CAP III – ANÃ BRANCA
- Mestre!
Eu estava confuso...assustado e confuso, pra dizer a verdade. Deixei a
caixa da armadura no chão do salão e ainda buscava alguma possível reação
de Miro atrás de mim...mas ao olhar...ele realmente havia ido embora. E
ao entrar no Templo, ele, Cavaleiro de Aquário, não tinha me respondido
ainda...
- Kamus?
Ele estava de costas, as mãos apoiadas na estante...respirava com
dificuldade, provavelmente tentando se controlar...e cada vez mais eu me
perguntava o porque...Eu mesmo tentava voltar ao meu normal, pois não
havia sido tarefa fácil subir aquelas escadarias em tal velocidade. E de
uma forma mais calma eu consegui lhe perguntar:
- O que aconteceu?
- Anuska voltou.
Foi súbito...resposta direta que eu não esperava. Tanto que, no momento,
me perguntei de quem ele estava falando. E foi então que percebi...me dei
conta de absolutamente tudo o que ocorrera...não consegui esconder minha
surpresa:
- Anuska Kornikova?! Anuska está na Grécia?!
Senti meus olhos brilharem marejados com boas lembranças daquela minha
"irmã mais velha" que foi seguir um sonho a tantos anos atrás....Porém,
vi meu mestre contrair os ombros àquele nome....claro...obviamente eu era
novo demais na época para entender...e, hoje, depois de passar por algo
semelhante percebi quanta dor ele não estava sentindo...Senti que era o
momento de uma boa conversa:
- Mas...o que ela veio fazer aqui?
Ele se virou pra mim, o rosto ainda um pouco vermelho devido as emoções
que sentira...e me entregou uma revista, não pude deixar de
sorrir...abertamente, minhas memórias dela vinham a tona...tão boas! E eu
sei que era por esse mesmo motivo que ele se encontrava daquele
modo...porque as lembranças...eram boas! Acabei por falar:
- E não é que ela conseguiu mesmo? Como está linda aqui na foto, não?
- Ela sempre foi linda.
Ele olhou para mim e eu sorri...nos olhos dele, de repente, eu consegui
enxergar aquele brilho de antes...de antes dela ir embora. Ele ficou em
silêncio e foi pegar dois copos de água...e eu soube que era pra eu me
sentar...sim, uma boa conversa...não entre mestre e pupilo...entre dois
amigos.
- Ela está trabalhando em Atenas, perto da Acrópole...
- Então ela veio aqui?
Percebi que minha pergunta o deixou incomodado e tímido...ora, era
natural, pela agitação de meu mestre, que ela aparecera de surpresa!
- Sim, ela veio...
Ele respirou fundo com o copo de água nas mãos...
- E vi que foram 10 anos na escuridão, Hiyoga....
Ele olhou pra mim...e não pude acreditar que Kamus de Aquário se abria
comigo:
- Porque ela é minha luz...
Ele colocou uma das mãos na cabeça, nunca havia visto meu mestre
assim...não! Já havia visto sim...uma vez...única vez...
- Kamus...
Observei-o por um momento antes de continuar:
- Não está pensando em deixar ela ir embora de novo, está?
Talvez ele não saiba, mas eu percebi que ele chorava. Mesmo que as
lágrimas dele congelassem antes de escorrer...suspirei e disse-lhe com
firmeza, pois que eu passara por situação semelhante a alguns anos atrás:
- Esses são tempos de paz, Kamus...não se pode ter medo de amar.
Coloquei o copo sobre a mesa ao lado e continuei...impossível não lembrar
de como ele mesmo me ensinara aquela lição...e agora era ele quem
precisava ouvi-la:
- E não me diga nada sobre pontos fracos...pois para mim, estes são os mais fortes.
