Caçadores honorários
Link estava em sua casa, na Floresta Kokiri, arrumando alguns pertences. Havia voltado, há algum tempo, de uma aventura e ia partir para outra: procurar Navi, de quem separou-se quando foi trazido de volta para sua época original. Além disso, havia decidido ir embora de Hyrule e não voltar mais, pois contara à Princesa Zelda o que aconteceria se abrisse a Porta do Tempo. Ela entregou a Ocarina do Tempo a ele e disse para levá-la. Assim, Ganondorf não teria como abrir o caminho para a Terra Dourada. Deixar Hyrule tornou-se menos doloroso por causa das ofertas dos amigos.
"Venha morar no Reino dos Cogumelos", convidou Peach.
"Não, ele vai morar em Abel e caçar mavericks comigo", Zero retorquiu.
"Acho que não", contradisse Alucard. "Ele vai para a Europa me ajudar a combater vampiros, monstros e demônios. Não é, mano?". Pareciam adultos disputando a tutela de uma criança. A lembrança o fez rir.
—Com licença.
E eis que dois deles, Peach e Alucard, entraram na casa. Ambos repararam no que o hyliano estava fazendo e o vampiro perguntou:
—Está indo procurar sua amiga?—o herói assentiu.
—Ah, então deixa pra lá.
—Deixa pra lá o que?—questionou o menino.
Peach contou que os caçadores de mavericks corriam contra o tempo: tinham apenas dezesseis horas para impedir que uma colônia espacial colidisse com a Terra. Sabendo disso, a monarca e o vampiro prontificaram-se em ajudar Zer destruir a estação. Ficaram de consultar Link se ele poderia ajudar também, mas estavam hesitosos porque sabiam que ele havia falado dessa viagem com antecedência e não queriam atrapalhá-lo. Porém, concordou em adiar a jornada para socorrer Zero e os demais.
Ao chegarem na Base dos Caçadores de Mavericks, foram recebidos por Signas, o comandante, que os apresentou a Alia, a navegadora, e Douglas, o engenheiro. O líder agradeceu a colaboração do trio e explicou que tiveram muitas baixas, pois muitos guerreiros haviam sido infectados pelo Vírus Sigma e viraram criminosos. Zero e X não estavam. Foram coletar peças para fortalecer o Enigma, um canhão que havia na Base e que ia ser usado para um disparo como tentativa de parar a colisão.
—Quanto tempo para o baque?—questionou Peach.
—Quatorze horas—Signas respondeu.
—Vocês tem um plano B caso o Enigma falhar?—Alucard inquiriu.
—Temos um foguete espacial, mas está sem piloto automático devido a contaminação do vírus—relatou Douglas. —Gostaria que não precisássemos usá-lo. E estão faltando peças para ele também: motores, tanque de gasolina e asas orbitais.
—Vocês sabem onde encontrar essas coisas? Se sim, iremos buscá-las—afirmou Link.
—Sabemos, mas é perigoso: estão em posse de reploids que, possivelmente, estão infectados. Alia, mostre-os, por favor—pediu o comandante.
—Sim, senhor.
A navegadora mexeu em um teclado e fotos de quatro robôs e suas localizações surgiram em um monitor. Signas explicou qual peça cada um tem e o hyliano, a princesa e o vampiro escolheram quais lugares iriam. Alia os levou para a sala de teleporte e enviou-os.
—Boa sorte—desejou ela, antes.
Link reapareceu em uma selva artificial. Antes de prosseguir, a navegadora contou a ele que havia uma base da antiga Repliforce no lugar e que era para ter cuidado com os mavericks que pululavam por ali. A peça, um motor orbital, estava com Axle the Red. Infelizmente, a base não tinha informações sobre dele.
—Entendi. Vou iniciar a missão.
A aventura pelo tempo fez muita diferença para ele, que não teve problemas em derrotar as máquinas assassinas do lugar. Prosseguiu até encontrar uma bifurcação e suspirou, frustrado, ao constatar que teria que subir pelos cabos, pois os blocos pretos que empatavam o atalho eram muito pesados. "Que falta fazem as luvas douradas", pensou Link.
