6. Eu prometo

_ Potter, pelo amor de Deus, se controla_ Malfoy pediu, enquanto dava sorrisos amarelos para os trouxas que passavam na frente do bar e os olhavam com certa repulsa.

Não que ele achasse que precisava dar satisfação aos trouxas pela situação em que se encontravam, mas definitivamente se recusava a passar vergonha na frente de quem quer que seja.

Assim que viu Michael Bennett minutos atrás, Harry saiu correndo do pub. Agora estava na calçada, com as mãos apoiadas contra os joelhos, e o corpo curvado, vomitando coisas que ele nem sabia que havia comido.

_ Vou pegar um pouco de água pra você. Vê se não morre até eu voltar_ disse Malfoy.

Ele correu pra dentro do bar e foi direto ao balcão.

_ Preciso de um copo com água, Michael.

Michael o olhou um pouco irritado. Ele segurava um esfregão, e estava tão vermelho, que parecia alguém que havia se bronzeado por muito tempo.

_ O que está havendo? Você veio aqui com esse cara, que ficou me encarando como se nunca tivesse visto um ser humano antes, vomitou no meio do bar antes de sair correndo… E não me explica nada. Olha a bagunça que ele fez, cara_ Michael apontou para o local onde Harry estivera minutos antes, onde uma poça de vômito se estendia exalando mau cheiro. Alguns clientes olhavam com nojo, outros estavam tão bêbados que pareciam incapazes de notar.

Michael não pôde deixar de notar que o rapaz que veio com Malfoy, o olhou da mesma maneira que o próprio Malfoy, quando se conheceram. Será que ele também conheceu o tal amigo morto de quem Malfoy falou? Provavelmente. Era a única explicação. Não tinha motivos para os dois reagirem de maneiras tão estranhas ao conhecê-lo. Pelo menos Malfoy não vomitou.

_ Ele só está muito bêbado_ Draco mentiu_ Eu vou te explicar tudo. Mas me dá logo esse copo com água antes que o Potter coloque o café da manhã pra fora, porque certamente o almoço ele já colocou.

Michael deu uma última olhada irritada para Draco, mas fez o que ele lhe pediu.

Quando Draco chegou do lado de fora do pub, Harry estava encostado na parede de olhos fechados. Estava pálido e com uma aparência sofrida. Bebeu a água de uma vez só.

_ E aí, melhor?_ Malfoy perguntou um pouco desconfiado.

Harry não respondeu. Ele olhava na direção de nada específico e sua cabeça começava a latejar. Será que era possível que o rapaz que acabara de conhecer, fosse mesmo Ron? Será que passou todos esses anos sofrendo pela morte do amigo, enquanto o mesmo estava vivo todo esse tempo? Se fosse realmente verdade, essa era a coisa mais maravilhosa que poderia acontecer com Harry.

Ele finalmente olhou pra Malfoy.

_ É ele mesmo?_ perguntou com a voz meio fraca.

_ Tem muitas coisas que ainda precisamos esclarecer com ele, mas sim, tenho certeza de que é o Weasley.

_ Preciso falar com ele_ Harry disse do nada, e fez menção de voltar pra dentro do bar, mas Malfoy se colocou em seu caminho_ Sai da minha frente.

_ Calma aí, Potter_ Malfoy disse, colocando um braço entre Harry e a porta do pub_ Você não pode voltar lá assim, pode acabar falando alguma besteira. Sem contar que o cara agora tá limpando o seu vômito, e eu tive que dizer que você tá bêbado, então obviamente você não causou uma boa primeira impressão.

_ O que você quer que eu faça?

_ Talvez devêssemos voltar outro dia. Eu digo a ele que você está muito mal, e foi embora. Não acho que seja uma boa idéia você conversar com ele nesse estado.

Harry entendia o que Malfoy queria dizer. Ele tava vomitado, e tinha tanto suor escorrendo que seu cabelo começava a ficar molhado. Bom, isso ele poderia resolver com um feitiço de limpar. Mas ele não sabia se conseguiria controlar tudo que estava sentindo. Suas emoções estavam uma loucura dentro dele. Mas mesmo assim, ele precisava falar com aquele rapaz, precisava ouvir qualquer coisa que ele dissesse, precisava se apegar aos detalhes. Precisava ter a mesma certeza que Malfoy tinha.

