"Amor, vendo que da oferta

  Algum apreço não faz,

 Diz-me afoito que trate

De ir com ele a combate

Peito a peito, braço a braço."".

(Lira XXIX-Marília de Dirceu. Tomás Antônio da Gonzaga)

                                                              Capítulo 5

Kaoru olhava fixamente para o copo na mesa. Estava sendo difícil revelar fato tão bem escondido de seu passado... na verdade nunca havia contado para ninguém aquilo. Para ela pouco importava os motivos que fizeram ela e Kenshin se odiarem mortalmente, muito menos achava que alguém tinha o direito de saber fato tão íntimo de seu relacionamento com o astro do rock. Quando algum parente vinha e lhe perguntava o motivo para tamanha repulsa simplesmente respondia que nada havia acontecido, e que na verdade seu namoro com Kenshin estava fadado a dar errado desde do começo. O que não deixava de ser uma verdade.

Ninguém havia lutado por aquele amor como ela. Teve uma época em que teve que agüentar humilhações terríveis por causa dele... Teve que enfrentar o ódio e a ira de seu pai. Lutou contra tudo e contra todos por aquele amor, mas infelizmente sua luta havia sido em vão.

-Você está bem, amiga?-perguntou Júlia apreensiva.

-Sim... Sim, eu estou apenas tomando um ar.-respondeu triste.-É difícil falar sobre fatos tão dolorosos para mim...

-Imagino, mas sou sua amiga... E te entendo.-ela disse sorrindo.- mas agora continue... Desabafe, eu sei que você necessita falar...

-Sim...-sussurrou abaixando a cabeça.

"Kenshin estava satisfeito com tudo o que havia ocorrido. Beijar a jovem trouxe a ele uma expectativa que há muito tempo não havia sentido. Sentir o cheiro bom e suave dela havia mexido com os seus sentidos... seus lábios ainda tinham o gosto dela.

-Pelo visto essa saída com a jovem Kamiya foi boa.-Tai falou brincando ao ver o sorriso do sobrinho.-Mas não se esqueça que antes de tudo Kaoru é filha de Shishio.

Sim, isso era difícil de esquecer... Era só olhar para o rosto cálido dela para se lembrar que ela tinha o sangue sujo de Makoto Shishio.

-Eu sei...-ele sussurrou subindo a escada.-Bem, estou muito cansado...

-Então é melhor você ir dormir.-Tai falou ligando a tv. -Boa noite, querido.-concluiu sorrindo.

Sua tia era como se fosse sua mãe. E na ausência dela Tai era quem mais se aproximava dele... Ela poderia saber tudo o que o afligia apenas o olhando. A ligação entre eles sempre fora extraordinária.

-Para a senhora também.-disse subindo a escada com pressa.

Seu quarto era vazio, mas ali era o lugar que podia compor sem ser atrapalhado... Muitas vezes fora ali que tirava alguns riff* de guitarra. Naquele dia sua alma estava tão carregada que se conseguisse compor alguma coisa seria como matar um homem aos poucos. O seu computador como sempre estava desligado... só usava ele quando precisava de algum trabalho de escola. Mas isso quase nunca ocorria, pois sua ida a escola se limitava sempre à sala da diretora, onde muitas vezes fora motivado a abandona-la, mas sempre insistia... não por ele, mas por Tai que depositava nele a confiança de um futuro melhor.

"Se não fosse tão covarde talvez não estaria aqui... fazendo algo que não gosto".Pensou deitando na cama ainda com a roupa. Estava cansado demais para se preocupar com roupas. Aliás, não iria morrer porque um dia esqueceu de tirar as vestes.

                                                         ~*~

-Com quem você estava conversando, minha irmã?-Megumi perguntou não escondendo a curiosidade.-Mais um amigo...Papai o senhor tem que segurar a Kaoru, pois nunca se sabe com que elemento ela anda.-concluiu maldosa.

Kaoru sentiu a face enrubescer de ódio e vergonha. Megumi entre todas as pessoas no mundo não tinha o direito de julgá-la sobre seu comportamento... Aliás, ali poucos estavam realmente preocupados em saber com quem ela andava. E seria hipocrisia da parte deles exigirem explicações, pois se tinha saído com Kenshin fora porque ninguém havia chegado de seus respectivos trabalhos.

