Aviso aos Navegantes

Estréia nesse capítulo o "Making off" contando como essa fic está sendo escrita, e respondendo as dúvidas e observações que o pessoal mandar pelo review, pelo grupo ou por e-mail.

Estréia também "Sobre os Personagens", contando um pouco sobre os personagens secundários.

Todos os texto que estiverem entre aspas ("") estão em Westron (Língua Geral ou comum), os textos que estiverem entre apóstrofes (' ') estão em Sindarin ou Japonês.

Errata:

Esqueci de traduzir essa frase:

'Hai'(sim)! – disse levantando - 'Shitsurei shimasu' (com licença)!- juntou-se aos seus.

Agradeço:

É muito importante saber que vocês estão lendo minha fic, isso me motiva a continuar escrevendo!

Agradecimentos especiais :

Sadie- Minha querida beta e fonte de inspiração.

Kakau- Minha irmãzinha de signo.

Myriara- Obrigada por ler minha fic. Viva o Daror!!!

Galadriel- Belinha talentosa.

Kwannom- Minha outra fonte de inspiração. Viva o Rock!!!!

Maria Regina- Minha querida quase xará, muito obrigada pela ajuda com o nome da cidade.

Lady Eowyn- My Lady é uma honra atrair a atenção de tão talentosa escritora.

Boa leitura!

A Caminho de Mirkwood

Durante todo o trajeto Nadeshiko permaneceu ao lado de Legolas e Angrod crivando-os com perguntas sobre aquelas terras, seus habitantes, suas línguas, etc. A sede de conhecimento da pequena divertia os elfos e sua facilidade para aprender impressionava-os.

Eles viajavam juntos há dois dias e ela já conhecia várias palavras em sindarin. Uma conversação ainda não era possível, mas Nadeshiko usava-as com freqüência para treinar a pronúncia.

Os elfos puderam observar os humanos com mais atenção.

Eles eram extremamente polidos e seguiam uma rígida hierarquia.

Davam muita importância à higiene, mesmo nas condições adversas da viagem, eles banhavam-se com freqüência.

Muito curiosos, adoravam cada novidade que lhes era apresentada.

Mas, o que mais chamou a atenção dos elfos foi o costume de se carregar um leque. Todos tinham leques, algumas vezes eles anotavam estranhos caracteres neles.

Propositalmente Legolas apertava a marcha para testar os humanos, mas eles demonstravam excepcional resistência.

Toda a noite Nadeshiko sentava-se ao lado de Legolas, deste que ela pediu permissão para falar abertamente vivia perto dele, perturbando-o ora com sua incansável curiosidade ora com elogios.

XXX

Nadeshiko cavalgava ao lado do pai, estava calada, cansada.

A lua já estava alta no céu, e os elfos não davam mostras de que iam parar.

Angrod aproximou seu cavalo dos humanos e explicou:

"Há uma cidade humana aqui perto, pretendemos pernoitar lá. Por isso não paramos ainda".

"Podemos galopar até lá"? - Nadeshiko ficou animada - "Nossos cavalos são fortes, eles agüentam"!

Angrod ficou surpreso com a reação da pequena:

"Mas, e vocês? Desculpe a franqueza, mas seu cansaço é visível"!

Nadeshiko sorriu e falou com os seus. Logo o grupo se animou, cada um dando a sua opinião, alguns chegaram a falar ao mesmo tempo.

"É unânime! Diante da possibilidade de um banho decente ainda hoje, somos capazes de correr carregando nossos cavalos nas costas até essa cidade!" - riu a menina, dessa vez acompanhada pelo próprio Angrod.

Ciente do desejo dos humanos Legolas ordenou o galope.

Fazia uns quarenta minutos que estavam galopando.

Ventava muito, algumas nuvens escuras começaram a encobrir as estrelas, apesar disso, a noite estava muito agradável.

