Disclaimer: Ninguém é meu, e estou em crise de abstinência.

Capítulo I

A Maravilhosa Caixa de Visgo do Diabo Em Pó, Oito Sicles o Quilo.

Estava correndo. Correndo muito. Sua vida poderia chegar ao fim se não corresse com toda a força do seu ser. Sabia ver as horas perfeitamente bem desde os cinco anos, e seus conhecimentos incalculáveis sobre a bela arte de saber-que-horas-são tinha lhe comunicado que faltavam cinco minutos para as lojas do Aresto Convergente fecharem.

CINCO MINUTOS! Era nisso que estava pensando. Podia seu cabelo estar despenteando no vento e sua saia estar se embolando perigosamente em suas pernas, era nos míseros cinco minutos para fechar o Aresto o seu atual pensamento.

Por isso continuou correndo.

Coisas terríveis aconteceriam se não chegasse à Gilliz Al-Kaed Faüer. Coisas catastróficas se sucederiam se não pudesse comprar o pó de visgo antes das sete horas. Três semanas inteiras teriam sido gastas a toa se, por causa de cinco malditos minutos, as portas da única loja de venenos e ungüentos fatais da região fechassem suas portas.

Coisas terríveis.

Submersa em seus pensamentos filosóficos, Emily não estava realmente prestando atenção nos transeuntes. O visgo do diabo preenchia qualquer um de seus pensamentos, e a última coisa que sentiu foi uma dor lascinante no peito, antes de... talvez ela devesse realmente ter perdido os sentidos, porque logo em seguida o que sentiu foi outro grande impacto na região das nádegas, tirando, claro, o susto tremendo que levou.

Sirius foi o único que pôde realmente entender a situação. Nem tinha vindo correndo, só praguejando anos de aprendizado em palavrões, inclusive em francês e latim, e três em russo que Tiago tinha lhe ensinado, mas de alguma maneira, estava prestando atenção no caminho.

E então teve a grande honra de enxergar alguma coisa vindo em sua direção em grande velocidade. De primeira ele pensou que fosse uma vassoura desgovernada, mas depois reparou que a vassoura tinha cabelos, usava roupas e calçava uma exagerada bota preta, então concluiu que, inacreditavelmente, era uma garota.

Agora tinha concluído uma outra coisa: era um big lerdo. Tinha gastado um mó tempão discernindo uma garota - tipo que convivia praticamente 90 de seu tempo com ele - de uma vassoura... que pensando bem, estava quase 90 de tempo com ele também, pensando melhor, então era de se esperar que ele soubesse diferenciar uma coisa da outra.

Mas deixando o papo furado sobre a vida hiper-útil de Sirius de lado, ele esqueceu de se desviar, de modo que a rara espécime do sexo feminino simplesmente... esbarrou nele, como se freio fosse coisa de outro mundo. Aquilo doeu - de verdade - pela velocidade da doida, mas doeu mais o grito que ela deu, se bem que o que realmente devia ter hiper-doído era a bunda dela depois de ter caído no cimento.

Depois, ele... riu. Começou a gargalhar tanto que o ar se esvaiu dos pulmões e ele estava entalando, além de rir, e parecia um maníaco, aos olhos de Emily. Ela ficou olhando fuzilantemente atordoada para ele, sem na realidade vê-lo, só se recuperando silenciosamente do baque - literalmente.

Ele devia oferecer a mão, ela sabia, e esperou um tempinho, mas ele continuava gargalhando, a enfurecendo cada vez mais. Ela trocou o ato de se envergonhar pelo de olhar no relógio, e quando percebeu que faltavam TRÊS MINUTOS para a loja fechar, deu outro gritinho.

Sirius parou de rir imediatamente quando Emily levantou e entrou na loja sem olhar para a cara dele mais uma vez.

- Hei, espera ai! - gritou para ela, que já estava lá dentro. - Espera ai, sua louca!

A loja estava completamente vazia e, para dizer a verdade, nem mesmo o vendedor se encontrava a vista.