Chegando no topo, passou por um túnel, onde foi surpreendido e quase teve a cabeça e os pés perfurados por Togeroids. Derrotou-os, saiu do túnel e desceu. "Cuidado nessa hora, Link! Tem um abismo bem aí embaixo", alertou Alia. Ele agradeceu e terminou de descer, com cuidado para não cair. Da beira do buraco, viu mais cabos que auxiliavam na travessia. Dessa vez, haviam Gabyoalls nas cordas, mas não foram problema. Numa delas, o menino quase caiu, pois foi surpreso, de novo, por um Togeroid, que quase furou sua cabeça. Destruiu o robô e avançou até alcançar uma porta. Entrou.
Um alarme soou cinco vezes, fazendo Link ficar pronto para qualquer ataque repentino. Subitamente, surgiu uma espiral de pétalas de rosas num dos cantos da sala. Dela, apareceu um reploid verde com cabelos em formato de pétalas, que perguntou:
—O que você quer comigo?
—Com você nada—respondeu o herói, relaxando. —Só quero o motor orbital. Onde está?
—Você é um ladrão? Não pode ir levando as coisas assim facilmente. Vá para casa, garoto, ou vou chamar os caçadores de mavericks!—ameaçou.
—Vim buscar o motor a serviço deles. Se vou ter que te enfrentar para levá-lo, então vamos logo com isso!
Axle the Red, porém, não era flor que se cheirasse: se movimentava rápido e saltava muito bem. Em um momento, jogou uma semente no chão, atrás do hyliano, e brotou uma cópia. Ambos jogaram um chicote espinhoso e enrolaram Link com ele, causando-lhe várias perfurações, arranhões e sangramento. Link conjurou o Fogo de Din e livrou-se dos chicotes e do clone.
—Nããão!—gritou The Red, cujo corpo estava em chamas. O herói aproveitou e cortou o inimigo ao meio, que explodiu até desaparecer. Procurou pela sala e achou o motor.
—Alia, achei a peça.
—Perfeito! Vamos enviar uma equipe para apanhá-la. Retorne para a Base, por favor.
Peach apareceu numa área muito quente, na qual havia um depósito de armas, segundo informações. Alia avisou a princesa para ter cuidado com a lava que havia ali e que o motor de propulsão que procuravam estava com o guarda chamado Mattrex.
—Obrigada, Alia. Aqui vou eu.
Iniciou a descida, com precaução para não ser queimada pelos Dragon Magmas nem baleada pelos snipers. No fundo, sentindo bastante calor e muito suada, Peach chegou a um ponto em que o único caminho possível era por baixo.
—Espera!—interrompeu-a Alia. —Tem muita lava aí.
—Tem outra passagem?
—Não, infelizmente. Aí embaixo a lava vem em ondas violentas, mas dá para evitá-las. Fique atrás das colunas e espere a onda passar.
Peach sentiu o chão tremer. Olhou para baixo e viu a onda de calor passar a toda velocidade e engoliu em seco. Desceu e correu direto para trás de um esteio e esperou, segura, até que a próxima onda passasse. Fez isso até sair daquela área. Na próxima, porém, deparou-se com um mar de fogo. Alia orientou:
—Você pode subir no Probe e ir por baixo ou pela superfície. Você quem sabe.
—Não sei dirigir isso—falou a monarca, constrangida.
—Não é difícil. Tente—encorajou a navegadora.
—Não dá tempo de aprender agora. Tô vendo um caminho de pedras na superfície da lava e vou por ali.
A regente foi pulando de pedra em pedra e foi avistada por um Pteranoid, que começou a persegui-la. Conseguiu revidar algumas investidas e continuou o percurso até encontrar uma parede. Estava cercada. Não tinha escolha a não ser derrubar o dinossauro robótico para continuar. E ele parecia furioso pela princesa ter resistido aos seus ataques. Desembainhou Exor e provocou o inimigo, que veio voando com tudo para a ofensiva. No momento certo, Peach cortou o maverick ao meio e este explodiu até desaparecer.
