DISCLAIMER: RK e nem a fic me pertence...é uma tradução!


Em Busca da Safira Perdida

- Capítulo 6: Uma história que nunca foi contada -

"Kamiya Kaoru, como você descobriu, era a filha de um oficial da polícia chamado Kamiya Koshijirou. O nome de sua mãe era Kamiya Yuriko. A família Kamiya era vizinha à minha. Isto responde o porquê de nossas famílias serem tão próximas. Eu já pensava nela como minha irmã mais nova, pois não tinha uma... Assim como o resto da nossa vizinhança, eles não eram uma família rica, mas eram uma família feliz."

"Infelizmente, para todas as coisas boas há um fim... Quando Kaoru-chan tinha 8 anos, Kamiya Yuriko faleceu devido ao câncer. Como seria se de esperar, ambos sentiram profundamente sua morte, principalmente Koshijirou-san. ele não podia aceitar o fato de que sua amada esposa foi tirada dele. E o fato de que ele não poderia fazer nada para prevenir que as coisas piorassem..."

"Ele ficou tão absorvido em seu trabalho como oficial da polícia para se distrair da dor de perder sua esposa que ele não dava a Kaoru-chan a atenção apropriada. Mas Kaoru-chan nunca reclamou... Ela dizia que entendia porquê seu pai parecia rejeitá-la, e que sabia que seu pai a amava de qualquer forma..." Os olhos de Megumi se umedeceram um pouco com as lembranças de Kaoru. "Ela...era muito esperta para sua idade... sem mencionar que era uma garota forte também..."

"Para Koshijirou-san, a morte de sua esposa deveria ser o fim. Mas para Kaoru-chan, a morte de sua mãe era somente o começo... Dois anos depois, outra tragédia explodiu. Seu pai estava numa perseguição a ladrões quando levou um tiro e morreu. E ela foi deixada sozinha... Nossa família a teria pegado se tivéssemos dinheiro suficiente. Mas nós mal conseguíamos nos manter... eu iria à faculdade em poucos meses... Nós não podíamos ter dinheiro suficiente para criá-la... Por ela não ter parentes, o governo a mandou para um orfanato do outro lado da cidade..."

"Eu a ainda a via de vez em quando desde então. Estava ocupada com a faculdade, e ela geralmente não era podia sair de lá... Mas sua infelicidade não acabou lá. As outras crianças não eram muito legais com ela. Kaoru-chan uma vez veio com um olho roxo em seu rosto. Ela não queria me dizer onde arranjou isso, mas eu ouvi que ela entrou numa briga com outras crianças. Ela tinha defendido um garotinho de levar uma surra das outras crianças..." Os olhos de Megumi se flamejaram de raiva ao relembrar aquele ocorrido. "Aqueles punks eram todos garotos, sem mencionar que eram mais velhos e certamente maiores que ela! E eles se atreveram a lutar com uma garotinha sem nenhuma vergonha ou culpa!"

"Nós queríamos tirá-la daquele lugar, mas eles nem se importavam com o que acontecia com ela... então apesar dos nossos protestos ela ficou ali, até o dia que o grande terremoto aconteceu após dois anos depois daquilo..."

"Depois do terremoto eu somente a vi três vezes. A primeira foi bem depois que aconteceu aquilo. Estava aliviada ao vê-la sã e salva. Mas na verdade eu não pude tomar conta dela. Eu tinha um monte de pacientes para tomar conta, então com o coração pesado eu a mandei para o outro abrigo temporário para as vítimas..."

"Por oito meses eu não ouvi nada sobre ela, até ela vir a mim com uma notícia surpreendente... Ela seria adotada por uma família japonesa que morava na América. Ela nos perguntou se podia ir... bem, uma parte de mim estava feliz que ela finalmente teria uma chance de viver feliz. Ela realmente merecia aquilo. Mas também estava preocupada. Eu continuei me perguntando se eles eram pessoas boas, se iriam tratá-la bem, se ela estaria bem. Mas todos nós sabíamos que aquela era a única chance que ela tinha. Então, por fim, dissemos a ela para escutar seu coração e seguir o que ele dizia."