-Não é da sua conta.-Kaoru falou com a cabeça baixa.

-Mas é da minha, Kaoru.-a voz seca e ácida do pai soou na sua frente.-Eu não gostei nada de saber que você anda com um Himura.

Então seu pai já conhecia Kenshin.  Estranho se todos ali sabiam quem era o recém chegado do interior, porque só ela que não havia visto, ou muito menos ouvido falar sobre ele. Talvez seria por que agora com essa ânsia de encontrar um trabalho, mal tinha tempo de ficar em casa e conviver com os vizinhos.

-Mas senhor... eu não estava fazendo nada...

-Não importa, Kaoru.-disse ríspido bebendo desordenadamente.-A partir de hoje não quero que nenhuma filha minha se envolva com aquela gente.

Tudo estava nebuloso... Seu pai parecia ter um ódio mortal por Kenshin. Mas pelo que constava sua mãe gostava dele... Misao ia visitar freqüentemente a casa de Tai, e agora seu pai havia proibido de ser próxima... Que mal havia em ser amiga de Kenshin.

-Mas...

-Nada de mas, Kaoru... Eu já disse e não vou repetir.-ele interrompeu violentamente.-Agora, por favor, se retire da sala.

Kaoru queria ter o dom e responder a grosseria do pai, mas sabia quando ele estava bêbado pouco podia fazer se não abaixar. Mas estava decidida a não estragar o começo de seu dia com a bebedeira do pai. Ele certamente estaria tão lesado e cansado que não sabia o que falava.

Mas ainda tinha várias perguntas rodeando sua cabeça... Perguntas essas que não tão cedo seriam solucionadas. Conformada, Kaoru saiu de casa sem ao menos desejar um bom dia à mãe.

                                                          ~*~

Dois meses depois...

Kenshin estava com os nervos à flor da pele. Todos os dias ficava a espera de Kaoru naquela mesma esquina, e hoje era a primeira vez que ela estava demorando a chegar... Ele em três meses de namoro nunca tinha feito isso... Ele queria ir perguntar por ela, mas se chegasse na calçada da casa dela certamente seria recebido por tiros. Além disso, causaria um sério desconforto para Karen e consecutivamente a Kaoru já que Shishio iria cair matando em cima dela.

Era por isso que estava ali naquela esquina, e não no portão da casa dela, como queria e precisava estar. Nunca viria a saber como o namoro deles havia começado, ou onde o seu amor por aquela garota começara a brotar em seu peito... Quando percebera estava completamente apaixonado por ela.

Quanto mais os minutos passavam, mais seu coração pesava. Tinha medo por ela, pois Shishio deixara mais de uma vez avisada que a preferia morta a vê-la com ele. Seu ódio por aquele homem continuava o mesmo, apenas abrandara, pois com o tempo percebera que matando-o estaria ferindo Kaoru, mas mesmo assim não tirava a idéia de salvar Misao, Karen e agora Kaoru das garras daquele homem.

-O que faz aqui há essa hora?-Sano perguntou aproximando-se de surpresa.-Já são oito horas da manhã... Levei um susto quando o vi parado ai, a espera da donzela.-concluiu brincalhão.

Sano já não pegava no seu pé por causa dos ensaios, pois graças a ele haviam conseguido uma produtora, e em menos de um mês já tinham proposta de uma gravadora... Isso queria dizer que em menos de um mês estariam com um CD pronto. Sua empresária era a melhor amiga de Kaoru, cuja competência era espetacular. Deviam a ela o sucesso que estavam fazendo.

-Sim, estou esperando Kaoru.-Kenshin falou olhando para os lados.-E você o que está fazendo aqui há essa hora? Devia estar trabalhando.

-Hoje é meu dia de folga. Resolvi sair para esfriar a cabeça.-Sanosuke falou brincalhão.-Queria ir também na casa daquele guitarrista que te falei outro dia...

