Capítulo Cinco: O Baile
Era estranho. Porque ele nunca havia se sentido daquela forma antes. Ele nunca sentira-se nervoso perto de uma garota. No entanto, a Sonserina infernalmente linda conseguia mexer com a cabeça de Sirius Black, afinal. Ele não gostou de sentir-se daquela forma, porque ele parecia um idiota. E ele não costumava parecer um idiota na frente das mulheres, principalmente Sonserinas infernais que o deixavam maluco. Porque ele tinha um sensação estranha e quase nítida de que tudo estava errado e estaria sempre errado perto dela.
Contudo, quando Luize apareceu, finalmente, Sirius não soube se estava tudo perfeito ou simplesmente errado. Entretanto, a visão dela conseguiu fazer uma reviravolta nos pensamentos dele, que não pareciam mais coerentes. Na realidade, Sirius duvidou que fosse capaz de seguir pensamentos lógicos. Ele duvidou que sequer fosse capaz de pensar. Porque aquela visão do paraíso parecia ter tirado as palavras de sua boca e ele sentiu-se repentinamente desarticulado. E aquilo era horrível.
Ela, ao contrário, parecia estar bastante segura ou simplesmente confiante. Ou ela sabia disfarçar seu nervosismo. Ele não soube a resposta, contudo soube apenas que ela não parecia idiota e isso fez Sirius sentir-se pior a cada instante de calma dela. Luize sorriu, e os lábios dela tremeram e ele deu um sorriso menos vacilante que o dela, então. As palavras não estavam saindo, e Sirius tinha uma necessidade gritante de falar a ela o quanto estava bonita, mas sua voz estava travada. E se tentasse dizer, gaguejaria provavelmente. E ele optou pelo caminho mais seguro.
— Eu espero que eu não tenha me atrasado muito. — Ela disse com uma expressão ilegível, sem demonstrar alguma emoção.
— Não se atrasou. De qualquer forma — disse Sirius — o atraso teria sido recompensado.
Luize deu um sorriso. Ele continuou a olhá-la, antes de oferecer o braço a ela, que esticou o braço desnudo e gelado. E ele sentiu-se realmente recompensado por levá-la ao baile.
————————————
Tudo aquilo era péssimo, Lílian teve certeza, no final. Nada que ela já não houvesse suspeitado, não era preciso ser vidente para saber. Embora Tiago tivesse um cheiro delicioso e soubesse dançar particularmente bem, Evans sentia-se desconfortável. E péssima, porque ele não calava a boca, nem quando ela não respondia-lhe.
— ...afinal, você nunca foi muito receptiva. — Ele continuou a falar, sem se importar se ela prestava atenção.
— E não sou. — Ela disse, tentando afastar sua cabeça, quando sentia os lábios dele roçarem nas maçãs de seu rosto quando ele falava. No entanto, quando ela afastou um pouco, seu nariz tocou o dele, e ela ficou suficientemente vermelha para não falar nada e voltar à posição inicial. Tiago, milagrosamente, ficou quieto de repente.
Era ruim, porque era estranho. Porque Lílian não reconhecia a si mesma quando tinha exóticos pensamentos sobre beijar Potter. E a idéia parecia lhe agradar, na pior parte. Então, lutando contra tudo que vinha na sua cabeça, sem um lógica, na realidade, encarou-o nos olhos, sentido suas bochechas corarem com a aproximação. Ele pareceu suficientemente surpreso, enquanto seus olhos, antes de grudarem nos dela, vagaram por todo o salão como que à procura de informações sobre um suposto sonho.
— Você... parou de falar. — Ela comentou sentindo o seu estômago afundar.
— Acho que você não estava gostando muito. — Ele respondeu sem deixar de aprofundar os seus olhos nos verdes dela.
Era melhor quando você falava, Lílian pensou enquanto seguia o ritmo da música, porque assim, eu não tinha esses pensamentos ilógicos e idiotas. Estúpidos, porque beijar Tiago Potter era um ato de nítida estupidez, pelo menos na sua concepção tomada por orgulho. Então, sem perceber, ela apoiou a sua cabeça no ombro dele, sentido o seu perfume. Ele pareceu sinceramente lisonjeado.
— O que houve, Evans? — Tiago perguntou, o cenho franzido.
— O que houve? — Ela repetiu a pergunta, sentindo raiva de si mesma, subitamente, por ter-se deixado levar daquele modo, por pensamentos ilógicos. Então, ela parou repentinamente. — A música acabou, Potter.
E, dizendo isso, ela afastou-se, deixando-o sinceramente surpreso. Sem procurar entende-la — já que tivera razões suficientes para saber que não era possível — ele deixou a pista, ouvindo o ritmo de uma música mais agitada. Lílian havia desaparecido.
——————————
— Eu gostaria de dançar, agora.
— Oh, não. Daqui a pouco, está bem? — Disse Tiago para Dian, com impaciência explícita.
— Ah, Tiago! — Ela disse, emburrada, sentando-se ao lado dele, sabendo que a discussão estava perdida. — Mas você vai dançar comigo depois, né?
