Capítulo 17:

A POÇÃO PERCEPTIUS

Gina nunca se sentiu tão cansada. As aulas extras com Sianna estavam durando cada vez mais, a garota mal dormia. Agora, além dos exercícios de Visão e concentração, Gina estava aprendendo tudo o que uma sacerdotisa de Avalon aprende: feitiços, ervas, meditações, mitologias, crenças; mas também a fiar, tecer, ordenhar, arrumar palhas de telhado, ler e escrever em latim. Em Avalon, a vida era bem diferente de Hogwarts. Era como voltar a viver na Idade Média e, se ela quisesse conviver com as aprendizes de sacerdotisa, precisaria saber executar os trabalhos práticos da comunidade na Ilha do Dragão.

Sianna planejava levar a garota a Avalon assim que pudesse. Dizia que seria extremamente importante para seu desenvolvimento. Para a ruiva, seria uma experiência interessante, ela tinha curiosidade em conhecer o lugar com o qual ela já havia sonhado tantas vezes. Contudo, receava em deixar o mundo onde ela conhecia tudo, sabia o significado das ações e palavras. Quando a professora indagava se ela realmente estaria disposta a ir, Virgínia nunca dava uma resposta direta.

- Talvez eu vá até lá durante as férias, Srta. Lake.

E havia os NOM's. mesmo que fossem a sua prioridade número 72, Gina tinha que pensar na carreira pós-Hogwarts. O breve encontro com a Profa. McGonagall, diretora da Grifinória, foi pouco produtivo.

- Infelizmente, se a senhorita não consegue decidir entre ser medi-bruxa ou geógrafa, eu devo admitir que não posso ajudá-la, Srta. Weasley. – a professora concluiu. – E, pelo que fui informada, a senhorita tem outras possibilidades, não estou certa?

- Bem, sim, professora. – Gina corou. Sempre tivera uma vida reservada, porém, este ano parecia que ela tinha se tornado um livro aberto. – Embora eu ainda não tenha realmente me decidido.

- Não se preocupe, menina. – a mulher bateu na mão da garota, confortando. – Você saberá o caminho certo a seguir.

- Muito bem. Estamos quase acabando. – anunciou Alex em meados de abril. – Demorou uma eternidade, mas conseguimos, Linda.

Finalmente, a Poção Perceptius.

Depois de cobrirem o fundo do caldeirão com as pedras-de-serpente, deixando-as de molho na resina de eucalipto por um mês; acrescentar as setas-de-elfos, a artemísia e a beladona, Carlinhos tinha mandado o sangue de dragão. Precisaram mexer constantemente a mistura por horas, para que o sangue não coagulasse. Alex atirou-se exausto numa cadeira ao lado de Gina, vendo o líquido rosáceo borbulhar.

- Só faltam as mandrágoras. – ela observou.

- Agora vai cozinhar por horas... dias... meses...– ele virou-se para ela e ergueu uma sobrancelha. A ruiva riu.

- Ok, mas só um pouco! – advertiu, levantando-se. – Mas só porque você deixou de ir a Hogsmeade para me ajudar, Sr. Brandon. – pegou-o pela mão e caminhou para a sala vizinha.

Fazia uma ensolarada tarde de primavera. Alex tinha conseguido abrir algumas das janelas de vidro da Sala de Astronomia, de modo que a brisa quente da primavera e os sons dos pássaros entravam no ambiente. Gina respirou fundo quando entraram e caminhou para uma das janelas.

- É tudo tão perfeito. – exclamou, vendo as árvores carregadas de flores.

Sentiu as mãos de Alex envolvendo-a pela cintura e encostou-se a ele. Os lábios dele pousaram delicadamente na curva de seu pescoço.

- Você é perfeita. – murmurou no ouvido dela.

- Comporte-se, Brandon! – Gina ralhou, mas aconchegou-se mais no abraço do garoto.

Começaram tão naturalmente a namorar que a ruiva sequer se espantou. Tudo era tão mais fácil com ele por perto, a vida parecia mais alegre. Ela parecia mais viva.

Gina fechou os olhos e inspirou o perfume do garoto. Não precisava de Hogwarts, nem de Avalon, nem de Sianna ou Dumbledore. Queria apenas estar ali, existindo para ele e ele para ela.