-Sim, o tal Aoshi Shinomori...-disse andando de um lado para outro.-Realmente é um dos melhores que vi tocar, mas ele me pareceu um pouco arredio quando fui falar com ele.

Kenshin estava incomodado... Cada minuto que passava mais ficava claro que ela não viria vê-lo, e isso o estava deixando louco. O medo de aquele lunático ter a machucado. Se isso tivesse acontecido ele não hesitaria em matá-lo...

-Eu se fosse você desistia amigo, pois a donzela deu um bolo em você.-Sano falou gargalhando.

-Não tenho tanta certeza disso.-Kenshin disse abaixando a cabeça.-Algo deve ter acontecido...

-Oh, amor... O amor é cego, e o único capaz de cegar um homem cético como Kenshin Himura.

Sim, no seu amor por Kaoru o único cego, surdo e mudo era ele. Pois só ele sabia que esse namoro estava fadado acabar... Shishio era vingativo, e na certa acabaria logo com o interlúdio amoroso da filha mais nova com um roqueiro...

-Bem, Sano tenho que ir agora...-ele falou desistindo de esperar.

-Se eu ver a donzela por ai, juro que irei cobrar dela mais responsabilidade.-o homem falou se distanciando.

Kenshin não deu atenção ao amigo, sua cabeça estava em outro lugar... seu coração avisava que sua rotina iria mudar, e que sua vida trilharia um rumo diferente de Kaoru. O amor de ambos estava em uma encruzilhada... Estava próximo o fim de tudo.

                 ~*~

Kaoru chorava em seu quarto. Desta vez seu pai havia pegado pesado, pois além de humilha-la na frente de todos havia batido e a trancado ali... no seu quarto. Não iria sair dali até segunda ordem... Estava sem telefone, sua janela estava fechada com cadeado, e sua mãe pouco tinha a fazer... Coitada, Karen também era vítima do abuso de seu pai. Mas mesmo assim não podia odiá-lo.

"Droga... Droga, o que fiz para ter que ficar aqui? Por quê meu pai odeia tanto Kenshin?", pensou distraída penteando o cabelo. Kenshin era tão bom, e não se parecia com os homens que Megumi levava para casa... Mas já tinha decidido a não se afastar dele, não por causa de um capricho de seu pai. "Tenho que fugir daqui, mas como?", perguntou escutando o barulho da porta sendo aberta.

-Olá querida, trouxe algo para comer.-Karen falou entrando no quarto.-Não é nada espetacular, pois você sabe como anda a situação...Mas é algo especial para minha filha querida sorrir.

-Como a senhora quer que eu sorria? Se estou presa nesse quarto.-rebateu revoltada.

Karen sentou ao seu lado com um sorriso maternal, passou a mão no rosto frio e triste da filha. O que mais queria na vida era um sorriso franco da jovem, mas sabia que sua filha só seria feliz fora dali... Com um moço, cuja bondade havia salvado sua vida três vezes.

 -Eu sei, meu anjo... Mas seu pai...

-Mãe eu só preciso falar com Kenshin... Por um minuto apenas, juro que volto antes do papai chegar.-Kaoru implorou vendo na mãe sua única salvação.

Karen sentia-se incapaz perante o pedido desesperado da filha. Sabia que se o marido descobrisse que a havia deixado sair, iria ficar violento até seria capaz de matá-la, mas não queria em hipótese alguma ver sua filha naquele estado lastimável.

-Certo, minha filha... Você pode ir se encontrar com Kenshin, mas já vou dizer que não serei responsável se seu pai descobrir.-ela disse preocupada com o destino incerto da família.

Kaoru pulou da cama feliz. Tinha algumas horas para explicar o que estava acontecendo para Kenshin. Mesmo que não o visse com tanta freqüência, mas ele certamente saberia o motivo e esperaria até o pai mudar de opinião a respeito dele.

-Obrigada mamãe...-ela falou saindo do quarto.

Karen sorriu, ao mesmo tempo em que sentia o coração dar sinal de que nunca mais teria a família reunida. O destino estava se cumprindo e era hoje o dia em que uma tragédia iria ocorrer.