— É, quem sabe.. talvez depois. — Seu tom era altamente desinteressado. Então, cansado da voz cansativamente enjoada de Dian, ele levantou-se da mesa e mentiu: — Eu vou buscar bebidas. Volto já.
Como para que dar crédito às suas palavras, ou para apenas acalmar Dian, que agora estava visivelmente raivosa, ele piscou o olho e deu seu melhor sorriso. Ela, então, parecia realmente mais calma. Ele andou vagarosamente até a mesa de bebidas, e desviou-se dela quando percebeu que já estava fora do campo de vista de Dian. Àquela altura, a pista de dança estava cheia, no ritmo animado das músicas tocadas pelo grupo de mulheres extravagantes. Então, caminhando lentamente pelas mesas, e reparando nas pessoas que ali estavam, ele encontrou Lílian, sozinha. E, sem cerimônias, ele sentou-se ao lado dela, sorrindo ao ver a expressão de extrema surpresa no rosto dela.
— Olá, Evans!
— Potter, o que você está fazendo aqui?!
— Conversando com você. — Tiago respondeu como se fosse óbvio.
— EU não estou conversando com você, okay? — Lílian respondeu, com os olhos apertados.
— Por que você está aqui, sozinha? — Ele ignorou a última fala dela.
— Bem, eu não estou sozinha. — Ela disse, com a expressão suavizando-se. Aquilo era estranho, Tiago pensou, porque sempre que a conversa progredia, a raiva dela sempre aumentava, e não diminuía.
— Sim, está.
— E você também. Onde está sua adorável namoradinha? — Ela disse em tom visivelmente irônico.
— Ela não é a minha namoradinha, graças a Deus. — Ele disse em tom agradável.
— Assim você fere os sentimentos da menina. — Lílian comentou sem esconder um sorriso. — Você não conseguiu suportá-la durante muito tempo?
— É... Eu não consegui.
— Tsc... Potter, muito pouco tempo, coitada.
— Na realidade, eu achei que foi tempo demais. — Lílian não respondeu.
— Você está fazendo companhia a ela, Pontas? — Perguntou Remo, que segurava dois copos de cerveja amanteigada, em pé, ao lado de Lílian.
— Sim — Tiago disse — Mas eu já estou de saída. Eu não queria atrapalhar.
E, dizendo isso, ele saiu sem ao menos olhar para qualquer um dos dois. Mas não conseguiu deixar de surpreender-se, quando olhou para trás, após algum tempo, e viu um par de olhos verdes presos nos seus. E, tentando ignorar esse fato, mesmo sabendo que era em vão, ele foi até a mesa de bebidas e levou dois copos de cerveja amanteigada para onde estava Dian, visivelmente chateada.
— Por que você demorou tanto? — Ela perguntou quando o viu.
— Por que houve um imprevisto.
— O quê?
— Duas pessoas pararam para me importunar. — Ele deu um sorriso sem vergonha.
——————————
— Você é muito bonita, sabia?
— Você me lisonjeia. — Ela respondeu secamente.
Ele pode ter desistido agora, Andrômeda rezou silenciosamente, enquanto tentava olhar para qualquer lugar, menos para o rosto de Matt Stannard, que agora, ela pediu novamente, deveria estar sinceramente decepcionado. No entanto, quando olhou, de relance, para ele, o viu sorrindo. Ela não conseguiu esconder o seu desapontamento. Matt era um Corvinal inteligente e bonito, galanteador. Contudo, Andrômeda agora estava suficientemente arrependida por ter aceitado ir ao baile com ele. Muito, muito chato e insistente. E ela não queria nada mais que companhia, ela não o queria.
Porque, no final das contas, ela já estava apaixonada. Apaixonada por uma pessoa que jamais seria aceita pela sua família. Por que, afinal, a sua vida tinha de seguir esse ritmo torto? Não estava certo! Por que não se apaixonava por Matt, por exemplo, que era um puro-sangue rico e bem apessoado? Mas Ted era muito melhor que Matt, ela pensou sem conter um sorriso. Ted era simplesmente maravilhoso! E, manter um relacionamento às escondidas com ele não era fácil, não em Hogwarts. E, logo não poderia ir ao baile com ele. No entanto, dali a alguns instantes, ela poderia inventar uma desculpa para Stannard e ir encontrar-se com ele, finalmente.
— Me desculpe, Matt, eu estou morrendo de dor de cabeça. — Ela disse com um ar falsamente aborrecido. — Mil desculpas! Mas está insuportável! Você se importa? Se não, eu fico aqui, sem problemas...
— Não, Andrômeda, claro que não. — Ele espondeu atenciosamente. — Claro que não. Vamos, eu te acompanho.
— Não! Não, por favor, não se incomode, eu sentiria remorso, já estou te fazendo perder o baile. Não. Eu posso me virar sozinha. — Ela disse, alisando o cabelo.
— Tudo bem, então. — Ele disse, dando-lhe um beijo.
