Marina on

Voltamos para a casa de Katakuri, passei o caminho inteiro com os braços cruzados sobre o peito, tentativa inútil de esconder a transparência do vestido branco molhado, dava pra ver tudo, maldito uniforme, tinha que ser o vestido clássico de hospital.

Um vestido branco de mangas longas, gola e botões na frente, comprimento até os joelhos, o avental com bolsos que usamos por cima do vestido fica no hospital, uso o uniforme de enfermeira porque gosto de trabalhar na ação junto com elas, na linha de frente.

Ao adentrar a casa de Katakuri, as luzes estavam todas apagadas, o claro que surgia era dos relâmpagos, subimos direto para o seu quarto, ele me guiava segurando minha mão, entramos em seu quarto, vejo ele apertar o interruptor em uma tentativa em vão de acender as luzes, mais estava sem energia.

- Tome um banho de água quente, vou ver se consigo algo para você vestir.

- Deixei algumas roupas no meu antigo quarto.

- Cracker já deve está dormindo, não vamos querer acordar ele.

- Tem razão.

- Vá._ Katakuri me oferece uma toalha._ Eu consigo algo para você vestir._ confirmo e entro no banheiro.

Tomei um banho rápido, já estava muito tarde, sinto o peso do cansaço nos ossos, parecia que tinha um lutador de sumô sentado em minhas costas. Saio enrolada em na toalha, vejo Katakuri olhando pela a janela, desvio o olhar de suas costas desnuda para a roupa em cima da cama, o pego em mãos, é um colete com abortamento, com certeza dele.

- Foi tudo que consegui. _ ele se vira para me olhar, fico um pouco constrangida.

- Melhor que nada._ respondo, então ele pega outra toalha e entra no banheiro.

Aproveito para me vestir o mais rápido possível, ficou parecendo um vestido curto e frouxo, se levantasse os braços dava para ver a poupa da bunda, pensei que ficaria um pouco maior em mim, já que 5,09 m para 1,97 m é uma enorme diferença, o decote tem uma visão bem favorável de todo colo, seco o cabelo com a toalha.

Katakuri on

Sai do banheiro e vi quando Marina rapidamente abaixou os braços que estavam secando o cabelo, ela me olha embaraçada.

- Pensei que ficaria um pouco maior em mim._ diz puxando o colete para baixo, mais quanto mais ela tentava esconder em baixo, acabava por mostra mais em cima.

- Eu também pensei._ respondo por fim, pegando uma bermuda moletom, tinha uns 10 anos que não usava aquele colete, parei de usar porque obviamente eu cresci e ficou pequeno, Marina vira de costas, enquanto me visto rápido, observo suas pernas, estava curto até demais, termino de me vestir e caminho até ao criado mundo. _ Está com frio? _ ela se volta para mim e confirma, sirvo dois copos de rum, entregando um a Marina, e ela estranha._ Somente por hoje, para se aquecer. _ sorri e pega o copo, observo ela engolir o álcool, espero para ver sua reação ao gosto, limpa a garganta, mais nada de cara feia, minha filha ta virando uma alcoólatra, tomo meu copo de rum e me preparo para deitar.

Marina faz o mesmo, se deitou de lado, de costas para mim, me deito de lado, de frente para suas costas, tomo coragem de abraçar Marina por trás, ficando de conchinha, a ideia era deixar ela aquecida, porém... sua bunda redonda encostar em meu membro, o que me deixou excitado, me afasto dela, ficando de peito para cima.

Marina On

Um calor me consumiu quando senti sua ereção em minha bunda, estou com tanta vergonha de mim mesma, vergonha de ter gostado, não o culpo por ter uma ereção, ele é meu pai adotivo, mas é homem, e tem desejos carnais, ainda mais quando se está em abstinência, tem 3 anos que não o vejo com uma mulher, e agora ele tem uma garota semi-nua em sua cama, qual homem não ficaria excitado?

- Desculpa. _ fico assustada com seu pedido de desculpa, ele nunca foi disso, viro de frente para ele.

- Tudo bem._ respondo pousando minha cabeça em seu peito e fechando os olhos.

Katakuri on

Já se passou um bom tempo que Marina está de olhos fechados, deve ter dormido, respiro fundo, me sinto um crápula por desejar ela dessa forma tão imoral, me recrimino todos os dias por alimentar esse sentimento vergonhoso, lhe faço um carinho no rosto, seus lábios tão convidativo.

- Eu jamais poderia imaginar que iria me apaixonar por minha própria filha adotiva. _ meu haki da observação me dar um sinal.

Marina On

Abri meus olhos ao ouvir essas palavras, não posso acreditar no que ouvi, isso explica o seu ciúme, seus cuidados exagerado comigo, ele também não me ver como filha.

- Você não estava dormindo?_ olho em seus olhos, e sem nenhum aviso lhe beijo nos lábios.