Mestre Shinji, que galopava lado a lado com Shinobu, fechou com força os olhos e balançou a cabeça como se tentasse tirar um mau pensamento da mente.

'O que está acontecendo amigo, você está pressentindo algo'?- perguntou o líder. Ele e Shinji se conheciam desde a infância, Shonobu sabia ler com ninguém as reações do amigo.

'Tenho uma sensação de urgência'.- disse incitando seu cavalo a correr mais - 'Morte eminente'.

'Nadeshiko, o perigo se aproxima, avise aos youkais'. - disse acompanhando o amigo - 'Fiquem atentos, homens'!

Com esse comando os japoneses passaram a galopar com mais velocidade.

"Mestres youkais, o perigo está a caminho, mestre Shinji sentiu!"

"Nós já sabemos, Nadeshiko, sentimos cheiro de fumaça e sangue". - gritou Legolas.

"E essa catinga nojenta que eu estou sentindo só poder ser cheiro de orcs, criaturinhas fedorentas"! - reclamou Angrod

O grupo galopava na velocidade do vento, o som dos cascos dos cavalos mesclava-se ao som dos trovões da tempestade que se formava.

Não demorou muito para eles avistaram a cidade ao longe. Mas para a surpresa dos humanos e desespero dos elfos, a cidade estava em chamas!

Elfos e humanos entraram na cidade como uma onda invadindo a praia numa noite de mar bravio, invadindo cada rua, cada viela eliminando todo o orc que estava no caminho.

XXX

Esgaroth estava em chamas!

As redondezas estavam infestadas de criaturas malignas, mas essa era a primeira vez que eles atacavam a cidade.

Os humanos lutavam da melhor maneira possível. Mas os orcs eram traiçoeiros, atacavam sempre em bando. Quando avistavam uma mulher ou criança fugindo, atacavam a indefesa vítima com voracidade.

Érika assistia à cena estarrecida.

Seu esconderijo estava sendo consumido pelo fogo, a única alternativa para ela e o bebê que carregava no ventre era arriscar uma fuga.

Ela respirou fundo e saiu correndo o mais rápido que pôde.

XXX

Tom lutava com todas as suas forças, ele era um homem grande e musculoso, mas isso não tornava a tarefa mais fácil. Ele e alguns companheiros estavam encurralados em na praça por vários orcs.

Até então ele acreditava que sua delicada esposa estava em segurança,quando ela passou correndo do outro lado da praça sendo perseguida por quatro orcs!

Tom e seus companheiros se desesperaram. Érika estava nos dias de dar a luz e agora ela e seu bebê estavam à mercê daquelas criaturas horrendas e eles não podiam fazer nada.

XXX

O ar ardia quando entrava em seus pulmões, parecia que seu coração ia rasgar o peito de tão rápido que batia pelo medo e pelo esforço.

Érika segurava a barriga enquanto corria:

"Eu preciso viver".- pensava ela - "Ao menos até meu filho nascer"!

Ela sentia o cheiro nauseante dos orcs em seu encalço. Não suportando mais a dor e o mal estar, Érika caiu e aos prantos esperou o golpe fatal:

"Eru, me proteja"!

Então ela ouviu uma seqüência de estranhos zumbidos, seguidos pelos gritos agonizantes dos inimigos.

Érika olhou seu salvador enquanto ele a carregava para um lugar seguro. Era um humano de pele muito clara, cabelos negros e olhos pequenos.

XXX

A chegada dos elfos e seus companheiro humanos fora vital para a cidade. Os orcs temiam e odiavam os elfos e naquela noite aprenderam a temer e odiar os humanos que os acompanhavam.

Os orcs fugiram depois de uma dura batalha, mas desta vez não foram perseguidos. Apagar as chamas que consumiam a cidade e salvar os humanos era mais importante.

XXX

Tom procurava pela esposa desesperadamente:

"Érika! Érika"!- ele gritava aos prantos - "Érika, Onde você está"?