Uma brisa quente balançou seus cabelos. Trouxe um cheiro diferente, de terra batida misturada a outra coisa. Ela franziu o nariz. Um cheiro doce e acre.

- Alex. – chamou, baixinho.

Silêncio.

- Alex?! – abriu os olhos e viu-se em outro lugar. Deu um giro em torno de si e viu que estava em cima de uma pedra, no meio do círculo de pedras que vira em outros sonhos.

Então ouviu gritos e correu na direção deles. Do alto do morro, presenciou o que parecia um exército avançando pela encosta, espadas curtas desembainhadas. Seu coração ficou pequeno ao imaginar o que – ou quem - estariam procurando.

Pessoas corriam, umas tentando sair do caminho dos soldados vestidos de togas romanas, outras levantando foices e enxadas para detê-los. E ela sabia que não adiantaria. Abriu a boca para gritar, mas não conseguiu. Nenhum som, nenhuma voz.

Ela correu ao redor do círculo. Certamente eles a encontrariam. Os gritos de agonia ficavam cada vez mais próximos. Então, ela correu em direção dos carvalhos do outro lado do morro. Era o certo a fazer. Eles não se atreveriam a invadir a Floresta Sagrada.

"E por que não? Conspurcaram o Tor. Devem terminar o serviço.", a vozinha inconveniente ponderou.

Enquanto ela corria, viu de repente raios luminosos passando pelo ar ao seu lado.

"Raios luminosos?!"

Não parou até alcançar as primeiras árvores. De lá, pôde espiar, mas sua confusão só aumentou.

Onde deveria estar o morro do qual acabara de descer, havia uma rua com dezenas de casas. Um dos letreiros saltou aos seus olhos e ela o reconheceu instantaneamente.

"O Três Vassouras!! Por Merlin, eles estão atacando Hogsmeade!!"

Ofegou, vendo centenas de estudantes correndo desesperados e raios vermelhos, azuis e verdes passando por eles.

- Você não pode passar! – uma voz conhecida gritou, fazendo os pêlos de Gina arrepiarem-se. Lá estava o garoto de cabelos pretos rebeldes, a varinha em punho, enfrentando um bruxo encapuzado. – Você não pode passar! – repetiu.

Gina viu que outro inimigo surgia atrás de Harry e tentou gritar.

"O que diabos aconteceu comigo?!"

Sem pensar, correu para alertá-lo. O garoto parecia não vê-la. Ela acenava com os braços, estava sem fôlego. Por que não chegava? Por que não conseguia alcançá-lo? Não havia mais ar. Ela precisava ajudar. O bruxo erguia a varinha. Não, por favor, saia daí... Rápido... Mais rápido... Ela arrastava-se de joelhos. Assistiu-o ser envolvido por uma luz vermelha. Estava chorando quando seu rosto bateu no chão.

- Virgínia! – Alex gritou, sacudindo-a. Ela ergueu-se de uma vez e desejou não ter feito isso. Uma dor fina passou por sua cabeça e ela vomitou.

- Eles... eles... eles... Hogsmeade... Harry...

- Respire, Virgínia, respire. – Alex comandou. Gina obedeceu e sentiu o ar rasgar suas entranhas. Tossiu. – Respire... Isso...

A garota agarrou as vestes de Alex.

- Eles... atacaram... Hogsmeade... Harry...

- Tem certeza que é por aqui? – ela cochichou, olhando desconfiada para os lados enquanto vigiava a porta do castelo.

- Claro que sim. – ele respondeu, impaciente. Era a quarta vez que ela perguntava isso. – Só precisamos ter paciência.

- Não temos muito tempo para sermos pacientes, Alex. – Gina retrucou, de mau-humor. – Podem dar pela nossa falta.

- É simplesmente uma estupidez o que estão fazendo. – o loiro comentou, parando para verificar o campo adiante.

Eles caminhavam rápido pelos jardins de Hogwarts, decididos a levar aquilo até o fim.

- Ainda bem que os NOM's existem.

- E você deveria estar lá dentro, prestando os exames.

- Isso é mais importante. Além do mais, eu não sou culpada por terem me proibido de continuar com a poção. – ele parou e virou-se para ela, sério.

- Eu tenho medo, Gina. Você não viu como eu a vi naquele dia. Dumbledore está certo em adiar.

