou dar uma dica: é pro bebê - ela sentou com as penas cruzadas, olhando divertida para Draco.
p- Um berço?
pGina ia começar a negar, mas parou no meio do caminho.
p- É - ela disse meio desapontada por ele ter acertado tão no começo. Era divertido ver a expressão de tédio de Draco, ainda que ela soubesse que era fingimento - Você vai me ajudar a montar, não vai?
p- Quem? Eu?
p- Não, minha avó! É claro que é você, Draco!
p- Nós não podemos simplesmente pagar alguém pra fazer isso, Gina?
p- Draco, a gente já tem tudo controlado. Não iria dar pra colocar alguma coisa a mais pra pagar!
p- É, eu sei - ele disse de mau-humor - Então vamos arrumar aquela coisa.
pMontar um berço não era tão fácil quanto Draco imaginou que seria. A única coisa que parecia fazer sentido em tudo aquilo era o móbile, que tinha uma caixinha de música rodeada de ursos e coelhos com expressões irritantemente felizes. Ao fim do dia, quando os relatórios do escritório já estavam totalmente esquecidos, eles haviam conseguido apenas parafusar as grades brancas. Quer dizer, Draco conseguira, porque Gina não parava de tagarelar sobre o que fariam com as paredes do quarto do bebê.
pJá era tarde quando ele, depois de milhares de tentativas e ataques de raiva, colocou a última peça. Com bastante esforço, arrastou o berço da cozinha até o quarto ao lado do seu. "Seu idiota, seria mais fácil ter montado esse troço no quarto!" - ele se xingou mentalmente.
pChegando na porta do cômodo, onde o berço emperrou, Draco voltou a praguejar baixo. Mas algo lá dentro chamou sua atenção. Na penumbra, ressonando baixinho, Gina dormia no sofá-cama, até agora o único móvel dali. Ele se aproximou devagar, tomando cuidado para não fazer barulho, e se ajoelhou ao lado dela.
p- Oi, meu amor - Draco sussurrou e deu um leve beijo em seus lábios, ao que ela respondeu com palavras incompreensíveis. Ele sorriu e olhou para a barriga redonda da mulher. Nos últimos seis meses, enquanto ela dormia, Draco ouvia os sons do bebê se mexendo.
pEle acenou na frente do rosto de Gina, constatando que ela dormia mesmo, e encostou o ouvido na barriga dela.
pNenhum som.
p- Está dormindo? - Draco sussurrou.
pComo se fosse uma resposta, ele sentiu um chute no ouvido.
p- Ai, essa doeu! - Draco afastou a cabeça - Fica quietinho, senão ela vai acordar.
pEle observou um pouco mais o rosto da mulher, depois se deitou no espaço que sobrara no sofá-cama, abraçando Gina.
p- Esse garoto vai aprontar bastante - ele disse, sonolento.
pGina abriu os olhos e estudou o rosto de Draco por um instante.
p- Como você sabe que é um garoto?
pAs palavras ficaram soltas no ar.
piNotas: É isso aí, gente! Espero que vocês gostem. O título da fic é uma música que um amigo me obrigou a ouvir. Valeu, Cazuza! Ah, eu queria dedicar essa à galera que pediu a continuação e à minha maninha Natasha, que ficou lendo por cima do meu ombro. Muito obrigada, gente!!! Se tiverem tempo, deixem comentários!!! Bjinhos!!!!!
Propaganda descarada: Gente, leiam Um Homem de Família!!!!! Juro que não vão se arrepender!!! Palavra de garota grifinória! Beijinhos!!!! Gabi/i
pN/A: Aqui estou eu, enchendo o saco de vocês de novo. Pra quem pediu, essa é a continuação de O Mundo Anda Tão Complicado. Eu acabei fazendo uma short fic, ao invés de uma song. Essa vai ser curtinha também, acho que só dois capítulos. Bem, acho que é só. Aproveitem!!!!
p- Alô, senhor executivo, você poderia me ajudar aqui? - Draco ouviu alguém gritando da sala e levantou-se a contra gosto da poltrona do escritório. Se ganhasse uma libra a cada vez que Gina o chamava ultimamente, já estariam ricos!
p- Vamos lá, Draco, os relatórios podem esperar - ela gritou depois de ouvi-lo dar um muxoxo alto no corredor.
p- Não podem se eu tenho que entregá-los amanhã e... sua Weasley maluca!! - ele parou no fim do corredor, ao ver Gina arrastando uma caixa quase do seu tamanho pela sala - O que você pensar que está fazendo, Virgína Malfoy? - ele correu para ajudá-la.
p- Draco, eu não estou inválida! - ela colocou as mãos na cintura, que já estava bem mais redonda.
p- Mas está com o meu filho aí dentro, esqueceu? - ele tirou a caixa do chão e levou-a com dificuldade até a cozinha.
p- Isso não quer dizer que eu tenho que ficar sentada no sofá tricotando sapatinhos! - Gina fez cara feia quando Draco a forçou a sentar-se no sofá, colocando uma almofada nas suas costas - Draco, você quer parar?!
