Nerfertari On

- O que está fazendo aqui? _ pergunto sussurrando de volta.

- O que você acha? Vim terminar o que começei. _ o loiro puxa o meu cobertor para cima sem nenhum aviso, cobri meus seios envergonhada, eu tava só de calcinha._ Você facilita demais gatinha. _ ele avança para um beijo, mais dessa eu não o rejeitei, depois do nosso encontro mais cedo, eu não parei de pensar nele, eu o desejava, e meu corpo fervia de excitação, tanta que tomei um banho de água fria e dormi só de calcinha, deixei a janela aberta para entrar uma brisa, mais como poderia imaginar que ele iria invadir meu quarto.

Bakugou se enfiou debaixo do meu cobertor, abriu minhas pernas e se acomodou entre elas, sua excitação era bem evidente, duro feito uma rocha, e roçando livremente sob minha intimidade, me deixando molhada com o contato, interrompemos o beijo por falta de oxigênio, ambos ofegantes, mais ele não esperou recuperar o fôlego para abocanhar o meu seio direito, sugando com força, lambendo, mordiscando o bico entumecido, o que me faz suspirar profundo, fazer barulho estava fora de cogitação, depois do seio direito, ele partiu para o esquerdo, e deu o mesmo tratamento.

As mordidas de leve foram descendo pela a barriga, e por Deus, eu me segurei para não rir, essa é a área mais sensível do meu corpo, parou no meu umbigo e passou a língua naquela região, foi meu fim, minha barriga encolheu tremendo, agora ele conhece meu ponto fraco, o loiro me torturou mais ainda, demorando no meu umbigo, toda vez que a ponta de sua língua tocava minha pele, minha barriga se contraía em protesto.

O loiro desistiu da tortura e contínuo descendo, até chegar na última peça de roupa que me cobria, ele mordeu o elástico e foi puxando a calcinha com os dentes, me derretendo de dentro para fora de tanta excitação, Bakugou abre minhas pernas e abaixa a cabeça em direção ao centro.

- O que vai fazer? _ eu sei o que ele vai fazer, mais quero ter certeza.

- Você sabe, eu vou chupar sua buceta até você gozar. _ e eu achando que não dava para ficar mais molhada, depois dessa frase, o líquido escorreu pela minha fenda._ Então segura bem esse gemidos._ eu tava ansiosa demais para o próximo passo, nunca recebi um oral antes.

Não deu para pensar muito, meu corpo estremeceu quando senti sua respiração quente tão próxima a minha intimidade, em seguida sua língua fazendo movimento do número um em meu clitóris inchado, movimento lentos e devagar, segurei em seu cabelo pedindo em um pedido mudo para ir mais rápido, o loiro atendeu ao pedido e mudou o movimento para o número zero, sua língua fazendo círculos rápido.

Ele mudava bruscamente de um movimento para o outro, dava uns chupões sôfrego, segurava os gemidos mordendo os lábios inferior, na verdade eu tava castigando eles, podia sentir o orgasmo vindo, aquele friozinho no ventre, fechei os olhos com força ao atingir o clímax, minha intimidade dando pequeno esparmos, mais o loiro não parou, ele contínuo estimulando o meu clitóris sensível, tentei fechar as pernas, que ele segurou forte para manter elas abertas, puxei seu cabelo para para-lo, mais ele só parou quando tive outro orgasmo tremendo, e durante os esparmos, Bakugou deu três tapinhas em meu clitóris, e depois estipulou ele como se fosse um dj, foi o meu fim, um jato líquido foi expelido, respirei aliviada, quando ele chegou ao fim, meus lábios tava inchado de tanto morder eles.

- Vou me orgulhar desse esguicho para o resto da minha vida. _ ele diz tirando toda a sua roupa._ Eu adoraria poder sentir essa boquinha linda que você tem engolindo meu pau, mais isso fica para outra hora._ ele posiciona entre minhas pernas e esfrega a cabecinha de seu membro em minha entrada. _ Agora... eu quero que você me implore. _ olho para ele surpresa._ Vamos gata me peça para te comer com força, como se você fosse uma vadia, a minha vadia.

- E se eu não quiser?