Lentamente, ela caminhou para longe do campo de visão dele. E, quando teve certeza de que ele não mais a via, ela apressou seu passo em direção a Torre de Astronomia. O castelo, naquelas circunstâncias, parecia sombriamente vazio. Então, quando ela alcançou o topo da escadaria e entrou na sala, Andrômeda não pôde conter um sorriso.
— Ted!
————————
Lílian estava sentido-se quase entediada. Na realidade, ela sentia-se aborrecida por estar tendo uma conversa comum com Remo, enquanto o baile corria num ritmo animado. E, como Remo não sabia e nem gostava de dançar, eles estava parados no meio do jardim, parcialmente deserto, conversando sobre Transfiguração. E Lílian estava redondamente enganada ao crer, ingenuamente, de que o ir ao baile com Lupin seria extremamente divertido. Afinal, Remo simplesmente não era divertido. Era uma pessoa recatada e inteligente, até interessante. Tudo que era realmente dispensável num companheiro para um baile.
— Eu devo estar te entediando. — Ele disse, sorrindo.
— Claro que não, Remo! Claro que não! — Ela respondeu dando o seu melhor sorriso.
— Você quer dançar?
— Não, não quero. — Lílian respondeu, sabendo que ele próprio não gostaria.
— Bem, então tudo bem. — Ele deu um sorriso alegre. — Vamos lá pra dentro? Aqui está bem monótono, não é?
— Vamos, vamos sim. — Disse Lílian com uma falsa animação. Remo aproximou- se dela, então, e enlaçou sua mão na dela.
A garota sentiu seu rosto corar quando Lupin, com a mão livre, segurou seu queixo e a fez olhar-lhe nos olhos. Era totalmente assustador, porque ele estava muito sério, muito bonito e muito tentador. E era muito estranho para ela pensar em Remo daquela forma, já que ele jamais lhe parecera nada mais que um amigo. No entanto, quando ele fechou os olhos e inclinou-se para beijá-la, Lílian percebeu que aquilo não fazia diferença. Afinal, ele era uma pessoa formidável.
O beijo dele era doce e calmo, totalmente diferente do beijo desesperado de Tiago, ela pensou. Era delicado e sensacional. E ela se perguntou se talvez já tivesse experimentado uma sensação como aquela, quando ela lembrou-se novamente do beijo do Potter. Inferno! Ele tinha que atrapalhar até os seus beijos! Delicadamente, Remo a enlaçou pela cintura, enquanto Lílian afagava vagarosamente o pescoço e os cabelos dele. Ela pensou o quão romântico aquilo parecia, com a lua nova banhando-os, quase sozinhos, naquele lugar tão bonito.
Talvez, ela gostaria de que aquele beijo durasse muito, muito tempo, mas mesmo quando os minutos se arrastavam, Lílian não ficava satisfeita. No entanto, tudo que é bom, dura tempo suficiente para se tornar inesquecível. E tornou-se, por mais obtuso que fosse beijá-lo pensando numa pessoa teoricamente odiosa. Estranhamente, quando ele conseguia ocupar seus pensamentos a todo instante. Aquilo estava tornando-se patético. Ela não poderia pensar em Tiago Potter. Não.
Mas inevitavelmente pensava nele. Porque era como se estivesse com uma música que não saia de sua cabeça. E, beijando Remo, ela tentava afastar Potter de seus pensamentos. E ela odiava pensar em Tiago Potter! Ela odiava ter que admitir que ele poderia estar gerando sentimentos conflitantes dentro dela. Por que ele conseguiu isso?! Lílian deveria odiá-lo! E não pensar nele com pesar por ele estar dançando com uma outra garota!
— Remo, não dá.
— O que, Lílian? — Ele perguntou visivelmente decepcionado por ela ter quebrado o beijo.
—Não dá, eu tentei. Eu juro que eu tentei Mas tem uma pessoa na minha cabeça. Eu não queria que ela estivesse na minha cabeça, mas ela está. E quando eu te beijei, pensando em outra pessoa, eu me senti péssima! Eu me senti horrível!
— Lílian, eu não vou dizer que eu fico satisfeito com isso, tudo bem? Porque eu não fico. Mas eu vou tentar te entender. — Ele deu um sorriso torto.
— Me desculpe. Ainda por cima, essa pessoa não vale a pena!
— Se você pensa nela, ela deve valer muito mais que você imagina. — Remo respondeu e Lílian não disse nada, ela não conseguiu responder, porque, talvez, ele estivesse certo.
———————
Tiago finalmente conseguiu chegar a uma conclusão. Era realmente complicado acompanhar o seu verdadeiro raciocínio, mas ele tentava faze-lo, para distrair-se enquanto dançava com Dian. Era mais ou menos isso. Ele gostava de Lílian. Ele queria Lílian, porque ela era impressionantemente maravilhosa, irreverente, segura de si. No entanto, ela estava vencendo-o pelo cansaço. Afinal, Tiago estava muito cansado de ser tratado mal por ela. Estava cansado de levar patada. Um dia ele tinha de desistir. E esse dia estava prestes a chegar. Ele iria saber logo. Ele tinha maiores pretensões para mais tarde.
