Nota da Autora:

Oi! Primeiro agradeço os comentários, os favoritos, os pedidos de atualização e todo o carinho recebido no capítulo anterior. Muito obrigada. Aqui está o novo capítulo. Espero que gostem. Bjs :D

Esse capítulo contém smut! Se não gosta, por favor, não leia. Se gostar, espero que aproveite.

S.L.

Capitulo 57

O aniversário de Lily

Parte 2

O resto do dia ocorreu com relativa calma. Lily recebeu felicitações de colegas de outras casas, e professores. Até Hagrid a tinha parado no meio de um corredor e lhe entregado um bolo feito por ele. Agradeceu a gentileza, mas não se atreveu a comer. Já conhecia os cozinhados do guarda chaves.

Pela hora de almoço, quando foi com suas colegas pousar seus pertences no dormitório, viu uma coruja de porte altivo a esperando. Oferecendo-lhe um biscoito, retirou o embrulho debaixo da coruja e o abriu, ficando espantada. Suas mãos deslizaram ao longo do tecido de seda das vestes tradicionais dos bruxos, utilizadas em eventos importantes, de cores claras. Ao ler o bilhete que acompanhava o presente, viu que tinham sido os pais de James e a Srta. Prince, e sorriu, emocionada com a bondade deles. Deveria ter custado uma fortuna. Nunca pensaria em receber um presente deles. Afinal, só a tinham visto uma vez. Escreveu um rápido bilhete, agradecendo a amabilidade, antes de suas colegas exigirem que experimentasse a peça de roupa e os sapatos oferecidos por Remus. Tinha cumprido o pedido, recebendo gritinhos de aprovação. Ao se observar no espelho, reparou que combinavam com seus olhos. Retirou as peças com cuidado e as deixou em cima da cama, sabendo que os elfos iriam lavá-las e passá-las. Os sapatos guardou-os cuidadosamente dentro do malão.

No Salão Principal, almoçou com seu grupo de amigos, que tinham trazido o bolo de Hagrid e lhe cantado os parabéns, enquanto viam a felicidade no rosto do Guardião das Chaves. De seguida, tinha ido rapidamente à cozinha do castelo, onde entregou o bolo aos elfos, que ficaram felizes com a surpresa. Não sabia o que os elfos fariam com ele, mas não tinha coragem de deitá-lo fora. Os bolos de Hagrid costumavam ter sabores estranhos, como se ele colocasse alguma bebida alcoólica, e eram muito duros. Recusando a comida que lhe ofereciam, dizendo que estava cheia do delicioso almoço, saiu da cozinha em direção ao dormitório feminino.

Durante a tarde, escreveu e enviou uma longa carta a seus pais, contando como estavam sendo suas aulas, mencionando os presentes que lhe tinham oferecido, agradecendo pelo carro e ansiosa por vê-lo. De seguida, tinha dado um pequeno passeio pelos jardins do castelo com sua namorada, observando a neve cobrindo a paisagem de branco e aproveitando aquele momento a sós antes de irem para a biblioteca, para junto de seus amigos, para estudar e ajudar Remus com a matéria que tinha perdido, lhe entregando uma cópia de seus apontamentos, e também fazendo os deveres que os professores tinham passado. Só saíram para ir ao banheiro, ou para lanchar. Marlene, de vez em quando acariciava, despudoradamente, sua coxa debaixo da mesa, a deixando cada vez mais excitada. Mal conseguia se concentrar, imaginando o que poderiam fazer com a ajuda daquele livro. Depois de longas horas de estudos, onde Remus já estava no mesmo ponto da matéria que eles, decidiram que estava na hora de parar e cada um se dirigiu para seu Salão Comunal, onde Lily reparou que os elfos já tinham levado suas vestes. Costumava, de vez em quando, ir à cozinha do castelo para visitá-los. Ficava encantada com a alegria com que era recebida, antes de lhe encherem os bolsos com comida.