Virou-se para a parede que bloqueava o trajeto e soube o que fazer: mentalizou várias bombas explodindo o obstáculo até abrir caminho e assim aconteceu. Adiante, viu cabos e uma porta no alto. Subiu e entrou.
Ao chegar em uma sala, um alarme soou e Peach preparou-se. De repente, chamas subiram do chão e elas materializaram um reploid-tiranossauro.
—É você o Mattrex, que tem um motor de propulsão?—questionou a monarca.
—Sim—confirmou o robô. —Como você conseguiu chegar aqui como todo esse calor, sem proteção nenhuma?
—Sou muito resistente. Enfim, a Terra está passando por uma crise e preciso da peça que você tem.
—Claro, pode levar.
—Posso?—Peach perguntou, arregalando os olhos.
—Claro que não—contradisse o guarda. —Acha que pode levar coisas daqui, assim, tão fácil? Por que você não me força? Gracinha!—completou, com deboche.
Mattrex conjurou chamas que apareceram debaixo da princesa e a queimaram. Ela gritou, mas não saiu do fogo. Ao final, seu corpo estava preto como carvão e fumegando e, no entanto, continuou de pé e imóvel. O reploid aproximou-se e levantou o queixo da princesa com o dedo. Peach abriu os olhos e o inimigo afastou-se assustado.
—Quê?!
Uma energia cor de rosa envolveu a regente e curou a queimadura. Aproveitou que Mattrex estava surpreso e desferiu uma frigideirada no rosto e uma espadada fatal contra ele, que explodiu até desaparecer. Explorou a sala e encontrou o motor de propulsão.
—Acho que é esse o motor, Alia—falou a monarca.
—É esse mesmo. Uma equipe nossa vai buscá-lo. Volte para a Base, por favor.
Alucard materializou-se e olhou em volta. Pensou estar no espaço, pois estava escuro e estrelado, mas era um planetário. A navegadora disse que era um laboratório espacial no qual Dark Dizzy, que foi criado por Sigma, guardava um tanque de combustível. Avisou também para ter cuidado com as constelações, pois detectou mavericks nelas.
Passar pelo planetário foi fácil: só precisou transformar-se em morcego e voar a toda velocidade com o Wing Smash, atropelando os morcegos que estavam no caminho. No fim, chegou a um lugar onde haviam reversores gravitacionais. Alia falou que Alucard poderia usar esses aparelhos para fazer o ambiente ficar de ponta cabeça e em sua vantagem. O vampiro agradeceu o conselho e prosseguiu, cortando os muitos mavericks que barravam o trajeto. Entrou por uma porta e viu muitos morcegos amontoados no teto. Um alarme soou.
Os morcegos dispersaram-se, revelando um maior, que disse:
—Eu conheço esse cheiro. Não sabia que os caçadores de mavericks tinham um vampiro de verdade entre eles.
—Não sou um caçador, só ajudando um irmão em necessidade. Você é o cara do tanque de combustível?
—Sim, mas você não vai querer lutar comigo por ele, não é? Afinal, somos camaradas. Vamos eliminar os criminosos juntos.
—Pff... então tá. Vou começar por você.
Dark Dizzy foi, provavelmente, o inimigo mais patético que Alucard combateu: só sabia se esquivar pela sala, evitando atacar e observando. Parecia fascinado pelo dampiro. Em um momento, criou morcegos e os mandou atacar, mas, ao invés disso, rodearam Alucard com curiosidade. Este deu um comando e os bichos se voltaram contra Dizzy, que usou seu Dark Hold para evitar a ofensiva. Percebeu que o adversário não fora afetado pela paralisia.
—Você não é o único que pode manipular o tempo—explicou o vampiro, tirando um relógio do bolso. Usou-o para anular o Dark Hold, saltou muito alto e, com o Wing Smash, arrebentou o inimigo, que explodiu.
