Nota da Autora: Oi! Antes de mais, tenho de avistar que esse capítulo contém smut!
Se não gosta, por favor, não leia. Se gostar, espero que aproveite. Tenho de admitir que só escrevi uma fanfic lésbica uma vez, com lime, mas acho que esse ficou um pouco melhor.
Agradeço os comentários, os favoritos, os pedidos de atualização e todo o carinho recebido no capítulo anterior. Muito obrigada. Aqui está o novo, espero que gostem. Bjs :D
S.L.
Capítulo 22
Bônus I
Uma Boa Forma de Despertar
Lily abriu os olhos e olhou para o lado, vendo o rosto adormecido de sua namorada. Seus longos cabelos loiros cobriam o travesseiro e sua respiração estava calma. Se ergueu e afastou os cortinados, percebendo que o dormitório feminino estava deserto. Dorcas não tinha desfeito a cama, prova de que tinha passado a noite com seu namorado Hufflepuff, Fradique Fournier. E as de Alice e Mary estavam desarrumadas, provavelmente, cada uma tinha ido se encontrar com o respetivo namorado.
Olhou para o relógio e viu que já passavam das dez da manhã. Ao se verem sozinhas, se recordou que há algum tempo que não tinham um momento íntimo entre elas. Mordeu o lábio, se perguntando se Marlene se importaria de ser acordada com uma deliciosa sessão de sexo.
Sabendo rapidamente que não, beijou suavemente seus lábios, enquanto uma mão percorria um dos seios, tapados pelo sutiã e pela blusa, acariciando-o e apertando-o suavemente, até ficarem túrgidos. Marlene soltou um gemido abafado e Lily decidiu continuar, sua mão descendo lenta e suavemente pelo corpo de sua namorada, lhe provocando arrepios na pele, até sua intimidade. Afastou sua calcinha de renda vermelha, que não deixava nada para a imaginação e impulsionou os dedos na entrada de sua namorada, que abriu os olhos, surpresa.
– Bom dia, meu amor. – Cumprimentou ela, antes de movimentar ritmamente seus dedos, sentindo a úmidade se formando entre eles.
– Lily… – Gemeu Marlene, movimentando os quadris à procura de mais prazer –Oh! Não…não pare!
Ela continuou, sentindo como sua namorada arquejava e gemia debaixo de si, enquanto abria suas pernas e se oferecia para si. Seus lábios mordiscavam seu pescoço ao mesmo tempo que a outra mão acariciava sua intimidade. Os gemidos que escapavam pelos lábios de sua namorada a excitavam, sua voz implorando por mais, era como um afrodisíaco. Chupou seu pescoço ao mesmo tempo que as mãos percorriam a extensão de sua pele debaixo da blusa do pijama, afastando o tecido do sutiã, até ao vale de seus seios. Os olhos de Marlene brilhavam de luxúria e seu rosto demonstrava todo o prazer que estava sentindo.
Marlene arqueou suas costas ao mesmo tempo que os lábios de sua namorada lambiam seus mamilos. Lily aproveitou e, com uma mão, desapertou o sutiã.
Escutou os arquejos e gritos abafados, sentindo como ela impulsionava cada vez mais depressa os quadris, seus dedos se enterrando violentamente dentro dela. Marlene se remexia, gemendo seu nome, implorando por mais. Mordiscou seus mamilos, sentindo os dedos finos brincando com seus cabelos ruivos.
– Lily… – Gemia ela, empurrando sua cabeça em direção a sua intimidade. Ela deu um sorrisinho, deixando os seios de sua namorada e a olhando. O rosto de sua namorada estava rubro pelo prazer e seus cabelos mais despenteados que o normal. Sua respiração estava descompassada e seus olhos brilhavam.
– Hum… ? Marly…? – Perguntou Lily, enquanto beijava seu ventre. Tirou seus dedos úmidos, escutando um gemido de protesto. Desceu calmante, enquanto sentia Marlene estremecendo debaixo de si. Se olharam nos olhos e ela perguntou marotamente:
– Você deseja que eu… te toque? - Se posicionou no meio de suas pernas, observado sua vulva rosada e molhada.
– Sim… – Balbuciou sua namorada, seu rosto demonstrando todo o desespero que sentia em ser tocada. – Sim, Lily!
– Assim? – Perguntou, enquanto colocava novamente dois dedos dentro de sua namorada e acariciava sua intimidade com a língua. Marlene soltou um gemido alto de prazer e se remexeu. Antes que ela se pudesse habituar com a boca de sua namorada, Lily se afastou e mordeu o lábio, seus dedos trabalhando ritmamente dentro dela.
– Lily…! – Implorou Marlene, pequenas gotas de suor escorrendo por sua testa. Não querendo deixar sua namorada sofrendo mais, se ajeitou melhor na cama e agarrou nas pernas de Marlene, para que ela não a apertasse demasiado. Sua língua percorreu toda seu clitóris, sentindo melhor seu sabor salgado. Marlene gemia e estremecia, suas mãos agarrando os fios ruivos, sem se aperceber dos olhos verdes a observando.
