PET SHOP OF HORRORS

DESPEDIDA

FanFic escrita por: Calerom

Início: 23/09/2003 - 1a Versão

Versão atual: 28/09/2003 - 1.1.

Final:

E-MAIL: myamauchi1969@yahoo.com.br

Créditos:

Love Hina: História original por Ken Akamatsu.

Versão em TV/Ova: Xebec Studios / TV Tokyo

Pet Shop of Horrors: História original por Matsuri Akino.

Versão em vídeo: Dark House.

Observação:

Esta obra foi feita única e exclusivamente como um fanfic para entretenimento pessoal e dos leitores. Obviamente tanto a série Love Hina como Pet Shop of Horrors não me pertencem, sendo de propriedade dos autores citados acima. .

Quaisquer personagens que não constam nas séries citadas acima, quaisquer que sejam suas versões são de minha criação pessoal. Eles são totalmente fictícios, sendo qualquer semelhança com nomes, fatos e datas, mera coincidência.

Rating:

PG-13. Contém uma temática forte (drama misturado com sobrenatural), descrição de mortes violentas, linguagem grosseira (quase todos vindos do personagem Leon) e situações eróticas.

CAPÍTULO 2:

Descoberta.

Eram quase seis horas da tarde e um estranho ser alado aguardava impaciente o seu mestre a fazer uma pausa para o chá da tarde.

O estranho ser lembrava uma mistura de rato com coelho e era graciosamente lindo. Contudo, havia um detalhe perturbador nele: Ele flutuava no ar com a ajuda de um par de asas de morcego, suas patas traseiras eram semelhantes às nadadeiras de um pato e tinha dois chifres pontudos em cima de sua cabeça.

- Ki, Ki. - Dizia, suplicante, o animalzinho para o seu dono, que estava acabando de fazer a limpeza de um enorme mostruário.

- Ah, sim, Q-chan, vamos fazer uma pequena pausa para tomarmos um chá. Pelo visto, hoje o nosso movimento está um tanto fraco. - Comentava o aparente proprietário do local para a mascote, como se este compreendesse sua língua.

A criatura era chamada de Q-chan e era um exemplar único no mundo.

Seus olhos vivos e perspicazes pareciam ser mais do que os de um simples animal, ganhando uma dimensão toda humana.

O seu mestre chamava-se Count D. Ninguém sabia o seu nome verdadeiro e nem o que a abreviatura significava.

Ele era uma figura peculiar, mesmo para os padrões orientais: Era de estatura maior do que a média, cabelos lisos e compridos de cor verde-escura - quase negra, compleição magra e com as unhas das mãos muito compridas e bem tratadas.

Em contraste com a sua tez branca e pálida de sua pele, ele vestia no momento uma elegante túnica chinesa feita de seda e com detalhes dourados nas golas da túnica e no colarinho. Um dragão chinês bordado na diagonal da túnica completava o estranho traje.

Quem não o conhecesse direito, confundiria facilmente o Conde com uma mulher tipicamente chinesa.

Count D já se preparava para fazer o seu habitual chá acompanhado de uma deliciosa fatia de torta - comprada numa das mais caras confeitarias da cidade - quando ele ouviu um barulho brusco vindo do lado da entrada.

- Q-chan, vamos! Aconteceu alguma coisa! - Ele saijunto com o seu estranho bichinho em direção à porta, passando pela loja propriamente dita.

Ao chegar no hall de entrada, Count D fica surpreso ao ver Naru de joelhos no final da escadaria, gemendo baixinho. Ela não tinha reparado que a loja ficava no subterrâneo e dera um passo em falso, escorregando pelos degraus duros de pedra.

- Ai, ui, era só o que faltava... (será que ele é gay?) - Murmurava ela, enquanto Count D ajudava-a a se erguer. Por sorte o acidente não havia sido grave, afora o susto.