A música acabou, e com ela, seus pensamentos dissiparam-se rapidamente, quando foi anunciado o fim do baile. Dian, com uma expressão terrivelmente emburrada, segurou sua mão e conduziu-o para torre da Grifinória, despediu- se dele com um beijo no rosto e subiu para o seu dormitório, deixando-o na Sala Comunal, junto de outros casais que chegavam. Olhando atentamente para a entrada, Tiago esperou que pessoa que esperava aparecesse.
Lílian estava sorrindo levemente sem graça quando entrou na Torre. Remo, ao seu lado, não falava nada. Tiago observou-os atentamente até que a garota pudesse captar o seu olhar e retribuí-lo a seu modo mais discreto. Entretanto, o lobisomem continuou sem perceber nada quando despediu-se de Evans com um beijo em seu rosto e subiu as escadas que davam acesso ao dormitório masculino, deixando-a parada onde estava. Potter aproximou-se dela, que também não pareceu surpresa, ou tentou esquivar-se dele.
— Olá, Evans.
— Você ainda não se cansou de mim por hoje? — Ela perguntou com irritação na voz. — Sabe? Porque eu já troquei muitas palavras com você hoje, talvez muito mais do que eu já troquei na minha vida inteira!
— Não, eu não me canso de você. — Tiago respondeu calmamente.
— Você acha que eu já não percebi? Vamos, fala!
— Não precisa ficar nervosa. Eu não estou te prendendo aqui, se for pra ser grosseira, pode ir. — Ele retrucou com um tom irritado também. Lílian ficou visivelmente sem graça.
— Não, tudo bem. Fala — respondeu num tom mais brando.
— Primeiro, você tem que engolir o teu orgulho, tá sabendo? Porque senão, não tem a mínima condição de começar o papo.
— Missão impossível. — Ela deu um suspiro em seguida. — Okay, mas eu vou tentar. Fala.
— Pense com carinho, tudo bem? — Lílian confirmou com a cabeça, começando a sentir sua paciência esgotar-se. — Você quer ir no próximo fim de semana em Hogsmead comigo?
Lílian sentiu sua pernas fraquejarem, seus joelhos cederem, sua boca secar, sua mãos tremerem, seu coração acelerar-se subitamente. Engoliu em seco, ainda encarando Tiago num misto de nervosismo e arrependimento precoce. "Engolir o orgulho. Engolir o orgulho. Só isso. Engolir o orgulho". Ela repetia mentalmente convencendo-se de que engolir o orgulho era tudo que precisava naquele instante para poder dizer o que queria e tentava ignorar. Suspirou profundamente, enquanto sentia as palavras dançando na ponta de sua língua.
— Olha, Potter, eu...
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N/A: Olá! Bom, acho que eu vou falar muito, então vamos por ordem...
Primeiro, eu queria dedicar esse capítulo a alguém que sempre me ajuda, sempre me apoia e me põe pra cima: Lyra Black (Luize). E vou aproveitar para fazer propaganda das fics dela: Miss You Love (Sirius/PO), que é muito show, e Ainda Amo Você (Sirius/Bellatrix) que é perfeita!! Bom, leiam, porque vale a pena. E, amiga, muito obrigada por tudo! ^^
Eh... Mil desculpas pela demora. Desculpa mesmo, mas não é de propósito, eu juro. Eu não consigo escrever rápido, e eu nunca fico satisfeita com o que sai e acabo pagando uma vez, no mínimo, e escrevendo de novo, até que eu fique mais conformada. E antes eu estava menos enrolada, porque quando eu mandava um capítulo o outro já estava pronto e assim por diante, mas agora me complicou, porque eu recebi emails, comentários, essas coisas, reclamando que eu demoro muito pra postar o capítulo, e eu publiquei o cap. 4 quando o 5 não estava nem na metade. E esse capítulo foi particularmente difícil pra mim escrever, faltou inspiração e tempo. Eu realmente espero que ele tenha valido a pena.
Outro: Eu não estava com a fic toda pronta, óbvio, e agora eu já estou com os capítulos decididos. Ela não vai ser muito longa, provavelmente (leram bem? PROVAVELMENTE!) serão 7 capítulos e mais um prólogo. E eu espero que possa agradar ^^
O capítulo seis está com umas quatro páginas ainda Nada muito completo. Então, eu VOU demorar pra postar. Eu juro que eu vou fazer o máximo que eu puder para ser menos lerda. Vou tentar escrever na aula e passar pro computador a noite, mas as atualização, de qualquer forma, devido a outros fatores, só sairão no final de semana, tudo bem? Vejam bem, em qualquer final de semana, nada programado! Eu espero que vocês me compreendam, de coração. Me desculpem, de verdade, mas...
Muito, muito obrigada pelos comentários que vcs deixaram! Vcs são muito fofos! Eu espero não ter decepcionado vocês com o baile, de verdade! E... Eu quero MAIS!! Digam o que vcs acharam desse capítulo, okay? Eu ADORO saber a opinião de vcs!
De novo, desculpa a demora, bom recomeço de aulas, fiquem com os anjinhos...
