Contos Eróticos
Notas da Autora: Neste conto eu detalho a primeira vez da Hermione Granger quando cumpre a detenção com o mestre de poções. Ela tem dezenove anos, é a noite do seu aniversário. Lembrando que as corujinhas de vocês são sempre bem-vindas!
A Detenção de Hermione
Hermione nem consegue jantar direito naquele sábado, por causa da detenção que iria cumprir logo mais. Seu olhar furtivamente se dirigia à mesa dos professores deixando várias vezes Harry e Rony conversando sozinhos.
Mais tarde, na sala comunal, enquanto seus amigos ainda escreviam sobre as classificações das poções avançadas, Hermione terminou de se arrumar em seu quarto. Estava em dúvida se usaria, ou não, o uniforme, mas era sábado, e era seu aniversário. Apenas trocou a camiseta por uma blusa branca e colocou um casaco de jeans por cima, sabendo que os corredores em direção a masmorra eram gélidos. Escovou novamente os dentes, passou seu perfume favorito, e prendeu o cabelo em um coque para lhe deixar com uma aparência mais velha. Estava nervosa, seria impossível não admitir.
- Hermione, pode nos ajudar aqui? – Rony lhe chama assim que a viu descendo as escadas que leva aos dormitórios das meninas.
- O que você quer? Eu tenho detenção agora, não posso me atrasar.
- O que você fez? – Harry olha apavorado para ela.
- Nada demais, eu estava sob efeito do veritaserum quando chamei o professor de idiota.
- Quem, o professor Snape? – Rony pergunta incrédulo.
- Sim, porquê?
- Caramba, Mione! Eu sinto muito. – Harry procura ser solidário.
- Você só falou a verdade – Rony solta uma gargalhada.
- Não é nada engraçado, Rony. Até mais tarde, meninos!
- Espere, só um minuto. Veja se está faltando alguma poção...
- Cura, Transfiguração, Enfeitiçamento ou Envenenamento. São só essas mesmo. Lembrem-se um metro de pergaminho, nem mais, nem menos. – Ela pontuou.
- Boa sorte, Mione! – Harry desejou quando ela estava saindo.
Hermione parou em frente a porta da sala de aula da masmorra com o coração na mão, aguardou alguns segundos para criar coragem antes de bater. Respirou fundo, e deu três batidas curtas. Severo abre a porta com feitiço e rosna da sua mesa:
- Está atrasada, senhorita Granger!
- Desculpe, eu só me atrasei um minuto, senhor. – Disse procurando manter a calma e a voz firme.
- Vai ter que recompensar este atraso!
- Como queira, senhor. – Ela sibilou. Olhando ao redor um tanto confusa, pois seria mesmo uma detenção?
- O que está esperando?
- Por onde eu começo? – Sua ansiedade lhe deixava inquieta.
- Comece a colar os rótulos em todos os frascos de poções que estão nas bancadas. Talvez leve dez minutos, mas creio que não passará de cinco.
Severo segura firme sua varinha e mira para o laboratório ao lado. Após alguns feitiços não verbais, centenas de frascos com dose única separados por cores distintas surgem nas bancadas. Ao lado uma caixa grande com centenas de rótulos.
- Se eu puder usar magia, acredito que leve em torno de cinco minutos, professor.
- Não me referi a isso...
Alguém bate na porta.
- Era 'isso' que eu me referi, senhorita! Agora comece a colar os rótulos manualmente, sem magia.
- Está bem.
- Pode entrar. – Severo grita da mesa.
- Boa noite! Eu vim ver como a senhorita Granger está. – A professora Minerva entra apressada.
- Está em detenção.
- Eu sei, exatamente por isso que preciso ver se ela está bem.
- Ela está no laboratório. – Severo acompanha a professora Minerva.
Hermione olhou para o professor brevemente a tempo de perceber o esboço de um sorriso nos lábios. Então 'isso' era a curiosidade da vice-diretora, que ele se referia.