"Eu encontrei sua família adotiva no dia em que ela estava partindo. Eles disseram que eram fazendeiros. A moça tinha cabelos castanhos. Ela era bela... Eu ainda me lembro que fiquei muito aliviada no momento que a vi. Ela era uma mulher gentil... Pelo menos foi minha conclusão depois de nossa breve conversa. A única coisa que praguejou minha mente foi o irmão dela. Ele tinha... algo estranho. Mas talvez fosse só eu..."

Houve uma longa pausa. Quando Megumi continuou em silêncio, Kenshin foi o único a perguntar mais, "E o que aconteceu com ela depois daquilo?"

"Eu não sei..." Megumi encolheu-se, seus olhos tristes. "Foi a última vez que a vi. Kaoru-chan me prometeu mandar cartas, mas após este dia eu nunca recebi uma... Para dizer a verdade, uma única coisa me deixou preocupada..."

"O que era?"

"Kaoru-chan sempre cumpriu suas promessas. Ela não era muito de escrever, mas se ela disse que mandaria cartas ela certamente faria isto, não importasse se fosse só de vez em quando... cartas para ela também, já muitas vezes. Mas não havia resposta."

"Talvez você pegou o endereço errado, Kitsune-chan..." Sanozuke veio com uma causa possível.

Mas Megumi balançou a cabeça. " Não, estou quase certa de que o endereço estava certo. Eles mesmo escreveram para mim..."

"Então você não sabe onde ela está agora?"

Ela abaixou a cabeça tristemente. "Gomen nasai, Ken-san, isto é tudo que posso dizer sobre ela."

"Tudo bem." A resposta de Kenshin veio após alguns minutos de silêncio. Megumi levantou a cabeça e o encontrou sorrindo. "Você não pode fazer nada sobre isto, pode?" Mas seus olhos tristes traíram seu sorriso...

Megumi olhou para o ruivo por um momento antes de continuar, "A coisa mais interessante sobre ela é o seu sorriso." Seus olhos se fixavam para o nada. Então um sorriso apareceu em seus lábios assim que ela alcançou Sanozuke, que imediatamente pegou sua mão e a entrelaçou com a sua. "Mesmo em tempos piores ela ainda sorria. Ela tinha sorrido no funeral de sua mãe e mais tarde também no de seu pai. Ela tinha sorrido depois que lutou com aqueles garotos no orfanato. Ela tinha sorrido mesmo depois de tudo ter sido tirado dela... Ela tinha chorado também, afinal ela era somente uma garotinha. Mas de certa forma, apesar de todas aquelas lágrimas ela conseguia sorrir... Às vezes era um sorriso triste, às vezes era somente um pequeno sorriso, mas era sempre genuíno..."

"Era sempre incrível que por tudo que ela passou nem um pouco não a tornou uma pessoa triste e melancólica. Ao contrário, a tornou uma pessoa melhor..."

"Eu acho que ela aprendeu isso de sua mãe. Yuriko-san era uma mulher muito espirituosa, uma pessoa muito forte. Ela nunca desistia. Não importasse o que fosse, ela nunca deixava que as circunstâncias tomassem controle dela. Ao contrário, ela tomava controle delas. Eu me lembro de seu último sorriso; o sorriso que ela sorriu à beira da morte... ela parecia tão bela e em paz... Kaoru-chan definitivamente cresceu lembrando isso. Eu gostaria que Koshijirou-san tivesse tomado tal atitude... Então definitivamente as coisas poderiam ter se tornado diferentes. Talvez as coisas teriam se tornado melhores a ela..."

"Sim, ela era somente uma mera menina tempos atrás. Mas ela tinha ensinado as pessoas ao redor dela mais do que ela estaria pensando..."

Semanas depois...

"Himura, você tem certeza que estará bem lá, sozinho?" Um senhor de barba fina estava em pé ao lado de um cavalo branco, sua mão segurando sua freagem. Ele entregou a freagem para Kenshin. "Tem certeza que não quer que Soujirou acompanhe você?"

"De qualquer forma, obrigado, mas não é necessário." Kenshin rejeitou a oferta do velho homem gentilmente. Estou acostumado a viajar sozinho, E depois, não sei quanto tempo irá durar. O que Misao diria se soubesse que seu irmãozinho perderia as aulas por causa de mim?"

Os dois homens franziram as sobrancelhas por um instante, imaginando a reação de Misao. Então o velho homem balançou sua cabeça. "Nah... você está certo. Nenhum de nós quer encarar sua ira."

