Capítulo 4: Uma Agulha num Palheiro
"Você não tem saída, seu maricas!"
"Eu vou te pegar por ter quebrado o nariz do meu irmão, moleque!"
Era tarde da noite. Alguns garotos encurralaram um garotinho num beco escuro. "Não vai falar nada, é, Ruivo? Você deveria ser tão feio que nem mesmo seus próprios pais não quiseram ficar com você!"
O pequeno garoto ruivo não respondeu. Ele somente cerrou seus dentes e punhos. Isto não ficou despercebido pelos garotos mais velhos. "Bem, bem, parece que nosso maricas quer lutar. Caras?"
"Deixe-nos ensinar uma lição ou duas! Ele deve pagar pelo que fez ao meu irmão!" E então os garotos começaram a batê-lo. O ruivo realmente não podia deter todos eles. Ele era muito novo e muito menor do que aqueles garotos.
"Eu ouvi que o pai dele era um gaijin." Um dos garotos disse ao outro.
"Claro. Aonde mais ele teria aquele cabelo horroroso dele?"
"Então a mãe dele deveria ser uma prostituta... Ouviu isso, Himura? Sua mãe deveria ser uma prostituta! Ela encontrou um gaijin e buum, você nasceu. Sem dizer que seu pai..."
Um soco vingativo pousou na bochecha de Fuji. Todos ficaram surpresos ao ver o pequeno Kenshin em pé, seus olhos brilhando de fúria. Foi-se o violeta, substituído por dourado. "Jamais... jamais fale da minha mãe desse jeito!"
"O que..." O sangue pingava do canto da boca de Fuji. "Você vai pagar por isso, Himura! Tome isso!"
Mas uma mão o parou de bater em Kenshin. "Pare por aí, jovem!"
Os garotos ficaram surpresos. De pé entre Kenshin e Fuji estava um homem muito alto com longos cabelos negros. "Nenhum cavalheiro iria encurralar um garotinho desses. O que está acontecendo aqui?"
Aeroporto Internacional de Kansai, Maio de 2006
Uma voz cristalina e límpida da aeromoça era ouvida por toda a cabine. "Bom dia, senhoras e senhores. Este avião pousará em 10 minutos. Por favor, prendam seus cintos de segurança..."
"Hein?" Kenshin esfregou lentamente seus olhos adormecidos. Ele acabara de acordar de seu sono. Uma aeromoça parou ao lado dele e disse, "Seu cinto de segurança, por favor, senhor."
"Uh, ok. Ele rapidamente prendeu seu cinto de segurança. Foi só um sonho. Mas voltando ao Japão sempre traz memórias do passado... Shishou, se não tivesse me encontrado com você naquela noite, onde eu estaria agora...
Assim como Fuji dissera, o pai de Kenshin era mesmo um gaijin. Sua mãe, Sakamae Himura, encontrou seu pai no porto de Tóquio. Jack era um marinheiro inglês. Ele era de fato um homem muito bonito. Seu cabelo era vermelho e seus olhos violetas. A jovem Sakamae apaixonou-se por ele instantaneamente após o primeiro encontro deles.
Mas a família Himura não o aprovou. "Ele só está usando você, Sakamae-chan!" Seus pais a alertaram. Sendo uma garota teimosa, Sakamae não ouvia sua família. Ela continuava vendo jack apesar da proibição de seus pais. Até que uma noite...
Jack teria que ir para a Inglaterra no dia seguinte. Naquela noite ele havia tido uma festa com seus amigos e estava bêbado quando encontrou Sakamae em seu quarto. Ele queria que Sakamae fosse com ele. Mas mesmo o amando, Sakamae disse que ela não poderia deixar seus pais desse jeito. "Vamos conversar primeiro com meus pais." Então ela sugeriu. Mas Jack não quis ouvir nada disso. "Já esperei o bastante, Sakamae! Seus pais não vão deixar você de jeito nenhum. Eles são muito antiquados!"
