Eu demorei admito. Foi mal galera, eu literalmente não tive tempo de escrever. Estou com dezenas projetos que começo e não consigo terminar. Eu finalmente conseguir um treinamento e estar extremamente difícil conciliar isso com qualquer um dos meus Hobbs. Na verdade, meu dia está se resumindo em estudar pra tentar passar nesse treinamento.
Mas enfim, vamos falar do capitulo. Era pra ser maior, mas resolvi deixar a conclusão desse capitulo para o próximo, visando que estou sem tempo pra escrever e esse capitulo e que já está atrasado.
Pra quem também segue minha outra história, "Um final diferente" eu sei que ela esta parada, mas não abandonei! Já tenho metade do novo capitulo escrito, mas além da falta de ideias boas, também tem a quantidade de histórias que escrevo e não posto. Eu conseguir me subcarregar admito. Mas logo eu finalmente termino de escrever o capitulo e já posto.
Enfim, boa leitura pessoal.
Capitulo 6: Gringotes
Foram poucos segundos de caminhada antes de Daphne sentir algo passando por ela e viu Harry caminhando ao seu lado, o garoto deve ter a cobrindo com a capa da invisibilidade.
— Isso tudo foi muito interessante.
Disse Harry pensativo. Daphne deu uma pequena risada diante da maneira que o garoto resolveu começar a conversa.
— Eu achei que você ficaria supresso. — disse ela rindo. — Aquele é meu tio Henrique. Irmão mais novo da minha mãe.
Harry confirmou com a cabeça.
— Eu imaginei que fosse algo parecido. Então... ele é um especialista nesse assunto?
Perguntou Harry receoso.
— Passou a vida toda estudando sobre. Nunca entendi o porquê e também nunca me interessei o suficiente pra perguntar.
Harry confirmou com a cabeça.
— Bom, pelo menos conseguimos a confirmação que queríamos, é sim possível fazer seis dessas coisas.
Daphne confirmou com a cabeça pensando que se alguém é capaz de tal coisa, esse alguém é Voldemort.
— Vamos dar uma olhada nesses livros que ele me deu, provavelmente tem informações que podem ser valiosas.
Harry confirmou com a cabeça e ficou quieto por um segundo pensando na conversa, logo outra pergunta apareceu.
— Quem é Eric?
Daphne olhou para Harry de canto de olho.
— Filho dele, meu primo.
Harry confirmou com a cabeça notando que tinha algo estranho e que provavelmente ela não queria falar sobre seu primo.
— Ele falou que você apareceu lá e seu pai foi atras de você com dois aurores?
Perguntou Harry para mudar do assunto anterior, Daphne deu uma silenciosa risada antes de narrar o que aconteceu para Harry.
— Foi antes do quarto ano em Hogwarts começar. Eu fugir de casa e aparatei na loja do meu tio. Logo apareceu os aurores atras de mim.
—Você já sabia aparatar?
Daphne confirmou com a cabeça.
— Sei aparatar dês dos 11 anos de idade. Considerando minha infância era necessário.
Harry não entendeu bem o que ela queria dizer, mas definitivamente não queria entrar novamente num assunto delicado.
— O que exatamente ele vende naquela loja?
Perguntou Harry curioso.
— O que serve como fachada ou o que ele realmente vende na loja?
Perguntou ela e Harry riu baixinho.
— Ambos.
— Bem, de fachada é uma típica loja dos fundos da Travessa do Tranco. Ele vende objetos raros minimamente suspeitos, mas não ilegais. Agora por debaixo dos panos é outra coisa completamente diferente. Ele procedência poções muito específicas para cliente também muito específicos. E antes que você me pergunte, sim são poções extremamente ilegais.
Harry suspirou.
— Toda loja nesse lugar é assim?
Daphne negou com a cabeça.
— Definitivamente não. Tem sim muitas lojas que trabalham 100% na lei, serviços como o do meu tio só são possíveis porque o ministério faz vista grosa.
Harry concordou com a cabeça entendendo que tipo de bruxo que deve consumir essas tais poções ilegais.
Os dois acabaram passando por um pequeno grupo aglomerado de bruxos e ficaram em silencio para não serem notados. Depois acabaram mantendo o silencio até finalmente saírem daquelas ruas estreitas e encarando o beco diagonal novamente.
— Gringotes?