Ignorava os planos de sua namorada para aquela noite. Talvez fossem namorar para a Torre de Astronomia, já que era um lugar recatado. O jardim era frio e estava repleto de neve, deixando as roupas encharcadas. Tomou um banho e, mais refrescada, colocou uma lingerie vermelha, que combinava com a cor de seus cabelos e que excitaria sua namorada. Vestiu um novo uniforme, e decidiu usar a pulseira de ouro. Passou uma maquiagem suave por seu rosto, com os produtos que lhe tinham oferecido, salientando mais sua beleza. Estava pronta para sair do dormitório, quando o patronus em forma de raposa de Marlene surgiu à sua frente e escutou a voz melodiosa de sua companheira: "Me encontre na primeira sala abandonada do sexto andar. E traga o livro que Sirius ofereceu. Te amo"

Com o coração batendo de expetativa e ignorando a fome que sentia, pegou no livro, o escondendo debaixo da capa, e saiu apressadamente do dormitório. Avançou pelo corredor, recebendo cumprimentos de colegas. Todo o mundo a conhecia por ser Monitora-Chefe e gostavam dela por ser tão prestativa.

Saiu do Salão Comunal, observando os retratos convivendo entre eles e desceu as escadas até ao andar inferior. No sexto andar, avançou pelas salas utilizadas, escutando os elfos arrastando mesas e cadeiras, terminando as limpezas do dia. Ao parar na primeira sala abandonada, colou o ouvido à porta, escutando movimento no interior. Bateu à porta e sussurrou:

- Lene, é você? - O barulho cessou de imediato e a porta se abriu lentamente, revelando a figura alta e esbelta de sua namorada.

- Você está pronta para sua surpresa, meu amor? - Ronronou Marlene, suas mãos tocando de leve no rosto de Lily, que ruborizou – Tenho certeza de que você vai gritar por mais.

- Lene! - Exclamou, olhando em redor, vendo que estavam sozinhas. Marlene piscou marotamente um olho antes de puxá-la para dentro. Lily teve uma visão melhorada da sala de aula, que estava somente iluminada por velas, sobrepostas em vários lugares estratégicos, para que se visse bem em redor. À sua frente, se encontrava uma mesa redonda, com duas velas no centro. Ao se aproximar, viu vários pratinhos pequenos com entradas como pães de alho, brushettas e potinhos de paté e torradas. Um elfo as esperava. Observou a insígnia dos McKinnon nas vestes da criatura – um escorpião de patas levantadas – e percebeu que era um dos elfos pessoais de Marlene.

- Pode-se sentar. - Convidou sua namorada, puxando uma das cadeiras e ela assim o fez. Marlene se sentou à sua frente, enquanto o elfo abria uma garrafa de champanhe e as servia em copos de cristal, e informou:

- Gildor (1) vai servir-nos essa noite.

- Muito prazer, Gildor. - Cumprimentou ela, observando os gestos do pequeno elfo – Sou Lily.

- Boa noite, Srta. Lily. - Falou o elfo, ao mesmo tempo que conferia se estava tudo em ordem – Espero que aprecie o jantar. Gildor quis ajudar sua aminha a fazer uma surpresa à sua namorada.

- Com toda a certeza que irei gostar. - Garantiu Lily, amavelmente – Obrigada.

O elfo fez uma vênia e desapareceu. Ao ficarem sozinhas, Marlene se justificou perante seu olhar interrogador.

- Eu só queria que Gildor fizesse um bolo, mas ele insistiu que você deveria ter um jantar.

- Que amoroso, vou ter de lhe agradecer depois. - Comentou Lily, com um sorriso tenro em seu rosto. Brindaram e deram um gole da doce bebida.

- Muito bom. - Comentou, pousando o copo e retirando o livro que estava escondido em suas roupas, o pousando em cima da mesa, e os olhos de Marlene brilharam ao vê-lo.

- Você trouxe. - Comentou.

- Porque você pediu – Respondeu Lily, pegando em uma brushetta e a trincando, sentindo o pão quente e estaladiço e seu sabor salgado. Seu pé procurou, por baixo da mesa, as pernas de sua namorada, acariciando- as de cima a baixo. Mc Kinnon deixou escapar uma risadinha e falou:

- Talvez a gente devesse jantar primeiro, o que acha? Gildor se esmerou com seus cozinhados. - Não podemos deixá-lo triste, não é verdade?