- Minha querida, você está bem?
- Sim, senhora.
- Não quer deixar a detenção para outro dia? Afinal, a madame Pomfrey disse para ficarmos de olho em você. Pode haver alguma reação por causa dos bombons.
- Eu estou bem. O trabalho não é difícil, e sei que é útil para a escola.
- Ela poderá usar magia, não é, Severo?
- Não. Afinal, ela me chamou de idiota, não foi? - Com um sorriso de escárnio habitual Severo respondeu prontamente.
- Bom, Draco está no meu escritório. Eu mandei ele escrever mil vezes a frase "não devo envenenar meus colegas de sala de aula". Assim que o toque de recolher for acionado, ele levará os pergaminhos para terminar amanhã. Espero que a senhorita Granger faça o mesmo, e não fique até tarde.
- Já terminou? É mais prudente a senhora ficar de olho em Draco, Minerva. Ele pode driblar seus feitiços e usar magia para terminar logo. – Severo a alertou.
- Não será necessário, eu dei meus próprios pergaminhos anti-feitiços. Eu já vou indo. Tenham uma boa noite. Ah, Senhorita Granger, se sentir algo estranho me procure, sim?
- Obrigada, professora. Boa noite!
Hermione já havia colado vinte rótulos quando a professora deixou o laboratório. Com a sensação de que a aluna não sofrerá um castigo mais severo, Minerva saiu satisfeita, fechando a porta da sala de aula logo que passou.
- Como o senhor sabia que ela viria?
- Intuição, senhorita. Só intuição! Agora vamos lá?
- Onde, senhor? Não preciso terminar?
- Não. Hoje ainda é seu aniversário. Pretendo fazer algo que possa lembrar todas as vezes que esta data se repetir. Aqui não é um local mais adequado.
Severo Snape pega a mão dela, puxando-a para si, e a beijando em seguida assim que deixaram o laboratório e voltaram para a sala de aula. Hermione se derrete toda naquela boca. O perfume inebriante dele era algo mágico. Poderia morrer naqueles braços e morreria feliz.
Quando se separaram, ele pegou a varinha para trancar a porta principal, abriu a porta lateral, e apagou as luzes. Os castiçais do corredor estreito se acenderam com o feitiço não verbal lumus. A sombra dos dois na parede se moviam descoordenadamente devido a luz bruxuleante.
- É aqui. Há outra entrada perto da escadaria, mas esta é mais perto para quem já está na sala de aula ou laboratório.
O final do corredor dava para os aposentos do mestre. Hermione havia se preparado para este momento desde que completou dezessete anos. Devoradora de livros como era, leu todos os livros que encontrou sobre sexualidade dos magos e a primeira vez de uma bruxa. Sabia tudo na teoria, e não via a hora para colocar em prática as melhores dicas que leu. Só que agora havia esquecido quase tudo por estar nervosa, e muito ansiosa para começar logo sua iniciação sexual.
Ao entrar na ampla sala de estar, sentiu uma forte emoção por estar pisando pela primeira vez nos aposentos do mestre de poções. Quantas vezes sonhou entrar naquele pedacinho do castelo, não fazia ideia. Era bem mais bonito do que imaginava.
As paredes verdes e cortinas pretas do teto até o chão foram as primeiras coisas que lhe chamaram a atenção. Seus olhos percorreram os belos sofás pretos de couro, e os móveis de madeira de carvalho. Seu olhar se prendeu no enorme brasão da Sonserina pendurado em cima da lareira na parede lateral. Quando ela avistou a belíssima estante de madeira abarrotada de livros até o teto, não conseguiu evitar um gritinho eufórico. Parou em frente, e começou a ler os títulos. Severo Snape se aproximou silenciosamente, e se posicionou atrás dela para lhe falar em seu ouvido.
- Pensei que eu seria o centro de sua atenção nesta noite.
Hermione se virou e olhou nos olhos deles, sorriu antes de dizer:
- Só se você estivesse totalmente nu... Como não está, com certeza são esses livros que me chamam mais atenção!