Perguntou Daphne para Harry que confirmou com a cabeça.
— Se planejamos comprar livros vamos precisar de ouro, então não vejo opções. Só espero que os duendes não contem a Dumbledore.
Daphne confirmou com a cabeça enquanto Harry novamente verificava ao redor para saber se ninguém estava olhando e retirou a capa dos dois. Daphne olhou meio confusa.
— Pensei que ia ficar esperando aqui fora.
Falou ela já seguindo o garoto que caminhava com a cabeça abaixada até a porta do banco.
— Eu não entendo dessas coisas, vou precisar de ajuda.
Daphne ergueu uma sobrancelha assim que eles alcançaram a porta do banco.
— E você acha que eu entendo?
Perguntou ela aos sussurros assim que os dois entraram no extenso saguão do banco.
— Bom dia senhor.
Falou Harry assim que se aproximou de um dos duendes que anotava algo em sua mesa e nem parecia ter visto Harry. Ele levantou seus olhos esperando um trouxa ou alguém semelhante, quando viu quem estava de pé diante dele teve que sufocar a surpresa.
— Bem que me disseram que você era interessante.
Disse o duende baixinho fazendo olhar meio confuso.
— Eu gostaria de tirar um pouco de ouro do meu cofre.
O duende se levantou lentamente e sussurrou algo no ouvido de outro duende que parecia um guarda para Harry. Logo o guarda confirmou com a cabeça e partiu para o fundo do banco em silencio.
— Espero que não seja um inconveniente senhor Potter, mas o chefe Ragnuk possivelmente irá querer velo.
Harry olhou para Daphne pra descobrir se ela estava entendo o que estava acontecendo, mas pela cara da garota estava tão perdida quanto ele.
— Você poderia dizer sobre o que é senhor?
Perguntou Harry temendo que os duendes estivessem achando estranho dois alunos que deveriam estar em Hogwarts aparecerem ali sozinhos no meio do ano letivo. O duende sorriu diante da educação ou até ingenuidade do garoto.
— Não se preocupe senhor Potter, não queremos causar problemas para você.
Harry confirmou com a cabeça e resolveu esperar pelo tal chefe Ragnuk aparecer, o que não demorou muito. Logo um duende com aparência mais velha apareceu da mesma porta que o guarda saiu a alguns minutos atras. Ele olhou Harry rapidamente antes de sorrir satisfeito.
— É um prazer velo senhor Potter. Poderia me acompanhar?
Harry confirmou com a cabeça e começou a seguir lentamente o duende que já voltava pela porta da onde veio. Assim que ele passou pelo balcão viu um duende parando Daphne e rapidamente se virou.
— Ele está comigo.
Falou Harry rapidamente e o chefe dos Goblins olhou para trás.
— Tem certeza disso senhor Potter? O que irei discutir com você é confidencial e de interesse somente da sua família.
Harry confirmou com a cabeça sem nem pensar.
— Tenho certeza senhor. Não irei participar de nenhuma conversa sem a presença de Daphne.
O duende parecia supresso, mas acenou para o guarda que saiu da frente de Daphne para a garota passar. Então ele voltou a andar dando a deixa para Harry e Daphne o seguir.
— Você é um bruxo muito interessante senhor Potter.
Disse Ragnuk enquanto Daphne e Harry o seguia por um amplo corredor. Harry não tinha certeza se deveria considerar aquilo um elogio ou uma crítica.
— O que o senhor quer dizer?
O duende riu fortemente.
— Quero dizer que os bruxos geralmente não se reverem aos duendes com "senhor" tão pouco permitem uma presença externa em assunto da própria família.
Harry confirmou com a cabeça percebendo o motivo da estranheza com o outro duende na recepção.
— Vocês preferem serem chamados pelos nomes?
O duende riu fortemente.
— Muito menos perguntam nossos nomes. — disse ele com uma risada divertida. — Senhor está ótimo pra mim! Não é ruim, só incomum!
Harry confirmou com a cabeça no momento que eles alcançavam uma grande porta dourada, assim que o duende abriu se mostrou um pequeno escritório provavelmente para reuniões.
— Sentasse senhor Potter e senhorita?...
— Greengrass senhor.
O duende acenou em concordância e estendeu a mão na direção das cadeiras. Harry e Daphne se sentaram um do lado do outro e observou o duende se sentar na cadeira a frente de ambos.
