Belo Adormecido – Um conto de fadas ao estilo Gundam
Avisos:- Paródia, deturpação de um conto-de-fada, fic em terceira pessoa, humor descarado beirando o bizarro .", lime e fluffy.
Casais:-1x2x1, 3x4
Spoilers:- Nem unzinho sequer .", a não ser que você considere o uso de Gundams como um spoiler...
Disclaimer:- Ontem,eu tive um sonho no qual eu via o Wall Disney dentro de um esquife de gelo. Eu lia minha história diante do bloco gelado e de repente ele acordava gritando que iria me processar por danos morais...portanto, por mais que eu queira, eu ainda não sou dona dos direitos de "A Bela Adormecida" e nem dos Garotos Gundam ou outros personagens relacionados a série. Isso aqui é um trabalho de ficção sem fins lucrativos (infelizmente TT)
Quanto ao fic:- Por favor, ao ler esse fic mantenha em mente o tempo todo que trata-se de uma paródia ok? Ou seja, coisas supostamente "fora do lugar" são para ser assim mesmo .". Este fic é minha primeira tentativa na narrativa em terceira pessoa , e vai ser consideravelmente mais curto que todos os meus outros fics, por ser mais simples também. Ah, e por favor, não peçam um lemon deste fic, por que deste não vai sair! Isso iria estragar o final do conto-de-fadas e...ah, eu já fiz coisas o suficiente com ele. Mas eu lhes darei belos limes e cenas fluffys para compensar tá bem? ."
Agradecimentos a Lien Li por ser uma beta na velocidade da luz e pelos ótimos comentários
Ao ouvir o que o Rei Zechs de Peacecraft havia dito a respeito de seu filho e juntando as peças do quebra-cabeça, Wufei chegou a uma conclusão estarrecedora.
O homem que Duo havia conhecido naquela tarde e o jovem príncipe com quem ele teria de casar-se eram a mesma pessoa, o príncipe Heero de Peacecraft.
Talvez ainda houvesse esperanças para remediar aquela terrível situação, se ele e seus companheiros agissem com velocidade.
Wufei voou na direção de Trowa e Quatre, e simplesmente ordenou que ambos o seguissem para a cabana aonde moravam, no meio da floresta.
'Venham comigo, rápido! Não há tempo para explicar agora, eu conto tudo no caminho.', a fada vermelha exclamou, enquanto voava a toda velocidade, sendo seguida de perto pelas fadas verde e azul.
Indiferente em relação as comemorações do Reino e completamente absorto em pensamentos pessoais infinitamente mais agradáveis, um jovem cavalgava pela floresta através da noite com um único objetivo em mente: chegar a uma cabana no meio desta, lugar aonde ele finalmente poderia ver seu amado novamente.
Encontrando o local com facilidade, Heero parou em frente a pequena casa e desceu de seu cavalo.
'Deseje-me sorte J', ele falou para o animal, passando-lhe a mão carinhosamente pela crista cinzenta, sinalizando para que este ficasse parado em seu lugar.
O cavalo relinchou alegremente em resposta.
Heero aproximou-se da porta da cabana e bateu suavemente na porta, esperando por uma resposta. Uma voz estridente lhe respondeu, 'Entre', e apesar de achar a voz extremamente estranha – para não dizer desagradável – Heero pensou rapidamente que talvez Duo morasse com alguma tia velha ou coisa parecida.
Decidindo que esse era apenas mais um bom motivo para tirá-lo dali e levá-lo consigo para seu castelo, o jovem entrou na pequena casa.
Uma vez dentro, Heero percebeu que o local estava completamente escuro e silencioso. Repentinamente, o barulho da porta fechando sozinha atrás de si fez com que ele instintivamente se virasse naquela direção, e antes que ele fosse capaz de perceber ou ter qualquer tipo de reação, dezenas de pequenas e estranhas criaturas rosas felpudas haviam cercado-o, prendendo-o efetivamente com cordas por todos os lados.
Tudo o que o jovem príncipe teve tempo de pensar foi que, por serem rosas e felpudas, as criaturas eram extremamente fortes.