—Seria esse o tanque de combustível, Alia?—perguntou Alucard, depois de procurar pela sala.
—Sim, esse mesmo. Volte para a Base, por favor. Uma equipe irá buscar o tanque.
O vampiro foi o primeiro a retornar para a Base dos Caçadores, depois Link (que teve os machucados curados pelo irmão) e, por último, Peach. Signas agradeceu aos três e encontraram X, que contou a eles que Zero havia ido para o quartel da Força Aérea Reploid para conseguir a asa orbital com Skiver. Enquanto isso, Douglas e alguns colegas engenheiros colocavam as peças que Zero e X haviam coletado para o canhão.
—O Enigma está pronto—anunciou ele, minutos depois. —Está velho, mas o reforçamos com algumas peças e deve funcionar.
—Ângulo, poder e energia estão ajustados—Alia falou.
—Certo, então. Disparar!—ordenou Signas.
—Queria muito te encontrar, Zero—admitiu um reploid branco e alado, apontando o indicador para seu ouvinte. O caçador vermelho e ele estavam em cima de um avião da Força Aérea.
—Gostaria de lhe perguntar—continuou—: a luta entre você e o Coronel foi mesmo necessária? Não estou lhe acusando de nada. Só gostaria de saber isso. Fui contaminado pelo Vírus Sigma e logo vou me tornar um maverick. Essa é a última coisa que gostaria de saber.
—... Foi. Alguém tinha que pará-lo—respondeu, conciso. Não gostava de falar da guerra entre caçadores e a Força Reploid, pois isso o fazia lembrar de Íris. A perda ainda o atormentava. —Entendo sua curiosidade, mas só vou lutar com você porque é minha missão—sacou o sabre e avançou.
Skiver voou para evitar o corte e, do alto, jogou redemoinhos de vento fortes que arremessaram Zero para a ponta do avião. Não havia muito espaço para ficar em pé. Conseguiu agarrar-se na beira de uma asa e subiu. O inimigo avançou, mas não foi o próprio que veio: foi um clone de energia. O caçador desviou e atingiu Skiver com uma espadada bem no peito.
Rapidíssimo, o reploid branco começou a voar ao redor do avião e surgia tentando derrubar Zero com socos. Em uma oportunidade, Zero foi mais rápido, pulou por cima do inimigo e cortou suas asas. Conseguiu agarrar a mão dele antes que caísse.
—Não! Largue-me! Deixe-me cair!—Skiver exigia. —Estou começando a sentir os efeitos do vírus!
—Se o além-vida existir para Reploids, espero que você reencontre o Coronel.
Zero carregou o canhão em seu braço e esburacou o corpo de Skiver com um tiro. O caçador o largou e viu-o explodir em queda livre. Segundos depois, avistou uma rajada de energia grande e azulada atravessar o céu até o espaço.
"Foi o Enigma?", perguntou-se, surpreso. Com a asa orbital encontrada, Zero teleportou-se de volta para casa.
Ao chegar, o robô vermelho foi direto para a sala de comando, onde encontrou os colegas de trabalho e os irmãos. Cumprimentou os três e agradeceu pelo socorro.
—Lamento ter atrapalhado a sua viagem—se desculpou Zero ao Link.
—Que nada! Eu quis vir.
—E então? Conseguimos? A Eurásia foi destruída?—interrogou X.
—Não—disse a navegadora, pesarosa. —Só mudamos a órbita e atrasamos o tempo do impacto.
—Porra!—xingou Zero.
—Não dá para atirar de novo?—Peach questionou.
—Só tinha energia para um disparo—contou Douglas. —Agora teremos que usar o ônibus espacial. Eu e os demais iremos colocar os aparelhos que vocês trouxeram. Enquanto isso, decidam a questão do piloto—e saiu.
Ninguém falou por enquanto. Sabiam que era uma opção arriscadíssima por causa da falta de piloto automático do foguete. Zero quebrou o silêncio dizendo:
—Eu vou—e começou a andar até a plataforma de lançamento.
