Satsumi se rende!

Sesshoumaru voltou ao local onde havia encontrado o youkai gato. Pensou que seria bom para passar o tempo se lutasse com ele, e estava com muita vontade de acabar com a raça daquele infeliz. Procurou por toda a clareira, sem conseguir encontrá-lo, mas não desistiu tão rápido, ficou pelos arredores o procurando, tentando sentir seu cheiro em todos os cantos.

Só desistiu de procurá-lo quando começou a entardecer, e um vento de chuva começou a levantar as folhas do chão. Não perderia seu tempo ficando na chuva por causa de um mísero youkai gato, preferia esperar na cabana pelo anoitecer, quando teria a interessante visita de Satsumi.

Sesshoumaru tinha certeza que a humana o procuraria, mesmo que estivesse chovendo forte. E quando a encontrasse, faria com que ela implorasse pelo mesmo prazer da noite anterior, levando a jovem aos seus limites, sem se importar nem um pouco com os sentimentos dela. Ela era somente seu fantoche, e como tal seria manipulada por Sesshoumaru da forma que ele bem quisesse. Se fosse preciso fazê-la chorar, o faria sem o menor remorso. Era da natureza youkai dele não dar valor a sentimentos, quando para os humanos sentimentos eram necessários, como se sentir os fizesse perceber que estavam vivos. Então, se apossaria dos sentimentos de Satsumi, se apossaria da vida dela, e por fim, quando ela não tivesse mais nada a oferecer, lhe daria um fim digno. Não a mataria por maldade, e sim por pena, por não achar direito que uma jovem tão sem igual como Satsumi vivesse uma vida igual à de todos.

Não queria que ela passasse sua vida, por mais curta que fosse uma vida humana, em um pequeno vilarejo, imaginando se um dia reencontraria alguém que a fizesse se sentir uma mulher completa, como ele, Sesshoumaru a faria. Ela de certa forma merecia algo melhor, e talvez encontrasse isso no outro mundo.

Uma forte chuva desabou poucos minutos depois que Sesshoumaru entrara na cabana. Era como se até a tempestade tivesse medo de enfrentar aquele youkai, esperando que ele chegasse a um local seguro, antes de resolver mostrar sua força.

Sesshoumaru sentou-se em um canto da cabana e ficou escutando o barulho da água que caía em cima do frágil telhado sobre sua cabeça.

"Espero que não chova muito" pensou "Se o riacho encher muito pode ser perigoso para a humana atravessá-lo. E não quero vê-la morrer de uma forma tão ridícula!".


No vilarejo, Satsumi estava na sala de sua casa, terminando de ouvir o sermão que Hattemaru estava lhe passando desde a hora em que chegara de sua ida a cidade. Conforme a jovem já imaginava, ele não acreditara que Asuka é quem tinha se enganado ao achar que ela estava doente, e sim que Satsumi tivesse inventado esta mentira para poder se livrar do treino. A conversa já poderia ter terminado, se Satsumi não fosse tão respondona e questionasse todos os argumentos do chefe da guarda para brigar com ela. Infelizmente, para cada palavra retrucada por Satsumi, mais alguns minutos eram adicionadas ao sermão. E passadas duas horas desde o começo da conversa, Satsumi já mordia os lábios quando lhe dava vontade de dizer alguma coisa, forçando-se a ficar calada para o bem dos seus ouvidos.

Embora o tom do sermão fosse bastante sério, Hattemaru não podia evitar um sorriso um momento ou outro ao ver a cara de sua subordinada preferida. Principalmente quando ela espremia os olhos discordando do que ele falava. Isso era um sinal claro de que ela ia resmungar alguma coisa.

- Posso me retirar? – perguntou ela ao término da conversa.

- Pode! – respondeu ele – Mas não se esqueça do que conversamos...

Satsumi foi para o quarto relembrando da ameaça dele de tirá-la da guarda se ela se atrasasse novamente. Olhou pela janela a chuva que caía já há um bom tempo. Já começava a escurecer, e uma ansiedade começava a tomar conta de si, fazendo-a se lembrar do pedido do youkai, escolhendo até sua roupa.

"Vá de kimono!" lembrou-se "Mas é cheio de confiança, mesmo!".

