Nerfertari On
Observo o status de último visto de Mirio, online à 1 minuto, é sempre assim, quando eu entro online ele sai, ele vem fugindo de mim desde que pediu um tempo para o nosso relacionamento, isso já tem 3 meses, meu único fio de esperança é a foto de perfil dele que ainda é nos dois juntos.
Tudo começou quando ele perdeu a individualidade e parou de frequentar a UA, de lá para cá não conseguimos nos ver, quase não nos falava por celular, o nosso namoro estava esfriando, esquentava de vez em quando, mais esquentava da pior forma, quando ele sentia ciúmes, acabava em discussão, e por fim chegamos a estaca zero.
Professor Aizawa entra em nossa sala de aula, definitivamente isso é um péssimo sinal, primeiro: ele é responsável pelo um 1-A, segundo: ele já nós reprovou e aprovou depois, a minha turma inteira teme esse homem, vai entender a cabeça dele né, terceiro: todas as vezes que ele aparece, a gente só se ferra.
- Professor Aizawa. _ levanto minha mão. _ Acho que o senhor errou de sala.
- Essa não é a turma 2-A? _ confirmo._ Então estou na sala certa. _ essa não... vai dar merda._ Muito bem, vocês devem está se perguntando o porque de eu está aqui. _ ficamos todos em silêncio. _ Conversei com Isan Jooryoku, e o resto de seus professores, decidimos que vocês serão designados para um teste de resistência junto da classe 1-A. _ deu ruim, toda vezes que acontece algo, a um 1-A tá no meio._ Vocês serão divididos, 1 aluno de cada sala se juntam e formam dupla, e para isso, um sorteio será realizado no pátio. _ os outros alunos começa a se manifestar. _ Calados. _ Aizawa usa seus poderes para parar com o barulho. _ Metade das duplas receberão um objeto para defender, enquanto a outra metade tenta roubar dos defensores, o teste tem duração de 24 hrs, vocês irão agir sozinhos no meio de uma floresta, cada um de vocês irão receber um transmissor de sinal, em caso de uma emergência quebrem o transmissor e saberemos que algo deu errado.
- Se tratando da um 1-A, esse transmissor se quebra nas primeira 3 horas kkkk...
- E o que a gente ganha com isso? _ pergunto disfarçando meu nervosismo.
- Experiência. _ bufamos todos juntos. _ E 10 pontos na média para cada um.
- Agora sim vi utilidade em participar dessa loucura. _ outro aluno diz em uma piada.
- Preparem as coisas de vocês, e se reúnam no pátio, vocês tem 1 hora. _ dito isso, ele saiu porta a fora.
- Isso aí meus futuros heróis, bora prepara o kit de sobrevivência! _ quando o Isan diz kit de sobrevivência, ele se refere a uma mochila com tudo que iremos precisar para o tanto de tempo
que iremos passar no mato.
Saímos todos para o alojamento da turma 2-A, metade dos meus colegas ainda não estavam confiantes de se juntar a 1-A, pelo o simples fato de eles atrair problemas com vilões, a outra metade estavam super empolgada para mostrar para a 1-A que nós também temos força.
Organizei minha mochila com o que precisava, 3 mudas de roupas escuras e compridas, como calças cumpridas, e agasalhos, peças íntimas, produtos higiênicos, lanterna, corda, água, comida, e por último o mais essencial, o kit de primeiros socorros.
Voltei para a UA, e as duas turmas se reuniram no pátio, nós conhecíamos suas individualidades, mais eles não conhecia as nossas, essa era nossa vantagem.
- Muito bem meus garotos._ All Might começa._ Agora que todos estão reunidos, vamos comecar o sorteio._ els tinha aquela animação toda, era óbvioque estávamos inspirados por estar ao lado do número 1, mais não eramos tapado para se descuidar na frente da outra turma. _ Dentro desse saco estão o nome de todos os alunos da turma 2-A, os alunos da turma 1-A irão tirar um papel, com o qual terá o nome da sua dupla, vamos começar.
