Defini regras de segurança claras e inegociáveis para nossa viagem: deveríamos nos disfarçar de trouxas com a Poção Polissuco, e aparatar sempre sob a capa, de forma discreta. Harry aceitou tudo sem fazer objeções.

Nevava muito quando chegamos a Godric's Hollow - era noite de Natal, o que acrescentava um toque ainda mais melancólico a tudo. Localizei o cemitério ao lado da igreja, e fomos para lá.

No caminho, paramos para contemplar um memorial de guerra que se transformava num monumento bruxo em homenagem a Harry e seus pais. Continuei conduzindo Harry pela mão até o cemitério.

Encontrei o túmulo da família de Dumbledore, e notei o esforço que Harry fazia para esconder o desapontamento que sentia pelo diretor não ter contado a ele esses detalhes importantes do seu passado em comum com Harry.

Meu coração deu um salto quando vi o símbolo do olho triangular gravado em um túmulo. Chamei Harry para ver, mas ele estava envolvido na busca do túmulo dos seus pais. Com dificuldade, devido ao desgaste do tempo, identifiquei o nome de Ignoto Peverell.

Dei apenas mais alguns passos e chamei Harry: o túmulo de Tiago e Lílian Potter estava bem na minha frente. A bela frase sobre vencer a morte me emocionou, e sequei os olhos rapidamente, espanando os lábios também. Com a varinha, conjurei uma coroa de heléboros sobre a sepultura. Segurei a mão de Harry com força - não havia palavras para aquele momento.

Estávamos nos afastando, abraçados, quando ouvi algo se mexendo, e chamei Harry, assustada. Por prudência, recolocamos a capa e voltamos a procurar a casa de Batilda.

Harry parou de repente e quase tropecei sob a capa quando ele viu a casa onde seus pais foram mortos. Ela continuava lá, intocada desde o dia em que Hagrid saiu dela levando o bebê de um ano e meio para a casa dos Dursley. Podia-se notar o telhado destruído no lado direito e a hera, que cresceu nos últimos dezesseis anos, cobrindo parte dos destroços. A placa indicativa do que aconteceu lá se ergueu diante de nós quando Harry tocou o portão. Meu amigo ficou feliz em ver que os bruxos que visitaram o lugar escreveram nela, desejando boa sorte a ele.

Fomos arrancados desse momento pela percepção do vulto que se aproximava de nós. Uma mulher encurvada e muito idosa olhava as ruínas também, o que só seria possível se ela fosse uma bruxa. Ela acenou para que a seguíssemos, o que indicava que nos via, mesmo estando cobertos pela capa. Harry perguntou se ela era Batilda, o que ela confirmou com um aceno da cabeça.

A seguimos até sua casa. Ela cheirava mal, assim como a casa, um cheiro de algo apodrecendo. Ela caminhou pela sala procurando velas ou algo assim, e disse a Harry que não achava seguro ficar ali, e ele argumentou que ela era pequena e que poderíamos enfrentá-la, se fosse necessário. Ela sinalizou que Harry a seguisse sozinho, e não gostei nada disso.

Olhei em volta, tentando enxergar alguma coisa naquela escuridão. Notei o exemplar de A vida e as mentiras de Alvo Dumbledore sobre a mesa, e sem pensar muito o coloquei na bolsa - a julgar pelo aspecto doentio de Batilda, ela não iria precisar do livro.

Mal se passou um minuto, e chamei por Harry. Ele não respondeu, então fui atrás dele, numa escuridão intensa. Ouvi um barulho de luta, e quando cheguei distingui seu vulto no chão, assim como o vulto da cobra, um pouco afastado. Atirei um feitiço estuporante contra ela, e Harry gritou que Voldemort estava vindo.

A cobra avançou e Harry me puxou com ele. Atirei um Cofringo na direção dela, que reverberou pelo quarto e fez com que o espelho do guarda-roupa se estilhaçasse, com os cacos ferindo Harry quando se atirou pela janela, me puxando com ele.