Seus gemidos se tornavam cada vez mais altos, mais ansiosas pelo que viria enquanto movimentava seu corpo em direção à boca de sua companheira. Rebolando na boca de Lily, Marlene sentia um calor surgindo lentamente em seu peito, percorrendo cada parte de seu corpo. Seus pés se afundavam na cama, suas costas se arqueavam, suas mãos apertavam os cabelos de sua namorada, ansiando que o clímax chegasse.
Lily também sentia sua intimidade molhada, os gemidos de Marlene a deixavam naquele estado de pura excitação. Um grito júbilo de prazer a fez perceber que Marlene tinha chegado ao orgasmo. Sentiu as pernas relaxando em seu redor e a respiração descompassada de Marlene atingiu seus ouvidos.
Se ergueu e observou satisfeita, as feições relaxadas de sua namorada. Um pouco cansada, se obrigou a se deitar a seu lado. Se olharam nos olhos e ficaram em silêncio, escutando suas respirações alteradas. Lentamente, os olhos de Lily foram se fechando, querendo tirar um cochilo, mas um movimento repentino a seu lado a impediu. Observou sua namorada se levantando, com um olhar predador.
– Você me acordou de um jeito…especial. – Começou Mc Kinnon, se colocando por cima de sua namorada. – Um jeito que nunca pensei em muito tempo que acontecesse. Você me apanhou desprevenida, meu amor. E eu terei de pensar no que farei com você…não acha?
– Sim. – Respondeu a ruiva, estava curiosa para saber o que sua namorada iria fazer com ela.
– Se coloque de quatro, agora!
Escutando o tom de comando em sua voz, Lily obedeceu imediatamente. Seu corpo tremia de antecipação, era raro quanto Marlene utilizava aquele tom de voz com ela, mas quando o fazia…era a promessa de que iria ser muito prazeroso.
Pegando na varinha, que se encontrava no criado mudo, prendeu as mãos de Lily atrás das costas.
– Lene… – Gemeu ela, sentindo a excitação percorrendo seu corpo, abrindo suas pernas. Ela se aproximou de sua orelha e ronronou:
– Você foi uma menina muito cruel comigo… – Ronronou e ela se arrepiou com sua voz suave – Não foi?
– Sim… – Conseguiu dizer Lily, fascinada com o rubor no rosto de sua namorada.
– Você vai ter de ser castigada, não concorda? – Perguntou, enquanto sua varinha descia ao longo do corpo da ruiva, a fazendo estremecer – Terá de sofrer as consequências de suas ações…
– Lene... - Começou Lily, mas ela passou um dedo por seus lábios, a silenciando.
– Não tenho razão? – Perguntou, enquanto uma mão brincava com seu clitóris.
– Sim… – Gemeu a ruiva, afastando suas pernas automaticamente. Marlene a olhou com luxúria e, acenando mais uma vez com a varinha, convocou o brinquedo sexual preferido de ambas, um cintaralho, um brinquedo erótico que consistia em um pênis artificial atrelado a uma cinta.
Os olhos de Lily se arregalaram de espanto ao ver o brinquedo se dirigindo para elas. Marlene só o utilizava em ocasiões especiais. Talvez essa fosse uma ocasião especial.
– Você foi uma menina muito malvada Lily. – Ronronou novamente, sentindo com os dedos a úmidade que escapava de seu clitóris. Magicamente, o cintaralho foi colocado mesmo à frente de seu corpo, o cinto se apertando em seus quadris. – Tão molhada, quer que eu foda você?
– Sim! Sim, Lene! – Implorou ela, o desejo queimando em sua pele. Marlene largou a varinha e impulsionou seu corpo para a frente. Lily gritou de dor e prazer ao sentir o pênis de borracha entrando dentro de si. Sem deixar tempo para sua namorada falar, realizou movimentos de vai e vem. Convocando um espelho, observou o rosto franzido de prazer que Lily, enquanto se enterrava mais forte dentro dela. Não queria machucá-la. Viu como seus lábios estavam entreabertos, deixando escapar gemidos altos. Suas mãos apertavam com violência os lençóis, implorando por mais. Estocava ritmamente, aumento aos pouco o ritmo, vendo suas costas arqueando e seus olhos apertados.
Seus gemidos ecoavam pelo dormitório. Lily se movia de encontro a sua companheira ao mesmo tempo que uma gota de suor escorria por sua testa. Marlene movimentou as mãos de encontro ao clitóris de sua namorada, a masturbando. Um estremecimento violento percorreu seu corpo e deixou escapar um grito de prazer, gozando ao mesmo tempo.
Tombou pesadamente na cama e Marlene, desatou o cintaralho, o atirando para o fundo da cama. Se colocou a seu lado e se olharam. Gotas de suor escorriam pelas bochechas rosadas de Lily e fios de cabelo estavam colados ao rosto.
– Uau! – Conseguiu dizer a ruiva, depôs de algum tempo em silêncio – Acho que terei de ser malvada mais vezes.
Marlene soltou uma gargalhada e se beijaram apaixonadamente, antes de ela revelar:
– Sim, foi uma maravilhosa forma de acordar.
Continua….
Nota da Autora: Oi! Espero que tenham gostado do capítulo! Tenho de admitir que não saiu como eu esperava…. Acham que ficou muito atrevido? Espero ansiosa por vossos comentários! Bjs :D