Beijokas
Lara
Era estranho. Porque ele nunca havia se sentido daquela forma antes. Ele nunca sentira-se nervoso perto de uma garota. No entanto, a Sonserina infernalmente linda conseguia mexer com a cabeça de Sirius Black, afinal. Ele não gostou de sentir-se daquela forma, porque ele parecia um idiota. E ele não costumava parecer um idiota na frente das mulheres, principalmente Sonserinas infernais que o deixavam maluco. Porque ele tinha um sensação estranha e quase nítida de que tudo estava errado e estaria sempre errado perto dela.
Contudo, quando Luize apareceu, finalmente, Sirius não soube se estava tudo perfeito ou simplesmente errado. Entretanto, a visão dela conseguiu fazer uma reviravolta nos pensamentos dele, que não pareciam mais coerentes. Na realidade, Sirius duvidou que fosse capaz de seguir pensamentos lógicos. Ele duvidou que sequer fosse capaz de pensar. Porque aquela visão do paraíso parecia ter tirado as palavras de sua boca e ele sentiu-se repentinamente desarticulado. E aquilo era horrível.
Ela, ao contrário, parecia estar bastante segura ou simplesmente confiante. Ou ela sabia disfarçar seu nervosismo. Ele não soube a resposta, contudo soube apenas que ela não parecia idiota e isso fez Sirius sentir-se pior a cada instante de calma dela. Luize sorriu, e os lábios dela tremeram e ele deu um sorriso menos vacilante que o dela, então. As palavras não estavam saindo, e Sirius tinha uma necessidade gritante de falar a ela o quanto estava bonita, mas sua voz estava travada. E se tentasse dizer, gaguejaria provavelmente. E ele optou pelo caminho mais seguro.
— Eu espero que eu não tenha me atrasado muito. — Ela disse com uma expressão ilegível, sem demonstrar alguma emoção.
— Não se atrasou. De qualquer forma — disse Sirius — o atraso teria sido recompensado.
Luize deu um sorriso. Ele continuou a olhá-la, antes de oferecer o braço a ela, que esticou o braço desnudo e gelado. E ele sentiu-se realmente recompensado por levá-la ao baile.
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Tudo aquilo era péssimo, Lílian teve certeza, no final. Nada que ela já não houvesse suspeitado, não era preciso ser vidente para saber. Embora Tiago tivesse um cheiro delicioso e soubesse dançar particularmente bem, Evans sentia-se desconfortável. E péssima, porque ele não calava a boca, nem quando ela não respondia-lhe.
— ...afinal, você nunca foi muito receptiva. — Ele continuou a falar, sem se importar se ela prestava atenção.
— E não sou. — Ela disse, tentando afastar sua cabeça, quando sentia os lábios dele roçarem nas maçãs de seu rosto quando ele falava. No entanto, quando ela afastou um pouco, seu nariz tocou o dele, e ela ficou suficientemente vermelha para não falar nada e voltar à posição inicial. Tiago, milagrosamente, ficou quieto de repente.
Era ruim, porque era estranho. Porque Lílian não reconhecia a si mesma quando tinha exóticos pensamentos sobre beijar Potter. E a idéia parecia lhe agradar, na pior parte. Então, lutando contra tudo que vinha na sua cabeça, sem um lógica, na realidade, encarou-o nos olhos, sentido suas bochechas corarem com a aproximação. Ele pareceu suficientemente surpreso, enquanto seus olhos, antes de grudarem nos dela, vagaram por todo o salão como que à procura de informações sobre um suposto sonho.
— Você... parou de falar. — Ela comentou sentindo o seu estômago afundar.
— Acho que você não estava gostando muito. — Ele respondeu sem deixar de aprofundar os seus olhos nos verdes dela.
Era melhor quando você falava, Lílian pensou enquanto seguia o ritmo da música, porque assim, eu não tinha esses pensamentos ilógicos e idiotas. Estúpidos, porque beijar Tiago Potter era um ato de nítida estupidez, pelo menos na sua concepção tomada por orgulho. Então, sem perceber, ela apoiou a sua cabeça no ombro dele, sentido o seu perfume. Ele pareceu sinceramente lisonjeado.
— O que houve, Evans? — Tiago perguntou, o cenho franzido.
— O que houve? — Ela repetiu a pergunta, sentindo raiva de si mesma, subitamente, por ter-se deixado levar daquele modo, por pensamentos ilógicos. Então, ela parou repentinamente. — A música acabou, Potter.
E, dizendo isso, ela afastou-se, deixando-o sinceramente surpreso. Sem procurar entende-la — já que tivera razões suficientes para saber que não era possível — ele deixou a pista, ouvindo o ritmo de uma música mais agitada. Lílian havia desaparecido.
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— Eu gostaria de dançar, agora.
— Oh, não. Daqui a pouco, está bem? — Disse Tiago para Dian, com impaciência explícita.
— Ah, Tiago! — Ela disse, emburrada, sentando-se ao lado dele, sabendo que a discussão estava perdida. — Mas você vai dançar comigo depois, né?