p- Eu preferiria que você ficasse mesmo quieta e tricotando sapatos, que eu particularmente acho que seriam horríveis, ao invés de ficar andando de um lado pro outro como barata tonta.
p- Humpf!
p- É isso mesmo, senhorita. Pode parar de dar chilique, porque você já não é mais criança - ele disse com tom autoritário - Agora, posso voltar ao meu trabalho sem precisar te amarrar antes?
p- Pode - ela riu da cara brava dele - Mas você não quer adivinhar o que é o pacote?
p- Ah, Gina, poupe-me! Eu estou velho demais pra adivinhações - ele cruzou os braços, esperando pela resposta dela.
p- Você vai ter que adivinhar.
p- Ah, tá bom! Deixe-me ver... um computador novo pra mim?
p- Você realmente acha que o mundo gira em torno do seu umbigo?
p- Qual é, Gina, seria bem mais fácil ir até a cozinha e abrir logo a porcaria da caixa! - ele fez menção de se levantar.
p- Se você sair daqui, Draco Malfoy, eu juro que vai dormir por uma semana no sofá.
pEle girou os olhos nas órbitas e voltou ao sofá, sentando de qualquer jeito e despejando todo o seu peso sobre o pobre móvel, que estufou do lado em que Gina estava sentada.
p- Vou dar uma dica: é pro bebê - ela sentou com as penas cruzadas, olhando divertida para Draco.
p- Um berço?
pGina ia começar a negar, mas parou no meio do caminho.
p- É - ela disse meio desapontada por ele ter acertado tão no começo. Era divertido ver a expressão de tédio de Draco, ainda que ela soubesse que era fingimento - Você vai me ajudar a montar, não vai?
p- Quem? Eu?
p- Não, minha avó! É claro que é você, Draco!
p- Nós não podemos simplesmente pagar alguém pra fazer isso, Gina?
p- Draco, a gente já tem tudo controlado. Não iria dar pra colocar alguma coisa a mais pra pagar!
p- É, eu sei - ele disse de mau-humor - Então vamos arrumar aquela coisa.
pMontar um berço não era tão fácil quanto Draco imaginou que seria. A única coisa que parecia fazer sentido em tudo aquilo era o móbile, que tinha uma caixinha de música rodeada de ursos e coelhos com expressões irritantemente felizes. Ao fim do dia, quando os relatórios do escritório já estavam totalmente esquecidos, eles haviam conseguido apenas parafusar as grades brancas. Quer dizer, Draco conseguira, porque Gina não parava de tagarelar sobre o que fariam com as paredes do quarto do bebê.
pJá era tarde quando ele, depois de milhares de tentativas e ataques de raiva, colocou a última peça. Com bastante esforço, arrastou o berço da cozinha até o quarto ao lado do seu. "Seu idiota, seria mais fácil ter montado esse troço no quarto!" - ele se xingou mentalmente.
pChegando na porta do cômodo, onde o berço emperrou, Draco voltou a praguejar baixo. Mas algo lá dentro chamou sua atenção. Na penumbra, ressonando baixinho, Gina dormia no sofá-cama, até agora o único móvel dali. Ele se aproximou devagar, tomando cuidado para não fazer barulho, e se ajoelhou ao lado dela.
p- Oi, meu amor - Draco sussurrou e deu um leve beijo em seus lábios, ao que ela respondeu com palavras incompreensíveis. Ele sorriu e olhou para a barriga redonda da mulher. Nos últimos seis meses, enquanto ela dormia, Draco ouvia os sons do bebê se mexendo.
pEle acenou na frente do rosto de Gina, constatando que ela dormia mesmo, e encostou o ouvido na barriga dela.
pNenhum som.
p- Está dormindo? - Draco sussurrou.
pComo se fosse uma resposta, ele sentiu um chute no ouvido.
p- Ai, essa doeu! - Draco afastou a cabeça - Fica quietinho, senão ela vai acordar.
pEle observou um pouco mais o rosto da mulher, depois se deitou no espaço que sobrara no sofá-cama, abraçando Gina.
p- Esse garoto vai aprontar bastante - ele disse, sonolento.
pGina abriu os olhos e estudou o rosto de Draco por um instante.
p- Como você sabe que é um garoto?
pAs palavras ficaram soltas no ar.
piNotas: É isso aí, gente! Espero que vocês gostem. O título da fic é uma música que um amigo me obrigou a ouvir. Valeu, Cazuza! Ah, eu queria dedicar essa à galera que pediu a continuação e à minha maninha Natasha, que ficou lendo por cima do meu ombro. Muito obrigada, gente!!! Se tiverem tempo, deixem comentários!!! Bjinhos!!!!!
Propaganda descarada: Gente, leiam Um Homem de Família!!!!! Juro que não vão se arrepender!!! Palavra de garota grifinória! Beijinhos!!!! Gabi/i