- Você ainda está sob efeito do veritaserum, ou é mesmo uma bruxinha muito atrevida?
Severo a enlaça pela cintura, fazendo-a se virar para o lado oposto ao da estante.
- Meu quarto fica na próxima porta. Aquela outra porta é um lavabo. O banheiro da suíte é melhor, mais espaçoso. Venha, vamos nos sentar no sofá.
Ele interrompeu a avaliação de Hermione sobre a sala, quando caminharam de volta até o sofá.
- Você quer beber algo?
- Não, obrigado.
- Mas eu quero, afinal é seu aniversário. Eu pedi para o elfo deixar o champagne pronto. Vou chamá-lo. – Ele estala os dedos, e o elfo surge imediatamente.
- O senhor chamou, Dobby?
- Sim, traga a bebida que eu separei, e duas fatias do bolo.
- Dobby obedece ao senhor.
Dobby em questão de segundos retornou com uma bandeja cheia. Havia um botão de rosa vermelha na bandeja, ao lado do balde de gelo com a garrafa, duas taças e dois pratos com as fatias generosas de bolo.
- Dobby deseja boa noite, senhor e senhorita.
- Boa noite, Dobby, e obrigada! – Hermione agradece.
Assim que o elfo saiu, Severo entrega a rosa para Hermione.
- É só o que tenho para lhe dar neste seu aniversário. É do jardim da Minerva, então não conte a ela.
- Obrigada! Mas tenho certeza que você tem algo a mais para me dar! – Ela lança um olhar malicioso para as calças dele.
- Você é realmente uma bruxinha muito atrevida! Se quer deixar o brinde para depois, ótimo! Agora tire sua roupa! Eu vou me sentar aqui e vê-la se despir para mim!
- Só se você tirar a sua também. – Hermione retrucou.
- Eu suponho que se esqueceu quem está em detenção aqui, mocinha... – Seu sorriso malicioso a fez corar.
- Mas...
- Psiu! Você acha que ao vê-la nua eu vou conseguir ficar aqui parado? Calma, vou me despir na hora certa.
Ela então começou a se despir. Retirou primeiro o casaco de jeans, colocou na poltrona. Se sentou na beirada desta poltrona para tirar suas botas de cano curto, e suas meias. Cada gesto delicado dela deixava Severo ficava cada vez mais encantado, e sua ereção começava a se manifestar.
Hermione se levantou para abrir o zíper da calça e retirou, ficando de calcinha, e blusa. Ela olha dentro dos olhos negros para ver qualquer sinal de aprovação.
- Continue! – Ele fala após passar a língua pelos lábios sem perceber que ela captou o sinal de aprovação. Severo já começou a sentir sua ereção apertá-lo dentro da calça.
Ela retirou a blusinha branca de renda, sob o olhar atento dele. Quando Hermione foi abrir o fecho do soutien, ela parou, respirou fundo na tentativa de não ruborizar, mas era tarde, suas bochechas já estavam quentes.
Severo se acomodou mais confortavelmente ao se esticar todo no sofá.
- Eu sei que está envergonhada, mas precisa vencer este primeiro obstáculo se realmente quer que eu continue o que começamos de tarde. – Sua voz pausada e sedosa enviava estímulos para todo o corpo dela.
- Como coisa que fosse fácil. – Ela resmungou.
- Nos sonhos que a senhorita compartilhou comigo, era uma leoa faminta, e agora vejo uma gatinha medrosa. – Ele zombou.
- Quem disse que estou com medo? Só estou envergonhada...
Ela solta o soutien e os bicos dos seus seios já estavam empinados. Era impossível negar a sensação de formigamento entre as pernas só em saber que aqueles olhos negros brilhantes lhe devoravam.
No instante seguinte, Hermione estremeceu ao sentir a respiração quente dele em seu pescoço. Severo aparatou bem atrás dela.
