Notas da Autora: Oi! Primeiro agradeço os comentários, os 303 favoritos, os pedidos de atualização e todo o carinho recebido no capítulo anterior. Muito obrigada. Aqui está o novo capítulo, espero que gostem. Bjs :D

Capítulo 30

Almoço a Três

Eilleen foi a primeira saindo do banco, estava emocionada por seu filho ter conseguido abrir o cofre. Tocou no bolso da túnica, vendo seu filho a seguindo. Fleamont foi o ultimo saindo, desceram as escadas, observando as pessoas saindo de seus empregos a passos apressados. Severus observava a movimentação, suas mãos tocando na capa de viagem:

– Que horas são? – Perguntou. Sentia fome e queria se sentar para descansar. Tinha sido uma manhã emocionante. Fleamont tirou do bolso um relógio com uma correia de ouro e abriu a tampa, dizendo:

– Já passa do meio dia.

– Já? – Perguntou Eilleen, espantada – A gente ficou uma manhã inteira no banco.

– Normalmente, assuntos dessa importância costumam demorar algumas horas. – Comentou o Auror, voltando a guardar o relógio. – Felizmente, os duendes são rápidos com a papelada. Se a gente fosse tratar disso no Ministério, provavelmente demoraria semanas?

– Semanas? – Perguntou Eilleen, chocada – Mas, porquê?

– O Ministério da Magia está atolado de trabalho devido aos Comensais da Morte e a Você-Sabe-Quem.

– Já ouvi falar deles. – Comentou ela – Através do "Profeta Diário". São aquele grupo de bruxos e bruxas que querem governar nosso mundo e expulsar mestiços e nascidos muggles.

– Sim. – Respondeu Fleamont, pensativo – Embora não tenha havido muitos ataques no nosso mundo, os Muggles é que têm sofrido mais. O Ministério está em alerta vermelho, porque não consegue evitar os assassinatos e sequestros de Muggles. Temos enviado para os jornais conselhos para que os cidadãos consigam proteger seus familiares e Muggles em bairros onde moram, o que tem facilitado um pouco nosso trabalho. Mas há zonas despovoadas de bruxos, e são essas as mais afetadas.

– Então, você está me dizendo que Você-sabe-quem tem os mesmos ideais de Grindewald?

– Ambos pensam que os Muggles são inferiores, que devem ser subjugados, mas penso que Grindewald era mais perigoso que Você-sabe –quem.

– Porquê? – Perguntou Severus, espantado com as palavras de Fleamont Potter. Em História da Magia não costumavam aprender sobre os acontecimentos do século XX. Naturalmente era sobre goblins e guerras que tinham ocorrido há centenas de anos atrás. O professor Cuthbert Binns era o mais aborrecido de todos e Severus conseguia estar acordado durante as aulas com muito esforço. Por isso, não sabia muito sobre Grindewald e seus ideais.

– Todo o mundo sabe que Grindewald era um vidente. E suas capacidades mágicas eram surpreendentes, mesmo quando era jovem.

– Você sabe quem também é bastante poderoso. – Disse Severus – Ele é temido por todos. E é um Ofidioglota, que é um dom raro entre os bruxos.

– Mas Grindewald fez muitos mais estragos que você-sabe quem. – Comentou Fleamont – As zonas bruxas de Paris, da América e Brasil foram algumas das mais afetadas por Grindewald e seus seguidores.

– Grindewald encantava as pessoas com suas palavras. Ele dizia o que as pessoas queriam ouvir. - Comentou Eilleen ao filho – Ao contrário de você-sabe-quem, que ameaça as pessoas a se juntarem a ele, que prefere matar e torturar, Grindewald era capaz de se juntar à batalha, de motivar as pessoas a segui-lo, enquanto você-sabe-quem prefere ficar escondido. Grindewald nunca matou um bruxo por prazer, para ele, o mais importante era o sangue mágico. Você-sabe-quem é capaz de matar famílias bruxas, só porque são opostas aos seus ideais.