Seus pensamentos porém, foram interrompidos pela figura apavorante que emergiu das sombras do cômodo bem a sua frente. Heero via-se agora face a face com uma mulher loira, roupas extravagantes voando a seu redor, um pavoroso corvo amarelo pousado sobre seu ombro, e uma vela em mãos.
Ela aproximou-se dele com a vela, em um movimento examinador, e então riu longamente. Heero reconheceu imediatamente a fonte da voz estridente que havia ouvido apenas alguns minutos atrás.
'Ora, ora, ora...', a aberração rosa começou a falar, 'eu coloco a armadilha para um camponês, e capturo um príncipe. Deve ser meu dia de sorte...'
Heero moveu-se bruscamente contra as cordas tentando soltar-se, apenas para descobrir que estas estavam muito bem amarradas, imobilizando-o completamente.
'Não lute contra isso, príncipe Heero. Eu tenho planos muito interessantes que envolvem a sua participação', a bruxa falou, roçando suavemente a cabeça de seu corvo. Ela então virou-se para as criaturas que seguravam as cordas que prendiam o jovem. 'Levem-no daqui!', ela ordenou.
Antes que Heero pudesse protestar, um lenço foi preso em sua boca, prevenindo sua fala. E assim,ele foi lentamente sendo arrastado para fora.
' Mas gentilmente, com jeito. Eu tenho planos para nosso real hóspede...' [1], Relena falou, enquanto acompanhava sua estranha corja de criaturas.
Em pouco tempo as fadas
chegaram a floresta, e durante sua jornada até o local, Wufei tratou de
informar seus companheiros sobre a conversa que ele havia presenciado entre os
dois reis, e sobre a possibilidade, mais do que óbvia, de que Heero agora
estaria em sua cabana, a procura de Duo.
Concordando com as afirmações da fada vermelha, os outros dois jovens o acompanharam com a maior rapidez possível, e logo, estavam em frente a sua própria casa. Eles retornaram então a suas estaturas normais.
Quatre tomou a liderança e entrou na cabana com grande estardalhaço, sendo seguido pelas outras duas fadas.
Tudo o que eles encontraram foi um cômodo escuro. E estranhos pedaços de corda jogados pelo chão do local.
'O que aconteceu aqui?', Wufei exclamou ao ver o estado da casa.
'Oh Meu Deus! Será que Heero veio até aqui e ao encontrar a casa vazia simplesmente retirou-se?', Quatre respondeu com uma segunda pergunta, colocando as duas mãos sobre o peito em um sinal claro de preocupação.
'Hmpt. Príncipes...desistem de tudo tão facilmente...', a fada vermelha exclamou, com uma ponta clara de irritação em seu tom de voz.
'Não, Wufei', a fada azul interveio, 'O príncipe Heero não deve ser assim, alguma coisa deve ter acontecido...'.
'Sim, aconteceu.' a conversa entre as duas fadas foi interrompida pela voz de Trowa, vinda do lado de fora da cabana. Ele estava no pequeno jardim em frente a casa, e tinha a seu lado um cavalo cinza, com estranhas ferraduras de metal.
'Este cavalo, chegou aqui com o príncipe de Peacecraft', a fada verde exclamou.
'Como você sabe?', Wufei exclamou, chocado com a noção de que Trowa e o cavalo estivessem "papeando", enquanto ele e Quatre estiveram dentro da casa.
'Trowa...', Quatre falou por sua vez, olhos brilhando em fascinação diante da possível habilidade de seu amante, 'você consegue conversar com os animais?'
'Não exatamente...', a fada verde respondeu, deixando que suas mãos deslizassem de seu local na face do cavalo para sua cela, aonde um podia-se ler em um brasão: Propriedade do Príncipe Heero de Peacecraft.
Os dois jovens entreolharam-se por um momento com expressões de resignação, e em seguida, lembraram-se, ao mesmo tempo, do real problema em mãos, e da possível resposta para as pistas que viam a sua frente. Chegando a mesma conclusão, as fadas azul e vermelha exclamaram em união, 'Relena!'
Lembrando-se então de um detalhe, Quatre olhou para seus dois companheiros, preocupação clara em seus olhos azuis.
'Mas Relena...ela está no lado obscuro do reino...não podemos...', ele exclamou, sem ter de terminar a frase para esclarecer o que aquilo implicava.