Olhou para o armário onde guardava suas roupas e sorriu. Tinha um kimono amarelo que nunca havia usado, pois o tinha guardado para uma ocasião especial.

- Não posso! – disse para si mesma – Não posso deixá-lo vencer desta maneira. Se eu for lá, ele achará que me dominou por completo, e isso não é verdade!

Resolveu sair e pedir que lhe preparassem um banho. Seria melhor ficar imersa na água por um bom tempo sem pensar em nada, principalmente no youkai.

Uma criada arrumou tudo e Satsumi sentou-se no ofurô e colocou um pano molhado no rosto. Cochilou por um bom tempo, até o pai ter uma crise de tosse e acordá-la. Saiu da água quase totalmente fria e secou os cabelos e o corpo. Vestiu-se já para dormir e olhou pela janela para saber se a chuva havia parado.

Como se fosse um convite à aventura, a chuva não só havia cessado por completo, mas também o céu exibia a mais bela lua cheia que Sasumi já havia visto em toda sua vida.

"Seria um pecado ir dormir agora e deixar tal espetáculo de lado!" pensou.

A ferida do pescoço começara a doer como se quisesse lembrar à jovem do seu causador, embora ele não tivesse saído dos pensamentos dela enquanto olhava a lua no céu. Passou a mão no machucado e suspirou profundamente.

- Vou dormir – disse visivelmente em dúvida – Com certeza eu vou me sentir muito melhor pela manhã, sabendo que resisti ao youkai.

Deitou-se no futon, olhando para o teto, imaginando a cara de Sesshoumaru no momento em que percebesse que ela realmente não ia aparecer, e mais uma vez a ferida no pescoço lhe chamou a atenção, com uma dor fraca, mas incomodante.

- Pode doer o quanto quiser – disse ao próprio pescoço – Eu vou dormir de qualquer maneira!


Sesshoumaru estava parado junto à porta da cabana, olhando o céu estrelado e pensando em coisas sem importância, na ânsia da chegada de Satsumi. Já havia escurecido há bastante tempo, e o youkai se perguntava se ela viria.

"Isto custará muito caro a você, Satsumi!" pensou se referindo ao fato dela faltar ao encontro "Você vai aprender que não deve desobedecer a uma ordem minha!".

Olhou então para o caminho entre as árvores que levava ao riacho, e sorriu.

- Eu pensei que ia ter de buscá-la! – disse ele para a jovem que estava parada segurando uma lamparina.

Satsumi deu um meio sorriso demonstrando estar totalmente desconfortável de estar ali. Sesshoumaru esperava que ela falasse algo, que o xingasse, que dissesse que ia matá-lo, mas ela estava muda, como se de repente tivesse perdido a língua ou algo assim.

- Entre! – ordenou ele se colocando um pouco para o lado e deixando um espaço na porta.

A jovem olhou para todos os lados, mas não se moveu. Seu coração batia mais rápido do que na noite anterior, talvez pelo fato de que agora estava querendo se entregar a ele de livre e espontânea vontade, não estava sendo envenenada nem amarrada. Teve um momento de pânico e sentiu que devia ir embora.

- Eu não vou ficar! – disse baixo para Sesshoumaru – Eu não devia estar aqui, não é correto!

- Neste momento, quem julga o que é correto ou não em relação aos seus atos sou eu! – disse Sesshoumaru sério – Ao vir até minha pessoa, Satsumi, você diz claramente que aceita as regras do meu jogo. E no meu jogo, você não volta para casa antes que eu te mande embora! Entre!

Ele entrou na cabana e deixou Satsumi sem saber o que fazer. Ela olhou para trás, o caminho que deveria escolher se quisesse realmente mostrar ao youkai que era dona de suas vontades, mas não conseguiu começar a andar. Teve vontade de gritar bem alto quando percebeu que era mais forte do que seu orgulho a sensação que Sesshoumaru causava nela. A ferida do pescoço deu mais uma agulhada, fazendo-a levar a mão ao machucado de novo. Olhou a porta aberta da cabana e respirou bem fundo, dando um passo em direção a ela.

Sesshoumaru deu mais um sorriso vitorioso ao vê-la entrar na cabana e fechar a porta sem ele nem ao menos mandar.

- Confesso que por um momento acreditei que você não entraria – disse Sesshoumaru no fundo da cabana.