- Claro que não! - Exclamou sua namorada, como se revoltada com esse pensamento. Tinha um carinho especial pelos elfos domésticos. Considerava-os um dos seres mágicos mais oprimidos, sem qualquer direito, só o de servir e de ser maltratado por seus amos e sentia que era uma injustiça. Saborearam as entradas, elogiando o esmero revelado pelo elfo. Ao terminarem, esperaram um pouco antes de ser trazido o jantar.

De mãos dadas, conversavam sobre o futuro – o que raramente faziam devido à guerra. Desejavam morar juntas e entrarem no Curso de Aurors, para ajudarem a vencer Lord Voldemort e seus Comensais, terminando a guerra. Queriam paz, o que estava sendo cada vez mais difícil, pois o lado negro estava ganhando cada vez mais partidários. Chamaram Gildor, que recolheu os pratinhos e trouxe loiça lavada e uma travessa grande com filé de frango com batata batata assada e mais uma pequena com legumes salteados. Elogiaram o aspeto delicioso, deixando o elfo encabulado, antes de comerem.

O olhar de Lily, de vez em quando, pousava no "Kamasutra da Bruxa", tentando imaginar que posições poderiam encontrar. Perguntou à sua namorada onde tinha comprado a pulseira, sendo informada que tinha sido fabricada especialmente para ela. Tocando nela com delicadeza, percebeu que tinha custado uma fortuna e lançou encantamentos para que não fosse roubada nem perdida. Resmungou com Marlene por lhe ter dado um presente tão caro e recebendo em resposta de que nem a lua seria o suficiente para lhe demonstrar todo seu amor. Perante essas palavras, se levantou da cadeira e avançou para sua namorada, se atirando a seus braços.

- Lily! - Exclamou Mc Kinnon, antes de receber os lábios carnudos de sua namorada, abafando sua voz. Rodeou os braços em seus quadris, suas mãos fazendo um leve carinho no meio de suas costas, lhe trazendo arrepios. Sua língua acariciou o lábio inferior e pediu passagem, que foi prontamente atendida. Suas línguas se moviam em harmonia, tornando o beijo cada vez mais intenso e apaixonado, ávidas por um prazer maior. Interromperam aos poucos as carícias, o ar se fez necessário. Enquanto recuperavam o oxigênio perdido, Marlene depositou vários beijinhos no canto da boca, lambendo seus lábios em êxtase. Lily continuava de olhos fechados, absorvendo todo aquele prazer, enquanto sua mente criava imagens das duas despidas, compartilhando a mesma cama. Seu corpo estremeceu de antecipação e ela abriu os olhos, comentando:

- Se você já me beijou desse jeito, nem quero imaginar como será quando me levar para a cama. - Com um sorriso maroto, Mc Kinnon aproximou seus lábios de uma de suas orelhas e sussurrou, lhe trazendo arrepios:

- Ansiosa?

- Nem imagina o quanto. - Respondeu Lily, se endireitando e rebolando de regresso ao seu lugar. Sentia o bico de seus seios roçando seu soutien e sua calcinha molhada pela excitação. Se sentou e cruzou as pernas. Sua mão acariciou a capa do livro, trocando um olhar sensual com sua namorada. Terminaram o jantar e Marlene chamou seu elfo:

- Gildor. - O elfo apareceu com um "pop" e se curvou, enquanto falava:

- Aminha Marlene.

- Pode levantar a mesa e trazer a sobremesa. - Ordenou ela, atenta ao olhar sensual que sua namorada lhe lançava.

-Sim, aminha. - Respondeu, convocando os pratos e travessas e desaparecendo, trazendo de seguida duas taças de mousse de chocolate e um cheesecake de morango, pousando na mesa.

- Que lindo! - Exclamou Lily, observando a forma quadrangular do bolo, com os frutos vermelhos por cima, sendo acompanhado por duas velas com o número dezoito em tons vermelho e dourado – Estou ansiosa por prová-lo. Obrigada por se ter dado a todo esse trabalho, Gildor.