'Sim, nós podemos!', a fada vermelha respondeu, em um tom que não deixava espaço para qualquer tipo de discussão.
Quatre olhou para Wufei buscando naquela face a certeza e determinação que seriam necessárias caso eles realmente levassem essa idéia adiante. Encontrando ali tudo o que havia procurado, ele instintivamente virou-se para Trowa, vendo nos olhos verdes de seu amante a mesma coisa.
As três fadas então deram curtos acenos com suas cabeças, e colocaram-se rapidamente em vôo no caminho para o lado obscuro do Reino, o local aonde encontrava-se o castelo da bruxa Relena.
Antes de partirem porém, Trowa segurou Quatre por um momento breve, e lhe disse em segredo, para que apenas o loiro ouvisse sua confissão. 'Mas você sabe que eu posso falar com leões, certo?'[2], ele falou.
Quatre deu um pequeno sorriso. 'Sim, eu sei', ele respondeu, dando um pequeno beijo, extremamente breve, na fada verde. 'Agora vamos'.
E com isso, as três fadas novamente voaram a toda a velocidade na direção do que eles esperavam que fosse a salvação do príncipe adormecido de Oz.
Quando os jovens alcançaram uma região coberta por escuridão, sujeira, e estranhos gases cor de rosa, que inundavam o ar de forma estranha e desagradável, os três instintivamente partiram para a tarefa de reconhecer o ambiente a sua volta e checar pela presença de possíveis inimigos.
Em um espaço curto de tempo, os três haviam alcançado as portas do castelo da bruxa, e como eles haviam antecipado, estranhas criaturas rosa e aparentemente felpudas andavam de um lado para o outro do portão, verificando a presença de intrusos.
As fadas entreolharam-se, e em entendimento mútuo, moveram suas varinhas sobre suas cabeças voltando a tomar uma estatura minúscula, da forma que haviam feito anteriormente, para lançar o feitiço do sono sobre o reino.
Com isso, as três dirigiram-se rapidamente pelas frestas no portão, adentrando o castelo com sucesso e sem serem vistos.
Continuaram a voar, seguindo um amontoado de vozes, esperando que estas os levassem para o local aonde Heero encontrava-se, ou, pelo menos, para um lugar aonde eles pudessem recolher pistas sobre a localização do príncipe dentro do enorme castelo.
Enquanto voavam através de frestas e sombras, Wufei deu um repentino suspiro de frustração.
'O que foi?', Quatre perguntou, sem nunca parar de voar na direção das vozes, e sendo acompanhado por seus companheiros.
'Eu estava apenas pensando que isso tudo seria mais fácil se ainda tivéssemos nossos Gundams conosco ', a fada vermelha respondeu.
Quatre, sentindo que um provável discurso estava a caminho, suspirou. 'Mas nós não temos. Não adianta chorar pelo Gundam detonado, Wufei.' , falou a fada azul, em um tom que ele esperava que não deixasse espaço para mais discussão.
'Oh, Nataku, se ao menos você...', Wufei começou, distraidamente adorando seu falecido Gundam, e sendo interrompido bruscamente pela mão de Trowa em sua boca.
Pronto para protestar, a fada vermelha abriu a boca, mas então viu Trowa fazendo um sinal para que ele se calasse, e em seguida apontou para um janela da onde um estranho brilho emanava, logo a sua frente. Silenciosamente e com cuidado, os três rapazes foram na direção do brilho.
A janela dava vista para um enorme salão. No meio dele, havia uma estranha fogueira com chamas cor-de-rosa, em volta da qual uma verdadeira legião das pavorosas criaturas felpudas dançava e pulava freneticamente, sem controle e sem razão aparente.
Em um ponto mais alto da mesma sala, encontrava-se Relena, sentada em uma cadeira, enquanto acariciava periodicamente a cabeça do pavoroso corvo amarelo pousado sobre seu ombro.
'Hmmm...Dorothy, é uma pena que o príncipe Heero não esteja aqui para presenciar essa incrível celebração.', a bruxa falou, virando-se para o corvo. 'Vamos fazer-lhe uma visitinha, para lhe mostrar o quão maravilhosa e propícia é sua estadia em meu castelo.'