- Eu vou embora sem terminar o serviço. _ ele penetra a ponta e depois tira, voltando a esfregar. _ Vamos Nerfertari. _ meu íntimo se contraia de tesão, eu o queria._ Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lh...

- Eu quero você Bakugou.

- Não é essa a frase. _ ele penetra a cabeçinha, engoli em seco.

- Me come com força, como se eu fosse uma vadia... _ ele espera as últimas palavras._ A sua vadia. _ ele sorriu vitorioso, e se enterrou de uma vez em mim, as minhas paredes internas se contraia em protesto a invasão.

Os movimentos começou rápido e profundo, sentia o seu membro encosta em meu útero, segurava os gemidos com dificuldade, alguns escapavam, e o loiro colocava a mão em minha boca para abafar, em algum momento, a sua mão direita desceu para o meu pescoço e apertou com um pouco de força.

- Repete comigo._ diz ofegante._ Eu sou a sua vadia.

- Eu sou a sua vadia._ disse entre gemidos baixinhos.

- Boa menina._ recebi dois tapinha de leve no rosto, ele pega minhas pernas e põe uma cada lado de em seus ombros, e elevou meu quadril, e quando ele penetrou eu quase deixei um gemidão escapar, essa posição fazia ele ir mais fundo, atingindo o meu ponto G, o loiro passou a acertar só no mesmo lugar, não demorei a ter um segundo orgasmo, e ele saiu bruscamente de dentro de mim, interrompendo de propósito o prazer que seu membro sente em ser estrangulado por minhas paredes internas, era o jeito dele de adiar seu orgasmo. _ De pé. _ diz levantando da cama e ficando em pé. _ Agora. _ levantei com as pernas fracas, parecia duas gelatinas, ele me pôs inclinada de costas para ele, apoiada com os cotovelos na cama, me penetra devagar, ele permanece parado dentro de mim, com sua mão direita ele levanta minha perna direita, segurando ela junto a si, com a outra mão ele segura minha cintura, e ai os movimentos começa, devagar e profundo, partindo para o rápido e agressivo, sinto ele tirar a mão de minha cintura e segurar meu cabelo, puxando de leve, eu gemia baixo, o medo de sermos pegos no flagra era grande, mais o prazer que tava sentindo era maior, a adrenalina, o tesão, tudo isso estimulava a minha excitação, o meu íntimo se contrai, e o êxtase se instala no meu ventre, a minha vagina pulsa sinalizando que meu terceiro orgasmo já estava próximo. _ Dessa vez vamos juntos._ o ritmo dele aumenta, ao nível de insano, mais algumas estocada e eu gozei, apertando seu membro, que também pulsava enquanto jorrava o líquido branco e quente dentro de mim, boa parte dele escorreu por minhas pernas, que por sinal tava trêmulas, mau me aguentava em pé, o loiro se retira de dentro de mim e me pega no colo, me deitando na cama, ele se junta ao meu lado, ficando de frente um para o outro. _ A partir de hoje, você é minha vadia, e eu estarei com você sempre que eu quiser, em troca você vai sentir muito prazer. _ o que eu poderia dizer, nada, eu disse com todas as palavras que era sua vadia, e agora não podia voltar atrás. _ E para selar nosso acordo._ ele me beija profundo. _ Agora me diz, você sempre dorme só de calcinha? E com a porta aberta?

- Eu tava com calor.

- Calor? Estamos no inverno, chove quase todos os dias.

- Não esse tipo de calor.

- Oh sim, lembrei que te abordei mais cedo. _ ele me abraça puxando minha perna esquerda para sua cintura, se encaixando no meio de minhas pernas, e senti sua ereção. _ 2round gatinha.

Bakugou On

Através da porta aberta, eu vi o dia clarear, a neblina e a brisa gelada se dissipando, era quase dia, e estava na hora de meter o pé, por mais que fosse aconchegante e quentinho ficar de conchinha com com a albina, levantei com cuidado, deixei Nerfertari agasalhada debaixo do cobertor, coloquei uma mecha que cobria seu rosto atrás da orelha, ela é linda, e é minha agora, sorri vitorioso, deixei o quarto dela, mais antes de ir, fechei a porta da sacada.