Desafio 100 temas: Tema 36 – Calor excessivo.
Beta: Slplima meu carinho, amizade, e lealdade ever and ever! Obrigado por sempre estar disposta a me ajudar, merci!
Notas da Beta: Oi amiga querida!
Que prazer desfrutar, junto de nossos amados patinadores, desse momento lúdico e cálido de paz.
Fiquei aqui, imaginando a cena de ambos em meio a esse calor todo e meu coração pulou com tanto amor, pois que também imaginei os olhos se vislumbrando e os sorrisos brindando o carinho entre eles.
Foi mágico e romântico. Sem dizer que quente, ou mais quente? Ora essa... porque até nos instantes inocentes tem que ter malícia, não é? kkkk
Parabéns, por essa linda pérola, Telma.
Uma leitura branda, que afaga a alma da gente.
Nós, leitores, agradecemos por isso!
Fique bem.
Bjocas.
Notas da Coelha: Eu estava tentando terminar vários capítulos ao mesmo tempo de minhas fanfics longas que eu estou trabalhando, mas esse plot e mais um que ainda é segredo, estavam me aporrinhando as ideias! Parecia que alguém martelava um prego e o ruído reverberava por minha cabeça. Por fim, tive de me render a este texto, e eu espero que gostem dessa Slyce of Life desse casal que amo de paixão! Enjoy!
oOoOoOo
Era tarde e as altas temperaturas pareciam impactar a tudo e todos. Nenhuma viva alma se via naquele início de tarde na rua, ao redor do Onsen.
Logo após o almoço, o sol quente parecia fustigar a família, mesmo estando todos protegidos e com a sala arejada pela ajuda dos ventiladores. Nem mesmo Makkachin parecia querer sair para explorar o jardim atrás do estabelecimento, a área exclusiva da família Katsuki.
Sentados lado a lado, o jovem casal de patinadores observava o gramado bem cuidado, as pequenas flores cultivadas com esmero por Hiroko, mãe do japonês, e a copa da bonita árvore de cerejeira, que naquele momento não estava em flor, mas mesmo assim, possuía uma beleza ímpar. Nada naquele jardim se movia!
Não havia brisa!
Nada!
O verão japonês naquele ano estava realmente de amargar!
Ou melhor... de queimar até a alma.
Para aguentar as elevadíssimas temperaturas, Viktor e Yuuri passavam mais tempo a frente dos ventiladores a plena potência do que em qualquer outro lugar.
Eles poderiam ir até o Ice Castle e patinarem um pouco, sentindo aquela nostálgica sensação de estarem flutuando sobre a espessa camada de gelo, fria e assombrosamente reconfortante, mas estava fora de cogitação!
Estavam de férias, e haviam, inclusive, se prometido um tempo somente para eles; evitando veementemente estarem perto do gelo e usando seus patins.
Porém, reconheciam, sim, que estavam passando uma verdadeira provação, visto que ambos amavam demais o que faziam! O gelo era a vida deles! Haviam se conhecido por conta da patinação, e era impensável verem-se tanto tempo longe do seu elemento em comum!
Só de pensar no bendito gelo, o suor parecia deslizar em bicas pela pele de alabastro, o que chegava a incomodar mais ao russo, mais necessitado das baixas temperaturas do que seu noivo.
Quando o platinado pensava em quebrar a promessa feita, lembrou-se que haviam pedido para Mari, a irmã mais velha de Yuuri, que ficasse de posse de seus patins, e bem, não que Viktor se importasse de usar os que tinham no rinque de patinação, em hipótese alguma, todavia, ele sabia que mereciam esquecer um pouco daquela paixão avassaladora.
Sentindo o ventinho proveniente do leque de bambu que o moreno agitava direcionado a si, Viktor sorriu desenxabido.
- Yuu-ri... – murmurou Nikiforov, ao acarinhar os pelos de Makkachin, enquanto observava o noivo se levantando e deixando o leque ao seu lado. – Onde você vai? – quis saber ao fazer beicinho.