Eles tinham discutido profundamente naquela noite. Sakamae finalmente decidiu não ir com ele. Jack ficou muito bravo e perdeu o controle sobre si mesmo. Naquele lugar ele estuprou a pobre Sakamae e partiu para a Inglaterra pela manhã.
Quando Sakamae finalmente acordou e descobriu que ele já tinha partido, ela chorou como nunca havia chorado sua vida inteira. Ela estava envergonhada de si mesma e não tinha coragem de voltar para casa. E para piorar as coisas, aconteceu de ela estar grávida!
Foi um mês antes de o bebê nascer que ela recebeu a notícia sobre seus pais, de que eles estavam muito doentes. Após ouvir as notícias, ela imediatamente foi para casa. Infelizmente ela não pôde chegar a tempo. Seu pai tinha acabado de falecer quando ela surgiu no quarto de seus pais. Sua mãe o seguiu minutos depois. Ela morrera nos braços de Sakamae...
Kenshin herdou o cabelo e os olhos de seu pai, mas ele herdou a pequena estatura de sua mãe. Ele foi criado pela irmã de Sakamae, mas a verdade é que toda a família Himura o odiava, assim, como eles tinham odiado sua mãe...
Kobe, dois dias depois da chegada de Kenshin
"Hmm... vamos ver..." Kenshin murmurou para si mesmo enquanto ele explorava cuidadosamente a lista em sua mão. Ele parou em frente a um orfanato em Kobe. "Este está fora da lista. Ok, mais três para ir!"
Flashback
Do Aeroporto Internacional de Kansai Kenshin imediatamente foi a Kobe. Ele havia pensado exaustivamente por onde e como ele deveria começar. Isto é loucura... estou procurando por uma agulha num palheiro... Finalmente ele decidiu começar com orfanatos em Kobe. Ele foi ao centro de informções e pediu pela lista de orfanatos em Kobe. Felizmente, para ele, não havia muitos deles.
Ele mostrou a foto de Kaoru para o guarda do primeiro orfanato que ele visitou e perguntou se eles já a haviam visto.
"Gomen nasai, Himura-san. Nós nunca a vimos."
"Vocês poderiam, por favor, tentar olhar nos seus arquivos? Tentem procurar pelo nome Kaoru..." Kenshin pediu a ele.
"O nome dela era Kaoru? E o sobrenome dela era..."
"Eu não sei." Kenshin respondeu. "Só sei o primeiro nome..."
"Bem, seria muito mais fácil se você soubesse pelo menos só o sobrenome... Que pena... mas vamos ver o que poderemos fazer por você. Venha comigo. Nós geralmente não fazemos isso, mas desta vez farei uma exceção..." O guarda levou Kenshin à sala de administração. Ele gesticulou para que Kenshin se sentasse numa cadeira atrás de uma mesa com um computador. Então ele abriu o banco de dados que continha as informações de todos os ocupantes daquele orfanato. O guarda digitou 'Kaoru' e apertou a tecla Enter.
"De qualquer forma, por que você quer encontrá-la?" Ele perguntou a Kenshin enquanto esperavam pelo resultado.
"Eu não sei. Acho que estou só curioso sobre seu paradeiro..."
O guarda só sorriu tolamente. "Mesmo? É por mera curiosidade que um homem viajaria metade do mundo só para encontrar uma garota que ele viu há dez anos atrás?"
O bip do computador salvou o dia de Kenshin. "Ah, aqui estão os resultados." Ambos observaram a lista disposta na tela cuidadosamente. "Nõs conseguimos um monte de Kaorus aqui..."
"Você tem todas as fotos também?"
"Aham." O guarda afirmou. "É só clicar em cada nome e você conseguirá toda a descrição da pessoa. Agora, já que isto deverá tomar uma boa parte de tempo, gostaria de uma xícara de café?"
"Sim, por favor..."
Fim do flashback
Isso foi há dois dias atrás. Kenshin tinha gasto horas olhando nos arquivos daquelas crianças. Todas elas vieram de um passado diferente. Algumas não eram desejadas pelos pais. Algumas tinham perdido os pais desde muito cedo. Mas nenhuma delas trazia alguma similaridade com Kaoru.