- Gildor está muito feliz por a menina Lily ter gostado. - Respondeu o elfo, feliz, antes de se curvar novamente e aparatar.

- Você prefere comer primeiro o cheesecake ou a mousse? - Inquiriu Marlene, observando as duas taças e tendo uma ideia.

- O cheesecake. - Respondeu Lily – Assim, você pode cantar seus "parabéns improvisados" para mim.

- Com certeza. - Disse ela, acendendo as velas com a varinha e entoando, em voz ritmada e suave, enquanto batiam palmas.

Parabéns para você

Minha amada querida

Muitas felicidades

Muitos anos de vida

Hoje é dia de festa

Para todos que te amam

Muitas felicidades

Minha amada querida

Lily tinha um sorriso em seus lábios quando apagou as velas. Essa canção tinha sido inventada por sua namorada, quando cantara para ela pela primeira vez, em seu primeiro ano de namoro. Já se faziam mais de dois anos que estavam juntas e não deixava de apreciar essa música. Marlene se levantou e se aproximou dela, movimentando a varinha.

- Lene! - Gritou, ao sentir o encantamento afastando suas pernas e uma corda prendendo os braços na cadeira, mas sem a machucar. Escutou o sussurro amoroso de sua namorada, que se ajoelhou à sua frente:

- Calma, meu amor. - Pediu – Tenho certeza de que você vai adorar o que irei fazer.

Afastou um pouco mais as pernas e ergueu a saia, revelando a calcinha vermelha.

- Estou vendo que esteve se produzindo para mim. - Ronronou, ao mesmo tempo que levantava seu traseiro e desapertava a saia, fazendo-a deslizar por suas pernas.

- Sim... - Balbuciou, vendo sua namorada lambendo seus lábios, antes de colocar a cabeça no meio de suas pernas e afastar a incômoda peça de roupa de seu objetivo principal. Lily gritou com o toque da língua no centro de sua femilidade. Fechou ligeiramente as coxas e pressionou a cabeça de Marlene, sentindo como ela brincava com sua intimidade. Estremeceu ao sentir um dedo entrando dentro de si, gemendo o nome de sua namorada.

- Você quer? - Perguntou McKinnon, marotamente, enterrando mais um dedo na entrada lubrificada.

- Sim... - Gemeu, sentindo como seu corpo ficava mais quente com todas as carícias que recebia. Marlene, com um floreio da varinha, fez desaparecer a cadeira, transformando-a em uma confortável cama queen size, de belos lençóis de seda azul turquesa. Lily viu cordas se enrolando em redor dos mastros da cama. Observou, de seguida, cada movimento de sua namorada. Marlene avançou para perto de uma das janelas da sala de aula, escondida por uma cortina negra, e ligou um rádio que tinha surgido repentinamente. A canção "Hurts to be in love" de Ginno Vanelli ecoou pelo local e Lily, antes de se perder no mar de sensações, pensou na felicidade de existirem encantamentos silenciadores. Marlene se colocou, de novo e, com a lentidão de quem sabia que tinha toda a noite, desapertou a gravata fazendo-a serpentear em direção ao chão. Lily observou como ela abanava os quadris com uma sensualidade calculada, ao mesmo tempo que seus dedos avançavam para o uniforme da escola.

Desapertou a capa, fazendo-a deslizar por seus braços, revelando a camisa branca. Sentindo o olhar de Lily sobre si, desabotoou cada botão, antes de deixar cair a peça de roupa, revelando um soutien violeta. O tempo parecia ter parado naquela sala, a serenidade de Marlene contrastando com a excitação crescente de Lily, que se remexia, ansiando por tocar nos seios túrgidos. Tentou se livrar das cordas, mas não conseguiu. E nem tentou repetir esforço. Deixou escapar um resmungo e McKinnon soltou uma risadinha, ao responder:

- Apressadinha.

- Lene! - Implorou, desejando que ela se aproximasse. Necessitava de ser tocada, acariciada, amada.

- Calma. - Pediu sua namorada, se movimentando em sua direção como uma felina. Se deitou por cima dela, beijando a ponta de um pé, avançando ao longo da perna, e traçando um caminho de beijos até sua virilha. Sentia o corpo de Lily reagindo debaixo de si.

