"Misteriosas Intenções"

"by Milla-Chan"

"Capitulo 10"

"Ilusões e Decepções "

Hyoga caminhava transtornado pelas ruas de Atenas, sua conversa com Shun martelava em sua mente, logo que o amigo lhe disse o que havia visto, ele saiu em disparada do Santuário...

Não se lembrava ao certo como conseguiu chegar até aquele bairro desértico, repleto de ruelas com seus miseráveis telhados baixos e seu odor repugnante, o odor da pobreza e da feiura.

Quando olhou em volta, verificou que se achava em frente a uma casa de bebidas, na qual se entrava descendo uma escadinha.

Sem se deter para pensar, Hyoga precipitou-se para a porta. Até então nunca entrara numa taberna. Mas agora estava fora de si, nada tinha importância, e, além disso afligia-o uma sede que o fazia tossir. Desejava beber vodka, tomar todo o álcool que lhe fosse capaz, pois desejava unicamente "...Curar a alma através dos sentidos, e curar os sentidos através da alma...".

Quando penetrou na habitação, recuou alguns passos ao notar as figuras grotescas que ali se encontravam. O bar mantinha algumas luzes acesas, apesar da noite já estar avançada, deixando o ambiente mergulhado em uma certa penumbra.

Sentou-se em um canto escuro e pediu uma garrafa de vodka, vozes se misturavam na taberna, mostrando o clima descontraído dos embriagados.

Hyoga mergulhou em sua dor, tudo a sua volta não tinha a menor importância, naquele momento só existia ele e sua garrafa de vodka.

A voz relutante e temerosa de Shun ecoava em sua mente, dilacerando ainda mais seu coração...

' –Hyoga... eu a vi beijando o Milo... sinto muito.'

O cavaleiro de cisne mantinha o olhar vago através de sua bebida, seus olhos enxergavam embaçados devido as lágrimas que se formavam, que seguindo suas irmãs, deslizavam pelo rosto do jovem cavaleiro, traçando um caminho morno e doloroso...

Uma expressão de assombro tomou conta de seu rosto ao sentir uma mão pousar em seu ombro, ao virar-se sua surpresa foi ainda maior ao encontrar os frios olhos azuis de seu mestre...

' –Hyoga, vamos embora... –falou Kamus num tom gélido que demostrava sua total desaprovação.'

' –Deixe-me mestre... não posso mais vê-la... –falou Hyoga com voz embriagada e lagrimas a rolar pela face.'

Kamus nada disse, correu os olhos através do monstruoso local e puxou uma cadeira afim de sentar-se. Por um instante ficou observando seu pupilo, o belo rosto estava contraído numa expressão de tristeza e dor, seus olhos estavam vermelhos e levemente inchados devido as lágrimas. A garrafa no centro da mesa encontrava-se praticamente vazia e Hyoga entornava a bebida negligentemente..

' –Mestre... o Shun viu...Emy e Milo se beijando...eu a perdi, perdi sem que ao menos ela fosse minha... –balbuciava entre soluços, a cabeça apoiada entre as mãos num gesto desesperado.'

' –Esqueça tudo isso, o passado é o passado... –falou Kamus impassível enquanto estendia um lenço ao jovem.'

' –Você chama o que ocorreu esta tarde de passado? –falou o rapaz assombrado com tais vis palavras.'

' –E não pertence ao passado o que acontece nesse mesmo instante? As pessoas superficiais são as únicas que têm necessidade de anos para desembaraçar-se de uma emoção. Um homem dono de si pode dar fim a um desgosto com a mesma facilidade que inventa um prazer. Você não deve sentir-se a mercê das suas emoções. Deve experimentá-las, gozá-las e dominá-las. –falou Kamus.'

' –Fala como se não tivesse coração nem piedade... mestre eu a amo, simplesmente a amo... '

Kamus o observava impassível, havia algo extremamente vulgar e brutal naquela situação, eis diante de si, seu pupilo, dominado por um sentimento insignificante, que ele por vezes tentara ensina-lo a exterminar... é incrível como existem algumas lições que jamais conseguimos ensinar... ou que jamais algumas pessoas conseguem apreender...