Os alunos da 1-A foram sorteando nossos nomes, os melhores já tinha saído,Yuga Aoyama, Mashirao Ojiro, Koji Koda, Rikido Sato, Mezo Shoji, Fumikage Tokoyami, Shoto Todoroki, Izuko Midorya e Tenya Iida, esses são os mais decentes quando o assunto é garotas, aliás todas meninas da 1-A também já tinha tirado o nome de sua dupla, restando apenas os indecentes do Minoru Mineta (o pior de todos), Denki Kaminari, Eijiro Kirishima, Hanta Sero e o cachorro louco do Katsuki Bakugo, ele não é indecente, porém suas atitudes explosivas deixa qualquer um com um pé atrás, quem vai querer fazer dupla com um maluco que teve que ser amarrado a um paredão com algemas e máscara de ferro durante a premiação do festival esportivo, com o qual ele ficou em primeiro lugar, o garoto parecia até um carniceiro, ele é tão instável quanto uma bomba relógio.
Por sinal, era a vez dele de sortear, e ele parecia extremamente irritado, ele balança o saco e retira o um papel, rezo em pensamento para não ser meu nome.
- Quem diabo é Nerfertari Hadou? _ gelei quando ouvi meu nome ser chamado com uma voz de puro ódio, me ferrei, francamente, de 20 alunos eu tinha que pega logo o mais explosivo? Eu nunca desejei tanta ser sorteada por um dos indecentes.
- Sou eu. _ Respondo controlando minha apreensão, alguém como como Katsuki Bakugou deveria está em tratamento psicológico, ou em preso em uma coleira, caminho para ao lado dele.
- Oh magrela, o que você faz?_ respiro fundo ao ouvir ele gritar comigo, porque ele não sabe falar, só sabe gritar.
- Baixa o tom porque não sou surda, e meu nome é Nerfertari Hadou.
- Ta baixinha, o que você faz? _ o tom de voz abaixa, porém ele insulta mais uma vez minha estatura.
- Em breve você vai descobrir. _ ele fica gritando irritado no meu ouvido, então pego os fones, e coloco uma música no último volume, o Bakugo que se exploda.
Katsuki On
Maldita magrela, se acha só porque é uma veterana, o que uma tampinha dessa pode fazer?
Foi preciso dois ônibus para nos mandar para uma floresta privada, o primeiro ônibus continha as duplas que iria proteger o objeto, e o segundo os que iriam roubar. Os que iriam proteger foram soltos na floresta para se esconder, enquanto o outros iriam procurar depois de 1 hora.
Fiquei no grupo de proteger, a nossa função era se esconder e proteger, e eu não fazia idéia do que fazer, a magrela, saiu correndo em disparada em direção a montanha, por mais que tentasse falar com ela, essa tampinha me ignorava.
- Porque tanta pressa?_ pergunto tentando entender a cabeça dessa garota.
- Vai caí um temporal, precisamos de um abrigo!
Quando chegamos no pé da montanha, tinha uma cachoeira próxima, ela olhou para a montanha, ergueu as duas mãos na frente do peito, e do nada ela fez um buraco na montanha, manipulação de terra, esse é o poder dela?
- O que você está fazendo magrela?
- Uma caverna seu tonto._ ela abriu mais o buraco, fazendo uma caverna profunda._ Entra vai._ obedeço a contra gosto, assim que entramos ela cria uma parede bem grossa na entrada da caverna.
- Você nos prendeu aqui? Como que a gente vai sair?
- Vamos sair do mesmo jeito que entramos, por um buraco, você não está com medo né?
- Mais é claro que não sua tampinha. _ estava tudo escuro, só escuto ela abrindo o ziper da bolsa, demora uns segundos para achar o que estava procurando, escuto o ziper fechar logo depois, uma luz se faz presente, ela tinha uma lanterna em mãos.
- Segura pra mim? _ pego a lanterna, e ela continua a abrir a caverna, fazendo ela em formato de um L deitado, não entendi o porque de um caverna tão funda, só fui entender quando chegamos no final, era do lado da cachoeira, a água caíndo mais a frente, escondia a pequena saída da caverna, era bem estreita, só dava para passar uma pessoa por vez. _ Só por precaução, seremos como duas topeiras, se alguém entrar por um lado, a gente foge pelo o outro, não importa qual duas lados eles vão entrar, pois iremos ouvir, e ficarão presos entre as paredes da caverna que irá se fechar em segundos, assim teremos tempo de fugir, e com o barulho da cachoeira, vai ficar difícil de alguém nos escutar, por isso vamos ficar no meio da caverna, ou seja, na curva, assim vigiaremos os dois lados.
- Até que você é bem esperta! _ admito a inteligência dela.