— Estou a muitos anos solicitando essa reunião. Porque você veio agora?
Harry olhou um pouco confuso.
— Nem sabia que o senhor queria falar comigo, eu vim somente para recolher um pouco de ouro para comprar alguns livros.
O duende parecia um pouco pensativo, mas não muito supresso.
— Então Dumbledore nunca lê contou das minhas cartas? — Harry negou com a cabeça e o duende bufou frustrado — Então devo ficar feliz com sua presença ao acaso.
Harry confirmou sorrindo.
— Acho que sim. Mas do que exatamente se trata?
O duende olhou novamente para Daphne meio desconfiado antes se abaixar e sussurrar algo no ouvido de outro duende que guardava a porta. Esse duende ouviu atentadamente e depois saiu rapidamente da sala.
— É somente sobe suas posses senhor Potter. Os negócios de sua família nunca estiveram tão parados.
Harry coçou levemente a nuca antes de falar.
— Minhas posses?
O duende revirou os olhos rapidamente.
— A família Potter é uma das mais tradicionais do mundo bruxo, é obvio que você tem posses. — disse o duende — Eu mandei diversas cartas solicitando que pelo menos seu responsável no mundo bruxo viesse aqui pra prestar contas, mas nem isso aquele velho conseguiu fazer.
Harry negou com a cabeça rapidamente.
— Senhor eu dificilmente irei saber lidar com seja lá qual pose eu tenha.
O duende confirmou com a cabeça convicto.
— O Gringotes pode lidar com todas elas até você se sinta pronto para isso, mas para podemos fazer algumas coisas precisamos da autorização do atual dono da família.
Harry automaticamente expos uma cara supressa.
— Eu sou o dono da minha família?
O duende acenou com a cabeça.
— O único herdeiro vivo dos Potter, sim. Você terá que completar 17 anos para poder sentar em uma das cadeiras da Suprema Corte. Mas para nós você já pode levar os negócios de sua família adiante.
Harry estava um pouco confuso. Ele sabia que era o único Potter vivo, mas nunca parou pra pensar muito nisso.
— Acho que entendi, mas o que exatamente minha família tem de pose?
Como se fosse uma resposta à sua pergunta, o mesmo duende que tinha saído a alguns minutos voltou com dois pergaminhos velhos e deu para Ragnuk que botou seus pequenos óculos para analisar melhor.
— Podemos começar com as propriedades. Os Potter têm em seu nome três casas na Grã-Bretanha, duas casas no leste da Itália e uma casa de férias na França. Se não me falha a memória uma dessas casas aqui da Grã-Bretanha foi invadida e está sendo usada por trouxas no momento. — O duende falava enquanto lia o pergaminho, seus olhos correram rapidamente até a o final do pergaminho. — E claro, tem a mansão Potter que você certamente conhece.
Harry negou com a cabeça o chefe duende olhou Harry e suspirou.
— É inacreditável que você não conheça a mansão aonde seus antepassados cresceram.
Harry negou com a cabeça
— Nem sabia da existência. Aonde fica?
O duende balançou a cabeça em negação.
— Fica próximo de Ludlow se não me engano. — respondeu ele suspirando. — Mas enfim... o valor de somente uma das casas que estão na Grã-Bretanha, já daria algo em torno de 85604 galeões.
Daphne acabou deixando escapar um suspiro de supressa que chamou um pouco a atenção de Harry.
— Isso é muito?
Perguntou ele para Daphne que confirmou com a cabeça.
— Sua família possivelmente está entre as mais ricas da Grã-Bretanha
Harry ia negar com a cabeça, mas o duende rapidamente confirmou aquilo dito por Daphne.
— A senhorita Greengrass está certa. Os Potter estão entre as 9 famílias mais ricas e sempre foram clientes insubstituíveis para nosso banco.
Harry estava curioso sobre tudo isso. Afinal porque ele nunca ficou sabendo disso? Ele sabia que seus pais tinham deixado pra ele um pouco de dinheiro, mas nunca imaginou que possuía propriedades que valessem tanto assim.
— O que exatamente eu posso fazer com todas essas propriedades?
O duende sorriu antes de fechar o pergaminho e encarar Harry.
— Você não precisa fazer nada, é só nos deixar cuida dos seus interesses e cuidaremos de tudo. E claro, informaremos o senhor de qualquer ação que tomarmos.