Ele não se importava com a reação das pessoas diante de suas lágrimas. A cena de sua adorada Érika sendo perseguida por aqueles terríveis orcs, não saia de sua cabeça, ele temia pelo pior.

Seu coração falhou uma batida quando viu sua esposa sendo auxiliada por um estranho casal. Tom correu na direção deles tomado pela euforia. Quando se aproximou o homem fez com que ele parasse com um simples sinal. O estranho tinha metade do tamanho do Tom, porém alguma coisa em seu olhar fez o aflito marido obedecê-lo de imediato.

O homem começou o falar em um idioma desconhecido:

"Mestre Shinji comunica que a mulher está parindo".- disse a jovem que estava ao lado do dito mestre - "Fique tranqüilo, ele já assistiu muitos partos, sabe como proceder".

Érika foi levada para uma casa que não foi incendiada. Nadeshiko e Shinji entraram carregando a mulher. Apesar dos protestos Tom ficou do lado de fora.

Algum tempo depois Nadeshiko saiu da casa e comunicou:

"Será um parto difícil, pois o bebê está na posição errada, Mestre Shinji pede ajuda de um curador desta terra".

Apresentou-se, uma velha humana, a parteira da cidade, e um elfo, Enok, que conhecia bem a língua comum e tinha bons conhecimentos na arte da cura, eles entraram na casa seguindo Nadeshiko enquanto uma pesada chuva começava a cair.

"Só faltava essa"! - reclamou um dos moradores da cidade.

"Homem, Iluvatar não podia ser mais caridoso conosco"!- falou Angrod- "Essa chuva vai apagar os últimos focos do incêndio. E se tivermos sorte, amanhã um belo arco-íris vai enfeitar o céu".-sorriu.

XXX

Dentro do quarto Érika gemia e chorava:

"Como pode doer tanto"? - pensava.

Nadeshiko entrou no quarto com os auxiliares. Imediatamente Shinji começou a falar em sua língua:

'O bebê esta em posição errada. Para salvar mãe e filho é preciso que vocês me ajudem'.- Nadeshiko traduziu literalmente o que foi dito.

"O que devemos fazer"? - Enok aproximou-se da cama.

Nadeshiko servindo de interprete .

'Youkai, sente-se na cama e deite a mulher entre suas pernas de forma que a cabeça dela fique apoiada nem seu peito'.

Enok obedeceu acomodando-se na cama como foi indicado.

Shinji pegou as coxas da mulher e fez o elfo segurá-las :

'Mantenha as pernas dela abertas'.- ordenou o sacerdote.

Enok estava assustado com as atitudes do humano.

"Obedeça elfo, eu assisti um parto como esse uma vez, é difícil e arriscado, mas como ele disse é a única alternativa.

"Nobre senhora, peço, por gentileza, cuide do bebê quando ele nascer".

Ao ouvir a tradução de Nadeshiko, Lenora sentiu-se honrada com a polidez do homem. Feliz tratou de providenciar o necessário para sua tarefa.

Com a ajuda de Nadeshiko, Shinji arregaçou as largas mangas de suas camisas e amarrou-as junto ao corpo com auxílio de uma faixa branca. Feito isso ele lavou muito bem as mãos e os braços numa bacia que estava sobre a cômoda.

Ele posicionou-se entre as pernas da mulher:

'Vai doer um pouco, jovenzinha, seja forte'! - disse.

Nadeshiko traduziu, acariciando o rosto de Érika.

Enok não podia acreditar no que o humano estava fazendo. Shinji tinha enfiado o braço dentro da mulher, causando imensa dor:

'Estou sentindo seu bebê, ele está deitado'.- Shinji explicava.

XXX

Os gritos de Érika ecoavam enquanto a noite dava lugar ao dia.

Tom não tinha forças para ficar em pé. Sentado no chão, ele tapava os ouvidos com as mãos e com os olhos cerrados pensava:

"Érika, me perdoe, meu amor"!

XXX

Érika contorcia-se de dor, chorava e gritava.