~*~

Shishio olhava para a criança na sua frente com raiva e rancor. Era por culpa daquela desgraçada que havia perdido a confiança da mulher... E fora por causa daquela família que era obrigado a criar uma criança que nem sua filha era.  Odiava sem dúvida nenhuma, todos os Himura da face da terra, e aos poucos iria eliminar um por um... A criança seria a próxima.

Shishio era traficante de drogas, e seu disfarce como policial caia como uma luva, mas sua mulher teve a infelicidade de um dia vê-lo em um de seus negócios, e a partir daí sua vida mudara... Primeiro fora o nascimento daquela criança, e segundo a força que fazia para Karen manter a boca fechada e terceiro sua filha mais nova se engraçar por um desgraçado, que ainda por cima era um Himura.

-Eu jurei que um dia você iria me pagar.-Shishio sussurrou como um louco olhando para criança que brincava no jardim.

Aproximando-se da criança não a hesitou em pegá-la no colo. Aquele seria o fim dela, e ninguém saberia que a pequena Misao havia morrido.

-Seu pai foi e sempre será o meu maior inimigo... odeio você e seu irmão.-ele falou apontando a arma para a cabeça da garota, que continuava a brincar com a boneca.-Eu irei matá-la assim como matei seu pai... e assim será a morte de seu irmão.

~*~

Kenshin estava na porta da casa de Kaoru. Já passava das seis da tarde... já não podia mais conter a vontade de vê-la, e saber se ela estava ou não bem. Iria enfrentar a ira de Shishio... enfrentaria tudo e todos para ter notícias dela. Sabia se não fizesse isso não conseguiria dormir a noite.

Já não tinha como negar que estava amando a jovem, seria hipocrisia de sua parte negar o que sentia. Mesmo ela tendo um pai como aquele, não tinha como não ama-la.

"Certamente estarei entrando numa fria, mas por Kaoru faço tudo", pensou olhando para o quintal... Inesperadamente encontrou Shishio. Ele estava com uma arma apontada para Misao, essa simples constatação o deixou em pânico.

Descontrolado, Kenshin entra sem avisar e parte para cima de Shishio.

-Largue essa criança... seu desgraçado!-ele exclamou nervoso.-Solte, minha irmã.

-Ah... é o jovem Himura.-Shishio falou num tom de deboche.-Não podia ter chegado na hora mais apropriada... Vai ver com os próprios olhos a morte de sua irmã mais nova.

Não, não iria nunca deixar que isso ocorresse... Havia jurado no túmulo de seu pai que protegeria a irmã. Além de se vingar do assassino dele. E não seria agora que iria desistir... O momento que mais temia havia chegado. E para seu azar estava em desvantagem.

-Você que ouse...

-Eu não vou ousar, pois irei atirar, mas fique tranqüilo o próximo é você.-Shishio o cortou, e para o seu temor desengatilhou a arma.

Não havia dúvida... ele iria atirar em Misao. Desalentado Kenshin não via outra alternativa a não ser mostrar a única arma que tinha...

-Quer dizer que o "namorado" de minha filha anda armado.-disse ríspido.-Pois bem... vamos ver se você é melhor atirador que o seu pai.-concluiu jogando a criança no chão.

Durante minutos, que mais pareceram horas. Kenshin e Shishio ficaram apenas se olhando. Por um momento Shishio partiu em sua direção, o pegando de surpresa.

-Pelo o visto você não herdou as qualidades físicas de seu pai, garanto que ele jamais seria pego dessa forma.- o homem disse com uma faca grudada na sua face.-Eu poderia matá-lo agora, mas não seria nada emocionante...

Reagindo, Kenshin conseguiu se desvencilhar dos braços vingativos de Shishio. E empurrado por uma força superior o atacou consecutivamente... até que sem forças Shishio caiu no chão.

-Isso foi por minha mãe...-Kenshin disse descontrolado apontando a arma para a perna de Shishio, e sem hesitar dá o primeiro disparo.-E isso será por meu pai.

Sem hesitar Kenshin aponta arma para o pai da pessoa que mais admirava nesse mundo. Sua vida dependia de sua pontaria... Mesmo sabendo que teria o eterno ódio de seu grande amor, sabia que não podia falhar agora.