- Eu vou lhe ajudar. – A voz sexy dele em seus ouvidos.
Os dedos longos pegaram as laterais da sua calcinha, que já estava com o fundo úmido pela excitação, e começaram a deslizar lentamente para baixo. Era uma tortura para ela esperar, a vontade que tinha era de mexer seus quadris para que fosse mais rápido.
Quando finalmente ela ergueu cada pé para ficar sem a peça, se apoiando nos ombros dele, Severo iniciou com as carícias. Primeiramente tomou os lábios dela avidamente com os seus, num beijo ardente. Enquanto aprofundava e prolongava o beijo, uma mão acariciava o mamilo direito e com a outra acariciava seu monte de vênus.
Hermione lutou contra a mão esquerda dele, incapaz de se mover onde exatamente ela precisava que ele a tocasse.
- Você me parece ansiosa... – Ele sussurra em seu ouvido causando-lhe arrepio, assim que se separaram para recuperar o fôlego.
- Para ser sincera passei o dia todo pensando nisso.
- Isso explica o seu grau de ansiedade, consigo sentir seus batimentos cardíacos. – Ele coloca a palma da mão no peito dela. - Se serve de consolo, eu também passei o dia pensando em você, por isso fiz questão da detenção.
Hermione se moveu um pouco para a frente, ficou nas pontas dos pés até alcançar a altura desejada para roçar nos lábios finos dele.
- Você quer continuar? – Ele pergunta cheio de malícia.
- Severo... – Ela geme. - Eu quero lhe tocar também.
- Calma, tenho outros planos no momento. Venha, sente-se aqui.
Severo a ergue pela cintura e coloca-a sentada na beirada da mesa redonda da sala. Separou as pernas dela, deixando-a totalmente exposta para ele. Sentou-se na cadeira em frente, entre as pernas dela. Sem pressa começou a beijar a parte interna das coxas. A medida que os beijos avançavam para sua intimidade, o nariz adunco roçava seu clitóris e os gemidos dela ficavam cada vez mais altos.
Hermione sentiu um leve calor espalhar-se por todo o seu corpo. O calor e a umidade se intensificaram entre suas pernas, quando ele enfiou a língua na sua abertura descobrindo sensações novas de prazer naquela área imaculada.
Com o corpo ligeiramente arqueado, gemendo e balbuciando incoerentemente Hermione foi incapaz de ficar quieta ao sentir os tremores provocados pela língua dele ao passar mais de uma vez em seu clitóris. Foi então que Severo recuou um pouco para prolongar mais o prazer dela, mas Hermione choramingou. O latejar insistente entre suas pernas e a vontade de ser preenchida era intensa.
- Me dá! – Era as únicas palavras que ele conseguia entender.
- Você vai ser minha, tenha calma. Eu vou lhe dar, mas antes preciso saber se está pronta.
Severo chupou seu botão inchado, levando-a à beira de um orgasmo. Ela estava quase lá, quando ele afastou a boca para penetrar seu dedo indicador na cavidade quente e úmida. Ela não esperava por isso, e achou ruim no início. Ele usou os outros dedos para massagear a região clitoriana, fazendo-a relaxar quase que instantaneamente. Assim que sentiu o corpo relaxar, ele se levantou para alcançar melhor, e enfiou o dedo mediano também. Ela era bem apertada. Hermione gemeu com o desconforto, mesmo estando extremamente molhada pela excitação. Severo prosseguiu massageando os seios dela com a outra mão.
Hermione se contorcia, porque queria gozar, mas ele ainda estava tocando seus mamilos, e estava longe do local onde lhe proporcionava extremo prazer.
- Severo, por favor...
Ao ouvir a súplica, ele abaixou a cabeça e beijou o botão inchado. Passou a língua no clitóris e quando foi chupar, Hermione foi arremessada pela sua libertação.