' –Não sei por que continuo a insistir... Isaak sempre soube se portar melhor que você ...você é mesmo indigno de ser meu pupilo... –falou Kamus levantando-se –sacrifiquei a minha vida para lhe ensinar que o amor é um sentimento insignificante, mas vejo que tudo que fiz foi em vão, isso é lamentável... –completou virando-se e seguindo em direção a rua.'

' –Espere mestre... me perdoe, eu sou mesmo um fraco... o senhor tem razão, sempre que deixo meus sentimentos me guiarem lágrimas afloram em meus olhos... –falou alcançando Kamus e atirando-se aos seus pés –...mestre desta vez serei racional, nunca mais deixarei esses sentimentos insignificantes se apossarem de mim... –completou entre soluços.'

' –Muito bem Hyoga levante-se –falou Kamus impassível diante aquela cena lamentável –...vamos para casa... –completou andando enquanto Hyoga tentava levantar-se.'

Kamus voltou ligeiramente o pescoço e pode observar que seu pupilo tentava segui-lo vacilante, sinceramente gostaria que as palavras que Hyoga acabara de proferir fossem verdadeiras, mas durante todos esses anos, essa não era a primeira vez que seu pupilo lhe fazia esta promessa...e certamente não seria a ultima...

OOOOOOOOOOOOOOOOOO

Por alguns momentos Ikki ficou estaticamente parado, ouvindo ela se afastar cada vez mais, até tornar-se inauditivel. Neste momento, num ímpeto incontrolavel, girou a maçaneta, compreendeu que necessitava encontra-la, assim adentrando as sombras da noite...

A largas passadas Marie trilhava o denso bosque em direção as doze casas, podia ouvir o ligeiro farfalhar das arvores atras de si.

Sabia que ele a alcançaria de qualquer maneira, instintivamente disparou a correr, tinha medo de encontrar aqueles olhos azuis que lhe inspiravam segurança e medo, medo do que seria capaz de fazer por ele...

Ikki sabia que aquela garota lhe havia despertado sentimentos adormecidos desde a morte de Esmeralda, sentimentos que ele fugira durante todos esses anos...

Mas agora já era tarde demais, da mesma maneira que a fênix renasce das cincas, ela fizera o amor renascer em seu coração...

Marie podia ouvi-lo cada vez mais nitidamente, esquecendo todos os seus medos a garota parou, voltou-se para a densa mata atras de si e ficou a espera-lo...

Lá estava ela parada, como se sempre estivesse ali a espera-lo, Ikki sorriu, sentia-se aliviado em poder ver aquele rosto novamente, e o único pensamento que lhe vinha naquele momento era poder tê-la em seus braços...não podia mais esperar...

Ao senti-lo se aproximar um misto de medo e desejo apossou-se da jovem, jamais fora beijada por sua vontade, desde que Pierre a violentara jurou jamais permitir que homem algum a tocasse... e lá estava ela ansiando pelas mãos dele... pelo calor de seu corpo...

' –Marie não tenha medo... eu jamais a magoaria...mas eu preciso de você ... –falou Ikki segurando seu rosto entre as mãos.'

Ao ouvir tais palavras todo o assombro que a acometia desvaneceu-se como névoa... delicadamente inclinou a cabeça para trás a espera daquele momento que lhe custaria a fúria de Penélope...

Os lábios da jovem eram mornos e macios, despertando em Fênix uma anseia suprema de tê-la para si...

Marie pela primeira vez experimentava um beijo que não lhe fosse imposto, roubado... uma sensação de entrega, anseio e desejo se apossavam de seu corpo... estar com ele significava tudo naquele instante...

Ikki prendeu Marie entre seus braços enquanto aprofundava o beijo de forma cativa e sensual...

Um turbilhão de emoções transbordavam daqueles dois corpos, cujas as almas solitárias haviam encontrado sua segurança, mesmo sabendo que mais cedo ou mais tarde tudo aquilo lhes seria tirado...

Ikki desprendeu relutante dos lábios da jovem, sentindo a respiração ofegante contra sua face e sustentando um olhar que o queimava numa imprecação por desculpas...