Ele passou a mão na cabeça e fechou os olhos, eu não precisaria dizer
mais nada para faze-lo enxergar...a dor que ele sentia era suficiente
para que soubesse que aquela chance era única. E então, ele começou a
falar...e eu não soube o que fazer a não ser ouvir seu desabafo...com
certeza nunca contara a ninguém...o que realmente havia acontecido entre
eles...Kamus de Aquário e Anuska Kornikova:
- Eu a conheci dois anos antes de você e Isaak chegarem a Sibéria. Não consegui não me apaixonar...foi algo completamente inevitável...
Me acomodei no sofá...ele levantou o rosto e sorrimos:
- Soube por ela, tempo depois, que...foi uma sensação mútua! Mesmo assim, nosso primeiro contato físico demorou para acontecer...
Não pude deixar aquela oportunidade de lançar um comentário escapar:
- O primeiro beijo você quer dizer?
Ele riu sem jeito...
- Sim, o primeiro beijo...
E eu esperei por mais...e ele me satisfez com suas palavras...seria uma
tarde longa:
- Foi natural, como só o amor pode ser...demorou um pouco pois ambos éramos muito tímidos...e...o pai dela ainda estava vivo.
Não pude deixar de rir daquela observação e meu amigo riu junto
comigo...e por mais que pareça estranho dizer isso...naquele momento
"quebrou-se o gelo" e os detalhes começaram a surgir...de uma triste
história...de um homem cheio de dúvidas e incertezas...que eu mal
conhecia...
(...)
- Porque não podemos assumir o que sentimos?
Me aproximei mais que das outras vezes...ela me lembra minha terra
natal...perfumada, exótica, romântica...pude sentir a respiração dela
próxima a mim...
- Eu não sei, Kamyu...
Foi a primeira das muitas vezes que ela me chamou assim...e eu sorri,
segurando seu queixo fazendo-a olhar para mim...e eu me perdi
completamente naqueles olhos:
- O que sei é que estou cansada de esconder o que sinto...
Respiramos o mesmo ar e eu a puxei até mim delicadamente pela cintura...
- O que quero...
(...)
- Durante aqueles dois anos que se seguiram, aprendemos muito...pois passamos por diversas situações difíceis.
Ele não conseguia conter aquele meio sorriso que lhe escapada, no
rosto...estava tão imerso em lembranças que era meramente impossível
interrompe-lo:
- A morte do pai dela na Tempestade de Diamante foi algo que, creio eu, ela jamais irá superar...e, eu aprendi, com isso, o que sentimentos são capazes de fazer.
Eu entendia o que ele queria dizer...porque Eiri fizera o mesmo comigo.
Algum tempo permaneceu alheio e, recordo que eu também fiquei a
pensar...em como era a vida...depois que aprendemos a sentir...
- O fato é que ficamos ainda mais unidos. E então...vocês chegaram.
Ambos olhávamos para o vazio, mas àquelas palavras sorrimos abertamente e
percebi que a cada minuto ele se soltava mais...
- Claro que Anuska adorou a idéia...sempre gostou de crianças! Mas infelizmente eu...tive que conversar com ela porque...
- Nós não éramos crianças comuns e precisávamos de disciplina...
Revirei os olhos e ele riu...
- Eu me lembro disso!
E antes que ele pudesse dizer algo:
- Mas mesmo assim toda a semana a gente acabava indo na casa de Alexia para tomar aquelas sopas deliciosas e brincar com Anuska!
(risos)
- E o pior de tudo: eu deixava! Também por ser o único momento em que podia ficar com ela...na época... se Shion soubesse...
Mais risos...e meu lado emotivo, como sempre, vinha a tona...meus olhos
mareavam...eu me lembrava dela com tanto carinho...mesmo carinho esse que
sinto por meu mestre...afinal...ela também fez parte do meu
treinamento...me ensinando coisas tão boas...ajudou a criar o
caráter...meu e de Isaak...também era nossa mestra de certa forma...e
senti que ele pensava o mesmo:
- Ela amava vocês, Hyoga...e ainda ama, com certeza. Você e Isaak foram importantíssimos na recuperação dela.
Ele olhou para mim e colocou a mão sobre meu ombro por um isntante...
- E porque não dizer da minha também...