Com isso, a bruxa levantou de sua cadeira, apoiando-se em um longo cajado com uma brilhante bola rosa na ponta. O corvo levantou de seu ombro, e passou a acompanhá-la voando a seu lado. Quatre, quando viu as sobrancelhas do corvo, suprimiu um calafrio repentino, em seguida dando o sinal para seus companheiros, para que seguissem a figura de Relena.
A bruxa desceu por uma longa escadaria escura, e em pouco tempo, elas terminaram em uma enorme porta de madeira.
Relena colocou uma mão dentro da manga de sua longa veste, e com um sorriso maléfico na direção de seu corvo, retirou uma pequena chave que colocou imediatamente na fechadura da porta. Rodando o objeto com firmeza, a porta abriu-se para revelar um calabouço.
Dentro do local, preso por correntes pelas mãos e pelos pés, encontrava-se o príncipe Heero.
'Ora, ora, príncipe Heero', Relena falou aproximando-se da figura do jovem rapaz, enquanto as três fadas assistiam a cena de uma pequena fresta na única janela do calabouço. 'Por que você está com essa cara? Você não vê que está cumprindo um papel extremamente importante em um lindo conto de fadas?'
O príncipe simplesmente ignorou as palavras da bruxa, mandando-lhe um olhar frio, que ele esperava que fosse o suficiente para fazer com que aquela figura sumisse o mais rápido possível de sua frente.
'Hmmm...não está convencido?', a garota exclamou diante do olhar de gelo que era direcionado para ela. 'Pois eu vou lhe mostrar. Olhe com muita atenção, meu querido Heero'.
Com essas palavras, Relena aproximou a bola de seu cajado do rosto de Heero, e o príncipe instintivamente afastou-se do horrível brilho rosa que o objeto emitia, cobrindo seus olhos na tentativa de fugir da presença da pavorosa cor.
Mas o brilho começou a dissipar-se dando vez a uma imagem que ia formando-se pouco a pouco no interior da bola, e quando Heero notou do que tratava-se a imagem, seus olhos grudaram-se ao objeto, diante da visão que ele mais desejava ver em toda a sua vida.
Era Duo. E ele estava deitado em uma gigantesca cama, dormindo pacificamente. Heero não pode evitar de pensar que dormindo, Duo era ainda mais encantador. Talvez não tanto quanto quando ele ficava nú e molhado, mas muito encantador de qualquer forma.
'Pois veja a cena que você possui diante dos seus olhos, príncipe Heero', a bruxa continuou, um pouco incomodada com a expressão do príncipe diante da imagem, tentando ignorá-la da melhor forma, 'Quem diria, que o seu querido camponês da floresta é ninguém mais ninguém menos do que o príncipe Duo de Oz.'
Diante da expressão clara de surpresa no rosto do jovem, Relena riu de forma alta e longa, e os vidros do castelo estremeceram. 'Mas de que importa isso agora?' , a garota continuou, 'Olhe para ele, Heero. Ele possui a luz do sol nos cabelos, lábios suaves e macios como a rosa.'
Heero continuava completamente hipnotizado pela figura de Duo na bola de cristal. Duo, príncipe de Oz, agora ele sabia. A voz da bruxa era um adicional desagradável e dispensável naquela cena, mas ele tinha de admitir que ela tinha razão em sua descrição das maravilhosas características do outro jovem.
'Olhe bem para essa imagem, príncipe. Observe enquanto Duo dorme tranqüilamente', Relena falou, chamando a atenção de Heero para si, 'Aproveite essa imagem o quanto você pode, porque ela vai durar PARA SEMPRE!', a garota terminou, com um semi-grito.
Heero levantou-se e lutou contra as correntes que o prendiam, tentando avançar na direção da bruxa, mas esta permaneceu imóvel diante do esforço do jovem.
'Você pode lutar e resistir o quanto quiser, meu querido', ela falou, estendendo um longo dedo na direção do queixo do príncipe, fazendo com que o rapaz movesse-se para atrás, escapando do toque. 'Lute, mas de nada vai adiantar. Eu manterei você preso aqui pelo tempo que considerar necessário.'