' –Não posso lhe pedir desculpas...se é isso que deseja... pois não me arrependo de te-la beijado... –falou Fênix.'

Vendo que a garota mantinha-se calada, Ikki resolveu não tocar no assunto...

' –Quer que eu a leve até sua casa? –perguntou calmamente'

Marie concordou balançando a cabeça encostada contra o peito do cavaleiro, e lado a lado ambos puseram-se a caminhar a casa de câncer...

OOOOOOOOOOOOOOOOOO

A luz do luar entrava pela janela iluminando os dois corpos deitados sobre a cama...Ambos a refletirem solitariamente sobre os obstáculos que enfrentariam em nome deste amor...

Deitada sobre o peito do cavaleiro, Mayah olhava fixamente através da janela, a gelada noite com suas brilhantes estrelas e sua pálida lua cheia entrecortada de nuvens densas e cinzentas.

Sua mente borbulhava em milhões de pensamentos, tudo aquilo que estava vivendo parecia um sonho, aquele homem maravilhoso deitado ao seu lado, as lembranças da inúmeras vezes que ele a amou naquele dia, a sensação de felicidade que a invadia fazendo com que não conseguisse parar de sorrir...

Mas a realidade era inevitável, ao entregar-se a esse amor ela havia desafiado os deuses, e neste momento Penélope já devia estar providenciando sua punição...

Shura observava fixamente o teto do quarto, enquanto os fortes braços enlaçavam o pequeno corpo de Mayah, deitada ao seu lado...

Após momentos maravilhosos como os que eles tinham acabado de vivênciar a reflexão sobre a realidade e o futuro iminente tornava-se ainda mais dolorosa e sombria...

As regras do Santuário eram claras, era proibido o envolvimento entre cavaleiro e Deusa, mestre e aprendiza...

Eles estavam marcados, ninguém jamais poderia suspeitar deles, ou isso lhes custaria suas vidas...

OOOOOOOOOOOOOOOOOO

Shaka despertou com o girar da maçaneta, moveu levemente o rosto e viu Alícia entrar vestindo um robe de seda negro. Sentou-se na cama e pode sentir os olhos fixos dela na penumbra...

' –Abra os olhos Shaka...deixe-me vê-los novamente –disse num sussurro.'

Levemente ela se aproximou, deixando o robe escorregar pelo corpo, revelando a pele alva, completamente nua.

E após deslizar a mão pelo rosto do cavaleiro deixando-a cair pelo tórax nu, colou suavemente os lábios mornos nos do indiano, beijando-o de uma maneira ao mesmo tempo delicada e provocante...

Shaka não teve forças para pronunciar nada, apenas tomou-a nos braços beijando-a ferozmente, numa punição a tamanha ousadia e ao mesmo tempo num ímpeto incontrolavel de desejo por aquele ser. Suas mãos seguraram fortemente os frágeis braços atirando-a contra a cama, deitando-se sobre ela, as mãos explorando-lhe os seios de maneira lasciva...

Quando desprendeu os lábios dos da jovem, ela sorriu, um sorriso infantil, mas suas palavras soaram geladas, e os olhos ardiam repletos de um prazer maligno...

' –Quem diria que você fosse incapaz de resistir ao amor carnal... tão poderoso e tão FRACO!'

...Shaka acordou, sentando-se abruptamente na cama, seu corpo estava molhado de suor e seu peito arquejava. Olhou a sua volta, mas ela não estava lá, fora somente um sonho, ou seria um pesadelo?...

Deitou-se novamente, mas não conseguia dormir, todas aquelas imagens invadiam sua mente, o sorriso infantil, o corpo nu, o robe de seda...

Aquilo era um absurdo, seu subconsciente estava a enlouquece-lo...aquela garota o enlouquecia... o que significava tudo aquilo?...ele Shaka de Virgem, o cavaleiro mais próximo de Deus, tendo sonhos eróticos com sua discípula...Por Buda isso era inconcebível!

Não conteve-se mais, ficar ali deitado só o faria lembrar-se daquele maldito sonho, levantou-se e desceu até a sala onde caminhou até o bar, abrindo uma garrafa de uísque, e pondo-se a beber sentou no sofá, onde terminou por adormecer...