Mas tão logo disse isso, voltou a posição anterior...séria e
compenetrada...porém livre de barreiras...e assim eu pude perceber,
então, que foi a partir daquele ano que tudo mudou...
- Foi como se o destino brincasse conosco...o sonho dela...o meu sonho...
Talvez minha expressão tenha demonstrado exatamente o que eu sentia:
dúvida.
- A carta da agência que ela tanto esperou chegou dois dias após a carta do Santuário.
Ele abaixou o rosto...mas porque a dor e o peso de tudo eram muito
grandes...não porque queria esconder as lagrimas...todos nós sabíamos da
vontade dela de se tornar uma modelo...
- Eu não soube o que fazer, Hyoga...a única coisa em que pensei foi proteger a vida dela...protege-la de todo o mal que poderia vir da minha posição como Cavaleiro de Ouro.
Ele levantou o rosto e enxugou-o com as costas da mão...sem olhar para
mim:
- Mas meu erro não foi esse...
O silencio pairou apenas um instante:
- Eu não falei a ela. Não...expliquei porque e também não...pedi para que ela ficasse.
Levantou-se subitamente e me surpreendi ao vê-lo pegar duas taças e nos
servir de vinho tinto gelado...estava tremulo, não sei desde quando, pois
só percebi naquele momento...e ele continuou a falar:
- Depois disso o distanciamento foi inevitável...e depois de um ano e meio com aquela dor horrível crescendo a cada dia...
Ele sorveu todo o vinho da taça de uma só vez e fiquei atento...Kamus
começava a se agitar demais...olhou fixamente para um ponto...para o
nada:
- Chegou a hora que ela...teve que ir.
Uma pausa longa...ele respirou fundo...como se o ar doesse pra sair...
- Mon Dieu...para a França...porque para a França?
As últimas palavras murmuradas, como para ele próprio...e eu em choque.
Não podia deixar de concordar com ele...o destino brincara...e o
sofrimento foi tamanho que nenhum deles pôde fazer nada, porque não
tinham forças para tal.
Kamus respirava com dificuldade e tentou se distrair colocando mais vinho
em sua taça...eu estava com a cabeça baixa, mas prestava atenção a cada
movimento de meu mestre...ele rodava a taça entre os dedos próximo ao
rosto...sentindo o perfume da bebida...pensando muito...antes de voltar a
falar:
- Lembro-me daquele último dia...de nossa primeira e última...noite.
(...)
Dor...era muita dor...na verdade, amor em seu sentido mais puro: renúncia
e sacrifício. Num instante em meus braços...no próximo segundo?...
Desperto olhando ao redor...ela terminava de se vestir...não consegui
dizer absolutamente nada. Estava completamente imobilizado...não podia
deixa-la partir..não podia faze-la desistir de seu sonho...não podia
ignorar o meu legado...não podia renunciar o Santuário...nos matariam...a
matariam! Não! Fechei os olhos...senti o ar parado...ela estava de costas
em frente a porta...não se movia, mas chorava:
- Noblié pas, Kamyu...
Meu coração pareceu parar...
- Jé t´aime...
E saiu pela porta...junto com toda minha alma. E eu deixei ela ir...
(...)
- E então...ela aparece 10 anos depois...
Eu entendia o que ele queria dizer...podia ver o sofrimento
dele..mas...aquela frase, era a minha deixa:
- Em tempos de paz...quando sua vida e a dela já se resolveram...quando seus caminhos se cruzam novamente...
Ele se volta para mim e dou um sorriso...
- Para que vocês possam moldar seus destinos, Kamus.
- Parece simples, mas...
- É simples, basta você querer...e acho que entendo agora porque o Miro estava aqui.
Os olhos de meu mestre afinam perante a menção daquele nome...e dou um
sorriso divertido.
- Qual a chance que você perdeu, Kamus?
Eu nunca o havia visto envergonhado...mas subitamente o vi vermelho! E
consegui tomar um gole do delicioso vinho pela primeira vez.
- Eu ainda não perdi.