– Voldemort é um antagonista movido pelo ego. – Disse Flamont - Ele cercou-se de indivíduos que se dedicavam a ele, em vez daqueles que estavam dispostos a ficar ao lado dele em nome de um chamado bem maior. As ações de Grindelwald, por outro lado, são alimentadas por sua sede de mudança em todo o mundo dos bruxos. Sua crença é que aqueles dotados de habilidades mágicas devem sair das sombras e começar a viver abertamente, orgulhosamente e – o mais problemático - dominar pessoas não-mágicas.

– Então, você está me dizendo que Grindewald é mais poderoso que você sabe quem?

– Não, ambos são poderosos, não há como negar. – Comentou Fleamont – Mas Grindewald queria que os bruxo deixassem de se esconder, e que seguir o Estatuto de Segredo era um modo de vida defeituoso e inútil. Você sabe quem quer controlar o mundo mágico apenas com famílias bruxas de puro- sangue, exterminar as famílias mestiças, os abortos e trouxas. Há uma grande diferença.

Ficaram em silêncio por uns momentos, pensado nas palavras de Fleamont. O Auror comentou:

– Vocês gostariam de almoçar no Três Vassouras? Assim, você poderia comprar o que quisesse a seguir.

– É uma boa ideia. – Disse Eilleen, tocando no ombro do filho, que ainda continuava absorto em seus pensamentos – Três vassouras?

– Sim. – Respondeu ele, e caminharam a pé em direção ao pub. Desde que começou a namorar com James, não queria mais se juntar aos Comensais da Morte, pois sabia que ficariam em lados opostos da guerra, e não queria perdê-lo. James tinha sido a única pessoa a amá-lo, tirando sua mãe.

Passaram pelas lojas, Severus observando as túnicas de tecido, finalmente sabendo que poderia comprar o que quisesse, sem ter de se preocupar com dinheiro. A neve ainda cobria as ruas de Hogsmeade, mesmo não nevando há dias. Um vento frio pairava nas ruas, os obrigando a se encolherem nas roupas.

Entraram no pub, sentindo de imediato o calor reconfortante e viram que já estava ficando cheio. Um espelho atrás do bar refletia a atmosfera aconchegante. Pendurado no teto estava um enorme candelabro redondo de madeira, com velas, que iluminava o pub. O chão de madeira já se encontrava molhado de pegadas de pessoas, muitas delas em direção às escadas para o segundo andar. Nas paredes se encontravam várias cabeças de veado. As janelas estavam fechadas e as cortinas puxadas, para tornar o local mais privado. Já várias mesas estavam sendo ocupadas com pessoas saboreando o almoço.

Escolheram a mesa mais perto da parede e tiraram seus sobretudos. Se sentaram, sendo de imediato atendidos pela jovem Madame Rosmerta, que tinha terminado Hogwarts no ano anterior. Com um sorriso afável nos lábios rosados, cumprimentou:

– Bom dia.

– Bom dia. – Responderam eles. Rosmerta se virou para Fleamont e comentou:

– Há muito tempo que não via em meu pub, Sr. Potter.

– Tenho andado com muito trabalho no Ministério, mal tenho tempo para almoçar.- Respondeu Fleamont, sorridente – Não tenho tido descanso.

– São esses tempos difíceis… - Comentou Madame Rosmerta, antes de se virar para Eilleen - Que desejam almoçar?

– Queria coxa de peru defumada acompanhada de batatas fritas.- Pediu Fleamont e, comentou, enquanto olhava para mãe e filho – Não consigo encontrar mais nenhum lugar que faça tão bem o peru defumado como no "Três vassouras".

– Oh, Sr. Potter… - Madame Rosmerta comentou, satisfeita com o elogio – Agradeço imenso. Tentamos fazer o melhor para nossos clientes. E a senhora?

– Peço o mesmo. – Disse Eilleen – Confio no gosto de Fleamont.

– E você, meu querido? – Perguntou para Severus, que respondeu:

– O mesmo, por favor.

– E para beber?

– Um uísque de fogo, por favor. – Pediu Fleamont.