'Ela não deve se mexer, mestre youkai'. - disse shinji com urgência.

Enok segurou as pernas de Érika com mais força:

"Segure-se nos meus braços, quando doer pode apertar".

"E grite à vontade"! - completou Lenora.

Shinji esperou até que Erika estivesse pronta,empurrou cuidadosamente o quadril do bebê para cima.

Erika gritava muito, as lágrimas banhando seu rosto assustadoramente pálido, cada movimento do sacerdote, por mais delicado que fosse, causava imensa dor. Enok estava tão apavorado que nem sentiu quando ela agarrou-se nos braços dele com tanta força que rasgou as mangas da camisae tirou-lhe sangue.

'Calma mamãe, só mais um pouquinho' - Nadeshiko traduzia as palavras do sacerdote enquanto secava delicadamente as lágrimas e o suor de Erika.

Shinji dizia palavras de encorajamento à futura mãe.

'Está quase pronto, mamãe corajosa, logo seu filho vai estar em seus braços'. - Shinji encorajava-a com sua voz suave.

Em seguida, Shinji puxou a cabeça do bebê para baixo, certificando-se que o cordão umbilical não estava enroscado no pescoço.

Nadeshiko traduzia o que era dito enquanto acariciava a fronte da jovem mãe.

Depois de um vagaroso trabalho, Shinji finalmente conseguiu colocar o bebê na posição correta, metade do trabalho estava feito, a metade mais difícil.

XXX

Os gritos de Érika cessaram, deixando incômodo um silêncio, provavelmente ele não deve ter durado muito, mas para aqueles que estavam do lado de fora da casa pareceu uma eternidade.

Quando o choro estridente do bebê foi ouvido, um coral de suspiros aliviados o acompanhou.

Mas a tensão só abandonou o grupo por completo quando Enok pálido e trêmulo apareceu com notícias:

"É um menino... enorme"! - sorriu e estendeu a mão ao pai da criança para ajudá-lo a levantar – "Vá homem, vá conhecer seu filho e ter com sua corajosa esposa"!

Tom abraçou Enok com força e correu para dentro da casa.

Legolas ajudou discretamente o pálido elfo a se sentar:

'Você está bem'?- perguntou preocupado.

Enok sorriu abatido:

'Jamais engravide uma humana'! - falou muito serio.

'Foi tão ruim assim'?- perguntou Legolas.

Enok fez uma cara de desolação, provocando risos em Legolas e Angrod.

'Com as elfas é tão simples, o elfinho nasce e pronto sem dores fortes sem bebê em posição errada'...

Angrod ficou sério :

'Nós três fomos os últimos elfinhos a nascer em Mirkwood'...-arregalou o olhos - 'Você ainda lembra do seu parto'?!-olhou para Enok-'Nossa, que memória'!

'Eu li! Elfo bobo'!- gritou.

'Sobre seu parto?! Por que alguém escreveria sobre seu parto'?- brincou Angrod.

Enok bufou, fingindo indignação.

'Angrod, olha! O sol está saindo e ainda está chovendo... Vai procurar um arco-íris'!-Legolas ria.

'Arco-íris?! Onde? Onde'? - Angrod olhava ao redor com gestos propositalmente exagerados provocando risos nos amigos.

'Ali'! - apontou Legolas.

O elfo olhou na direção indicada.

Um grande arco-íris enfeitava o céu !

Ele sorriu encantado:

'Onde estão as crianças'? - perguntou olhando para Legolas e Enok.

'Ali'! - Enok apontou para um grupo de crianças que estavam encolhidas entre duas casas.

Angrod correu até elas:

"Crianças, venham ver o arco-íris"! - ele pegou um dos menores no colo e correu para o meio da praça, acompanhado de perto pelas outra crianças.

Humanos e elfos assistiam a cena, os primeiros curiosos e os segundos sorrindo, pois conheciam Angrod e sabiam o que ele ia fazer.