Satsumi deu um sorriso constrangido, e notou que o pescoço parara de doer completamente.

- Parece que o veneno que você injetou em mim ontem estava clamando pelo dono! – disse ela.

- Talvez seu corpo esteja clamando pelo dono – insinuou o youkai – O pouco de veneno que eu coloquei em você com certeza já foi eliminado.

- Eu sou a única dona do meu corpo, Sesshoumaru – disse ela firme – Nem tente fazer parecer que você me controla!

- Então admita que veio até aqui com a intenção de se entregar a mim – disse ele encostado na parede.

- Eu só vim para dar um fim nisto! – disse Satsumi.

- Veio tentar me matar de novo? – disse olhando para a cintura dela – Mas nem sua espada você trouxe!

- Justamente para que pudéssemos conversar e resolver isto de uma forma pacifica – disse ela – Eu não tenho mais a intenção de matá-lo.

Sesshoumaru suspirou irritado com a atitude de Satsumi. Se tivesse que forçá-la desta vez, a machucaria o suficiente para que ela aprendesse a não gastar o tempo dele. Ele começou a se aproximar dela exibindo uma expressão de insatisfação.

- Eu não tenho o mínimo interesse em conversar com você, Satsumi! – disse ele pegando a lamparina da mão dela e colocando num canto – E também não tenho apego por resolver as coisas pacificamente. Então, eu sugiro que você se cale ou eu a amordaçarei!

- O quê? – irritou-se Satsumi – Você é mesmo um ser desprezível!

Sesshoumaru a empurrou até encostá-la na parede e segurou as mãos dela no alto.

- Você vai continuar falando? – perguntou ele.

- Me solta! – esbravejou ela – Agora!

Ele a soltou e tirou a faixa que tinha na cintura, demonstrando que ia mesmo amordaçá-la.

- Vai continuar? – repetiu ele.

- Seu louco... – disse ela assustada.

- Você vai ter o que pediu! – disse ele virando-a de cara para a parede e passando a faixa pela cabeça dela e tapando sua boca.

Satsumi tentava em vão evitar que ele fizesse aquilo, mas ele não tinha dificuldades em dominá-la. Ele terminou de amordaçá-la e deu um nó bem forte no tecido, tendo o cuidado antes de não prender o cabelo dela junto.

- Eu quero seu cabelo solto – sussurrou ao ouvido dela – Para que eu possa puxá-lo bastante.

Ele a fez encostar o rosto na parede e encostou seu corpo ao dela.

- Eu adorei esse kimono amarelo – disse passando a língua na orelha de Satsumi – Você escolheu bem!

Satsumi sentia o corpo dele pressionando o seu e começava a perceber que ele começava a se excitar. Fechou os olhos e também começou a ficar excitada com a respiração forte dele no seu pescoço. Pensara que poderia resistir ao youkai, mas estava completamente enganada, nem mesmo desejava resistir, queria o que ele lhe prometera cedo, no riacho, que ia lhe dar muito mais que na noite anterior, e agora, que ele beijava seu pescoço avidamente, queria mais é que ele cumprisse logo sua promessa. Tentou implorar-lhe para que arrancasse sua roupa, mas a mordaça a impedia.

Ele deixou uma mão escorregar até a abertura do kimono de Satsumi e o puxou delicadamente, expondo um seio dela e o segurando e o acariciando. Ela soltou um gemido e colocou sua mão sobre a dele, exigindo que ele não a soltasse. A outra mão de Sesshoumaru desceu pela roupa dela até encontrar sua perna. Ele passou as longas unhas suavemente pela pele arrepiada da coxa de Satsumi, levantando o kimono e depois levando a mão entre as pernas da jovem, afastando-as um pouco e alcançando o sexo quente e já úmido dela. Ele sorriu ao notar o quanto ela estava excitada.

- Você está molhadinha, Satsumi – brincou ele – E ainda me diz que queria conversar! Eu adoro suas tentativas de não admitir que tem fogo em suas veias...

Ele continuou a beijar o pescoço dela, enquanto seus dedos acariciavam a feminilidade dela e puxava o corpo dela para trás, de encontro ao seu. Ele soltou a outra mão do seio, e a levou até a nuca dela, afastando o cabelo dela e passando a língua pela região. Satsumi gemia e ansiava que ele colocasse um dedo dentro dela, mas ele parecia só querer fazê-la sofrer até que resolvesse penetrá-la com seu membro.