_ Olha, eu entendo o que você quer dizer. Mas não tem nada nesse mundo que me faça dar meia volta e ir embora, antes de falar com ele.

Harry sabia de todas as possibilidades. Sabia que poderia surtar ao encarar aquele rapaz novamente. Mas não é como se tivesse uma escolha. Precisava ter certeza. Ouvir a voz dele, olhar pra ele de novo, e dizer para si mesmo "É o Ron".

Malfoy suspirou vencido. Não conseguiria convencer Potter, disso tinha certeza. Mas não iria deixá-lo estragar tudo.

_ Ok_ ele disse por fim_ Mas muito cuidado com o que você vai falar, Potter. Ele não faz a mínima idéia da verdade. E não podemos contar pra ele de uma vez.

_ Não se preocupe, Malfoy_ Harry respondeu um pouco irritado_ Eu só quero falar com ele. Foi pra isso que você me trouxe aqui, não é?

Malfoy ponderou. Deu uma olhada de escárnio para Harry e tirou o braço do meio do caminho. Harry lançou em si mesmo um feitiço de limpar, e lentamente entrou novamente no pub.

Michael não estava visível em nenhum lugar, e Harry e Malfoy sentaram-se nos banquinhos do balcão, e esperaram. Alguns segundos depois o ruivo saiu por uma das portas de funcionários. Ele olhou um pouco irritado na direção dos dois, mas não disse nada. Apenas lavou as mãos na pia que ficava atrás do balcão, e esperou.

_ Hum... Bennett, esse e Harry Potter... Um amigo_ ele quase fez uma careta ao dizer aquilo. Mas não podia apresentar Potter a Michael, usando as palavras "cabeça rachada", "idiota grifinório", e todos os outros apelidos que havia dado a Potter ao longo dos anos_ Potter, esse é o Michael Bennett.

Harry e Michael se encararam por um tempo. E não foi preciso que Michael dissesse uma palavra, para que Harry encontrasse o que estava buscado. Ali, olhando nos olhos de Michael, ele teve certeza. Eram os mesmo olhos que ele conheceu na plataforma 9 ¾ tantos anos atrás. Os mesmos olhos que o acompanharam em tantas aventuras. Os mesmos olhos que ele viu pela última vez na Batalha de Hogwarts. Não havia mais nenhuma dúvida.

Ele sentiu seus olhos encherem de lágrimas. Mas sabia que não podia derramá-las. Não ainda. Então engoliu em seco, e pela primeira vez em muito tempo, conseguiu controlar o choro que sempre vinha nas horas mais inoportunas.

_ Muito prazer, e me desculpe pela sujeira toda_ ele disse na voz mais normal que conseguiu fazer. Estendeu a mão para Michael.

_ Tudo bem_ Michael disse com um suspiro de resignação, apertando a mão de Harry_ Você não é a primeira pessoa, e infelizmente não será a última a vomitar no meu turno. Pelo menos agora não parece mais tão bêbado.

Harry deu um sorriso sem graça.

_ Er... Michael, o Potter aqui é detetive. Eu contei a ele a sua história, e ele tá disposto a te ajudar_ Malfoy disse sem enrolação.

Michael arregalou os olhos. Olhou de Harry para Malfoy, e depois para Harry de novo.

_ É sério? Você vai me ajudar?

_ Sim_ Harry respondeu. Não tinha idéia de que Malfoy fosse dizer aquilo, mas que desculpa melhor pra fazê-lo se aproximar de Ron.

_ Mas eu não tenho como pagar.

_ Digamos que ele está me devendo uma, então eu pedi a ele que não cobrasse, assim ficamos quites_ mentiu Malfoy.

_ Tem certeza?_ Michael perguntou a Harry.

_ Sim, não se preocupe com isso. Mas então me conta a sua história, preciso de todos os detalhes que puder me dar.