- Obrigado. _ ela senta no chão._ O que você trouxe na sua mochila?
- Só água e comida.
- Para de brincadeira, eu to falando sério. _ ela dar um sorriso.
- Eu também porra._ o sorriso sumiu.
- Então tá, senta e escuta o que tenho para falar. _ sentei irritado. _ Ainda temos 15 minutos até eles começarem a nos caçar. _ ela verifica as horas no relógio de pulso._ Quando a partida for largada, vamos ter que ficar mudo e fazer o mínimo de barulho possível.
- Você disse que o barulho da cachoeira ia impedir de nós escutar.
- Eu sei o que disse, mais não podemos arriscar! Sou uma boa observadora e vi que nenhum dos alunos que tem individualidade de espionagem estavam protegendo, ou seja a Jiro e o Shoji estão no grupo de roubo, eles podem não ser tão bom em combate, mais são excelente quando o assunto é achar alguém. _ nisso eu tenho que concordar com a magrela. _ E não são só os dois, tem mais dois na minha turma que é bom em achar, um tem o olfato apurado, o outro tem sensor de calor, por isso todo cuidado é pouco, você tem um plano?
- Quanto ao do olfato apurado podemos camuflar nosso cheiro com lama ou lodo, o problema vai ser o do sensor de calor, minha individualidade precisa do meu suor para criar explosões.
- Eu já pensei nisso, a individualidade dela só funciona com que está sob a terra, enquanto estivermos aqui dentro não vai ter problema, e além do mais, a caverna vai ficar fresca e úmido por causa da água, você precisa acumular o máximo de suor que conseguir, não desperdice uma gota, se alguém entra... somente eu usarei meus poderes na fuga, você não pode contra atacar, sua função é fugir e se esconder, enquanto eu te dou cobertura, se não conseguimos fugir, a solução será eu me prender dentro de uma rocha resistente com o objeto, enquanto vc me protege do lado de fora até o teste acabar.
- Você é doida? Tá querendo ficar com todo o crédito lutando sozinha.
- Não seu otário, estou agindo de acordo com minhas limitações, consigo usar minha individualidade por mais tempo que você, não podemos lutar os dois juntos e correr o risco de os dois ficarem sem força, não podemos de forma alguma chegar os dois ao limite.
- Então acumula você sua energia e me deixa lutar.
- Não, só faz o que eu pedi por favor, por tudo que é mais sagrado, não usa seus poderes. _ ouvimos um estrondo.
- Que porra é essa?
- Calma gatinho assustado, foi só um trovão, a chuva já deve está começando a cair.
- Gatinho assustado? Vou te mostrar o Gatinho assustado! _ me aproximo dela.
- Não chega perto de mim. _ ela recua, o que só me deixa mais atiçado._ Bakugou, agora não é hora para esse tipo de brincadeira. _ vejo ela se arrastando para trás ainda sentada, puxo ela pela as pernas, ficando por cima dela em seguida, segurando seus pulsos acima da cabeça. _ Não por favor...
- Agora quem é a gatinha assustada? _ faço a pergunta mais não ouço a resposta. _ Diga, eu sou a gatinha assustada!
- Eu me recuso.
- Vou te dar um incentivo. _ fiz cócegas em sua barriga, enquanto ela se remexia rindo abaixo de mim.
- P-para. _ não parei, continuei fazendo cócegas.
- Diga, ou eu não vou parar até você urinar em suas roupas.
- E-est-esta beemm, eu digoooo._ parei e esperei ela recuperar o fôlego. _ Eu sou uma gatinha. _ mais um respiro. _ Selvagem. _ ela solta suas mãos e me dar um soco daqueles bem no meio da cara, senti a dor e o sangue escorrer, ela quebrou meu nariz.
- Desgraçada._ ponho a mão no rosto._ Eu vou te matar. _ digo alterado.
- Desculpa, desculpa._ a vejo engatinhar para sua mochila, abre o ziper e tira uma caixinha de dentro, voltando em seguida para mim._ Desculpa._ ela abria caixa e retirava algodão de dentro, colocando em meu nariz, percebo suas mãos tremendo. _ Desculpa.
- Você quer parar de me pedir desculpas? Eu estou bem porra!_ ela continuo limpando, o rosto dela estava tão próximo ao meu, que conseguia sentir sua respiração, seus dentes mordendo o lábio inferior me deixou tentado a beijar ela, olhando ela de cima a baixo, até que a magrela tem seus tributos.