Assim que Kenshin andava pela cidade ele ficava espantado, mas ao mesmo tempo feliz, em ver o quanto a cidade tinha se recuperado dos danos que o terremoto acarretou. Há 10 anos tudo que sobrou da cidade eram pilhas de detritos; agora ela tornara-se uma das mais importantes cidades no Japão.
Até agora ele esteve em 4 orfanatos. Ele tinha perguntado a todos os órfãos quais os pais foram vítimas do terremoto. Muitos deles tornaram-se adolescentes agora, e até mesmo adultos. "Nem, nunca vi este rosto." Outro disse, "Eu nunca esqueceria tal rosto se a tivesse encontrado."
Kenshin estava ficando mais e mais pessimista, até que, muito para sua alegria, um adolescente no quinto orfanato em sua lista finalmente a reconheceu. "Nós ficamos no mesmo orfanato antes do grande terremoto acontecer..."
"Espere..." Kenshin o interrompeu. "Kazu-chan, você quer dizer que ela ficou órfã antes do terremoto?"
"Sim." Aquele garoto cujo nome era Kazu concordou. "Ela já estava lá quando eu cheguei, pouco antes do terremoto acontecer. As outras crianças eram muito antipáticas, você sabe. Elas me tratavam mal. Mas Kaoru-san sempre me defendeu... Ela era...ela era meu anjo da guarda... eu teria morrido se não fosse ela naquela noite. Disseram que eu ainda estava dentro quando o prédio começou a desmoronar. Foi Kaoru-san que correu lá dentro e arriscou sua vida para me salvar..."
Kenshin silenciou-se por um momento antes de continuar. "Então o que aconteceu a ela depois do grande terremoto?"
Kazu tristemente balançou sua cabeça. "Eu não sei. Aquela noite foi a última vez que a vi. Fui levado ao centro de tratamento imediatamente." Ele baixou sua cabeça. Eu nem tive a chance de agradecê-la..."
"Entendo..." Kenshin estava um pouco decepcionado. Ele tinha esperança que este garoto saberia algo sobre seu paradeiro. Suspirando profundamente, o ruivo levantou-se e disse, "Bom, é melhor eu ir. Muito obrigado por tudo..." Kenshin estava para sair da sala quando uma voz o parou.
"Espere, Himura-san."
Kenshin parou imediatamente e se virou. "O que foi, Kazu-chan?"
O adolescente agitou-se nervosamente por um instante. "Himura-san, se você a encontrar, por favor, diria a ela que Kazu-chan está realmente agradecido por ela ter salvado sua vida?"
Os olhos violetas de Kenshin ficaram afáveis após ouvir isto. Então ele sorriu ternamente e respondeu, "Eu irei, Kazu-chan. Eu prometo..."
Outro dia havia passado. Kenshin tinha visitado todos os orfanatos em Kobe, mas ainda não havia um traço de Kaoru. O próximo alvo eram as delegacias de polícia...
"Boa tarde." Kenshin cumprimentou um policial atrás de sua mesa pela terceira vez naquele dia.
"Boa tarde, senhor." O policial o cumprimentou de volta. "O que posso fazer por você?"
"Er... estou à procura de alguém." O ruivo respondeu. "Na verdade estava esperando que você pudesse me fornecer alguma informação sobre ela."
"Bem, nós não damos só informações sobre pessoas, mas você pode nos dizer o que está acontecendo..."
Kenshin concordou e tirou a foto de Kaoru de seu bolso. "Estou procurando a garota desta foto. Seu nome é Kaoru. Eu tirei esta foto 10 anos atrás logo após o grande terremoto. Eu quero encontrá-la..."
"Hmm... bela foto... o policial comentou sobre ela. "Algum sobrenome?"
"Não, eu não sei o sobrenome dela. Ela ficou órfã já antes do grande terremoto..."