_ Claro, claro_ Michael disse rápido_ Mas olha, aqui não dá, porque toda hora alguém vai nos interromper. A gente pode marcar um dia...

_ Tem que ser hoje_ Harry o interrompeu. Não podia esperar. Sentia que se tivesse que esperar, surtaria_ Bom, é que eu não vou ter muito tempo livre essa semana_ mentiu.

_ Ok_ Michael respondeu um pouco surpreso_ Mas vocês vão ter que esperar um pouco até o movimento diminuir.

_ Não importa_ Harry afirmou decidido.

Ele e Malfoy esperaram por quase duas horas até que a maioria dos clientes estivesse bêbada demais, pra pedir uma nova bebida a cada dez minutos. Foi quando Michael finalmente pôde lhes dar atenção.

_ Você quer beber alguma coisa enquanto ouve?_ ele perguntou a Harry.

Harry fez que não com a cabeça. Ele só queria ouvir, só isso.

_ Podemos começar logo?_ ele perguntou tão ansioso que tinha medo de Michael notar seu nervosismo.

_ Tá bom_ Michael deu de ombros_ Mas acho que eu vou precisar beber alguma coisa enquanto conto.

Ele foi até o balcão e se serviu com um copo quase cheio de conhaque.

_ Potter, você tá ficando muito óbvio. Se controla_ Malfoy disse num cochicho.

_ Cala a boca_ Harry disse entre dentes, e se ajeitou no banco, assim que Michael voltou com sua própria bebida.

_ Bom, há quatro anos eu fui encontrado numa praia por duas irmãs. Estava apenas de calça, imundo e muito machucado. Eu não tenho lembranças muito claras desse momento_ o ruivo disse, e virou seu copo de uma vez só_ Quem me encontrou foram Zoe e Danna Bennett. O pai delas é médico, eles me levaram pro hospital. Eu fiquei internado lá por um mês, até que o Dr. Bennett resolveu me acolher, já que eu não tenho nenhuma memória.

_ Você já estava sem memória?_ Harry perguntou. Tirou do bolso um bloco de notas que sempre levava com ele.

_ Quando recuperei minha consciência por completo, não lembrava de nada.

_ Você foi encontrado na areia ou dentro da água?

_ Na areia.

_ Acha que o mar te arrastou até a areia?

_ Eu não tenho idéia. Mas não acho que eu fui até a praia e desmaiei lá. Sempre tive esse pensamento de que o mar me levou até a areia.

_ Qual praia você foi encontrado?

_ Littlehampton, onde os Bennett tem uma casa. Eu moro com eles lá.

Harry olhou de relance para o loiro ao seu lado. Segundo Malfoy, e depois os aurores puderam comprovar, a caverna onde ele e Ron ficaram presos era em Durdle Door, bem próxima ao mar. Em seu depoimento, Malfoy dissera que conseguia ouvir o barulho do mar batendo nas pedras, mas que nunca realmente chegou a vê-lo. Depois de ter sido jogado ao mar pelos Comensais_ se é que tinha sido realmente assim, Harry pesou_ como Ron foi parar numa praia tão longe?

_ E quando foi isso? Quando eles te encontraram?

_ Agosto de 1998.

Agosto de 1998, Harry repetiu mentalmente. Ron desapareceu durante a Batalha de Hogwarts, que havia sido em maio de 1998. Duas semanas depois, Herman Deeds foi capturado e disse que Ron estava morto. Então, se aquele rapaz era mesmo Ron, isso quer dizer que Deeds tinha mentido, e que os Comensais da Morte que não foram capturados, ainda ficaram com Ron por três meses. Três meses em que ele sofreu sabe-se lá o quê.

Harry sentiu um bolo se formar em sua garganta. Seu amigo ficou três meses em poder dos Comensais da Morte, enquanto todos sofriam por sua morte. Ficou quatro anos vivendo com os trouxas sem saber quem era, enquanto o mundo dos que o amavam, estava despedaçado. A vontade de chorar voltou, mas ele não cedeu a ela.

_ E... E o que aconteceu enquanto você estava no hospital?