OOOOOOOOOOOOOOOOOO

Ao adentrarem a casa de Câncer, Ikki e Marie encontraram, Mascara da Morte largado no sofá com um pacote de Rufles e uma garrafa de cerveja ao lado , meio sentado meio deitado a cabeça tombada para o lado, babando e roncando, como se tivesse adormecido a espera de alguém...

Ikki fez sinal para que a garota fizesse o mínimo de barulho possível, e assim começaram atravessar a casa.

Mas ao abrirem a porta da cozinha a garota soltou um berro ao ver um bode na mesma, acordando o cavaleiro...

' –AÍ ESTÁ VOCÊ SUA MALEDETA! Ikki saia da frente...vou dar uma lição nesta filha de uma putana! –falou Mascara da Morte avançando sobre ambos.'

' –Acalme-se Carlo... e o que significa esse bode na sua cozinha? –perguntou Ikki escondendo Marie atras de si e segurando a maçaneta da porta para mante-la fechada.'

' –Não me chame pelo meu primeiro nome... eu odeio esse nome maledeto! –falou Mascara da Morte praguejando –...Agora saia da frente...vou mostrar a ela quem manda aqui! –completou parando a frente de Fênix.'

' –Eu não vou deixar você encostar um dedo nela...portanto acalme-se e explique o que significa esse maldito bode na sua cozinha! –falou Ikki num tom extremamente ameaçador e austero.'

Ao vê-lo protege-la daquela maneira os olhos da francesa encheram de lágrimas, ninguém jamais havia a defendido daquela forma... e um desejo que ele estivesse ao seu lado para sempre apossou-se de seu espirito...

' –Vá bene! Esse bode se chama Tinhoso, e é meu! Entendeu? –falou abrindo a porta da cozinha e se aproximando do bode –...Vem com o papai Tinhosinho... toma uma batatinha... –completou o cavaleiro dando uma batatinha do pacote para o animal.'

Ikki e Marie ficaram observando aquela cena boquiabertos, eles estavam loucos ou Mascara da Morte tinha um bode de estimação?

OOOOOOOOOOOOOOOOOO

Emily caminhava ligeiramente entre as ruelas de Atenas, desejava chegar ao colégio, lá talvez descobrisse algo sobre a morte de seus pais...

Ao passar por uma ruela estreita e abandonada, a garota sentiu uma mão puxar seu braço com violência, atirando-a contra a parede...

Por um momento ficou encarando aqueles olhos violetas atônita, mas ao ver aquele brilho frio e hipnotizante, reconheceu-o no mesmo momento...

' –Morfeus... –murmurou a jovem o olhando fixamente.'

' –Não diga nada... venha comigo, eu tenho o que você está procurando... –falou o deus levando-a pela penumbra da noite.'

OOOOOOOOOOOOOOOOOO

Em seu quarto Hipnos, mantinha o olhar fixos nas estrelas, como se aqueles pequenos astros pudessem mudar a sorte de sua amada...

Hados nunca erra, e até mesmo os deuses devem submeter-se as seus presságios e sentenças...

Mas ele não deixaria que aquele mero mortal a tivesse por muito tempo, mesmo sabendo que jamais poderia leva-la de volta aos Elissyos, mesmo assim não permitiria que ela o trocasse por um mortal... se ela não fosse dele, não seria de mais ninguém...

OOOOOOOOOOOOOOOOOO

Penélope caminhava irrequietamente por seu quarto, um pressentimento de que algo não muito favorável estava para ocorrer preenchia seu coração...

E como os pressentimentos de uma deusa nunca são em vão... Alexandre entrou em seu quarto acompanhado de uma jovem de fios loiros e olhos vermelhos...

' –Mamãe desculpe incomoda-la essa hora, mas Anya gostaria muito de falar com a senhora... –falou o rapaz particularmente a sua mãe.

' –Alexandre, já se passa das duas horas da manhã, diga a ela que falarei com ela logo após o meu desjejum... –falou a deusa.'

' –Mamãe se eu fosse a senhora ouviria o que ela tem a dizer agora mesmo... deixa-la esperando até mais tarde, não seria sensato... –falou o jovem num tom preocupado.'