"Bom então é quase impossível para nós localizá-la. Você tentou os orfanatos?"
"Sim. Eu visitei todos eles."
"Bem eu receio que nós não possamos fazer muito sobre isto, senhor. Era uma época agitada. Nem tudo foi bem documentado. É bem possível que ela tenha sido adotada ou transferida para outro orfanato em outra cidade, mas no processo seu arquivo se perdeu..."
Kenshin estava em silêncio enquanto um outro policial chegou e sentou-se ao lado de seu colega. A expressão abatida estava claramente para ser vista em seu rosto. "Então, eu devo ir. Muito obrigado pela.."
"Ei, Hayato, como você conseguiu aquela foto?" perguntou o outro policial para seu parceiro.
Isto tomou a atenção de Kenshin imediatamente. "Este cavalheiro mostrou-a para mim. Ele estava procurando por esta garota..."
"Não é a foto da World Press Photo do ano?"
Hayato pôde somente dar de ombros. "Nunca ouvi sobre isto, Toshio. Não estou por dentro da fotografia. Ao invés de mim, você deveria perguntar a este cavalheiro."
O outro policial cujo nome era Toshio virou sua atenção para Kenshin. Esta é a World Press Photo do ano, certo? E falando nisso, como você a conseguiu?"
"Sim, é. E uhm... é que...eu sou o fotógrafo.."
"O que!" Toshio pulou de sua cadeira. "Você é Himura Kenshin!"
Kenshin somente concordou quando o jovem policial continuou vindo com suas perguntas. "Você é aquele Himura Kenshin!"
"Sim, o primeiro e único..."
"Uau..." Toshio saiu detrás de sua mesa em direção a Kenshin e o cumprimentou com a mão. "Parabéns senhor! Meu nome é Kawasaki Toshio. Prazer em conhecê-lo..."
"Himura Kenshin. Prazer em conhecê-lo também... Você está na fotografia também, Kawasaki-san?"
"Yeah, eu tiro fotos nas minhas horas de lazer..."
"Que tumulto é esse, Kawasaki?" Uma voz severa cortou bruscamente a conversa assim que o aroma de cigarro preencheu a sala. Kenshin viu uma figura alta em pé à porta para outra sala. Ele vestia um uniforme policial também.
"Uh, me desculpe, Saitou-san. Eu estava um pouco excitado quando soube que ele é Himura Kenshin."
"E daí?" O delegado sorriu amargamente. Saitou Hajime era o líder da unidade policial naquela delegacia. "O que há de tão especial sobre ele?" Foi o comentário sarcástico de Saitou assim que observava Kenshin da cabeça aos pés.
"Ele foi o fotógrafo da World Press Photo do ano, senhor." Toshio mostrou a foto para Saitou.
Saitou pegou a foto da mão de Toshio. "É mesmo uma bela foto." Mas assim que ele observou a foto mais cuidadosamente seu sorriso amargo cresceu profundamente.
A mudança de expressão em seu rosto não foi despercebida pelos outros três. Finalmente Hayato ousou perguntá-lo, "Posso perguntar o que o chateia, senhor?"
"Não. Nada." O delegado respondeu assim que ele devolveu a foto a Toshio. "É só que ela lembra muito a filha do Kamiya-san... Não, tenho certeza que é ela..."
"Você a conhece?" Kenshin perguntou apressado. "Você sabe onde ela está agora? E quem é Kamiya?"
"Calma, ruivo." Saitou ficou um pouco perturbado com a atenção repentina. Ele ficou quieto por um instante. "Kamiya Koshijirou era meu mentor. Ele foi o delegado deste posto. Koshijirou era meu treinador, meu parceiro e meu melhor amigo. Até que..." Saitou silenciou-se de novo. Havia uma alusão de tristeza em seus olhos.
"Atéque...?"