"Eu posso tomar conta de mim mesmo, Okina. Mas obrigado pela preocupação..." Com isso Kenshin pulou no lombo do cavalo sem nenhuma dificuldade. O velho homem, conhecido como Okina, pegou a mochila de Kenshin e lhe entregou. "Ora ora, que mochila pesada você tem aqui!"

"Sim... minha câmera e todas estas lentes. O que esperava?" Kenshin sorriu. "Ei, melhor eu sair logo. Novamente, obrigado por tudo!"

"Kenshin..." Okina o interrompeu um pouco ao sair. "Tenha cuidado. Realmente por aqui não é mais seguro como há 5 anos. Só seja cauteloso, ok?"

"Eu entendo. Eu serei." Kenshin acenou. "Até nosso próximo encontro!"

Fazia três semanas desde que Kenshin voltou à América de mãos vazias. Ele ainda não sabia onde Kaoru estava e nem se ela estava viva. Ele estava desistindo, achando que ela permaneceria somente em seus sonhos para sempre. Mas um telefonema mudou isto tudo...

Flashback

"Kenshin, sou eu, Sanozuke!" sua breve visita ao apartamento de Sagara aparentemente os fez amigos. Sanozuke e Megumi tinham convidado o ruivo a pernoitar em seu apartamento. Eles tinham trocado endereços de e-mail, e prometido entrar em contato. Mas ele não esperava um telefonema, especialmente porque ele não lhes tinha fornecido seu número de telefone. E depois de tudo, Kenshin jurava que Sanozuke estava bastante excitado.

"Oi, Sanozuke. O que foi? Falando nisso, como você conseguiu meu número de telefone?"

"De Katsu, mas isso não é tão importante. Consegui algo que certamente te interessaria."

"Agora, Kenshin tinha ficado curioso. "O que? Me diga, antes que morra de curiosidade!"

"Você se lembra de Megumi dizendo que eles tinham dado a ela o endereço deles?"

"Eles quem? A família que adotou Kaoru?"

"Não. O imperador do Japão..." Sanozuke suspirou exasperadamante e o repreendeu, "Seu idiota, é claro que estou falando deles!"

"Desculpe...Oh sim, me lembro dela falando aquilo. O que há de errado?"

"Bem...grandes notícias pra você, amigão! Parece que o encontramos..."

Fim do flashback

Megumi tinha mesmo encontrado o pedaço de papel que eles tinham escrito seu endereço. Mas Sanozuke não podia prometer que Kenshin a encontraria lá. Eles também não sabiam se o endereço estava correto, ou se existia mesmo. Mas, ele tinha dito a Kenshin, pelo menos eles tinham uma pista agora...

Parece que a profissão de detetive cairia bem a Kenshin, porque assim que ele desligou, ele imediatamente procurou pelo endereço. E em pouco tempo ele já tinha conseguido um resultado que provava que a premissa anterior era verdadeira. O endereço existia afinal... estava registrado em nome de Amakusa Shougo e estava localizado em algum lugar na Califórnia.

E naquele dia Kenshin tomou o avião de Washington D.C. para Sacramento. Ele tinha viajado até o outro lado do mundo somente por causa dela; a outra extremidade dos EUA não importava tanto a ele...

Com forças e esperanças renovadas Kenshin foi para Okina, avô de Misao. Ele possía um rancho próximo ao endereço de Shougo. Na verdade, foi Okina que o aconselhou a pegar um cavalo enquanto Kenshin queria pegar emprestado o velho jipe de Okina. Uma alta tempestade de raios tinha acabado de cair naquela área e a estrada estava realmente danificada.

É claro que Okina não queria que seu ex-genro fosse visitar o sr. Amakusa. Ele só sabia que o ruivo queria explorar aquela área e tirar algumas boas fotos.

E foi assim que Kenshin pousou no meio do nada sozinho, somente com um cavalo branco em sua companhia...

O céu tinha ficado escuro, mas o sol ainda não tinha ido embora. Um fragmento do sol laranja ainda permeava o céu. Perfeito para tirar um retrato da paisagem... Apesar dele não ter se especializado em fotografia de paisagem, Kenshin ocasionalmente capturava alguns memoráveis momentos da natureza. Sendo um fotógrafo, ele ainda tinha 'bons olhos', apesar de tudo. Então ele pulou do cavalo, rapidamente instalou o tripé e mediu a exposição necessária.