— É, quem sabe.. talvez depois. — Seu tom era altamente desinteressado. Então, cansado da voz cansativamente enjoada de Dian, ele levantou-se da mesa e mentiu: — Eu vou buscar bebidas. Volto já.
Como para que dar crédito às suas palavras, ou para apenas acalmar Dian, que agora estava visivelmente raivosa, ele piscou o olho e deu seu melhor sorriso. Ela, então, parecia realmente mais calma. Ele andou vagarosamente até a mesa de bebidas, e desviou-se dela quando percebeu que já estava fora do campo de vista de Dian. Àquela altura, a pista de dança estava cheia, no ritmo animado das músicas tocadas pelo grupo de mulheres extravagantes. Então, caminhando lentamente pelas mesas, e reparando nas pessoas que ali estavam, ele encontrou Lílian, sozinha. E, sem cerimônias, ele sentou-se ao lado dela, sorrindo ao ver a expressão de extrema surpresa no rosto dela.
— Olá, Evans!
— Potter, o que você está fazendo aqui?!
— Conversando com você. — Tiago respondeu como se fosse óbvio.
— EU não estou conversando com você, okay? — Lílian respondeu, com os olhos apertados.
— Por que você está aqui, sozinha? — Ele ignorou a última fala dela.
— Bem, eu não estou sozinha. — Ela disse, com a expressão suavizando-se. Aquilo era estranho, Tiago pensou, porque sempre que a conversa progredia, a raiva dela sempre aumentava, e não diminuía.
— Sim, está.
— E você também. Onde está sua adorável namoradinha? — Ela disse em tom visivelmente irônico.
— Ela não é a minha namoradinha, graças a Deus. — Ele disse em tom agradável.
— Assim você fere os sentimentos da menina. — Lílian comentou sem esconder um sorriso. — Você não conseguiu suportá-la durante muito tempo?
— É... Eu não consegui.
— Tsc... Potter, muito pouco tempo, coitada.
— Na realidade, eu achei que foi tempo demais. — Lílian não respondeu.
— Você está fazendo companhia a ela, Pontas? — Perguntou Remo, que segurava dois copos de cerveja amanteigada, em pé, ao lado de Lílian.
— Sim — Tiago disse — Mas eu já estou de saída. Eu não queria atrapalhar.
E, dizendo isso, ele saiu sem ao menos olhar para qualquer um dos dois. Mas não conseguiu deixar de surpreender-se, quando olhou para trás, após algum tempo, e viu um par de olhos verdes presos nos seus. E, tentando ignorar esse fato, mesmo sabendo que era em vão, ele foi até a mesa de bebidas e levou dois copos de cerveja amanteigada para onde estava Dian, visivelmente chateada.
— Por que você demorou tanto? — Ela perguntou quando o viu.
— Por que houve um imprevisto.
— O quê?
— Duas pessoas pararam para me importunar. — Ele deu um sorriso sem vergonha.
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— Você é muito bonita, sabia?
— Você me lisonjeia. — Ela respondeu secamente.
Ele pode ter desistido agora, Andrômeda rezou silenciosamente, enquanto tentava olhar para qualquer lugar, menos para o rosto de Matt Stannard, que agora, ela pediu novamente, deveria estar sinceramente decepcionado. No entanto, quando olhou, de relance, para ele, o viu sorrindo. Ela não conseguiu esconder o seu desapontamento. Matt era um Corvinal inteligente e bonito, galanteador. Contudo, Andrômeda agora estava suficientemente arrependida por ter aceitado ir ao baile com ele. Muito, muito chato e insistente. E ela não queria nada mais que companhia, ela não o queria.
Porque, no final das contas, ela já estava apaixonada. Apaixonada por uma pessoa que jamais seria aceita pela sua família. Por que, afinal, a sua vida tinha de seguir esse ritmo torto? Não estava certo! Por que não se apaixonava por Matt, por exemplo, que era um puro-sangue rico e bem apessoado? Mas Ted era muito melhor que Matt, ela pensou sem conter um sorriso. Ted era simplesmente maravilhoso! E, manter um relacionamento às escondidas com ele não era fácil, não em Hogwarts. E, logo não poderia ir ao baile com ele. No entanto, dali a alguns instantes, ela poderia inventar uma desculpa para Stannard e ir encontrar-se com ele, finalmente.
— Me desculpe, Matt, eu estou morrendo de dor de cabeça. — Ela disse com um ar falsamente aborrecido. — Mil desculpas! Mas está insuportável! Você se importa? Se não, eu fico aqui, sem problemas...
— Não, Andrômeda, claro que não. — Ele espondeu atenciosamente. — Claro que não. Vamos, eu te acompanho.
— Não! Não, por favor, não se incomode, eu sentiria remorso, já estou te fazendo perder o baile. Não. Eu posso me virar sozinha. — Ela disse, alisando o cabelo.
— Tudo bem, então. — Ele disse, dando-lhe um beijo.