– Para mim um suco de abóbora. – Disse Eilleen, estava proibida pelos medibruxos de beber bebidas alcoólicas.

– E o senhor? – Perguntou Madame Rosmerta a Severus, que respondeu:

– Uma cerveja amanteigada.

– Trago vossos pedidos rapidamente. – Informou Madame Rosmerta, e se afastou. Fleamont, que observava o Slytherin, indagou:

– Severus?

– Sim, Sr. Potter? – Perguntou ele, olhando nos olhos avelã do Auror.

– Estou curioso. – Sua voz, no entanto, não demonstrava nenhum pingo de curiosidade – Como você e meu filho começaram vosso relacionamento?

Vendo o ligeiro rubor nas bochechas de Severus, falou rapidamente:

– Se não quiser, não fale. Mas, gostava de saber como James deu o primeiro passo. Ou se foi você que decidiu se declarar a meu filho.

– Eu também gostaria de saber, meu amor. – Comentou sua mãe, tocando nas mãos mornas de seu filho.

– A gente se beijou debaixo de um visco. – Começou o Slytherin, sentindo seu rosto quente – Uns dias depois já estávamos namorando.

– Não me diga que seu filho usou a velha artimanha da "maldição o visco"? – Perguntou Eilleen, olhando para Potter, enfadada. – Você sabe que é essa maldição não existe, certo?

– Eu acredito nessa maldição. – Disse Fleamont, na defensiva.

– O visco é uma planta medicinal, nada inofensiva. – Ripostou Eilleen, sem saber se chorava ou se ria das palavras do Auror – É impossível uma pessoa ficar amaldiçoada no amor.

– Você, de certeza, que leu sobre casos onde pessoas ficaram amaldiçoadas depois de terem ignorado um visco.

– São lendas, Fleamont! Lendas! – Exclamou Eilleen, sem levantar a voz. O Auror estava pronto para contradizê-la, quando a jovem Rosmerta apareceu com uma travessa cheia de comida, três pratos rasos e respetivos talheres e com as bebidas flutuando a seu lado.

Pousou tudo em cima da mesa e desejou, antes de se afastar:

– Bom apetite.

– Obrigado.

– Obrigada. – Agradeceram e se serviram com enormes colheres de prata. Vendo que eles iriam continuar a discussão, Snape perguntou:

– Gostariam que eu continuasse, ou preferem discutir sobre o "visco amaldiçoado"?

Fleamont e Eilleen se entreolharam, prometendo continuar a conversa na Mansão. O Slytherin revirou os olhos com a teimosia dos mais velhos e continuou seu relato, ocultando algumas situações, respondendo às questões de sua mãe e de Fleamont, tornando a conversa ainda mais longa.

OoOoO

Fleamont foi quem pagou o almoço, depois de uma discussão de mais de dez minutos com Eilleen e o filho, alegando que, como tinha sido ele a convidá-los, ele é que trataria do pagamento. Eilleen só aceitou depois de fazê-lo jurar que levaria sua família a jantar à mansão Prince no dia da inauguração. Potter, percebendo que não teria escapatória, aceitou, passando o resto do tempo se queixando de Slytherins "escorregadios" e "orgulhosos". Eilleen, no entanto, tinha um sorriso divertido no rosto e Severus tentava não se rir com as palavras do Auror, para não deixá-lo mais aborrecido.

Passaram pelas mais variadas lojas de Hogsmeade e do Beco Diagon-Al. Severus começou sua viagem por Madame Malkin, onde ordenou novos conjuntos de capas de seda, um novo uniforme de Hogwarts, já que o seu estava gasto e sem cor, e algumas roupas para andar na vila durante as visitas da escola e pijamas. Madame Malkin lhe tirou as medidas e lhe garantiu o uniforme pronto em uma hora, para sua alegria.

