Olá pessoal!

Escrevi esta pequena fic imaginando a Pandora e Radamanthys como um casal.

Espero que gostem.

Os personagens de Saint Seiya não me pertencem. Essa é uma pequena história fictícia feita com carinho para os fãs do anime.

Boa leitura!


O escravo

Ela me chamou em seus aposentados. Eu não tinha como negar. A cada passo em direção ao seu quarto, parecia que me faltava ar. Pandora era a dona da minha alma e do meu coração.

- Senhora Pandora, Radamanthys de Wyvern se apresenta.

Ela estava sentada em sua divã. Era a mulher mais linda que já tinha visto. Usava um vestido preto decorado. Tinha um ar sombrio que causava medo em todos os espectros. Mas ao mesmo tempo aquilo me atraia.

- Me faça companhia, Radamanthys.

Ela mexia comigo, com meu coração, com o meu corpo...eu a desejava desesperadamente.

Me ajoelhei em sinal de respeito e pronto a ouví-la. Ela caminhou até mim. Meu rosto estava em direção ao seu decote generoso. Sua pele era alva e macia.

Ela retirou o meu elmo. Olhava para mim e parecia me hipnotizar. Eu estava perdido por Pandora fazia um tempo.

Ela pegou minha mão e guiou até o seu seio esquerdo. Minha respiração ficou ofegante. Ela fechou os olhos e demonstrava o prazer no seu semblante. Ela me guiou a tirar minha armadura. Eu obedeci. Ela me levou até sua cama. Eu ansiava por aquele momento.

Sentei na cama e ela sentou de frente no meu colo. Deslizou seu vestido para que o tecido caísse e deixasse seus lindos seios a vista. Aquilo era uma perdição maravilhosa.

Beijei ela. Deitamos na cama. Eu beijava cada parte do seu corpo. Pandora era viciante. A penetrei e ela gemia sem se importar se os guardas escutassem. Eu não consegui me controlar. Ela me arranhava, me apertava, eu não me importava….era incrível. A vi gozar em poucos instantes e não me contive e gozei junto.

Eu estava com o meu rosto em seus seios. Ela acariciava meu cabelo como se eu fosse seu brinquedinho.

- Radamanhtys, você mandou os soldados retornarem como ordenei?

- Senhora, é arriscado. Para nossa segurança, não dei a ordem.

Quando disse isso, ela soltou uma onda de choque em mim que fez o meu corpo sentir uma dor dilacerante. Eu estava em cima dela. Meu nariz e minha boca estavam sangrando.

Ela segurou meu cabelo e puxou minha cabeça com força em direção ao seu rosto.

- Como você ousa me desobedecer? Ela tinha um olhar que me dava medo.

- Eu não vou perdoá-lo da próxima vez, ouviu?

Eu estava ali entregue de corpo e alma. Havia acabado de fazer amor com aquela mulher. De um extremo ao outro. O prazer ea dor. Mas...eu não me importava. Eu amava ela.

Ela me feriu e logo depois estava afagando meus cabelos.

- Me perdoe, minha senhora. Não vai mais acontecer.

Ela me olhou e viu meu rosto com sangue. Ela comecou a beijar todos os machucados. Aquilo me excitava demais.

- Minha senhora, eu farei tudo o que desejar. Na vida e na morte. Sou seu escravo pra sempre.

Ela me olhou com um sorriso de canto.

- Eu sei disso. Você é um homem fiel. Meu Radamanthys. Agora vá, me deixe sozinha.

Ela brincava comigo. Ela me enxotava como um cachorro. Mas não importava. E ela sabia disso. Ela me ama? Não sabia se um dia teria essa resposta.