'Não!', Quatre gritou instintivamente de seu lugar escondido na janela, e foi rapidamente calado por seus dois outros companheiros, no momento em que o corvo da bruxa virou-se na direção do som inesperado.
Relena, então pareceu ter terminado seu discurso, e a atenção do corvo voltou-se novamente para sua dona.
'Mas não se preocupe, Heero', a garota loira falou, jogando seus cabelos para trás em um movimento brusco e dando as costas para o príncipe, enquanto retirava-se da sala, 'Eu encontrarei uma maneira para fazer o tempo passar mais rápido para você.'
E logo depois da bruxa deixar completamente o local, fechando a porta atrás de si e levando o corvo consigo, pode-se ouvir de dentro da cela sua voz ecoando pelos corredores enquanto esta dirigia-se escada acima. 'Dorothy, você se lembra aonde guardei minha roupa de couro cor-de-rosa?'
A pergunta fez com que Heero encolhe-se em um canto da sala, temendo pelo que poderia lhe acontecer.
Aproveitando a saída de Relena, as três fadas dirigiram-se para o meio do calabouço, recuperando seus tamanhos originais com rapidez.
Wufei foi o primeiro a aproximar-se do príncipe, imediatamente pegando um de seus braços e apontando sua varinha para as algemas e correntes que o prendiam as paredes do lugar.
'Não tema nada, príncipe Heero, não há tempo para explicar agora, mas em breve você saberá de tudo.', falou a fada vermelha lançando um feitiço nas algemas das mãos do príncipe para libertá-lo, ao mesmo tempo em que Trowa fazia o mesmo nas algemas dos pés, e Quatre livrava-se da fechadura da porta.
Heero teve apenas tempo de assimilar a presença das fadas, antes de ver-se completamente solto.
Ele olhou para os três jovens que o haviam libertado, e acenou com sua cabeça em um silencioso agradecimento, dirigindo-se em seguida para a porta do calabouço.
Antes que ele pudesse mover-se muito porém, um braço deteve-o.
'Leve isso com você.', Wufei falou, estendendo sua katana para o príncipe. 'Você provavelmente precisará de ajuda para enfrentar seja lá o que estiver por vir, e essa espada irá lhe ajudar. Maneje-a com justiça.'
Heero pegou a espada com cuidado, observando a lâmina com fascinação.
Em seguida, Trowa posicionou-se a sua frente, conjurando um escudo com sua varinha.
'Esse escudo é feito de gundanium', a fada verde explicou, estendendo o objeto protetor para o outro jovem, 'ele também irá lhe auxiliar em sua jornada. Boa sorte.'
Heero aceitou o escudo colocando-o em seu braço em seguida. Agora completamente equipado contra qualquer perigo que pudesse ameaçá-lo, ele só tinha um pensamento em mente: Salvar Duo!
Os quatro jovens abandonaram a terrível sala, parando em seguida no corredor da escadaria que havia levado-lhes até ali. 'Muito obrigado por tudo', o príncipe falou, fazendo uma curta reverência na direção das três fadas, que lhe reverenciaram em resposta.
Nesse momento eles foram interrompidos por um horrível som, e alarmados, olharam na direção de onde o som havia surgido, para ver que Dorothy, o corvo de Relena, havia descoberto sua fuga, e estava agora gralhando descontroladamente.
'Por aqui', Wufei falou, guiando as outras duas fadas e o príncipe por um outro corredor.
Enquanto isso, o corvo continuava a gralhar, fazendo com que um exército das horrendas criaturas cor de rosa, dirigissem-se ao calabouço, prontos para deter a fuga do príncipe.
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Fim do Capítulo 6
[1] Nya, essa frase é completamente original de 'A Bela Adormecida'. Malévola,
a bruxa, fala exatamente essas palavras para o príncipe Felipe, logo depois de
capturá-lo. Eu achei essa frase bacana, e a mantive no fic.
[2] Todo mundo sabe que o Trowa fala com leões certo? " Ele realmente faz isso em um dos primeiros capítulos da série, quando ele chega no circo e tal.
Bom, esse muito provavelmente foi o penúltimo capítulo de 'Belo Adormecido', portanto, para o próximo, fiquem ligados para todas as revelações que faltam e um final que eu espero que satisfaça a todos. Até mais /'