- Você já pensou que aquele ataque poderia ter sido evitado? Que vários ataques poderiam ter sido evitados se eu não fosse tão relapsa?

- Virgínia,...

- Se você vai me recriminar, pode parar agora. Deixe que eu levo o caldeirão.

Ele apenas sorriu e voltou a se ocupar com o caldeirão que flutuava a sua frente.

Levou um mês para que conseguissem preparar novamente a poção. Depois da Visão de Gina na Sala de Astronomia, Dumbledore a proibiu de continuar com a pesquisa, insistindo que ela deveria tomar mais aulas com Sianna antes de desenvolver melhor seu Dom. O diretor ficou impressionado com o sentimento de culpa da garota por não ter previsto o ataque a Hogsmeade. Ver Harry sendo atacado covardemente pelas costas só tornou tudo pior.

O fato é que os Comensais não causaram maiores danos. Havia bruxos adultos suficientes para impedir que algum aluno morresse. A maioria ficou muito machucada, mas todos se recuperaram após uma temporada na ala hospitalar.

Isso não tirou de Gina a determinação de aprofundar-se em suas previsões. Ela passou a treinar cada hora do dia.

- Vou contar, Gina. – ameaçou Alex, o único que tinha permissão para acompanhá-la. – Você deve seguir as recomendações dos professores.

- Não está acontecendo nada de mais. – ela replicou, impetuosamente.

- Não? O que são essas olheiras? E as dores de cabeça? Todos os dias você tem dores de cabeça, Virgínia! O que está tentando fazer? Se matar?

Ela suspirou e tocou o rosto raivoso dele com carinho.

- Quero salvar vidas, Alex. – e acrescentou em tom baixo, olhando-o fixamente. - Se você não suporta me ver assim, pode ir.

Alex ajudou-a a preparar novamente a poção porque a outra fora inutilizada pelo Prof. Snape. Ela lhe entregara para recuperar os pontos para Grifinória e ele a confiscou, provavelmente seguindo ordens de Dumbledore.

Gina precisava da poção para melhorar a Visão. Eles agiram em segredo.

Grande parte já estava pronta, só precisavam adicionar as mandrágoras e a beladona, parte final da poção.

A Profa. Sprout informou que as da estufa 4 estavam na idade certa para serem colhidas.

Alex iria tentar uma variação, que acreditaria potencializar mais o efeito. Relutara muito, pois temia que o poder fosse forte para a garota. Quando ela garantiu que faria sem ele, o loiro concordou a contragosto. Somente depois que as mandrágoras tivessem cozinhado durante meia hora, deveria-se acrescentar a beladona e, por fim, a artemísia, devendo permanecer em fervura constante até o ponto de ebulição.

Então, foram na sexta à tarde cumprir a última parte da poção. As mandrágoras deveriam ser adicionadas logo depois que saíssem da terra, por isso, levaram o caldeirão.

- Não imaginava que essa estufa fosse tão longe! – exclamou Gina, atrás do caldeirão flutuando com um feitiço de levitação de Alex.

- É porque lá ficam as plantas que serão usadas pra algum objetivo especial, não se entra sem autorização. Fica atrás da sala de Adivinhação, mas os elementais de lá conseguem fazer com que a gente não encontre. E... Eu acho que foi isso que aconteceu... – disse Alex, parado, olhando para os lados.

- Não acredito que a gente se perdeu!! Alex, ali – disse a ruiva, apontando para uma estufa quase escondida, disfarçada pela vegetação. - Agora a gente vai ter que dar a volta de novo...

- Tudo bem... pelo menos eu fico mais tempo perto de você. – o garoto disse, olhando para ela, que corava.

- Não reclamei, só comentei... – ela disse, para depois ficar em completo silêncio até alcançarem a estufa.

- Pronto, é aqui. - abriram a porta e colocaram o caldeirão no chão.

A estufa 4 tinha um ar úmido e empoeirado e mesas repletas de vasos com as mais variadas espécies de plantas. Gina viu algumas roseiras-bravas, focinho-de-unicórnio e dentes-de-vampiros a um canto, junto com arbustos de bétulas e mudas de freixos-sagrados. Alex empurrou alguns vasos e colocou as duas facas perto das mandrágoras.

– Gina, de quantas nós precisamos, por favor?

- São três, eu me lembro. Deixa eu te ajudar.