A Gilliz Al-Kaed Faüer era apertada e tinha um cheiro terrível. As paredes davam à impressão de estarem constantemente se fechando sobre os compradores, com seus vidrinhos empoeirados, pacotes mofados e caixas encardidas, todas com etiquetas amareladas e aspecto ruim. Ainda haviam as três prateleiras grandes que construíam os quatro corredores da lojinhas, organizados, porém enferrujados e cheios de pontas nocivas.

Sirius viu a garota desaparecer atrás da primeira prateleira e a seguiu afetadamente.

Sua cabeça era ocupada puramente por encontrar o pó de visgo do diabo na prateleira. Ela parcialmente tinha esquecido da dor nos quartos enquanto os olhos percorriam rápidos a prateleira cheia de pacotes, e tinha completamente deslembrado do garoto com o qual esbarrara.

"Essência de hai-one-two-cello, base gasosa de billou... putz, cadê a droga do pó?"

Sirius se aproximou. Sua rígida e inútil educação Black dizia para ir lá e se desculpar, mesmo que a louca desgovernada fosse ela, mas a longa prática com todos os tipos de fêmeas humanas lhe informava que observar a presa em sempre útil em todas as ocasiões. Ele o fez.

A única certeza que tinha era que não a conhecia. Isso era de se espantar, porque praticamente qualquer criatura fêmea daquele bairro tinha ficha completa em seu arquivo. Ou o destino tinha conspirado anos por aquele doloroso primeiro encontro, ou ela simplesmente não era das bandas.

O cabelo preto na altura do queixo estava completamente desarrumado, como se ela tivesse passado por um furacão. Ou como se fosse o próprio, como já era óbvio para ele naquele derradeiro momento. Além das roupas coladas, a bota era o mais bizarro, talvez porque fosse de uma extensão até acima do joelho e... de veludo.

Sirius teve vontade de bater a cabeça na parede por isso, mas ele se lembrou que ia receber um monte de veneno por cima de si dessa maneira e desistiu da idéia.

Ele começou a pensar no que diria. "Hei, eu machuquei você" não parecia bom, porque, afinal, ele quem tinha sido atropelado, e "Tudo bem com você" soava idiota, afinal ela nem estava mais se lamentando. Quando estava quase se decidindo sobre falar algo como "Você por acaso é doida, pra correr pela rua como um hink-punk desgovernado", aconteceu o mais mágico dos momentos.

Não, não foi nada sobre "os olhares se cruzaram e sentiram o amor à primeira vista invadir seus corações sem pedir licença". Foi algo mais improvável: no mesmo exato segundo, os dois enxergaram a mesmíssima etiqueta embolorada de rabiscos.

E nela estava escrito: VISGO DE DIABO EM PÓ, OITO SICLES O QUILO.

No exato mesmo momento mágico, o mundo parou. Ambos esqueceram o barulho de tráfego lá fora. Esqueceram que o mundo rodava e o vento soprava (e como soprava), que os pássaros passarinhavam e que as bolas bolavam. Esqueceram de todos os seus problemas e aflições, de todas as labutas de suas vidas e todas as preocupações relemente humanas. Se brincar, esqueceram até mesmo de sugar o ar com as narinas e soltar pela boca, e esqueceram que seus corações batiam não-sei-quantas-vezes-por-minuto desde a ocasião de seus nascimentos.

Os dois só tinham olhos para a fantástica e exuberante pequena caixa de papelão que se umidificava entre tantas outras caixas na prateleira. Só ela tinha brilho e glamour entre todas as outras inferiores caixas da indigna prateleira. Ela, como já foi dito, ocupava qualquer grama de pensamento daqueles dois seres que se encontravam na frente da prateleira.

Emily estava emocionada. Talvez seus motivos devessem ser citados, mas como ele é um pouco fanática demais por seu Hobby 2, isso fica para depois. Mas é importante que ninguém pense que esse pó é uma raridade, afinal, a mãe do Sirius o usa para matar daninhas!

Isso nos remete a emoção dele. Sirius estava emocionado porque o fato de ter encontrado aquele visgo remeteria a fazê-lo ficar o dia seguinte todo no sol quente espalhando pó venenoso no jardim, suando bicas e se desidratando, deixando de ficar calmamente sem fazer nada dentro da mansão, até ter certeza de que jamais, em hipótese alguma, sobraria uma erva daninha fontosintética até dali a uma semana, quando faria tudo novamente.