' –Está bem... deixe-me a sós com ela... –falou ao rapaz que logo se retirou –...então senhorita à que devo a honra de sua visita? –perguntou ironicamente.'

' –Muito bem Penélope, serei breve e objetiva com você... –começou a garota.'

Tudo era muito simples, Anya andava espionando a Deusa a algum tempo, sabia de seus planos, sabia da presença de Hipnos e Morfeus...e agora viera negociar tais informações...

Dentre toda a insignificância humana, havia algo que impressionava Penélope, chegando até mesmo a reter sua admiração. A ambição e a audácia. Estas escolhiam a dedo os mortais onde se alojariam, e ali estava uma garota cujos olhos reluziam a cobiça e a sede de poder a qualquer preço...

A deusa refletiu que talvez seu pressagio estivesse errado...aquela situação podia ser perigosa...mas também lhe era conveniente...

' –Anya vou lhe dar algo que você jamais imaginou... –falou Penélope sorrindo –venha comigo... e terá o que muitos mortais buscaram e jamais obtiveram... lhe darei muito mais que poder... você verá querida... –completou abrindo a porta e indo procurar Alexandre.'

O rapaz estava deitado em seu quarto quando a deusa entrou acompanhada da jovem...

' –Alexandre... quero que me faça um favor meu filho... –falou a deusa.'

' –Diga mamãe... –murmurou o jovem deus.'

' –Preciso que traga Tanâtos... até mim... '

O jovem a olhou interrogativamente, mas sua face mantinha-se impassível era impossível saber o que ela estava tramando... a única escolha que lhe cabia naquele momento era obedece-la...

C.O.N.T.I.N.U.A.

N/A: Peço milhões de desculpas pela demora da atualização deste capitulo, mas as coisas andam corridas e escrever tem sido um luxo, que não tem tido tempo nos últimos períodos...

Este capitulo é dedicado a minha querida amiga Lulu-lilits, que no Anime Friends me falou sobre seu enorme desejo que Marie e Ikki se beijassem...e aqui está querida!

Talvez o capitulo não consiga agradar a muitos por estar meio vago, e também bastante reduzido...mas minha intenção é a partir do próximo capitulo entrar numa nova fase (que vocês o notaram quando le-lo), onde a cronologia correrá mais depressa para assim poder dar sentido aos fatos lançados nesse suspense...

Agradeço e peço desculpas pela demora... (Lulu estava querendo me matar), após a leitura de minha mão, pela Pri Gilmore, tenho saído todos os dias precavida, pois vá que eu morra antes de terminar esta fanfic... (Lulu me buscaria no Inferno!)

Minhas outras fanfics também serão atualizadas em breve ( devido as ameaças constantes da Lulu)...

A criação do bode Tinhoso (carinhosamente Tinhosinho), é um presente ao meu namorado Leandro0001...

Só venho a ressaltar nesta nota, que qualquer aborrecimento que esta fic cause, nada posso fazer, pois continuarei a escreve-la, e caso não possa mais posta-la aqui, em outro lugar as pessoas a encontrarão... nem que eu precise enviar cada capitulo ao e-mail dos leitores ou até mesmo imprimir e mandar pelo correio...meu recado está dado...

Agora meus humildes agradecimentos a todos que tem acompanhado a fic, e mais uma vez digo que criticas e sugestões são sempre bem vindas...

Um grande beijo, as minhas amigas Ju, Carol e Talita, que são minhas musas na criação da Emy, Mayah e Marie. Valeu

Agora lembranças e agradecimentos aos sempre presentes: Mú (Rafael), Aiolia (Renato), Juli-Chan, Pandora-Amamya, Nix, Madam Spooki, Mari Marin, Sukky, Talita Sargittarius, Arthemysis, Aurora, Kika-Sama, Persefone-sama, Nay, Leandro0001, Aquila Marin, Megawinzone, Lulu-Lilits, Pri Gilmore... entre outras pessoas de suma importância.

Uma super beijo para meus amigos da escola que tem acompanhado a fic... Beijos, Bicudo, Gabi, Felipe, Et, Nathy, Jéssica... Valeu gente!

Milla-Chan