Ela ainda tremia incontrolavelmente pelos espasmos do orgasmo intenso. Ele também já estava excitado além dos limites, com feitiço não verbal, suas vestes vão parar na outra poltrona. Severo permaneceu de cueca na frente dela. Hermione estava trêmula, mas ao ver o peito nu dele, se sentou para vê-lo melhor. Seus olhos percorreram rapidamente as cicatrizes do tórax e abdômen, mas se fixaram no enorme volume da frente da cueca, fazendo-a salivar, enquanto sua respiração voltava lentamente ao normal.
- Foi bom? – Ele pergunta, abraçando-a para tirá-la do transe.
- Nossa, eu nunca tinha feito. Foi muito forte, mas foi ótimo. – Ela fala com certa dificuldade pelos batimentos ainda acelerados.
- Eu sei, eu percebi. Venha, vamos para a cama agora. Eu não estou mais aguentando.
Severo a carrega no colo até o quarto. Colocando-a delicadamente em sua cama larga. Deitando em seguida ao seu lado. Quando ele ia pegar na mão dela para ficarem de mãos dadas por alguns minutos, ela se senta.
- Espere, agora é minha vez! – Ela se ajoelha e retira lentamente a cueca dele. Logo que o elástico abaixou alguns centímetros o pau enorme e ereto dele salta para fora.
Os olhos castanhos de Hermione se arregalaram ao ver o tamanho do pênis do seu professor. Ele era enorme, e grosso.
Severo acabou retirando sua cueca por completo, porque ela simplesmente ficou imóvel ao vê-lo totalmente nu.
- O que foi? – Ele reparou que ela ficou muda.
- Eu, eu... já vi, claro, mas nunca um tão grande! – Ela ruboriza.
- Minha bruxinha, devo lembrá-la que foi a senhorita que me escolheu. Ele é todo seu! Quer voltar atrás?
- Não! Claro que não! Só estava pensando... Vai doer, não vai?
- Bom, a primeira vez é sempre dolorido, até para os homens. Mas nem se compara, é claro. Há feitiços, poções para evitar ou aliviar a dor... Se quiser...
- Oh, não! Esperei por este momento até agora, e esperei por você! Quero muito sentir como é...
- Está bem!
Severo se posicionou com o corpo por cima do dela. Beijou-a na boca antes de iniciar o ato em si.
- Severo... – Ela gemeu baixinho quando a ponta do pênis encostou na sua entrada forçando para cima. Seus dedos se agarraram no lençol, e ela mordeu o lábio inferior, com a dor que sentiu.
- Tem certeza? – Ele pergunta com a voz aveludada. Ela balança a cabeça afirmativamente.
O próximo passo fervoroso fez com que Hermione gritasse de dor quando Severo conseguiu entrar com parte da cabeça do pênis.
Severo ainda tinha um braço apoiado na cama para não soltar todo o seu peso em cima dela. Com a outra mão ao redor da cintura de Hermione, gradativamente ele deslizava um pouco mais para dentro, fazendo com que ela ficasse cada vez mais tensa, e gemesse mais alto a cada investida. Hermione lutava desesperadamente para abafar seus gritos, não queria desistir.
Severo sentiu a respiração dela vindo em baforadas quentes e curtas contra o seu pescoço. Curvando-se, ele gentilmente a beijou na boca para fazê-la retirar o foco, e relaxar um pouco.
Hermione soltou um grito abafado, contra sua boca. Seu corpo arqueou bruscamente contra o de Severo, sua respiração ofegante contra sua boca. Eles finalizam o beijo quando ele percebeu que seu pênis rompeu o hímen, ocasionando um certo grau de relaxamento. A jovem bruxa mordeu os lábios quando a barreira foi vencida, suas mãos agarradas com força ao redor do lençol, deixando seus dedos vermelhos.
Hermione continuou com veemência a movimentar seus quadris após a barreira ser rompida, e ela sentiu as lágrimas rolarem por sua face.
O corpo de Hermione finalmente relaxou debaixo do de Severo. Sua mão deslizou para trás de seu pescoço. Os dedos delicados dela em sua nuca tinham o dom de fazê-lo se arrepiar.