Era encantador.

Agora é chegada à hora do segundo grande momento mágico: o que eles tem o mesmo impulso nervoso, estendem a mão no mesmo momento e tocam a mesma superfície do mesmo pacote. E tentam puxar o mesmo para si, é claro, como não poderia deixar de ser.

- Hei, garoto, dá licença, esse pó é meu!

Emily não sabia que ela parecia uma maconheira egoísta com essas palavras, porque no mundo mágico não tem maconha. Como sua cabeça estava totalmente virada para o fato de possuir com todas as suas forças aquela caixa velha de pó venenoso, ela mal reparou a mão grande e forte de Sirius quase em cima da sua, mas repararia em breve.

- Nem vem com essa! Eu vi primeiro!

- Qual é, você tem obrigação de me dar isso aqui, as damas primeiro!

- Uma dama não corre pela rua como uma vassoura desgovernada!

- A loja ia fechar! E que negócio é esse de vassoura?

Entretidos na briga que estavam, os delicados adolescentes nem perceberam que uma estranha presença se aproximava. Essa estranha presença tinha as costas curvadas, a cara amassada e com profundas rugas e metade da cabeça careca, e o resto do cabelo de um tom cinza pelo-de-rato. Arrastava os pés e usava uma bengala que já tinha batido em muitas cabeças, mas muito embora não fosse o tarado da machadinha, todos os vidrinhos delicados tilintaram de medo quando sua voz de tempestade-na-California trovoou dentro da loja.

- Bem lembrado, Srta. Fay. A loja já está fechando.

Os dois viraram a cabeça no mesmo instante, e se isso fosse uma história de comédia, teria batido as testas, mas não é, então acreditem que havia meio centímetro de distância entre as cabeças dos dois. A visão da terrível criatura os fez dar um pulo para trás, mas como também não é um conto policial, eles não caíram por cima das estantes.

- É, Sr. Al-Kaeda, eu estava justamente...

- Por isso, Srta. Fay, deve saber também que os dois terão que se retirar...

- Hei, peraí! Como assim "se retirar"? Nem vem com essa, eu tenho que levar esse visgo do diabo aqui!

Emily o lançou um olhar de "cruzes, você é retardado ou o quê"?

Sirius a ignorou.

- O caixa já está fechado. Volte amanhã. - ele disse rabugentamente.

- Mas não posso voltar amanhã, amanhã eu tenho que estar espalhando isso no jardim!

- Senhor Al-Kaeda, a minha poção da Vitória...

- Senhores, fora da minha loja. - o homem disse impolidamente, como se eles, de alguma forma, estivessem sendo desagradáveis.

- Você não pode me pôr para fora assim, por acaso sabe quem eu sou! - Sirius protestou veementemente.

Mais tarde ele descobriu que o Sr. Al-Kaeda não dava a mínima que Sirius fosse o herdeiro da fortuna Black. Ele suspeitava que pudesse vir a ficar traumatizado após ser enxotado da loja, juntamente com a menina-das-botas-de-veludo, às bengaladas, e com praguejações de um careca-corcunda.

Assim que as portas se fecharam em suas costas, Emily virou furiosamente para ele com o dedo indicador apontado em sua cara.

- Seu ridículo, que pensa que está fazendo? Como é que você tem a pachorra de gritar essas coisas idiotas para o dono da loja? O - DONO - DA - LOJA! Você é idiota? Você sabia que por causa de você eu desperdicei semanas? Isso ai, SE-MA-NAS! E dinheiro também! E o que você faz? O que você FAZ? Você dá uma de poste e PÁRA - você PÁ-RA no meio do MEU caminho, que nem um retardado, pra atrapalhar, e ainda NÃO ME DEIXA PEGAR O QUE EU VIM COMPRAR em paz, fica FALANDO, e "bum", chega à hora de a loja fechar! Daí, o que você faz? Você fala UM MONTE de idiotices e o Sr. Al-Kaeda nos enchota! Ele NOS ENCHOTA, e tudo por causa de você, seu...!