_ Bom, eles fizeram muitos exames, chamaram a polícia, porque eu tava muito, muito machucado. Eles acham que fui torturado por algum tempo, mas eu não lembro. Eu tinha alguns ossos quebrados e muitos hematomas. Também tive que passar por uma cirurgia no punho_ ele ergueu o punho direito, mostrando a marca da cirurgia_ A Zoe e a Danna conseguiram que eu aparecesse na TV, nos jornais e em vários meios de comunicação. Elas queriam me ajudar a encontrar minha família. Mas ninguém nunca apareceu_ ele disse isso com tristeza. Saber que ninguém procurou por ele, que talvez não tivesse família, era uma das partes mais dolorosas.

É óbvio que ninguém o procurou, Harry pensou. Nunca passou pela cabeça deles procurar no mundo dos trouxas. Eles apenas aceitaram como verdade, que Ron estava morto, nunca pensaram que Deeds pudesse estar mentindo. Aquilo fez Harry se sentir pior ainda. Ele se viu respirando fundo para se controlar, e agradeceu que naquele momento, Michael precisou atender um cliente, e não notou que ele estava a ponto de se deixar levar.

_ Potter, se controla_ Malfoy pediu, dando a Harry um olhar assassino_ Ele não pode desconfiar de nada ainda.

_ Como ele foi parar em Littlehampton?_ Harry questionou mais para o nada do que pra Malfoy_ E três meses? Três meses?

_ Se controla, merda_ Malfoy exigiu de novo ao notar que Harry começava a suar, e que suas mãos agarravam o balcão com força_ É melhor continuarmos isso outro dia.

_ Não_ Harry disse com firmeza_ Eu não posso sair daqui sem ouvir tudo. Não dá, entende? Não dá.

_ Tá tudo bem?_ Michael perguntou ao voltar pra continuar a conversa.

_ Sim_ Harry limpou o suor da testa_ Mas então, você não lembra de nada da sua vida antes de ser encontrado na praia? Absolutamente nada?

Michael apertou o pingente do seu colar por cima da roupa. Tinha um H gravado nele, e a primeira vez que notou esse colar em seu pescoço há quatro anos ainda nos hospital, o nome Hermione lhe veio a cabeça. Mas nunca soube se era uma lembrança de verdade.

_ Bom, quando eu tava no hospital, depois que me encontraram, eu pensei num nome, assim do nada. Eu não sei se é exatamente uma lembrança ou apenas um nome aleatório que me veio à cabeça.

_ Que nome?_ Harry perguntou ansioso.

_ Hermione_ Michael respondeu, e então puxou o colar pra fora da camisa e deixou o pingente a mostra_ Eu pensei nesse nome, assim que me dei conta desse colar que eu usava. Tem um H gravado nele. Eu nunca o tiro, sabe? Só pra tomar banho. Ele é a única coisa que eu tenho da minha vida antiga._ ele deu um pequeno sorriso triste e encarou o pingente.

Harry levou a mão ao próprio colar, que também estava escondido sob suas vestes. Não tinha nenhuma letra gravada nele, mas tirando esse detalhe, era idêntico ao de Michael. Idêntico, porque Hermione havia dado a eles, como prova de amizade. E Michael não precisou continuar sua história, porque mesmo que Harry já tivesse a certeza no momento em que olhou nos olhos do ruivo a sua frente, agora aquele sentimento o dominava. Cada pedaço do seu corpo estava tomado de certeza. E o vazio dentro dele que nada preenchia, ia se dissipando de maneira tão forte, que a sensação era quase física.

Mas Harry não era o único com os sentimentos em ebulição. Draco Malfoy bebeu cada palavra dita por Michael Bennett, e ao ver a expressão de Potter quando Michael mostrou o colar, ele soube que havia feito algo decente pelo menos uma vez. Ele estava devolvendo a Potter, o seu melhor amigo, estava devolvendo aos Weasley uma parte deles, estava devolvendo a Ron sua vida, e estava devolvendo a si mesmo, sua paz.

_ O que mais você quer saber?_ Michael perguntou a Harry.