Ele tirou a mão do sexo dela e também a levou à nuca da jovem, começando a soltar a mordaça. Ele tirou a faixa e a jogou no chão.

- Vire-se! – ordenou ele num sussurro.

Ela obedeceu e se virou, encarando os olhos dourados do youkai pela primeira vez sem desviar seu olhar. Ele também a encarou por alguns segundos, do alto do seu possivelmente 1,85 de altura, observando o negro dos olhos dela, que pareciam implorar por sua ação. Ele a puxou pela cintura e aproximou seus lábios aos dela sem encostá-los, somente sentindo a respiração quente e acelerada dela.

- Eu adoro me perder nos seus lábios, Satsumi – sussurrou – O doce sabor deles é a única coisa sua que me domina por inteiro!

Terminada a confissão, Sesshoumaru a beijou de forma selvagem, puxando-a pelo cabelo e forçando ainda mais sua língua dentro da boca dela, quase levando Satsumi ao orgasmo só com esse ato. A reação dela para evitar que sentisse o prazer já naquele momento foi o de tentar empurrá-lo e quebrar o beijo, mas só conseguia distanciá-lo por pouco tempo, devido à força que ele empregava em seus lábios.

- Pare... – sussurrou numa destas chances - ...eu não consigo me segurar...

Ele a soltou e se distanciou, recuperando o ar.

- Deite-se! – ordenou ele começando a tirar a parte de cima da roupa.

Satsumi olhou para o chão de madeira, relutante em deitar-se nele. Olhou para o youkai que começava a desamarrar o laço da calça e a olhava sério.

- Agora! – disse ele.

Ela se deitou estirada no chão, mas segundos depois flexionou as pernas, deixando-as dobradas, pois a outra posição era muito incômoda. Pelo menos o kimono a protegia um pouco do frio da madeira que estava umedecida pela chuva que se infiltrara por baixo da cabana. Ela o viu tirar o restante da roupa, ficando ainda mais excitada ao olhar de cima a baixo o corpo definido que ele exibia sem nenhum pudor.

Sesshoumaru se ajoelhou ao lado dela e passou a mão por toda a extensão do seu corpo até seu pescoço, depois voltando e separando as pernas de Satsumi.

Satsumi sentiu um calor quando ele se colocou entre suas pernas e se deitou sobre ela, mas sem penetrá-la ainda. Os longos cabelos prateados dele caíam por seus ombros, e Satsumi os colocou atrás das orelhas dele, depois passando a mão suavemente pelas marcas características de sua raça nobre em suas maçãs do rosto. Ele encarou este gesto como um desafio e virou o rosto para que ela tirasse a mão.

- Eu não permiti que você me tocasse dessa forma! – disse ele – Se eu precisar de algum carinho seu, eu mandarei você fazer!

Satsumi sentiu-se um pouco irritada com as palavras dele, mas o desculpou assim que ele a beijou com o mesmo desejo de sempre. Ele a penetrou com calma, já sabendo que Satsumi sentiria dor ainda, sendo sua segunda vez. Ela gemeu com a dor, mas sentia que ela estava um pouco menor que a da noite anterior.

- Eu quero gritar... – ela sussurrou quando ele entrou por inteiro nela.

- Grite... – disse ele entrando e saindo dela cada vez mais rápido -... eu quero ouvi-la gritar...

Satsumi gritou o mais alto que conseguiu, causando um sorriso de diversão em Sesshoumaru.

- Parecia uma cachorra... – sussurrou ele.

Satsumi fez uma cara feia com a comparação.

- Isso não foi uma ofensa... – disse ele sorrindo de novo -...você poderia considerar isso um elogio, vindo de um youkai cachorro!

Ela sorriu surpresa com a revelação. Jamais passara pela cabeça dela perguntar que tipo de mononoke ele era. Estranhamente, esse fato só aumentou o desejo dela.

"Você está completamente louca, Satsumi!" pensou.