Harry olhou pra Daphne buscando algum suporte social, mas a garota não parecia intender o suficiente para lê ajudar.
— Então eu acho que concordo em deixar vocês lidarem com isso, pelo menos até eu tiver pronto.
Falou Harry rezando para não está fazendo besteira. O duende sorriu radiantemente ante de voltar a falar.
— Maravilhoso. Isso nos leva ao segundo assunto. — O duende respirou fundo enquanto desenrolava o segundo pergaminho. — Esse são os termos do banco impostos aos Potter a centenas de anos atras. Você pode dar uma olhada melhor e notara a assinatura de vários de seus antepassados. Assinando isso você se torna verdadeiramente o herdeiro da casa Potter e assim poderá acessar qualquer cofre da sua família! E claro... você poderá decidir o que irá fazer com qualquer coisa que esteja no seu nome.
Harry pegou o pergaminho e o analisou de perto. Era bem grande e possuía letras bem pequenas. Parecia que era escrito em outra língua com ouro alfabeto e traduzido embaixo, deixando o pergaminho enorme. Os olhos de Harry rapidamente percorreram até o fim do pergaminho aonde continha vários nomes escritos, logo ele percebeu que se tratava de seus antecedentes. Charlus Potter, Henry Potter, Fleamont e Euphemia Potter, alvo Dumbledore, entre vários outros. Espera, Dumbledore?
— Alvo Dumbledore?
Perguntou Harry para duende que confirmou com a cabeça.
— Ele era seu responsável legal, teve que assinar e assumir os negócios da sua família temporariamente.
Harry suspirou, mas Daphne interrompeu qualquer coisa que Harry pudesse falar a seguir.
— Quer dizer que Dumbledore pode ter usado o ouro dos Potter da forma que bem entendeu durante todos esses anos?
O duende confirmou com a cabeça.
— Eu teria que pedir para fazerem um levantamento para verificar se ele fez tal coisa, mas em teoria ele poderia sim fazer.
Harry ficou pensativo por um momento. Porque que Dumbledore nunca contou pra ele tudo isso? Será que o velho poderia estar roupando sua família? Não! Dumbledore deve ser igualmente rico, não precisa pegar ouro dos seus pais escondido.
— O senhor poderia fazer esse levantamento pra mim senhor? Embora eu queira acreditar que Dumbledore não ficaria pegando ouro dos cofres da minha família sem a minha permissão.
O duende confirmou com a cabeça.
— Posso sim senhor Potter. Só peço que tenha paciência sobre esse assunto, geralmente pode demorar uns três dias para fazer um histórico bem feito. Como a família do senhor contém muitos cofres que podem ter sido mexidos, pode demorar talvez uma semana até eu lê dar um retorno.
Harry confirmou com a cabeça.
— Não tem problema senhor. Sobre o pergaminho, é só eu assinar?
O duende concordou com a cabeça e uma pena apareceu em cima da mesinha do mesmo. Harry analisou rapidamente o contrato e não parecia haver nada demais ali. Somente temos que Harry pouco entendia. Ele olhou para Daphne pedindo socorro e a garota parecia ter entendido.
— Eu posso ver também?
Perguntou Daphne para o duende que confirmou com a cabeça.
— Se o senhor Potter permitir, eu não vejo problema.
Harry confirmou com a cabeça e entregou o pergaminho para Daphne que parecia ler atentamente.
— Em um dos parágrafos diz que caso a família Potter cai em decadência outras famílias aliadas terão que ajudá-la tanto financeiramente quanto moralmente, o que exatamente isso significa e quem são os aliados dos Potter atualmente?
Perguntou Daphne e o duende parecia um pouco supresso.
— Aliados historicamente. — Corrigiu o duende — Não existe guerra que mude o que está no contrato. Uma vez nesse nível de aliança não tem como voltar atras. Os Potter em especifico tem poucas famílias aliadas. Acho que a extinta família Prewett, a família Longbottom e claro... os Black.
Harry definitivamente não esperava ouvir esse último.
— Pensei que minha família e os Black discordava em muitos pontos.
O duende riu um pouco.