- Você nunca cala a boca? - Sirius perguntou atordoado. (acho que não, hein!)

- O quê, depois de chamar de vassoura, vai me chamar de vitrola quebrada, agora, é?

- É uma boa idéia, sua vitrola quebrada!

- Seu grosso! E o que você acha que é? EU digo o que você é! Um POSTE PARALÍTICO, é isso que você é!

- Um... Um POSTE? - ele exclamou, ultrajado. - Como ousa, sua... sua potranca desgovernada!

- POTRAAAAAAANCA! ORA, SEU FILHO DE UMA...

Um estrondoso trovão se fez trovoar, cortando o mal-educado palavrão dirigido sem intenção para a mãe perua de Sirius. Antes que ela pudesse repetir a dose, antes que tomasse mais um tragada de ar, antes de... antes de qualquer coisa, exatamente, caiu...

CAIU A TEMPESTADE.

Uma jamais vista tempestade no verão do Grimmauld Place. Uma jamais vista quantidade de água em quilômetros. Uma jamais vista violência de antes gotas, e agora balas de água, que pareiam fazer buracos na cabeça dos transeuntes, que se resumiam em Sirius-poste-encharcado e Emily-potranca-hiper-molhada.

Por um momento, a chuva repentina fez Emily parar de berrar como nenhuma outra coisa faria. Por aquele um único momento, os dois seres viventes ficaram se olhando sem ação, enquanto a chuva chovia em seu esplendor incandescente.

Então Sirius viu. Sirius viu os olhos dela se arregalarem mais e mais. Viu-a sugar mais e mais ar. Viu o rosto dela ficar mais, mais, mais e mais vermelho, e quando já estava se preparando pro "lá-vem-bomba", Emily gritou:

- OH-MEU-DEUS-MINHA-BOTA!

- QUÊ? - ele disse gritando, não porque estivesse espantado com a manifestação fora de assunto, mas porque o barulho infernal da chuva não o deixava ouvir patavinas.

- A MINHA BOTA! A MINHA BOTA! - ela começou a gritar como uma louca, dando pulinhos. - A MINHA BOTA! NÃO PODE MOLHAR! NÃO PODE MOLHAR!

Sirius teve que segurar uma grande gargalhada, porque aquela bota ficaria tudo, menos seca no meio daquela grande emissão de água violenta dos céus.

- QUEM SE IMPORTA? JÁ ESTÁ MOLHADA MESMO! - ele disse tirando o cabelo molhado da cara.

- NÃO, NÃO! NÃO PODE MOLHAR, NÃO PODE... - ela se interrompeu. - TENHO QUE IR PARA CASA!

- ÓTIMO, E QUEM ESTÁ LHE SEGURANDO? - ele reclamou.

- DROGA! DROGA! PORCARIA DE CHUVA, PORCARIA, PORCARIA, PORCARIA...

E saiu correndo na direção oposta, praguejando "porcaria, porcaria" até sua voz se perder de som no meio do - repito - barulho infernal da tempestade.

Sirius ficou MAIS UM LONGO MOMENTO olhando para onde ela tinha sumido, totalmente chocado com tal estranha criatura. Mas a sensação terrível de ter água dentro dos sapatos o assaltou e ele deu um pulo, depois foi correndo para sua própria casa, possivelmente ainda mais furioso do que tinha saído de lá.

- Oh, meu querido, o que houve com você? - sim, ela costumava ser uma falsa 24 horas por dia.

- Está chovendo lá fora, mãe, não te contaram? - Sirius disse com grosseria, achando impossível que alguém estivesse alheio quando o mundo estava caindo lá fora. Suas próprias costas estavam doloridas dos pedaços de céu que tinha tombado sobre si.

Mas a mãe o ignorou completamente.

- Vá trocar a roupa, não pode ficar doente! E eu não quero você gripado, é claro, porque dessa maneira amanhã não poderá matar as daninhas com o pó de visgo...

- Claro, a daninhas. - disse com tédio, saboreando a poça de água que estava fazendo no tapete persa.