Lentamente, ela caminhou para longe do campo de visão dele. E, quando teve certeza de que ele não mais a via, ela apressou seu passo em direção a Torre de Astronomia. O castelo, naquelas circunstâncias, parecia sombriamente vazio. Então, quando ela alcançou o topo da escadaria e entrou na sala, Andrômeda não pôde conter um sorriso.
— Ted!
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Lílian estava sentido-se quase entediada. Na realidade, ela sentia-se aborrecida por estar tendo uma conversa comum com Remo, enquanto o baile corria num ritmo animado. E, como Remo não sabia e nem gostava de dançar, eles estava parados no meio do jardim, parcialmente deserto, conversando sobre Transfiguração. E Lílian estava redondamente enganada ao crer, ingenuamente, de que o ir ao baile com Lupin seria extremamente divertido. Afinal, Remo simplesmente não era divertido. Era uma pessoa recatada e inteligente, até interessante. Tudo que era realmente dispensável num companheiro para um baile.
— Eu devo estar te entediando. — Ele disse, sorrindo.
— Claro que não, Remo! Claro que não! — Ela respondeu dando o seu melhor sorriso.
— Você quer dançar?
— Não, não quero. — Lílian respondeu, sabendo que ele próprio não gostaria.
— Bem, então tudo bem. — Ele deu um sorriso alegre. — Vamos lá pra dentro? Aqui está bem monótono, não é?
— Vamos, vamos sim. — Disse Lílian com uma falsa animação. Remo aproximou- se dela, então, e enlaçou sua mão na dela.
A garota sentiu seu rosto corar quando Lupin, com a mão livre, segurou seu queixo e a fez olhar-lhe nos olhos. Era totalmente assustador, porque ele estava muito sério, muito bonito e muito tentador. E era muito estranho para ela pensar em Remo daquela forma, já que ele jamais lhe parecera nada mais que um amigo. No entanto, quando ele fechou os olhos e inclinou-se para beijá-la, Lílian percebeu que aquilo não fazia diferença. Afinal, ele era uma pessoa formidável.
O beijo dele era doce e calmo, totalmente diferente do beijo desesperado de Tiago, ela pensou. Era delicado e sensacional. E ela se perguntou se talvez já tivesse experimentado uma sensação como aquela, quando ela lembrou-se novamente do beijo do Potter. Inferno! Ele tinha que atrapalhar até os seus beijos! Delicadamente, Remo a enlaçou pela cintura, enquanto Lílian afagava vagarosamente o pescoço e os cabelos dele. Ela pensou o quão romântico aquilo parecia, com a lua nova banhando-os, quase sozinhos, naquele lugar tão bonito.
Talvez, ela gostaria de que aquele beijo durasse muito, muito tempo, mas mesmo quando os minutos se arrastavam, Lílian não ficava satisfeita. No entanto, tudo que é bom, dura tempo suficiente para se tornar inesquecível. E tornou-se, por mais obtuso que fosse beijá-lo pensando numa pessoa teoricamente odiosa. Estranhamente, quando ele conseguia ocupar seus pensamentos a todo instante. Aquilo estava tornando-se patético. Ela não poderia pensar em Tiago Potter. Não.
Mas inevitavelmente pensava nele. Porque era como se estivesse com uma música que não saia de sua cabeça. E, beijando Remo, ela tentava afastar Potter de seus pensamentos. E ela odiava pensar em Tiago Potter! Ela odiava ter que admitir que ele poderia estar gerando sentimentos conflitantes dentro dela. Por que ele conseguiu isso?! Lílian deveria odiá-lo! E não pensar nele com pesar por ele estar dançando com uma outra garota!
— Remo, não dá.
— O que, Lílian? — Ele perguntou visivelmente decepcionado por ela ter quebrado o beijo.
—Não dá, eu tentei. Eu juro que eu tentei Mas tem uma pessoa na minha cabeça. Eu não queria que ela estivesse na minha cabeça, mas ela está. E quando eu te beijei, pensando em outra pessoa, eu me senti péssima! Eu me senti horrível!
— Lílian, eu não vou dizer que eu fico satisfeito com isso, tudo bem? Porque eu não fico. Mas eu vou tentar te entender. — Ele deu um sorriso torto.
— Me desculpe. Ainda por cima, essa pessoa não vale a pena!
— Se você pensa nela, ela deve valer muito mais que você imagina. — Remo respondeu e Lílian não disse nada, ela não conseguiu responder, porque, talvez, ele estivesse certo.
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Tiago finalmente conseguiu chegar a uma conclusão. Era realmente complicado acompanhar o seu verdadeiro raciocínio, mas ele tentava faze-lo, para distrair-se enquanto dançava com Dian. Era mais ou menos isso. Ele gostava de Lílian. Ele queria Lílian, porque ela era impressionantemente maravilhosa, irreverente, segura de si. No entanto, ela estava vencendo-o pelo cansaço. Afinal, Tiago estava muito cansado de ser tratado mal por ela. Estava cansado de levar patada. Um dia ele tinha de desistir. E esse dia estava prestes a chegar. Ele iria saber logo. Ele tinha maiores pretensões para mais tarde.