Naru havia machucado levemente o joelho direito e o cotovelo esquerdo ao escorregar nos degraus. Afora isto, suas longas meias de lycra que usava ficaram arranhadas e inaproveitáveis.

Com uma delicadeza enorme, D ajuda Naru a se levantar e a acomoda num elegante sofá localizado na sala de espera, enquanto Q-chan olha, preocupado.

- Seja bem vinda à minha loja de animais, e peço mil desculpas pelo acidente... Se me permite, irei providenciar imediatamente os primeiros socorros. - Disse Count D, inclinando-se para fazer uma elegante reverência.

Reprimindo uma careta de dor, Naru consente com um sim.

Era o mínimo que este cara deveria fazer, pensava ela. Se ele não se tocasse, iria levar uma grande lição.

Por que não havia uma placa em inglês indicando: "Cuidado: Escada" na porta?

Depois, a escada somente tinha um corrimão de segurança e os degraus eram bem duros e angulosos, por sinal.

Uma criança que entrasse correndo por ali iria fatalmente se machucar.

Naru estava até pensando em processar o negligente dono desta loja de animais, quando ela repara no estranho bichinho que estava flutuando à sua frente, com um olhar ao mesmo tempo doce e inquisitivo, como se estivesse analisando sua alma.

- Q-quem é você? - Naru fica espantada ao ver Q-chan à sua frente. Certo que em sua vida ela já havia visto seres estranhos como a tartaruga voadora Tama-chan, os estranhos seres da Ilha Pararacelso e as invenções malucas de Kaolla Su. Só que não tinha visto parecido com aquela criatura ao mesmo tempo bizarra e graciosa.

- Ki, Ki. - O animalzinho sorri para a jovem ruiva e um brilho em seus pequenos olhos demonstra simpatia pela moça.

- Que gracinha!... Qual é o seu nome? - Naru finalmente deixa-se levar pela curiosidade e faz uma carícia na cabecinha do bichinho voador, que demonstra ser manso e dócil.

- O seu nome é Q-chan, ele é uma espécie única no mundo e me foi dado de presente pelo meu avô. - Responde D, que voltava de um dos aposentos trazendo um kit de primeiros socorros numa das mãos e um vidro com pomada caseira na outra.

Count D pergunta a Naru se ele prefere fazer o tratamento à base de água oxigenada, methiolate e esparadrapo ou se preferia experimentar a receita caseira da família do chinês.

Muito relutantemente, ela consente no segundo método, já que sabia que com o primeiro teria que suportar várias dores e ardência.

Ajudando Narusegawa a tirar de forma delicada as meias - rasgadas - e os sapatos de salto alto, D passa habilmente a pomada nos pontos esfolados e machucados com seus dedos delicados, mas de forma resoluta e depois tira o excesso do creme com um algodão.

Finalmente, ele envolve os machucados com um pouco de algodão, gaze e esparadrapo.

- Esta é uma receita caseira que tenho usado constantemente. Logo, logo a senhorita não vai sentir mais dores e amanhã acordará bem melhor. - Comenta D enquanto termina de guardar o seu estojo de primeiros socorros.

- Humpf, assim eu espero. O senhor como proprietário desta loja, deveria colocar mais um corrimão ou revestir a escadaria com piso de borracha. - Comenta Naru, com certo azedume.

- Já havíamos providenciado há dias uma tabuleta nova em inglês alertando para a escada, só que a firma que contratamos ainda não entregou ela. Pelo visto, eu preciso cobrá-los novamente. - Responde D com a maior calma do mundo.

- V-você é o Count D. mencionado na tabuleta que eu vi? - Pergunta Naru, reparando para a figura exótica do Conde e principalmente para o seu olhar, ao mesmo tempo encantador e misterioso.

- Não. Ele é o meu avô. Ele... Deixou a loja e está coletando espécies exóticas pelo mundo afora. Se bem que as pessoas me chamam por este nome também. Pode-se dizer que é a marca registrada da família. - Responde D de forma um pouco vaga, como se tivesse perdido numa infinidade de recordações.