- Vou buscar um pouco de limonada gelada para nós, você não quer? – o nipônico respondeu com um sorriso bonito a lhe iluminar a face, e sustentando o olhar muito azul, esperou pelo que o noivo iria lhe falar.
- Hmmm... seria bom! – ciciou Viktor. Tocando o queixo com o indicador e o polegar pensativo, viu quando seu homem o deixou sozinho. Com um sorriso matreiro, pescou o leque esquecido, começando a se abanar, abrindo a frente de seu jinbei verde, para que o pouco vento produzido pelo pequeno aparato de bambu ajudasse um pouco com o calor que estava sentindo.
Voltando seus olhos curiosos para o mascote, que naquele momento parecia ter se jogado com as patas para cima bem à frente do ventilador que estava ali próximo, riu-se divertido por ver o fiel escudeiro se deliciar com o ar batendo em sua barriga peluda.
"Pobre Makka! Se para nós está insuportável, imagina para ele com esse pelo todo!" – pensou ao se abanar com mais força, chegando a fechar os olhos por sentir um pouco mais de alívio, mas não tanto.
Voltando a abrir os olhos, suspirou chateado. Todas as coisas que ele e Yuuri haviam planejado, estavam indo por água abaixo devido aqueles dias de sol forte e seu calor excessivo e insuportável.
Viktor queria descobrir uma forma de não ficarem tanto tempo ali, sem nada para fazer, mas o simples fato de ter de enfrentar esse inferno na Terra, expondo a ambos aos raios fortes e nocivos, podendo até saírem com suas cútis branquíssimas com sérias queimaduras!
Não! Sair estava fora de cogitação!
Imerso em seus pensamentos, o platinado deu um pulo ao sentir o corpo arrepiar por conta de um copo sendo encostado em sua bochecha.
- Yuu-riii... – choramingou ao mirar o noivo surpreso.
- Desculpa, não foi minha intenção te assustar! – Yuuri respondeu ao se sentar ao lado do russo e lhe entregar o copo. – Com pouco açúcar e com pedrinhas de gelo como você gosta! – ciciou ao se acomodar melhor e bebericar de seu próprio copo.
- Obrigado, malysh! – agradeceu, para logo em seguida tomar um bom gole da limonada refrescante e, em seguida, invadir o espaço do moreno para lhe sapecar um beijo estalado bem no canto dos lábios.
Sorrindo, Katsuki ficou um tanto pensativo. Ele também queria aproveitar melhor os dias que tinham ali em sua casa, mas nada que pensava parecia ser viável.
- Vitya... – chamou ao tornar a olhar para o platinado. Este já havia terminado seu copo, enquanto ele ainda estava na metade.
- Da... – olhos curiosos o brindaram com um brilho bonito e enamorado.
- Desculpe... – começou Yuuri, suspirando tristonho, ao baixar um tanto seu olhar, evitando assim encarar diretamente o noivo, como se estivesse envergonhado.
- Pelo que está se desculpando? – Viktor perguntou ao se alarmar com o que acabara de ouvir.
- Ah! Por ter nos arrastado para casa sabendo que aqui nessa época do ano é muito quente, e todos os nossos planos serem frustrados por conta disso! – mirando o platinado de esguelha, Yuuri mordiscou o lábio inferior em um tique nervoso.
- Lyubov', por favor, você não tem de se desculpar, da? – Viktor se apressou em dizer, pois não queria que seu homem se sentisse culpado por uma coisa que ninguém poderia prever. – Isso são coisas que sabemos que poderia acontecer em qualquer outro lugar com histórico de altas temperaturas. Não se martirize por algo que não fez! – e o puxando para seus braços, fez com que o corpo menor se recostasse em seu peito, o recebendo entre suas pernas, sendo abraçado de volta.