A música acabou, e com ela, seus pensamentos dissiparam-se rapidamente, quando foi anunciado o fim do baile. Dian, com uma expressão terrivelmente emburrada, segurou sua mão e conduziu-o para torre da Grifinória, despediu- se dele com um beijo no rosto e subiu para o seu dormitório, deixando-o na Sala Comunal, junto de outros casais que chegavam. Olhando atentamente para a entrada, Tiago esperou que pessoa que esperava aparecesse.
Lílian estava sorrindo levemente sem graça quando entrou na Torre. Remo, ao seu lado, não falava nada. Tiago observou-os atentamente até que a garota pudesse captar o seu olhar e retribuí-lo a seu modo mais discreto. Entretanto, o lobisomem continuou sem perceber nada quando despediu-se de Evans com um beijo em seu rosto e subiu as escadas que davam acesso ao dormitório masculino, deixando-a parada onde estava. Potter aproximou-se dela, que também não pareceu surpresa, ou tentou esquivar-se dele.
— Olá, Evans.
— Você ainda não se cansou de mim por hoje? — Ela perguntou com irritação na voz. — Sabe? Porque eu já troquei muitas palavras com você hoje, talvez muito mais do que eu já troquei na minha vida inteira!
— Não, eu não me canso de você. — Tiago respondeu calmamente.
— Você acha que eu já não percebi? Vamos, fala!
— Não precisa ficar nervosa. Eu não estou te prendendo aqui, se for pra ser grosseira, pode ir. — Ele retrucou com um tom irritado também. Lílian ficou visivelmente sem graça.
— Não, tudo bem. Fala — respondeu num tom mais brando.
— Primeiro, você tem que engolir o teu orgulho, tá sabendo? Porque senão, não tem a mínima condição de começar o papo.
— Missão impossível. — Ela deu um suspiro em seguida. — Okay, mas eu vou tentar. Fala.
— Pense com carinho, tudo bem? — Lílian confirmou com a cabeça, começando a sentir sua paciência esgotar-se. — Você quer ir no próximo fim de semana em Hogsmead comigo?
Lílian sentiu sua pernas fraquejarem, seus joelhos cederem, sua boca secar, sua mãos tremerem, seu coração acelerar-se subitamente. Engoliu em seco, ainda encarando Tiago num misto de nervosismo e arrependimento precoce. "Engolir o orgulho. Engolir o orgulho. Só isso. Engolir o orgulho". Ela repetia mentalmente convencendo-se de que engolir o orgulho era tudo que precisava naquele instante para poder dizer o que queria e tentava ignorar. Suspirou profundamente, enquanto sentia as palavras dançando na ponta de sua língua.
— Olha, Potter, eu...
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N/A: Olá! Bom, acho que eu vou falar muito, então vamos por ordem...
Primeiro, eu queria dedicar esse capítulo a alguém que sempre me ajuda, sempre me apoia e me põe pra cima: Lyra Black (Luize). E vou aproveitar para fazer propaganda das fics dela: Miss You Love (Sirius/PO), que é muito show, e Ainda Amo Você (Sirius/Bellatrix) que é perfeita!! Bom, leiam, porque vale a pena. E, amiga, muito obrigada por tudo! ^^
Eh... Mil desculpas pela demora. Desculpa mesmo, mas não é de propósito, eu juro. Eu não consigo escrever rápido, e eu nunca fico satisfeita com o que sai e acabo pagando uma vez, no mínimo, e escrevendo de novo, até que eu fique mais conformada. E antes eu estava menos enrolada, porque quando eu mandava um capítulo o outro já estava pronto e assim por diante, mas agora me complicou, porque eu recebi emails, comentários, essas coisas, reclamando que eu demoro muito pra postar o capítulo, e eu publiquei o cap. 4 quando o 5 não estava nem na metade. E esse capítulo foi particularmente difícil pra mim escrever, faltou inspiração e tempo. Eu realmente espero que ele tenha valido a pena.
Outro: Eu não estava com a fic toda pronta, óbvio, e agora eu já estou com os capítulos decididos. Ela não vai ser muito longa, provavelmente (leram bem? PROVAVELMENTE!) serão 7 capítulos e mais um prólogo. E eu espero que possa agradar ^^
O capítulo seis está com umas quatro páginas ainda Nada muito completo. Então, eu VOU demorar pra postar. Eu juro que eu vou fazer o máximo que eu puder para ser menos lerda. Vou tentar escrever na aula e passar pro computador a noite, mas as atualização, de qualquer forma, devido a outros fatores, só sairão no final de semana, tudo bem? Vejam bem, em qualquer final de semana, nada programado! Eu espero que vocês me compreendam, de coração. Me desculpem, de verdade, mas...
Muito, muito obrigada pelos comentários que vcs deixaram! Vcs são muito fofos! Eu espero não ter decepcionado vocês com o baile, de verdade! E... Eu quero MAIS!! Digam o que vcs acharam desse capítulo, okay? Eu ADORO saber a opinião de vcs!
De novo, desculpa a demora, bom recomeço de aulas, fiquem com os anjinhos...
Beijokas
Lara