- E você, o que faz aqui?

- Eu ajudo a cuidar dos animais e tomar conta dos negócios.

Depois de uma breve pausa para lavar suas mãos, D olha nos olhos de Naru e somente então ela repara que ele possui pupilas de cores diferentes, ficando muito perturbada ao notar este detalhe.

- A quem devo a honra de sua visita nesta humilde loja, senhorita...? - Pergunta D num tom de voz ao mesmo tempo delicado, mas firme.

- M-meu nome é Naru. Naru Urashima. E-eu morava no Japão, mas estou aqui fazendo pós-graduação em Direito Internacional... Também leciono nesta cidade... Eu estava passando por aqui e... Fiquei curiosa... - Disse a jovem, que estava momentaneamente esquecida de suas dores e seus problemas.

- Nossa loja tem os mais diversos tipos de animais, pássaros, peixes, répteis e insetos que possa imaginar, além de muito mais. Estaria interessada em algum tipo em particular? - Sorri sutilmente D como que estivesse diante de uma cliente habitual.

- Bem... Eu... Eu... Vim só dar uma olhadinha. N-numa outra hora... Gostaria de examinar melhor sua coleção. - Naru se sentiu com receio de ter a cara de pau para pedir o telefone emprestado e resolveu ganhar um pouco de tempo, embora suspeitasse de que D não seria um sujeito grosso.

- Entendo... Bem, nesta ala, estão os mais diversos tipos de pássaros que você pode imaginar. Temos desde as espécies mais comuns de canários e periquitos como também os exemplares mais raros... - Responde D, aparentemente entrando no jogo de sua jovem interlocutora.

- V-você tem algum tipo de autorização para comercializar estes... Exemplares raros? - Pergunta Naru visivelmente intrigada, por ser estudante de Direito e saber que poucas lojas cumpriam rigorosamente a legislação sobre venda de animais raros.

- Perfeitamente. Além das autorizações emitidas pela lei americana, temos o maior cuidado em fornecer animais selecionados. Não vendemos animais venenosos ou que sejam inadequados para a faixa etária de nossos compradores... - Responde D apontando graciosamente numa parte da parede com vários alvarás e licenças penduradas.

D ajuda Naru a se levantar do sofá e em seguida mostra várias gaiolas e viveiros com pássaros dos mais variados tipos e cores.

Estranhamente, não se sentia nenhum cheiro de sujeira ou de excrementos. Os locais onde se dava de comer pareciam estar limpos, assim como os bebedouros de água.

Todos os bichinhos estavam calmos e relaxados, quando os dois entraram na ala reservada aos pássaros.

Naru fica encantada com a beleza e a harmonia das aves, mas já era óbvio para D que ela não viera para a loja para ver os animais. Seu senso psicológico era muito apurado para um mero vendedor de animais.

- Puxa, vista de fora, sua loja não parecia ser tão grande assim... - Comenta Naru espantada com o contraste entre a discreta e acanhada entrada e a enormidade das galerias da estranha loja.

- Bem, esta é a ala reservada aos pássaros, temos ainda alas reservadas para os répteis, insetos, cães, gatos, roedores em geral, peixes... E algumas espécies mais exóticas... - responde D apontando para várias salas separadas por espessas cortinas de veludo.

Naru por um instante pôde jurar que viu algumas silhuetas se movendo por trás daquelas grossas cortinas. Formas exóticas semelhantes a princesas chinesas, odaliscas árabes, guerreiros fortíssimos e figuras elegantemente vestidas. Só que no outro instante tudo isto desapareceu. Será que ela estava imaginando coisas?

- Mas estes animais todos não podem passar mal ficando confinados neste... Subsolo? - Indaga a jovem estudante e professora, notando a enormidade da loja.