Aparatamos no nosso acampamento. Harry estava numa espécie de transe, e precisei usar um feitiço de levitação para colocá-lo na cama. Fiquei cuidando dele, limpando os ferimentos que a cobra fez e os cortes dos estilhaços. Harry estava delirando.

Não consegui tirar a Horcrux do seu pescoço. Ela deixou uma queimadura no seu peito, e tive que cortar a corrente para conseguir tirar o medalhão. Guardei-o na bolsa, que era o local mais seguro no momento.

Quando Harry acordou, contou o que aconteceu, e como a cobra Nagini estava dentro do corpo de Batilda e chamou Voldemort para vir até nós. Era uma armadilha, como eu temia.

Nos salvamos, mas o triste saldo foi que o feitiço que ricocheteou destruiu a varinha de Harry. Ele ficou abalado como se tivesse perdido mais um ente querido, e segurava os pedaços pendentes da varinha com pesar. Me senti terrivelmente culpada, e por mais que Harry tentasse parecer compreensivo, não consegui segurar as lágrimas. Minhas muitas tentativas de consertar a varinha foram inúteis.

Entreguei o livro de Rita Skeeter para Harry ler - talvez ele descobrisse alguma informação nova que pudesse animá-lo ao menos um pouco. Ele descobriu pelas fotografias a identidade do rapaz que havia visto em uma das visões de Voldemort: era Gerardo Grindelwald, amigo de Dumbledore na juventude. Lemos juntos as cartas reproduzidas no livro.

Era triste pensar que Dumbledore esteve associado a Grindelwald, responsável por tantas atrocidades. Harry estava cada vez mais decepcionado e se sentia enganado. Eu tentava convencê-lo de que Dumbledore o amava, ainda que toda essa situação o fizesse acreditar no oposto.

Algumas noites depois, Harry estava de vigia quando o Patrono da corsa apareceu. Ele sentiu que devia segui-lo, mesmo que temesse ser uma armadilha. Harry estava certo, pois o Patrono o conduziu à espada de Gryffindor, submersa em um poço congelado.

A coragem necessária para mergulhar no poço com aquele frio enregelante não seria o pior problema que Harry teria que enfrentar. Ao mergulhar, a corrente com a Horcrux começou a estrangulá-lo no exato momento em que ele tocou a espada, como se o medalhão quisesse se defender. Ele estava quase perdendo a consciência quando foi retirado de lá… por Rony.

Rony ainda teria muito o que contar, mas havia algo urgente a ser feito: destruir a Horcrux. Logo eles saberiam se a espada ia funcionar ou não. Rony deveria fazê-lo, era a certeza que Harry tinha, pois ele a retirou do lago. Ele estava com medo, mas Harry foi firme na sua decisão.

Quando Harry ordenou na linguagem das cobras que o medalhão se abrisse, Rony foi atropelado pelos seus medos mais secretos, como se o objeto conhecesse suas piores fraquezas e resolvesse usá-las contra ele, num último recurso desesperado de sobrevivência. Eles nunca me contaram em detalhes essa parte, mas posso imaginar o que deve ter sido. Rony conseguiu reunir coragem e perfurou o medalhão com a espada. A Horcrux foi destruída.

Harry e Rony se abraçaram, com a amizade tão forte restaurada, e felizes por estarem mais uma vez juntos. Voltaram para a barraca, onde encontrariam comigo - algo quase tão difícil de enfrentar quanto destruir uma Horcrux.

A hora em que vi Rony ali na minha frente, dentro da barraca, demorei para entender o que estava acontecendo, afinal, Harry havia acabado de me acordar. Quando dei por mim, estava socando Rony sem nem olhar onde, tal a raiva misturada com alívio que senti ao vê-lo. Eu não iria perdoá-lo tão facilmente.

Harry se assustou e se recusou a me entregar minha varinha de volta quando eu mandei que fizesse isso, e lançou um Protego entre eu e Rony, que explicou o que aconteceu debaixo dos meus gritos e xingamentos.