—Não!—exclamaram Peach e X juntos.
—Eu vou no seu lugar!—o robô azul insistiu.
—Não seja imbecil, você não sabe pilotar o ônibus!
Enquanto os dois caçadores se afastavam, Link perguntou, angustiado:
—Não tem outro piloto que possa dirigir o veículo, comandante?
—Não. Eu confio no Zero.
—Eu também—concordou Alucard. —Ele vai voltar bem. Tenha fé nele, irmãozinho—pediu ao menino. —Você também, princesa—ela assentiu.
Com Zero ajeitado no ônibus espacial, ouviu palavras de encorajamento dos amigos e Signas ordenou o lançamento, que foi perfeito. O reploid manobrou o veículo ao redor da Eurásia e aproximou-se. Antes de colidir, ejetou a cabine do piloto, virou e conseguiu ver um clarão, que era a explosão da pancada do foguete com a colônia.
—Conseguimos dessa vez?—questionou Link.
—... 86%! Conseguimos!—anunciou Alia, animada. Alucard e Signas sorriram aliviados enquanto Link e Peach se abraçaram e fizeram uma dancinha. "Ele conseguiu! Ele conseguiu!", festejavam os dois. Os demais funcionários da Base também comemoraram.
—Oi! Estão me ouvindo?
—Sim, estamos—confirmou a navegadora.
—Como você está?—inquiriu X.
—Vivo—replicou o reploid vermelho, sorrindo.
—Vamos enviar uma equipe para buscá-lo. Tente descansar um pouco até lá.
—Não precisa, nós vamos—Peach ofereceu, referindo-se a ela, Link e Alucard.
—Vamos esperar ele voltar para a Terra. Posso usar meu olfato lupino para localizá-lo.
—Antes de irem—começou Signas, pegando uma caixinha—, por favor aceitem isso.
O comandante abriu a caixa e haviam três medalhas dentro dela, com o emblema dos caçadores de mavericks. Cada um pegou uma e Alia ajeitou-as nas roupas deles.
—Eu, Signas, comandante dos caçadores de mavericks, os nomeio caçadores honorários, pelos serviços prestados a essa organização e a todos que habitam a Terra. Meus parabéns e muito obrigado!—finalizou, fazendo uma continência. Aplausos e alguns assobios ecoaram pela sala de comando. Link, Peach e Alucard olharam para as medalhas e depois uns para os outros, satisfeitos.
O hyliano, a princesa e o vampiro resgataram o caçador (que dormia na cadeira) e o trouxeram de volta para a Base. Porém, tomaram conhecimento de um novo vírus, que foi nomeado, provisoriamente, de Zero, pois tinha a imagem dele. Alia disse que poderiam resolver isso se fossem ao ponto 11F5646 (provavelmente no Vietnã), de onde emanava uma energia viral forte. X queria que Zero não fosse, pois estava preocupado com o amigo por ser muito estranho ele ser, inexplicavelmente, imune ao Vírus Sigma. Zero insistiu em ir, ao que foi apoiado pelos irmãos, que foram junto.
O quinteto adentrou o lugar e cada um foi ficando para trás para enfrentar um maverick poderoso e abrir caminho para os demais. Alucard encarou Shadow Devil (que conseguiu abalar o dampiro transformando-se em Lisa e quase matou-o), Peach lutou com Rangda Bangda W e sobrou para Link testemunhar uma discussão entre os dois reploids, com X ameaçando Zero de levá-lo de volta à força caso não fosse embora. "Pff... como se você conseguisse", caçoou. O reploid azul tentou, mas perdeu o duelo.
—Leve-o daqui, por favor—Zero pediu para Link. —Vou solucionar esse mistério do vírus. Muito obrigado por toda a ajuda de vocês, irmãozinho.
—De nada. Nos vemos mais tarde, mano. Boa sorte!—desejou, carregou X e usou o Vento de Farore para ir embora.
