Katakuri on
Acordei deitado em minha cama em meu próprio quarto, levanto com um pouco de esforço, o ferimento no lado esquerdo do abdômen tinha sido limpo adequadamente, e adquirido alguns pontos, com tudo ainda sentia dores que me impedia de ter livre acesso aos meus movimentos.
Caminho até ao banheiro, me despindo, preciso de um banho, retiro as ataduras que Marina havia enfaixado, ela deixou bem claro que devia ficar de repouso e evitar movimentos bruscos pela as próprias horas, abro o chuveiro e deixo a água quente cair.
- Katakuri-sama eu trouxe seu medicam... _ ouço a voz de Marina, meu Haki da observação me mostra um deslumbre do futuro, então rapidamente me viro de costas para a porta, ficando de frente para a parede, escuto a porta do banheiro abrir.
Marina On
- Eu já deveria saber que você não iria escutar minhas palavras. _ vejo suas costas largas, não deu pra evitar de olhar suas nagadas, respiro fundo tentando manter a paciência, da noite para o dia ganhei dois pacientes teimosos e difíceis de lidar, o primeiro é Cracker-sama, e agora Katakuri.
- Não sou um homem de obedecer ordens, ainda mais de você, minha própria filha. _ ele responde com uma voz séria. _ O certo deveria ser o contrário, eu te dou ordens e você as obedece. _ uma veia saltou na minha testa.
- O certo seria você seguir minhas instruções Katakuri-sama, estou aqui como sua médica e não como sua filha. _ respondo firme. _ E não fique de costas para sua médica quando ela estiver falando, é falta de ética.
- Eu estou despido.
- E daí? Você não será o primeiro e nem o último homem que vejo nu. _ ele se vira bruscamente e sua cara não estava boa.
- Se deitou com um homem? Com quem? _ o ruivo pergunta irritado, por um momento fiquei com medo de sua feição e desviei o olhar, mas meus olhos caíram justamente no lugar errado, meu Deus é enorme, sinto o rosto queimar e então desvio o olhar novamente para seu rosto.
- Graças ao meu papa, que assusta meus pretendentes, não me deitei com ninguém além do meu travesseiro e cobertor. _ por um segundo, achei que ele tinha ficado risonho.
- Onde viu um homem pelado? _ dou de ombros colocando a água no copo e pegando o outro copinho descartável com o medicamento dentro, entregando a ele. _ Responda._ Katakuri pega o medicamento e ingeriu.
- As vezes as enfermeiras precisam de ajuda para banhar os pacientes incapacitados._ pego os copos de volta e coloco na bandeja. _ Descanse, pedirei para trazer seu desjejum.
- Onde você vai?
- Vou medicar o teimoso do seu irmão Cracker.
- Você vai deixar um paciente sozinho para ir a ilha biscoito ver outro paciente?
- Katakuri e suas crises de ciúmes, francamente, ganhei na lota rsrsrs... _ suas bochechas fican vermelhas, mais ele disfarça, agora entendo porque o papa está solteiro até hoje, maluco e egocêntrico desse jeito, fica difícil. _ Tranquilo papa, pedi para mover o Cracker para seu quarto de hóspede, espero que não se incomode, até porque eu não sou uma heroína, que sai voando por aí para salvar o dia. _ saio do banheiro e sigo para o quarto de hóspede.
Não sei não hein, mais nao paro de pensar no tamanho dos adereços de Katakuri, talvez seja porque realmente fiquei impressionada, é a primeira vez que vejo um negócio tão grande, meu Deus aquilo não cabe em nenhuma mulher normal, talvez caiba em uma mulher da altura dele, mais aí seria uma gigante ou uma das pernas longas, somente assim para se "ajustar" a um homem de 5,09 metros.
Adentro o quarto de hóspede e vejo Cracker enchendo a cara como se nada tivesse acontecido.
- Sinceramente, eu estou cogitando a idéia de prender você e seu irmão a cama com algemas de oceanite, talvez assim vocês ficariam de repouso. _ digo realmente chateada, eu passo minha madrugada cuidado desses filho de uma égua, pra eles colocar todo meu trabalho por água abaixo._ E me dar isso aqui._ arranco a garrafa de sakê a força das mãos dele. _Quem foi que te deu isso?_ pergunto e logo dou um gole grande do sakê._ Eu proibi que não desse bebida a você!