De seguida, passaram pelo "Trapobelo", a pedido de Fleamont, onde ele encomendou um capa de viagem de pele de dragão e Eilleen um conjunto de vestes para si, pois andava com a túnica emprestada por Euphemia Potter e não tinha mais roupa nenhuma. Lhe tiraram as medidas e fizeram algumas roupas de emergência para ela levar. Severus observou as belas e delicadas túnicas, de tecido de seda, veludo e cetim, das mais variadas cores, sendo fabricadas magicamente à sua frente. Eilleen experimentou quatro belas túnicas de cores suaves, antes de pagar.

Regressaram à loja de Madame Malkin, que já tinha seu uniforme pronto. Pegou na roupa, entrou no provador e se vestiu. O tecido era confortável contra sua pele e era de seu tamanho. Severus não contou a ninguém que realizava feitiços de aumentar na roupa, que fazia com que ela perdesse elasticidade. As calças lhe ficavam justas ao corpo, revelando seu traseiro arredondado, os sapatos brilhavam contra a luz da loja e a camisa era tão branca como sua pele. Sua gravata verde era tão brilhante como o emblema de sua casa. Se sentia outra pessoa. Saiu do provador e sua mãe suspirou, emocionada:

– Você está lindo, meu filho. – Severus lhe deu um sorriso e ela arregalou os olhos, chocada:

– Que aconteceu, mãe? – Perguntou parando de sorrir, ficando inquieto. – Não está se sentindo bem?

– Não é nada, meu amor. – Respondeu ela, depois de recuperar a voz – Mas, onde você arranjou esse colar?

– A senhora o reconheceu, certo? – Perguntou Severus, se aproximando de sua mãe, deixando ver o colar mais de perto. Pegou no fino fio de prata, observando o medalhão oval. Seu dedo percorreu a letra P em itálico, desenhada a pedras preciosas.

– Nunca me esqueceria desse colar. – Respondeu ela, seu olhar não abandonando a velha relíquia de família – Onde você o encontrou?

– Foi James que me ofereceu de presente de aniversário.

Eilleen fechou os olhos, arranjando forças para não chorar. Tinha procurado o colar na Mansão Prince em Gringotts e não o encontrara. Pensava estar perdido para sempre, Flemanot lhe tinha revelado que seu pai tinha vendido alguns colares, mas se enganara. Era um milagre que tivesse voltado para as mãos da família. Se afastou, dando um pequeno sorriso ao filho, que a olhava, preocupado. Severus, percebendo que a mãe estava emocionada, lhe tocou suavemente no braço, para lhe dar forças e agradeceu:

– Obrigado, Madame Malkin. Pelo rápido e eficiente serviço.

– De nada, meu querido. – Respondeu a mulher e lhe disse o preço de todas as roupas, enquanto lhe entregava um saco com alguma roupa de dormir. Severus pagou o total, acrescentando alguns galeões como bônus. Ela arregalou os olhos, surpresa – Meu uniforme está perfeito.

– Obrigada. – Agradeceu Madame Malkin, com um grande sorriso no rosto – Do que precisar de mim, disponha.

– Com certeza. – Disse Severus, vestindo seu sobretudo e saindo da loja. Caminhou, altivo pelas ruas de Hogsmeade, satisfeito consigo mesmo.

– Querem passar pelo "Dedosdemel"? – Perguntou Fleamont.

– Oh, Merlin! – Exclamou Eilleen, comovida – Há anos que não como um doce!

– Então, vamos. – Disse Severus e se dirigiram para loja de doces bruxos famosa por seu chocolates e doces. Havia prateleiras e mais prateleiras de doces com a aparência mais apetitosa que se podia imaginar. Tabletes de nugá, quadrados cor-de-rosa de sorvete de coco, caramelos cor de mel; centenas de tipos de bombons em fileiras arrumadinhas; havia uma barrica enorme de feijõezinhos de todos os sabores, delícias gasosas, os melhores chicles de baba e bola, o estranho e quebradiço fio dental de menta, minúsculos diabinhos negros de pimenta, ratinhos de sorvete, sapos de creme de menta frágeis, penas de algodão-doce e bombons explosivos. Escolheram vários doces, desde bolos de caldeirão, torrões de barata, tortinhas de abóbora e varinhas de alçapuz. Cada doce custava cerca de dez galeões.