Rony quis voltar logo que saiu, mas quase foi preso por sequestradores e estrunchou ao fugir. Quando voltou, já havíamos partido.

Nada disso me comoveu, pois eu estava possessa pela covardia e infantilidade de Rony em ter nos abandonado. Mas ele estava sendo muito corajoso ao reconhecer seu erro, voltar e me enfrentar, embora eu só conseguisse avaliar isso depois.

Quando contou como conseguiu voltar usando o desiluminador e seguindo minha voz ao dizer seu nome, senti minha raiva diminuir. A forma como ele descreveu a bolinha luminosa com que sentiu a minha presença foi enternecedora, e sabia que ele não estava inventando essa história.

Eles contaram tudo que aconteceu, desde a forma inacreditável como a espada apareceu até a destruição da Horcrux. Harry removeu o feitiço protetor entre nós, pois percebeu que eu não atacaria Rony.

Voltei a deitar na cama e escondi meu rosto, para que eles não vissem meu sorriso molhado pelas lágrimas de alívio. Mas não iria dar o braço a torcer tão fácil, e continuei tratando Rony com frieza nos próximos dias, apesar de estar mais leve com a sua volta, graças à Deusa.

Rony colocou Harry a par dos acontecimentos. O nome de Voldemort foi azarado e agora funcionava como um tabu que rompia feitiços de proteção. Harry estava tentando se adaptar à varinha que Rony tirou de um sequestrador e trouxe de reserva, e eu torcia para que conseguisse, pois ainda me sentia culpada pela destruição da sua varinha.

Estava lendo a biografia escrita por Rita Skeeter quando notei o símbolo do olho triangular na assinatura do jovem Dumbledore, em uma carta reproduzida no livro. Lembrei de Xenofílio Lovegood e do colar que usava no casamento, e disse a Harry que deveríamos procurá-lo. Harry não estava muito convencido, mas Rony apoiou a ideia com fervor, pois queria me agradar, ao que fingi não dar importância.

Aparatamos perto do local em que a casa de Luna ficava, na vizinhança da Toca. Era difícil aceitar que estávamos tão perto dos Weasley mas não poderíamos ir até lá. A casa dos Lovegood era singular, em forma de torre, com vários detalhes excêntricos que não deixavam dúvidas quanto à peculiaridade dos seus moradores.

Xenofílio Lovegood nos recebeu aturdido e permitiu que entrássemos na estranha casa de paredes arredondadas, entulhada de objetos e papéis empilhados. Na sala, ao fundo, uma impressora ruidosa devia estar imprimindo a mais recente edição d´O Pasquim, e Sr. Lovegood a cobriu com uma toalha.

Quando percebi o enorme chifre de erumpente num canto da sala fiquei alarmada, pois era um material perigoso e explosivo como nitroglicerina trouxa, e piorei quando o Sr. Lovegood teimou que era o chifre de um Bufador de Chifre Enrugado.

Harry tentou retomar o assunto, me olhando contrariado pela interrupção. Luna não estava em casa, e o Sr. Lovegood nos disse que ela estava por perto e iria chamá-la. Ele parecia tenso e incomodado. Voltou dizendo que Luna já viria, e perguntou como poderia nos ajudar.

Harry perguntou sobre o símbolo, e o Sr. Lovegood nos relatou a história das Relíquias da Morte. Ele utilizou o Conto dos Três Irmãos para explicá-las, com o qual eu agora estava bastante familiarizada, já que era um dos Contos de Beedle, o Bardo. Li o conto em voz alta, a pedido do Sr. Lovegood.

Ele fez o desenho do olho triangular, explicando que simbolizava a Capa da Invisibilidade, a Pedra da Ressurreição e a Varinha das Varinhas, enquanto nós três o escutávamos com interesse. O possuidor dos três objetos se tornaria, segundo ele, Senhor da Morte.