- Mas mesmo assim, Vitya! – Yuuri tentou confabular, mostrando seu ponto de vista. – Deve ser chato para você ficar aqui dentro, tendo de aguentar essa mesmice de sempre! Você deve estar cansado disso tudo, não? – e voltando um pouco o corpo para o lado, tentou divisar o rosto bonito.
- De onde você tirou isso, solnechnyy svet? – questionou o patinador mais velho. – Não faça isso! Se eu não estivesse gostando de ficar aqui com você e sua família, não acha que já teria feito algo para poder ir embora? – questionou, mas sem esperar uma resposta prosseguiu com seu raciocínio. – Eu adoro seus pais e até mesmo sua irmã! – gracejou apenas para ver o sorriso pequeno nos lábios que amava beijar. – Assim, nunca mais tire conclusões precipitadas, snezhinka! – e ao vê-lo concordar com um pequeno maneio de cabeça, sapecou-lhe um selinho, apenas um leve roçar de lábios.
Deslizando uma de suas mãos lentamente pela coluna do moreno, sorriu ao escutar o suspirar baixinho bem próximo a seu pescoço.
- Vitya, aqui não! – ciciou Yuuri ao tentar se afastar do mais alto, e ficar preso em seus braços, quase tendo seu corpo esmagado. Ouvindo o riso cristalino do noivo ao lhe dar tapinhas sobre os braços, choramingou. – Calor, Vitya... muito apertado! – levantando um pouco a cabeça, recostou-se no tronco do platinado.
- Sei que está calor, moya snezhinka! – concordou ao afrouxar um pouco o aperto, mas sem o liberar de seus braços. – Mas acontece que eu não consigo ficar com minhas mãos longe de você! – e para reforçar o que dizia, deslizou rapidamente a mão que matinha em suas costas para a cintura esguia, e só parando ali, devido ao noivo ter conseguido dar um pequeno tranco e se livrar do agarre dos braços fortes. – Yuu-ri, volta aqui! – choramingou fazendo beicinho.
- Está calor, Vitya! – murmurou o moreno ao mirá-lo de soslaio.
- Isso nunca foi empecilho para ficarmos juntinhos! – gracejou o platinado ao se lembrar da noite anterior em que quase nem haviam pegado no sono devido a terem uma noite quente de idílio amoroso. – E ontem à noite...
- Viktor! – Yuuri se apressou em cortar o que o outro iria dizer. Seu rosto afogueado apenas por se lembrar da noite passada.
Eles tiveram de se manter o máximo em silêncio para não acordarem a casa toda, mas fora tão quente e maravilhosa, que o nipônico tinha de concordar com o noivo; não fora nem um pouco ruim estarem se engalfinhando sobre os lençóis!
- Lyubov', eu não iria dizer nada demais! – Viktor mirou a Yuuri com seu jeito travesso. O riso fácil e gaiato.
- Uhum... sei muito bem que não iria dizer nada! – grunhiu o moreno fazendo biquinho ao desviar o olhar, pois se continuasse a sustentar as íris cerúleas, começaria a rir, pois quem conseguia competir com Nikiforov quando ele tirava o dia para fazer gracinhas?
Talvez ninguém!
Dando de ombros, Yuuri voltou sua atenção para o jardim e, em seguida, para o céu claro e com poucas nuvens.
- Sabe... – começou, para chamar a atenção do noivo. – Eu acho que tenho um lugar onde podemos ir agora que parece que o sol está um pouco mais fraco. – Yuuri sorriu ao notar que Viktor parecia interessado no que estava por vir. – Que tal se fossemos caminhar na praia? – perguntou um pouco indeciso, visto que sabia que o russo poderia não querer pegar sol em hipótese alguma.
- Gostei disso! – Viktor comemorou por seu lindo japonês ter feito aquele convite. – Podemos até nadar um pouco, o que me diz? – perguntou esperançoso, pois fazia muito tempo que eles não se aventuravam nas águas salgadas, fosse em Hasetsu ou mesmo em qualquer outro lugar que estivessem.