Nerfertari On
Não pensei que fosse colocar tanta força em um soco, como tive coragem de socar o garoto mais estável da UA? Eu só posso ter perdido o amor a minha vida, a mão dele segura a minha que estava em seu nariz, retirando ela.
- Já chega, o sangramento já parou._ confirmo, e fechei caixa para guardar na mochila, sinto a mão esquerda de Bakugou em minha nuca, olhei para seu rosto confusa, fiquei mais confusa ainda quando senti os lábios dele nos meus.
Foi um beijo desesperado, intenso e nada gentil, não tentei entender, apenas me deixei levar pelo o beijo, retribuindo com todo fervor e sôfrego, mesmo sabendo que eu estava errada, suas mãos desceram pela as laterais do meu corpo e pararam em minha cintura, me puxando para seu colo, sentei abraçando sua cintura com minhas pernas.
Minha mão esquerda puxava seu cabelos, enquanto a direita arranhava de leve sua nuca, paramos para recuperar o fôlego, mais ele distribuía mordidas e chupões pelo o meu pescoço, Katsuki Bakugou é tão selvagem.
Voltamos a nos beijar, as mãos dele também não parava quieta, ora aperta as minhas coxas, a bunda, ou cintura, senti seu membro ganhar vida, e rebolei em seu colo de propósito, faz um tempinho que não faço sexo, não que eu esteja necessitada, mais quero saber como é transar com alguém que não seja o Mirio, rebolo um pouco mais e o loiro segura firme em meu quadril, me fazendo parar.
- Para se não eu vou te fuder aqui mesmo.
- Qual é Bagukou? Você que começou, agora termina, não me diga que você é virgem! _ cutuquei no ego dele.
- Eu vou te mostrar o virgem. _ foi questão de segundos para nós dois estarmos completamente despidos, o loiro me puxou novamente para sentar em seu colo, segurou com ambas as mãos os seios pequeno como uma laranja, não perdeu tempo para abocanhar um deles, ele se divertia sugando com força um dos seios, enquanto belisca o bico do outro. Voltei a rebolar em seu colo, sentia minha intimidade ficar tão molhada a ponto de descer o líquido pelo o canal estreito. Bakugou repetiu o mesmo proceso com o outro seio, uma vez ou outra, mordia de leve, não aguentei esperar, peguei seu membro medio, grosso e duro e posicionei em minha entrada, escorreguei para baixo de vez, gemi sentindo minhas paredes interna apertar o membro invasor. _ Tão molhada que escorregou que nem sabão. _ comecei o movimento de subir e descer, Bakugou segurava em meu quadril me empurrando com força para baixo, fazendo eu ir rápido e fundo, segurava os gemidos para ninguém nos encontrar, sentia que estava cada vez mais perto do meu ápice, mais algumas sentada e senti meu orgasmo vim com força, mordi meu lábio inferior com força quando quase dei um gemidão. _ Eu quero você de quatro. _ obedeci sem contestar. _ Eu sei que você consegue empinar mais essa bunda._ colei meu rosto no chão, e senti um tapão no lado direito da bunda. _ Agora eu vou te castigar. _ puxou meu cabelo e me penetrou com força, os movimentos foram mais do que rápido, parecia que ele queria penetrar até o saco dele dentro de mim, segurava os gemidos com dificuldade, cada vez mais rápido e mais fundo, senti outro orgasmo chegando e esse foi mais forte que o anterior, mais algumas estocadas e senti o líquido quente do loiro me invadir. _ O que achou do virgem agora hein? _ Bakugou se retirou de dentro de mim, a chuva lá fora caia pesado. _ É melhor se vestimos. _ concordo.
Quebra de Tempo=
Já tem 10 hrs que estamos aqui, até agora
ninguém nos achou, porém ficar 10 horas seguida com um Katsuki Bakugou dentro de subir as paredes está sendo a missão mais difícil, ele é muito bom quando se está focado em algo, mais quando ta sem fazer nada, ele fica loucão, parecendo um cachorro raivoso, andando de um lado para o outro.
- Dar pra parar? _ ele me olha como se fosse me matar. _ Seguinte, vamos repassar o plano, se alguém entrar...
- Eu já sei, não precisa repetir. _ ficamos alguns minutos em silêncio, então paramos de ouvir o barulho da cachoeira. _ Maldito meio a meio.