Levantei as sombrancelhas...ele se virou para mim após enxer a taça com
vinho gelado novamente...falava com convicção. Sorrimos e fizemos um
brinde...acho que ele entendeu o sentido de tudo...da briga com Miro...da
nossa conversa...
- Ela convidou a todos para uma sessão de fotos amanhã nas Ruínas e para um desfile na Acrópole, no sábado.
- Não acredito que você cogitou a idéia de NÃO ir!!! Você deveria é ir sozinho! Porque com essas fotos aqui, dá pra se imaginar como vai ser o desfile!
Eu pegara a revista novamente, em uma pagina que Anuska estava com um
levíssimo vestido de alças negro...Kamus riu um tanto sem graça, um tanto
divertido.
Conversamos mais um pouco...e mais que isso ainda. Ele me contou além
dessas coisas sobre o relacionamento dele com Anuska e pude conhecer
muito mais de meu amigo e mestre.
E em meio a isso eu contei o verdadeiro motivo de minha passagem pela
Grécia:
- Não acredito!
Kamus não se cabia de felicidade...e...em parte eu não esperava aquela
reação...eu? Bem...eu sorria feito um bobo.
- Pai, Hyoga?!
Cocei a cabeça...
- É uma das coisas que Deus nos pede, não é? Crescei e multiplicai-vos!!!
Brinquei muito sem jeito com tudo...mas mais feliz que nunca!
- Eiri não veio porque ficamos com receio dessa viajem tão longa. Como prometi ser breve, ela permaneceu no Japão com os outros!
- Parabéns!!!
Via nos olhos dele que era a única palavra que conseguia formular...mas
que poderia dizer muito mais. Por fim me deu um abraço...
- Quero te fazer um pedido, mestre.
Minha voz embargou...droga...acho que entreguei o jogo...
- Aceita ser padrinho de meu filho?
Provavelmente não foi nenhuma surpresa...ele sorriu:
- Que pergunta, pupilo!
Me deu um esfrega na cabeça (torcendo para que meu filho seja mais alto
que ele) e ficou sério:
- Será uma honra para mim.
Foram no total 2 garrafas de vinho em meio ao simples almoço...e mais
alguns goles da Vodka que eu trouxera da última passagem pela Sibéria...
E a noite foi vindo depressa num dia tão turbulento...logo que as
primeiras estrelas apareceram, ajeitei minhas coisas...coloquei minha
armadura nas costas e, em meio a palavras, fui me dirigindo a saída do
Templo de Aquário...até que:
- Hyoga?...você não...vai se hospedar aqui?
- Ah, me esqueci de dizer! Antes de subir me encontrei com Marin e...
Sorri sem jeito passando a mão no cabelo...
- Bem...ela me intimou a ficar lá na casa dela porque... queria saber como o irmão desnaturado estava e se o sobrinho era parecido com ele...
Kamus tentava ficar sério mas não conseguia.
- E você aceitou.
Resolvi pagar na mesma moeda, porque ele estava tirando uma com a minha
cara...
- Claaaro! Releve...
Olhei para ele cínico:
- Ela cozinha bem melhor que você!
Fiquei esperando o 0o. absoluto passar por mim...mas longe disso, ouvi
uma sonora gargalhada:
- Você não tem jeito mesmo, Hyoga! Ao menos Aioria está sabendo disso?
Fui andando e comecei a descer as escadas dando de ombros...
- Não sei!
Pude perceber o espanto divertido de meu mestre:
- Como assim não sabe? (risos) Você não tem amor a vida, pupilo insolente?
Quem riu desse comentário fui eu...mas deixei passar olhando de relance
para trás:
- E sua esposa?
Ele perguntou mais uma vez me provocando e eu lhe respondi...tão
somente...com um sorriso cheio de saudade de minha amada...
- Vai ficar com inveja...ela adora comida grega!
Ele simplesmente sorriu, balançando a cabeça em negativa...e com voz mais
séria completou...antes que eu sumisse na curva para Capricórnio:
- Chame Marin e me espere no Coliseu pela manhã...Anuska irá gostar de revê- lo.