Os movimentos começaram a ficar ritmados, embora a cada investida as paredes da cavidade vaginal apertava-o quase dolorosamente com a necessidade de gozar.
- Oh Merlin! - Ela gemeu em uma voz alta, já que sua voz estava rouca dos gritos de dor. Hermione ofegava tentando repor o ar que lhe faltava nos pulmões.
Mordendo mais uma vez o lábio inferior com força, Hermione sentiu seu útero se contrair e as paredes da cavidade apertar ao redor do pênis, antes dele finalmente liberar e explodir em espasmos intensos. Ela sentiu o líquido quente e denso da ejaculação se esparramar todo por dentro dela.
Ela choramingou, e mais duas lágrimas escorreram de seus olhos quando Severo saiu de dentro dela. Seu corpo ficou lânguido contra o lençol manchado de sangue, enquanto as ondas de dor finalmente diminuíam.
Severo abriu os olhos e olhou para Hermione que ainda tinha o corpo trêmulo. O peito dela ainda estava ofegante, seu olhar distante aos poucos começou a focar o rosto dele.
Completamente exausto por seus esforços, Severo caiu ao lado de Hermione, sua própria respiração ainda um pouco irregular. Uma vez que ele conseguiu se recompor, ele entrelaçou seus dedos nos dedos da mão dela.
- Como se sente?
- Bom... fisicamente ou emocionalmente? – Ela responde ainda com certa dificuldade.
- Ambos.
- Me sinto muito dolorida para ser sincera, mas...
- Mas?
- Me sinto estranha. É uma sensação de lhe pertencer. Me sinto sua!
- Ótimo, agora você é minha, e somente minha! Parabéns pelo seu aniversário, Hermione!
- Eu jamais vou esquecer este dia, muito obrigada!
- Você não tem nada que agradecer, de certa forma foi um presente para mim também! Eu nunca estive com uma virgem antes.
Severo sente a sua vaidade máscula falar mais alto. Eles trocam um longo beijo doce e suave. Hermione o afasta delicadamente.
- Preciso ir ao banheiro. – Ela sente o sêmen descendo e antes que escorresse pelas pernas, ela sai da cama.
Severo se levanta e com auxílio da varinha troca o lençol manchado. Ele guardaria eternamente aquele lençol. Vai até o banheiro do lavabo para se limpar também.
Ao sair do banheiro ele pega a bandeja e leva para a cama.
- Um brinde! – Ele alcança a taça dela com as borbulhas da bebida, assim que ela retorna para a cama.
Eles tomam alguns goles. Hermione estava de olho na fatia do bolo, parecia muito gostoso, e após o esforço extra, sentiu fome. Severo acompanhou o olhar dela e alcançou o prato para ela.
- Nossa, é surpreendente! Que delicioso! Que bolo é esse?
- É o bolo das fadas! Era assim que minha mãe chamava. Ela sempre fazia no meu aniversário, até eu completar onze anos. Pedi ao elfo para seguir a receita.
Severo pega o outro prato e também começa a comer o bolo que derrete todo na boca. Surpreendentemente o bolo era a única lembrança agradável de sua infância.
- Você vai ter que me dar esta receita! – Ela fala após engolir o último farelo do prato.
- Com uma condição...
- Qual? – Ela levanta sua sobrancelha, bem no estilo dele.
- Fará o bolo das fadas em todos os meus próximos aniversários!
- Isso significa que você me quer na sua vida? – Ela mal podia acreditar no que estava ouvindo.
- Foi você a primeira a dizer que é minha! Então sim, você sempre fez parte da minha vida como a aluna brilhante, mas agora faz parte como minha mulher!
- Severo... – As lágrimas impediram que ela terminasse a frase. Severo pegou o prato, deixando no criado mudo e a abraçou.
Logo os corpos nus e relaxados se aninharam um ao outro, e eles adormeceram de mãos dadas.
Fim