Katakuri demora um pouco a retribuir, mais aos poucos sinto sua língua invadir minha boca, enquanto suas mãos me puxam para ficar em cima dele. Esse beijo é algo que já vinha sendo evitado a anos, eu não o via como pai, e ele não me via como filha, ambos desejavam um ao outro como homem e mulher, só não queriamos admitir.

Suas mãos percorriam as minhas coxas e nagadas, apertando-as firme, nos separamos em busca de ar, ficamos nos encarado por alguns segundos.

- Você não é o único a se sentir dessa forma. _ digo por fim, e Katakuri me puxa para mais um beijo.

A alguns minutos atrás, estáva com frio, e agora me sinto como se tivesse pegando fogo, Katakuri desce seus lábios pelo o colo, deixando chupões por onde sua boca passava, e parou nos botões do colete, esperei que ele o tirasse, mais não o fez.

- Ainda dar tempo de parar, não quero que se arrependa. _ Katakuri diz firme.

- Estou disposta a seguir em frente. _ digo e retiro o colete, ficando nua, lhe dando a visão de meus seios, guiando suas mãos até eles. _ Me faça sua mulher está noite. _ minhas palavras e ações foi o ultimo gatilho que faltava para Katakuri continuar de onde havia parado.

Sinto sua boca quente sugar o mamilo direito, enquanto acariciava o outro, minha vagina pingava de excitação, e seu membro crescia mais ainda abaixo de mim. Katakuri troca de seio e passa a dar a mesma atenção ao outro, e com sua mão direita, mastubava meu clitóris.

Segurava os gemidos que uma vez ou outra tentava escapar, mais não pude evitar um gemido mais alto ao sentir um de seus dedos me penetrar, fazendo um toque se transformar em uma tortura prazerosa. Mais um dedo é penetrado, aumentando mais o tesão, quando dei por mim já estava rebolando sob seus dedos e gemendo feito uma cadela no cio, com dedos grandes e hábeis foi fácil atingir ao meu primeiro orgasmo, com direito a pequenos espasmos.

Katakuri inverteu nossa posição ficando por cima, o mesmo retirou suas roupas, deixando seu membro enorme de grande a mostra, estava maior do que antes, um pânico se manifesta em meu interior.

- Tenha calma, não se assuste. _ escuto suas palavras, e respiro fundo me preparando para o que viria._ Será apenas uma dor instantânea, logo vai passar.

- Eu sei, estou com medo de não caber.

- Se Deus me fez assim é porque cabe._ Katakuri encaixa seu membro em minha entrada. _ É melhor entrar todo de uma vez e sentir uma única dor, do que sentir entrando aos poucos.

- Estou de acordo.

- Se doer muito, não exite em mim morder, não é justo só você sentir dor.

- Pelo ou menos uma vantagem._ me aproximo de seu ombro._ Estou pronta. _ termino minhas palavras e sinto seu membro me invadir, me rasgando por dentro em um dor agonizante, mordi com tanta força seu ombro que parecia que ia arrancar um pedaço, meus olhos lacrimejaram, Katakuri fica paralisado, vejo seus olhos fechados, é evidente seu esforço em se manter parado, as paredes internas da minha vagina se contraia em protesto a invasão, mais a dor estava passado. _ Continue._ ele abre os olhos e se retira pela a metade, e investe de volta, com movimentos devagar e profundos, dava pra sentir seu membro próximo ao útero, ainda estava com um pouco de desconforto, mais o prazer e o tesão ainda estava presente.

Os movimentos vão aumentando, com estocadas fortes, fundas e rápidas, não controlava mais o tom dos gemidos, mais estava pouco me importando com quem acordasse com os gemidos, ou com o barulho da cama rangendo, trocamos de posição, me deixando de quatro.

Katakuri On

Estoquei fundo contra Marina, a posição era favorável, e ainda me dava a visão da bunda redonda dela, estava sentindo meu membro ser estrangulado por sua vagina, apertada demais, valeu a pena espantar todos aqueles pretendentes, sou seu primeiro e último, me apoio sobre uma das pernas, deixando a outra dobrada, puxei seu cabelo e acelerei mais os movimentos, estava perto de gozar, estava difícil segurar a pressão.

Os gemidos de Marina aumentaram, ao mesmo tempo que sua vagina me apertava mais, atingindo seu orgasmo, fiquei com mais tesão e desferi dois tapas em sua bunda, não dá mais pra aguentar, fechei os olhos e gozei, mais não parei as estocadas, vou ajudar meus espermas a encontrar seu útero com fácilidade.

Pela a primeira vez, Cracker me deu um bom conselho, quero filhos como Marina, varios deles, me retiro de dentro dela, me deito na cama, e a puxo para meus braços.

- Está machucada? _ pergunto preocupado.

- Não, você foi ótimo. _ respondeu com um sorriso.

- Seja minha mulher, e viva comigo, e me dê muitos filhos.

- Aceito ser sua mulher e mãe de seus filhos.