- Quer dizer que você pode beber e eu não?
- Você é um paciente em recuperação.
- E você a médica, como vai cuidar dos seus pacientes bêbada? Quero só ver quando o irmão Katakuri ficar sabendo, vai te castigar como daquela outra vez, foram quantas mesmo? 25 palmadas de cada lado da bunda?_ ele não cansa de me fazer lembrar disso.
- Isso foi a 3 anos, você não esquece isso?
- Como é que esquece? Você passou uma semana sem sentar direito Rsrsrs..._ uma veia salta mais uma vez em minha testa, vou adquirir rugas mais cedo do que eu esperava.
- Cala a boca biscoitinho, Katakuri não me aplica castigo desde de que saí de sua casa.
- Isso porquê você se esconde quando ele fica sabendo das suas artimanhas, e aparece vários dias depois._ coloco as luvas em minhas mãos.
- É claro, assim a raiva já vai ter passado e eu só levo os esporros.
- Garota esperta.
- Anda, vira de ladinho. _ digo colocando o antiinflamatório na seringa.
- Ah qual é Marina? Seringa na bunda outra vez, isso dói sabia?
- Oh meu Deus, eu ô grande general da doçura tenho medo de uma agulhinha, eu quero a Mama rsrsrs..._ falo aplicando a injeção. _ Fala sério, isso é pra rir ou pra chorar?
- Sua desgraçada, eu juro que só não te mato porque você é filha do irmão Katakuri.
- Tradução: Eu só não te mato porque tenho amor à minha vida.
- Como vingança vou dizer ao seu pai que você estava bebendo.
- Aí como eu tenho medo kkkk. _ digo retirando as luvas e jogando no lixo.
- Porque o meu medicamento tem que ser injetável e não oral?
- Deixa eu ver... _ digo enquanto penso. _ Talvez porque você tem duas costelas e a clavícula fraturadas, varias lesões externas visivelmente avermelhadas, indicando que estão com inflamação, e o paciente ainda não ajuda na recuperação. _ caminho até a porta. _ Vê se descansa, é a décima vez que digo, na próximo eu te prendo nessa cama com algemas de oceanite.
- Sua Bruxa._ abro a porta e dou de cara com Katakuri.
- Qual a parte do descanse bastante que vocês dois não entenderam? _ digo irritada._ Vocês não tem dó de mim não? _ os dois dão uma risadinha cínica. _ Foda-se, eu tô caindo fora.
- Onde você vai? _ Katakuri pergunta.
- Para casa, cansei, chega, já deu por hoje._ saio pisando duro, deixando os dois cabeça duras pra trás.
Katakuri on
- O que deu nela? _ pergunto a Cracker.
- Tá puta da vida, disse que vai prender nós dois na cama com algema de oceanite.
- Não é pra menos, ela está cansada, passou a noite em claro cuidando de nós dois e de outros feridos. _ sento em uma cadeira. _ Como se sente?
- Pronto pra outra, não acredito que a gente perdeu para aquele magrelo, mais vai ter volta, a Mama está se preparando para ir a Wano.
- Eu fiquei sabendo, é melhor ficarmos, Totto Land não pode ficar desprotegida. _ sugiro e Cracker concorda.
- Marina voltou a morar com você?
- Não, estava aqui só cumprindo seu dever como médica. _ respondo frio.
- Ainda tem ciúmes dela?
- Não é ciúmes, sou apenas cuidadoso.
- Se eu tivesse uma filha gostosa dessa eu também teria ciúmes, já viu os melões que ela tem? _ olho feio para meu irmão, o sangue fervendo.
- Não encoste em Marina, ou irei me certificar que não sobrará nenhum pedaço de Cracker para contar história.
- Rsrs... Calma irmão, estava brincando, eu só queria te provocar! Alguns de nós já percebeu, você não a ver como filha, e sim como uma mulher, por isso esse ciúme exagerado, tem medo de que ela conheça um garoto, se case, tenha filhos.
- Nós quem?
- Eu, irmão Próspero, irmão Oven, Irmão Daifuku, Irmã Brulee, você devia dizer logo pra ela o que sente e tomar ela como esposa. _ já estava ficando cansado daquela conversa. _ Ou então se deita com ela e faz logo o filho nela, aí ficaria ligado a ela pelo o resto de sua vida.
- Cracker, cuide da sua vida e esqueça da minha.