Severus encheu vários sacos, querendo fazer uma surpresa a seus amigos. Não sabia muito bem do que Black e Lupin gostavam, por isso escolheu um pouco de tudo.

Se dirigiram para o balcão, onde se encontravam Ambrosius Flume e sua esposa, atendendo os clientes. Pagaram, e estavam saindo da loja quando um menino, com cerca de três anos, embateu nas pernas do Slytherin.

– Damien! – Escutaram uma voz feminina, repreendedora – Você não deve correr!

– Desculpe, mamãe. – Falou o bruxinho, ajeitando suas vestezinhas azuis escuras. Olhando com seus grandes olhos cinzentos para Snape, se desculpou com voz débil:

– Me perdoe, senhor. – Severus se agachou, ficando à altura do menino e respondeu, com voz suave:

– Não tem problema. Foi um acidente.

Voltou a se endireitar, vendo o sorriso amoroso que a mãe dava à criança, satisfeita com sua boa educação. Trocaram algumas palavras e se afastaram.

– Uma criança encantadora. – Comentou sua mãe, enquanto ajeitava os sacos em suas mãos. – Muito educado.

– É verdade. – Respondeu Fleamont, enquanto pegava em um saco de doces e tirava uma tablete de nugá e comia. Estendeu o saco para Eilleen, que aceitou, retirando um ratinho de sorvete. Severus recusou polidamente, continuando as compras. O "Empório das Corujas" tinha sido o próximo local visitado, onde Severus e Eilleen escolheram uma coruja fêmea, de penas castanho avermelhadas e olhos cor de âmbar.

Agora que se tinham livrado de Tobias, iriam escrever todas as semanas. Severus, ao passar pela loja de vestes de segunda mão, olhou, se recordando que era naquela loja que comprara seu ultimo uniforme e suas roupas de segunda mão. Por ele, nunca mais poria os pés naquela loja.

A "Floreios e Borrões" também foi um dos lugares visitados, onde Severus comprou um novo livro de DCAT, porque o seu já estava com a capa descolada e algumas páginas rasgadas. Decidiu não comprar muito material novo, pois ainda tinha o que seus colegas lhe tinham oferecido e os restantes livros não estavam tão utilizados, podendo durar os restantes meses, antes de terminar Hogwarts. Eilleen escolheu um livro de Poções Avançado, para treinar em casa. Há anos que não criava poções e estava ansiosa para começar. Passaram pela "Loja de Penas Escribas" e Severus comprou um conjunto de pergaminhos para anotações e um novo frasco de tinta. Sua mãe também comprou, adicionando um conjunto de penas de pavão.

Passaram rapidamente pela loja de "Artigos de Qualidade Para Quadribol", onde Severus, com a ajuda de Fleamont comprou para James um bom kit de limpeza para sua vassoura. Seria uma pequena surpresa que faria a seu namorado.

A tarde passou rapidamente e a ultima loja visitada tinha sido a loja de caldeirões, onde Severus e Eilleen escolheram dois grandes caldeirões de chumbo, para suas experiências.

Se dirigiram para a carruagem, e regressaram a Hogwarts. Severus e Eilleen trocaram umas ultimas palavras antes de se despedirem. Entrou pelos portões, carregado de sacos das lojas mais importantes da sociedade. Olhou para trás, vendo sua mãe com alguns sacos nas mãos e Flemont a seu lado, antes de aparatarem. Severus se dirigiu para a escola, ansioso para se encontrar com James e esfregar na cara de todo o mundo que tinha zoado dele durante e todos esses anos, seu novo estatuto.

Continua…

Nota da Autora: Oi! Espero que tenham gostado do capítulo! Que pensam da discussão entre Fleamnt e Eilleen sobre Voldemort e Grindewald? Acham que Fleamont tem razão? No próximo capítulo teremos as reações de seus colegas ao vê-lo, entre muitas outras coisas. Espero ansiosamente vossos comentários! Bjs :D