- Lene... - Gemia seu nome com adoração, tentando friccionar seu corpo no dela. Marlene subia ao longo de seu ventre, parando por cima do vale de seus seios. Lily vibrou com o toque, murmurando seu nome. Observou como ela desabotoava o resto dos botões de sua roupa, para ter mais acesso. McKinnon soltou um suspiro ao ver por completo o soutien rendado, que apertava os seios de sua namorada, e afastou o tecido, lambendo a ponta de um dos mamilos. Lily se remexeu, as cordas a impedindo de tocar em sua companheira.

- Lene...- Balbuciou, querendo se libertar. Queria tocar nas formas curvilíneas, sentir a pele suave contra suas mãos. Marlene convocou uma das taças de mousse para suas mãos e Lily observou como ela pegava na colher e deslizava o chocolate ao longo de seu ventre. Tremeu com o toque frio contra sua pele, vendo como ela lambia a mousse, sua língua descendo em direção de sua vagina. Lily estremeceu e soltou um grito alto, uma mistura de surpresa e prazer. Se remexeu violentamente, sentindo como seu corpo reagia às investidas de Marlene.

Sua língua subia e descia ritmamente, sentindo o gosto salgado contra seus lábios. Lily movimentou seus quadris, agarrando seus cabelos e a impulsionando para a frente. Suas pernas tremiam, seu ventre se contorcia com as sensações agradáveis que surgiam, relevando que estava quase chegando ao orgasmo.

Uma explosão de prazer percorreu seu corpo e ela gritou o nome de Marlene, arqueando suas costas. Sentia uma capa de suor contra sua pele, seu corpo estremecia cada vez menos, ficando relaxada. Deixou escapar um sorriso ao ver os lábios inchados de sua namorada.

- Gostou? - Questionou McKinnon, ao mesmo tempo que se deitava a seu lado e a puxava para si. O coração de Lily ainda batia rapidamente pelo esforço e ela procurou a varinha, convocando uma bebida. Sua garganta estava seca.

- Adorei. - Respondeu, bebericando um pouco do champanhe, antes de entregar a garrafa a sua namorada, que deu uns goles.

- Vamos só ficar juntinhas um pouco, antes de termos uma segunda ronda? - Indagou, convocando o livro para seu lado. Lily acenou em resposta e deitou a cabeça sobre o peito de sua namorada, sua respiração acalmando aos poucos. Sentia os dedos de sua namorada acariciando os cabelos ruivos e se recordou que Petúnia não lhe tinha enviado um presente, muito menos uma carta a felicitá-la. Piscou os olhos sonolentos, tentando ignorar as lágrimas que queriam sair, se perguntando como a relação com sua própria irmã se tinha fragmentado daquele jeito, antes de sentir um beijo em sua testa e todas suas preocupações se desvanecerem.

Continua...

Nota da Autora:

1. Oi! Espero que tenham gostado do capitulo. Lamento ter demorado tanto para postar essa segunda parte, mas não consegui postar mais cedo. Tenho me sentido muito desmotivada, graças a esse novo confinamento que o país está atravessando. Muito tem acontecido ao longo desse tempo. Infelizmente, o coronavírus não dá tréguas para ninguém e cá estou fechada em casa, juntamente com o resto da população, que decidiu aligeirar as medidas restritivas no Natal e Ano Novo, trazendo uma terceira vaga cheia de novos casos e infeções. Mas, enfim...espero que todos estejam bem e que se protejam, pois essa situação está ficando cada vez pior.

Estou ansiosa com vossos comentários, são eles que me fazem sorrir nesses tempos sombrios. Obrigada por não desistirem da fanfic. Bjs :D

2. O nome Gildor é de um personagem élfico presente nos livros "O Senhor dos Anéis", que tem um breve encontro com Frodo e Sam durante a história. O nome Gildor não possui um significado claro, mas alguns especialistas em Sindarin dizem que ele pode significar "senhor das estrelas", através dos elementos gil, "estrela" e dor "senhor, rei".