- Como pode observar, nossa loja é equipada com lâmpadas especiais que reproduzem as propriedades dos raios do Sol. E existe um circuito interno que renova o ar de forma constante - Responde D acendendo uma das lâmpadas, com um sorriso de ligeira superioridade.

- (Humpf... Com tanta sofisticação, bem que ele poderia reformar aquela escada perigosa...) - Naru fica levemente irritada com a observação de Count D.

- Kyuuu? - Q-Chan vem voando e pouca no ombro direito de D, como se avisasse de algo.

- Ah, sim, Q-chan está nos lembrando que a loja está para fechar e está na hora do nosso chá. Aceita? - Propõe o elegante chinês para Naru.

- Chá?... Bem... É que estou com um pouco de pressa... - Naru pensa em falar a respeito do telefone, mas fica meio sem graça.

- Não tenha receios. É cortesia da casa. E tenho certeza que você irá apreciar nosso Chá das Sete fragrâncias, junto com uma deliciosa fatia da torta da confeitaria da Madame Q, acompanhados dos bombons da griffe Godiva. - D não se faz de rogado.

- Madame Q? V-você não está falando daquela confeitaria que... - Os olhos de Naru parecem brilhar de surpresa. Ela também conhecia a fama daquela requintada confeitaria.

- Somente faz tortas sob encomenda usando ingredientes cem por cento livres de aditivos químicos e ainda com um limite de apenas trinta exemplares por dia... Aceita?

- Bem... Se não se importar... - Naru decide aproveitar aquela oportunidade única. Ela teria que gastar todo o salário do mês que recebia como professora para comprar apenas um único exemplar destas tortas e olhe lá.

D leva a sua convidada numa sala privativa aonde ele costuma descansar antes de fechar a loja.

E em seguida, a mesinha de laca no melhor estilo chinês fica preenchida com um jogo de chá feita da mais fina porcelana, pratos com delicados desenhos, talheres de prata pura e um vasto sortimento de guloseimas.

Um aroma de incenso suave e sutil preenche o ambiente, convidando os presentes a se relaxarem e esquecerem as tensões diárias, ao mesmo tempo em que uma anacrônica vitrola toca impecavelmente uma música clássica suave.

Além da torta caríssima, disputada pelas madames da cidade, D fez questão de colocar uma tigela com bombons de chocolate recheados com creme de amora silvestre, pratinhos com saladas de frutas e massas folhadas doces.

Tudo isto, acompanhado com um chá cujo aroma e sabor eram deliciosamente inigualáveis.

Naru acompanha a refeição singular preparada pelo Conde degustando cautelosamente cada prato, temendo fazer feio.

Era evidente que o proprietário era uma pessoa de educação requintada e sua nobreza era evidente não apenas exteriormente como em seu interior.

Os olhos atentos do Conde esboçavam um sorriso, como se estivesse satisfeito pela chegada da inesperada cliente.

- Está delicioso, não acha? - Comenta o Conde após ter degustado duas fatias de torta, um bombom e uma tijela de salada de frutas, de forma lenta e cuidadosa.

- É... Incrível. Estava uma delícia... O senhor mora aqui sozinho?

- Bem, não exatamente... Após a partida do meu avô, Q-chan, seu animal de estimação, me faz companhia, senhorita. Já me acostumei com isto...

- Senhor D... Obrigada pelo seu chá! O senhor é uma pessoa muito simpática. - Naru faz menção de se levantar, torcendo para que D concordasse em liberar o telefone para ela.

- Você veio de carro? - Pergunta argutamente o cliente, supondo que ela morasse fora do centro da cidade, aonde o custo de vida era alto demais para uma estudante universitária.

- Bem, eu estou a pé. Ainda não tirei carta de motorista...

- Se me permite, posso providenciar que um táxi ou um veículo de sua escolha passe aqui para te levar ao seu lar... - Responde D como se tivesse lido os pensamentos de Naru.

- Não me diga que... - Naru fica surpresa imaginando se o seu anfitrião seria um telepata ou algo do gênero.