_ Mais nada_ o rapaz respondeu com a voz trêmula, mas tinha um sorriso no rosto_ Isso é tudo que eu preciso saber.

_ Tem certeza que é o suficiente?

_ Absoluta_ ele se levantou_ Bom, eu preciso ir. Preciso começar a trabalhar no seu caso o mais rápido possível. Você vem?_ perguntou a Malfoy.

_ Não, vou ficar mais um pouco.

Ok_ disse Harry, então se voltou para Michael_ Eu te prometo que tudo isso vai acabar logo. Você logo vai saber quem é.

Michael deu um pequeno sorriso. Por algum motivo, sentiu conforto nas palavras daquele jovem que havia acabado de conhecer. Pela primeira vez em muito tempo, sentiu um fiapo de esperança. Ele estendeu a mão pra Harry.

_ Obrigado_ disse com sinceridade.

Harry apertou sua mão e demorou um pouco demais pra soltá-la. Quando finalmente o fez, disse de novo:

_ Eu prometo_ e reuniu toda a força de vontade que tinha, deu as costas e foi embora.

Michael o assistiu ir embora, então se voltou pra Malfoy.

_ Posso confiar mesmo nele?_ perguntou olhando pro loiro.

_ Como se ele fosse o seu melhor amigo_ Malfoy respondeu, e sorriu.

oooooooooooooo

Harry olhou para o relógio em seu pulso, enquanto caminhava para o beco mais próximo, que lhe desse discrição para desaparatar. Ainda estava cedo pra Kingsley estar dormindo. E mesmo que estivesse, Harry o acordaria. Aquela era o tipo de coisa que não podia esperar um dia sequer. Precisava comunicar a Kingsley e ao Ministério, afinal de contas, Ron era um herói de guerra. Todos tinham que saber o mais rápido possível. Os Weasley precisavam saber, Hermione precisava saber. Pra que assim Ron pudesse voltar pra casa, pra sua vida, pro lugar onde pertencia.

Hermione. Como será que ela reagiria? Será que assim, iria parar de fingir ser a pessoa mais feliz do mundo? Será que o amor que ela sentira por Ron, ainda estava vivo dentro dela? Pensou no momento em que Ron disse que lembrou o nome dela. Com certeza isso significava alguma coisa. Em algum lugar ali, dentro dele, mesmo que bem escondido atrás do vazio que era sua memória, ele se lembrava da garota que um dia havia amado, Harry tinha certeza. Sorriu.

Ron estava vivo. Vivo. Nem em mil anos, Harry poderia esperar por aquilo. Era como se ele estivesse acordando de um pesadelo que durara tempo demais, que havia sido real demais. Agora ele podia finalmente abrir os olhos e esperar por um dia melhor. Deixou que as lágrimas enfim, rolassem por seu rosto. Não fez questão de limpá-las. As lágrimas estavam ali pra provar que ele estava feliz. Então ele chorou enquanto sorria. A porta das suas lembranças não precisava mais ser fechada. Ela permaneceria aberta, e agora Harry podia vislumbrar todas as possibilidades. Lembranças novas que seriam formadas, e um mundo de dor sendo deixado pra trás.

oooooooooooooo

N/A: Capítulo 6, gente. Dessa vez não demorei tanto, né? Então, espero que gostem.

L. Black: Tentei não demorar tanto dessa vez espero que goste desse capitulo. Agora é que a história vai realmente começar. Obrigada pela review. Bjks.

: Demorei, mas voltei. Rsrs Me sinto horrível por ter demorado tanto a postar, mas agora vou tentar seguir nesse ritmo e não demorar demais. Espero que você goste desse capítulo. Obrigada por comentar. Beijão!

Thaty: Que bom que está gostando, Thaty. E espero que continue curtindo. Obrigada por comentar. Bjks!

N/A 2: Então gente, é isso. E só quero dizer que independente da quantidade de comentários, vou continuar postando, mas mesmo assim, quero pedir a quem tá adicionando a fic aos favoritos, que também comente, isso estimula muito. Muita obrigada, e até a próxima.

Bjks!