"Me desculpe, Kaoru...", pensou antes de puxar o gatilho e atira certeiramente no coração de Shishio.

                                                               ~*~*~

Kaoru escutou as vozes alteradas vindas do jardim. Por um milésimo de segundo pensou ter escutado disparos. Nesse momento seu coração parou de bater... algo lhe dizia que alguma coisa horrível havia acontecido.

Com passos falhos foi caminhando lentamente até a porta. O seu interior avisava o que estava para ver iria mudar completamente o rumo de sua vida.     

-...Isso será por meu pai...

"Aquela era voz de Kenshin. Mas o que ele estava fazendo ali...", pensou correndo até a porta. A imagem que viu ficou para sempre em sua memória. Seu pai estava agonizando no chão... Misao estática no meio do sangue... e Kenshin, o homem a quem havia entregado seu coração,  desferindo o tiro mortal contra o peito de seu pai.

-Ke-kenshin... não, não pode ser...-Kaoru sussurrou ao ver o cadáver do pai.-Porque... porque, Kenshin...-falou ofegante vendo a face dele ensangüentada.

Ele não respondeu... apenas se limitou a dar lhe as costas e sair como se nada houvesse acontecido. A partir daquele dia sua vida desmoronou... Kenshin não foi preso, pois nunca tivera coragem de denuncia-lo. Dias depois ele sofrera um grave acidente de carro e desesperada fora a procura dele, mas as únicas palavras que saíram de sua boca foram acusações.

Um tempo depois tivera notícia de que a banda dele estava estourada na Ásia inteira, China, Coréia, Filipinas. De longe torcia pelo o sucesso da banda, mas com o tempo o seu amor por ele se transformara em ódio, pois se dera conta de que nunca ele mostrara arrependimento pelo seu crime...

Agora estava ali... Mais velha, nos seus vinte e dois anos de vida. Lutando pela educação da irmã. Enquanto o assassino de seu pai estava curtindo a vida com a sua banda.

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Olá !!!!

Nossa esse capítulo foi terrivelmente desgastante (eu sou péssima em descrever cenas de ação) por isso me desculpe pela a cena acima. O resto correu tudo bem. Espero que tenham gostado.

Um beijo para todos que me mandaram reviews:     

Kaoru Himuramiya: Minha revisora é bastante competente. Se nesse capítulo tiver algum erro foi por culpa minha que não passei a fic devidamente para a Lili. Espero que tenha gostado desse capítulo. Bjos!!!!

§Misao-san Shinomori§: Obrigada pelos os elogios, Misao. Bem, eu não me acho uma boa escritora, mas fiquei bastante invaidecida com o seu comentário. Fiquei feliz que tenha gostado da minha fic.

Carol Malfoy: Olá Carol. Fico feliz que esteja gostando. Bjos!!!!E continue lendo minha fic.

Madam Spooky: A motivação de Kenshin e sustificavel. Acho que ele teria mais moral se ele falasse a verdade. Mas... Minha fic é uma verdadeira bagunça. No começo a história era para ser diferente, como Misao fosse realmente Filha de Karen e do pai anonimo de Kenshin, mas mudei de idéia, pois Shishio não adimitiria ser tratado dessa fora. Bem, Karen é a mão de Kauro, ela será uma peça chave para história. Bjos!!! Continue mandando reviews.

 Lere: Ele matou Shishio. Acho que não seria um dramalhão todo se caso tivesse ocorrido um acidente, e seria estranho se Kenshin não fosse o culpado. Lere você estava certa... nem eu estava preprada para escrever essa parte. Nossa como penei. Espero que tenha gostado. Bjos!!!!!

Polly-chan^^: Obrigada pela review tão fofa. Fiquei imansamente feliz em saber que você ler minha fic. Bem, eu acho que será muito dificil os dois se entendrem agora. Eu não tinha pensado em juntar Aoshi (LINDO) e Misao. Realmente seria bem legal.Bjos!!!!!

Espero que tenham gostado desse capítulo. E espero por sua opinião.

Bjos!!!!

Anna