Após uns vinte minutos de luta contra as mandrágoras que não queriam perder suas folhas finalmente conseguiram cortá-las e colocá-las no caldeirão.

- Pronto, aquecemos. – disse Gina, sentando-se numa mesa desocupada. – Agora é esperar.

- Incendio! – exclamou Alex, apontando a varinha para o pé do caldeirão.

Logo a estufa aqueceu-se com o fogo alegre da fogueira. O garoto verificou o líquido e aproximou-se da namorada.

- Obrigado – disse ele, sorrindo.

- Pelo que? – ela franziu a testa.

- Por me deixar cuidar de você. – declarou, pousando sua mão sobre a dela.

- Ah, Alex, sou quem deve agradecer. – Gina desviou o olhar dele e enrubesceu. - Eu acho que exagerei um pouco nesses últimos dias.

Ele levou a mão dela aos lábios.

- Você está tão feliz quanto eu? – uma voz grave perguntou e ela olhou assustada para Alex. A imagem era do homem moreno que tantas vezes estivera em seus sonhos. Mas os olhos, os olhos continuavam verdes. Continuavam cheios de amor. Então ela piscou e era o seu Alex sentado ao lado. O ar estava abafado.

- Q... que tal abrirmos algumas janelas? – a ruiva sugeriu, dirigindo-se às laterais da estufa. O loiro ajudou.

- Temos que colocar a beladona, Gina. – advertiu quando viu a poção borbulhar. – Você pega o vidro para mim?

Foi muito sutil. No momento em que ela passou o vidro para ele, seus dedos se tocaram minimamente. Esse toque suave disparou o coração de Gina. Ela pensou ver um brilho diferente nos olhos do rapaz. Ele virou-se rápido para despejar a erva e mexer o líquido. Alex retirou do bolso pequenas folhas de artemísia e acrescentou.

- É só o tempo de fermentar. – ele disse, quase sussurrante, voltando-se para ela. Gina podia ouvir a respiração do garoto.

Quando seus olhares se encontraram, ela apoiou-se na mesa para não cair.

"O que está acontecendo?"

Não tinha controle de suas pernas. Dezenas de vezes, Alex fazia isso com ela, mas não com tanta intensidade.

Alex caminhou até ela, jamais abandonando seu olhar. Alguma coisa os atraía... seria a energia da poção sendo liberada? Seria a energia dos elementais que ficavam ali? Ela não sabia, mas sabia que podiam ver suas almas naquele momento. E elas se chamavam, se queriam...

Gina abaixou seu rosto, sem saber como agir quando sentiu o calor do corpo dele junto ao seu. Cada vez mais eles se aproximavam. Alex tocou seu queixo, fazendo-a olhar para dentro dele. Os dedos dele acariciaram o rosto e foram esconder-se embaixo dos cabelos ruivos. Gina fechou os olhos, não agüentando a tensão.

Até que finalmente seus lábios se encontraram, e ela estremeceu. Podia sentir a energia que começou a circulava neles.

Alex segurou-a firme, deixando-a saborear a doçura de sua boca. Gina passou as mãos em volta do pescoço do rapaz, arrepiando-se ao sentir a língua dele em seus lábios, pedindo para aprofundar o contato. Suspirou ao entreabrir a boca, puxando-o para si.

As mãos dela passeavam pelas costas de Alex. As dele deslizavam para a cintura de Gina. O loiro ergueu-a, sentando-a na mesa e postou-se entre as pernas dela.

Gina ouvia a respiração ofegante de Alex, sentia-a quente em sua bochecha. Desceu uma mão pelo peito dele, notando que o coração do bruxo estava disparado, no mesmo compasso do seu. Querendo tê-lo mais perto, desafivelou o fecho da capa, que escorregou dos ombros dele.

Os lábios dele soltaram os dela para beijar e mordiscar sua orelha, enquanto ele murmurava que a amava. Subiu uma mão por dentro da blusa da garota, tocando delicadamente a pele branca da barriga enquanto beijava-lhe o pescoço.

- Alex... – ela chamou, quase sem forças. – não... aqui não... – dizia, debilmente, seus dedos entrando pela camiseta dele, marcando de vermelho suas costas.

Ele voltou a beijá-la na boca e puxou-a mais. Gina viu o quanto ele estava excitado.