- Eu creio que não teremos problemas! – Yuuri comentou ao se afastar um pouco do platinado para se levantar. – Podemos levar Makkachin para que ele também faça um pouco de exercícios, que acha?
- É perfeito! – festejou Viktor ao também ficar em pé. – Venha, Makka! Vamos passear! – chamou o cão, que em um salto se pós sobre as quatro patas, seguindo a seus donos.
oOoOoOo
O barulho do mar, o cheiro de maresia e a pouca brisa vinda do oceano pareciam aplacar um pouco o calor. A água estava uma delícia, e caminhar com os pés descalços, deixando que as ondas resvalassem até os calcanhares parecia exercer um milagre.
A temperatura, mesmo ainda elevada, parecia amena!
Ao longe, o grasnar alvoroçado das gaivotas se sobressaindo um pouco ao barulho das ondas quebrando nos bancos de areia e as poucas encostas rochosas.
Mirando com interesse enquanto Makkachin brincava com Yuuri, que lhe jogava sua bolinha vermelha para que o mesmo pulasse as ondas atrás de seu objeto preferido, Viktor sorriu feito uma criança.
Por mais que o barulho das aves, o cheiro marinho e a calma lhe lembrassem São Petersburgo, Hasetsu ainda tinha um charme, algo que ele não saberia ao certo dizer o que poderia ser. Era como voltar para casa depois de um dia de treino e saber-se bem-vindo, querido e aceito como era. Não que não fosse aceito por seus pais, o era! E como era! Mas a distância entre eles era tamanha, que a diferença entre os Katsuki e os Nikiforov poderia ser considerada como gritante!
Suspirando, voltou os olhos para o infinito mar daquela cidade que o acolhera, não como a um estrangeiro, mas como um dos seus, e com um sorriso enternecido focou seu homem, o japonês que possuía um coração que lembrava o mais puro cristal! Que era calmo, bondoso e apesar de todos os seus contratempos, poderia ser considerado a melhor coisa que havia acontecido na vida sem cor do platinado.
Se o russo parasse para pensar, até pouco tempo atrás, ele se sentia sozinho, mesmo sendo rodeado por muitos, e sendo reconhecido. Parecia que um vazio preenchia seu coração. Agora, tudo o que tinha, tudo que havia encontrado de bom e o feito acordar para uma nova vida, fora Yuuri quem lhe dera! Aprendera a ser mais perseverante, a respeitar as limitações, e a ajudar quando seu noivo dele necessitasse.
Nikiforov ainda continuava um despistado, desligado e esquecido para muitas coisas, mas ele nunca se esqueceria quando, ali mesmo, um pouco mais à frente na praia, havia perguntado a Katsuki o que ele queria que tivessem?
Sorrindo de lado, coçou a cabeça! Se pudesse imaginar naquela época o que seriam hoje, talvez, quiçá, nem teria perguntado ao arredio nipônico!
Sentindo como se estivesse sendo observado, Viktor voltou seus olhos pela praia, deparando-se com Yuuri o mirando com interesse. Abrindo mais o sorriso, caminhou até o noivo, que voltara sua atenção para o poodle que pulava ao seu lado, exigindo que lhe fosse lançada a bolinha mais uma vez, o que foi feito sem pestanejar.
Aproximando-se lentamente, abraçou o mais baixo pelas costas cingindo-lhe a cintura com os braços, ao mesmo tempo que o puxava para que recostasse seu corpo no dele. Uma das mãos deslizando lentamente até a barra da blusa que o moreno usava.
- Viktor? – Yuuri perguntou ao voltar um pouco o rosto, afim de tentar descobrir o que havia acontecido. Ele já estava acostumado com os abraços e demonstrações de carinho de seu homem, mas não entendeu o que o motivara a fazer aquilo. – Aconteceu alguma coisa? – Ah! jovem, curioso poderia ser o nome do meio do japonês.