Chegando ao centro da praça, o elfo colocou a criança que carregava no chão abaixando-se ao lado dela. Logo ele foi cercado pelas outras crianças. Vendo que tinha total atenção delas falou:

"O arco-íris é um presente dos Valar"!- explicou - "Para nos lembrar que sempre existem coisas belas para se admirar! Que enquanto o sol brilhar sempre haverá esperança de um belo arco-íris enfeitar o céu depois de uma tempestade"! – sorriu - "Vou contar um segredo para vocês"...- ele esperou um instante - "É um segredo dos elfos ... Vocês querem saber"?

Os pequeninos balançaram as cabecinhas afirmativamente em movimentos rápidos, encarando o elfo.

Angrod sorriu:

"Toda vez que um arco-íris aparecer no céu, olhem bem para ele e façam um pedido! Não precisa falar em voz alta, basta pensar! Mas, só vale pedir coisas boas"! - Angrod acariciou uma das crianças- "Se vocês pedirem com sinceridade e amor no coração os Valar vão atender seus pedidos".

As crianças ouviram atentamente cada palavra do elfo:

"Vamos fazê-los"? - convidou.

Os pequenos imediatamente olharam o arco-íris e começaram a fazer seus pedidos.

Legolas e Enok observavam a cena:

'Impressionante! Como pode um guerreiro como Angrod parecer um elfinho de vez em quando'! - Enok sorria observando o amigo e as crianças fazendo pedidos ao arco-íris.

'Essa alegria infantil do Angrod é um bálsamo para aqueles ferimentos que nenhum curador, humano ou élfico, podem sarar'. -Legolas tocou o ombro de Enok e com um movimento de cabeça indicou uma direção.

Enok olhou na direção indicada e viu vários humanos admirando o arco-íris e fazendo os seu pedidos.

Continua...

Making off

Os Samurais

Sempre tive admiração pela cultura japonesa, talvez pelo fato de conviver com japoneses desde pequena, talvez pela minha paixão por animes e mangás .

Como eu sou uma hobbit curiosa, sempre pesquiso os assuntos que me atraem.

Quando comecei a pesquisar mais profundamente sobre a cultura élfica (pode parecer loucura da minha cabeça), achei que havia semelhanças entre as culturas élfica e nipônica.

Foi assim que "A Medalha" começou a nascer.

A princípio era para se chamar "Os Samurais", mas antes de concluir o primeiro capítulo o nome da fic como um todo foi mudado para "A Medalha" e "Os Samurais" virou o título do primeiro capítulo.

Quase que eu desisti desta história. Quando eu comecei a ler "Como Um Pássaro" da Misao-domo, duas fic com japoneses na Terra-Média?! Não, vai parecer plágio!

Só que a danada da história queria ser escrita e não deixava minha mente em paz!

Parece que Iluvatar resolveu conspirar para essa fic sair.

Quando eu estava escrevendo o primeiro capítulo aconteceu o primeiro sinal de Iluvatar.

Era noite e eu estava só na sala escrevendo e assistindo tv, quando resolvi mudar de canal (zapear) achei um programa com o título "Os Samurais",era um documentário sobre a história do Japão na época dos samurais .

Eu olhei para o papel que estava escrevendo no cabeçalho o mesmo título, parei de escrever e passei a tomar nota das informações passadas pelo documentário.

Usei esses dados nos capítulos um e dois.

E Iluvatar continua mandando sinais!

Aguardem!

Sobre os personagens:

Shinji: Grande mestre xintoísta. Shinji sempre teve poderes espirituais muito fortes. Amigo de infância de Shinobu, foi ele que previu a curta vida de Nadeshiko.

O imperador não convocou nenhum sacerdote para integrar o "comitê de investigação".

Shinobu, então, fez um pedido pessoal ao Imperador e Shinji foi convocado podendo, por fim, partir com aqueles que considerava sua família.

Até !

Giby a hobbit