"Até que ele foi morto durante um tiroteio 13 anos atrás. Nós estávamos perseguindo ladrões de banco quando eles começaram a atiram em nós. Eu estava dirigindo daquela vez, e Koshijirou tentou revidar. Ele os pegou bem nos pneus. Mas uma bala dos ladrões tinha se instalado em seus pulmões... Ele morreu enquanto o levávamos ao hospital..."
"Koshijirou-san tinha uma filha. Ele a trazia aqui de vez em quando. Seu nome era Kamiya Kaoru, e ela se parecia exatamente com aquela garota da sua foto..."
"O que aconteceu a ela depois que Kamiya-san morreu?" Kenshin indagou mais a fundo.
Saitou suspirou profundamente assim que continuou, "Ela foi levada ao orfanato porque que nenhum de nós poderia tomar conta dela. Kshijirou não tinha nenhum familiar vivo. Sua esposa morreu quando Kaoru ainda era um bebê... Nós a visitávamos naquele orfanato de vez em quando. Mas perdemos o traço dela depôs do grande terremoto. Até hoje eu nunca ouvi nada sobre ela..."
"Então você não tem idéia de onde ela poderia estar agora, ou se ela ainda está viva?"
Saitou Hajime podia somente balançar sua cabeça devagar assim que soltava fumaça de sua boca. "Não.."
Duas semanas haviam se passado desde então. Kenshin voltou a cada orfanato que tinha visitado, esperando que o nome 'Kamiya' seria melhor do que somente 'Kaoru'. Mas foi tudo em vão. Então ele visitou as vizinhanças onde a maioria das vítimas do terremoto morava. Ele tinha visitado inúmeros endereços, incluindo o do assistente social do orfanato aonde Kaoru tinha morado. Algumas pessoas tinham reconhecido ela e o nome do pai dela, mas nenhum pôde dizer a ele se ela ainda estava viva ou aonde ela poderia estar agora.
A exaustão começou a tomar conta dele. Por três semanas ele a tinha procurado sem nenhum resultado desejável. A esperança de encontrá-la estava se tornando menor e menor assim que os dias se passavam.
Kenshin saiu do táxi em frente ao hotel que ele ficou na noite passada. O céu já tinha se tornado escuro. Depois de pagar a conta ele dirigiu-se cansadamente à sala principal. Onde você está, Kaoru? Sua mente gritava aquela pergunta silenciosamente.
Kenshin estava tão preocupado com aquele problema que não viu um homem correndo em sua direção. Ele quase caiu de cara no chão se não fosse por seus reflexos rápidos. Mas suas fotos já estavam espalhadas no chão.
"Táxi! Táxi! Pare!" O homem que trombou com Kenshin gritou ao motorista de táxi. "Pare, droga!" Ele praguejou quando o táxi saiu correndo daquele lugar. Percebendo que ele trombou em alguém, aquele homem virou-se para Kenshin e o viu recolhendo suas fotos. "Oh, me desculpe, me desculpe mesmo, senhor. Aqui, deixe-me ajudá-lo."
"Está tudo certo." Kenshin respondeu assim que ele continuou a recolher as fotos. Para completar sua irritação, o vento jogou algumas das fotos para longe.
"Eu pego aquelas!" O homem rapidamente correu atrás daquelas fotos para recuperá-las. Ele tinha um longo cabelo negro e uma bandana cinza escura estava amarrada em volta de sua cabeça.
Segundos depois ele já estava ao lado de Kenshin. Ele sorriu assim que devolveu as fotos a Kenshin. "Perdoe-me sobre aquilo, senhor. Eu..." Ele parou bruscamente e tirou uma das fotos das mãos de Kenshin. "Ei, como você tirou esta foto? Eu a conheço!"
"O que? Quem?"
"Eu conheço esta garota. Esta deve ser uma velha foto." O homem olhou para o rosto chocado de Kenshin. "Ela é agora a esposa do meu melhor amigo..."
– Fim do capítulo 4: Uma agulha num Palheiro –
Nota da Tradutora:
Pobre Kenshin!Kaorucasada! Com quem afinal? E Agora!
Não percam o próximo Capítulo...será surpreendente!