- Não aconteceu nada, malysh! – ronronou ao pé do ouvido do outro. Regozijou-se ao notar o arrepio que havia causado no parceiro. – "Como esse homem é precioso!" – pensou ao sapecar-lhe um beijo demorado onde a blusa deixava a pele leitosa da junção do pescoço com o ombro a mostra.
- Vi-Vitya! – a voz de Yuuri saindo uma oitava mais alta, fez com o que platinado sorrisse divertido. – O que está fazendo? – perguntou alarmado, volvendo seus olhos para todos os lados ao notar a audácia do noivo, e querendo saber se não estavam sendo vigiados, como já havia acontecido antes, e uma foto comprometedora de ambos em um momento só deles fora parar nos tabloides da imprensa amarela!
- Estamos sozinhos, solnechnyy svet! Não precisa ficar preocupado! – comentou relaxado, tentando acalmar com isso o homem ainda em seus braços. Aproximando mais os corpos, deixou seu baixo ventre se encaixar no bumbum redondo do mais baixo. Queria o provocar, ah! Queria!
- Mas que calor! – Yuuri deixou escapar ao sentir suas bochechas esquentarem. Na realidade, seu corpo todo parecia responder em labaredas as provocações do corpo do outro patinador.
- Então... – Viktor começou, sem dar tempo do moreno pestanejar. – Podemos muito bem nadar um pouco e nos refrescarmos, o que me diz? – perguntou ao começar a levantar a camiseta que o moreno usava.
Arregalando os olhos, Yuuri tentou conter as mãos do noivo, mas com um suspiro resignado, deixou que este lhe tirasse a vestimenta. Girando entre os braços do russo, com um movimento rápido, também lhe retirou a camisa, e aproveitando para admirar o tórax definido que o fazia suspirar.
Dando uns passinhos para trás assim que se viu livre dos braços que lhe rodeavam a cintura, Yuuri deu uma piscadela marota para o mais alto.
- O último entrar no mar, paga o sorvete! – gracejou animado, e baixando rapidamente a bermuda que usava ficando apenas de sunga, correu para as águas tépidas sendo seguido pelo noivo!
- Yuu-riiii! Isso não vale! – gritou Viktor ao persegui-lo com passadas largas, e o alcançando já com a água batendo na cintura. – Te peguei! – ciciou bem próximo a orelha do mais baixo, causando neste um leve calafrio na espinha.
- Vitya! – Yuuri ronronou ao ter novamente seu corpo preso entre os braços fortes. – Você paga o sorvete! – sorriu matreiro.
- O sorvete, e o que mais você quiser! – respondeu ao ajudá-lo a se virar entre seus braços, para, em seguida, capturar com os seus os lábios carnudos em um beijo abrasador, cheio de amor.
- Hmm... tentador, Vitya! – ciciou deixando que as bocas roçassem em cada palavra dita, e se aproveitando para mordiscar o lábio inferior do russo e deixar que deslizassem por seus dentes. E como um perspicaz e astuto japonês que era, aproveitou-se da distração alheia para se afastar um pouco e começar uma guerra de água.
- Ora! Seu espertinho! Volte aqui! – grunhiu Viktor ao começar a espirrar água no japonês, revidando o ataque!
Os risos se misturando aos latidos de Makka, que pulava alegre na areia. Tudo parecia tão perfeito! E era assim que tinha de ser!
Caindo abraçados nas águas, Yuuri e Viktor afundaram alguns minutos, para logo o platinado sair carregando o moreno nos braços, que mesmo sobre protestos, parecia apenas estar fazendo cena, pois sentia que estava no lugar certo! Junto de seu Viktor, não importava o clima; se frio ou com um calor surreal, pois ali era o seu lugar!
- Se vamos ficar mais tempo na praia, precisamos passar mais um pouco de protetor! – afirmou, ao se enroscar mais no pescoço do amante.
- Sim, vamos ficar mais um pouco! – concordou ao colocar o noivo no chão perto de onde haviam deixado suas roupas.
- O sorvete pode ficar para mais tarde! – Yuuri sustentou os olhos cerúleos com desejo.