- Acharam a gente. _ logo em seguida ouvimos um estrondo de gelo se partindo, e aparecendo na entrada Midorya e Todoroki.
- Deku de merda.
- Cala a boca e corre. _ corremos pelo o outro lado, ao mesmo tempo que fazia as paredes se fechar, impedindo de mais pessoas entrar, mais o Todoroki e o Midorya eram rápidos demais e conseguiram ultrapassar as paredes fechando, coloquei varias paredes uma atrás da outra como obstáculo, mais o Deku quebrava todas elas com o smach, só me restou correr, assim que alcançamos o fundo da caverna, abrir um buraco na entrada, mais o Bakugo não saiu, olhei para trás e vi Deku se aproximar pronto para um smach bem na minha fuça, pensei em criar uma parede mais não vai dar tempo, ele é muito rápido, vi Bakugou entrar em minha frente pronto pra contra atacar. _ Não Bakugou!
- Morre. _ ele lança uma explosão afastando Deku e Todoroki. _ Vamos. _ vejo a caverna se desmoronar aos poucos, crio colunas bem grossas para impedir que caia em nossas cabeças.
- Eu seguro vão. _ todos correm para fora enquanto eu seguro o desabamento, quando todos saíram para fora da caverna, corri para sair também, mais as colunas não aguentaram mais e quebraram, tudo que pude fazer foi criar um pequeno escudo ao meu redor, antes de toda a caverna desabar, eu estava soterrada, e minha individualidade estava no limite, eu vou morrer aqui.
Katsuki On
- Nerfertari._ grito tentando retirar as pedras junto de Deku e Todoroki. _ Aguenta aí. _ a culpa é toda minha, se ela morrer, nunca vou me perdoar, ela me disse várias vezes para não usar minha individualidade, eu fui teimoso, ignorei seu pedido e esse é o resultado. _ Merda. _ grito alto, vejo outros alunos se aproximando para ajudar.
Quebra de Tempo=
Depois de algumas horas conseguimos resgatar a Nerfertari, completamente machucada, e quase morta, ela foi levada para o hospital mais próximo, onde ela foi atendida pelo os médicos, eles disseram que o estado dela é grave, muitas fraturas e um trauma no crânio, acharam melhor deixar ela em coma induzido ate ela se recuperar.
A velha da UA veio para ajudar ela na recuperação, mais não foi possível usar a individualidade de cura nela, o estado é tão grave que ao invés de curar, poderia matar, a Nerfertari ficou na ala de semi uti, somente familiares podia visitar ela, a irmã dela Nejire entrou para ver ela, ficou lá por 30 minutos e depois saiu, entrando o Mirio Togata em seguida.
- Aí Hadou. _ chamo Nejire._ Porque o Togata pode entrar e eu não?
- Você não sabe? O Mirio é namorado da minha irmã. _ senti como se fosse um soco no estômago.
- Eu não sabia, me avisem quando ela melhorar.
- Eu aviso.
- Ela me pediu várias vezes para não usar minha individualidade.
- Não se culpe pelo o que aconteceu, ninguém teve culpa. _ sai sem dizer nada, Kirishima e Kaminari me seguiam, o resto já tinha voltado para a UA.
- Vocês dois sabiam que o Togata namorava com ela? _ pergunto como quem não quer nada.
- Todo mundo sabia né Bakugou. _ Kirishima diz.
- Todo mundo menos eu! _ porque uma garota que tem namorado daria mole para outro?
- E que diferença faz? Você não se importa com ninguém das outras turmas. _ o ruivo diz ja conhecendo minha personalidade. _ Não me diga que ficou interessado nela.
- Não é da sua conta. _ respondo irritado.
- Se serve de consolo, ouvi outras garotas dizer que esse namoro tá por um fio. _ Kaminari diz chamando minha atenção.
- Diga o que sabe. _ puxo o loiro pela a camisa.
- Tudo que eu sei é que tem meses que ninguém ver eles juntos, parece que deram um tempo, e quando isso acontece é porque o namoro acabou não é? _ solto Kaminari. _ Rolou alguma coisa entre vocês naquela caverna?
- Estava só vocês dois lá dentro, é bem possível.
- Já disse que não é da conta de vocês. _ eu só espero que esse namoro esteja mesmo com os dias contados!