- SIRUS BLACK, ONDE ESTÁ O PÓ DE VISGO DO DIABO QUE LHE MANDEI COMPRAR? - ela berrou, e o pobre Sirius, que já tinha ouvido berros por pessoas anormais depois em menos de dez minutos o suficiente, pensou num belo "pronto, tava demorando...!".

- A loja fechou. - disse sem expressão.

- COMO ASSIM "A LOJA FECHOU"? A LOJA NÃO PODE TER FECHADO, TEM ERVAS DANINHAS NO JARDIM!

- Só que as lojas que vendem o pó não giram em torno do jardim que é da senhora, sabia mãe?

- Seu moleque irresponsável, já pro seu quarto, e PENSE numa maneira de resolver isso, é O SEU DEVER deixar o jardim livre de parasitas!

Encharcado, esculachado, reclamado, enxotado e derrotado, Sirius se arrastou ao seu quarto, deixando um adorável rastro de lama pelo caminho. Bateu a porta com toda a violência da sua rebeldia juvenil lhe permitia e quase arrancou o pedaço do dedo, mas nem ligou muito para isso, se jogando na poltrona com desânimo.

Sentindo a doce sensação de ter água em qualquer lugar do corpo possível e imaginável e também roupa colada em todo lugar possível e imaginável, o que não era nadinha confortável, Sirius deu um muxoxo e fechou os olhos.

Sua cabeça doía, e era mesmo dos gritos da menina-das-botas-de-veludo. De onde será que tinha saído aquele espécime raro? Ela o tinha deixado nervoso. Era difícil de lidar, e também era estranha. Sirius esperava nunca mais encontra-la, seja lá de que ninho tivesse saído. Talvez fosse de Hogwarts, mas ele conhecia muita das meninas de Hogwarts, mas não a conhecia

Por algum inexplicável motivo, o tipo de motivo impulsionado pelo jeito Black de ser, a menina-das-botas-de-veludo-molhadas lhe lembrou chocolate. E Sirius pulou da poltrona como um maníaco, agarrou o puxador da gaveta da cabeceira e a puxou ansiosamente.

Suas mãos espalhavam as embalagens vazias em busca da única coisa que, naquele momento, poderia ser capaz de preencher seu ser, acalmar sua alma e enaltecer seu âmago amargurado, mas... ali realmente só haviam embalagens vazias.

E, há quilômetros dali, pode-se ouvir o inesquecível grito de terror do pobre garoto abandonado por seu precioso vicio na hora mais difícil de sua vida.

- DROOOOOOGAAAAAAAAA, ACABOU O CHOCOLAAAAAATEEEEE!

N/A: Sendo um poço de modéstia, esse capítulo é fantástico, fala sério? Aproveitando esse sério ai, podem aguardar MUITO desse enredo doido porque aqui, de fato, TUDO PODE ACONTECER.

N/B: Não precisa ser modesta! O capítulo realmente é perfeito, o que nos remete a deixar muitas, mas muitas reviews! Uhull! Vamos lá pessoas, façam a Ly feliz! E me farão tbm! Bjos Slytherins, Rafinha M. Potter.

Agradecimentos:

Rafinha: Ah, que chato, né miga? Essa coisa de ler primeiro, terrível... fala sério, só pra quem pode! Vantagens, vantagens... Olha só, tô atualizando! Rsrs. É, o Sirius presta, mas... acho que a Emily chega primeiro que nós, shiunf! Cenas loucas é o que não falta aqui! Gritos... muitos, a Emily só berra. Já beijos... eu não sei, depende da aceitação do povo! E OBRIGADA pela betagem fantástica! Que seria das minhas crases sem você?

Lou: Eba! Consegui trazer uma D/Gzeira pra minha fic! Viva! Viva! Eu não vou desistir, Lou! É, eles se encontraram com o caso do visgo sim, e ai, gostou? Eu não sei se vai ter NC... a Emily é doida, lembra? Vai ser uma cena bem bizarra. Brigada, miga, vc é um doce! E sim, eu pulei, e pulei MUITO! Eu continuo pulando agora, rsrs.

Prontinho, agradecidos!

Beijinhos, e comentem!