Sesshoumaru continuou a penetrá-la até que ouviu um outro grito escapar dos lábios dela, mas desta vez involuntariamente, pois ela estava chegando ao orgasmo. Satsumi cravou as unhas nas costas do youkai, forçando até que seu prazer se concluísse. Depois o soltou, deixando os braços cair ao lado do seu corpo. Sesshoumaru ergueu-se em um só braço, distanciando seu peito do dela, forçando a penetração ao máximo, enquanto sua mão livre brincava com os seios da jovem, que ainda gemia.

Ele entrou mais uma vez e retirou-se com rapidez sussurrando um "maldição" por quase ter liberado dentro dela seu sêmen ao não conseguir controlar seu prazer. Respirou fundo, vendo se realmente não tinha cometido uma besteira, e depois se deitou ao lado de Satsumi. Os dois ficaram olhando para o telhado, em silêncio, ouvindo somente a respiração ofegante um do outro. A pouca claridade da lamparina era um incentivo ao sono de Satsumi, que tentava ficar acordada, mas sentia os olhos pesarem. Ela olhou para o youkai e viu que até mesmo ele já estava dormindo, então fechou os olhos e se entregou ao sono.

Satsumi acordou por causa de um vento gelado que entrava pela janela quebrada da cabana. Levantou-se com cuidado para não acordar o youkai e viu que ainda estava escuro. Ajeitou a roupa e os cabelos, e se preparou para deixar a cabana, antes que Sesshoumaru acordasse.

- Onde você pensa que vai? – perguntou ele ainda com os olhos fechados e assustando a humana.

- Eu vou para casa – respondeu com receio – Vou antes que você me mande embora como da outra vez!

- Se você abrir esta porta... – ameaçou ele -...eu vou pegá-la e rasgar toda sua roupa. Aí você vai ter que voltar nua para casa. Sente-se ao meu lado. Eu não tenho a intenção de deixá-la ir ainda.

- Mas eu não posso ficar aqui! – esbravejou Satsumi – Eu já não sei como vou explicar estar chegando a esta hora em casa!

- Sente-se! – ordenou ele se sentando também.

Ela o obedeceu contrariada. Sabia que se ele a segurasse até o amanhecer, Hattemaru a veria chegar, e perguntaria onde ela passara a noite. Sesshoumaru levantou-se e vestiu, sempre olhando para Satsumi.

- Eu vou levá-la até a entrada do vilarejo – disse ele abrindo a porta e saindo – Venha!

Satsumi o seguiu sem entender porque desta vez ele ia levá-la até lá, mas não questionou a decisão, apenas o seguiu.

- Deixe a lamparina na cabana! – ordenou ele – Eu a guiarei pela mata.

Satsumi correu de volta a cabana e deixou a lamparina, e voltou a seguir o youkai. Ao lado dele não sentia medo de nada naquela mata escura, sentia que ele a protegeria caso acontecesse algo.

Atravessaram o riacho sem dificuldades, mas Satsumi sentiu a pele arrepiar com a temperatura da água.

- Tá gelada! – disse batendo os dentes.

- Vamos! – disse ele sem se importar.

Os dois chegaram à entrada do vilarejo e Satsumi viu que provavelmente ia ter que pagar ao guarda da noite de novo. Olhou para Sesshoumaru, esperando por algo que ele quisesse falar, mas ele simplesmente se virou e foi embora.

Mais uma vez, Satsumi terminou sua noite se entregando ao youkai e se arrependendo amargamente disso, pelo modo que ele a tratava no fim de tudo.

- Adeus! – disse ela para Sesshoumaru.

Ele não deu importância e continuou sua caminhada, enquanto Satsumi corria para sua casa.

- Quem disse que é um adeus, Satsumi? – disse ele já distante – Eu não terminei com você ainda!

Hehe! O que acharam? Eu espero que mandem reviews me contando se gostaram ou não, ok? E quero agradecer a quem me mandou reviews elogiando o primeiro hentai.

Neve: Como você mesma disse, quem não é pervertida? Nós pelo menos assumimos com alegria. Abraços!

Juliane.chan1 e Lulu-lilits: Esse é o modo como eu imagino o Sesshoumaru também, frio, insensível ao que não lhe convém se importar, e acima de tudo, um amante daqueles de enlouquecer qualquer uma! Pena que ele só exista em desenho! Abraços!