Mas então ele percebeu que ele se esqueceu de colocar o filme em sua câmera. Droga... o ruivo resmungou silenciosamente. Ele rapidamente procurou por sua mochila. Até para o famoso fotógrafo, Mãe Natureza podia ser realmente inamigável às vezes! Na hora que Kenshin conseguiu colocar o filme, o sol tinha completamente desaparecido, deixando a área ao redor dele preenchido pela escuridão.

"Droga..." Desta vez ele xingou alto. Com desconforto ele colocou seu equipamento dentro, mas deixou a câmera pendurada em seu pescoço. Hmm está ficando escuro. Melhor encontrar um lugar pra descansar. Kenshin subiu no lombo do cavalo de novo e eles começaram a andar. Deixe-me pensar...um lugar pra passar a noite... Então ele estalou os dedos. Já sei! É... bem ali...

Kenshin conhecia a área muito bem, pelo menos há dez anos atrás, quando estava com Misao. Eles tinham visitado seu avô muitas vezes em um ano e quando eles estavam lá, eles sempre iriam para um passeio até tarde da noite.

O lugar que Kenshin estava indo ficava situado ao longo de um rio. Em seu trajeto até lá, ele frequentemente pensava em Kaoru. Ele a encontrou constantemente permeando sua mente. O porquê, ele não sabia. Há muito ele tinha parado de se perguntar. Ele somente sabia que ele não podia tirá-la de sua mente não importasse o quanto tentasse. Sua mente afundava mais e mais, que ele realmente não prestou atenção ao seu redor.

Mas tanto descuido custaria muito a ele. Por causa disso, alguns tratantes tinham passado por sua vigilância há algum tempo. E é verdade que o desastre vem nas horas que você menos espera.

Tudo foi muito rápido, numa fração de segundos. De repente o cavalo branco rinchou alto em dor e levantou suas pernas dianteiras tão abruptadamente, lutando como um cavalo louco. Kenshin foi tirado de seus devaneios. Ele realmente não estava pronto para reagir ao movimento selvagem do animal. Como resultado ele foi atirado bruscamente do seu lombo e bateu no chão.

"Droga..." O ruivo rolou, e sentiu uma dor latejante em seu braço direito. Ele tentou movê-lo. Eu acho que quebrei meu braço direito... Então ele tentou se levantar. Mas no processo da queda ele tinha torcido seu tornozelo direito severamente também. Ele ficou cambaleante e mal conseguia manter-se em pé no chão.

O que há de errado com ele? Kenshin olhou para o cavalo, confuso por que ele estava agindo de forma tão selvagem tão de repente. Estava escuro, mas quando ele observou o cavalo mais de perto ele ainda podia perceber a forma de uma faca espetada no ombro do cavalo. O que...

Ele nunca terminou aquele pensamento. Naquele momento ele sentiu alguém o atacando por trás. Felizmente Kenshin era atento a isto e rápido o bastante para desviá-lo, mesmo com o tornozelo assim.

"Quem diabos é voce? E o que quer de mim?"

Havia quatro homens ao redor dele, cada um usando uma máscara preta. Nenhum deles deu uma resposta a sua pergunta. Ao contrário, sorriram largamente e tomaram distância.

Kenshin não tinha outra escolha. Aqueles quatro homens estavam claramente atrás de seu dinheiro. Como se eu tivesse tanto dinheiro comigo... Seus olhos se encolheram assim que ele se preparava também com a única 'arma' que podia usar: sua amada Nikon F4. segundos depois os gritos de batalha podiam ser ouvidos.

Não era à toa que Kenshin era o filho adotivo de Hiko Seijuurou. O homem mais velho na verdade tinha passado suas habilidades a ele. Então o ruivo era também um praticante do Hiten Mitsurugi Ryu. É verdade que ele não era tão bom quanto seu pai, mas era mais que capaz de se defender sozinho. Entretanto, não importa o quão bom Kenshin era com espadas e o quão habilidoso ele era em artes marciais, ele estava indo contra todos aqueles bandidos. Ele poderia defender-se contra eles facilmente, se não fosse pelo seu braço quebrado e seu tornozelo torcido. E mais, uma arma como uma câmera pesada não se adequava ao seu estilo de luta. Ela poderia reduzir a velocidade de seus ataques drasticamente.