Era uma história difícil de acreditar. Com certeza, se tratava de uma lenda criada a partir de narrativas perdidas de magos antigos. Parecia improvável que tais objetos tivessem existido algum dia e estivessem perdidos por séculos. Apesar disso, eu conhecia uma Capa da Invisibilidade que não deixava nada a dever à descrição feita pelo pai de Luna.

Continuei ouvindo as hipóteses de Xenofílio Lovegood sobre a pedra e a varinha, e perguntei se o nome Peverell, que vi no túmulo em Godric's Hollow, tinha alguma relação com as relíquias. O Sr. Lovegood, que antes estava exasperado com a minha descrença, se entusiasmou e contou que os três irmãos Peverell eram provavelmente os irmãos a que a lenda se referia.

Estava começando a achar que nossa visita havia sido uma enorme perda de tempo. Luna estava demorando demais, e Sr. Lovegood continuava se comportando de forma estranha, e olhava para a janela o tempo todo, como se estivesse ansioso por algo. Harry confrontou-o, perguntando por que estava agindo assim, e no mesmo momento exemplares d'O Pasquim começaram a cair da impressora para o chão. Na capa, havia uma foto de Harry como a que vimos no Ministério, com a inscrição "Indesejável Número Um".

Sem poder mais negar, o Sr. Lovegood contou que Luna foi sequestrada como retaliação de Voldemort pelo que ele vinha publicando. Em troca da sua libertação, ele nos delatou para os Comensais da Morte, que já estavam visíveis em suas vassouras no horizonte, se aproximando da casa em alta velocidade. O feitiço estuporante lançado pelo Sr. Lovegood para tentar nos impedir de sair errou o alvo e atingiu o chifre de erumpente, provocando uma enorme explosão.

Os Comensais da Morte invadiram a casa e começaram a discutir com o Sr. Lovegood cobertos pela poeira da explosão, duvidando que Harry estivesse lá. O Sr. Lovegood tentava vencer o caminho entulhado de pedaços de móveis e objetos para nos alcançar e mostrar que estava falando a verdade.

Tive uma ideia: pedi que Rony ficasse sob a capa e dei a mão para Harry - queria que os Comensais o vissem, para que não duvidassem do Sr. Lovegood, e quem sabe assim o poupassem. Quando ele finalmente nos viu, joguei nele um feitiço Obliviate e abri o assoalho da sala com outro feitiço, o que nos fez cair em cima dos Comensais que estavam lá embaixo, um segundo antes de desaparatarmos para longe dali, mas o suficiente para sermos vistos.

Voltamos à floresta, e comecei a fazer os feitiços de proteção enquanto os garotos armavam a barraca. Estávamos preocupados com Luna, e estava arrependida de ter arriscado tanto para ouvir uma história fantasiosa que não nos ajudaria em nada.

Mas, para meu desagrado, ainda falamos muito sobre as relíquias, o que me exasperava e atemorizava, pois não precisávamos desse tipo de coisa para ficar com o humor pior do que estávamos.

Durante todo o tempo em que ficamos foragidos buscando as Horcruxes, me apoiei nos livros e no conhecimento científico. A Magia Antiga parecia pertencer a um universo distante, do passado. Falar sobre as relíquias me inquietava, pois me aproximava do mundo que lutava para esquecer: o mundo do Synchro, do Fatum e dos oráculos. Comecei a acariciar o lado esquerdo do peito sem notar, numa tentativa de me proteger desse mundo obscuro, que trazia recordações que eu não queria reviver.

Harry ficou fascinado pela história das relíquias, e se lembrou da visão do avô de Voldemort na penseira de Dumbledore, bradando que descendia dos Peverell. Pelo que ele recordava do anel, a pedra tinha alguns riscos, que poderiam ser o símbolo das relíquias, o que tornava o anel, em sua opinião, um candidato à Pedra da Ressurreição.