— Atualmente? Sim discordam! Lutaram uma guerra praticamente de lados opostos. Mas historicamente uma família ajudou a outra a se tornar tão prospera. Claro hoje ninguém mais liga para essa parte do contrato, passa longe de ser uma obrigação de verdade. Mas a alguns séculos atras isso era muito importante e com certeza ajudou certas famílias a prosperarem com alianças estratégicas.
— A gente podia fazer algo parecido ne Harry? Uni nossas famílias.
Harry deu uma pequena risada
— Seria legal, quando podemos marcar uma reunião com seu pai?
Daphne riu e voltou a olhar o pergaminho.
— Se vocês quiserem posso mandar uma carta para o senhor Greengrass e providenciar esse encontro.
Daphne sorriu para duende embora Harry tenha olhado um pouco desesperado.
— Era brincadeira senhor. Na verdade, se poder não avisar nossos responsáveis que estamos aqui, seria de grande ajuda.
O duende confirmou com a cabeça.
— Um pedido relativamente simples de dois futuros clientes do nosso banco. Não se preocupem.
Daphne confirmou com a cabeça e Harry respirou fundo.
— Bom realmente não existe nada demais Harry.
Falou Daphne lê entregando de volta o pergaminho.
— Somente termos simples ou previdências que o banco pode tomar caso sua família entre em uma crise financeira.
— Só isso?
Perguntou Harry e Daphne confirmou com a cabeça.
— Basicamente. Tem também o valor que banco acaba ficando para eles por serviços ou pela segurança dos seus bens e tudo mais. Mas como é um valor pequeno nem dá pra considerar. Eles nem usa porcentagem, é um valor fixo, E bem pequeno.
Harry confirmou com a cabeça e o duende sorriu
— é só eu assinar?
Perguntou Harry meio receoso analisando sem muita atenção o pergaminho entregue por Daphne. O duende concordou com a cabeça.
— Somente isso senhor Potter!
Harry pegou a pena ainda meio receoso e assinou seu nome na frente do nome alvo Dumbledore. Ele esperava sentir alguma coisa, ou faísca saírem do papel após ele assinar, mas nada aconteceu.
— Eu esperava que algo como um contrato de família fosse algo um pouco mais emocionante.
O duende riu fortemente enquanto analisava o pergaminho já assinado.
— Os bruxos são muito dramáticos senhor Potter. Nós não.
Harry confirmou com a cabeça realmente concordando com o duende.
— Então agora vocês podem cuidar das propriedades vinculadas ao nome Potter?
O duende acenou com a cabeça com concordância.
— Assim como iremos informá-lo por cartas sobre qualquer ação que tomarmos e também informaremos quando a sua presença se mostrar necessária. Também iremos fazer aquele levantamento das últimas movimentações nos seus cofres e claro... o senhor pode acessar qualquer cofre da família Potter que desejar.
— Era sobre isso que vim aqui, queria tirar um pouco de ouro para comprar alguns livros.
— Isso é facilmente resolvido, na saída daqui eu peço para um duende para acompanha-lo até um dos seus cofres. A mais alguma dúvida que o senhor tenha?
Harry pensou por um segundo e uma dúvida apareceu.
— Novamente sobre aquelas alianças que falamos antes... se uma dessas famílias aliadas não estivessem na melhor fase financeira e eu quisesse ajudar embora não tenham pedido nada. Eu posso ajudar?
O duende parecia pensativo enquanto analisava a questão de Harry.
— O senhor pode deixar uma doação para tal família e nem explicar o motivo. Ouro vindo do nada de uma família aliada só pode significar uma coisa, mesmo nos tempos atuais. Mas se quer meu conselho, acho que o senhor deveria mandar uma carta para tal família avisando de suas intenções.
Harry confirmou com a cabeça
— Eu acho que o senhor tem razão.
O duende confirmou com a cabeça e se levantou lentamente. Ele caminhou até a porta e novamente sussurrou algo no ouvido de outro duende enquanto Daphne e Harry se levantava e observava.
— Ele irá acompanhar ambos até seu cofre. Tem mais alguma pergunta senhor Potter? senhorita Greengrass?
Ambos negaram com a cabeça e o duende sorriu novamente.
— Nesse caso eu te mantenho informado. Até a próxima reunião.
Ambos concordaram com a cabeça e o chefe duende saiu da sala e desapareceu pelo corredor.
— Me sigam por favor.
Disse o duende que guardava a porta. Ambos apenas seguiram o duende em silencio pelo largo corredor.