No entanto, Kenshin conseguiu derrotar dois deles. Ambos conseguiram um grande golpe na cabeça. Eles deitaram inconscientes no chão.

Os dois restantes estavam surpresos que aquele ruivo magrelo pudesse se defender. Eles poderiam dizer que ele usava algum estilo de luta de espada. E ruim para Kenshin, eles já sabiam seu ponto fraco: seu braço direito, seu tornozelo direito e sua arma.

Os vilões sabiam com certeza onde mirar seu próximo ataque: o cinto que foi usado para suspender a câmera no pescoço dele. E assim foi. Eles se esquivaram do ataque de Kenshin e usando uma faca muito afiada, um deles mirou em direção ao cinto. A corda foi cortada, e Kenshin perdeu sua arma. A câmera voou a poucos metros até que finalmente caiu no chão com um som doentio de vidros quebrados.

Mesmo que ele não tivesse chance de ganhar, Kenshin ainda se recusava a desistir. Um deles o atacou novamente. O ruivo arruinou sua tentativa derrubando-o, agarrando-se à perna dele. Mas o desafio de um tem um limite. O outro capanga o atacou por trás, e desta vez ele não podia fazer nada para evitar o impacto. Ele caiu de cara no chão.

De fato, isto é o que o ser humano é capaz de fazer ao outro. Eles não pararam, pegaram suas coisas e saíram depois de o derrubarem. Kenshin ainda conseguiu alguns socos no estômago e em sua cabeça...

Mas enquanto é verdade que o desastre vem quando você menos espera é igualmente verdade que o desastre traz bênçãos escondidas com ele. Um terceiro grupo juntou-se à luta. E parece que estavam do lado de Kenshin.

De onde ele estava caído sem poder se mover, de face ao chão, ele reconheceu a voz de uma mulher dizendo para os bandidos voltarem e saírem. Estranho o bastante, ele se sentiu como se já tivesse ouvido aquela voz antes...

Certamente meros caras como eles não escutariam uma mera mulher. De qualquer jeito eles continuaram a atacar. Mas desta vez eles cometeram um grande erro, para ela não ser subestimada. Mesmo com as mãos nuas ela pôde derrotá-los sem nenhum esforço.

"Ufa!" Aquela mulher limpou as mãos e dirigiu-se a Kenshin. Chegando onde o pobre homem estava deitado no chão, ela se ajoelhou ao seu lado e sacudiu seu ombro gentilmente. "Ei, você está bem?"

"Sim..Ai!" Ele grunhiu assim que ela o ajudou a se sentar. "Eu... Obri.." Foi bem naquele momento que as nuvens decidiram dar passagem à lua. Sua gentil luz reluziu acima deles, e Kenshin nunca terminou sua palavra de gratidão assim que o violeta profundo encontrou a longa safira perdida...

Ambos podiam ver a surpresa nos olhos de casa um. Dor. Alívio. Esperança. Alegria. Tantas emoções e sentimentos indescritíveis misturados como um só. E foi realmente Amor que ambos viram nos olhos de cada um? Era como se eles já se conhecessem há um longo tempo. Era como se eles se reencontrassem...

"Kao..." Kenshin estava para dizer o nome dela, mas um movimento atrás dela o preveniu de dizê-lo. Seus olhos se encolheram perigosamente.

Um clique foi ouvido. Olhos violetas tornaram-se dourados assim que uma percepção veio em sua mente.

A figura sombria atrás dela permaneceu em pé e apontou algo nela. Nesta hora Kenshin já havia percebido.

BANG! E tudo ficou escuro para ele.

- Fim do Capítulo 6: Uma história que nunca foi contada -


Nota da Tradutora:

Uhuuu! Finalmente o tão esperado encontro dos dois! Mas...que tragédia...o que aconteceu a Kenshin!

Gente muito obrigada pelo incentivo! A história é mesmo muito linda, obrigada pelos elogios quantoà tradução!

Gostaria muito que conferissem a minha nova fic, que se chama O Casamento Que Mudou Nossas Vidas, que eu mesma escrevi!