Aquilo já estava indo longe demais. Parecia que Harry havia esquecido das Horcruxes e só se preocupava com as Relíquias da Morte. Ele começou a relacionar os fatos que poderiam comprovar sua teoria: Dumbledore examinando sua capa da invisibilidade e a ideia de que a pedra deveria estar escondida dentro do pomo que recebeu de herança, entre outras hipóteses. Ele foi misturando tudo, até que teve a súbita intuição do que Voldemort queria: a Varinha das Varinhas.

Eu e Rony o ouvíamos assustados, pois ele parecia estar em um surto delirante. Comecei a conversar com ele, tentando trazê-lo de volta para a realidade, mas ele estava alucinado e não me ouvia. Recorri a Rony que, concordando comigo, e sem querer ferir Harry, disse que era melhor deixarmos isso de lado e nos concentrarmos na busca das Horcruxes que ainda faltavam.

Nas semanas que se seguiram, a obsessão de Harry pelas relíquias só aumentou, e estava difícil convencê-lo a se concentrar na nossa tarefa. Ele ficou mais distraído, e Rony, por incrível que pareça, estava assumindo uma responsabilidade maior, procurando repassar o que já havíamos feito e ajudando a planejar nossos próximos passos. Estava ativo e equilibrado, propondo lugares diversos para irmos procurar as Horcruxes restantes.

Nessas incursões, às vezes avistávamos sequestradores, que eram uma espécie de mercenários, capturando "bruxos com registro sanguíneo duvidoso" e entregando-os ao Ministério em troca de dinheiro.

Depois de muitas tentativas, Rony conseguiu sintonizar o Observatório Potter, o programa de rádio clandestino que noticiava o que realmente estava acontecendo. Reconheci a voz de Lino Jordan, e foi como estar de volta a Hogwarts. Kingsley, Lupin, Fred e Jorge também participaram da transmissão, e nossos corações ficaram aquecidos como há tempos não estavam. Era a certeza que o mundo ao qual pertencíamos e do qual estávamos há tanto tempo afastados ainda existia, apesar das notícias tristes que ouvimos.

Harry ficou excitado com a perspectiva de estar certo sobre a busca de Voldemort pela Varinha das Varinhas, e começou a elucubrar que a notícia dos boatos sobre a sua presença no exterior eram a prova disso. Comecei a responder, já meio desanimada em ver que ele retomava sua ideia fixa, mas ele estava tão ansioso que continuou a falar e argumentar, e nem percebeu quando pronunciou o nome de Voldemort.

Eu e Rony nos assustamos com o estalo dos feitiços de proteção se quebrando e corremos para refazê-los, mas era tarde. Uma voz estrondosa do lado de fora nos mandou sair, sob a ameaça de varinhas apontadas para a barraca.

Nos entreolhamos, assustados. Minha primeira reação foi fazer algo para que Harry não fosse reconhecido, e lancei um feitiço em seu rosto, que na mesma hora começou a inchar e se deformar, enquanto ele se contorcia de dor e surpresa no chão.

Os sequestradores entraram na barraca e nos arrastaram para fora. Rony gritava para me largarem, o coração aos saltos, temendo o que os sequestradores poderiam fazer comigo, uma mulher nascida trouxa. Reconheci Lobo Greyback e senti seu cheiro nauseante quando chegou perto demais de mim, com o olhar lascivo, sussurrando que eu era deliciosa. Estava enojada e cada vez mais apavorada.

A aparência de Harry chamou a atenção do Comensal da Morte. Ele perguntou o que tinha acontecido com seu rosto, e deu-lhe um soco no diafragma quando Harry demorou para responder.

- Eu fui mordido - Harry respondeu, ofegante.

- Mordido? Eu não vi abelha por aqui.

Ao ouvir o comentário de Greyback, perdi o fôlego por uma fração de segundos, como se percebesse que iria estrunchar em plena aparatação. Era o Synchro - ele havia me encontrado depois de tanto tempo.

Não tinha ideia de como seria, mas sabia que iria encontrar Draco Malfoy muito em breve.