- Eu quero você. – Alex declarou em meio aos beijos. Ela assanhava os cabelos dele. Seus lábios se moviam cada vez mais intensamente, como se sentissem falta daquele toque há séculos. – Depois de tanto tempo... Eu quero você... – não era a voz de Alex.

E ela não era ela. Não eram Alexander e Virgínia. Ela não sabia quem eram. Só sabia que seu espírito gritava pelo dele, sua alma ansiava por se unir a ele, seu corpo desejava o dele.

As mãos dele, trêmulas e quentes, abriram violentamente sua blusa e encaixaram-se nos seios dela, fazendo-a ronronar. Seu toque era suave e quase reverente. Ela respirou fundo, inclinando-se sob o peso dele.

Alex conduziu uma mão por baixo da saia dela, subindo por sua coxa. Gina gemeu no ouvido dele.

- Você é meu... Em todos os tempos... Eu sou sua...

- Você está tão feliz quanto eu? – ele perguntou novamente, a voz entrecortada.

- Mais feliz. – ela ofegou, deixando-se deitar na mesa.

- Eu posso saber por que? – uma voz assustadoramente perigosa os fez congelar.

Piscaram repetidas vezes, como se alguém jogasse uma luz forte em seus olhos. Encararam-se em pânico. Por cima do ombro do namorado, na porta aberta, Gina via a silhueta de sua mestra. Sianna Lake parecia capaz de matar.

Fim...

N/As: Acabou, gente!!! Finalmente, depois de meses de esperas e atrasos, acabou a primeira parte da fic! Aileen e eu a planejamos como uma trilogia, e vamos tentar cumprir o plano, na medida do possível... rsrsrs!!

Queríamos agradecer muito, muito, muito a todos que acompanharam a fic, dando palpites, reclamando pela demora, declarando amor pelo filho da Aileen e meu afilhado (o Alex). Ele é mesmo excelente... rsrs!! Todo o carinho para com um personagem novo me surpreendeu, confesso, e nos deixou muito felizes e orgulhosas. Se vocês não tivessem nos incentivado, jamais teríamos conseguido manter a história, podem estar certos.

LinDjinha, valeu a espera?! Melhor que Alex X Harry?! Dessa vez a demora foi maior, mas a gente caprichou... rsrsrsrs!! Muito obrigada por você ter sido sempre tão legal e gentil, comentando cada passo da história!

Gabrielle, eu sei que você vai nos perdoar depois dessa... rsrs!! Muito beijo, muito abraço, tudo que você sempre quis! Que tal o Alex agora?! Cada vez que recebo um e-mail seu fico mais feliz, sabia?!

Lillith1, o Harry é tão bonzinho... eu gosto dele demais, mas pode deixar que o Alex ganhou a eleição da Gina, por enquanto... rsrsrs!! É engraçado quanta gente escreveu pedindo para o Harry não aparecer tanto! Fiquem descansadas, garotas, Alex já é suficiente para a Gina... rs!

Xianya, eu vou começar um movimento em favor do Harry! Tadinho do garoto. Você viu como ele protegeu a Gina? E mesmo assim... Ah... rsrsrs!! Vamos ver como essa história vai terminar, mas, até o momento, ponto para o loiro!

Kirina-Li. Uau! Que review!... rs! O Alex manda agradecer e o Harry já está começando a ficar triste aqui... rsrs! Sim, nós lemos a Marion e nos inspiramos nela para fazer a história. Se você quiser conversar, nós podemos trocar e-mails sim, mocinha! Ah, o Alex é bobo c/ a Gina pq todo homem é bobo qdo está apaixonado... rsrsrs!! Mas ele vai amadurecer, assim como a Gina e o Harry. Pelo menos, assim esperamos... rs! As suas teorias são ótimas, e você está, de certo modo, no caminho certo, embora nós tenhamos uma carta na manga p/ movimentar a próxima parte da fic.

Gosto de comentar as reviews individualmente, mas dessa vez não deu por causa da net boba. Não consegui ver o e-mail de ninguém que é cadastrado no Dessa vez, teve que ser tudo na N/As. Espero que isso não dure para sempre. Ah! Se quiserem que eu responda melhor as reviews, podem me mandar o e-mail de vocês que eu respondo, viu?!

Estamos esperando as opiniões sobre o final!!!

Beijos,

Aileen e Jasmin.