- De fato, pegar um táxi aqui na hora do rush em Chinatown e arredores é bem complicado e fica muito arriscado para uma jovem linda como você andar sozinha, nestas ruas... - Responde ele na mais estrita lógica.

- Eu agradeço muito... Senhor D. - Naru fica ao mesmo tempo admirada e envergonhada.

- Pode ser qualquer rádio-taxi ou você tem preferência por algum em particular?

- Bem... Pode ser qualquer táxi, desde que seja de confiança.

- Tudo bem... Se não me engano, em minha agenda deve ter dois ou três números que os meus clientes me indicaram... Enquanto isto, fique a vontade. Se quiser, pode levar alguns bombons para casa, como cortesia.

- Não, obrigado. - Diante de tamanha cortesia, a jovem viúva temia passar por pidona e cara de pau.

D se levanta de sua poltrona e vai diretamente ao seu telefone. O aparelho parecia ser um modelo de quase 80 anos atrás, mas estava em perfeitas condições de conservação e, mais do que isto, funcionava de verdade.

O conde disca um número de sua agenda e começa a falar em inglês e num dialeto chinês com um taxista conhecido seu, de nome Wang. Em seguida ele desliga e volta a falar com Naru:

- O táxi irá chegar entre 5 a 10 minutos. Enquanto isto, você pode aguardar em minha loja...

- Por favor, o senhor tem algum cartão de visitas ou um folder? - Finalmente Naru resolveu incluir a singular loja como futura referência nas suas eventuais passadas ao centro da Cidade dos Anjos.

- Não costuma ser praxe desta casa fazer propaganda como as outras. Deixamos que as recomendações de nossos clientes falem por si mesmas. - Diz Count D sem falsa modéstia. De fato, o movimento normal da loja era mais do que suficiente para assegurar a sua subsistência, sem falar nas encomendas "especiais" de políticos, magnatas e celebridades, por... Espécimes únicos.

- Bem, é que... Eu pretendo voltar aqui e. como não conheço o bairro ainda direito... - Naru deixa escapar um momento de indecisão.

- Se a senhorita quiser, posso deixar anotado o meu endereço. Se bem que todos os taxistas deste bairro sabem onde fica a minha loja. - D faz um meio sorriso enquanto pega uma caneta tinteiro da marca Montblanc num suporte da mesinha.

- Em que horário posso encontrá-lo? - Naru está visivelmente interessada e procura ver a sua disponibilidade de tempo para visitar a pet shop novamente.

- Normalmente esta loja abre por volta das Onze da manhã, e o expediente vai até as Oito da noite, de segunda a sábado. - Responde D sem pestanejar.

- Abre as onze da manhã? - Naru fica algo incomodada ao perceber o horário nada convencional.

- Normalmente tenho o costume de acordar tarde e ainda tenho que dar de comer e alimentar todos meus animais antes que a loja abra.

- Entendo...

O sinal de uma buzina se faz ouvir. O táxi chamado pelo Conde D chega no horário em ponto e ele faz questão de acompanhar Naru até a saída da loja.

- Foi um prazer te conhecer, senhorita Naru. Venha mais vezes, a nossa casa está à sua disposição. - Responde D abrindo a porta de trás do táxi para que Naru pudesse entrar.

- Muito obrigado por tudo, senhor Conde... Nunca vou esquecer a ajuda que me deu... - Responde Naru, agradecida pela gentileza do proprietário da loja de animais, evidenciando que a impressão negativa do início foi logo desfeita.

O taxista Wang - um simpático chinês de meia idade, velho conhecido do conde - pergunta à Naru o seu endereço.

A jovem indica o nome de uma rua num bairro residencial de classe média e as referências para se chegar lá.

Antes que o táxi parta, Naru ainda tem tempo de se despedir de D e seu estranho bichinho, acenando pela janela do veículo. D faz uma reverência e em seguida, volta para o interior de sua loja, acompanhado de Q-chan.