Respirei aliviado e estendi o braço num aceno, demonstrando
aprovação...fiquei feliz por meu mestre...amar é uma sensação muito
boa...
A cabeça dele doía...e entrou no Templo, finalmente mais tranqüilo...a
noite, para ele, terminara bem.
...
Enquanto isso na Sala de Justiça..." ou melhor...na Casa de Peixes:
- Será que esse dois nunca param de falar??? Eu quero voltar para os meus afazeres!!!
Shaka estava no mínimo agitado...
- Depois de tudo o que planejamos vem um loiro e resolve...como pode isso? (Shura)
- Que você tem contra loiros? (Shaka)
Acho que era de mim que eles estavam falando...
- Ah, mas foi melhor assim...não teremos trabalho pra convencer o Kamus a ir no desfile! (Saga)
- Você fala isso porque sua casa está a alguns metros de distância daqui...mas e o trabalho de FICAR AQUI O DIA TODO??? Não conta???
Não disse que ele estava agitado...creio que todos descobriram porque ele
tem que fazer a série de meditações diárias...Aioros sorriu e colocou a
mão sobre o ombro de Shaka fazendo-o levantar e caminhar para casa,
enfim. Todos foram saindo de Peixes em silêncio, para não fazer Kamus
perceber (ou melhor, lembrar) que eles estavam até agora discutindo sobre
os problemas dele...cansados foram dormir...pois o dia seguinte, com
certeza, iria ser tão longo quando esse.
Só Afrodite ficou mais um tempo acordado...olhando com prazer a moldura
que fizera para conservar o convite tão precioso...
- Ai ai...vou ver a Anuska amanhãã!!! Láláááá...
E cantarolando foi escolher sua roupa para o dia seguinte...
...
Miro? Voltemos um pouco no tempo...para a tarde ensolarada...
- Ai!!!
Escorpião estava sentado numa cadeira na cozinha de sua casa e Áries
passava um pouco de remédio onde Kamus atingira Miro...Mu viera
imediatamente atrás de mim e resolvera sabiamente não interferir em minha
conversa com meu mestre...
- Você é bom em cuidar de armaduras...E S", né, Mu?
- Pelo menos eu tenho bom coração...
Miro ficou olhando para o amigo até que Áries colocou sem dó o algodão
com álcool no canto cortado de sua boca...fez uma imensa careta enquanto
Mu completava entredentes:
- ...e muita paciência! Porque além de vir cuidar de um idiota, sou obrigado a ouvir isso!!
...
- Ma?
- Aqui, Aioria!
- Você não sabe o que aconteceu hoje...
- Sobre Kamus e Anuska?
Eu realmente gostaria de ter visto a cara dele... É...mas como você?...Hyoga?!
Dei uma risadinha sem graça e cínica...sim, eu sei, fiquei de
castiçal...mas meu mestre precisava ficar sozinho...pois só assim o dia
seguinte ia ser...como foi.
CONTINUA...
N/A: FINALMENTEEEEE!!! Ufa...esse capitulo demorou mas saiu...estou
entrando em época de provas e agora nem sei ao certo qdo o IV
vem...hehehehe...mas ele vem...e vai ser um pouco melhor q
esse...espero...(não gostei muito desse...foi feito meio sem inspiração)
Obrigada a todos pelas reviews! Mari Marin...foi numa aula de
citogenética mesmo!!! Pelo menos a maioria desse cap....hehehe valeu
pelas reviews!
Sobre o título – Anã Branca é outra fase da vida de uma estrela...é o que
ela se torna depois da gigante vermelha, se possuir tamanho até 2,4
massas de sol. Ainda possui brilho.
Frases em francês (me corrijam se eu estiver errada, pq eu posso
estar...como eu disse, foi meio na pressa e não tive tempo de verificar a
ortografia correta ok?)
Nóblie pás : Nunca esqueça Je t´aime – eu te amo...(essa é clássica, acho que nem precisava de tradução mas...)