- O sorvete e tudo o que você quiser mais! – gracejou Viktor, ao mordiscar o queixo do noivo.
- Hmm... gostei disso! Irei cobrar mais a noite! – a voz matreira e sensual de Yuuri atiçando Viktor até o último fio de seus claros cabelos lisos, que não contente, o puxou para si, aproveitando para beijá-lo com volúpia e tesão!
"Mas que calor!" - Yuuri ainda pensou, antes da sua mente enevoada virar um branco só.
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Lembretes e Explicações:
Da: Sim em russo
Malysh: achei com vários significados para tradução. Aqui estou usando como querido!
Solnechnyy svet: brilho do sol
Moya Snezhinka: Meu floco de neve
Jinbei ou Hippari é um conjunto de happi com shorts ou calças, usado como uma espécie de pijama no verão. Todos podem usá-lo, tanto homens, como mulheres e crianças. Como é uma roupa para o verão, ele é feito com tecidos leves, geralmente algodão.
Pesquisa: Kimonos Arisa's Art .
Yellow Press: Jornalismo amarelo e imprensa amarela são termos americanos para jornalismo e jornais associados que apresentam poucas ou nenhumas notícias legítimas e bem pesquisadas, ao mesmo tempo que usam manchetes atraentes para aumentar as vendas. As técnicas podem incluir exageros de eventos de notícias, propaganda de escândalos ou sensacionalismo. Por extensão, o termo jornalismo amarelo é usado hoje como um pejorativo para condenar qualquer jornalismo que trate as notícias de forma antiprofissional ou antiética.
Em inglês, o termo é usado principalmente nos Estados Unidos. No Reino Unido, um termo mais ou menos equivalente é jornalismo de tabloide, que significa jornalismo característico de tabloides, mesmo se encontrado em outro lugar. Outras línguas, por exemplo, russo ( Жёлтая пресса ), às vezes têm termos derivados do termo americano. Uma fonte comum desse tipo de escrita é chamada de jornalismo de talão de cheques, que é a prática controversa de repórteres de notícias pagarem as fontes por suas informações sem verificar sua veracidade ou exatidão. Em alguns países, é considerado antiético pelos principais meios de comunicação. Em contraste, os tabloides e os programas de televisão tabloides, que se baseiam mais no sensacionalismo, regularmente praticam essa prática.
Fonte: Wikipédia
Momento Coelha Aquariana no Divã:
*ouvindo Unstoppable da Sai, e arrumando a fic para colocar nas plataformas que costuma*
Kardia: Brigo com ela agora ou depois? *falando baixinho com o aquariano que lê um livro ao seu lado*
Dégel: Se eu fosse você, a deixava quietinha. Ouça o volume em que está ouvindo a música mesmo estando com o headset! *voltando os olhos para o belicoso amante* Pelo que entendi, ela está irritada com coisas pessoais, e aí já viu! Quer tentar a sorte, vai lá! *olhar sério, desafiador*
Kardia: Gelo, supõem-se que você deveria estar do meu lado!
Dégel: E estou, mas eu sei o que é bom para mim, e você? Sabe o que é bom para você? *sorriso pequeno e enigmático*
Kardia: Vocês dois, aquarianos, quando resolvem se juntar... Mas que inferno! *saindo apressado*
Você sabe que o irritou, né? *tirando o headset para poder falar com o ruivo*
Dégel: Valeu a pena vê-lo intrigado!
Mereço vocês dois! *piscando divertida pro aquariano*
Então, deixando Kardia para lá! Obrigado para quem aqui chegou! Realmente, eu ando tendo dias estranhos, mas ainda bem que pelo menos minha inspiração resolveu voltar! Espero que tenham gostado desse texto, foi simples, mas eu gostei muito de o escrever! Se se sentirem tocados, e quiserem deixar suas palavras amigas, vou adorar, afinal, ficwriter feliz escreve muito mais!
Beijos
Theka Tsukishiro
